PÉSSIMO ESTADO DE NOSSAS RUAS...

Rua dos Abacateiros.

Rua dos Abacateiros.

Rua dos Abacateiros.


Recebemos via e-mail essas fotos e denuncia que a Rua dos Abacateiros no Jd. das Graças está virada em buracos. O morador que preferiu não se identificar nos relatou que várias ruas desse bairro estão totalmente intransitáveis. Dizem já reclamaram para a Secretária de Obras, mas não adianta nada, o bairro está totalmente esquecido pela administração J. CAMARGO.

Ratinho Júnior diz que PSC não fará oposição a Fruet na Câmara!!!



Ratinho Júnior diz que PSC não fará oposição a Fruet na Câmara

Candidato derrotado disse que vai trabalhar para ajudar a gestão do pedetista, mas não escondeu a mágoa com a ministra Gleisi Hoffmann.
No dia seguinte à derrota no segundo turno das eleições em Curitiba, o candidato Ratinho Júnior (PSC) acordou de madrugada. Às 6 horas da manhã, seu programa de rádio estava no ar. “A vida continua. Tenho que tocar a vida e voltar a ser parlamentar com a responsabilidade ainda maior”, resignou-se.
Ratinho Júnior deu uma entrevista coletiva ontem à tarde, em sua casa em um condomínio fechado no bairro do São Braz, e avaliou ter saído da eleição “politicamente mais forte do que entrou”. “Às vezes você ganha eleitoralmente e perde politicamente. Acho que aconteceu o contrário. O curitibano agora me vê com outros olhos.”

O ex-candidato evitou críticas a Gustavo Fruet (PDT), mas voltou a questionar a aliança do vencedor com o PT. “Parece que estou ainda atacando o Gustavo, mas que a biografia dele ficou um pouco arranhada com a aliança, ficou. Porém, a aliança foi essencial para que ele ganhasse.”
Líder do partido que elegeu seis vereadores e terá a maior bancada na Câmara Municipal a partir de 2013, Ratinho Júnior disse que, a princípio, o PSC não fará oposição a Fruet nem irá compor a base aliada do novo prefeito. “O partido vai ser amigo da cidade, mas fiscal da gestão”, definiu.
Segundo Ratinho Júnior, caberá aos vereadores do PSC tentar defender na Câmara as propostas do seu plano de governo. “Vamos ajudar a cidade, mas temos o dever de cobrar as promessas e propostas apresentadas na campanha pelo candidato eleito e fiscalizar a implementação.”
Embora tenha adotado um discurso de conciliação e considerado o resultado do segundo turno “justo”, Ra­tinho Júnior não esconde a mágoa com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, para quem fez campanha em 2010 na eleição para o Senado. “Agora é olhar para a frente. Mas não tenho mais o mesmo carinho pela ministra e pelo [ministro das Comunicações] Paulo Bernardo”.

Mágoa
Apesar dos ataques que sofreu durante o primeiro turno e das críticas a Fruet no segundo turno, Ratinho Júnior disse que considerou a campanha deste ano “mais leve” do que as de anos anteriores. “A crítica acontece mesmo. Dois turnos levam a isso, a mostrar os defeitos do adversário”, afirmou. Ele garantiu que trabalhará no Congresso para ajudar a prefeitura. “É igual jogo de futebol: um dá uma cotovelada, outro leva uma canelada, mas depois todo mundo senta para tomar cerveja e apaziguar.”
Fator Beto
Para o deputado, um eventual apoio do governador Beto Richa (PSDB) no segundo turno poderia ter feito a diferença. “O Gustavo saiu do primeiro turno muito forte por ter derrotado o Luciano Ducci. Nessa inflada, os votos do Luciano migraram para ele, pois a relação dele com este grupo é antiga. Há dois anos as pessoas votaram no Beto e votaram nele para senador”, avaliou. “Se o governador Beto Richa tivesse declarado o voto em mim, talvez tivesse freado essa migração de votos. Mas isso a gente nunca vai saber.”