COLOMBO, AGUARDA BETI PAVIN!!!




Colombo vive um momento histórico na areá politica, onde a candidata Beti Pavin que foi a mais votada nas urnas, mas  teve sua candidatura indeferida a pedido do grupo politico que administra a cidade e que gostaria de permanecer no poder. Hoje mais de 53.000 pessoas que votaram na candidata aguardam ansiosamente pela votação do TSE. O povo decidiu que gostaria que Colombo fosse administrada  por Beti Pavin, para isso compareceram nas urnas no dia 07 de outubro para realizar seu direito constitucional de votar. Ocorre que o povo não tem culpa do  TSE não julgar antes das eleições os pedidos de impugnações das candidaturas. Pois se o TSE não tivesse sido lento em seus julgamentos nossa cidade não estaria vivendo essa situação, pois com certeza teria deferido a candidatura de Beti Pavin que é legítima. Existem vários movimentos e manifestos na cidade  pedindo que os votos dados a candidata Beti sejam validados. Esse blog esteve alguns dias atrás conversando com vários lideres de movimentos populares que estão se organizando para a realização de mais uma manifestação pedindo que os votos dados a Beti Pavin sejam validados. Foi distribuído em nossa cidade várias listas para colherem assinaturas do povo pedindo a validação dos votos para candidata Beti. Nas últimas avaliações se tem noticia de mais de 30.000 assinaturas já teriam sido recolhidas. Por outro lado existem muitos boatos correndo de boca em boca que o grupo politico perdedor não aceitam a derrota e estão se movimentando para tentarem fazer a presidência da Câmara Municipal, pois esse grupo acredita que está acima da vontade popular e da lei. 

Esse blog está atento as movimentações politicas e estará aqui divulgando  e informando vocês em primeiro lugar.

58 CIDADES NO PAÍS AGUARDAM, DECISÃO DO TSE!!!

58 cidades do país ainda podem ter resultado alterado pelo TSE.

Se candidaturas com zero voto forem deferidas, eleitos serão outros.
Em Bom Jesus de Goiás, todos os candidatos esperam decisão da Justiça.


Em Colombo Beti Pavin também aguarda decisão do TSE.

O resultado definitivo das eleições municipais ainda pode mudar em 58 cidades após o julgamento dos recursos pendentes de candidatos, segundo levantamento do G1 com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Um desses municípios não tem nem sequer prefeito provisório: em Bom Jesus de Goiás (GO), todos os candidatos à prefeitura esperam uma posição da Justiça Eleitoral sobre seus registros de candidatura.

Nas outras cidades, o vencedor teve o registro de candidatura indeferido (negado) pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), mas o TSE ainda avalia recurso. Assim, esses candidatos concorreram normalmente, mas na condição “sub judice”, pendentes, e seus votos apareceram zerados na apuração final.
No primeiro turno, eram 122 cidades sem uma decisão definitiva sobre o eleito. Passado o segundo turno das eleições, o TSE não finalizou o julgamento dos recursos de todos os candidatos.
Nesta quarta-feira (31), o tribunal informou que a quantidade de recursos que chegaram à Corte aumentou após o segundo turno, para um total de 7.942 recursos, dos quais 5.123 foram analisados.
Segundo o TSE, ficaram pendentes após o 1º turno da eleição um total 6.916 pedidos de reconsideração, sendo 2.243 deles de candidatos a prefeito e a vereador barrados pela Lei da Ficha Limpa.
Apenas o candidato com registro deferido pode assumir a prefeitura.
Segundo o levantamento do G1, ao todo 1.363.830 votos foram obtidos pelos candidatos indeferidos com recursos. O TSE não divulgou quais desses candidatos foram enquadrados na Lei da Ficha Limpa.
Um dos casos julgados foi o do registro de Celso Giglio (PSDB) para a Prefeitura de Osasco. O TSE negou o recurso, e o engenheiro Jorge Lapas (PT) ficou com 60,03% dos votos válidos no 1º turno. O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) decidiu não fazer 2º turno e decretou o petista eleito.
Por causa do não julgamento dos recursos antes da eleição, o primeiro turno terminou com quatro cidades sem nenhum prefeito eleito – Bom Jesus de Goiás (GO), Cedro (PE), Cedro (CE) e Monte Alegre (RN). Isso porque todos os candidatos tiveram seus registros indeferidos com recurso.
Depois do segundo turno, Bom Jesus de Goiás permanece sem prefeito definido e pode ter nova eleição, caso nenhum dos dois candidatos seja deferido. Em Cedro (CE), João Viana (PP) obteve o registro, mas o processo do adversário Dr. Nilson (PSB), que obteve mais votos, não foi julgado.
Nas outras duas cidades, a Justiça Eleitoral já definiu o prefeito. Em Cedro (PE), Milton Leite (PV) renunciou, e Neguinho de Zé Arlindo (PSB) está eleito. Em Monte Alegre (RN), Severino da Irmã Dulce (PMDB) obteve o registro e, como teve mais votos que a adversária, Graça (PSD), está eleito. O recurso dela ainda está pendente, mas não altera o resultado.
Casos julgados
Em Guarapari, no Espírito Santo, o registro de candidatura do atual prefeito, Edson Figueiredo Magalhães (PPS), foi negado. Isso porque, apesar de ter obtido 39.027 votos nas urnas, Magalhães já foi vice-prefeito em 2006. O TSE entendeu que este seria seu 3º mandato, e a cidade pode ter novas eleições. A decisão final será do juiz eleitoral do TRE-ES.
Em Mar de Espanha (MG), a decisão da Justiça Eleitoral alterou o resultado do primeiro turno. Joaquim José de Souza (PMDB) chegou a ser declarado como eleito, mas o atual prefeito, Wellington Marcos Rodrigues (PSDB), que obteve mais votos, conseguiu o registro e agora deve assumir a prefeitura da cidade.
No Ceará, a Prefeitura de Boa Viagem também terá novo prefeito. Fernando Antonio Vieira Assef (PSD) concorreu barrado pela Lei da Ficha Limpa e teve os votos zerados, mas o TSE entendeu que a lei não se aplica ao caso. Aline Cavalcante Vieira (PR), que teve menos votos, chegou a ser considerada eleita.
Outras cidades também tiveram candidatos indeferidos que ainda aguardam julgamento, mas eles não foram incluídos no levantamento porque, mesmo que sejam deferidos, não haverá alteração no resultado da eleição local.
Os demais processos pendentes no TSE são de candidatos a vereador que, se conseguirem uma decisão positiva, também podem influenciar nas eleições. Isso porque, no sistema proporcional, contam os votos de cada coligação para a divisão das vagas nas câmaras municipais, que também poderão ter suas composições alteradas ao final dos julgamentos da Corte.