No CMEI Canaã pais confeccionam trabalhos junto com os filhos


WEBMASTER 30 DE OUTUBRO DE 2013

Atividades desenvolvidas pelos alunos e familiares fazem parte da Feira do Conhecimento que tem como tema “Conhecer para Valorizar”

Alunos do CMEI Canaã participam da Feira do Conhecimento expondo seus trabalhos do ano todo
Até esta quinta-feira, 31, os trabalhos desenvolvidos pelos alunos do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Canaã, no bairro Jardim São Gabriel, estão sendo apresentados na Feira do Conhecimento, que este ano tem como tema “Conhecer para Valorizar”.
Durante as aulas, as 95 crianças de dois a cinco anos, que fazem parte do Maternal I, II e Pré I, puderam aprender e desenvolver atividades com as professoras sobre variados temas, como: trânsito, corpo humano, plantas, animais e artes.
Materiais recicláveis foram utilizados para confecção de trabalhos, realizados em família
No evento, que terá seu encerramento dia 31, com a realização de um baile à fantasia, foram apresentados aos pais, trabalhos como: pinturas, dobraduras, jogos, entre outros. Algumas destas atividades, inclusive, foram feitas com a ajuda dos pais e responsáveis dos alunos, como explica a coordenadora Sirlei Aparecida dos Santos.
“Os alunos levaram para casa alguns materiais recicláveis para que os pais os ajudassem a confeccionar os carrinhos usados nas atividades do tema trânsito”, exemplifica a coordenadora. Ela destaca a participação dos familiares na valorização da educação dos filhos, contribuindo para o melhor aprendizado. Durante a Feira, os alunos maiores levaram os próprios pais para conhecerem seus trabalhos, intensificando a troca entre eles.
Consciência
Centro Educacional promove evento no qual conhecimento e valores humanos são principais aprendizados
Além disso, os temas puderam ajudar os alunos a terem consciência do outro, com a noção de amizade e respeito, conta Sirlei. “Nas atividades sobre o corpo humano, por exemplo, os alunos viram que a mesma dor que eles sentem ao caírem ou se machucarem é sentida pelo colega, ajudando eles a se respeitarem e cuidarem um dos outros”, defende a coordenadora.
O evento Feira do Conhecimento, do CMEI Canaã, acontece anualmente para mostrar aos pais os conteúdos desenvolvidos pelos alunos durante o ano, ajudando a trazer a família e a comunidade para a instituição.
Fotos: Bruno do Carmo/PMC
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
BLOG – colombopmc.blogspot.com.br; FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo: TWITTER: @ColomboPMC e no site oficial: www.colombo.pr.gov.br

Pobres vendem rins para pagar dívidas



O vilarejo de Kalai, em Bangladesh, tem uma paisagem idílica à primeira vista, como outros vilarejos do país. Mas vários habitantes locais alegam ter sido convencidos a vender seus órgãos para pagar dívidas que fizeram em esquemas de microcrédito.

 A ideia de oferecer pequenos empréstimos a pessoas rejeitadas pelos programas de crédito bancário tradicionais rendeu o Prêmio Nobel da Paz de 2006 ao bengali Mohammad Yunus, sendo saudada como um caminho para que essas pessoas saíssem da pobreza.
A proposta era que os empréstimos incentivassem o empreendedorismo e dessem poder às mulheres. Mas, como mostra o relato da jornalista Sophie Cousins, que esteve em Kalai, a “revolução” acabou agravando os problemas enfrentados por alguns aqueles que mais deveria ajudar.

 A seis horas ao norte da capital Daca, crianças brincam nuas se pendurando em pedaços de bambu que sustentam as cabanas onde moram.
 Essas crianças, assim como outras milhões que vivem nas áreas rurais de Bangladesh, crescem em meio a grandes dificuldades financeiras. Em uma tentativa de aliviar a pobreza, muitos habitantes de Kalai contraem empréstimos, mas em seguida mergulham em mais dívidas quando se veem incapazes de pagar as prestações.
 Alguns, inclusive, decidem vender seus órgãos como último recurso para saldar as dívidas e tentar escapar do ciclo vicioso da pobreza.
 A venda de órgãos em si não é uma novidade, e muitas pessoas pobres no Sul da Ásia recorrem a esta prática há anos. Mas o que não se falava muito até agora é que cada vez mais pessoas estão fazendo parte de uma rede de tráfico de órgãos porque se sentem pressionadas a pagar suas dívidas.

Arrependimento

 Mohammad Akhtar Alam, de 33 anos, exibe uma cicatriz de 38 centímetros de comprimento que mostra de onde extraíram seu rim. A remoção de órgão – algo ilegal em Bangladesh a menos que seja para doação para um parente próximo - combinada com cuidados pós-operatórios precários, o deixou parcialmente paralisado, cego de um olho e incapaz de carregar pesos.
 Ele é dono de uma pequena mercearia que vende arroz, farinha e, de vez em quando, doces.
 Há dois anos, sua renda como motorista de van não era suficiente para pagar as parcelas semanais de dívidas que havia contraído com oito organizações não-governamentais (ONGs) diferentes. Quando não conseguiu arcar com a primeira dívida, contraiu uma segunda para pagar a primeira e assim sucessivamente.
 "Um dia estava conversando com um passageiro que me perguntou porque estava fazendo aquele trabalho", relembra.
 "Eu expliquei que era pobre e devia cerca de 100 mil taka (aproximadamente US$ 1,3 mil)".
 O passageiro era uma peça importante em uma rede de tráfico de órgãos, intermediando a compra e vende de rins, fígados, entre outros. O homem convenceu Alam a vender seu rim e lhe prometeu 400 mil taka (cerca de US$ 5 mil) em retorno.
 Duas semanas mais tarde, Alam deixou um hospital privado em Daca e voltou para casa com a saúde debilitada e com uma fração do dinheiro que lhe foi prometido. Ele se arrepende do que fez.
 Mohammad Moqarram Hossen, também de Kalai, é outra vítima.
 "Eu decidi pagar a dívida", diz ele, enquanto mostra a cicatriz de uma operação que fez na Índia para remover um rim.
 "O médico disse que não teria riscos, mas agora não posso fazer nenhum trabalho pesado."

'Pressão'

 O microcrédito, aclamado como "salvação" para milhões de pessoas, tem como objetivo quebrar o ciclo de pobreza estimulando atividades geradoras de renda por meio de empréstimos com poucos efeitos colaterais.
Vilarejo de Kalai  | Sophie Cousins - BBC
No vilarejo de Kalai, muitos residentes estão endividados
Mas sua estrutura de pagamento e a aparente incapacidade de as instituições de microfinanças determinarem quem já tem outros empréstimos pode causar problemas.
 O professor Monir Moniruzzaman, do departamento de Antropologia da Universidade do Estado de Michigan (Estados Unidos), investiga o comércio de órgãos em Bangladesh há 12 anos.
 "As dívidas de muitas pessoas crescem em uma espiral, e eles acham que a única forma de pagar as parcelas é vendendo o próprio rim", observa.
 Ele alega que instituições como o Banco Grameen (laureado com o Nobel da Paz em 2006 juntamente com Yunus) e a ONG Brac fazem pressão psicológica para as pessoas pagarem suas dívidas com ações como marcar presença em frente à casa do cliente o dia todo e ameaças verbais de que o devedor será denunciado à polícia.
 O acadêmico confirmou que algumas das 33 pessoas que venderam seus rins que ele entrevistou para sua pesquisa disseram que tomaram a decisão por se sentirem pressionadas a pagar o que deviam.
 "Um homem me contou que deixou sua cidade por um ano por não conseguir encarar os funcionários da ONG", contou Moniruzzaman.
 Em entrevista à BBC, o banco Grameen negou que haja assédio ou outros tipos de pressão e afirma que nunca entrou com ação contra quem toma empréstimo.
 E Mohammad Ariful Hoq, analista da Brac, uma das maiores organizações de desenvolvimento do mundo, nega que seus funcionários pressionem os clientes ou que haja ligação entre microcrédito e tráfico de órgãos.

Benefícios do microcrédito

 Uma pesquisa divulgada neste ano pelo Banco Mundial mostrou que são grandes os benefícios dos empréstimos, e dados compilados por uma "campanha pelo microcrédito" apontam que este tipo de empréstimo já tirou dez milhões de bengaleses da pobreza entre 1990 e 2008.
 Mas à medida que a demanda por órgãos continua a alimentar um mercado negro em Bangladesh, membros pobres de comunidades rurais continuarão sendo seduzidos por falsas promessas de uma vida melhor.
 Segundo o professor Moniruzzaman, as consequências do tráfico de órgãos são devastadoras.
 "Não há garantias sobre a procedência dos órgãos e quão seguros eles são. Por outro lado, sob a perspectiva de quem está vendendo, a saúde se deteriora após a operação, tornando difícil para a pessoa voltar a ganhar dinheiro porque não poderá voltar para seus trabalhos antigos que demandam muito fisicamente."
 Não há dúvida de que o microcrédito mudou a vida de milhões em todo mundo.
 Mas à medida que a polarização entre ricos e pobres aumenta, especialistas acreditam que os mais necessitados vão continuar contraindo mais dívidas, algumas vezes recorrendo a medidas desesperadas como a venda de órgãos.
 Os homens de Kalai gostariam de ter sabido disso antes.

BBC

Atlético vence o Grêmio na semifinal da Copa do Brasil


31 de outubro de 2013
O Atlético saiu na frente contra o Grêmio na disputa por uma vaga na final da Copa do Brasil. A equipe venceu o jogo de ida por 1 a 0, na Vila Capanema, em Curitiba. O gol foi marcado por Delattorre no primeiro tempo. Na semana que vem as equipes decidem a vaga em Porto Alegre.

Policiais vasculham casa de Derosso em busca de provas do esquema envolvendo a publicidade na Câmara de Vereadores


31 de outubro de 2013
Policiais do Nurce, o Núcleo de Repressão aos Crimes econômicos cumprem 18 mandados de busca e apreensão relacionados ao inquérito criminal que apura supostos desvios de verbas de publicidade da Câmara Municipal de Curitiba. Entre os locais onde os mandados já foram cumpridos está a casa do ex-presidente da Câmara, João Cláudio Derosso. A intenção é recolher indícios de que houve crime por parte dos investigados para que o Ministério Público ofereça denúncia à Justiça . As irregularidades apuradas são de um período no qual Derosso foi Presidente do Legislativo. 15 dos mandados são cumpridos na capital paranaense, dois em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, e um no norte do Paraná.
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No CMEI Canaã pais confeccionam trabalhos junto com os filhos


WEBMASTER 30 DE OUTUBRO DE 2013

Atividades desenvolvidas pelos alunos e familiares fazem parte da Feira do Conhecimento que tem como tema “Conhecer para Valorizar”

Alunos do CMEI Canaã participam da Feira do Conhecimento expondo seus trabalhos do ano todo
Até esta quinta-feira, 31, os trabalhos desenvolvidos pelos alunos do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Canaã, no bairro Jardim São Gabriel, estão sendo apresentados na Feira do Conhecimento, que este ano tem como tema “Conhecer para Valorizar”.
Durante as aulas, as 95 crianças de dois a cinco anos, que fazem parte do Maternal I, II e Pré I, puderam aprender e desenvolver atividades com as professoras sobre variados temas, como: trânsito, corpo humano, plantas, animais e artes.
Materiais recicláveis foram utilizados para confecção de trabalhos, realizados em família
No evento, que terá seu encerramento dia 31, com a realização de um baile à fantasia, foram apresentados aos pais, trabalhos como: pinturas, dobraduras, jogos, entre outros. Algumas destas atividades, inclusive, foram feitas com a ajuda dos pais e responsáveis dos alunos, como explica a coordenadora Sirlei Aparecida dos Santos.
“Os alunos levaram para casa alguns materiais recicláveis para que os pais os ajudassem a confeccionar os carrinhos usados nas atividades do tema trânsito”, exemplifica a coordenadora. Ela destaca a participação dos familiares na valorização da educação dos filhos, contribuindo para o melhor aprendizado. Durante a Feira, os alunos maiores levaram os próprios pais para conhecerem seus trabalhos, intensificando a troca entre eles.
Consciência
Centro Educacional promove evento no qual conhecimento e valores humanos são principais aprendizados
Além disso, os temas puderam ajudar os alunos a terem consciência do outro, com a noção de amizade e respeito, conta Sirlei. “Nas atividades sobre o corpo humano, por exemplo, os alunos viram que a mesma dor que eles sentem ao caírem ou se machucarem é sentida pelo colega, ajudando eles a se respeitarem e cuidarem um dos outros”, defende a coordenadora.
O evento Feira do Conhecimento, do CMEI Canaã, acontece anualmente para mostrar aos pais os conteúdos desenvolvidos pelos alunos durante o ano, ajudando a trazer a família e a comunidade para a instituição.
Fotos: Bruno do Carmo/PMC
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Quadra coberta beneficiará mais de 1000 alunos da Escola Heitor Villa Lobos


WEBMASTER 31 DE OUTUBRO DE 2013

Terraplanagem marca o início da primeira etapa dos trabalhos, que irá durar até a próxima semana; obra será entregue no 1º semestre de 2014

Quadra terá 1.114 m² de área coberta com vestiários masculinos e femininos
A construção da cancha esportiva, que irá auxiliar nas atividades esportivas dos 1111 alunos da Escola Municipal Heitor Villa Lobos, além de contribuir com a estrutura do local, teve seu pontapé inicial, nesta semana com o início da terraplanagem. Este trabalho prepara e nivela o terreno para o início da construção, com a movimentação de terra.
A construção é um projeto idealizado pela Prefeitura Municipal de Colombo, através das ações conjuntas da secretaria da Educação, Cultura e Esporte, de Planejamento e de Obras e Viação. Cada uma das pastas colaborou com uma parte do processo de execução da obra.
Terraplanagem é a primeira fase no processo de construção da cancha coberta
De acordo com o secretário de Planejamento, Angelo Betinardi, o novo espaço era um pedido constante da população. “Atendemos as solicitações a partir de estudos e cronogramas de investimentos, para conseguir atender as demandas”, explica o secretário destacando que esta primeira etapa de terraplanagem acontecerá até a próxima semana.
A nova quadra esportiva terá 1.114 m² de área coberta, com vestiários masculinos e femininos, além da cobertura, que garantirá o uso do espaço mesmo em dias de chuva e também de sol. De acordo com o engenheiro da secretaria de Obras e Viação, Valmir Soares da Silva, a construção tem a previsão de entrega para o mês de junho do ano que vem.
Alunos poderão realizar suas atividades esportivas em dias de chuva e também de sol
Fotos: Bruno do Carmo/PMC
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Entrega das chaves no Empreendimento Habitacional Jd. Marambaia.!

Empreendimento Habitacional Res. Jardim Marambaia-29-outubro


Nesta terça-feira (29) 66 famílias que viviam às margens do rio Atuba receberam suas chaves nas novas unidades habitacionais do Jardim Marambaia em Colombo. 
O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), contempla ao todo 188 moradias em investimentos que ultrapassam R$ 7 milhões.
Outras obras em parceria com o Estado como a construção de áreas de lazer e pavimentação na região estão programadas para o ano de 2014, segundo a prefeita da cidade Beti Pavin.

8ª Caminhada Internacional da Natureza acontece em Colombo e reuniu 420 pessoas


WEBMASTER 30 DE OUTUBRO DE 2013

Evento contou com a exposição de produtos do Circuito Italiano de Turismo Rural e teve a arrecadação de 155 kg de alimentos

155 kg de alimentos foram doados pelos participantes da Caminhada
No último domingo, 28, foi realizada a 8ª edição da Caminhada Internacional da Natureza, que esse ano contemplou a região do Imbuial da Roseira, em Colombo. Os 420 participantes do evento, em sua maioria do próprio município, além de moradores da RMC e de todo o Paraná, puderam contemplar as belezas da cidade nos 11,1km de extensão do percurso.
No evento, os participantes puderam doar alimentos não perecíveis, que foram destinados ao Programa do Voluntariado Paranaense (PROVOPAR) do município. Nesta edição foram arrecadados 155 kg de alimentos. Além disso, estavam em exposição, disponíveis para a compra, produtos do Circuito Italiano de Turismo Rural, como vinho, sucos, geléias e frutas, e também, barracas de artesanatos.
Produtos típicos da região foram comercializados no evento
O evento, que é realizado pela Prefeitura Municipal de Colombo, através da Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo, teve sua concentração em frente à Igreja Nossa Senhora da Luz, na Rua Vicente Betinardi, 70, no bairro Roseira, das 8h30 às 9h30.
Após a largada, os participantes se dirigiram por quatro pontos: 1º Restaurante e Café Colonial É da Pam; 2º Chácara Seu João; 3º Sítio Santa Terezinha e 4º Bifurcação Pedro Taverna, para então chegarem ao fim da caminhada, no mesmo local da concentração: a Igreja Nossa Senhora da Luz.
Participantes se alongam antes de começaram a Caminhada
Para o Secretário da Indústria, Comércio e Turismo, Antônio Ricardo Milgioransa, a promoção de eventos como este é fundamental para Colombo, pois mostra o potencial turístico da cidade. “Divulgar a cidade através destes eventos é um dos principais objetivos que temos, para a valorização dos nossos pontos turísticos e paisagens”, destaca.
Além disso, foi feita a exposição de fotos antigas da comunidade, desde a fundação da Igreja, passando pelas primeiras famílias até os dias atuais. No evento também esteve disponível, café da manhã e almoço, com as delícias locais.
Fotos: Bruno do Carmo/PMC
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Escola Jardim das Flores realiza Feira do Conhecimento


WEBMASTER 30 DE OUTUBRO DE 2013

Exposição marca a apresentação de todos os projetos desenvolvidos durante este ano letivo de 2013

Estudantes apresentam aos pais e responsáveis as atividades realizadas neste ano
Para expor todos os projetos desenvolvidos em sala de aula durante todo este ano de 2013, a Escola Municipal Jardim das Flores promoveu no dia 25, para a comunidade escolar, uma Feira do Conhecimento.
O evento foi produzido a partir de temas escolhidos pelos educadores da escola. “Esses trabalhos ficam expostos para a visita das crianças, mas também de toda a comunidade local que participa”, explica a diretora, Giane da Silva.
Segundo a diretora, o principal destaque é a criança e suas produções. “É neste momento que vemos o desenvolvimento de seu aprendizado e é a própria criança quem explica e reproduz o conhecimento adquirido”, conta.
Trabalhos abordaram temáticas variadas e contou com a participação de mais de 100 alunos
A Feira teve a participação de 111 alunos, de todos os anos, além de professores e funcionários da escola.
Fotos: João Senechal/PMC
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
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Metrô de Curitiba dobra de valor e Dilma anuncia repasse de R$1,8 bi para a obra; em 2011 o governo federal já tinha anunciado repasse de R$1 bi para o metrô


29 de outubro de 2013
Em 2011 a Presidente Dilma Rousseff já tinha anunciado o repasse de R$ 1 bi para o projeto do metrô curitibano. Agora ela volta e anuncia mais verba. Isto porque há dois anos o metrô custaria R$ 2,3 bilhões e agora deve custar R$ 4,568 bilhões
No fim da manhã desta terça-feira, a presidente Dilma Rousseff anunciou o repasse de verbas para mobilidade na Grande Curitiba no valor de R$ 5,3 bilhões. Os valores englobam a construção do metrô na capital. A informação foi dada pelo microblog Twitter e pelo Blog do Planalto. O governo federal vai contribuir com R$ 1,8 bilhão a fundo perdido.
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(Foto: Divulgação/PMC)
Além do montante, a fundo perdido, R$ 1,4 bilhão serão pagos em financiamento com prazo de 30 anos, com 5 anos de carência e juros subsidiados. O governo do Paraná recebeu R$ 87 milhões para o corredor de ônibus e outros projetos na Região Metropolitana de Curitiba.
dilma
Outro investimento anunciado por Dilma é R$ 408 milhões de reais para expansão dos 32 km do BRT, que são os ônibus expressos da Linha Verde e construção do novo Anel Inter II.
Dilma Rousseff participa de uma cerimônia no início da tarde no Espaço Torres, no bairro Jardim Botânico, em Curitiba. Em seguida, a presidente viaja para Foz do Iguaçu e participa de inauguração de obras na Itaipu Binacional.

“Nenhuma nação chegou a ser desenvolver sem investir em educação”, diz Presidente Dilma Rousseff em Curitiba


29 de outubro de 2013
A Presidente Dilma Rousseff esteve em Curitiba na tarde desta terça-feira para anunciar o repasse de verbas para o PAC da Mobilidade na capital paranaense. O Ministro das Cidades Aguinaldo Ribeiro afirmou que o governo federal deve enviar R$5,3 bilhões para as obras de mobilidade. Boa parte deste montante, R$1,8 bi será para a construção do metrô em Curitiba. Além desse valor, outros R$1,4 bi serão provenientes de financiamentos com cinco anos de carência e juros subsidiados. dil
Durante seu discurso a Presidente Dilma Rousseff falou sobre a questão do leilão de Libra – alvo de muitos protestos. Ela defendeu o leilão: “eu explico porque: 1 – em Libra nós sabemos que há Petróleo; 2 – Sabemos que há muito Petróleo e; 3 – Há qualidade neste Petróleo”, finalizou.
Segundo ela, boa parte do dinheiro proveniente de libra será destinada à educação: “Nós queremos escolas em tempo integral. Nós sabemos que nenhuma nação chegou a ser desenvolvida sem investir em educação. Temos que ter alfabetização na idade certa”, reforçou.
A cerimônia aconteceu no Espaço Torres, na região do Guabirotuba, em Curitiba e reuniu diversas autoridades municipais, estaduais e federais, como a ministra-chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann, o prefeito da capital, Gustavo Fruet acompanhado da esposa, Márcia Fruet, e o governador do Paraná, Beto Richa

Dilma anuncia repasse de R$ 5,3 bilhões para obras de mobilidade na Grande Curitiba


29 de outubro de 2013
No fim da manhã desta terça-feira, a presidente Dilma Rousseff anunciou o repasse de verbas para mobilidade na Grande Curitiba no valor de R$ 5,3 bilhões. Os valores englobam a construção do metrô na capital. A informação foi dada pelo microblog Twitter e pelo Blog do Planalto. O governo federal vai contribuir com R$ 1,8 bilhão a fundo perdido.
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(Foto: Divulgação/PMC)
Além do montante, a fundo perdido, R$ 1,4 bilhão serão pagos em financiamento com prazo de 30 anos, com 5 anos de carência e juros subsidiados. O governo do Paraná recebeu R$ 87 milhões para o corredor de ônibus e outros projetos na Região Metropolitana de Curitiba.
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Outro investimento anunciado por Dilma é R$ 408 milhões de reais para expansão dos 32 km do BRT, que são os ônibus expressos da Linha Verde e construção do novo Anel Inter II.
Dilma Rousseff participa de uma cerimônia no início da tarde no Espaço Torres, no bairro Jardim Botânico, em Curitiba. Em seguida, a presidente viaja para Foz do Iguaçu e participa de inauguração de obras na Itaipu Binacional.

Em protesto, policiais federais paralisam atividades no Paraná


29 de outubro de 2013
Policiais federais no Paraná prometem cruzar os braços quinta-feira. A paralisação é em protesto contra a falta de estrutura para os agentes no estado. Uma das reclamações é que o efetivo é muito reduzido.
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O sindicato da categoria afirma que são 500 agentes em todo Paraná e o número deveria ser três vezes maior. A informação oficial sobre o número de agentes não é revelada por questão de segurança.
A categoria alega que equipamentos estão parados por falta de efetivo. Os policiais realizam uma mobilização às 9h, na Praça Santos Andrade, em Curitiba.

Famílias de Colombo saem da beira do rio para morar no Jardim Marambaia


WEBMASTER 29 DE OUTUBRO DE 2013

As 66 novas unidades habitacionais são a garantia para uma vida melhor, longe das constantes enchentes e alagamentos

Prefeita anuncia novos equipamentos e parcerias durante a entrega das chaves no Jardim Marambaia
Nesta terça-feira, 29, pela manhã, 66 famílias que viviam às margens do rio Atuba receberam suas chaves para uma vida melhor nas unidades habitacionais do Jardim Marambaia em Colombo. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) neste local, contempla ao todo 188 moradias em investimentos que ultrapassam R$ 7 milhões.
“Estas pessoas estavam há muito tempo esperando e por isso estamos aqui para entregar as chaves e assim garantir o direito de todos vocês em terem uma moradia digna. Chega de sofrer com as fortes chuvas quando alagava e acabava com tudo”, afirmou a prefeita Beti Pavin.
Durante a entrega das moradias, a prefeita anunciou outras parcerias com a Caixa Econômica Federal (Caixa), Governo do Estado e município para a construção de novas casas. “Estamos fazendo um levantamento em outras áreas para que mais famílias também tenham este mesmo direito”, comentou.
Beti Pavin lembrou que desde que assumiu a prefeitura se deparou com vários pontos de enchentes e alagamentos, e que para isso determinou uma operação para contenção deste problema. “Nos quatro cantos de Colombo estão sendo feitos serviços de limpeza, desassoreamento dos rios para que no próximo verão, período de fortes chuvas, a nossa gente não precise passar pelo que vinha passando”, disse.
As 66 unidades vão abrigar famílias que antes viviam na beiro do rio Atuba e sofriam com as enxurradas
E para o descanso destas famílias, a prefeita Beti Pavin anunciou uma área de lazer no local. “Vocês terão aqui perto, um parque, com academia ao ar livre para poderem se exercitar, e por que não se divertir, aproveitar para conversar com os vizinhos, playground para brincar com os filhos, enfim tudo que se tem direito”, informou.
Para a família de Terezinha Jesus do Espírito Santo, de 49 anos, a mudança para a nova casa no Jardim Marambaia é sinônimo de melhoria de vida, pois antes ela e a família viviam em uma pequena casa na Rua Pedro Gonshi, no bairro Olaria, que sofria com as enchentes do Rio Atuba.
“Muitas vezes perdemos nossos móveis e pertences, pois alagava toda a casa, nessa época de chuvas nem descansávamos com medo”, conta a moradora. Além dela, que irá morar na casa número 21 do conjunto, com o seu marido, ela terá seu filho, o auxiliar de serviços gerais, Cleiton Giovani do Espírito Santo como vizinho, que irá morar na casa 20, com a mulher e a filha pequena.
Ele conta que junto com as enchentes, problemas de lixo e bichos que viam motivados pelos alagamentos incomodavam muito. “Era bem complicado quando alagava, pois além da água acabar com nossos móveis, o lixo caia tudo na nossa casa e existiam ratos e insetos”, explica. O auxiliar de serviços gerais conta que a antiga casa também tinha rachaduras.
Beti Pavin acompanhada de autoridades estaduais e municipais visita as moradias do conjunto habitacional
A questão das chuvas e alagamentos também é citada pelo morador há 34 anos do bairro, Francisco Galvão de Andrade. Ele que irá mora na casa 33 do Jardim Marambaia, residia com a esposa e uma filha nas proximidades da nova residência e explica que a água chegava até os joelhos neste período e com a nova casa, tudo irá ficar melhor.
A qualidade de vida e a alegria com a nova residência é destaque para a moradora Rosaria Maria de Carvalho, de 81 anos, que afirma que os vizinhos são muito bacanas e a casa nova muito bonita.
O diretor de regularização fundiária e relações comunitárias, Nelson Cordeiro Justus, represenando o governador Beto Richa e o diretor presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche, destacou que estas famílias, agora sim, estão em um lugar muito bom para se viver.
“Nesta região tem equipamentos públicos para todos usarem e aproveitarem, por conta da parceria com a prefeitura de Colombo. Todos temos que celebrar por vocês sairem de uma área de risco e estarem em uma área boa como está aqui”, falou Nelson Cordeiro Justus.
Também participaram da entrega das novas casas o vice-prefeito Ademir Goulart, os secretários municipais: de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Tania Tosin; da Administração, Luiz Gilberto Pavin; da Fazenda, Marcio Strapasson; Educação, Cultura e Esporte, Aziolê Cavallari Pavin; Ação Social e Trabalho, Maria da Silva Souza; Obras e Viação, João Maria Rodrigues; Indústria, Comércio e Turismo, Antonio Ricardo Milgioransa; Planejamento, Angelo Betirnardi, os vereadores Alan Henrique da Silva, Clodoaldo Camargo, Eurico Dino, Helio Feitosa, José Aparecido Gotardo, Nivaldo Paris, Sidinei Campos, Givanildo Silva e a comunidade em geral.
Fotos: João Senechal/PMC
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
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Famílias de Colombo saem da beira do rio para morar no Jardim Marambaia


WEBMASTER 29 DE OUTUBRO DE 2013

As 66 novas unidades habitacionais são a garantia para uma vida melhor, longe das constantes enchentes e alagamentos

Prefeita anuncia novos equipamentos e parcerias durante a entrega das chaves no Jardim Marambaia
Nesta terça-feira, 29, pela manhã, 66 famílias que viviam às margens do rio Atuba receberam suas chaves para uma vida melhor nas unidades habitacionais do Jardim Marambaia em Colombo. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) neste local, contempla ao todo 188 moradias em investimentos que ultrapassam R$ 7 milhões.
“Estas pessoas estavam há muito tempo esperando e por isso estamos aqui para entregar as chaves e assim garantir o direito de todos vocês em terem uma moradia digna. Chega de sofrer com as fortes chuvas quando alagava e acabava com tudo”, afirmou a prefeita Beti Pavin.
Durante a entrega das moradias, a prefeita anunciou outras parcerias com a Caixa Econômica Federal (Caixa), Governo do Estado e município para a construção de novas casas. “Estamos fazendo um levantamento em outras áreas para que mais famílias também tenham este mesmo direito”, comentou.
Beti Pavin lembrou que desde que assumiu a prefeitura se deparou com vários pontos de enchentes e alagamentos, e que para isso determinou uma operação para contenção deste problema. “Nos quatro cantos de Colombo estão sendo feitos serviços de limpeza, desassoreamento dos rios para que no próximo verão, período de fortes chuvas, a nossa gente não precise passar pelo que vinha passando”, disse.
As 66 unidades vão abrigar famílias que antes viviam na beiro do rio Atuba e sofriam com as enxurradas
E para o descanso destas famílias, a prefeita Beti Pavin anunciou uma área de lazer no local. “Vocês terão aqui perto, um parque, com academia ao ar livre para poderem se exercitar, e por que não se divertir, aproveitar para conversar com os vizinhos, playground para brincar com os filhos, enfim tudo que se tem direito”, informou.
Para a família de Terezinha Jesus do Espírito Santo, de 49 anos, a mudança para a nova casa no Jardim Marambaia é sinônimo de melhoria de vida, pois antes ela e a família viviam em uma pequena casa na Rua Pedro Gonshi, no bairro Olaria, que sofria com as enchentes do Rio Atuba.
“Muitas vezes perdemos nossos móveis e pertences, pois alagava toda a casa, nessa época de chuvas nem descansávamos com medo”, conta a moradora. Além dela, que irá morar na casa número 21 do conjunto, com o seu marido, ela terá seu filho, o auxiliar de serviços gerais, Cleiton Giovani do Espírito Santo como vizinho, que irá morar na casa 20, com a mulher e a filha pequena.
Ele conta que junto com as enchentes, problemas de lixo e bichos que viam motivados pelos alagamentos incomodavam muito. “Era bem complicado quando alagava, pois além da água acabar com nossos móveis, o lixo caia tudo na nossa casa e existiam ratos e insetos”, explica. O auxiliar de serviços gerais conta que a antiga casa também tinha rachaduras.
Beti Pavin acompanhada de autoridades estaduais e municipais visita as moradias do conjunto habitacional
A questão das chuvas e alagamentos também é citada pelo morador há 34 anos do bairro, Francisco Galvão de Andrade. Ele que irá mora na casa 33 do Jardim Marambaia, residia com a esposa e uma filha nas proximidades da nova residência e explica que a água chegava até os joelhos neste período e com a nova casa, tudo irá ficar melhor.
A qualidade de vida e a alegria com a nova residência é destaque para a moradora Rosaria Maria de Carvalho, de 81 anos, que afirma que os vizinhos são muito bacanas e a casa nova muito bonita.
O diretor de regularização fundiária e relações comunitárias, Nelson Cordeiro Justus, represenando o governador Beto Richa e o diretor presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche, destacou que estas famílias, agora sim, estão em um lugar muito bom para se viver.
“Nesta região tem equipamentos públicos para todos usarem e aproveitarem, por conta da parceria com a prefeitura de Colombo. Todos temos que celebrar por vocês sairem de uma área de risco e estarem em uma área boa como está aqui”, falou Nelson Cordeiro Justus.
Também participaram da entrega das novas casas o vice-prefeito Ademir Goulart, os secretários municipais: de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Tania Tosin; da Administração, Luiz Gilberto Pavin; da Fazenda, Marcio Strapasson; Educação, Cultura e Esporte, Aziolê Cavallari Pavin; Ação Social e Trabalho, Maria da Silva Souza; Obras e Viação, João Maria Rodrigues; Indústria, Comércio e Turismo, Antonio Ricardo Milgioransa; Planejamento, Angelo Betirnardi, os vereadores Alan Henrique da Silva, Clodoaldo Camargo, Eurico Dino, Helio Feitosa, José Aparecido Gotardo, Nivaldo Paris, Sidinei Campos, Givanildo Silva e a comunidade em geral.
Fotos: João Senechal/PMC
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