Mais de 50.000 pacientes renais aguardam por um RIM



52 mil doentes renais estão na fila para transplante


E-mailImprimirPDF
Hoje, no Brasil, cerca de 106 mil pacientes fazem diálise no Sistema único de Saúde (SUS) por causa de doenças renais. A estimativa é que aproximadamente 15 milhões de pessoas tenham esse tipo de doença no país.
Para discutir o Projeto de Lei nº 1178 de 2011, do deputado Jesus Rodrigue (PT-PI), a Comissão de Seguridade Social e Família fez, nesta terça-feira (25), uma audiência pública. O PL prevê o reconhecimento das pessoas com doenças renais crônicas como pessoas com deficiência para todos os fins de direito. O encontro também debateu a situação dos pacientes renais crônicos em todo o país. A audiência foi solicitada pelos deputados Carmen Zanotto (PPS-SC) e Geraldo Resende (PMDB-MS).  A Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) é presidida pelo deputado Dr. Rosinha (PT-PR).
Hoje, no Brasil, cerca de 106 mil pacientes fazem diálise no Sistema único de Saúde (SUS) por causa de doenças renais. A estimativa é que aproximadamente 15 milhões de pessoas tenham esse tipo de doença no país. Daniel Rinaldi dos Santos, presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia, explica que a doença renal é caracterizada por lesão nos rins por mais de três meses provocada por doenças primárias no sistema renal, diabetes ou hipertensão arterial, por exemplo.  A doença tem estágios que vão de 1 a 5 e causa a perda progressiva da função dos rins. “É um problema de saúde pública e tem alta de hospitalização. Os principais fatores de risco são o diabetes, a hipertensão e o tabagismo. A prevenção evita a progressão da doença”, alerta Daniel. Ele também destaca que, só em São Paulo, 76 por cento dos pacientes que fazem diálise não sabiam que estavam doentes. Além disso, o especialista ressalta que faltam médicos nefrologistas. “O Brasil tem 5.500 municípios e somente 345 tem nefrologistas. A média nacional é de um nefrologista para 64 mil habitantes”, conclui.
Milhares na fila para transplante
Em 2012 foram feitos 5.300 transplantes de rins no Brasil, mesmo assim 32 mil pacientes aguardam na fila para fazer a mesma cirurgia. O governo federal inclui as doenças renais no chamado Plano de Enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis, que prevê uma rede de atenção. Mas, de acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia, ainda não saiu do papel por falta de financiamento. O projeto prevê, por exemplo, que na fase inicial da doença os paciente sejam atendidos pelo Programa Saúde da Família (PSF), além da capacitação de equipes.
Já Renato Jesus Padilha, representante da Associação Pró-Renais Crônicos do Brasil afirma que o Projeto de Lei nº 1178 tem que ser aprovado o mais breve possível. “Temos uma demanda reprimida para atendimento de doentes renais, alguns estados ainda não fazem transplantes, pacientes com problemas de visão não têm transporte para as clínicas e se arrastam pelas ruas. O Ministério da saúde tem que apresentar um plano de ação. E quando um doente procura a prefeitura, ela empurra para o estado, que diz que a responsabilidade pelo atendimento é do município”, exemplifica.
Também participaram da audiência pública Paulo Luconi, diretor técnico da Associação Brasileira dos Centros de Diálises e Transplantes e Janilton Fernandes Lima,  do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora deDeficiência da Presidência da República
A deputada Carmen Zanotto, relatora do projeto, afirma que a audiência pública possibilitou a construção de um parecer favorável para o PL. “Vamos continuar na luta por uma sistema único de saúde melhor para todos os usuários”, destaca a deputada.
Fonte: Agência Câmara de Notícias – 28/06/2013

PARABÉNS VEREADOR WALDIRLEI BUENO






A importância de escolher um bom vereador.


Não é só com a escolha do nosso representante no executivo que devemos nos preocupar. A escolha de bons representantes na Câmara de Vereadores é igualmente importante, porque são os vereadores que vão ou não dar apoio e sustentação as iniciativas do prefeito.

O vereador Waldirlei Bueno é um dos nomes mais atuantes de nosso legislativo e lutador pelas causas populares por sempre estar ao lado do povo.

PARABÉNS VEREADOR WALDIRLEI BUENO, QUE DEUS POSSA ESTAR SEMPRE TE ABENÇOANDO NA SUA CAMINHADA NA VIDA PÚBLICA.



Caso Tayná está encerrado, diz Polícia.




Policia diz que caso Tayná está encerrado. Veja o vídeo abaixo


http://www.youtube.com/watch?v=Z0jRl6X-kKc&list=UU3Cjw5R0tKlRvFoEPWzjW7Q&index=4

CPI do Transporte em Curitiba

CPI do Transporte na Câmara Municipal de Curitiba


Presidente da Urbs cogita rever licitação de ônibus



Em depoimento à CPI da Urbs, o presidente da empresa, Roberto Gregório, deixou em aberto a possibilidade de “repensar” o processo licitatório do transporte coletivo. De acordo com ele, os critérios estabelecidos nos contratos são alvos de questionamentos tanto por parte do poder público quanto pelas próprias empresas, além dos usuários – o que geraria a necessidade de uma “reflexão” sobre o tema. A licitação ocorreu em 2010, e foi vencida por três consórcios que hoje operam os ônibus de Curitiba.
Gregório foi à Câmara para entregar aos vereadores o relatório final da comissão de análise da tarifa aos vereadores. O relatório, apresentado na quarta-feira, traz 106 recomendações que poderiam resultar na redução da tarifa. Aproveitando a ocasião, ele respondeu a dúvidas dos vereadores sobre o documento e sobre a gestão do transporte coletivo.
106 recomendações foram feitas pela comissão de análise da tarifa para que a passagem de ônibus seja reduzida.
Segundo o presidente da Urbs, a insatisfação com os termos do atual contrato pode resultar em uma revisão. “Uma coisa que ficou muito clara nessa comissão [de análise da tarifa] é que há insatisfação com o atual contrato. O que a Urbs pretende é colocar essa questão em debate com a sociedade e com as empresas. Existindo a oportunidade, vamos avançar na revisão de alguns pontos”, afirma.
Ele diz, entretanto, que ainda é “muito prematuro” fazer qualquer análise e que ainda não é possível falar em um rompimento de contrato ou nova licitação.
Membro da comissão da tarifa, o professor de Economia da UFPR Lafaiete Neves foi além e alegou que as empresas já descumprem os contratos com a Urbs, já que não fornecem as planilhas de custo na íntegra. Ele criticou, também, a inclusão das gratuidades no valor da tarifa técnica e a aquisição, em período eleitoral, de ônibus híbridos – que teriam um custo-benefício inferior ao de ônibus comuns.
Além da revisão dos contratos, Gregório sugeriu também a necessidade de revisão da gestão e da tarifação das linhas metropolitanas. Ele citou, em sua fala, que o modelo de tarifação pode ser mudado e que há a necessidade de melhorar a gestão dessas linhas. Ele frisou, entretanto, que as mudanças não devem atingir a integração e que é compromisso da atual gestão manter a tarifa única para Curitiba e Região Metropolitana.
Próxima sessão
Além dos depoimentos de Gregório e Neves, os vereadores votaram requerimentos de convites para as próximas sessões da comissão. Na quinta-feira da semana que vem representantes da Urbs e do Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba (Setransp) serão convidados para explicar, item a item, a composição da tarifa.

Fonte: Gazeta do Povo