POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ, COMPLETA 159 ANOS EM AGOSTO

Polícia Militar completa 159 anos mais forte para combater o crime


A Polícia Militar do Paraná completa neste mês 159 anos com grandes avanços conquistados em pouco tempo. Desde 2011, a corporação recebeu 826 viaturas e passou por reestruturação, com a criação de 14 Unidades Paraná Seguro, melhora salarial – resultado da implantação de remuneração por subsídio -, e admissão de 3.127 novos policiais e bombeiros militares. pmprA modernização da PM faz parte da reestruturação da segurança pública, colocada em prática com lançamento do programa Paraná Seguro. “Foram feitos investimentos vigorosos pelo Governo do Estado nos últimos dois anos”, disse o governador Beto Richa. “É uma das questões que mais aflige as pessoas e demos total prioridade no nosso governo ao reforço da segurança”.
Richa destacou o importante papel da Polícia Militar, e disse que a modernização da estrutura oferece condições adequadas de trabalho aos profissionais de segurança pública. O governador ressalta que os investimentos do Estado, unidos com as ações planejadas, estão trazendo de volta a tranquilidade à população. “Estamos combatendo de maneira implacável a criminalidade”, disse.
“A proteção do cidadão paranaense, como missão básica da Polícia Militar, vive momento de glória não só em função dos 159 anos da instituição, mas também pela integração entre os órgãos de segurança. Comemoramos também a implantação do programa Paraná Seguro que já adquiriu centenas de viaturas, contratou novos policiais militares e está com um novo edital em aberto, entre outros investimentos, que apontam para uma melhora exponencial da qualidade do serviço prestado ao cidadão”, declarou o comandante-geral da Polícia Militar, Roberson Luiz Bondaruk
O secretário estadual da Segurança Pública, Cid Vasques, lembra que um novo processo para contratação de 5.264 policiais e bombeiros militares está em andamento e que o trabalho realizado nos últimos anos já mostra resultados concretos.
ÍNDICES – O número de homicídios dolosos (quando há intenção de matar) caiu 27% no Paraná nos primeiros seis meses deste ano, na comparação com o mesmo período de 2010. “Os excelentes resultados alcançados pela Polícia Militar nos últimos anos demonstram que está sendo colocada em prática, todos os dias, no trabalho de rua, o conceito da polícia cidadã, próxima da população, e que reflete nas políticas de segurança pública implementadas”, afirmou Vasques.
Foram instaladas, desde o ano passado, 10 Unidades Paraná Seguro em bairros de Curitiba, uma em Colombo e outra em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana, e mais duas, em Cascavel e Londrina. Essa nova modalidade de policiamento, que aproxima o policial da comunidade tem se mostrado eficiente. Levantamento da Polícia Militar registrou redução de 34% nas mortes violentas, de 20% nos roubos e de 22% nos furtos nas áreas que contam com UPS.
Também foram criadas outras unidades operacionais da PM, dentro do Programa Paraná Seguro. Um exemplo é o Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron), com base em Marechal Cândido Rondon, na região Oeste do Estado. Em um ano de funcionamento, concluídos no mês passado, apreendeu quase 2 toneladas de drogas e barrou a entrada de cerca de 5 mil volumes de contrabando, avaliados em R$ 25 milhões. O efetivo atua em toda a região Oeste, em áreas fronteiriças à Argentina e o Paraguai.
HISTÓRIA – A Polícia Militar do Paraná foi criada em 10 de agosto de 1854 como uma unidade de Caçadores, com a denominação de Companhia de Força Policial. A função primordial da PMPR é o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública no Estado do Paraná integrando o Sistema de Segurança Pública e Defesa Social do Brasil.
Durante todo o mês, serão realizadas atividades em comemoração aos 159 anos da Polícia Militar, como cerimônias religiosas, homenagens, desfile e a tradicional corrida Coronel Sarmento.
Fonte: Blog da Joice

Encontrado corpo da irmã que estava desaparecida

Corpo das irmãs desaparecidas após acidente é encontrado


Uma força tarefa entre o Corpo de Bombeiros e a Polícia Ambiental encontrou o corpo de uma das meninas que sofreu um acidente na região norte do Paraná no início da semana. A adolescente de 15 anos estava desaparecida desde que o carro onde ela, a irmã e mais quatro amigos estavam quando se acidentaram e foram parar no rio Pirapó, em Atalaia. O corpo da irmã mais velha, de 18 anos, foi encontrado ontem à tarde.
Foto: Douglas Marçal/Diário de Maringá
Foto: Douglas Marçal/Diário de Maringá
De acordo com informações da Polícia Rodoviária Estadual, o corpo da menina estava há dois quilômetros de distância do local onde o carro foi encontrado.
As duas voltavam de um rodeio com um grupo de amigos, pela PR-458, quando o motorista, de 28 anos, alcoolizado, segundo a PRE, se perdeu em uma curva. Os quatro saíram sem ferimentos do acidente.
Fonte: Blog da Joice

151 cidades do PR só têm uma opção de 3G



Não existe concorrência em dois terços dos municípios paranaenses que contam com cobertura 3G. De acordo com a consultoria especializada em telefonia Teleco, dos 228 municípios que contam com a tecnologia, uma operadora domina o mercado local em 151 deles – outras 171 cidades do estado não têm sinal de 3G.

Londrina é a única cidade do estado em que há cinco operadoras que oferecem o serviço de 3G. Além das grandes empresas que atuam a nível nacional, a segunda maior cidade paranaense conta ainda com a oferta da Sercomtel. A maior oferta, no entanto, não significa melhor sinal. Na pesquisa trimestral de qualidade da Anatel, a cidade teve índices piores de queda e acesso de internet móvel do que Curitiba em 80% dos casos.
A deficiência na oferta de múltiplos sinais no interior do estado se repete no restante do país praticamente na mesma escala. Entre as 3,4 mil cidades brasileiras que contam com a internet móvel, 2 mil convivem com o monopólio de serviço.
A falta de capilaridade das operadoras deflagra a falta de investimentos no interior do país. No Paraná, os municípios que contam com o serviço das quatro gigantes do setor – TIM, Claro, Oi e Vivo – estão nos grandes centros urbanos, como Região Metropolitana de Curitiba, Maringá, Guarapuava, Foz do Iguaçu e Cascavel.
Segundo operadoras e especialistas, a falta de infraestrutura de telecom no interior do país e o cronograma apertado para a instalação da rede 4G nas cidades que vão sediar a Copa do Mundo travam o avanço da tecnologia 3G.
“A questão é que antes de instalar as antenas nas cidades é preciso escoar os dados através de uma rede. E isso demanda planejamento e dinheiro. O desafio hoje é aumentar a capacidade de 3G nos grandes centros”, afirma o presidente da Teleco, Eduardo Tude.
De acordo com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o cronograma de implantação da tecnologia de terceira geração foi muito elástico e por isso o serviço não é amplamente oferecido em todo o país. “No próximo leilão do 4G, que deve ser feito no primeiro semestre do ano que vem, vamos criar mais obrigações para as empresas levarem a tecnologia para cidades com até 30 mil habitantes”, afirma o ministro.
O resultado dessa combinação é o desempenho abaixo da meta das operadoras ao oferecer o sinal da internet móvel. De acordo com a pesquisa trimestral de qualidade da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a média de sucesso no acesso ao 3G no Brasil é de 95%, enquanto a meta estipulada pela agência é de 98%.
Além da deficiência dos investimentos, a inexistência de concorrência colabora para que os serviços se mantenham abaixo da meta. “É uma lógica de mercado. Uma operadora vai priorizar uma praça onde existe concorrência e ela corre risco de perder cliente para as outras empresas”, explica o consultor em telecomunicações da InfoTel, Arnaldo Botelho. “Se o sinal estivesse bom nas cidades maiores, o foco dos investimentos poderia mudar, mas não é o que acontece”, pontua.
Entrada do 4G interferiu no avanço do 3G, dizem empresas
As empresas alegam que os investimentos em expansão da rede estão acontecendo gradativamente em todo o país.
A Vivo, que conta hoje com a maior cobertura 3G do Brasil, informa que está construindo novas rotas de fibras ópticas pelo interior para poder oferecer o serviço a novas cidades, mas que já atingiu o limite. “Chegamos onde podíamos. O que sobrou são áreas que hoje só são possíveis de atender via satélite. Por isso, estamos construindo rotas para 3G e 4G”, afirma o diretor de rede, Leonardo Capdeville.
O diretor de Serviços de Valor Agregado (VAS) da Claro, Alexandre Olivari, concorda. “O fato é que as obrigações de implantação da rede 4G tinham um prazo de lançamento. Então, as empresas tiveram de focar seus recursos nisso”, explica. A Oi também pisou no freio. Se em 2012 o avanço no número de municípios cobertos chegou a 155%, a previsão para 2013 é de uma alta de 44%.
Por outro lado, a TIM decidiu acelerar os investimentos. Até dezembro, a meta é chegar com 3G a 990 cidades, o que vai representar 397 novos locais, contra as 105 novas cidades de 2012.
Fonte: Gazeta do Povo