Terminais recebem melhorias estruturais que irão beneficiar a população


Reformas e manutenções serão contínuas; conservação funciona com parceria entre poder público e população


Desde o começo deste ano, os terminais de ônibus de Colombo, Maracanã, Guaraituba e Roça Grande passaram por reformas na infraestrutura, devido à deterioração, causada pelo desgaste do tempo e também pelo vandalismo, que incapacita o uso das estruturas do local.
As reformas fazem parte das ações da Secretaria Municipal de Obras e Viação, e pretendem contribuir para o embarque e desembarque dos passageiros, além de fornecer melhores instalações para a população.
De acordo com o diretor de obras da secretaria de Obras e Viação, Ítalo Perini Neto, cada terminal possui necessidades específicas, além daquelas comuns a todos. “Os três terminais foram reformados, de acordo com as necessidades mais urgentes de cada um, e essas obras irão continuar, de acordo com a necessidade”, explica.
Terminal do Roça Grande
No terminal Roça Grande, por exemplo, houve a instalação e melhorias na iluminação do local, que era escuro e prejudicava a segurança dos passageiros. Já no Terminal Maracanã foram colocadas novas portas e sanitários nos banheiros, e no Terminal Guaraituba, foi feita a troca de vasos sanitários e iluminação. Além destas medidas específicas, os três terminais passaram por uma manutenção geral.
A participação da população na conservação dos espaços públicos é salientada pelo diretor de Obras. “A conservação e o bom uso dos terminais deve ser apoiado pela população, não pichando ou estragando a estrutura, além de denunciar e, quando necessário, apontar as falhas ao poder público, afinal de contas esses locais funcionam como cartão de visita da nossa cidade”, defende.
Terminal do Guaraituba
Para realizar pedidos de melhorias na infraestrutura de locais públicos, a população pode efetivar as solicitações pessoalmente na sede da Secretaria Municipal de Obras e Viação, na Rua Antônio Francisco Scrok, 337, no Vale Verde. Pelo email: semov@colombo.pr.gov.br ou ainda pelo telefone (41) 3663.2244.
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
BLOG – colombopmc.blogspot.com.br; FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo: TWITTER: @ColomboPMC e no site oficial: www.colombo.pr.gov.br

SERÁ QUE FOI O MENINO QUE COMETEU A CHACINA EM SÃO PAULO?






CORONEL, COMANDANTE DO 18º BATALHÃO TEM DÚVIDAS DA PARTICIPAÇÃO DO MENINO MARCELO NA CHACINA


O comandante do 18º Batalhão da PM, coronel Wagner Dimas, disse nesta quarta-feira (7), em entrevista à Rádio Bandeirantes, que a policial militar Andréia Pesseghini colaborou com informações para uma investigação contra colegas que participavam de roubo de caixas eletrônicos. Dimas disse ainda ter dúvidas sobre o envolvimento do filho de Andréia, Marcelo Pesseghini, de 13 anos, na chacina.

Crime em família de PMs - versão 07/08 (Foto: Arte/G1)Procurada pelo G1, a Polícia Militar divulgou nota para afirmar que não há registro oficial da denúncia ou da investigação. "O Comando da Policia Militar reafirma que não houve qualquer denúncia registrada na Corregedoria da PM, ou no Batalhão, por meio da Cabo Andréia Pesseghini contra policiais militares.
Foram consultados arquivos da Corregedoria, do Centro de Inteligência e do próprio Batalhão e nada foi identificado, portanto, será instaurado um procedimento para apurar as declarações do Coronel Wagner Dimas Alves Pereira, Comandante do 18º Batalhão, não alterando em nada o rumo das investigações", afirma o texto.
Nesta tarde, o delegado Itagiba Franco, da Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), disse que vai analisar as declarações de Dimas e que vai pedir o depoimento do coronel no inquérito sobre o caso.
Coronel Wagner Dimas citou a investigação durante a entrevista, mas não deu detalhes sobre quando ela ocorreu. Segundo ele, a cabo 
"Ela (Andréia) não fez precisamente assim: esse, esse e esse estão com problemas. Mas, ao contexto que nós estávamos levantando, ela confirmou alguns detalhes", disse o coronel durante a entrevista nesta manhã.

Ainda segundo ele, nenhum dos policiais chegou a ser punido, porque as investigações não chegaram a uma conclusão. "O problema do investigar é a conclusão, né? Nós não chegamos a uma conclusão. Desses aí, houve transferência, nós tiramos aqui do quadro, do que seria do 'grupo' do batalhão", afirmou.
O coronel disse ainda que Andréia nunca relatou ter sido ameaçada e não estava sob qualquer tipo de medida de proteção. Perguntado se ele descartava "totalmente" a relação entre a participação nas denúncias e a execução, o comandante disse que não. "(...) descartar é complicado, vamos acompanhar com carinho, vamos ver se dentro do que a gente tem no raciocínio, nesse quebra-cabeça todo, possa ter", disse.
O crime
De acordo com laudo preliminar da perícia, os policiais militares Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos, e Andréia Regina Bovo Pesseghini, de 36 anos, foram os primeiros a serem assassinados na Vila Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo.
A Polícia Civil aponta que o filho do casal, Marcelo Pesseghini, de 13 anos, é suspeito de cometer os crimes e depois se matar nesta segunda-feira (5).

Os exames apontam a sequência de mortes na residência na Rua Dom Sebastião. Primeiro morreu o pai do jovem, que trabalhava na Rota, depois a mãe e, em seguida, a avó dele, Benedita de Oliveira Bovo, de 67 anos, e a tia-avó, Bernadete Oliveira da Silva, de 55 anos.

As duas últimas vítimas moravam em outra casa no mesmo terreno. A avó e a tia-avó do garoto tomavam remédios fortes para dormir, por isso não devem ter percebido a aproximação do adolescente. Os medicamentos foram encontrados pela polícia ao lado da cama das vítimas.
A perícia da Polícia Técnico-Científica também mostrou que todos os tiros saíram da mesma arma, uma pistola .40 que pertencia a Andréia. Ele utilizou a mesma pistola para se matar, segundo os peritos. A arma estava na mão do garoto, que estava com o dedo no gatilho.
Segundo a investigação, as pegadas do adolescente na casa mostram que, depois que volta da escola, ele vai até a mãe já morta, passa a mão no cabelo dela e depois se mata. Foram encontrados fios de cabelo que seriam da policial militar entre os dedos do filho.
Carro
A perícia encontrou um par de luvas no banco de trás do veículo. As peças foram mandadas para análise, que vai mostrar se havia vestígios de pólvora. O carro, segundo a a polícia, foi usado por Marcelo após o crime para ir até a escola, que fica a cerca de 5 km da casa da família
As informações foram divulgadas na manhã desta quarta-feira (7) pelo delegado Itagiba Franco, da Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP). O exame nas luvas será mais uma ferramenta para indicar a autoria do crime, já que o exame residuográfico feito na mão de Marcelo deu negativo para vestígios de pólvora.
Segundo Franco, na segunda perícia feita na casa na noite desta terça-feira (6) foram recolhidas novas armas. "Foram encontradas duas armas que pertenciam ao policial e que estavam guardadas na casa".  Além dessas duas novas armas, já haviam sido apreendidas a pistola .40, que pertencia à Andréia e teria sido usada no crime, e uma outra arma que era de um avó de Marcelo.
Na terça-feira, Franco havia dito que um amigo de escola, cujo nome não foi revelado, contou em depoimento à polícia que o garoto Marcelo já tinha manifestado o desejo de matar os pais e que queria ser "matador de aluguel".

Nenhuma informação sobre eleitores foi repassada à Serasa, diz TSE



Contrato com a empresa foi assinado em julho, mas ainda não foi efetivado.
Documento ainda está sob análise da corregedoria do TSE. 

O Tribunal Superior Eleitoral informou, por meio de sua assessoria, que o contrato com a Serasa para o repasse de dados dos eleitores foi assinado em julho pelo diretor-geral do TSE, mas ainda não foi efetivado, ou seja, nenhuma informação foi disponibilizada à empresa.
Conforme a assessoria, o contrato assinado está sob análise da corregedoria do tribunal e ainda precisaria ser efetivado para o acordo entrar em vigor. A corregedora-geral do TSE é a ministra Lautira Vaz, a quem cabe as decisões sobre o cadastro do eleitorado.
Mais cedo, a presidente do TSE, Cármen Lúcia, afirmou que não havia sido informada sobre o convênio porque a corregedoria tem total autonomia na gerência dos dados do cafastro eleitoral. Cármen Lúcia havia defendido a suspensão do acordo com a Serasa para repasse de dados.
A assinatura do acordo entre TSE e Serasa foi divulgada nesta quarta-feira (7) em reportagem do jornal "O Estado de S.Paulo". Em contrapartida ao acesso às informações, a Serasa deve fornecer ao TSE 1.000 certificados digitais, instrumento que permite que o teor de processos judiciais seja consultado por meio de pessoas cadastradas. Ele funciona como um CPF eletrônico para confirmação da identidade da pessoa. A Serasa é uma das empresas autorizadas pelo governo a emitir a certificação digital.

Caso Tayná, a menina não foi violentada, confirma Diretor do IML

Polícia Científica confirma que Tayná não foi vítima de violência sexual

7 de agosto de 2013
tayna
A Polícia Científica confirmou pela primeira vez que a adolescente Tayná Adriane da Silva, morta no final de junho, não sofreu violência sexual. A declaração foi dada hoje de manhã, pelo diretor-geral do órgão, Leon Grupenmache. Essa é a primeira vez que a versão dada pela perita Jussara Joeckel, do Instituto de Criminalística é confirmada.
Segundo o diretor, os laudos apontam que não há sêmen na vagina, nem no ânus da adolescente, apenas na calcinha. Ao todo já foram feitos 64 exames de DNA, mas ainda faltam alguns como também o exame do absorvente encontrado próximo ao local de onde o corpo de Tayná foi localizado.
Para a Polícia Científica, a exumação do corpo da adolescente está descartado.
Fonte: Blog da Joice

Senac Colombo abre inscrições para cursos de Auxiliar de Pessoal e Auxiliar de Crédito e Cobrança



O Senac Colombo está com inscrições abertas, até o dia 08/08/2013 (quinta-feira), para os cursos profissionalizantes de Auxiliar de Pessoal eAuxiliar de Crédito e Cobrança. Desenvolvido pelo Senac através do Pronatec – Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – o curso, além de gratuito, oferece ao aluno uma bolsa auxílio de R$ 2,00 por hora/aula. Para participar, basta acessar o site www.pr.senac.br/pronatec ou procurar a unidade do Senac em Colombo (Rua Dorval Ceccon, 664 – Jardim Fátima – dentro do Colombo Park Shopping).
Os pré-requisitos para inscrição são: idade mínima de 16 anos e Ensino Médio 1ª Série Completa. O cursos têm cerca de dois meses de duração, com o total de 180 horas cada curso e será realizado na unidade do Senac Colombo.
O curso de Auxiliar de Pessoal acontece no período da manhã, das 8h – 12h, com previsão para início dia 12/08/2013. Já o curso de Auxiliar de Crédito e Cobrança acontece no período da tarde, 13h30 – 17h30 e inicia também no dia 12/08/2013.
Mais informações pelo telefone (41) 3621-8900 ou www.pr.senac.br/pronatec .

Ex DEPUTADO CARLI FILHO VAI A JURI POPULAR???

STJ mantém decisão sobre o teste de alcoolemia no Caso Carli Filho


carli
O Superior Tribunal de Justiça decidiu manter a decisão de fevereiro deste ano quando determinou ao Tribunal de Justiça do Paraná a análise da reinclusão da prova de alcoolemia, no processo contra o ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho. O caso agora volta para o TJPR.
Confira a nota na íntegra divulgada no site do STJ:
Caso Carli Filho: STJ reafirma decisão que mandou TJPR apreciar provas de alcoolemia ao volante
A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmou a decisão de fevereiro deste ano que determinou ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) a análise da reinclusão da prova de alcoolemia ao volante em processo por homicídio com dolo eventual, movido contra o ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho.
A defesa de Carli Filho argumentava que a decisão anterior do STJ era obscura quanto ao alcance do reexame determinado ao TJPR: se todas as questões colocadas no acórdão ou apenas o ponto relativo à prova de alcoolemia.
O relator, ministro Sebastião Reis Júnior, afirmou que a decisão anterior era clara e relacionada apenas à validade do exame de alcoolemia no processo por homicídio com dolo eventual.
Apesar disso, o ministro acolheu os embargos de declaração, mas apenas para esclarecer que outros pontos do acórdão ou do novo julgamento podem ser objeto de novos recursos.
Segundo a denúncia, o réu dirigia seu veículo alcoolizado, a cerca de 170 km/h e com a carteira de habilitação suspensa, somando 130 pontos de penalidades. Ao passar por um cruzamento com sinais amarelos piscantes, ele se chocou com outro veículo, matando duas pessoas.

Fonte: Blog da Joice.