Casas de acolhimento de Colombo recebem alimentos


Duas toneladas de alimentos serão divididos e entregues para instituições do município

Crianças do projeto Pro-Criando Alto da Cruz recebem as doação
As casas de acolhimento e outras instituições beneficentes do município irão receber nos próximos dias mais de duas toneladas de alimentos que foram doados no dia 14, para a Prefeitura de Colombo, através da Secretaria de Ação Social e Trabalho.
A secretária de Ação Social e Trabalho, Maria da Silva Souza enfatizou a importância da parceria entre o município, órgãos e entidades, no auxílio aos programas e projetos desenvolvidos pela Prefeitura junto às famílias de baixa renda. “Com certeza, precisamos, como sociedade, sempre nos unir para trazer benefícios às pessoas menos favorecidas”, acredita.
O ato da entrega dos alimentos foi realizado no Pro-Criando, no bairro Alto da Cruz. Segundo a coordenadora geral dos projetos Pro-Criandos do município, Valquíria de Oliveira, o próximo passo será a redistribuição.
Alimentos serão redistribuídos para às Casa de Acolhimento
O repasse foi feito pela Liga de Equipe Automotiva de Colombo – Leac, que realizou um evento neste mês de agosto, e arrecadou os alimentos não perecíveis.
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
BLOG – colombopmc.blogspot.com.br; FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo: TWITTER: @ColomboPMC e no site oficial: www.colombo.pr.gov.br

Mais de 150 vagas de emprego estão disponíveis na Agência do Trabalhador de Colombo


Oferta de vagas de trabalho cresce 19%, em relação ao primeiro semestre de 2013 e o mesmo período do ano passado

Agência tem oportunidades para o primeiro emprego ou para recolocação no mercado de trabalho
Vendedor, auxiliar administrativo, padeiro, auxiliar de serviços gerais são exemplos de vagas que estão disponíveis diariamente nas duas Agências do Trabalhador de Colombo. Só neste mês de agosto, por exemplo, são 152 vagas em diferentes áreas que estão à disposição dos moradores da cidade.
No primeiro semestre deste ano, por exemplo, 1809 novas vagas estiverem disponíveis, um avanço de 19% em relação ao mesmo período de 2012. Esta tendência no aumento da oferta de vagas é destacada pelo secretário da Indústria, Comércio e Turismo, Antônio Ricardo Milgioransa.
“Atuamos, juntamente com o governo do estado, para que as empresas já existentes no município possam ampliar suas instalações, aumentando o número de vagas de emprego, além de propiciar que novas empresas se instalem em Colombo gerando mais trabalho e renda”, explica.
Vagas estas, que estão distribuídas em diferentes segmentos, sendo a área de serviços a que abre mais oportunidades, como explica o gerente da Agência do Trabalhador, Leandro Maschio. “Vagas como operador de caixa (no mês de agosto – 12 vagas) e vendedor (10 vagas) são as que oferecemos em maior número, mas também disponibilizamos funções mais específicas, como: motorista de ônibus e padeiro,” exemplifica.
Interessado faz o cadastro em uma das agências para ter acesso às vagas disponíveis, podendo visualizar pela internet
Moradores de Colombo que estão buscando uma oportunidade no mercado de trabalho, seja para o primeiro emprego ou recolocação profissional, podem ir até uma das agências e fazer o cadastro, para terem acesso às vagas disponíveis. É possível visualizar as vagas disponíveis para cada perfil pela internet, bastando fazer a atualização e habilitação do cadastro na Agência do Trabalhador, de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h.
Serviço:
Unidades da Agência do Trabalhador no município:
- Rua Venâncio Trevisan, 111, Centro. Telefone: (41) 3656.5001
- Rua Durval Ceccon, 664, Jardim Nossa Senhora de Fátima (2° andar do Park Shopping Colombo). Telefone: (41) 3666.6066.
Fotos: João Senechal/PMC
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
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Polícia errou ao cravar só uma tese para chacina, dizem especialistas



A Polícia Civil de São Paulo errou ao cravar uma tese praticamente única para a chacina de cinco pessoas de uma mesma família, na Brasilândia, semana passada, a despeito de provas técnicas que sequer foram entregues ainda à equipe que investiga o caso no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).
A análise foi feita ao UOL por dois especialistas na temática da violência: os sociólogos Guaracy Mingardi, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, e Ilana Casoy, criminóloga que há mais de uma década se dedica ao estudo de serial killers.Ambos apontaram a falta de elementos de perícia que fossem capazes de respaldar a versão da polícia para a chacina: a de que o estudante Marcelo Bovo Pesseghini, 13, se matou depois de assassinar, cada um com um tiro na cabeça, o pai, o sargento da Rota (tropa de elite da Polícia Militar paulista) Luís Marcelo Pesseghini, 40, a mãe, a cabo da PM Andreia Pesseghini, 36, a avó, Benedita Oliveira, 65, e a tia-avó, Bernadete Oliveira, 55. Os corpos foram encontrados na noite do dia 5.

As primeiras declarações sobre as suspeitas que recaíam sobre o menino foram dadas pelo comandante da PM, coronel Benedito Roberto Meira, menos de 24 horas após a localização dos corpos. Para isso, o policial citou imagens de câmeras de segurança da rua do colégio onde Marcelo estudava e na qual foi encontrado o carro da policialNo mesmo dia, o delegado da divisão de Homicídios do DHPP, Itagiba Franco, citou trecho do depoimento de um suposto amigo de Marcelo relatando que o filho dos PMs teria manifestado a ele o desejo de ser um matador de aluguel, de matar os pais e fugir de carro.
Conforme participantes das investigações, Marcelo havia avisado sobre a intenção de matar os pais --ainda que, logo nos primeiros depoimentos, tenha sido retratado como um filho exemplar e bom aluno.
Fonte: UOL

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DR. MICHELOTTO NEGA ESQUEMA NA DFRV


DR. Marcus Vinícius Michelotto



Ex-delegado-geral nega participação em esquema denunciado pelo Gaeco

O ex-delegado-geral Marcus Vinícius Michelotto, que até julho comandava a Polícia Civil do Paraná, negou qualquer relação com o esquema de corrupção denunciado na quinta-feira pelo Grupo Especial de Atuação no Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Quatro delegados e 16 policiais civis foram denunciados, acusados de usar a Delegacia de Furtos e Veículos (DFRV) para cobrar propina de donos de autopeças.

Michelotto foi mencionado pelo Gaeco por causa de ligações telefônicas interceptadas com autorização da Justiça. Alguns telefonemas do delegado Gérson Machado – um dos denunciados – sugerem o envolvimento da cúpula da Polícia Civil na rede de corrupção. O ex-delegado-geral, no entanto, afirma que Machado o citou nas conversas com a intenção de incriminá-lo.Ligações não seriam conclusivas para indiciá-lo
“Isso foi galhardia dele para me atingir (...). O Gérson Machado é um inimigo meu dentro da polícia”, disse Michelotto.
Sem indícios
O ex-comandante da Polícia Civil ressaltou que, por duas vezes, a Justiça indeferiu os pedidos de mandado de busca e apreensão feitos pelo Gaeco – que queria vistoriar a casa e o gabinete de Michelotto – porque não havia indícios da participação dele nos crimes investigados.
“Nenhuma conversa interceptada do aparelho de telefone do delegado Marcus Vinícius Michelotto forneceu algum dado capaz de conduzir à conclusão de que participa do suposto esquema criminoso da DFRV”, consta no texto assinado pelo juiz César Maranhão de Loyola Furtado, da Vara de Inquéritos Policiais, que indeferiu os pedidos. O juiz acrescenta que as menções ao então delegado-geral são “inconclusivas” e que podem ter partido de “intrigas internas da Polícia Civil”.
Em entrevista ao portal G1, Machado retificou as afirmações que constam dos grampos. “Em momento algum eu fiz qualquer denúncia no papel contra o delegado-geral ou contra o divisional”, disse.
Entrevista
Marcus Vinícius Michelotto, ex-delegado-geral da Polícia Civil.
Os resultados da Operação Vortex contêm grampos telefônicos que mencionam o senhor...
Os únicos grampos que me men­cionam são de ligações do Gerson Machado, uma pessoa que não tem acesso a mim. As investigações ficaram dois meses e meio em cima de mim e nenhuma das provas colhidas indica qualquer desvio de conduta de minha parte. (...) Acho que, como delegado-geral, eu tinha mesmo que ser grampeado. Sofri várias investigações e nenhuma chegou ao meu nome porque sou uma pessoa correta. Eu sofro perseguições na instituição porque não permito o erro dentro da corporação.
Porque o senhor acha que ele mencionou seu nome?
Por galhardia. Para me atingir e me envolver. O Gerson Machado é um inimigo meu dentro da polícia. Ele foi acionado [judicialmente] por mim e negou todas essas acusações [sugeridas nas interceptações telefônicas].
O senhor chancelou, em algum momento, o nome dele para assumir a DFRV?
Não, fui contra. Foi indicação do doutor Luis Carlos [de Oliveira, ex-chefe da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio, outro dos delegados denunciados pelo Gaeco].
E ainda assim o delegado Machado assumiu a delegacia?
É o chefe da divisão quem decide. Ele tem autonomia para escolher as pessoas em quem confia.
E isso que eles mencionam nas gravações, de que parte do dinheiro chegava à cúpula da Polícia Civil?
Isso é problema dele [Machado] com o doutor Luís Carlos. Ele não pode falar de mim, já que eu não tinha contato com ele.
Durante o período em que era delegado-geral, o senhor teve ciência desses casos na DFRV?
Houve uma discussão pública entre o Luís Carlos e o Gerson Machado [em setembro de 2012]. Afastei o Machado e o Luís Carlos. No mínimo existia uma má condução do divisional por escolher uma pessoa que acabaria expondo a instituição.
Em relação à investigação do Gaeco, o senhor tem alguma ressalva?
A única ressalva é em relação à divulgação de uma investigação que não deu frutos. O promotor nem deveria ter me mencionado à mídia.
O senhor considera que essas investigações influenciaram sua saída do comando da Polícia Civil?
Não. Eu já havia tentado sair há muito tempo. Eu já havia colocado o cargo à disposição, porque é muito desgastante.