ASSISTA VÍDEO, DONO DE FERRO VELHO ENTREGANDO PROPINA PARA POLICIAL





Veja imagens de dono de FERRO VELHO pagando propina para policiais da DFRV.


http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2013/08/imagens-mostram-comerciante-de-ferro-velho-pagando-propina-policial.html

Ladrão afirma que havia acordo com policiais para roubos de carro, diz MP



Assaltante é uma das testemunhas mais importantes da investigação.
MP apresentou denúncia contra 23 pessoas na Região de Curitiba.


Um ladrão de carros, que está entre as mais de 80 pessoas ouvidas por promotores do Ministério Público (MP), afirmou, em depoimento ao MP, que existia um acordo entre policiais e assaltantes para definir onde carros podiam ser roubados na Região de Curitiba. Ele é uma das testemunhas mais importantes da investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, sobre o esquema de cobrança de propina na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) de Curitiba, e, por essa razão, não pode ser identificado. O depoimento foi obtido com exclusividade pela RPC TV neste sábado (17).

Na quinta-feira (15), o MP apresentou denúncia contra 23 pessoas – sendo quatro delegados, 15 investigadores, um agente de apoio e três comerciantes. Segundo as investigações, havia um esquema na DFRV da capital paranaense de cobrança de propina paga por donos de lojas de autopeças e ferros-velhos para que policiais e delegados não denunciassem irregularidades como o comércio de peças roubadas e sem notas fiscais.

Segundo o Gaeco, a média mensal de arrecadação com propina era de R$ 30 mil, chegando a R$ 50 mil em algumas ocasiões. Ainda conforme o Gaeco, em troca de pagamentos mensais, os policiais permitiam que as revendas desmontassem e vendessem as peças de carros roubados em Curitiba e Região Metropolitana.

Denúncia
 No depoimento, o ladrão de carros confirmou o pagamento aos agentes e contou que policiais iam até a loja pegar o dinheiro em troca do silêncio.  “A hora que eles chegam lá, ele [dono da loja] fala assim: ‘Se esconda, se esconda...’ Aí vinha os polícia (sic) entrando lá pra dentro lá (sic). Para pegar o dinheiro lá”. O assaltante revelou que o dono do desmanche fez um acordo com a polícia para derrubar os índices de roubo de carro na capital do Paraná.

“Agora o velho [dono da loja] acertou da  seguinte forma: tinha que cair o índice de [roubo de] carro aqui em Curitiba, então, ele falou que só tinha que furtar na região metropolitana, São José dos Pinhais, Contenda, entendeu? E aí diz que o acerto é assim: ele não pode ser pego lá dentro cortando carro com o que tinha sido furtado em Curitiba, entendeu?”.

Cortar carro é a gíria usada pelos criminosos para o desmanche de veículos roubados. O depoimento foi realizado no dia 19 de dezembro de 2012. Uma semana antes do depoimento no Ministério Público, o ladrão roubou mais de dez carros e seguiu as orientações que recebeu. Todos os furtos aconteceram em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, de acordo com os promotores. Apesar da confissão dos crimes, ele está solto e responde pelos roubos em liberdade.
Foram citados na denúncia do Gaeco três delegados que passaram pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos – Anderson Franco, Marco Antonio de Goes e Gerson Machado. O ex-chefe da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio Público, Luis Carlos de Oliveira, foi apontado pelo Gaeco como o chefe do esquema criminoso. Por telefone, ele negou as acusações. “Não existe nada que comprove a minha participação em esquema criminoso. Nunca recebi nenhum dinheiro de loja de autopeças ou qualquer outra pessoa”.
Os outros delegados citados se manifestaram sobre a denúncia ainda na quinta-feira. O delegado Anderson Franco disse que não iria comentar a investigação dos promotores para não criar atrito com outros órgãos públicos pelo o que chamou de "falsa acusação". O delegado Marco Antonio de Goes afirmou que tem um trabalho sério na Polícia Civil e que certamente será absolvido. Gerson Machado, na sexta-feira (16), negou as acusações. “Na minha gestão, não aconteceu isso e eu provo através de documentos”, afirmou.
Na sexta-feira, o ex-delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Marcus Vinícius Michelotto falou  sobre as denúncias do Gaeco. Ele afirmou que tentou afastar suspeitos de liderar esquema de corrupção do Conselho da polícia, que define as ações da instituição. O ex-delegado-geral foi investigado, mas não chegou a ser denunciado. Os promotores pediram um mandado de busca e apreensão na casa dele, mas a Justiça negou o pedido.
Fonte; Globo.com

DR. RESENDE, meu médico de infância




Quero aqui registrar a morte do DR. Resende que foi médico da minha família, lembro que toda vez que ficávamos doente minha mãe sempre nos levava no consultório dele. Estava sempre disposto a atender a população

No ano de 1994, quando trabalhava na MALUCELI DA VISCONDE, tive uma retenção urinária e na época o Dr. Resende era médico da empresa, e me disse que eu deveria investigar, porque eu poderia estar com problemas renais. Eu não dei atenção para sua orientação e 4 anos depois descobri ser portador de IRC Insuficiência Renal Crônica, e iniciei  o meu tratamento de hemodiálise.



Dr. Rezende parecia ser o médico que todo mundo gostaria de ter. Atencioso, calmo e preciso no diagnóstico. Foi médico da Klabin, em Telêmaco Borba, por mais de 30 anos, mas também atendia pacientes que não eram da empresa. Os filhos lembram que acordaram em muitas madrugadas com pessoas batendo à porta da casa do Dr. Rezende para uma emergência. Ele sempre atendia sem hesitar. “Tinha gente que o procurava dizendo que o caso não tinha cura, mas meu pai sempre dava um diagnóstico que solucionava o problema”, conta Mariana, uma das filhas.
De médico do povo, passou para a política, sendo vice-prefeito de Telêmaco Borba entre 1969 e 1972, na gestão do prefeito Euclides Marcolla. Mineiro de Viçosa, ele recebeu o título de Cidadão Honorário de Telêmaco Borba em 1986. A esposa Terezinha, com quem viveu por mais de 33 anos, faleceu em 1991. Em 1993, doutor Rezende foi homenageado no livro A fazenda Monte Alegre conta seu conto, organizado pelo colégio estadual Dr. Luiz Vieira. Em 2011, foi homenageado no desfile cívico de aniversário de Telêmaco Borba pelo Centro de Educação Infantil Anita Malfatti.
Com a família, Rezende repetia a mesma dedicação à medicina. A filha Mariana lembra que ele era companheiro e ao mesmo tempo rígido com a educação dos filhos. “Foi muito honesto e justo com todos”, conta. Deixa quatro filhos, 12 netos e 5 bisnetos.
Dia 20 de julho, aos 86 anos, de câncer.

Suspeito de matar a família em SP teria montado grupo de 'mercenários'



Após colher depoimentos de colegas do jovem Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, apontado como suspeito de uma chacina contra a própria família em São Paulo, a polícia acredita que deu o primeiro passo para elucidar as motivações dos crimes. O jovem teria montado um grupo na escola em que estudava com inspiração no mundo do crime e no game Assassin's Creed, chamado Os mercenários. Os membros do grupo costumavam usar capuz - em algumas fotos Marcelo aparece assim - e teriam de atingir pessoas próximas de suas relações. 
Em outra linha de trabalho, a Corregedoria da Polícia Militar disse nesta semana que investigará também os PMs suspeitos de terem convidado a cabo Andreia Regina Bovo Pesseghini, mãe do menino, a participar de roubos de caixas eletrônicos. Na terça-feira, o deputado estadual e major da PM Olímpio Gomes (PDT) informou à Corregedoria sobre o convite recebido por Andreia. A policial denunciou os colegas ao então comandante de seu batalhão, o capitão Fábio Paganoto, mas ele foi transferido após começar a investigar o caso.