PARDAIS E CÂMERAS ESTÃO SENDO INSTALADOS NA ESTRADA DA RIBEIRA EM COLOMBO






ESTRADA DA RIBEIRA COM RADARES E  CÂMERA PARA AVANÇO DE SEMÁFORO


O DNIT está instalando radares e Câmeras que vão filmar e fotografar os avanços de semáforos na Estrada da Ribeira que corta a parte urbana de Colombo. Ocorre que nos últimos anos os motoristas estão transformando a Estrada da Ribeira em verdadeiras pistas de corridas, que vem ocasionando a morte de muitos motoristas e pedestres. As empresas contratadas estão fazendo todo processo de instalação e configuração de toda sistema, em poucos dias os pardais e câmeras entrarão em fase de teste.  Então motorista dirija com atenção e respeite o limite de velocidade e não avance o sinal vermelho.













Fogo destruiu casa em rua paralela a Estrada da Ribeira na divisa de Colombo com Curitiba



Incêndio destrói casa no Atuba


Por volta de 15.00hrs um incêndio destruiu uma casa de madeira que estava em exposição para venda, no bairro Atuba em Curitiba.  Mesmo com a rápida intervenção do CORPO DE BOMBEIROS. A equipe declarou que foi feito um trabalho apenas para que o fogo não atingisse outras residências. O incêndio ocorreu na Rua Republica Guarani. A Polícia Rodoviária esteve no local para controlar o transito pois foi numa rua paralela a Estrada da Ribeira. Graças a DEUS não ouve vítimas.


















Continua a busca pelo menino Rafael de Adrianópolis

Criança desaparecida em Adrianópolis ainda não foi encontrada


Continua desaparecido o pequeno João Rafael Santos, que completou dois anos de idade ontem. Ele sumiu no último sábado em Adrianópolis, na grande Curitiba. A Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros realizam buscas e segundo a prima da mãe de João, Bruna dos Santos Lima, as buscas continuam por toda a cidade.
Menino tem apenas dois aninhos. Família e amigos de Adrianópolis estão desesperados

Tunas, esperando a chegada de médico cubano



Tunas do Paraná, município incluído na lista prioritária do programa Mais Médicos, não tem clínico fixo há oito anos. Estrangeiro deverá atender comunidades rurais

Tunas do Paraná, distante 70 q755">uilômetros ao norte de Curitiba, não tem um médico contratado diretamente pelo município desde 2009. E nos quatro anos anteriores, o único a constar da folha de pagamento ocupava o cargo de prefeito. Habilitado ao programa Mais Médicos, do governo federal, o município não despertou o interesse dos profissionais brasileiros, e agora anseia pela chegada de um dos médicos vindos de Cuba. Tunas foi relacionada em uma lista prioritária junto a outros 700 municípios brasileiros, sendo mais quatro paranaenses. O governo cubano prevê o envio de 4 mil médicos daquele país.
Rotina itinerante
“Estamos fazendo o que está ao nosso alcance”, diz médico de Tunas
Grandes deslocamentos têm sido comuns na carreira do médico Giuseppe Sequenzia, de 25 anos. No início da residência, ele trocou Brasília por Curitiba à procura de melhores oportunidades de trabalho. Hoje trabalha em quatro hospitais: uma instituição privada na capital, duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, e no hospital de Tunas do Paraná, a 70 quilômetros de sua nova casa.
Enquanto tratava um trabalhador rural com ferimento na perna, ele justificou a opção pelo atendimento em Tunas citando a relativa tranquilidade e o clima bom do hospital. Sobre a polêmica envolvendo a classe médica e o governo, sua opinião é parecida com a dos colegas. “Estamos fazendo o que está ao nosso alcance. Para se fixar no interior, é necessário um plano de carreira. Hoje o profissional ganha por hora e, por isso, trabalha em vários lugares.”
Tocantins tem bons exemplos da atuação de estrangeiros
Com a polêmica envolvendo a contratação de médicos cubanos para atender os 701 municípios que não interessaram aos profissionais brasileiros, o Tocantins, que em 1998 recebeu pelo menos 59 médicos vindos da ilha, tem exemplos bem-sucedidos da atuação dos estrangeiros no país. Mesmo com a barreira da língua, um ponto foi positivo: o trabalho de prevenção de doenças realizado pelos médicos cubanos em cidades que sofrem com falta de médicos.
O projeto também reduziu a alta rotatividade de profissionais, uma ferramenta importante para melhorar os índices de saúde do país, avalia o secretário municipal de Saúde de Maurilândia do Tocantins, João Costa. O município, que está entre os que foram deixados de lado pelos profissionais brasileiros, tem pouco mais de 3 mil habitantes e fica a cerca de 560 quilômetros ao norte de Palmas. Em Maurilândia, há apenas um médico trabalhando e um posto de saúde.
“O melhor momento para nossa população foi aquele com o médico cubano, ele ajudou a solucionar toda a demanda do município. Por mais de três anos, ele solucionou, in loco, mais de 85% dos casos da nossa unidade de saúde. Menos de 15% dos pacientes tinham de ser encaminhados ao Hospital Regional de Augustinópolis (o mais próximo da cidade, a 80 quilômetros). Hoje, continuamos tendo só um médico, mas temos dificuldade pela carga horária alta. Em oito meses, estamos trocando de médico pela quinta vez”, conta.
Salário
A cidade de Maurilândia, que só comporta um médico na única unidade de saúde do município, pediu um profissional ao programa Mais Médicos, do Ministério da Saúde. Na primeira chamada, não houve brasileiros interessados. Costa disse que o problema não é salário baixo, pois nunca pagou menos de R$ 14 mil líquidos aos profissionais dispostos a trabalhar no município. Ele aguarda a divulgação do destino dos médicos cubanos.
“Nunca paguei menos de R$ 14 mil, e com muita adulação. A médica atual, recém-formada no Paraná, veio para ficar um mês e está indo embora. Esperamos que, com o Mais Médicos, a gente preencha a vaga. Não houve candidato na primeira chamada, e não sabemos se virá alguém.”
Agência O Globo
Antonio More/ Gazeta do Povo
Antonio More/ Gazeta do Povo / Giuseppe cumpre quatro expedientes: “Ganhamos por hora e, por isso, trabalhamos em vários lugares.Ampliar imagem
Giuseppe cumpre quatro expedientes: “Ganhamos por hora e, por isso, trabalhamos em vários lugares.
O atendimento clínico para os 6 mil habitantes de Tunas do Paraná é feito por profissionais terceirizados junto a uma empresa de Curitiba. Todos os dias, os médicos se alternam em turnos, retornando à capital após cada plantão. “Não temos médico morando na cidade. Ninguém quer ficar por menos de R$ 20 mil por mês, mas não podemos pagar além do salário do prefeito, que é de R$ 14 mil”, relata o secretário municipal de Administração, Marco Antônio Baldão.
Ao chegar, o médico cubano deve atuar em postos de saúde localizados em comunidades rurais isoladas, algumas delas acessíveis após 40 quilômetros em estrada de terra. Os encargos dos estrangeiros serão pagos pela União. Em contrapartida, as prefeituras precisam fornecer hospedagem e alimentação ao visitante – gasto quase simbólico para uma cidade que empenha 25% do orçamento em saúde e se propõe, sem sucesso, a pagar a médicos um salário superior ao seu PIB per capita anual.
Hospital ocioso
Se precisar de um cômodo vazio, o médico cubano terá à disposição mais de uma dezena de salas no próprio Hospital Central de Tunas do Paraná. Dois terços da construção de 2 mil metros quadrados estão ociosos. O hospital foi construído pelo governo federal na metade dos anos 90, a partir de uma emenda individual do então deputado federal Max Rosenmann, falecido em 2008. O projeto veio com dois problemas fundamentais: é grande demais e inviável economicamente. Por questões sanitárias, não pode ser usado para outra função. Resta o contraditório luxo de ter uma enfermaria de 150 m² usada hoje só para secar lençóis.
Os equipamentos disponíveis se resumem a um aparelho de raio X, uma incubadora e uma sala de emergência. “Temos, na verdade, um grande posto de saúde. Poderia ser um hospital regional para as cidade do Vale do Ribeira, mas só se o governo estadual ou federal administrasse. Não temos condições de tocar sozinhos”, diz Baldão. “A gente vê pessoas no corredor no Nordeste, e aqui um monte de salas vazias. É tudo errado...”, lamenta.
Vinda de profissionais gera expectativa
Nas outras quatro cidades paranaenses da lista prioritária do governo federal, a expectativa pela chegada dos médicos estrangeiros também é alta. Itambé (Região Noroeste), Jataizinho (Norte), Lapa e Mandirituba (ambas na Região Metropolitana de Curitiba) estão na seleção, maciçamente formada por cidades do Norte e Nordeste do Brasil (84%). A previsão é que os médicos comecem a trabalhar a partir da segunda semana de setembro.
Na Lapa, a intenção é que o médico atue em comunidades rurais, semelhante ao que deve ocorrer em Tunas do Paraná. “Quando chegar, o clínico será inteirado sobre a realidade do município e quais são as principais doenças”, antecipa Ligia Cardieri, secretária municipal de Saúde. A cidade tem 19 mil habitantes rurais e 18 pequenos postos de saúde. Foram requisitados dois médicos do programa, mas ainda não há qualquer confirmação do governo federal.
Em Itambé, os médicos costumam vir da cidade-polo Maringá. “Até abrimos concurso, mas os aprovados não chegam a assumir o cargo”, conta a diretora do Departamento de Saúde, Sandra Hozumi Komagomi. “Se vier, o médico estrangeiro vai reforçar a atenção básica de saúde.”
A prefeitura de Jataizinho solicitou quatro médicos ao programa, que deverão reforçar o programa Saúde da Família e o atendimento nos postos. “Nossa defasagem de profissionais aumenta a cada ano. Por R$ 5 mil, que é o quanto podemos pagar, não aparece ninguém”, lamenta Ricardo Alexandre Corsino, diretor municipal de Saúde.

FHC defende união entre Aécio, Campos e Marina


Ex-presidente julga ser importante ‘esforços de confluência’ e afirma que senador deve ‘consolidar nome com a população’
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu ontem uma “confluência” de forças entre o senador tucano Aécio Neves (MG), o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e a ex-senadora Marina Silva, que tenta lançar um partido, a Rede Sustentabilidade, a tempo de concorrer ao Planalto em 2014. FHC acredita que o PSDB e demais adversários da presidente Dilma Rousseff em 2014 devem buscar uma “mensagem clara, que mostre como sair desse momento em que estamos”.
Do Estadão
Do Estadão
“Um dos problemas que o Brasil tem neste momento é que o governo do PT é um governo muito divisivo, puxa só para um lado e acusa o outro de não servir para nada. Isso tem que mudar. É muito importante que haja esforços de confluência”, disse Fernando Henrique, em entrevista ao Broadcast Político.
Ao comentar o encontro de quinta-feira entre Aécio e Campos, FHC afirmou ser importante que Marina participe das conversas. “Ela é uma força moral importante e acho que seria muito bom que ela também entendesse o papel dela, que não é só de transmitir uma mensagem íntegra. É também de construir um caminho. Vejo com muita alegria a possibilidade de junção.”
Aécio esteve ontem em Campina Grande (PB), onde afirmou que a conversa com Campos, na noite anterior, havia sido “sobre o Brasil”. “Vamos continuar conversando. É isso que as pessoas esperam de nós: políticos que, independentemente de estarem no mesmo partido ou no mesmo projeto, têm a capacidade de pensar, juntos, coisas boas para o Brasil”, disse o tucano. “Não tenho dúvida de que, dependendo do resultado eleitoral, vamos estar juntos. Seremos parceiros na construção de um novo modelo pro o Brasil.”
Para Fernando Henrique, Aécio é o nome do PSDB para disputar o Planalto e isso ficou claro ao mencionar os próximos passos do senador. “Todo processo eleitoral depende do desempenho dos candidatos e da base que ele articula. O Aécio tem capacidade de articulação e tem um bom desempenho. Agora, tem que consolidar o nome com a população”, disse. “Ele vai ter que trabalhar bastante, não é uma coisa simples assim.”
Para FHC, “o problema do PSDB e da oposição” é buscar uma “mensagem clara, que mostre como sair desse momento que estamos e fale a coisa principal: o povo quer participar mais do processo de deliberação e quer mais qualidade, e não só quantidade”.
Mensalão. Ao ser questionado sobre a defesa de tratamento “isonômico” para o mensalão mineiro no Supremo Tribunal Federal afirmada pelo novo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, FHC negou semelhanças com o processo envolvendo o PT e saiu em defesa do hoje deputado Eduardo Azeredo (PSDB), que era candidato à reeleição ao governo quando teria operado o esquema. “No caso de Minas, na pior das hipóteses, foi dinheiro para a campanha, não foi para comprar apoios ao governo”, comparou. “O Eduardo está na condição parecida com o Lula, não foi ele quem operou.”

Blog da Joice