Preso diz que receberia R$ 3 mil por fazer a segurança da ação


O servente de pedreiro Yago Gonçalves, um dos presos que participou diretamente da ação que vitimou o superintendente da delegacia de Campo Largo, Marcos Gogola, disse que receberia R$ 3 mil reais por fazer a segurança da quadrilha.yago
Yago revelou que o pagamento seria feito pelo “semente”, homem que acabou morto em um confronto com o COPE, na Vila Cristo Rei, em Campo Largo. Ao ser questionado sobre estar arrependido ele disse: “De matar sim, mas de resgatar [o preso] não”.
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Esse foi o tempo que o grupo levou para entrar no consultório odontológico, resgatar Dionathan Mendes de Quadros e matar o superintendente Gogola, além de atingir o agente carcerário com um tiro nas costas.

Fonte: Blog da Joice