“Nós vamos dar uma resposta à sociedade”, diz Richa sobre o caso Tayná



Hoje pela manhã o governador Beto Richa foi interpelado pela imprensa sobre as investigações do caso Tayná. Isto porque uma nova reviravolta movimenta o caso, que já passou pelas mãos de cinco delegados e agora está com a Delegacia de Homicídios da capital.
Ontem a justiça de Colombo quer comparar o material genético dos policiais presos com o encontrado no corpo da menina.
Delegado passa de investigador a suspeito no Caso Tayná
Delegado passa de investigador a suspeito no Caso Tayná
Entra, portanto, em suspeita, o Delegado Silvan Pereira, que foi o primeiro a assumir as investigações do caso e que agora está preso por conta das denúncias de tortura contra os quatro rapazes que chegaram a ficar detidos na época.
(Foto: Foto: Antonio Costa/ANPr)
(Foto: Foto: Antonio Costa/ANPr)
Para Beto Richa, os indícios precisam ser apurados: “havendo responsabilidade de quem quer que seja, que seja punido com o rigor da lei e de forma exemplar”. O governador disse ainda que não admite desvio de conduta: “somos intolerantes com esse tipo de situação. E nós vamos dar uma resposta à sociedade”, garante.
ENTENDA O CASO
Tayná Adriane da Silva foi morta no final de junho em Colombo. A menina tinha apenas 14 anos e foi encontrada com um cadarço enforcando o pescoço. A adolescente foi encontrada em um poço próximo ao Parque de diversões da região.

DELEGADO SILVAN SÓ ACEITA CEDER MATERIAL GENÉTICO SE FOR LABORATÓRIO PARTICULAR

O delegado Silvan Pereira e também outros policiais civis se negaram a fornecer material genético para comparação com o que foi encontrado no corpo da menina Tayná Adriane da Silva. A alegação é de que o Instituto Médico Legal e o de Criminalística do Paraná não são confiáveis para este caso.silvan_pereira
A justiça de Colombo foi quem solicitou os exames, num prazo de 24 horas. Segundo a defesa do Delegado Silvan, ele se disponibiliza a arcar com os custos, mas quer fazer o exame num outro laboratório da cidade.

fONTE: Blog da Joice

Comissão da Defesa Civil em Colombo será reestruturada


Reunião teve como objetivo promover a identificação de riscos e o planejamento de ações que favoreçam a segurança da população

Projeto de Reestruturação da Comissão da Defesa Civil em Colombo é debatido em reunião no Palácio das Araucárias
Na manhã desta quinta-feira (12/09) a Secretária de Ação Social e Trabalho, Maria da Silva Souza, se reuniu com o representante da Defesa Civil Estadual, Misael Márcio Ferreira no Palácio das Araucárias para resolver as questões e implementações de projetos para a reestruturação da Comissão de Defesa Civil na cidade de Colombo (COMIDEC).
Esta semana já foram iniciados estudos para a implementação da COMIDEC, como explica a Secretária. “As primeiras providências já estão sendo pensadas, pois primeiramente precisamos identificar os riscos de desastres no município, para daí sim poder planejar ações que possam evitar e minimizar os danos causados por eles”, destaca.
A Defesa Civil é uma organização conjunta do Corpo de Bombeiros e da comunidade que age com medidas preventivas e de assistência à população nos casos de eventos desastrosos, como desastres naturais e no auxilio do estabelecimento do bem estar social. Em Colombo, a organização irá atuar em quatro frentes: Conselho Municipal, Coordenação Executiva, Núcleos Comunitários e Núcleos de Apoio.
A importância da implementação do projeto no município é promover a segurança e o esclarecimento dos moradores
De acordo com a Secretária Maria da Silva Souza, a implementação do projeto é uma forma de assegurar o município, levando também à população esclarecimentos. “É importante deixar o município apto, caso um desastre desse gênero ocorra e também dar segurança à população, que ficará prevenida, com ações educativas já planejadas pelas equipes de apoio da Prefeitura de Colombo e da Secretaria de Ação Social”, completa.
Esteve presente também na reunião o servidor Josmar Lima Amaral, que atua no Departamento de Assuntos Comunitários da Secretaria de Ação Social e Trabalho.
Fotos: João Le Senechal/PMC