PROVÁVEIS CANDIDATOS DE COLOMBO EM 2014


A cidade de Colombo, deverá bater record em números de candidatos que disputarão uma vaga de deputado Federal e Estadual. Nessa hora mesmo as pessoas que dizem que odeiam falar de política por acreditarem que todos os políticos são farinha do mesmo saco, ficam ouriçadas para saberem quais são os candidatos. O que o eleitor precisa saber é  que, quanto mais elas se distanciarem da política e dos políticos, pior será. Se no meio político tem pessoas de má índole e corrupta, também, existem pessoas do bem, que só não conseguem chegar ao poder porque não têm como competir financeiramente ou não tem mídia. Não se pode generalizar e nem achar que todo mundo é igual. Por isso é importante separar o joio do trigo e dar uma oportunidade a quem sempre lutou pela comunidade. 

Ninguém, na verdade, é obrigado a gostar desse ou daquele candidato, pode inclusive escolher candidatos de outras cidades na qual já tenham votado ou pretendem votar pela primeira vez. Partidos e candidatos é que não faltam para escolher. Acompanhe agora os nossos possíveis candidatos para 2014.


Thiago de Jesus( PSB)             Candidato a deputado Federal
Ratinho(Solidariedade)             Candidato a deputado Federal
Oliveira da Ambulância ( PTB) Candidato a deputado Federal
Rubens Marques ( DEM)         Candidato a deputado Federal
Rodrigo Cruz ( PMDB)            Candidato a deputado Federal
Zé da Bicicleta( PRP)               Candidato a deputado Federal

Waldirlei Bueno ( PMDB) Candidato a deputado Estadual
Micheli Mocelim ( PT)       Candidato a deputado Estadual
Helder Lazarotto  ( PTN)  Candidato a deputado Estadual
J. Camargo (PSC)             Candidato a deputado Estadual
Zé Vicente( PV)             Candidato a deputado Estadual
Pelé           (PTB)              Candidato a deputado Estadual
Gessé        ( ?)                   Candidato a deputado Estadual
 Rose Cavalli (PDT)           Candidato a deputado Estadual
Gilberto Agrolombo( PP)   Candidato a deputado Estadual
Joel Cordeiro          (PSD) Candidato a deputado Estadual

Chiquinho do Paraná( PPS) Candidato a Senador


Fonte: Blog Ivan de Colombo

TV na telinha do celular é cada vez mais popular


Possibilidade de assistir à programação local ou a conteúdos exclusivos expande serviço de streaming nos smartphones
O lançamento de diversos aplicativos e programas para assistir a jogos, séries e filmes online na tela do smartphone está subvertendo uma das maiores tradições do brasileiro: ao invés de ver televisão com a família na sala de casa, cada vez mais pessoas optam por assistir os mesmos conteúdos pelo celular.
A prática começou com o Youtube e a possibilidade de assistir vídeos em streaming. Agora toma novas proporções nos smartphones, com programas que reproduzem a programação da TV local ou com conteúdos de filmes e seriados. “Nos Estados Unidos, por exemplo, é muito comum que as pessoas assistam à programação tradicional da TV ou a filmes enquanto esperam na fila do banco ou na recepção de um médico”, explica o consultor de telecom Oswaldo Olivetti.
Liderança
Netflix ganha mercado com conteúdo próprio e exclusivo
Gigante do ramo de transmissões de filmes e seriados on-line, o Netflix apostou em conteúdos exclusivos e produções próprias para se consolidar como líder absoluto de mercado. Os números de usuários só contemplam o mercado norte-americano, mas desde que passou a oferecer esse tipo de conteúdo, o serviço ultrapassou seus concorrentes de streaming como Amazon Prime, Hulu, iTunes e HBO Go. Atualmente, 63% dos americanos assistem às produções do Netflix, de acordo com a pesquisa da Pricewatercoopers.
Um dos motivos apontados pela pesquisa para justificar a popularidade do Netflix está por conta do conteúdo próprio como as séries “House of Cards” e “Orange is the New Black”, que só podem ser assistidas pelos usuários que assinam o serviço – e não passam em nenhum canal de televisão tradicional.
No Brasil, eles ainda estão em fase de expansão – Netflix e Google Play estão mais consolidados e ainda há o interesse de operadores em ofertarem o serviço –, mas a tendência é que os programas sejam ainda mais frequentes com a popularização do 4G. “Para uma experiência perfeita, o ideal é assistir no wi-fi ou em uma conexão rápida. Quanto mais isso for possível, mais pessoas vão assistir a esses vídeos pelo celular”, afirma Olivetti.
O Netflix, programa mais popular do mundo para assistir a filmes e séries on-line, quase quadriplicou no país nos últimos 12 meses, de acordo com a pesquisa comScore – e quase metade dos usuários acessa, eventualmente, o programa pelo smartphone de acordo com o levantamento.
Alguns smartphones também estão chegando ao mercado com acesso à frequência dos canais abertos. O último a ser lançado com esta função, o LG Optimus L4 II Tri, acessa a programação local de onde o usuário estiver.
Telinha maior
A prática é bastante difundida nos esportes americanos, que contam com uma base cada vez maior de telespectadores no Brasil – de acordo com uma pesquisa da WWWKnowledge, o país é o quinto maior mercado de telespectadores móveis destes aplicativos no mundo, fora dos Estados Unidos.
Os pacotes de pay-per-view de basquete, beisebol e futebol americano são transmitidos há mais de dez anos por streaming. Desde 2009, as ligas têm disponibilizado aplicativos para que, além do computador, os usuários possam assistir às partidas pelos celulares ou tablets. Assistir à TV no smartphone só foi possível com o aumento das telas – tendência já acompanhada nos últimos lançamentos de gigantes do mercado, como Apple, Motorola e Samsung.

Para cortar custos, Copel dispensará mil funcionários até 2015

Conjunto de medidas adotado pela empresa deve resultar na redução de custos operacionais na ordem de R$ 300 milhões nos próximos anos. Os funcionários poderão aderir a um plano de desligamentos voluntário (PDV)

A Copel enviou nesta sexta-feira (04/10) à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) um plano de ações para o reequilíbrio financeiro de seu braço de distribuição. O plano inclui o corte de 163 cargos de nível gerencial e a dispensa de 1 mil funcionários até o fim de 2015, por meio de um plano de desligamentos voluntário (PDV). Até o fim deste ano, cerca de 600 trabalhadores da Copel Distribuição terão aderido ao plano – contando as adesões em outras áreas da empresa, o PDV terá resultado na saída de 1,1 mil empregados. As medidas devem resultar em redução de custos operacionais da ordem de R$ 300 milhões até 2015.
O plano se complementa com a transferência da Conta de Resultados a Compensar (CRC) da Copel Distribuição para a holding. “Foi um encontro de contas”, explica o presidente da companhia Lindolfo Zimmer. Pela CRC, a distribuidora tinha um saldo a receber do governo do estado, equivalente a R$ 1,4 bilhão. A empresa tinha também uma dívida de R$ 900 milhões com a holding – valor referente recursos tomados pela empresa para repor perdas decorrentes dos descontos de tarifa dados no período 2003-2009.
“Transferimos a CRC para a holding, e esse crédito quitou a dívida de R$ 900 milhões”, diz Zimmer. A Copel Distribuidora fica ainda com um crédito de R$ 500 milhões, que será repassado pela holding e deve ser usado em investimentos.
O compromisso de redução de custos foi uma exigência da Aneel, que solicitou medidas a várias empresas depois da divulgação dos dados financeiros do primeiro trimestre de 2013. No caso da Copel, o segmento de distribuição fechou aquele trimestre com prejuízo de R$ 67,7 milhões. O balanço consolidado, que inclui todas as áreas de atuação da companhia, havia registrado lucro líquido de R$ 252 milhões. No acumulado de janeiro a junho, a Copel obteve lucro líquido de R$ 650 milhões.
Antes do início do PDV, a Copel Distribuição contava com 7.060 funcionários, número que deve se reduzir para 5.900 em 2015 – uma redução de 16% no quadro. Segundo Zimmer, a redução é “perfeitamente factível” devido ao avanço do setor. “Tecnologias como smart grid, power grid, permitem que possamos gerir a rede com menos gente”, observa.
Os cortes em cargos gerenciais têm outra origem. Nos últimos meses, a companhia alterou sua forma de organização. A Copel Distribuição tinha superintendências regionais com estrutura quase autônoma em áreas como engenharia e manutenção, por exemplo. Essas superintendências regionais foram extintas e trocadas por estruturas por área, sediadas em Curitiba. Essa gestão por processos, como define Zimmer, promete mais velocidade na aplicação de inovações, e resultou na extinção das gerências regionais.

MARINA SILVA SE FILIA AO PSB , QUE É LIDERADO POR IVAN DE COLOMBO EM NOSSA CIDADE

Marina decide se filiar ao PSB e admite até ser vice de Campos em 2014




No lance mais surpreendente até agora da corrida ao Palácio do Planalto, a ex-senadora Marina Silva decidiu se filiar ao PSB e se unir ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, para disputar a eleição presidencial de 2014.
Eles não definiram quem será o cabeça da chapa, mas aliados de Marina admitiram ontem a possibilidade de que ela seja a vice de Campos. Marina hoje aparece em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto e Campos está em quarto.
A decisão foi tomada ontem após quase dois dias de reuniões, indefinições e rachas internos no grupo de Marina, e cria uma terceira via para 2014 em contraposição à candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) e à postulação do oposicionista Aécio Neves (PSDB).
A aliança foi acertada na noite de sexta-feira. Ao tomar conhecimento de que havia interesse na proposta, Campos pegou um avião para Brasília, onde combinou os detalhes da divulgação oficial.
Marina discutia com aliados na manhã de ontem a melhor maneira de explicar publicamente as razões pelas quais decidiu aliar-se ao PSB após o fracasso da montagem da sua Rede Sustentabilidade, barrada pela Justiça Eleitoral na quinta-feira por insuficiência na comprovação do apoio popular exigido em lei.
"Essa é uma possibilidade [Marina ser vice na chapa de Eduardo Campos]. A Marina reconhece a candidatura posta do Eduardo Campos e se dispõe, desprendidamente, a ser vice em eventual candidatura. Mas a disposição de ambos é de tratar isso com tranquilidade, sem ansiedade", afirmou o coordenador-executivo da Rede, Bazileu Margarido.
Segundo ele, pesou para a decisão de Marina de migrar para o partido de Campos "a aderência programática maior com o PSB".
Para ampliar a força do grupo contra PT e PSDB, o oposicionista PPS foi chamado a integrar a coalizão. O partido foi uma das legendas que ofereceu abrigo a Marina após o veto da Justiça Eleitoral à Rede Sustentabilidade.
Campos se encontrou pessoalmente com Marina na noite de anteontem para fechar os termos do acerto. Estava prevista para a tarde de ontem uma entrevista coletiva em que Campos e Marina divulgariam o acordo.
Em entrevista na sexta-feira, antes do encontro com Campos, Marina já havia dito que sua decisão levaria em conta o desejo de "quebrar" a polarização política existente no país. Desde 1994, PT e PSDB são os principais antagonistas no cenário político nacional.
Depois do naufrágio no TSE, Marina passou a discutir o convite recebido por oito legendas, tendo centrado seu foco no PSB e no PPS devido a dois fatores: serem duas legendas com integrantes e atuação relativamente similar à da Rede Sustentabilidade e terem já estruturas montadas nacionalmente e nos Estados.