Calor pode aumentar risco de formação de pedra nos rins


Da Agência Brasil

O calor intenso do verão, o aumento da transpiração e a baixa ingestão de água são os principais responsáveis pelo aumento do risco de formação dos cálculos renais, ou pedra nos rins. Mudar a alimentação e beber líquidos regularmente e observar a coloração da urina são algumas medidas que podem evitar o problema, explica Fábio Vicentini, urologista do Centro de Referência para a Saúde do Homem, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.
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A alta temperatura no verão e a baixa ingestão de líquidos aumentam o risco. (Foto: Divulgação)
Segundo Vicentini, os casos de cálculo renal aumentam 30% nos períodos mais quentes do ano. Apesar de ter maior incidência nos homens, o especialista alerta que todos devem adotar as medidas para cuidar da saúde dos rins. “A dieta ideal inclui primordialmente o aumento da ingestão de líquidos – cerca de dois litros de água por dia e de sucos de frutas cítricas –, associado à diminuição do uso de sal nos alimentos. As refeições diárias devem conter mais verduras, legumes, frutas e saladas.”
É preciso ainda estar atento quanto ao consumo de frutos do mar, porque apresentam índice elevado de ácido úrico, um dos responsáveis pelo desenvolvimento dos cálculos renais. Além disso, é recomendável reduzir as frituras e o consumo de carne vermelha no período de calor.
Segundo Vicentini, mais de 15% da população mundial apresenta cálculos renais e a maioria (85%) consegue expelir as pedras naturalmente, pela urina. “A maneira mais fácil de monitorar a hidratação ideal do corpo é observarmos a coloração da urina. Quanto mais transparente estiver, melhor. Se estiver com aparência amarelada e escura, é sinal de que o corpo precisa de mais líquidos para manter-se hidratado, longe dos cálculos renais”, disse.

Rapaz que há 10 anos foi disputado por duas famílias é adotado por terceira


Hoje com 18 anos, Iruan mora com a professora Etna, no Brasil. Há dez anos, órfão de pai e mãe, foi disputado na justiça pela família do pai, de Taiwan, e a avó materna, no RS.

A história do garoto Iruan você conheceu no Fantástico. Dez anos atrás, o menino gaúcho foi alvo de uma batalha internacional entre duas famílias: uma em Taiwan e outra no Rio Grande do Sul. Depois de um longo processo judicial, ele veio morar com os parentes no Brasil.
Hoje, Iruan tem 18 anos. As disputas ficaram no passado e o rapaz viajou para Taiwan para visitar a família paterna, com quem havia perdido contato desde a vinda para cá. O repórter Ernesto Paglia, que acompanha o caso desde o início, conta esta história comovente.
Desembarque em Taiwan. Iruan é recebido como celebridade. Nas ruas, quem reconhece quer tirar foto. Não é à toa. Apesar de ter saído do lugar há dez anos, Iruan ficou famoso no país.
Taiwan acompanhou a novela do órfão de pai e mãe. Um menino que teve a infância dividida entre dois continentes, passou por momentos difíceis, e hoje vive com uma terceira família, que o adotou. Uma vida que mais se parece com uma saga de cinema.
Iruan nasceu em 1995, filho de uma gaúcha e um marinheiro taiwanês que trabalhava no Uruguai. Quando o garoto tinha 3 anos, a mãe morreu de leucemia. Como o pai estava sempre viajando, Iruan passou a ser criado pela avó materna, em Canoas, no Rio Grande do Sul.
Dois anos depois, o pai levou Iruan para visitar os tios e primos em Taiwan. E a tragédia atingiu o menino mais uma vez. Uma semana depois da chegada, o pai teve um ataque cardíaco e morreu.
Um tio decidiu então que a criança deveria ser criada em Taiwan, como um taiwanês, e se recusou a enviá-la de volta ao Brasil.
De uma hora para outra, o pequeno Iruan se viu morando em um país estranho, em meio a uma família que mal conhecia e que falava uma língua que ele não entendia.
Ernesto Paglia visitou o garoto três vezes neste período. Viu que, aos poucos, o menino ia se entrosando e se familiarizando com o mandarim.
Acontece que Iruan é cidadão brasileiro e não poderia continuar em Taiwan sem a autorização da avó materna, detentora da guarda da criança no Brasil.
Dona Rosa chegou a ir uma vez a Taiwan. O encontro foi tenso, e os tios taiwaneses não permitiram que o menino voltasse com ela.
A família contratou um advogado para brigar na justiça de Taiwan. Em uma audiência com a juíza que cuidava do caso, o menino chegou a fazer desenhos que mostravam que o Brasil estava vivo na memória dele. Assim como a paixão pelo futebol. Só que, depois de um ano, o português parecia estar indo embora.
Em 2004, depois de três anos longe do Brasil, o menino já tinha criado vínculos com os parentes chineses. Mas ele iria enfrentar mais uma separação. A justiça taiwanesa decidiu a favor da família brasileira. Iruan teria que se mudar para o outro lado do mundo, mais uma vez.
A operação para retirá-lo da casa dos tios foi dramática. Foi preciso chamar a polícia para vencer a resistência da família e a barreira de curiosos. Aos 8 anos, Iruan estava no meio de um turbilhão.
De volta ao Brasil, ele voltou a morar com a avó materna. E sofreu para se readaptar. “Eu sentia muito medo, ficava muito assustado. Procurava tentar esquecer dos tios de Taiwan, porque era o que eu mais pensava, eu queria voltar. O que eu mais fazia era tentar esquecer”, conta Iruan.
Com a pré-adolescência, veio a revolta.
Iruan: Eu faltava aula, eu tomava bebida, usava drogas.
Ernesto Paglia: Mas você estava com 10, 11 anos.
Iruan: 10, 11 anos.
Ernesto Paglia: Posso te perguntar que drogas você usou?
Iruan: Pode. Era cigarro, maconha, e álcool.
Iruan se sentia perdido, e uma pessoa iria ajudá-lo a encontrar um caminho.
Iruan, curiosamente não vive mais com a família do pai de Taiwan, mas tampouco vive com a família da mãe. A avó dele faleceu dois meses atrás e hoje ele está vivendo com a família que ele abraçou e que o acolheu. A família da ex-diretora da escola de onde ele saiu, com 5 anos de idade, para acompanhar o pai de volta para Taiwan.
Ernesto Paglia: Dona Etna Borkert era a diretora da escolinha. E é uma pessoa que tem a família do tamanho do coração dela. Não é, Dona Etna?
Etna Bockert, professora: Acho que sim.
Ernesto Paglia: Quantos filhos?
Etna: Nove.
Ernesto Paglia: Nove filhos.
Étna: Nove com ele.
Ernesto Paglia: Quantos adotivos?
Étna: Cinco.
Ernesto Paglia: E quatro biológicos?
Étina: Quatro biológicos e cinco adotados.
Ernesto Paglia: E todos do coração.
Étna: Todos do coração, igual, todos.
Dona Etna conhece Iruan desde pequeno. Durante o tempo em que ele esteve em Taiwan, ela liderou a campanha para trazê-lo de volta.
Ernesto Paglia: Foram manifestações de rua?
Etna: Fui para as praças, para as ruas, visitei todas as escolas de Canoas.
A avó materna de Iruan tinha problemas de saúde, e o menino dormia na casa de Etna de vez em quando.
Iruan: Eu me sentia melhor aqui do que na casa da vó, então eu pedia cada vez mais e mais para vir para cá. Até que ela descobriu também o que estava acontecendo. Ela me dava conselhos, ela me fazia ir para a escola, me obrigava a ir para a escola.
Ernesto Paglia: E deu certo?
Iruan: E deu certo.
Deu tão certo que, aos 13 anos, Iruan pediu a um juiz para ser adotado por Etna.
Etna: Abri o coração e os braços e viemos embora. Né, meu filho?
Iruan: É.
Ernesto Paglia: É uma história bacana.
E o garoto separado dos parentes nos dois lados do mundo ganhou uma nova e enorme família. Hoje, Iruan está no primeiro ano do Ensino Médio, tem um monte de amigos e sonha em ser ator. Ele quer fazer faculdade de artes cênicas.
A antiga paixão pelo futebol continua. Até hoje, toda quarta-feira à noite, o Iruan bate uma bolinha, com os amigos, os irmãos.
Ernesto Paglia: A única grande dúvida que resta para a gente e que os seus amigos podem ajudar a responder: Na hora da bola, você é mais brasileiro ou taiwanês?
Amigos: Taiwanês! É um perna de pau isso aqui, joga nada!
Iruan está reaprendendo o mandarim, a língua com que ele conversava com os tios.
Iruan diz uma mensagem em mandarim.
Ernesto Paglia: O que você falou?
Iruan - Olá, né. Que eu falei que eu estou muito bem e que eu espero ir para Taiwan.
O desejo foi cumprido e Iruan viajou para Taiwan na semana passada, pela primeira vez em dez anos.
O jornal gaúcho Zero Hora acompanhou o reencontro emocionante com o tio que o criou por três anos.
O rapaz aproveitou a visita para fazer uma homenagem ao pai, morto há 13 anos. Em uma cerimônia típica da religião taoísta, ele depositou uma urna com as cinzas do pai em um novo cemitério. 
A viagem termina no dia 19. O futuro de Iruan, por enquanto, é no Brasil. Mas ele vai continuar tendo uma ligação muito forte com a China, e seu destino, finalmente, tem apenas um autor: o próprio Iruan.

Homem é executado com mais de 15 tiros dentro de carro no Pinheirinho


Por Luiz Henrique de Oliveira e Roberto Romanowski


assassinato
Jovem de 23 anos morreu com mais de 15 tiros (Foto: Roberto Romanowski – Banda B)
Mais de 15 tiros mataram Rafael Gonçalves Henkes, de 23 anos, no final da tarde deste sábado (11) no bairro Pinheirinho, em Curitiba. Ele foi encontrado morto na Rua Pedro Magalhães de Oliveira, próximo à Linha Verde, dentro de um carro Santana com placas de Araucária, região metropolitana de Curitiba.
Segundo o soldado Luiz Antônio, da Polícia Militar (PM), a vítima estava no banco de passageiros. “Ele pode até sido desovado ali. De fato concreto é que se trata de um rapaz com várias passagens pela polícia e quem cometeu o crime estava com muita raiva. Os disparos foram de pistola calibre 380”, afirmou.
A Delegacia de Homicídios de Curitiba (DH) investiga o caso.

Homem de 44 anos morre afogado em Matinhos; segunda vítima em 24 horas


Da Redação


Um homem de 44 anos, que nadava na Praia Grande, em Matinhos, no Litoral do Paraná, morreuapós se afogar por volta das 18h deste sábado (11). Segundo o Corpo de Bombeiros (CB), ele nadava em um local sem a proteção de guarda-vidas.
O caso é semelhante ao do adolescente de 14 anos que também perdeu a vida após se afogar em Matinhos. Na noite da última sexta-feira (10) o garoto entrou para se banhar no mesmo ponto e também morreu.
No caso de ontem, o homem foi retirado ainda com vida cinco minutos após afundar na água, mas acabou sofrendo uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

Volta das Praias do PR já tem movimento quatro vezes acima do normal


Da Redação


A chuva que caiu durante a manhã deste domingo (12) no Litoral do Paraná parece ter antecipado a volta para casa daqueles que desceram para aproveitar o final de semana. Por volta das 15h30 o movimento era intenso na BR-277 sentido Curitiba, com mais de 1900 carros por hora, o que é quatro vezes acima do normal.
ecovia
Serra do Mar na pista sentido Curitiba tem trânsito intenso (Foto: Reprodução Ecovia)
Na PR-508 (Matinhos) e na PR-407 (Praia de Leste) o movimento também é considerado alto com pequenos congestionamentos. Nenhum acidente mais grave foi registrado nestas rodovias o que garante nenhuma interdição.
A previsão é de que o movimento fique intenso até o início da noite de hoje e volte a aumentar na manhã desta segunda-feira (13).
BR-376
Na BR-376 o movimento é três vezes acima do normal na pista sentido Curitiba, para quem volta do litoral catarinense. Um acidente com morte (que pode ser conferido na notícia relacionada abaixo) deixou o trânsito interditado na manhã deste domingo (12), mas agora as pistas já estão liberadas.

BANCO CENTRAL nega confisco de poupadores da CAIXA


Caixa disse que vai excluir do balanço R$ 420 milhões inscritos como lucro.
Para BC, clientes têm direito a rever o saldo existente 'a qualquer tempo'.

Do G1, em Brasília
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O Banco Central do Brasil informou neste domingo (12), por meio de nota, que os clientes que tiveram suas contas encerradas devido a problemas cadastrais na Caixa Econômica Federal têm direito a reaver o saldo existente "a qualquer tempo".
O BC negou que tenha havido "confisco" de cadernetas de poupança que foram encerradas pela Caixa. 
"As regras asseguram que clientes que tiverem suas contas encerradas têm direito ao saldos existentes, após regularização da sua situação, a qualquer tempo", informou o Banco Central.

O esclarecimento do BC veio após a Caixa ter anunciado neste sábado (11) que excluirá do balanço R$ 719 milhões contabilizados como receita operacional e que, excluídos tributos, acrescentaram R$ 420 milhões ao lucro líquido da instituição – em 2012, o lucro líquido da Caixa acumulou R$ 6,1 bilhões, cifra 17,1% superior ao resultado do ano anterior.
A medida foi tomada por determinação do Banco Central de suspender a prática de registrar como lucro no balanço da instituição o saldo de contas encerradas em razão de supostas irregularidades cadastrais de clientes.
A informação sobre a operação contábil foi divulgada na edição deste final de semana da revista "IstoÉ", que afirma que a Caixa fez um "confisco secreto" ao encerrar "irregularmente mais de 525 mil contas poupança" e usar o dinheiro "para engordar seu lucro de 2012 em R$ 719 milhões".
Para o Banco Central, o termo "confisco secreto" foi usado de forma indevida.
"No caso específico da Caixa Econômica Federal, não há qualquer prejuízo para correntistas e poupadores da instituição e, portanto, não há que se falar em 'confisco', termo usado indevidamente pela publicação. Diferentemente do que afirmou a revista, a motivação para encerramento das contas não foi falta de movimentação ou de saldo, mas irregularidades cadastrais", informou a autarquia neste domingo.
A Caixa Econômica Federal também negou prejuízo aos poupadores. "Nenhum depositante de caderneta de poupança da Caixa teve qualquer prejuízo com o procedimento adotado. Mesmo com o encerramento das contas, os clientes podem, em qualquer momento, solicitar a retirada dos valores, devidamente corrigidos", disse a instituição em nota neste sábado (11).
Segundo a "Isto É", a determinação do Banco Central para que a Caixa suspendesse a operação contábil foi motivada por relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), que contestou a prática contábil da Caixa.
Ainda de acordo com o BC, a Caixa "está providenciando a regularização de alguns dos procedimentos internos utilizados no encerramento de contas irregulares, bem como ajustes contábeis no seu balanço".
A assessoria da CGU informou que o órgão identificou o problema e encaminhou relatório ao Banco Central para análise de eventuais irregularidades. De acordo com a assessoria, a CGU recebeu a análise do BC nesta sexta (10) e, com base nas conclusões, vai finalizar a auditoria sobre o caso.
Regularização de cadastros
De acordo com nota, a Caixa realizou entre 2005 e 2011 uma ação para regularizar contas que apresentavam irregularidades cadastrais referentes a CPFs ou CNPJs. Clientes foram procurados por carta e por telefone para que regularizassem os cadastros. A movimentação de parte das contas foi bloqueada a fim de forçar os clientes a procurar a Caixa para fazer a regularização dos cadastros – até novembro passado, 6.483 titulares de contas compareceram às agências para regularizar os cadastros, informou a nota.
Segundo a Caixa, as medidas foram tomadas para que fosse atendida resolução do Conselho Monetário Nacional e circular do Banco Central que determinam o encerramento de contas com irregularidade cadastral. De acordo com a nota, 496.776 contas com CPF e CNPJ irregulares foram encerradas.
Com a medida, os saldos das contas encerradas passaram a ser inscritos no balanço na rubrica "credores diversos" e depois em "outras receitas operacionais", o que permitiu o lançamento desses valores no resultado do balanço de 2012, em procedimento que, segundo a Caixa, seguiu "as melhores práticas contábeis" e foi "aprovado por auditorias independentes".
"A Caixa assegura que todas as ações que adotou tiveram como objetivo combater e inibir fraudes cadastrais, evitar danos à credibilidade da caderneta de poupança e cumprir a normatização estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional", afirmou a Caixa na nota.
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pelo Banco Central neste domingo:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
A respeito de matéria publicada pela revista IstoÉ, neste fim de semana, o Banco Central do Brasil (BC) esclarece que a regulação brasileira determina que contas irregulares devem ser encerradas, nos termos da Resolução 2025/1993, do Conselho Monetário Nacional (CMN), e da Circular 3006/2000, do BC. As regras asseguram que clientes que tiverem suas contas encerradas têm direito ao saldos existentes, após regularização da sua situação, a qualquer tempo.

No caso específico da Caixa Econômica Federal, não há qualquer prejuízo para correntistas e poupadores da instituição e, portanto, não há que se falar em "confisco", termo usado indevidamente pela publicação. Diferentemente do que afirmou a revista, a motivação para encerramento das contas não foi falta de movimentação ou de saldo, mas irregularidades cadastrais.

A Caixa Econômica Federal está providenciando a regularização de alguns dos procedimentos internos utilizados no encerramento de contas irregulares, bem como ajustes contábeis no seu balanço.

A medida resultou de auditoria periódica efetuada pela Controladoria Geral da União (CGU) e de trabalhos rotineiros realizados pela área de fiscalização do Banco Central.
Brasília, 12 de janeiro de 2014.
Banco Central do Brasil

Polícia fecha cassino em Guaratuba e apreende 23 máquinas caça-níqueis


Da PMPR


Polícias Militares que realizarem monitoramento em uma chácara na região rural de Guaratuba (PR), na noite da última sexta-feira (10/01), apreenderam 23 máquinas-caça níqueis. No local foram abordadas 15 pessoas e outras duas assinaram o Termo Circunstanciado (TC), para responderem à Justiça posteriormente.
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(Foto: Divulgação PMPR)
Os policiais receberam denúncias anônimas, relatando que na chácara havia várias máquinas caça-níqueis. “Chegamos ao local e realizamos o monitoramento da propriedade. Notamos uma movimentação de pessoas na casa e após constatar a prática ilegal, entramos no local e anunciamos a abordagem”, disse o comandante da 2º Companhia do 9º Batalhão de Polícia Militar (9ºBPM) e coordenador da Força Tática, capitão César Kamakawa.
Todos os envolvidos foram encaminhados, juntamente com os equipamentos, até a delegacia de Guaratuba (PR), para que as medidas necessárias fossem tomadas. O capitão salienta que os jogos de azar exploram principalmente os idosos. “Combatemos essa prática criminosa em defesa das pessoas, a maioria idosos, que são explorados e perdem todo o seu rendimento nesses locais”, explica o capitão.

Fritadeira causa susto e leva bombeiros para famoso restaurante de Santa Felicidade


Por Luiz Henrique de Oliveira


Uma fritadeira em uma das cozinhas causou um princípio de incêndio e levou uma viatura do Corpo de Bombeiros até o Restaurante Madalosso, no bairro Santa Felicidade, em Curitiba, por volta das 19h deste domingo (12).
A situação foi rapidamente contornada e praticamente nenhum dano material foi registrado, segundo o relato à Banda B de um funcionário do restaurante. Os bombeiros do Posto Santa Felicidade do Corpo de Bombeiros, que atenderam a ocorrência, confirmaram que tudo não passou de um susto.
Vários curiosos que passavam pela Av. Manoel Ribas acompanharam o trabalho dos bombeiros.

Avião rumo a SP faz pouso de emergência no Marrocos



Um avião da Turkish Airlines que decolou de Istambul a caminho de São Paulo fez um pouso de emergência em Marrocos neste domingo, após um aviso de bomba, segundo um funcionário da empresa disse à agência internacional de notícias AFP.
O avião pousou no aeroporto de Casablanca depois de decolar do aeroporto de Istambul.
"A verificação de segurança está em andamento no avião. Quando concluído, ele vai retomar a sua viagem para São Paulo", disse o funcionário, sob condição de anonimato.
A imprensa local disse que os especialistas antibomba estavam vasculhando o avião do tipo A340 que transporta 229 passageiros.
Fonte: Dow Jones Newswires.

Jerôme Valcke diz que estádios da Copa serão entregues 'perto demais do torneio'

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Acidentes e problemas em obras de estádios da Copa15 fotos

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Queda de guindaste que levantava última peça da cobertura do Itaquerão causou a morte de dois operários e paralisou obra em São Paulo no fim de novembro Leia maisReinaldo Canato/UOL

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O grande problema da Copa do Mundo-2014 no Brasil é que os estádios "serão entregues perto demais do início da primeira partida", disse Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa, neste domingo à emissora de rádio France Bleu.

"A grande dificuldade é que não temos um período de testes. Nós (da Fifa) não podemos treinar", explicou o número 2 da entidade.

"Os estádios serão entregues perto demais do início da primeira partida", completou.

"Nos deparamos com uma infraestrutura que não está perfeitamente no ponto, quando sabemos que isso é fundamental para garantir um melhor fluxo de pessoas dos aeroportos às cidades, das cidades aos estádios, etc.", explicou Valcke.

Apesar de tudo, Valcke não se mostrou pessimista, afirmando que "há um conjunto de coisas que farão com que este Mundial discorra maravilhosamente bem", já que o Brasil é "a Meca do futebol, é um Mundial único".

"Haverá com certeza problemas já que é um país do tamanho de um continente", afirmou o secretário-geral da Fifa, antes de dizer: "Não sabemos como será a reação das ruas", se referindo aos protestos e manifestações que sacudiram o Brasil durante a Copa das Confederações, em junho do ano passado.

"Não será um Mundial fácil de organizar. Não há Mundiais fáceis de organizar, como disse Blatter (presidente da Fifa), que não se equivocou quando disse que algumas coisas poderiam ter sido feitas com antecedência. Não podemos dizer que esta é uma crítica vazia e sem sentido", explicou Valcke.

Blatter havia declarado na semana passada ao jornal suíço '24 horas' que "o Brasil acabou de se dar conta que começou tarde demais. É o país com mais atrasos (na organização da Copa do Mundo) desde que estou na Fifa e foi o que teve mais tempo, sete anos, para se preparar".
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Fifa divulga andamento de obras em estádios da Copa6 fotos

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