Explosão destrói fachada de panificadora e mobiliza bombeiros no Bigorrilho


Por Marina Sequinel e Danaê Bubalo
panificadora-explosaodentro
A explosão de ar quente destruiu a fachada do local. (Foto: Danaê Bubalo – Banda B)

Uma explosão assustou os funcionários e clientes de uma panificadora no Bigorrilho, em Curitiba, na manhã deste sábado (30). O caso aconteceu na rua Padre Anchieta, por volta das 7h.
Segundo o sargento Weber, do Corpo de Bombeiros (CB), a fritadeira da cozinha superaqueceu e começou a pegar fogo. Nesse momento, os funcionários jogaram água no local, para apagar as chamas. A mistura de óleo, fogo e água causou uma explosão de ar quente, que destruiu toda a fachada do estabelecimento.
panificadora-explosao3
(Foto: Danaê Bubalo – Banda B)
“Na verdade, esse foi o equívoco de quem estava lá. Em casos como esse, em hipótese alguma pode-se jogar água diretamente no fogo. O ideal é usar uma tampa de panela de aço ou alumínio, nunca de vidro, para abafá-lo e, em seguida, chamar os bombeiros”, explicou o sargento em entrevista à Banda B.
Uma funcionária de 22 anos sofreu queimaduras leves nas mãos, mas ninguém mais ficou ferido. “O importante é ficar aqui o alerta para a população em como agir nessas situações”, completou o sargento.
Acidente
Ao receber o chamado da explosão, um tenente do CB saiu do quartel no Portão, em Curitiba, rumo à panificadora. No caminho, na Avenida Bispo Dom José, no bairro Batel, a viatura acabou colidindo contra um Golf Preto.
Segundo informações do CB, ao cruzar a rua com a sirene, o outro veículo, que seguia em alta velocidade, não conseguiu frear para a passagem da viatura e os dois carros bateram. O tenente teve ferimentos leves e foi encaminhado para o hospital.
.

Duas pessoas morrem em queda de avião em bairro de Curitiba



O piloto tentou pousar no Aeroporto do Bacacheri, mas o avião acabou caindo. Ele e o sobrinho do deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) morreram na hora e duas pessoas ficaram feridas



Duas pessoas morreram e duas ficaram feridas na queda de um avião de pequeno porte, Cessna modelo C-177 Cardinal, no bairro Bacacheri, em Curitiba. O avião caiu sobre uma casa e atingiu também um carro, na rua Alvaro Botelho, esquina com a rua Nicarágua.
Segundo o tenente-coronel Marcos Antônio dos Santos, do Cindacta II, a aeronave decolou às 13h24, com destino a Londrina, e apresentou problemas mecânicos no motor. O piloto, identificado como Cleber Luciano Gomes, tentou então retornar e pousar, mas o avião acabou caindo. Ele e Silvio Roberto Romanelli, sobrinho do deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), morreram na hora. A previsão era que o voo chegasse à cidade do Norte do Paraná às 15 horas.
Aviões em Foco: modelo tinha apenas um registro de acidente no Brasil
O Cessna 177, modelo de avião que se acidentou em Curitiba neste sábado (30), não tem registros significativos em relação à segurança. É uma aeronave confiável, assim como todas as da série 100 da tradicional fabricante norte-americana.
Brasil registrou 963 acidentes aéreos de 2006 a 2013
No período, foram registrados 963 acidentes aéreos no Brasil, com 846 mortos, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). De 2006, quando ocorreram 70 acidentes, para 2012, que registrou 176 acidentes, o aumento foi de aproximadamente 150%. Em 2013, segundo a Anac, o índice diminuiu para 159 acidentes, com 72 mortos. Não há dados parciais de 2014. A média é de 120 acidentes por ano.

Um dos ocupantes da aeronave, que sofreu queimaduras severas, foi levado para o Hospital Evangélico, em estado gravíssimo. O hospital chegou a informar que ele teria morrido, mas corrigiu a informação, dizendo que ele foi reanimado e passava por cirurgia. Ele foi identificado a princípio como Sílvio Roberto Romanelli, sobrinho do deputado estadual do PMDB, mas o hospital corrigiu a informação no início da noite.
O hospital informou, por volta das 22h30, que a vítima passou por uma cirurgia e encontra-se em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ele apresenta queimaduras severas pelo corpo e ferimentos nos membros inferiores.
O outro ocupante da aeronave, Hélio Corrêa, sofreu fraturas múltiplas (tórax, coluna, face e pélvis) e foi transferido de helicóptero para o Hospital do Trabalhador (HT). Ele chegou consciente, e foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde permanecia até por volta das 22h30.
Os corpos das duas vítimas fatais foram removidos do local pelo Instituto Médico Legal (IML) por volta das 16 horas.
O tenente-coronel Marcos Antônio dos Santos afirmou que o Cindacta II dispõe do nome de todos os ocupantes do Cessna, mas não os revelaria por respeito às famílias das vítimas.
A investigação do acidente
O avião Cessna, cujo prefixo é PT-DLA, saiu do Aeroporto Bacacheri com destino a Londrina, mas caiu logo após a decolagem. O aeroporto fica num bairro bastante populoso, na região norte da cidade. Ao cair, ele teve um princípio de incêndio, que foi controlado por moradores, de início, e depois pelo Corpo de Bombeiros.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vai investigar as causas da queda. Uma equipe do órgão chegou a Curitiba no fim da tarde e informou que não há prazo para conclusão das investigações.
A quadra onde ocorreu o acidente está bloqueada para o trânsito de veículos, sem previsão de liberação. O trabalho dos peritos do Cenipa pode se estender pelo domingo (31).
Proprietário afirma que aeronave estava em bom estado
O proprietário do Cessna, Marcelo Baratao Montezuma, afirma que a aeronave estava em perfeitas condições de uso e que a adquiriu no início de maio de 2014. Segundo ele, o avião tinha capacidade total para quatro pessoas.
“Eu emprestei o avião para o Cléber [Gomes] e para o Silvio [Romanelli] irem buscar uma pessoa em Curitiba", afirmou.
O proprietário explicou que Gomes é piloto de avião e Romanelli aprendiz de piloto. Os três amigos participavam da 17ª Feira de Aviação, que ocorre neste final de semana em Maringá, no Noroeste do estado. “No final da manhã, eu troquei de chaves com o Cléber. Eu fiquei com o avião dele e ele foi com o meu [C-177]. No início da tarde recebi a informação de que o avião tinha caído poucos minutos após decolar do Aeroporto do Bacacheri", disse.

Criança avisa pai que homem o espera no portão e caso termina em tragédia em Curitiba


morte-campo-de-santana-300814-bandab
Os disparos atingiram também o portão e o carro da família. (Foto: Danaê Bubalo – Banda B)

Um rapaz de 28 anos foi morto a tiros no portão de casa no bairro Campo de Santana, emCuritiba, na manhã deste sábado (30). O crime aconteceu na Rua Adelino Pereira da Silva, na Moradias Jamaica.
Segundo o tenente Moreira, da Polícia Militar (PM), por volta das 9h, um homem chegou na residência da vítima, identificada como João Paulo dos Santos, e a chamou pelo nome. “O filho do João, de aproximadamente sete anos, foi atender o portão e avisou o visitante que o pai estava dormindo”, explicou o tenente em entrevista à Banda B.
morte-campo-de-santana-300814-bandabfora
(Foto: Danaê Bubalo – Banda B)
O homem, no entanto, não desistiu e falou para a criança chamar João, porque “a conversa seria rapidinha”. Quando a vítima saiu de casa, o criminoso sacou uma pistola nove milímetros e atirou várias vezes contra ela.
João tentou correr, mas caiu ao lado do carro que estava na garagem. O Siate esteve no local e confirmou que ele levou pelo menos quatro tiros. De acordo com o tenente, a vítima tinha sido presa há poucos dias por porte ilegal de arma. Apesar disso, familiares não souberam dizer qual teria sido o motivo do crime.
Testemunhas afirmaram que o autor dos disparos fugiu em um Astra prata. O corpo do rapaz foi encaminhado ao Instituto Médico Legal e a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa deve investigar o caso.
.

Explosão destrói fachada de panificadora e mobiliza bombeiros no Bigorrilho


Por Marina Sequinel e Danaê Bubalo
panificadora-explosaodentro
A explosão de ar quente destruiu a fachada do local. (Foto: Danaê Bubalo – Banda B)

Uma explosão assustou os funcionários e clientes de uma panificadora no Bigorrilho, em Curitiba, na manhã deste sábado (30). O caso aconteceu na rua Padre Anchieta, por volta das 7h.
Segundo o sargento Weber, do Corpo de Bombeiros (CB), a fritadeira da cozinha superaqueceu e começou a pegar fogo. Nesse momento, os funcionários jogaram água no local, para apagar as chamas. A mistura de óleo, fogo e água causou uma explosão de ar quente, que destruiu toda a fachada do estabelecimento.
panificadora-explosao3
(Foto: Danaê Bubalo – Banda B)
“Na verdade, esse foi o equívoco de quem estava lá. Em casos como esse, em hipótese alguma pode-se jogar água diretamente no fogo. O ideal é usar uma tampa de panela de aço ou alumínio, nunca de vidro, para abafá-lo e, em seguida, chamar os bombeiros”, explicou o sargento em entrevista à Banda B.
Uma funcionária de 22 anos sofreu queimaduras leves nas mãos, mas ninguém mais ficou ferido. “O importante é ficar aqui o alerta para a população em como agir nessas situações”, completou o sargento.
Acidente
Ao receber o chamado da explosão, um tenente do CB saiu do quartel no Portão, em Curitiba, rumo à panificadora. No caminho, na Avenida Bispo Dom José, no bairro Batel, a viatura acabou colidindo contra um Golf Preto.
Segundo informações do CB, ao cruzar a rua com a sirene, o outro veículo, que seguia em alta velocidade, não conseguiu frear para a passagem da viatura e os dois carros bateram. O tenente teve ferimentos leves e foi encaminhado para o hospital.
.

Avião cai e atinge casa em bairro de Curitiba, dizem bombeiros


Acidente aconteceu por volta das 13h30 deste sábado (30), no Bacacheri. 
Informação inicial dos bombeiros é de que três pessoas morreram.


Avião cai em cima casa em bairro de Curitiba, dizem bombeiros  (Foto: Thais Kaniak / G1 )

 
Um avião monomotor modelo Cessna 177 caiu e atingiu uma casa na Rua Nicarágua, em Curitiba, nas proximidades do Aeroporto do Bacacheri por volta das 13h30 deste sábado (30), segundo o Corpo de Bombeiros. A aeronave tinha acabado de decolar do aeroporto e seguia para Londrina, no norte do estado, segundo a Infraero. Após a queda, o avião explodiu.
Pelo menos quatro pessoas estavam a bordo - duas morreram na hora e uma no hospital. O outro ocupante da aeronave ficou ferido e foi encaminhado para o Hospital do Trabalhador. Ainda segundo os bombeiros, entre as vítimas mortas estão o piloto e o copiloto do avião.
Elisabete do Rosário disse que estava nos fundos da casa quando ouviu o barulho da queda do avião (Foto: Thais Kaniak/ G1 Paraná)Elisabete do Rosário disse que estava nos fundos
da casa quando ouviu o barulho da queda do avião
(Foto: Thais Kaniak/ G1 Paraná)
Na casa estavam duas mulheres e uma criança. Elas não se feriram.
"Acredito que ele tentou levantar, mas não deu certo. Ele bateu no poste e, acho que foi por isso que ele não entrou dentro de casa, não quebrou a parede. Logo depois ouvimos a explosão. Estávamos na cozinha e ouvimos o barulho. Pensei que tivesse sido um acidente com um carro, mas na hora que cheguei na sala vi uma parte da asa e só pensei em pegar a minha mãe e a minha filha para sairmos de casa. A hora que pegou fogo já tínhamos saído", disse uma das moradoras da casa Elisabete Pascoal do Rosário.
Aeronave pegou fogo após cair em cima de casa (Foto: Caroline Mafra/ RPC TV)Aeronave pegou fogo após cair em cima de casa (Foto: Caroline Mafra/ RPC TV)

Jovem morre após ser ejetado de carro e atropelado três vezes em grave acidente na BR-277


Por Marina Sequinel e Danê Bubalo
(Fotos: Danaê Bubalo – Banda B)

Um jovem de 23 anos morreu após sofrer um grave acidente no km 76 da BR-277, no limite entre Curitiba e São José dos Pinhais, região metropolitana, na manhã deste sábado (30). Ele estava na pista sentido litoral quando perdeu o controle do veículo Celta durante uma ultrapassagem.
Segundo testemunhas, que preferiram não se identificar, Roberson da Silva Silveira estava em alta velocidade e tentava ultrapassar um carro, quando bateu na traseira de um Golf e na lateral de um Gol. “Com o impacto, o Celta capotou, atravessou o canteiro central e foi parar do outro lado da pista”, contou uma delas em entrevista à Banda B.
Durante o capotamento, Roberson não usava cinto de segurança e, por isso, foi ejetado do carro para o meio da estrada. O motorista do Golf tentou resgatá-lo, mas não deu tempo: o jovem foi atropelado por três automóveis que passavam pela rodovia. Ele morreu na hora.
A namorada da vítima,  passageira do veículo, saiu ilesa, já que usava o cinto no momento do acidente. Um outro condutor, que seguia atrás do Celta e presenciou todo o acidente, afirmou à reportagem que Roberson fazia ultrapassagens em alta velocidade desde o começo da estrada e que apresentava sinais de embriaguez.
O corpo do rapaz foi recolhido ao Instituto Médico Legal.

Richa se impõe, Gleisi se mantém e Requião cai do cavalo


beto, gleisi, requiao
De José Pedriali:
O desempenho dos principais candidatos ao governo do Paraná no debate de ontem à noite pode influenciar as pesquisas de intenção de voto?
Eis a questão.
O debate permitiu o primeiro confronto direto entre Beto Richa, Roberto Requião e Gleisi Hoffmann, citados de acordo com a posição que ocupam nas pesquisas.
Não trouxe nada de novo, uma ou outra proposta vaga – Gleisi anuncia o PAC Paraná (meu Deus!) e o Mais Cubanos, digo Mais Médicos (de novo, meu Deus!), mas ensinou um pouco sobre o temperamento dos postulantes.
Richa não apenas enfrentou com firmeza, e argumentos sólidos, os ataques de Requião e Gleisi, mas contra-atacou com vigor – comportamento pouco usual, já que se destaca pela cordialidade. Foi duro com ambos, sem, no entanto, ser descortês. Não deixou ataque passar em branco. Impôs-se.
Gleisi foi pedra e vidraça. Dosou os ataques tanto a Richa quanto a Requião, que precisa desconstruir para reaver a segunda colocação na corrida eleitoral. Seu melhor momento foi quando observou, após a resposta de Requião de que apelou à aposentadoria como ex-governador para pagar indenizações por danos morais, que “o povo do Paraná paga pelo que o senhor fala”. Teve, como sempre a incômoda missão de defender o governo Dilma e a si própria de malfeitos e más companhias. Não pôde esconder a irritação ao ser confrontada com temas espinhosos. Os gestos bruscos e a voz alguns decibéis acima do normal denotaram arrogância. Manteve-se, no entanto.
Requião foi um desastre do início ao fim. Pautou-se, como sempre, pela agressividade, mas embaralhou argumentos, vacilou nas respostas, fez cara de amuo ao ser emparedado por Gleisi e, pecado mortal para um debatedor, não conseguia concluir as perguntas e respostas no prazo – e era interrompido pelo mediador. A petulância do velho guerreiro murchou diante das câmeras – e dos eleitores. Encolheu.
Requião, o colecionador de equinos, caiu do cavalo.