Jovem consegue que pai seja preso pela morte da mãe 18 anos após crime



Julianne tinha pouco mais de 1 ano quando o pai matou a mãe, na rua da casa onde eles moravam em Campina Grande.



Uma jovem de 20 anos de idade deu a si mesma uma missão: encontrar o pai que, há 18 anos matou a mãe dela e depois desapareceu. Mas a Julianne foi em busca de pistas: mergulhou na internet e montou uma rede de colaboradores.
Julianne é a filha mais nova de Jurandir e Rute. Tinha pouco mais de um 1 quando, em 1996, o pai matou a mãe na rua da casa onde eles moravam em Campina Grande, Paraíba. “Foram três golpes de faca na frente do meu irmão”, lembra.
O irmão, Augusto César Maracajá, de 4 anos, tinha ido buscar a chave da casa para a mãe: “Quando cheguei aqui ela já estava no chão. E eu sem entender muita coisa, fiquei segurando o braço dela, tentando entregar a chave”, conta.
A lembrança daquele dia ainda é muito forte. “É como se fosse alguma coisa torturando a minha cabeça”, afirma Augusto.
Érica Maracajá, tia de Augusto e Julianne, morava a cinco casas do local e foi a primeira a chegar. “Quando eu vinha subindo, que a dona casa gritou que ele tinha matado minha irmã, eu vi ele descendo na moto. Inclusive com a faca na mão”, conta.
Foi a última vez que viram Jurandir. Ele fugiu no mesmo dia, deixando para trás os três filhos. As crianças foram criadas pela avó materna.
Julianne cresceu sem entender bem o que tinha acontecido. “Eu lembrava dos olhares de pena das pessoas, que isso não sai da minha cabeça”, conta.
Veio a adolescência, e ela entrou em depressão. “Saí do fundo do poço, e disse: ‘Agora sim. Agora vai. Eu quero ele preso. Eu quero justiça’”, lembra.
Mesmo foragido, em 2009, Jurandir foi condenado a 22 anos de prisão. E 18 anos depois do assassinato, Julianne decidiu que iria encontrar o pai onde quer que fosse.
As buscas de Julianne começaram na Zona Rural de São Vicente do Seridó, onde o pai dela nasceu, a cerca de 70 km de Campina Grande. Com a ajuda de moradores, ela conseguiu encontrar a casa dos avós paternos e uma pista do paradeiro de Jurandir. “Ele estaria morando lá no Centro-Oeste, em Brasília, em uma das cidades satélites. E nós passamos essa informação para a Julianne”, conta um homem que preferiu não se identificar.
“Eu passei alguns meses com essa informação e nada. Mas eu nunca desisti”, diz Julianne.
Pediu ajuda nas redes sociais e começou a buscar pelo sobrenome do pai - Souto - na região de Brasília. “Achei um menino chamado Júlio César Souto. E aquilo me chamou atenção, porque Júlio César era o nome do bebê, meu irmão, que faleceu”, conta.
Desconfiada, ela queria confirmar se o pai do menino era Jurandir. “Me passei mesmo por uma pessoa da família e conversei com o menino. Falei para o menino que a avó dele estava com saudades, queria vê-lo e que ela estava do meu lado, e o menino mandou a foto. Todo mundo surtou aqui”, lembra a jovem.
Julianne confirmou que aquele era o pai foragido e que ele tinha uma nova família. Com a mãe de Julianne, que se chamava Rute Patrícia, Jurandir teve 4 filhos: Jussara, Júlio César - que morreu com 6 meses -, Augusto e Julianne.
Com a segunda mulher, em Ceilândia, teve mais dois: o menino, com quem ela falou na rede social, para quem Jurandir deu o mesmo nome do filho que morreu, Júlio César, e uma menina, Jaqueline Patricia. Detalhe: Patricia era um dos nomes da mulher assassinada.
Com a foto atual e um possível endereço, a busca de Julianne mudou de lugar: Ceilândia, Distrito Federal. Depois de matar a mulher em Campina Grande, Jurandir fugiu. Logo em seguida, se casou de novo e teve dois filhos. Trabalhava como pedreiro, morava com a família em Ceilândia, uma cidade satélite de Brasília, até ser descoberto pela filha Julianne.
Os vizinhos nunca desconfiaram do passado de Jurandir, e nem a atual mulher sabia que o marido já tinha cometido um crime. Ele vivia aparentemente tranquilo: não se envolvia em brigas e frequentava uma igreja há seis anos.
Para que o pai fosse para a cadeia, Julianne contou com a ajuda de um policial do Distrito Federal que trabalha no Serviço de Inteligência da PM, e por isso não pode mostrar o rosto. Ele conseguiu confirmar onde Jurandir morava e estava pronto para fazer a prisão. “Procurei uma pessoa que colabora com a gente, e quando mostrei a foto ele reconheceu de imediato, disse: ‘Não, esse é o Jurandir pedreiro, mora em tal lugar’”, diz.
Orientada pelo policial, Julianne conseguiu no Fórum de Campina Grande um mandado de prisão atualizado. “Com o mandado em mãos, nós montamos uma operação em conjunto com a Inteligência do 8º Batalhão de Ceilândia e começamos a fechar o cerco”, lembra o policial.
De longe, o policial seguia os passos de Jurandir. “Nesse decurso, a Julianne entrou em contato com o pastor da igreja dele e falou que esse Jurandir, havia cometido um crime na Paraíba e que estava foragido. O pastor afirmou para ela que, se realmente fosse assim, ele ia fazer de tudo para que o Jurandir se entregasse”, conta o policial.
O pastor chamou Jurandir e a esposa, e aconselhou o pedreiro a contratar um advogado para poder se entregar. “Essa informação de que ele iria se entregar chegou para nós na quarta-feira. Decidi que nós iríamos aguardar até sábado”.
Um dia antes do prazo terminar, Jurandir se apresentou à polícia. Hoje ele está detido no Presídio da Papuda, em Brasília. O policial diz que nunca tinha visto um caso como esse. “Em 26 anos de polícia, eu nunca vi a filha procurar o pai para colocar na cadeia”.
Como fugiu depois do crime, Jurandir foi condenado à revelia. “Desde a fase policial até o julgamento, o acusado nunca foi localizado, nunca prestou qualquer tipo de esclarecimento”, conta o juiz de Campina Grande Falkandre de Sousa Queiroz.
O novo juiz do caso decidiu anular a antiga condenação e marcar um novo julgamento em Campina Grande.
Depois de 18 anos, Julianne e os irmãos vão rever o pai assassino. “Consegui superar a morte dela minha infância, porque não vou superar ficar cara a cara com ele? Sem dúvida nenhuma”.
Do futuro, ela espera uma vida melhor. “Vou conseguir levar a minha vida com mais leveza”.
E a certeza de que seu empenho não foi em vão: “Não é vingança, é justiça. Eu confio na justiça e quero que ela seja feita”.

Presa após atacar a mãe debocha ao saber número de facadas: 'Só nove?'



Jovem confessou crime e fala naturalmente, de acordo com delegada.
Familiares pediram prisão da agressora e temem reação da suspeita.


A jovem de 18 anos, suspeita de esfaquear a própria mãe em Santos, no litoral de São Paulo, foi detida na tarde deste sábado (13). Ela foi encontrada na casa do pai, no bairro Jardim Santa Maria, e confessou o crime para a Polícia Militar. Na delegacia, a suspeita chegou a debochar quando ficou sabendo o número de golpes que desferiu contra a mãe.
A tentativa de homicídio ocorreu por volta das 4h40, na residência onde moram mãe e filha, no bairro Rádio Clube. A mãe, uma mulher de 39 anos, recebeu atendimento no Pronto Socorro da Zona Noroeste, e no local, contou aos policiais sua versão do crime. Segundo a vítima, a filha começou a dar as facadas quando ela estava dormindo, acertando-a no rosto, no ombro e nas mãos.

A suspeita tem dois filhos. De acordo com Barazal, em seu depoimento, a jovem acusou a mãe de tê-la obrigado a tirar uma das crianças quando estava grávida. A delegada relata que a presa confessou o crime e debochou ao saber o número exato de golpes. "Ela afirma que deu as facadas na mãe, só não sabia o número. Quando eu perguntei 'E para revidar, você deu nove facadas na sua mãe?', ela respondeu 'Foram nove?' em tom de deboche", relata.
Por meio de informações de familiares, a suspeita foi encontrada na casa do pai e conduzida até o 3º DP da cidade. Na delegacia, ela demonstrou frieza em relação às agressões contra a mãe e contou sua versão ao ser interrogada pela delegada Cláudia de Santana Barazal. "Ela fala naturalmente. Disse que chegou de um velório e começou uma discussão com a mãe, que teria arremessado algum objeto contra ela e a filha. Ela revidou, falou que se a mãe 'viesse para cima' ela também iria, e se armou com uma faca. Quando a mãe tentou tirar a faca da mão dela, começaram os golpes", explica a delegada. A ação foi impedida por vizinhos, que desarmaram a jovem e esconderam a faca. Depois que ela fugiu, um deles trouxe o objeto de volta para a casa, embrulhado em uma sacola.
Pronto Socorro da Zona Noroeste, em Santos, SP (Foto: Reprodução / TV Tribuna)Mãe de jovem foi atendida no Pronto Socorro
da Zona Noroeste (Foto: Reprodução / TV Tribuna)
A mãe da agressora ainda não deu o seu depoimento à delegada. Ela foi medicada e liberada, mas está sedada e sente dores. Após a prisão da jovem, Barazal solicitou que a equipe de perícia fosse ao local do crime, onde foi apreendida a faca usada na ação.
Para a delegada, a suspeita não aparenta ser usuária de drogas. "Mas, ela não é uma pessoa normal. Eu quero crer que não é", observa a delegada. Ela afirma que a família pediu a prisão da garota. "Eu conversei com o tio dela por telefone. Ele estava preocupado, e perguntou se ela realmente ia ficar presa", comenta. A suspeita chegou a fazer ameaças a outros familiares.
A jovem está presa no 3º Distrito Policial da cidade, mas será transferida para a Cadeia Feminina de São Vicente, pois a de Santos está em reforma. O caso deverá ser investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher.
Ocorrência foi apresentada no 3º DP de Santos (Foto: Jéssica Bitencourt / G1)Caso foi registrado no 3º Distrito Policial de Santos, no litoral de São Paulo  (Foto: Jéssica Bitencourt / G1)

Beto chega a 46% em pesquisa do Instituto Radar


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Pesquisa do Instituto Radar divulgada neste domingo (14) pelo jornal e site Bem Paraná, mostra Beto Richa (PSDB) com 46% das intenções de voto, 18 pontos à frente do segundo colocado, Roberto Requião (PMDB), que aparece com 28%, e 32 pontos à frente da terceira colocada, Gleisi Hoffmann (PT), com 14%. Bernardo Pilotto (PSOL) e Ogier Buchi (PRP) tem 1% cada.
Considerados apenas os votos válidos, Beto Richa tem mais votos que a soma de todos os adversários e venceria a eleição no primeiro turno, com 51%.
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O Instituto Radar entrevistou 1.199 eleitores em 45 municípios do Paraná, entre os dias 9 e 13 de setembro. A margem de erro é de 2,9 pontos percentuais e o registro da pesquisa no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná é PR-00034/2014. O nível de confiança é de 95,5%

Richa lidera e vence no 1º turno, diz pesquisa Radar/Bem Paraná


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O governador Beto Richa (PSDB) lidera mais uma pesquisa. Levantamento do instituto Radar, encomendado pelo jornal Bem Paraná, mostra Richa com 46% das intenções de voto se as eleições fossem hoje. O senador Roberto Requião (PMDB) aparece em segundo lugar, com 28%, seguido da senadora Gleisi Hoffmann (PT), com 14% na pesquisa estimulada. As informações são do Portal Bem Paraná.
O instituto Radar entrevistou 1199 eleitores em 45 municípios do Paraná, entre os dias 09 e 13 de setembro. A margem de erro de 2,9 pontos percentuais para mais ou menos. O nível de confiança é de 95,5%. O registro da pesquisa no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) é PR-00034/2014. A pesquisa foi contratada pelo Portal Bem Paraná ao custo de R$ 48,5 mil.
A pesquisa completa, com simulação de segundo turno em três cenários, além da pesquisa ao Senado estará disponível na edição desta segunda-feira do jornal Bem Paraná.

COLOMBO PRECISA DE UM DEPUTADO FEDERAL


Amigos do Blog, nossa cidade precisa eleger um deputado federal, temos três candidatos, Pelé(PTB) Ratinho Gotardo( SD) e Thiago de Jesus(PSB). O eleitor deve votar em quem tem possibilidades reais de ganhar as eleições de 2014 e tomar o devido cuidado para não votar em candidatos que estão vindo de fora para buscar votos e depois sumirem de Colombo por mais quatro anos. 
Colombo está há muito tempo órfão de deputado estadual e federal, essa é a nossa oportunidade e não podemos esperar por mais quatro anos. " Essa eleição não terá valido a pena se mais uma vez não elegermos nossos representante na Câmara Federal e na Assembléia Legislativa do Paraná". 

A prefeita Beti Pavi, em suas reuniões tem dito, " Colombo perde milhões em emendas parlamentares, recursos esses que poderiam muito bem alavancar a economia do nosso município se tivéssemos um representante em Brasília". Infelizmente essa é a nossa realidade, e para piorar o cenário ainda vemos a falta de união para eleger no minimo dois deputados estaduais, Temos que acreditar que pelo menos o candidato professor Waldirlei Bueno, possa ser um dos dois deputados eleitos por Colombo. Quando cito os nomes de Pelé e Waldirlei, não estou menosprezando os demais candidatos, apenas, porque possuem uma vasta experiência e estão ao lado da prefeita Beti Pavin e sendo eleitos com certeza não farão oposição à prefeita, pois fazem parte de seu grupo de apoio. e caso tenhamos confirmado a vitória do atual governador  Beto Richa, jungos lutarão pelo desenvolvimento de Colombo.

Faltam poucos dias para a eleição de 05 de outubro, Ainda há tempo para começar a lutar, a eleição para governador já está definida, falta apenas para deputado, mas tem que ser candidatos de Colombo. Precisamos ter orgulho próprio e deixar de ser a cidade órfão de Deputado Estadual e Federal. Independente de quem esteja no poder, temos que dar um basta nessa situação de ver os nossos prefeitos com pires nas mãos, se humilhando no Paraná e em Brasília, por apoio que nem sempre chega ao nosso município. “Vamos votar certo já”.Cada deputado federal tem direito a indicar até R$ 15 milhões em emendas individuais no orçamento, essa é a nossa chance de ter uma saúde de qualidade, diz Pelé.

Mesmo sabendo que muitos irão criticar e dizer que não termos nem um nome capaz para Deputado Estadual e Federal, eu acredito que temos sim e podemos fazer a diferença, infelizmente temos alguns candidatos que só pensam em suas eleições e reeleições, Continuarei acreditado em um futuro melhor para nossa cidade, um Município de 300 mil habitantes e quase 169 mil eleitores.

Vote Certo.. Vote em candidatos que amam  Colombo !!

Extraído Blog Ivan de Colombo

Estudante da USP que fez vaquinha para ir a congresso morre nos Estados Unidos






O estudante Douglas Ribeiro, de 20 anos, aluno de Lazer e Turismo da Univesidade de São Paulo (USP) morreu no último sábado, na cidade de Mobile, no Alabama, nos Estados Unidos. O jovem foi encontrado no dia 6 de setembro inconsciente dentro da piscina do hotel onde estava hospedado, com roupas de banho e sem marcas de agressão. Ainda não há mais informações sobre as causas da morte. Após o afogamento, Douglas foi internado no hospital Mobile Infirmary.
Morador de Paraisópolis, favela paulista, Douglas foi convidado para participar do Mobile International Festival, onde apresentaria o artigo “A percepção dos moradores de Paraisópolis e Heliópolis sobre o que se chama Turismo na Favela”. Em abril deste ano, o jovem havia participado de um congresso na Alemanha, no qual também falou do trabalho, em que mostrava a ótica dos moradores sobre a presença de turismo dentro da comunidade.
Para custear a viagem à Alemanha, ele contou com uma vaquinha na internet e com amigos. A viagem para os Estados Unidos também foi financiada através da colaboração coletiva. Em seu Facebook, Douglas sempre compartilhava o dia a dia acadêmico. No dia 5, quando viajou para os EUA, postou uma foto do passaporte.
Foto: Reprodução/Facebook
No dia seguinte, Ester de Aguiar, empresária brasileira que conheceu Douglas durante sua estada na cidade, postou uma mensagem na rede social informando aos amigos sobre o acidente. O jovem foi encontrado por funcionários do hotel e teria ficado submerso por alguns minutos.
- Foi uma tragédia muito grande. Só passei uma tarde com ele, mas durante este tempo, fizemos uma amizade muito grande. Já sentia muito orgulho dele. Não acredito que este jovem viajou para cá só para morrer - lamentou Ester, que tem apoiado a mãe de Douglas, Luciene Ribeiro, e ajudado no processo de translado do corpo.
Ester relembrou ainda a descontração e simpatia do jovem. Ela o conheceu ainda no Aeroporto de Mobile, onde aguardava a chegada de outro brasileiro para o congresso. Douglas estava sozinho e disse que estava com fome. Ester acompanhou o jovem até uma lanchonete e depois o deixou no hotel, onde algumas horas depois, ele seria encontrado.
Amigos se reuniram para arrecadar dinheiro e pagar a viagem de Luciene . Através do contato do Itamaraty com o consulado americano, ela conseguiu um visto emergencial para entrar no país.
Logo após a notícia da internação, muitos amigos começaram a mandar mensagens de apoio a Douglas. Bem-humorado, o jovem costumava brincar com as recentes viagens internacionais. No dia 27 de agosto, depois de confirmar a participação no congresso nos Estados Unidos, ele mandou um recado. “Querido Face. Não chores por mim. Eu vou para o Alabama, mas eu volto mesmo assim”.
Douglas sempre compartilhava fotos das viagens
Douglas sempre compartilhava fotos das viagens Foto: Reprodução/Facebook
A confirmação da morte foi dada por Ester, através da rede social. “Eu, em nome da Sra. Luciene, venho por meio desta mensagem comunicar-lhes que o nosso querido Douglas está na presença de Deus. Ele foi em paz e presente nesse momento estava a mãe dele, a Sra. Rita, Pastor James e eu, e minutos depois chegaram o professor Ricardo Uvinha, Jim Ellis e Jennifer Edwards. A mãe dele está muito triste, porém está bem e tem todo nosso apoio e carinho. Minhas condolências a todos vocês, e sinto muito em ter que anunciar essa grande perda, o caso dele era muito sério e acredito eu que ele só estava esperando a chegada da mãe”.
Uma missa foi realizada nesta domingo, na Catedral de Imaculada Conceição, na cidade americana, em homenagem ao jovem. Segundo infomações de Ester, o corpo de Douglas só deverá chegar ao Brasil dentro de duas ou três semanas.
Em abril, Douglas esteve na Alemanha.
Em abril, Douglas esteve na Alemanha. Foto: Reprodução/Facebook


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/brasil/estudante-da-usp-que-fez-vaquinha-para-ir-congresso-morre-nos-estados-unidos-13932489.html#ixzz3DJtYc6xb

Adolescente que intimou moradores com facão é morto a tiros enquanto empinava pipa na RMC


Por Marina Sequinel e Bruno Henrique
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(Foto: Bruno Henrique – Banda B)

Um adolescente de 17 anos foi encontrado morto em Almirante Tamandaré, na região metropolitana de Curitiba, na manhã deste domingo (14). O caso aconteceu no bairro São João Batista.
Segundo a Polícia Militar (PM), Kailon Erick dos Santos soltava pipa em um barranco quando foi atingido por pelo menos quatro tiros. Ele morreu na hora.
Moradores afirmaram que o adolescente passou a tarde deste sábado (13) intimando as pessoas do bairro com um simulacro de arma de fogo e um facão. Ele chegou a ser apreendido pela polícia, mas foi liberado logo em seguida.
Ainda não há informações sobre o motivo ou o autor do crime. O corpo de Kailon foi recolhido ao Instituto Médico Legal e a delegacia da cidade deve investigar o caso.
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CÉDULAS RARAS DE R$ 1 PODEM VALER ATÉ R$ 195



APESAR DE MILHÕES DE NOTAS TEREM SIDO GUARDADAS POR BRASILEIROS, PREÇO DE FACE PODE SER ALTO DEPENDENDO DA DATA DE EMISSÃO





O Brasil tem em circulação quase 150 milhões de notas de R$ 1, apesar de a Casa da Moeda ter deixado de produzir as cédulas em 2005. No fim daquele ano, havia em circulação mais de 583 milhões dessas notas. Entretanto, nos últimos anos, o número dessas cédulas não baixou muito. No fim de 2013, havia 149,374 milhões, contra 149,279 milhões no início deste mês, de acordo com dados do Banco Central (BC).
A explicação para o símbolo do Plano Real ainda estar em circulação é que muita gente guarda as cédulas por acreditar que dá sorte ou simplesmente esquecem as notas. E há ainda aqueles que colecionam cédulas de R$ 1 consideradas raras, que podem valer mais que seu valor de face.
As cédulas de R$ 1 deixaram ser produzidas devido ao custo elevado e ao rápido desgaste. Por isso, o BC optou por lançar moedas em substituição às notas. Mas as cédulas ainda podem ser usadas no comércio e são substituídas progressivamente por moedas pelo BC.

O diretor de Divulgação da Sociedade Numismática Brasileira, Bernardo Marin Neto, diz que as notas que não circularam pelo país e tem menor tiragem podem custar bem mais do que o valor de face. No catálogo de colecionadores, uma nota de R$ 1, de 1996, assinada pelos então ministro da Fazenda, Pedro Malan, e pelo presidente do Banco Central (BC), Gustavo Loyola, custa R$ 195.
“O critério para definir esse valor é a raridade da nota. Esses valores são do catálogo, mas elas podem ser vendidas por mais”, disse Marin Neto. Outras cédulas de R$ 1 consideradas menos raras podem valer R$ 6, desde que estejam em perfeito estado de conservação.
Marin Neto explica que, quanto menor a quantidade de cédulas emitidas com nomes de ministros, mais as notas podem valer. Acrescentou que as últimas notas de real emitidas com os nomes do ministro da Fazenda Guido Mantega e do presidente do BC Alexandre Tombini poderão ter um valor a mais para os colecionadores, quando eles deixarem o governo. “Se Dilma [Rousseff] não se reeleger, as últimas notas do Mantega e Tombini serão valiosas. Se Dilma permanecer, mas trocar os ministros, também vão valer mais”, disse.
O tesoureiro da Associação Filatélica e Numismática de Brasília, Cleber Coimbra, conta que tem interesse pelas notas de R$ 1 desde o lançamento, em 1994. Coimbra disse que já teve centenas de notas de R$ 1 em casa, mas foi roubado. Atualmente, ele ainda tem algumas guardadas, além de cédulas de outros valores. “Coleciono notas há 60 anos. E já fui o maior exportador de dinheiro brasileiro fora de circulação”, disse.

Filha de Jorge Amado reconheceu desrespeito de Requião e fez nota de repúdio ao senador


filha amado
Em 2011, Paloma Jorge Amado, psícóloga e filha do escritor Jorge Amado, revelou, sem nem precisar citar o nome, como foi desrespeitada pelo senador Roberto Requião (PMDB) e sua mulher Maristela. O casal se irritou pelo ‘estorvo’ provocado por Paloma na fila VIP no aeroporto de Paris. Ela relembra ainda que só o reconheceu quando o viu na TV, tomando o gravador de um repórter da BandNews que questionava sua aposentadoria especial. Confira o relato na íntegra:
Odeio Prepotência
Era 1998, estávamos em Paris, papai já bem doente, participara da Feira do Livro de Paris e recebera o doutoramento na Sorbonne, o que o deixou muito feliz. De repente, uma imensa crise de saúde se abateu sobre ele, foram muitas noites sem dormir, só mamãe e eu com ele. Uma pequena melhora e fomos tomar o avião da Varig (que saudades) para Salvador.
Mamãe juntou tudo que mais gostavam no apartamento onde não mais voltaria e colocou em malas. Empurrando a cadeira de rodas de papai, ela o levou para uma sala reservada. E eu, com dois carrinhos, somando mais de 10 malas, entrava na fila da primeira classe. Em seguida chegou um casal que eu logo reconheci, era um politico do Sul (não lembro se na época era senador ou governador, já foi tantas vezes os dois, que fica difícil lembrar). A mulher parecia uma arvore de Natal, cheia de saltos, cordões de ouros e berloques (Calá, com sua graça, diria: o jegue da festa do Bonfim). É claro que eu estava de jeans e tênis, absolutamente exausta. De repente, a senhora bate no meu ombro e diz: Moça, esta fila é da primeira classe, a de turistas é aquela ao fundo. Me armei de paciência e respondi: Sim, senhora, eu sei. Queria ter dito que eu pagara minha passagem enquanto a dela o povo pagara, mas não disse. Ficou por isso. De repente, o senhor disse à mulher, bem alto para que eu escutasse: até parece que vai de mudança, como os retirantes nordestinos. Eu só sorri. Terminei o check in e fui encontrar meus pais.
Pouco depois bateram à porta, era o casal querendo cumprimentar o escritor. Não mandei a putaquepariu, apesar de desejar fazê-lo, educadamente disse não. Hoje, quando vi na TV o senador dizendo que foi agredido por um repórter, por isso tomou seu gravador, apagou seu chip, eteceteraetal, fiquei muito retada, me deu uma crise de mariasampaismo e resolvi contar este triste episódio pelo qual passei. Só eu e o gerente da Varig fomos testemunhas deste episódio, meus pais nunca souberam de nada…
Paloma Jorge Amado é psicóloga.
Define a sua preferência política desta forma. “Sou livre pensadora. Odeio tudo que é contra o povo, reacionário, retrógrado, preconceituoso. Se tivesse que escolher uma ala, escolheria a das Baianas.”

Rapaz é morto ao lado da namorada, ela some e crime pode ser passional


Por Elizangela Jubanski e Bruno Henrique

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Namorada sumiu após os disparos. Foto: Banda B
Um rapaz de 28 anos foi morto na madrugada deste sábado (13) no Jardim Arvoredo, em Araucária, na região metropolitana de Curitiba. Adriano Batista foi assassinado a tiros e estava ao lado da namorada, que sumiu após os disparos. A Polícia Civil acredita que o crime tenha sido passional.
De acordo com a polícia, o rapaz estava caminhando ao lado da namorada na rua Alfredo Rodrigues quando, por volta das 4h30, vizinhos ouviram disparos de arma de fogo. Policiais foram acionados e encontraram o rapaz morto no meio da rua. Não há informação se ele tinha passagens pela polícia, mas há indícios de crime passional.
A garota que estava com Adriano fugiu após os disparos e ainda não tinha sido localizada. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba. A Delegacia de Araucária investiga o caso.
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Motociclista com duas mulheres na garupa morre após colidir contra portão de igreja evangélica em Colombo


Por Marina Sequinel e Bruno Henrique

Um motociclista morreu após colidir contra o portão da igreja Assembleia de Deus emColombo, na região metropolitana de Curitiba, na madrugada deste domingo (14). O acidente aconteceu na rua Cascavel, por volta das 4h.
Segundo informações preliminares, o homem, identificado como Valdecir Prestes França, estava com duas mulheres na garupa da moto. Com o impacto, o portão chegou a ser arrancado e o piloto acabou morrendo na hora.
Não se sabe se a vítima apresentava sinais de embriaguez no momento do acidente. As mulheres foram socorridas e encaminhadas com ferimentos leves ao Hospital Cajuru.

Duas pessoas morrem e outras duas ficam gravemente feridas em acidente no Umbará


Por Marina Sequinel e Bruno Henrique

Um grave acidente matou duas pessoas e deixou outras duas gravemente feridas na madrugada deste domingo (14), no bairro Umbará, em Curitiba. O caso aconteceu por volta das 4h, na rua Helena Grodzki, próximo ao Centro de Treinamento do Caju, do Clube Atlético Paranaense.
Um carro Stilo e um Monza colidiram frontalmente, em alta velocidade. As causas do acidente não foram apuradas. Com o impacto, a passageira do primeiro veículo, Marilda dos Santos, morreu na hora, enquanto o motorista Sérgio Gonçalves foi encaminhado em estado gravíssimo para o Hospital do Trabalhador (HT).
Anderson dos Santos Pereira, de 28 anos, que estava no carona do Monza, também entrou em óbito no momento da ocorrência. O condutor do automóvel, um homem de 45 anos não identificado, foi socorrido e levado ao HT.