ÁUDIO DA ENTREVISTA DO VEREADOR SERGIO PINHEIRO NA RADIO COLOMBO WEB

BiblioSesc chega a Escola Durval Secchi no Guaraituba em Colombo


WEBMASTER 29 DE OUTUBRO DE 2014

Leitura e oficinas são algumas das atividades que acontecerão neste local, ações são abertas ao público em geral

Através do projeto BiblioSesc alunos são incentivados a ter e manter o prazer pela leitura
Através do projeto BiblioSesc alunos são incentivados a ter e manter o prazer pela leitura
Entre os dias 27 de outubro a 07 de novembro, a biblioteca móvel BiblioSesc vai estar estacionada no pátio da Escola Municipal Padre Durval Secchi, no bairro do Guaraituba. A iniciativa acontece por meio da parceria entre a Prefeitura Municipal através da secretaria da Indústria, Comércio, Turismo e Cultura com o Serviço Social do Comércio – Sesc, pelo projeto BiblioSesc.
Leitura e oficinas são algumas das atividades que acontecerão neste local que segundo a diretora do departamento de Cultura, Rita Straioto, são abertas gratuitamente a todos os moradores. “Os alunos e a comunidade poderão participar de diversas ações que vão desde o empréstimo de livros a oficinas de literatura”, informa.
Para o dia 06, às 10h com reapresentação às 14 horas será encenada a peça teatral “Contador de Histórias”.
Caminhão adaptado
Oficinas de leitura são algumas das atividades que acontecem no pátio da escola até o dia 07
Oficinas de leitura são algumas das atividades que acontecem no pátio da escola até o dia 07
O caminhão com cinco metros de comprimento e 2,5 de largura adaptado para esta finalidade está estacionado no pátio da escola, das 9 às 17h, conta com dez estantes e dez prateleiras que abrigam um acervo de cerca de 3,5 mil livros e revistas que podem ser emprestados de forma gratuita e domiciliar apresentando apenas um documento de identidade e comprovante de residência.
O BiblioSesc é um projeto que visa promover o acesso democrático à informação e ampliar o acesso ao livro e entre outras ações estimular o pensamento crítico, a criatividade e o prazer pela leitura. E esta é uma das maneiras de encurtar a distância entre o livro e o leitor.
Praça Central
De 14 a 24 de outubro, o Projeto BiblioSesc chegou a Colombo pela primeira vez e ficou estacionado na Praça Central para receber alunos e moradores da região. Ao todo, 1480 alunos foram atendidos nas variadas atividades realizadas neste período.
 
Serviço:
Projeto BiblioSesc
Pátio da Escola Municipal Padre Durval Secchi – Guaraituba
De 27 de outubro a 07 de novembro
Horário de atendimento: 9h às 17h
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Foto: João Senechal/PMC

Jardim Monte Castelo e região recebem ações do Programa Nosso Bairro em Colombo


WEBMASTER 29 DE OUTUBRO DE 2014

Patrolamento e limpeza de riachos são alguns dos serviços que estão sendo executados pela iniciativa que é desenvolvida pela Prefeitura de Colombo

Serviços que estão sendo executados no Jardim Monte Castelo fazem parte do Nosso Bairro
Serviços que estão sendo executados no Jardim Monte Castelo fazem parte do Nosso Bairro
Neste mês de novembro será a vez do Jardim Parque Monte Castelo e região receberem as ações do Programa Nosso Bairro, realizado pela Prefeitura de Colombo. As atividades concentradas acontecem somente no dia 22, mas os moradores já podem perceber a movimentação de máquinas e homens pelo bairro.
Entre os trabalhos que antecedem o Programa estão os serviços executados pela secretaria municipal de Obras e Viação, que vem realizando ações de: patrolamento, coleta de entulhos, limpeza das margens das vias, calçadas, bueiros e valas. Além da execução de uma operação tapa buracos.
Já a secretaria de Meio Ambiente atua no diagnóstico das nascentes de rios da região para posteriormente ser iniciado um trabalho de contenção de enchentes, limpeza, desassoreamento e dimensionamento dos bueiros, coleta de resíduos, orientação ambiental da população, limpeza de riachos e levantamento da malha de drenagem. Também há estudos acontecendo para a possível implantação de uma nova praça no bairro, além da reforma de algumas já existentes.
Nosso Bairro
Diversos trabalhos antecedem o evento do Programa que será realizado no dia 22 de novembro
Diversos trabalhos antecedem o evento do Programa que será realizado no dia 22 de novembro
O Programa Nosso Bairro é uma força tarefa realizada pela Prefeitura Municipal de Colombo por meio de todas as secretarias, departamentos e instituições parceiras, que acontece nos bairros do município para execução de serviços de utilidade destinada aos moradores.
“É uma boa oportunidade para a população se reunir com suas famílias e participar, já que na programação, além dos serviços de utilidade pública onde muitos não conseguem resolver durante a semana, estão previstas atividades recreativas, esportivas e culturais”, convida a prefeita Beti Pavin.
O Programa e sua ação concentrada teve seu início neste ano e está na sua 3ª edição. As anteriores foram realizadas no Jardim Osasco/Roça Grande e Guaraituba. O evento no Jardim Parque Monte Castelo acontece no dia 22 de novembro, na Escola Estadual Vinicius de Moraes, das 9h às 16h e está sendo coordenado pela secretaria da Indústria, Comércio, Turismo e Cultura.
Serviço:
Evento do Programa Nosso Bairro no Jardim Parque Monte Castelo
Data: 22/11 (sábado) – das 9h às 16h
Local: Escola Estadual Vinicius de Moraes
Endereço: Rua das Rosas, 662
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK:facebook.com/pmdecolombo
Foto: João Senechal/PMC

Suspeito de assalto é espancado pela população no Prado Velho e fica em estado grave


Por Luiz Henrique de Oliveira e Bruno Henrique


Um jovem de 25 anos foi encaminhado ao Hospital Cajuru, em Curitiba, em estado gravíssimo, por volta das 10h desta quarta-feira (29). Segundo a Polícia Militar (PM), ele foi espancado pela população após tentar assaltar pedestres na Rua Chile com a Manoel Martins de Abreu, nobairro Prado Velho.
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Suspeito de assalto foi levado ao Hospital Cajuru (Foto: Colaboração – Banda B)
O cabo Bezerra, da Polícia Militar (PM), contou que o assalto aconteceu próximo a um portão da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). “Ele foi perseguido e acabou caindo aqui desacordado, após ser agredido por moradores do bairro, em torno de dez a quinze pessoas. O rapaz não possuía documentos e não temos sua identidade, porque ele permaneceu desacordado”, explicou.
Ainda de acordo com o cabo, a atitude por parte dos moradores não foi a recomenada. “Não é o correto a Justiça com as próprias mãos. A gente pede que chamem a polícia para fazer o serviço dela e levar o suspeito até a delegacia”, concluiu.

Segurança baleado em saída de casa noturna fica tetraplégico e pede ajuda


Por Felipe Ribeiro e Antônio Nascimento

Foto: Arquivo Pessoal
Foto: Arquivo Pessoal
Sábado, 7 de julho de 2007, o dia em que mudou completamente a vida do segurança João Moreira Ramos, de 42 anos.  Casado e pai de dois de filhos, Ramos havia saído de casa para trabalhar em uma casa noturna do bairro Campo Comprido, em Curitiba, e nunca mais voltou a ser a mesma pessoa.
Baleado na coluna, o segurança ficou tetraplégico e, por não conseguir movimentar a maioria dos órgãos desde então, vive na dependência e ajuda de outras pessoas. Contando com o apoio integral da esposa e dos filhos, não consegue nem expressar o quanto é agradecido. “É uma situação delicada, já que até para ir ao médico preciso dos meus dois filhos juntos para que possam me colocar no carro”, lamenta.
Tendo como únicos movimentos a da língua e os olhos, relata com emoção os momentos seguintes ao do disparo e torce para que ninguém passe pela mesma situação. “Só lembro de acordar no Hospital Evangélico, mas hoje passo por dificuldades de vários tipos e minha família é meu grande apoio”, conta.
Devido ao grande porte, Ramos sofre até mesmo com as cadeiras de rodas, que muitas vezes não aguentam o seu peso. Após várias quebras e soldagens, entrou em contato com a Banda B para fazer um apelo: pedir uma cadeira de rodas nova e fraldas geriátricas.
Quem puder ajudar Ramos, basta entrar em contato com a família pelo telefone 3347-0027.

“Ela estava de pezinho em uma pedra e eu atirei”, conta pai que matou filha para se vingar de mulher


Da Redação


“Ela estava de pezinho em uma pedra e eu atirei”. Foi com essa frase que Marco Antônio Vieira Leal, de 26 anos, contou à imprensa como matou a filha de dois anos com um tiro na cabeça, no fim da tarde desta terça-feira (28), em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba. Ele também lamentou o crime e afirmou que não sabe o que aconteceu.
“Eu vi o corpo dela caindo no barranco e peguei as outras crianças para ir embora. Não sei o que aconteceu, porque eu não faria isso contra ela”, afirmou Marco Antônio, em entrevista aoPortal Catve.tv.
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Marco Antônio confessou o crime (Foto: Portal Catve.tv)
Já em um vídeo divulgado peloPrograma Brasil Urgente, da Band TV, o acusado, logo após ser preso, disse que matou para se vingar da mulher. “Para me vingar dela. Me deu surto psicótico, por causa dos medicamentos que eu tomo”, contou, em imagens feitas possivelmente por um policial militar.
O crime
O pai matou a própria filha de 2 anos com um tiro na cabeça, lançou o corpo em uma ribanceira e, ao ser preso, confessou que fez isso só para se vingar da mãe da criança, que ameaçava se separar dele. O homem cometeu o crime durante um passeio e atirou na filha na frente dos outros dois filhos, de 7 e 5 anos.
O crime aconteceu às 17 horas no bairro Roça Grande, em Piraquara. Segundo a polícia, o eletricista Marco Antonio Vieira Leal, de 36 anos, levou os três filhos, de 7, 5 e 2 anos para um banho de cachoeira na região da serra do Mar. Passou o dia com as crianças e, na volta, pediu para que os dois filhos mais velhos caminhassem um pouco à frente e ficou com a mais nova, Vitoria Emanuelle. Segundo o relato das crianças, Leal simplesmente pegou o revólver e atirou na cabeça da pequena Vitoria que, provavelmente, morreu na hora. Em seguida, jogou o corpo da filha em uma ribanceira e ameaçou os outros dois dizendo que iria acontecer o mesmo com eles se falassem para alguém.

PGR esquece caso Battisti e diz que não extradição de Pizzolato abre precedente perigoso


Procurador-geral da República afirma que, a partir de agora, Brasil pode ter dificuldades em obter extradições de países europeus

Gabriel Castro, de Brasília
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, criticou a recusa da Itália a extraditar Pizzolato
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, criticou a recusa da Itália a extraditar Pizzolato (Marcello Casal Jr./Agência Brasil/VEJA)
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, parece ter esquecido a decisão do governo brasileiro de não extraditar o terrorista italiano Cesare Battisti. Nesta quarta-feira, Janot disse que a permanência do mensaleiro Henrique Pizzolato em solo italiano abre um precedente perigoso porque, segundo ele, o argumento aceito pelo Judiciário da Itália – a falta de condições de segurança nos presídios brasileiros – não é totalmente verdadeiro. Na avaliação do chefe do Ministério Público, o Brasil pode ter dificuldades em obter a extradição de outros criminosos que tenham fugido para países da União Europeia.
Segundo Janot, há prisões brasileiras que contemplam os requisitos de segurança dos detentos: "O nosso sistema não é 100% falido". "Mas a estratégia da defesa foi essa de explorar alguns presídios que na verdade são enxovias e conseguiu um precedente muito perigoso para o Brasil, que é o de não conseguir extraditar ninguém da Comunidade Europeia."
O procurador disse não acreditar que a decisão do governo brasileiro de não extraditar o terrorista italiano Cesare Battisti motivou a Justiça da Itália a manter Pizzolato no país europeu. "Foi uma longa negociação com a Justiça italiana, o Ministério Público italiano, a Advocacia-Geral da Itália e o Ministério da Justiça da Itália. E nunca, em momento algum, esse problema foi levantado", declarou.
Janot conversou com jornalistas após participar de uma audiência na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Ele fez um balanço das atividades de seu primeiro ano à frente da PGR.
Pizzolato, que era diretor de Marketing do Banco do Brasil na época do mensalão, foi condenado a doze anos e sete meses de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro. Antes de a sentença ser cumprida, entretanto, ele fugiu para a Itália. Em fevereiro deste ano, ele foi descoberto na cidade de Maranello, e acabou preso por uso de documento falso. A Advocacia-Geral da União informou nesta terça-feira vai recorrer da decisão da Justiça italiana e pedir novamente que Pizzolato cumpra sua pena no Brasil.

STF autoriza prisão domiciliar para Dirceu


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Festa nos arraiais do PT. A punição aos mensaleiros foi mais curta que esperavam os próprios condenados. Ex-ministro José Dirceu foi condenado no mensalão a 7 anos e 11 meses. O trabalho fora do presídio ajudou a antecipar o benefício. Ele está preso desde novembro de 2013

Jarbas: indicado ao STF tem de repelir censura

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Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) defende a adoção de uma nova praxe nas sabatinas de candidatos a ministro do STF. Acha que a Comissão de Constituição e Justiça do Senado precisa exigir dos futuros indicados de Dilma Rousseff para o Supremo um compromisso de defesa da liberdade de imprensa.
“É inadmissível, que este Senado da República aprove novos ministros do Supremo Tribunal Federal que venham a colaborar com o cerceamento da liberdade de imprensa”, disse Jarbas em discurso, nesta terça-feira. “É essencial que se faça essa cobrança durante a tradicional sabatina na Comissão de Constituição e Justiça.”
Deve-se a preocupação de Jarbas aos ataques que Dilma, Lula e o PT vêm fazendo a jornalistas e meios de comunicação. Ele avalia que o comportamento “cria um clima de caça às bruxas”. Por isso, sugeriu “que a Comissão de Constituição e Justiça passe a exigir um claro compromisso contra qualquer tipo de censura à imprensa de todos os futuros candidatos a uma vaga na Suprema Corte.” Aqui, você assiste ao discurso de Barbas. Aqui, você lê a peça.

Câmara derruba decreto de Dilma que cria conselhos populares


Foto: Zeca Ribeiro/ABr/VEJA
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Da Veja:
A Câmara dos Deputados reagiu e, enfim, derrubou nesta terça-feira o decreto da presidente Dilma Rousseff, destinado a criar conselhos populares em órgãos da administração pública. A matéria foi assinada no final de maio em uma canetada da presidente e foi alvo de críticas de juristas e parlamentares. O Senado ainda tem de avaliar o projeto de decreto legislativo para que a determinação do Planalto seja suspensa.
A derrubada da matéria é uma reivindicação antiga da oposição e se deu dois dias após as eleições, indicando a turbulência que Dilma encontrará no Congresso no novo mandato. “Essa derrota é para mostrar que o discurso de conversa com o Congresso não poder ficar só na teoria”, resumiu o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).
Tão logo foi apresentado, no início de julho, o projeto que sustava o texto palaciano teve adesão maciça de partidos de oposição e da base, contando inclusive com o apoio do PMDB, maior aliado do governo. Na Câmara, a matéria ganhou regime de urgência, o que permitiu que fosse direto ao plenário antes de tramitar pelas comissões. O projeto de decreto legislativo que pedia a suspensão da canetada de Dilma foi pautado nesta terça por Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Casa que saiu derrotado na disputa ao governo do Rio Grande do Norte. Alves credita sua derrota à falta de apoio da presidente Dilma e ao fato de que o ex-presidente Lula chegou a participar da propaganda eleitoral do adversário Robinson Faria (PSD), eleito para o governo potiguar. Durante a sessão, o presidente convocou os deputados para que se mantivessem no plenário e garantissem a aprovação do texto. A derrubada do decreto foi aprovada em votação simbólica.
‘Sociedade civil’ – 
O decreto número 8.243/2014 foi criado sob o pretexto de instaurar a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS). Mas, na prática, prevê a implantação de “conselhos populares”, formados por integrantes de movimentos sociais, vinculados a órgãos públicos. A matéria instituiu a participação de “integrantes da sociedade civil” em todos os órgãos da administração pública. Porém, ao trazer uma definição restritiva de sociedade civil, representa um assombroso ataque à democracia representativa e à igualdade dos cidadãos ao privilegiar grupos alinhados ao governo.
O decreto do Palácio do Planalto é explícito ao justificar sua finalidade: “consolidar a participação social como método de governo”. Um dos artigos estabelece, em linhas perigosas, o que é a sociedade civil: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”. Ou seja, segundo o texto assinado por Dilma, os movimentos sociais – historicamente ligados ao PT – são a representação da sociedade no Estado Democrático de Direito.
A votação, que se arrastou por mais de duas horas, foi marcada por debates acalorados. “Numa democracia, quem escolhe o representante é o cidadão, é o povo. Com esse decreto, a presidente quer que essa escolha seja feita pelo próprio PT. Isso é um regime autoritário”, afirmou o líder do PSDB, deputado Antônio Imbassahy (PSDB-BA). “A Casa tem de se pronunciar. Não há espaço para que haja uma omissão do Parlamento brasileiro tendo em vista um quadro tão grave. A presidente Dilma prega dialogar, chama a nação para uma ampla negociação, mas impõe, via decreto presidencial, um modelo de consulta à população que é definido pelo Poder Executivo. É uma forma autocrática, autoritária, passando por cima do Congresso Nacional. Esse é um decreto bolivariano que realmente afronta o Poder Legislativo”, continuou o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE).
O PT tentou evitar a derrota a todo custo. Sabendo que não funcionaria no diálogo, o partido apresentou uma série de requerimentos, entre eles para adiar a sessão e retirar a matéria de pauta, mas todos foram rejeitados.

Youssef tem alta e volta para a carceragem da Polícia Federal


YOUSSEF -
O doleiro Alberto Youssef, internado desde sábado (25) na UTI caronariana do Hospital Santa Cruz, em Curitiba, recebeu alta e retornou para a sede da Polícia Federal (PF) por volta das 8h30 desta quarta-feira (29). Ele está preso desde março deste ano, acusado de chefiar um esquema de desvio e lavagem de dinheiro, estimado em R$ 10 bilhões, apurado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal. Ele e os procuradores do Ministério Público Federal (MPF) entraram em um acordo de delação premiada.
Os agentes federais informaram que no sábado ele teve uma forte queda de pressão arterial, causada pelo “uso de medicação no tratamento de doença cardíaca crônica”. Segundo a polícia, esta foi a terceira vez que Youssef precisou de atendimento médico desde que foi preso.
Após a notícia da internação de Youssef, boatos sobre um possível envenenamento e morte do doleiro circularam pela internet. A informação logo foi desmentida pelos advogados que o representam e também pelo hospital.
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que a difusão da informação falsa é “profundamente deplorável”. O ministro também relatou que a Polícia Federal foi “devidamente orientada” a investigar os boatos. Segundo Cardozo, a PF vai, “nos termos da lei”, pedir autorização para apurar o caso.

Dilma recua sobre plebiscito para a reforma política


Do Globo:
A presidente reeleita Dilma Rousseff admitiu nesta terça-feira a possibilidade de dialogar com o Congresso Nacional e fazer um referendo para a reforma política. Logo após a apuração das urnas, Dilma havia discursado sobre a necessidade da elaboração de um plebiscito. No referendo, a população responderia “sim” ou “não” a um projeto elaborado pelo Congresso. Já no outro tipo de consulta popular, os brasileiros escolheriam entre diferentes opções de sistema político e financiamento de campanha.Dilma deu entrevista ao SBT e à Band nesta terça-feira.
Nos últimos dois dias, parlamentares e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), reagiram à proposta de plebiscito. Dilma disse, agora, que não está “preocupada” com o formato da consulta popular, mas destacou que será difícil o debate do tema sem que tenha a participação popular.
— Acho que não interessa muito se é referendo ou plebiscito. Pode ser uma coisa ou outra — afirmou.
— Eu participei nessa eleição de discussões em todo o Brasil. Aliás, isso talvez seja o grande mérito de uma eleição, a capacidade de você discutir e dialogar com os mais diferentes setores. O que que eu vi? Eu vi uma ânsia imensa pela reforma política. Além disso, eu vi um movimento muito forte de vários segmentos, nem todos pensam igual, mas todos eles irmanados nessa questão da reforma política, que me apresentaram entre 7 milhões a 8 milhões de assinaturas — disse Dilma sobre as propostas da OAB, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e da CNBB.
Dilma garantiu que chamará a oposição para o diálogo com a nação, como prometido no domingo passado, em seu pronunciamento na festa da vitória da campanha. Ela incluiu os presidenciáveis derrotados Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) na lista de representantes a serem procurados.
— Eu não acredito que alguém queira um futuro pior para o país. Então, já tem aí um ponto de unidade, de possível união. Eu acredito que a disposição para o diálogo são essenciais pós-eleições. Obviamente, esse diálogo tem que abranger a maior parte ou todos os setores organizados que se dispuserem. Isso inclui aqueles que foram oposição e adversários meus durante o processo eleitoral.
Dilma descartou negociar com a oposição sobre projetos pontuais em tramitação no Congresso. Ela disse que a conversa com essas lideranças tem que ser sobre questões maiores.
— Não é negociação toma lá da cá. Tem que ser sobre as questões importante para o futuro do país. É obvio que eu posso perder uma votação no Congresso, mas também posso ganhar. Agora, o que acho que vamos ter que discutir não são questões pontuais. Temos que discutir como encarar daqui para frente as reformas fundamentais, como a política, tributária — afirmou.
Com o principal governador do PSDB, Geraldo Alckmin (São Paulo), a presidente disse que a oferta de ajuda para enfrentar a crise de abastecimento em São Paulo já foi feita pelo governo federal e que, agora, é o tucano quem deve procurá-la se quiser parceria.
Ao ser questionada sobre a regulação da mídia, a presidente afirmou que não pretende interferir na liberdade de expressão:
— Eu sou de uma época. Eu vivi sobre a ditadura, e ao viver sobre a ditadura eu sei o valor da liberdade de imprensa. Agora, como qualquer setor econômico, porque a mídia não é somente ou cultural ou jornalístico, tem de ter regulações econômicas. Vamos discutir bastante antes de fazê-lo.
Sobre mudanças no direito de resposta, Dilma acredita que o tema deve ser regulamentado:
— As pessoas não podem se dar ao luxo de querer bloquear informações porque se sentem ameaçadas ou feridas. Por isso que tem de regulamentar para colocar limites claros.

Após registrar desvios, prefeitura de Campo Largo muda regra de doações da chuva


Por Elizangela Jubanski 

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Doações arrecadas no Centro da Juventude. Foto: Banda B

A prefeitura de Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, mudou as regras para a entrega de donativos aos afetados pelas chuvas que aconteceram no último dia 17. Após registrar desvios de doações e denúncias de que pessoas estariam se prevalecendo de alguns produtos, desde o início dessa semana, a Provopar envia uma equipe de funcionários para checar a real situação da família. Segundo informação da assessoria do programa, esta é a maneira mais eficiente de levar as doações para os mais necessitados.
O funcionário da Provopar do município, que é o Programa Voluntariado Paranaense, admitiu à Banda B, na manhã desta quarta-feira (29), que houve falhas no início da entrega das doações. “Muita gente que não precisava acabou indo lá e se aproveitou da situação. Até mesmo o comércio se prevaleceu em alguns aspectos. Então, agora que nós conseguimos estabilizar a situação e colocar em ordem aquilo que foi levado e o que precisa ser doado com urgência para as pessoas”, disse Marcílio Roberto de Almeida, que é assistente social.
Revolta
No entanto, alguns moradores que foram na manhã de hoje (29) em busca de doações ficaram revoltados por não conseguirem levar para a casa o que precisavam. A dona de casa Laurentina Ferreira de Souza, 41 anos, mora no bairro da Raseira e perdeu quase todos os móveis e roupas que tinha em casa. “Cheguei aqui e estão segurando as doações. To precisando de produtos de higiene, alimentos, roupinhas para as crianças. Falaram que nessa nova forma de doar, vai demorar mais de dois meses. Até lá, quem precisa não vai precisar mais”, reclama.
O novo sistema adotado para evitar os desvios de doações faz com que os produtos sejam entregues nas casas dos moradores mais necessitadas. Após preencher um cadastro obrigatório, o morador é orientado a voltar para casa e aguardar a chegada dos donativos. “Tinha pessoa vendendo colchões, alimento, lonas. Não podemos perder o controle. Nós vamos dar tudo que arrecadamos, logicamente. O que faríamos com tudo isso a não ser dar para essas pessoas que perderam tudo? Mas, precisamos pegar os dados dessas pessoas e entregar para quem realmente precisa. Estamos fazendo isso o mais rápido que conseguimos”, explica Almeida da Provopar.
Doações
O Centro da Juventude continua recebendo doações de roupas, alimentos, produtos de higiene, água, fraldas, colchões e, sobretudo, telhas – a maior procura entre os moradores afetados. A distribução acontece em parceria com a Defesa Civil de Campo Largo e a Secretaria de Assistência Social do município.

Conheça Sandrão, a nova esposa de Suzane von Richtofen, condenada por sequestro e morte de um adolescente


Redação com UOL
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Sandrão se casou com Suzane – Foto: Reprodução
Após o anúncio de que de Suzane von Richthofen se casou com uma companheira de cela na prisão, começaram a surgir na imprensa as primeiras fotos de Sandra Regina Ruiz Gomes, 31, sua nova esposa.
De acordo com reportagem publicada no UOL, Sandrão, como é conhecida na penitenciária de Tremembé, participou em 2003 do sequestro de um adolescente em Mogi das Cruzes (Grande São Paulo) com três homens.
A vítima foi Talisson Vinicius da Silva Castro, 14. Ele era vizinho de Sandra.
Segundo investigação da polícia e Ministério Público, era Sandra (também conhecida como Galega) a responsável por fazer as ligações ameaçadoras à família.
O pedido de resgate foi de R$ 40 mil, mas acabou reduzido para R$ 3.000. Quando a família efetuou o pagamento, o menino já estava morto com um tiro na cabeça.
Sandra foi condenada a 27 anos de prisão – pena posteriormente reduzida a 24 anos.
Em Tremembé, apesar da fama de “barra pesada”, Sandra participa de eventos organizados para as detentas.
Conforme a Folha revelou na terça-feira (28), Suzane fez o reconhecimento de seu relacionamento afetivo com Sandra. As duas estão morando juntas na cela das casadas com mais oito casais.
Até o começo ano, Sandra era companheira de Elize Matsunaga, 32, presa pela morte e esquartejamento do marido Marcos Kitano Matsunaga, 41, em junho de 2012.

Testes de vacina experimental começam esta semana na Suíça


Da Agência Brasil

Os primeiros testes de uma vacina experimental contra o vírus ebola devem ter início esta semana na Suíça, divulgou hoje (28) a Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a entidade, autoridades suíças autorizaram o início dos testes da vacina, desenvolvida pela empresa britânica GlaxoSmithKline (GSK).
Os testes, que ocorrerão num hospital em Lausanne, perto de Genebra, vão envolver 120 pessoas. “Esta é a última etapa para fornecer o mais rápido possível vacinas seguras e eficazes contra o ebola”, referiu a agência das Nações Unidas, num comunicado.
A vacina experimental da GSK é uma das duas vacinas que a OMS considera particularmente promissora. Os ensaios clínicos já começaram no Mali, no Reino Unido e nos Estados Unidos e em breve, na Suíça e Alemanha. Em dezembro, podem abranger os três países da África Ocidental mais afetados pelo surto da doença – Libéria, Guiné-Conacri e Serra Leoa.
Atualmente, não existe tratamento ou vacina homologada para combater o vírus ebola. O atual surto já matou quase 5 mil pessoas entre os 10.141 casos identificados em oito países (Libéria, Serra Leoa, Guiné-Conacri, Nigéria, Senegal, Mali, Espanha e Estados Unidos).

Homens atiram em festa de adolescentes e garota de 16 anos é atingida na cabeça


Por Elizangela Jubanski e Danaê Bubalo

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Dentro da casa, polícia encontrou pés de maconha e balança de precisão. Foto: DB/Banda B

Uma adolescente de 16 anos que estava dentro de uma casa no bairro Uberaba, em Curitiba, foi baleada na cabeça na noite desta terça-feira (28) e morreu na hora. Outro de 17 anos também foi atingido por dois disparos de arma de fogo, mas foi socorrido e passa bem. Os tiros foram disparados por homens que passaram dentro de um carro atirando contra essa casa, onde acontecia uma festa. Os assassinos não foram encontrados.
O crime aconteceu por volta das 22 horas na região do Jardim União. A adolescente participava de uma festa junto com um grupo de rapazes e garotas nessa casa, que fica na rua Tadeu Cararo. Um carro, ainda não identificado, parou em frente ao local e disparou vários tiros contra o grupo de amigos. Não há informações se os atiradores chegaram a entrar na festa ou se os disparos foram feitos de dentro do veículo, conforme relataram as testemunhas.
A adolescente, que ainda não foi identificada oficialmente, foi atingida na cabeça por um disparo e não resistiu. Outro garoto de 17 anos foi atingido por um tiro na perna e outro no braço. Ele foi socorrido até a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Cajuru.
A Polícia Militar (PM) localizou dentro da residência dois pés de maconha e também uma balança de precisão. “Foram cerca de 15 disparos de arma de fogo. A gente não sabe se esses dois têm relação com o tráfico ou não, mas fica a dica para aqueles que não se importam em se envolver com traficante ou usuários”, disse o tenente Bittencourt à Banda B.
O rapaz que socorrido não corre risco de perder a vida. O corpo da jovem foi recolhido ao Instituto Médico Legal de Curitiba e a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa investiga o caso.

Para se vingar da mulher que queria se separar, pai mata filha de 2 anos com tiro na cabeça


Por Denise Mello e Antonio Nascimento


pai matou filha
Marco Antonio leal foi preso em flagrante e confessou que matou a filha para se vingar da mãe – Foto: Antonio Nascimento/Banda B
Um crime bárbaro foi registrado no fim da tarde desta terça-feira (28) em Piraquara, região metropolitana de Curitiba. Um pai matou a própria filha de 2 anos com um tiro na cabeça, lançou o corpo em uma ribanceira e, ao ser preso, confessou que fez isso só para se vingar da mãe da criança, que ameaçava se separar dele. O homem cometeu o crime durante um passeio e atirou na filha na frente dos outros dois filhos, de 7 e 5 anos.
O crime aconteceu às 17 horas no bairro Roça Grande, em Piraquara. Segundo a polícia, o eletricista Marco Antonio Vieira Leal, de 36 anos, levou os três filhos, de 7, 5 e 2 anos para um banho de cachoeira na região da serra do Mar. Passou o dia com as crianças e, na volta, pediu para que os dois filhos mais velhos caminhassem um pouco à frente e ficou com a mais nova, Vitoria Emanuelle. Segundo o relato das crianças, Leal simplesmente pegou o revólver e atirou na cabeça da pequena Vitoria que, provavelmente, morreu na hora. Em seguida, jogou o corpo da filha em uma ribanceira e ameaçou os outros dois dizendo que iria acontecer o mesmo com eles se falassem para alguém.
O eletricista foi embora e deixou os filhos no local. As crianças conseguiram carona para voltar e contaram tudo para os avós, que acionaram a Polícia Militar. Os policiais foram até a casa de Leal. Lá, com uma frieza impressionante, confessou o crime e disse que fez isso para se vingar da esposa, que queria deixá-lo. O homem levou os policiais até o local onde havia jogado o corpo da filha. Segundo a PM, o local é de difícil acesso e o corpo só foi recolhido durante a madrugada e encaminhado ao Instituto Médico Legal.
Marco Antonio Leal foi preso  em flagrante e autuado por homicídio. Ele está recolhido na Delegacia de Piraquara.