Trio de canibais é condenado em júri popular no Fórum de Olinda, PE


Jorge Beltrão pegou 23 anos; Bruna e Isabel foram condenadas a 20 anos.
Eles ainda responderão por outras duas mortes ocorridas em Garanhuns.

Do G1 PE
Trio ficou de pé para escutar decisão no Fórum de Olinda (Foto: Anna Tiago/G1)Trio ficou de pé para escutar decisão no Fórum de Olinda (Foto: Anna Tiago/G1)
O trio de canibais foi condenado, na noite desta sexta-feira (14), por homicídio quadruplamente qualificado, vilipêndio (violação) e ocultação do cadáver de Jéssica Camila da Silva Pereira, 17 anos. O crime ocorreu em maio de 2008. Jorge Beltrão Negromonte da Silveira pegou 21 anos e seis meses de reclusão e um ano e seis meses de detenção, totalizando 23 anos. Já as rés Isabel Cristina Torreão Pires e Bruna Cristina Oliveira da Silva pegaram 19 anos de reclusão e um ano de detenção, totalizando 20 anos cada. A sentença foi lida pela juíza Maria Segunda Gomes de Lima, que presidiu o júri popular no Fórum de Olinda, Grande Recife. A defesa dos réus informou que vai recorrer da decisão.
Sentença foi lida pela juíza Maria Segunda Gomes de Lima, que presidiu o júri popular no Fórum de Olinda (Foto: Anna Tiago/G1)Sentença foi lida pela juíza Maria Segunda Gomes de Lima,
que presidiu o júri popular no Fórum de Olinda
(Foto: Anna Tiago/G1)
"Os jurados entenderam que os réus são culpados e, com base no artigo 59 do Código Penal, foi aplicada uma pena determinada a casa um deles, especificamente depois de analisar todos os antecedentes, culpabilidade, comportamento", disse a magistrada, acrescentando que, nesse caso, não coube a pena máxima. "Pena máxima a gente aplica quando tem condenação e outros processos já julgados, o que não é o caso deles. Um [Jorge] responde a outro processo, mas não tem condenação. No caso dos outros crimes que ele responde na cidade de Garanhuns, pode ser que isso desfavoreça a pena dele", explicou.
Segundo o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), pelo menos um sexto da pena de reclusão só pode ser cumprida em regime fechado. Já no caso da detenção, essa pena pode ser cumprida em regime semiaberto ou aberto. A decisão levou em conta quatro agravantes do homicídio (motivo fútil, emprego de meio cruel, sem dar chance de defesa à vítima e para assegurar impunidade).
Jorge Beltrão ainda foi condenado a pagar 320 dias-multa e as rés, 120 dias-multa. O valor será estabelecido pela Vara de Execuções Penais e pode ser cobrado depois do cumprimento das penas. A multa será paga ao Fundo Penitenciário.
Jorge e Isabel ficaram de mãos dadas enquanto escutavam a sentença (Foto: Anna Tiago/G1)Jorge e Isabel ficaram de mãos dadas enquanto escutavam
a sentença (Foto: Anna Tiago/G1)
Inicialmente, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira volta ao Complexo do Curado, na Zona Oeste do Recife, mas deverá cumprir a pena na Penitenciária Barreto Campelo, em Itamaracá, na Região Metropolitana, quando não couber mais recurso. Isabel Cristina Torreão Pires e Bruna Cristina Oliveira da Silva serão encaminhadas à Colônia Penal de Buíque, no Agreste.
A promotora Eliane Gaia lamentou a redução da pena, mas estava satisfeita com a decisão do júri. "O MPPE [Ministério Público de Pernambuco] fez o seu trabalho junto à sociedade e o corpo de jurados nos atendeu. A pena faz parte do nosso código e a confissão ajudou na redução", afirmou. Ela não pretende recorrer da sentença.
A vítima era moradora de rua, tinha 17 anos, uma filha de um ano e aceitou viver com os acusados. Eles planejaram ficar com a criança depois de matar a mãe, segundo a denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Os três réus foram acusados de terem guardado a carne da jovem para consumo humano, além de ter ocultado os restos mortais.
Começa o segundo dia de julgamento de Jorge, Isabel e Bruna (Foto: Katherine Coutinho/G1)Jorge, Isabel e Bruna ainda serão julgados por outros dois crimes (Foto: Katherine Coutinho/G1)
Julgamento em dois dias
O júri foi realizado em dois dias. Teve início na quinta (13), mas foi suspenso à noite a pedido do MPPE e da defesa dos réus. Recomeçou na manhã desta sexta e terminou por volta das 19h30.
Nesta sexta, Jorge Beltrão foi o primeiro dos réus a chegar ao Fórum para o segundo dia da sessão. Às 9h30 chegaram as outras duas rés, Isabel Cristina e Bruna Cristina. Antes do julgamento começar, Bruna mostrou um papel a Jorge. Isabel estava chorosa e parecia bastante nervosa.
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Ilana Casoy esteve no Fórum de Olinda para acompanhar júri dos canibais (Foto: Luna Markman/G1)Ilana Casoy esteve no Fórum de Olinda para
acompanhar júri dos canibais
(Foto: Luna Markman/G1)
A especialista já colaborou com a Polícia Civil e Técnico-Científica, Ministério Público e advogados de São Paulo e de outros estados para ajudar na elaboração da análise criminal de casos em andamento. Têm quatro livros publicados: “Serial Killer – Louco ou Cruel? “ e “Serial Killers – Made in Brazil”, “O Quinto Mandamento” e “A Prova é a Testemunha”.
Casoy acompanhou o caso desde o início, tendo tido inclusive a chance de entrevistar os réus. “Todos os crimes com mais de duas vítimas que envolvem um ritual me chamam atenção. Neste caso, o que se destaca é que a gente tem três assassinos e três versões diferentes. Aqui [no julgamento], eles já têm outras versões, que não foram as que eu ouvi antes, então são seis ao todo. [As versões] não são controversas, às vezes são até complementares, mas é difícil saber exatamente o que aconteceu, o que é verdade e o que não é”, disse.

Outros crimes em Garanhuns
O trio ainda é acusado de assassinar em Garanhuns, no Agreste do estado, Giselly Helena da Silva, 31 anos, e Alexandra Falcão da Silva, 20 anos, mortas, respectivamente, em fevereiro e março de 2012. O julgamento relativo a esse processo ainda não foi marcado pela Justiça estadual.
Os acusados afirmam fazer parte da seita O Cartel, que visa a purificação do mundo e o controle populacional. A ingestão da carne faria parte do processo de purificação. O caso veio a público depois que parentes de Giselly Helena da Silva denunciaram o seu desaparecimento. Os acusados usaram o cartão de crédito da vítima em lojas de Garanhuns e foram rastreados pela polícia.

Uma publicação contendo os detalhes dos crimes - registrada em cartório - foi encontrada na casa dos réus. Para a Polícia Civil de Pernambuco, não há possibilidade de outras mortes terem sido praticadas pelo trio no estado.

Justiça confirma que irmã e sobrinho de Clemans Abujamra vão a júri popular


Da Redação

A irmã e o sobrinho acusados de matarem a empresária Clemans Abujamra serão julgados no Tribunal do Júri de Curitiba. De acordo com decisão do juiz Daniel Surdi de Avelar, da 2ª Vara do Júri de Curitiba, Christiane Abujamra e Arnold Vianna serão levados a júri popular, o que garante uma pena maior do que caso fossem julgados em outro tribunal. A data do julgamento deve ser marcada em um próximo pronunciamento do juiz.
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Foto: Arquivo
De acordo com a acusação, Christiane e Arnold continuarão a responder presos pelos crimes de homicídio qualificado por meio cruel e fraude processual, por terem alterado o local do crime e tentado induzir em erro a Justiça.
Clemans Abujamra trabalhava como professora nos Estados Unidos e veio ao Brasil para adotar uma criança quando acabou assassinada entre os dias 27 e 29 de abril de 2013. De acordo com investigação da Polícia Civil, ela foi esfaqueada e morta pela irmã Christiane e pelo sobrinho Arnold no interior do apartamento da família, localizado no bairro Batel. Em seguida, irmã e sobrinho teriam colocado o corpo da vítima em uma mala para ocultar o cadáver em um terreno baldio, situado no mesmo bairro.
Ambos os acusados foram presos em 5 de fevereiro deste ano, quase um ano após o crime.  Segundo os advogados Elias Mattar Assad e Louise Mattar Assad, que atuam no processo como assistentes da acusação, as penas podem oscilar entre doze e trinta anos de prisão.
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Pai de Gilmar Yared diz que só agora viu as fotos do corpo do filho e critica ministros do STF


Da Redação


Gilmar Yared, pai do jovem Gilmar Rafael Yared, que foi uma das vítimas do acidente envolvendo o ex-deputado Luiz Fernando Ribas Carli Filho, em maio de 2009, usou as redes sociais para desabafar nesta sexta-feira (14). Ele revelou que apenas agora viu as fotografias do corpo do filho, já que na época do acidente foi impedido de reconhecê-lo pelo irmão e perito, que quiseram lhe poupar do impacto.
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Gilmar Yared é uma das vítimas do acidente fatal (Foto: Arquivo Pessoal)
“Naquela madrugada do dia 7 de maio de 2009 estive no IML e não vi o corpo e o caixão havia chegado lacrado ao cemitério. Hoje, tive acesso as fotos quando pesquisava sobre o processo. Pela primeira vez vi a sua cabeça destruída, arrancada de seu corpo, um duro golpe passados cinco anos da tragédia. Como é que os desembargadores e ministros do Supremo conseguem dormir?”, disso ao pai, criticando o fato de do causador do acidente ainda não ter ido à Juri Popular.
Gilmar Yared não parou por aí. “Carli Filho nem multado foi cujo processo se arrasta sem nenhuma previsão de desfecho”, lamentou.
Após a decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) de levar Carli Filho a júri popular, a defesa entrou com recurso para tentar modificar os termos. Por meio medida que está validada até o momento, ele responde por homicídio de dolo eventual (quando se assume o risco de matar), e não por homicídio culposo (quando não há intenção) pela Vara Comum de Trânsito. Até o momento não há previsão de quando o julgamento acontecerá.
Carli Filho é acusado de matar Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida em um acidente de trânsito em maio de 2009, no Mossunguê, em Curitiba. Segundo a acusação, ele dirigia embriagado e a 173 km/hora. Na ocasião, o Detran informou que o ex-deputado tinha 130 pontos em sua CNH por infrações de trânsito.

Suspeito de participar de assalto que terminou em assassinato de PM é morto em troca de tiros


Da Redação
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José Luiz da Silva (à direita) foi localizado pelos policiais militares. (Foto: Reprodução)

Um dos assaltantes responsáveis pela morte do soldado Leandro Souza Ferst, de 34 anos, foi atingido em uma troca de tiros contra a Polícia Militar (PM) na tarde desta sexta-feira (14). Ele morreu no local. O caso aconteceu na Rua Pedro Apolinário Gonçalves, no bairro Borda do Campo, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.
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(Foto: Polícia Militar)
José Luiz da Silva, de 55 anos, morava no Parolin, em Curitiba, mas fugiu para a cidade vizinha para se esconder. Segundo informações da PM, ele estava baleado no braço e moradores do local desconfiaram do ferimento. Eles ligaram para a polícia, após ver as fotos de notícias, e o denunciaram.
De acordo com o tenente Johannes, do 17° Batalhão da PM, a casa em que Silva estava era abandonada, usada exclusivamente para se esconder. “Assim que chegamos a residência, tentamos entrar, mas fomos recebidos a tiros e revidamos. No terreno baldio ao lado também encontramos uma pistola nove milímetros possivelmente usada no assalto”, disse.
O comparsa do assaltante (à esquerda na foto acima) está sendo procurado pela polícia. O corpo foi recolhido ao Instituto Médico Legal.
Luto
O 17° Batalhão da Polícia Militar (17º BPM) declarou luto pelo soldado Leandro, morto por assaltantes na noite desta quinta-feira (13), em São José dos Pinhais. Ele tentou abordar uma dupla que realizava um roubo em uma loja de conveniências quando foi atingido por dois disparos.
O soldado chegou a ser conduzido para o Hospital São José, onde passou por cirurgia, mas não resistiu e morreu no início da madrugada.

Irmão de adolescente desabafa após homofobia dentro de ônibus: “Pior os que ficaram calados”


Da Redação

Um internauta fez um post de desabafo no Facebook depois que a irmã de 17 anos foi agredida dentro de um ônibus em Curitiba na última quarta-feira (12). Um homem a empurrou, chutou as pernas e deu um tapa no rosto dela depois que a viu de mãos dadas e abraçada com outra garota.
“Um homem muito mal amado e limitado pelos privilégios que a nossa sociedade legitima não suportou ver o afeto entre duas meninas. Ele gritava que se ela não foi educada em casa, seria educada na rua”, afirmou ele na publicação.
Segundo ele, o que mais provocou revolta foi o fato de que o ônibus estava cheio, com cerca de 50 pessoas, que não fizeram nada diante do ato homofóbico. “Esse homem não agiu sozinho. Todos escolheram se omitir. Todos são cúmplices. O choro da minha irmã, da companheira dela, o meu e o dos meus pais é culpa de todos que decidiram permanecer quietos”, relatou o jovem.
A irmã dele está bem fisicamente, mas continua com a “cabeça um pouco bagunçada”. “Eu fico mais triste e indignado por saber que isso acontece todos os dias. Não me vem outra coisa na cabeça que não seja a frase atribuída à Martin Luther King: ‘não me espanta o grito dos maus, mas o silêncio dos bons’. Eu peço perdão a ela por não conseguir fazer do mundo um lugar melhor”, concluiu.

Polícia encerra cárcere privado de mais de 7 horas em Porto Alegre


Homem manteve a mãe refém no Bairro Teresópolis, na Zona Sul da capital.
Segundo a Brigada Militar, 33 tiros foram disparados pelo filho da idosa.

Do G1 RS
Foi encerrado por volta das 7h30 desta sexta-feira (14) o cárcere privado de uma idosa de 78 anos que foi mantida como refém pelo próprio filho durante mais de sete horas no Bairro Teresópolis, na Zona Sul de Porto Alegre. A polícia invadiu a residência, localizada na Avenida Engenheiro Ludolfo Bohel, e o homem não ofereceu resistência.
A Brigada Militar afirma que ele foi ferido com um tiro no braço. A mãe dele não ficou ferida, mas também recebe atendimento do Samu. De acordo com o comandante do Comando de Policiamento da Capital (CPC), coronel João Diniz Godói, a residência foi invadida após 33 disparos contra a polícia.
Homem manteve mãe refém no Bairro Teresópolis (Foto: Reprodução/RBS TV)Homem manteve mãe refém no Bairro Teresópolis
(Foto: Reprodução/RBS TV)
"A ocorrência está encerrada. Ele está ferido com um tiro no braço. A mãe está bem. Ele disparou contra a Brigada Militar 33 tiros. Nós fizemos um revide e acertamos no braço e ele se entregou. Então ele está sendo atendido agora pelos médicos do Samu e a mãe também está sendo atendida e vamos encaminhar a ocorrência", relatou o coronel à imprensa presente no local.
Vizinhos teriam ouvido uma discussão e chamaram a polícia por volta das 23h de quinta-feira (13). Conforme a polícia, o homem estava armado com dois revólveres e atirou em direção a policiais que tentaram se aproximar da casa no início da ocorrência.
Os motivos que levaram o homem a prender e a ameaçar a mãe em casa são desconhecidos. Relatos de vizinhos à polícia dão conta de que o homem sofre de esquizofrenia. O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) e uma psicóloga foram acionados para negociar com ele.

Falsa biomédica passa a noite em cela com outras seis detentas, em GO


Raquel Policena foi presa em casa, em Catalão, e encaminhada para Goiânia.
Polícia suspeita que ela voltaria a fazer aplicações para aumentar bumbum.

Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera
A falsa biomédica Raquel Policena Rosa, 27, investigada pela morte da ajudante de leilão Maria José Brandão, 39, passou a noite e madrugada em uma cela do 14º Distrito Policial, em Goiânia, ao lado de outras seis detentas. Ela foi presa na casa em que mora em Catalão, no sudeste de Goiás, e encaminhada para a capital na noite de quinta-feira (13). Segundo a Polícia Civil, a prisão preventiva foi pedida no último dia 7, pois existe a suspeita de que ela pretendia voltar a fazer aplicações em clientes.
Raquel chegou ao 14º DP por volta das 23h45. Na entrada, ela não falou com a imprensa. Depois, foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) para fazer o exame de corpo de delito e retornou por volta das 2h. Ainda não há informações se ela será transferida para a Casa de Prisão Provisória de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, ainda nesta sexta-feira (14).

Durante os depoimentos das vítimas, algumas mulheres disseram à polícia que Raquel, mesmo investigada pela morte de Maria José, planejava voltar a realizar os procedimentos. Por isso, foi pedida a prisão. “Ela [Raquel] teria dito a algumas mulheres que faria o retoque assim que a poeira abaixasse e que a mídia deixasse de falar do assunto”, relatou Myrian.
Segundo a delegada Myrian Vidal, responsável pelo caso, Raquel fez aplicações para aumento de bumbum, procedimento que é exclusivo para médicos, em 28 mulheres. Ainda é investigado se ela aplicava hidrogel, como disse em depoimento, ou silicone industrial.
O advogado de Raquel, Ricardo Naves, afirmou que vai pedir um habeas corpus para a Justiça. “Nós tivemos o cuidado de peticionar a delegada, colocando a Raquel à disposição dela para a produção de provas, para colaborar em todos os aspectos das investigações”, disse.
Em depoimento prestado no último dia 3, Raquel disse à delegada que não errou ao fazer o procedimento em Maria José. "Ela está convicta de que não errou porque fez um curso de bioplastia estética, com duração de 15 dias, e disse que a morte está relacionada a outro fator", declarou a delegada. Na ocasião, ao sair da delegacia, ela afirmou apenas que "as minhas declarações eu já prestei à Justiça".
Raquel Policena chegou na noite de quinta-feira (13) ao 14º DP de Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Raquel chegou na noite de quinta-feira (13) ao 14º DP de Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Outros investigados
Além de Raquel Policena a polícia também investiga se o namorado dela, o professor de idiomas Fábio Justiniano Ribeiro, de 33 anos e uma mulher do Rio de Janeiro, identificada como Thaís Maia, também teriam participado das aplicações para aumentar o bumbum das mulheres.

A Polícia Civil passou a investigar o homem após encontrar áudios no celular da vítima, nos quais a falsa biomédica relata a presença do companheiro durante as sessões. Na troca de mensagens, Raquel tenta acalmar a vítima e diz que o inchaço que ela estava sentindo em uma das nádegas iria sumir.“Fica tranquila, ele vai assentar, vai ficar por igual os dois lados. É assim mesmo, porque a minha mão é mais pesada que a do Fábio [namorado] e a minha massagem é um pouco mais forte, um pouco mais intensa”.
Foto mostra Raquel e Fábio durante aplicação, diz polícia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Foto mostra Raquel e Fábio durante aplicação,
diz polícia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Durante depoimento prestado na última segunda-feira (10), Fábio disse que não participou das aplicações feitas pela namorada. "Ele confirmou estar com ela em todos os procedimentos, mas nega ter participado das aplicações. Só no caso da Maria José é que ele disse ter feito uma massagem nos glúteos dela, mas isso contraria o depoimento do filho da vítima, que afirma ter visto ele fazendo o procedimento. Mas já temos até fotos que mostram ele durante as aplicações", informou a delegada.
Já Thaís Maia, que se identificava como médica, teria vindo a Goiânia para realizar alguns dos procedimentos junto com Raquel. A participação dela foi relatada por pacientes da falsa biomédica. Segundo Vidal, a polícia ainda procura a mulher para que ela preste depoimento sobre o caso em Goiânia ou no Rio de Janeiro, por meio de carta precatória. Também é apurado se ela realmente é médica.
“A Thaís realiza esse procedimento há 10 anos em Goiás, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Acredito que chegam a centenas ou até milhares os números de mulheres que já se submeteram a esse procedimento”, disse.

Morte
Maria José morreu no último dia 25, um dia depois de fazer a segunda aplicação de hidrogel no bumbum, em uma clínica de Goiânia. Após se sentir mal, ela foi internada no Hospital Jardim América, em Goiânia, e morreu na madrugada seguinte, com suspeita de embolia pulmonar.
Maria José Medrado de Souza Brandão aplicação de hidrogel para aumentar o bumbum em GoIânia, Goiás (Foto: Aracylleny Santos/ Arquivo Pessoal)Maria José morreu após aplicações no bumbum
(Foto: Aracylleny Santos/ Arquivo Pessoal)
Em áudios conseguidos com exclusividade pela TV Anhanguera, Maria relatou a Raquel que sentia dor no peito e falta de ar. É possível notar que a paciente estava ofegante e fraca, mas a responsável pela aplicação descartou riscos e orientou a vítima a comer "uma coisinha salgada".
Momentos depois, Maria José encaminhou uma mensagem escrita dizendo: "Tenho medo de AVC [Acidente Vascular Cerebral]. Minha mãe morreu cedo disso".

Nesse momento, Raquel deu uma risada e descartou a possibilidade de paciente sofrer do problema. "AVC não dá falta de ar não. AVC é no cérebro, não dá falta de ar. Pode ficar tranquila. Você fuma? Alguma coisa assim? Você costuma praticar atividade física? Pode ficar tranquila que tem a ver com a tensão, não tem nada", salientou.

Na 7ª fase da Lava Jato, PF prende ex-diretor de Serviços da Petrobras


Além de Renato Duque, também foram detidos funcionários de 9 empresas.
Agentes cumpriram mandado de prisão e apreensão em 5 estados e no DF.

Vianey BentesDa TV Globo, em Brasília
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta sexta-feira (14) a sétima fase da Operação Lava Jato, cumprindo mandados de prisão e busca e apreensão no Paraná, em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, em Pernambuco e no Distrito Federal. Um dos detidos pelos 300 agentes federais envolvidos nesta nova etapa da operação policial é o ex-diretor de Serviços da PetrobrasRenato Duque. Indicado pelo PT para o cargo de alto escalão, ele foi preso em sua residência, no bairro da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e conduzido para a superintendência local da PF.
Foram presos também na manhã desta sexta funcionários de, ao menos, nove empresas: Camargo Corrêa, Odebrecht, OAS, UTC Engenharia, Engevix, Iesa, Queiroz Galvão, Galvão Engenharia e Mendes Júnior. Em entrevista coletiva concedida em Curitiba, os delegados da PF responsáveis pela operação informaram que as prisões tiveram foco nos executivos das empresas que celebraram contratos com a Petrobras nos últimos anos.
A PF disse ainda que foram presos "agentes secundários" que tinham envolvimento com doleiros integrantes do esquema criminoso.Os nomes dos funcionários presos não foram divulgados.
Todos os investigados que ainda não foram encontrados, esclareceram os delegados, já tiveram seus nomes registrados no sistema da Polícia Federal e estão impedidos de deixar o país. Os nomes dos investigados com mandado de prisão preventiva também foram incluídos na lista de alerta vermelho da Interpol.
O ex-diretor de Refino e Abastecimento da estatal do petróleo Paulo Roberto Costa, que fez acordo de delação premiada e atualmente cumpre prisão domiciliar, revelou durante depoimento à PF e ao Ministério Público Federal ter conhecimento de irregularidades praticadas na Diretoria de Serviços da empresa e na divisão internacional da estatal entre 2004 e 2012. À época, o diretor de Serviços da petroleira era Renato Duque e a área internacional estava sob a responsabilidade de Nestor Cerveró.
A Petrobras está no centro das investigações da operação Lava Jato. O esquema, segundo a PF, foi usado para lavagem de dinheiro e evasão de divisas que, de acordo com as autoridades policiais, movimentou cerca de R$ 10 bilhões.
Os principais contratos sob suspeita são a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, que teria servido para abastecer caixa de partidos e pagar propina, e o da construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, da qual teriam sido desviados até R$ 400 milhões.
Segundo Paulo Roberto Costa, o PT recolhia para o seu caixa 100% da propina obtida em contratos das diretorias que a sigla administrava, como, por exemplo, as de Serviços, Gás e Energia e Exploração e Produção.
Na delação premiada, o ex-diretor de Abastecimento contou que, se o contrato era de uma diretoria que pertencia ao PP, o PT ficava com dois terços do valor e o restante era repassado para a legenda aliada.
O ex-diretor de serviço da Petrobras, Renato Duque, chega a sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro (Foto: Márcia Foletto/Agência O Globo)O ex-diretor de serviço da Petrobras Renato Duque
chega à sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro
(Foto: Márcia Foletto/Agência O Globo)
Nota oficial divulgada pela assessoria de Renato Duque confirmou que o ex-dirigente da Petrobras foi preso temporariamente. O texto, entretanto, destaca que não há "notícia de uma ação penal ajuizada contra ele". "Os advogados desconhecem qualquer acusação", diz o comunicado.
"A partir do momento em que tomarem ciência do motivo da prisão temporária, realizada para investigações, os advogados adotarão as medidas cabíveis para restabelecer a legalidade", acrescentou a nota de Duque.
Também por meio de nota, a construtora Odebrecht informou que a equipe da PF foi recebida na sede da empresa, no Rio, e recebeu "todo o auxílio para obter acesso a qualquer documento ou informação buscada".
"A Odebrecht reafirma que está inteiramente à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos sempre que necessário", destacou a Odebrecht.
Advogado da empreiteira Mendes Júnior, o criminalista Marcelo Leonardo disse que a empresa não tem envolvimento com as irregularidades investigadas no âmbito da Lava Jato. Segundo ele, funcionários da construtora foram ouvidos pela PF por causa de um contrato firmado com a Petrobras.
O advogado Alberto Zacharias Toron, que representa três integrantes da UTC Engenharia que tiveram a prisão temporária decretada, disse ao G1 que ainda não tomou conhecimento das acusações contra os clientes dele. “Embora nós nos colocássemos à disposição há um mês da PF, nunca fomos chamados”, queixo-se o defensor. Toron afirmou que deve protocolar um pedido de habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, Corte de segunda instância que abrange as varas federais dos estados da região sul do país. 
G1 também entrou em contato com OAS, Engevix, Queiroz Galvão, Galvão Engenharia e Camargo Corrêa, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. O G1 não conseguiu localizar a Iesa.
VALE ESTA 2 arte youssef lava jato (Foto: Editoria de Arte/G1)
'Fernando Baiano'
A Polícia Federal informou, durante a coletiva de imprensa, que um dos mandados de prisão temporária expedidos na fase mais recente da Lava Jato foi contra o lobista Fernando Soares, conhecido como "Fernando Baiano". Segundo a PF, o lobista não foi encontrado pelos policiais que atuam na operação e já é considerado foragido.
Em depoimento em outubro, o doleiro Alberto Youssef mencionou à Justiça Federal do Paraná que Fernando Baiano operava a cota do PMDB no esquema de corrupção que tinha tentáculos na Petrobras. O doleiro afirmou à Justiça que o lobista fazia a ponte entre a construtora Andrade Gutierrez com a estatal do petróleo.
Mandados de prisão
Com apoio de 60 servidores da Receita Federal, os policiais federais reativaram nesta sexta-feira a Lava Jato, operação que desbaratou, em março, um esquema de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e pagamento de propinas que operava inclusive dentro da Petrobras.
Segundo PF, a Justiça Federal do Paraná, responsável pelo processo, decretou seis mandados de prisão preventiva, 21 de prisão temporária, nove de condução coercitiva (quando o suspeito é conduzido à polícia para prestar esclarecimentos) e 49 de busca e apreensão.
Um avião da Polícia Federal deve decolar de Brasília nesta sexta para recolher os suspeitos presos na nova etapa da Lava Jato. Eles serão levados para a superintendência da PF em Curitiba, onde está sendo centralizada a operação.
Os envolvidos responderão, de acordo com suas participações no esquema, pelos crimes de organização criminosa, formação de cartel, corrupção, fraude à Lei de Licitações e lavagem de dinheiro.
Ainda de acordo com a Polícia Federal, foi decretado o bloqueio de aproximadamente R$ 720 mihões em bens pertencentes a 36 investigados. Além disso, o juiz federal Sérgio Moro, que está julgando a Lava Jato na primeira instância, autorizou o bloqueio integral de recursos financeiros de três empresas que seria de propriedade de um dos operadores do esquema criminoso.
As buscas e apreensões feitas nesta sexta, explicou a assessoria de imprensa da Receita Federal, servirão para promover eventuais ações fiscais em decorrência de supostos pagamentos de serviços que possam não ter sido prestados, como “assessorias” ou “consultorias”. Conforme a Receita, os valores desses supostos serviços, contabilizados como "custos operacionais", reduziriam de forma fraudulenta a base de cálculo de tributos.
Dos 19 mandados de prisão no estado de São Paulo, seis já foram cumpridos. Os presos estão na sede da PF, na Zona Oeste da capital paulista. Trinta equipes da Polícia Federal, com 150 agentes, atuaram no cumprimento das ordens judiciais em três municípios paulistas: São Paulo, Jundiaí e Santos.

O Supremo Tribunal Federal (STF) já homologou a delação premiada do ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Janot relatou que há outras três delações concluídas e prontas para serem homologadas.
Delações premiadas

Na última terça (12), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que, ao menos, nove pessoas já concordaram em colaborar com as investigações da Operação Lava Jato com a delação premiada. Além disso, outras já se interessaram em apontar nomes de envolvidos e fatos relacionados ao suposto esquema de pagamento de propina a políticos a partir de contratos da Petrobras, foco da investigação.
Além disso, informou o chefe do Ministério Público, mais “cinco ou seis” colaboradores estão negociando acordo semelhantes com os procuradores responsáveis pelo caso, entre eles o doleiro Alberto Youssef, apontado como um dos líderes da organização criminosa.
Veja quais mandados judiciais estão sendo cumpridos pela PF nesta sexta:
Paraná
Dois mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva, em Curitiba.
Distrito Federal
Um mandado de busca e um de prisão preventiva.
Minas Gerais
Dois mandados de busca e apreensão, em Belo Horizonte.
Pernambuco
Dois mandados de busca e apreensão, em Recife.
Rio de Janeiro
Onze mandados de busca e apreensão, dois de prisão preventiva e quatro de prisão temporária.
São Paulo
Na capital paulista, devem ser cumpridos 29 mandados de busca e apreensão, dois mandado de prisão preventiva, 15 de prisão temporária e nove de conduções coercitivas. Em Jundiai, no interior paulista, os agentes federais devem cumprir um mandado de busca e um de prisão temporária. Por fim, em Santos, no litoral paulista, há um mandado de busca e apreensão e um de prisão temporária.

Secretaria de Educação de Colombo anuncia data para o II Top Student 2014


WEBMASTER 14 DE NOVEMBRO DE 2014

No dia primeiro de dezembro estudantes da Rede Municipal de Educação se reúnem no auditório da Regional Maracanã para a disputa final

A competição consiste em participar dos desafios em que rapidez e respostas corretas são as chaves para a conquista dos prêmios
A competição consiste em participar dos desafios em que rapidez e respostas corretas são as chaves para a conquista dos prêmios
A coordenadora do Projeto de Língua Inglesa nas Escolas municipais de Colombo professora Cristiane Martins apresentou nesta semana um balanço sobre o andamento do II Top Student 2014. Segundo ela, desde o mês de setembro os estudantes dos terceiros, quartos e quintos anos de Colombo estão se preparando e participando de seletivas.
“No mês de outubro, fizemos a seleção do melhor de cada ano em todas as escolas. Agora, eles estão participando da etapa Semi Final que estão acontecendo em locais que estão agrupando as escolas da região próxima. São os Pólos Elvira Nodari, Cristovão Colombo, Durval Secchi e Mini Auditório da Regional Maracanã.” Disse a Professora Cristiane.
Desta etapa, serão selecionados os melhores que disputarão o II Top Student que acontecerá no dia 01/12 às 08hs e 30min. no Auditório da Regional Maracanã.
Ainda segundo a Coordenadora do Projeto, há um grande empenho por parte dos alunos e também dos professores na preparação dos competidores neste concurso.
A grande final, será aberta também ao público e vai reunir além dos alunos, parte da equipe da Secretaria da Educação, diretores e professores.
Apresentações artísticas fazem parte das atrações do Festival a exemplo do que aconteceu em 2013  A platéia que em sua maioria é composta por competidores, se divide entre a concentração e o incentivo aos colegas

Casa da Cultura de Colombo será restaurada


WEBMASTER 14 DE NOVEMBRO DE 2014

Atendimentos acontecerão provisoriamente na Biblioteca Pública Municipal da Sede

Casa da Cultura foi o primeiro imóvel da administração pública; hoje integra o Circuito Italiano de Turismo Rural
Casa da Cultura foi o primeiro imóvel da administração pública; hoje integra o Circuito Italiano de Turismo Rural
A partir desta segunda-feira, dia 17, a antiga sede da Câmara Municipal, hoje Casa da Cultura de Colombo, passará por uma completa restauração. Nova pintura, novo telhado, recuperação das tradicionais portas e janelas serão alguns dos serviços executados nos próximos quatro meses.
“Precisamos zelar e preserver este que é um tradicional espaço que abriga muito da nossa história. Para isso, foi planejado um trabalho que conserve as estruturas iniciais e que garanta a segurança dos objetos, dos documentos e dos profissionais que alí trabalham”, explicou a Prefeita Beti Pavin.
E para realizar os serviço de restauração, os materiais foram tansferidos provisoriamente para a Biblioteca Pública Municipal da Sede, na rua Zacarias de Paula Xavier, 407. Também neste local, as técnicas do departamento de Cultura estarão lá realizando os atendimentos antes feitos na Casa.
A Casa da Cultura que guarda na sua arquitetura traços das tradições deixadas pelos imigrantes italianos que chegaram no início do século passado ao Brasil receberá as seguintes intervenções: troca do telhado, pintura interna e externa, lixamento do piso de madeira e troca do sistema elétrico.
E outro detalhe importante. Serão restaurados os clássicos janelões e portas. “Todo este processo foi pensado para manter as características originais do local que é um ponto turístico do município”, contou o secretário da Indústria, Comércio, Turismo e Cultura, Antonio Ricardo Milgioransa.
As obras, neste espaço que integra o Circuito Italiano de Turismo Rural, começam neste dia 17 de novembro e estão previstas para serem concluídas na segunda quinzena de março de 2015. Esta restauração terá investimentos da ordem de R$ 73.310,16.
A Casa da Cultura
A Casa da Cultura de Colombo foi criada há 82 anos. Exibe uma arquitetura eclética com ornamentos neo clássicos, consagrada como patrimônio histórico do município. Há 23 anos, na Casa da Cultura funciona o departamento responsável em desenvolver projetos e eventos culturais.
Nela habita um grande tesouro: o acervo que guarda os cadastros dos artistas municipais nas áreas de música, dança, teatro, pintura, escultura, desenho, literatura, entre outros.
Foi o primeiro imóvel da administração pública, construído na gestão do Prefeito Carlos Fontoura Falavinha, com aproximadamente 350 metros quadrados, quatro salas no piso inferior e duas salas no piso superior / sotão.
Durante 55 anos, como Câmara e Prefeitura Municipal, abrigou homens que diretamente participaram da construção do município e deixaram seus nomes registrados na história. O que a fez se tornar um marco sócio político de Colombo.
A partir do ano de 1983, devido à construção do Paço Municipal, passou a abrigar a Biblioteca, o arquivo da Prefeitura e a Câmara do município. Após cinco anos, com a construção de um novo espaço construído para a Câmara, o edifício passou a funcionar como Agência do extinto Banco Banestado, arquivo da Prefeitura e a Casa da Cultura / departamento de Cultura.
Serviço:
Departamento da Cultura provisório
Biblioteca Pública Municipal da Sede
Endereço: rua Zacarias de Paula Xavier, 407
Horário de atendimento: das 8 às 12h e das 13 às 17h
Telefone: 41-3656.1400
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Foto: João Senechal/PMC