IMIGRANTE POBRE VIRA BILIONÁRIO, MAS DIZ QUE A RIQUEZA NÃO LHE TROUXE FELICIDADE


EXECUTIVO PERCEBEU QUE TER MUITO DINHEIRO NÃO ERA SUFICIENTE PARA SER FELIZ E DECIDIU ABRIR EMPRESA PARA INVESTIR EM NEGÓCIOS QUE SE DEDIQUEM A RESOLVER PROBLEMAS SOCIAIS

Chamath Palihapitiya (Foto: TechCrunch/Flickr)
A história do empresário Chamath Palihapitiya é um caso clássico de quem saiu do nada e ficou rico, muito rico. Nascido no Sri Lanka, ele migrou para o Canadáainda criança. Lá teve uma infância de privação. Para sobreviver, precisou do dinheiro da seguridade social e viveu em cima de uma lavanderia com seu pai desempregado. Ele conta que naquela época só pensava em como poderia ficar rico. Era obcecado com a lista de bilionários da Forbes e sonhava algum dia em ver seu nome nela. "Eu era muito pobre. Realmente queria ser muito, muito rico. Era a única maneira que eu podia encarar o mundo tendo crescido como cresci", disse Palihapitiya ao Business Insider.

Palihapitiya conseguiu conquistar o que mais queria. Certo? Não exatamente. Quando ficou rico, o empresário conta que percebeu que o dinheiro não lhe trouxe a felicidade que ele esperava. Ele diz ter percebido então que, a não ser que fizesse com sua riqueza algo realmente significativo e que pudesse ter um impacto social massivo, ele não conseguiria se sentir realmente feliz sendo rico. O desejo e muito esforço levaram o imigrante ao caminho que ele havia traçado em seus sonhos. Palihapitiya rapidamente se transformou num dos executivos mais bem-sucedidos do mundo da tecnologia. Aos 26 anos, ele se tornou o mais novo vice-presidente da história da AOL e, mais tarde, em 2007, entrou para o Facebook. Na trajetória, conseguiu acumular uma riqueza de dar inveja. Hoje, estima-se que seu patrimônio esteja por volta de US$ 1 bilhão (R$ 2,5 bilhões).
"A coisa mais importante que eu percebi é que você precisa de algo superficial como isso - ser rico - agindo como um catalisador, para te motivar a fugir do que você está tentando fugir. Mas depois você precisa usar isso como uma ponte para um objetivo de longo prazo mais significativo que te manterá focado, conectado à realidade e ajudando aos outros". 
O que fazer então com tanto dinheiro, mas sem ainda ter alcançado de verdade a felicidade? Palihapitiya vendeu suas ações no Facebook e abriu sua empresa de venture capital (companhia que faz investimento em negócios ainda em estágio inicial, mas com alto potencial de crescimento), a The Social + Capital Partnership. A firma tem uma abordagem distinta das tradicionais empresas de venture capital. Ela investe em companhias que estejam dedicadas a resolver sérios problemas sociais globais. Exemplos? A empresa Glooko, que oferece serviços na nuvem para ajudar no acompanhamento do diabetes, e a Treehouse, que treina engenheiros de computação e os ajuda a encontrar empregos.
"Eu quero deixar um legado massivo", afirma Palihapitiya. "Eu tenho a sorte de poder financiar isso e colocar dinheiro de volta no mundo".

Taxista do DF encontra 2 mil dólares dentro de carro e devolve ao dono


Dinheiro estava em mochila que passou a noite no banco de trás do carro.
Ele diz que quer ser exemplo para família e agiu em respeito aos brasilienses.

Isabella FormigaDo G1 DF
Maurício Quirino, taxista que encontrou 2 mil dólares em mala e devolveu ao dono (Foto: Isabella Formiga/G1)Maurício Quirino, taxista que encontrou 2 mil dólares em mala e devolveu ao dono (Foto: Isabella Formiga/G1)
Um taxista de Brasília encontrou neste sábado (29) 2 mil dólares em notas de 50 dentro de uma mochila deixada por um passageiro no banco de trás do carro. O condutor, Maurício Quirino, conta que não hesitou em devolver a quantia para o dono, que havia embarcado no táxi, no aeroporto, na noite anterior.
Agora, veja bem a sorte que esse homem deu. Depois disso, ainda peguei quatro passageiros na rodoviária e levei para uma boate. A mochila ficou dez horas no carro, e eu nem sabia."
Maurício Quirino, taxista
Taxista há 30 anos, Quirino relata que deixou o passageiro, um homem, segundo ele, bastante sério, na Octogonal. A corrida custou R$ 40. "Ainda olhei para trás depois que ele saiu e não vi a mochila", diz. "Agora, veja bem a sorte que esse homem deu. Depois disso, ainda peguei quatro passageiros na rodoviária e levei para uma boate. A mochila ficou dez horas no carro, e eu nem sabia."
Na manhã seguinte, o dono do dinheiro ligou para o taxista perguntando sobre a mochila, mas Quirino respondeu que não havia visto nada no carro. "Foi, então, que fui na garagem, abri a porta do carro e vi a mala lá no cantinho", diz.
"Tentei retornar a chamada, mas ele não me atendeu. Então fucei a mala para achar o nome ou contato dele, para ligar, e me deparei com muitos documentos e 44 notas de 50 dólares. Contei mesmo [o número de cédulas], é curiosidade do ser humano", brinca.

No fim da manhã, ele se encontrou com o passageiro. O taxista diz que, pelo que viu em um crachá que estava na mochila esquecida, trata-se de um funcionário da Anvisa.
Embora tenha dívidas no cartão de crédito e precise de dinheiro para visitar os filhos no exterior, Quirino não cogitou em momento algum ficar com a quantia.
Para o taxista, porém, a reação do homem foi fria. “Ele agradeceu apenas com um ‘obrigado’ e virou as costas”. Apesar disso, Quirino ficou feliz em ter devolvido o dinheiro. "Devolvi por honestidade. Tenho quatro netos, um casal de filhos. Eu quero ser um exemplo. Moro na capital do país, onde existe muita desonestidade. Em respeito aos brasilienses, fiz a minha parte, agi honestamente."
G1 tentou ligar para o número de celular do passageiro, mas não conseguiu contato com ele.

Moradores encontram corpo enrolado em tapete e polícia descobre mãos e pés amarrados


Por Elizangela Jubanski e Bruno Henrique

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Vítima está sem identificação e será levada ao IML. Foto: BH/Banda B

Um homem ainda sem identificação foi encontrado morto na tarde deste domingo (30) na Colônia Acioli, zona rural de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Moradores viram parte do corpo que estava enrolado em um tapete.
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Pés e mãos estavam amarradas com fita adesiva. Foto: BH/Banda B
A Polícia Militar (PM) foi acionada por volta das 15 horas na rua Augusto Micrute, área conhecida como Caminhos do Vinho. O corpo de um homem estava enrolado em um tapete, com as mãos e os pés amarrados com fitas adesivas. O nariz e a boca também estavam colados pela fita.
O Instituto de Criminalística da Polícia Científica foi acionado e confirmou que o homem foi morto com dois tiros de revólver calibre 38 na cabeça. A vítima está com uma bermuda vermelha, camisa preta e tem tatuagens esverdeadas no braço. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba e a delegacia do município investiga o crime.
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Rua Luiza Guarise Tosin no Belo Rincão recebe a camada asfáltica





A rua Luiza Guarise Tosin no bairro Belo Rincão está recebendo a  camada de asfalto, obra que esta sendo executada pela Construtora Alberti & Furuya Ltda com investimento de R$ 434.900,67, mais uma obra do Programa Asfalto Comunitário da Prefeitura Municipal de Colombo. A população do bairro está super feliz, pois era uma reivindicação antiga dos moradores da rua que reclamavam do pó e do barro quando chovia. O Secretário de Obras e Viação Rubens Cardoso destacou que muitas ruas ainda receberão o asfalto nesse ano.





Cabo morto no RJ é enterrado com tributo de colegas da missão de paz


Militares amigos de Michel Mikami não contiveram choro na celebração.
'Bandidos devem estar comemorando', desabafou mãe do jovem de 21 anos.

Lana TorresDo G1 Campinas e Região
Muita emoção no enterro do cabo Michel Augusto Mikami em Vinhedo, SP (Foto: Lana Torres/G1)Colegas de batalhão do cabo Mikami não contiveram o choro durante sepultamento  (Foto: Lana Torres/G1)
O cabo do Exército Michel Augusto Mikami, de 21 anos, morto durante patrulhamento da força de pacificação no Conjunto de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro (RJ), foi enterrado no início da tarde deste domingo (30) no Cemitério Municipal de Vinhedo (SP). Além das honrarias fúnebres promovidas pelo Exército, houve homenagem emocionada e muito choro de soldados colegas do militar na missão de paz, e também a comoção dos familiares. “Um inocente morreu e os bandidos devem estar lá comemorando”, desabafou a mãe no cortejo.
O velório municipal da cidade do interior paulista esteve lotado para o adeus ao cabo, que estava a cinco dias de cumprir a missão do Rio de Janeiro quando foi atingido por um disparo de arma de fogo na cabeça enquanto se deslocava de um ponto de cobertura a outro em uma atividade de patrulhamento na comunidade. Ele servia pelo 28º Batalhão de Infantaria Leve, sediado emCampinas, e já havia atuado na Missão de Paz das Nações Unidas no Haiti e na operação de segurança da Copa do Mundo.
Soldados seguram coroas de flores no enterro do cabo Michel Mikami (Foto: Lana Torres/G1)Soldados seguram coroas de flores no enterro do
cabo Michel Mikami (Foto: Lana Torres/G1)
Durante o sepultamento, militares do Exército em forma não contiveram o choro. O grupo fez um corredor por onde o caixão com o corpo do colega passou no percurso do velório ao local do sepultamento, carregado pelos amigos de farda mais próximos. Na cerimônia, houve honrarias fúnebres tradicionais das Forças Armadas, com o disparo de três tiros, toque de corneta e entrega da bandeira nacional por oficiais para a família do combatente.
Brado
Emocionado, o tenente responsável pelo pelotão de Mikami na Força de Pacificação no Complexo da Maré contou que durante a missão, após uma série de ataques contra os militares, o grito de guerra do grupo mudou de "operações especiais" para "operações resgate".
"Nós tivemos várias missões de reforçar companheiros nossos que estavam tomando tiros, e no decorrer da missão, nosso brado mudou. O cabo Mikami nunca deu um passo atrás quando estava indo em auxílio de algum militar que estava lá na frente precisando de ajuda", disse. O oficial então, pediu que, em homenagem ao jovem, o brado fosse entonado pelos presentes. Em um dos momentos mais emocionantes da cerimônia, o melhor amigo de farda da vítima puxou com um grito "Operações" e todos responderam "resgate".
Muita emoção no enterro do cabo Michel Augusto Mikami em Vinhedo, SP  (Foto: Lana Torres/G1)Familiar exibe foto de cabo na missão da ONU no
Haiti: "Morreu pelo Brasil" (Foto: Lana Torres/G1)
Herói nacional
O general João Camil Campos, comandante militar do Sudeste, esteve presente e voltou a afirmar que a morte do cabo configura uma "fatalidade". Durante o velório no sábado, ele havia mencionado que o jovem foi vítima de uma emboscada no momento em que se deslocava de uma área coberta para outra durante patrulhamento diário de praxe.
Segundo o oficial, a atividade era acompanhada do comandante do batalhão ao qual Mikami pertencia e a manobra foi executada "dentro das técnicas e das táticas e dos procedimentos previstos". "Ele foi abatido por pura fatalidade. Poderia ter acontecido com qualquer um dos que estavam ali. Lamentamos muitíssimo. Viemos aqui para abraçar a família do cabo Mikami, que é um herói nacional", falou.
'Nada muda', diz general
De acordo com Campos, o incidente não acarretará em qualquer mudança na atuação do Exército no Complexo da Maré. "Não há essa ideia [de intensificar atividades], porque nós já estamos em uma intensificação que chamamos de sereno rigor, ou seja, continuaremos atentos e prestos, como temos feito todo dia", afirmou.
O general afirmou, ainda, que não há que se falar em alterações para garantir maior segurança para os soldados, porque todos os procedimentos já são cumpridos. "Não muda nada porque nós já executamos todas as táticas e procedimentos com toda segurança. Nós continuamos cumprindo a missão com a mesma intensidade e as mesmas regras de desde o primeiro dia".
Missão
A missão do Exército no Complexo da Maré teve início em 31 de março e se encerra em 31 de dezembro. Nesse período, o Exército realiza substituições escalonadas do efetivo e o grupo ao qual Mikami pertencia teria o último dia de trabalho na terça e, no dia seguinte, viajaria de volta para Campinas. Os pais do cabo não quiseram dar entrevista, mas alguns amigos e familiares relataram que havia uma grande expectativa deles e dos irmãos do militar em relação ao retorno dele. O jovem já havia atuado na missão de paz das Nações Unidas no Haiti e na operação de segurança da Copa do Mundo em São Paulo.
Segundo alguns parentes, o jovem, decendente de japoneses, era o único militar da família. Ele ingressou no Exército após passar uma temporada com os pais no Japão. "O menino sempre sonhou em servir ao Exército", relatou um amigo da família.
Soldados levam caixão do cabo Michel Mikami em Vinhedo (Foto: Lana Torres/G1)Soldados levam caixão do cabo Michel Mikami em Vinhedo (Foto: Lana Torres/G1)

Viúva de Roberto Bolaños acompanha traslado do corpo e agradece aos fãs


Uol

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Florinda Meza no aeroporto de Cancún, no México. Alonso Cupul/Efe
A mulher de Roberto Gómez Bolaños, Florinda Meza, e o o filho mais velho do criador de Chaves, Roberto Gómez Fernández, partiram nesta manhã da cidade de Cancún, onde vivem, para a Cidade do México.
Ela acompanhou o transporte do corpo do marido, que desembarcou no aeroporto de Toluca e segue em cortejo à Cidade do México, onde será velado no Estádio Azteca no domingo (30).
Ainda no aeroporto de Cancún, a viúva agradeceu as manifestações dos fãs: “Obrigada por todo o apoio que deram ao meu Robert”, disse antes de embarcar, segundo o site do jornal mexicano Excelsior

Universitária vai até casa de namorado para terminar relacionamento e é assassinada; ele tentou se matar


Por Elizangela Jubanski

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Vanessa cursava faculdade em Cascavel e iria se formar em janeiro de 2015. Foto: Reprodução Facebook

A estudante de odontologia Vanessa Piva, 22 anos, foi assassinada pelo namorado no município de Coronel Vivida, no interior do Paraná. Ela foi encontrada morta na manhã deste sábado (29), na Rua Major Estevão Ribeiro do Nascimento, bairro Muller, pela própria mãe. De acordo com a Polícia Militar (PM), Vanessa saiu da casa dos pais na noite de sexta-feira (28) para ir até a casa do namorado entregar roupas e objetos porque iria terminar o relacionamento. As informações são do Veja Coronel e da Catve.
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Zeno atirou contra própria cabeça e está internado em estado grave. Foto: Reprodução Facebook
A jovem não retornou para a casa dos pais na noite de sexta e também não atendeu as ligações da família. Preocupada, a mãe de Vanessa foi até a casa do namorado e, ao chegar, encontrou a filha morta com ferimentos de arma de fogo na cabeça. O namorado Zeno Bortolotto, 42 anos, foi encontrado agonizando, também com ferimento de arma de fogo, por volta de 14h20, na empresa dele, que fica no centro da cidade. Ele foi encaminhado pelo Serviço de Atendimento Médico Móvel (Samu) ao hospital em estado grave. A Polícia Militar (PM) informou que Bortolotto estava com uma pistola na cintura e um revólver calibre 32 ao lado, que possivelmente tenha usado para atirar contra a própria cabeça. Exames podem indicar se ele chegou a disparar a arma contra a namorada e, logo após, contra a própria cabeça.
O namorado de Vanessa é dono de uma empresa de gráfica e informática. A família não informou há quanto tempo eles estavam junto ou que o relacionamento do casal era conturbado.
Vanessa cursava faculdade em Cascavel e iria se formar em janeiro de 2015. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Pato Branco. A Delegacia da região investiga o caso.

Rapaz é perseguido e baleado na Vila Torres; polícia permanece no local para evitar nova onda de ataques


Por Elizangela Jubanski e Bruno Henrique

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Rapaz mora no bairro do Tatuquara e não há informações sobre motivação. Foto: BH/Banda B
Um homem de 32 anos foi baleado no fim da manhã deste domingo (30) na Vila Torres, no bairro Jardim Botânico, em Curitiba. Jorge Ferreira da Costa foi ferido por três disparos de arma de fogo e correu para dentro de uma casa, na tentativa de fugir do atirador, que não foi encontrado. Policiais estão no local para evitar que se inicie novos ataques de gangues.
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Vítima está em estado grave. Foto: BH/Banda B
O crime aconteceu por volta das 11h30 na rua Maestro Idilio Donatti. Não há testemunhas e o rapaz teria corrido para dentro de uma residência de desconhecidos para tentar fugir dos disparos. Mesmo assim, foi atingido no rosto, nas costas e no braço. Costa foi socorrido por uma equipe do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) e encaminhado a Hospital Cajuru em estado grave.
A vítima é de Campo Mourão, interior do Estado, e atualmente morava no bairro do Tatuquara. Costa não tem passagens pela polícia e não se sabe o que estava fazendo no local. Ele foi morto na parte de cima da Vila das Torres.
Policiais militares estiveram durante duas horas no local para evitar que outra gangue pudesse agir em defesa da vítima. A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga o caso

Hemodiálise de Pelé está suspensa até amanhã, informa boletim médico


Agência Brasil

O tratamento de hemodiálise do ex-jogador de futebol Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, 74 anos, foi suspenso até amanhã (1º), quando será reavaliado pela equipe do Hospital Israelita Albert Einstein. De acordo com o boletim médico, divulgado às 10h30 de hoje (30), o paciente apresenta boa evolução clínica e permanece na unidade de terapia intensiva (UTI). Ele está lúcido e estável do ponto de vista da circulação sanguínea e da condição respiratória.
Pelé foi internado no último dia 24, quando foi descoberta uma infecção urinária durante revisão médica. No dia 13, ele havia passado por cirurgia para retirada de cálculos renais. No dia anterior ao da operação, o ex-atleta tinha sido internado após passar mal. Exames constataram que o problema era causado por cálculos no rim, na uretra e na vesícula, o que provoca obstrução do fluxo urinário.
Em 2012, Pelé esteve internado no mesmo hospital para uma cirurgia no quadril. No procedimento, foi retirada parte do osso e colocada uma prótese de titânio e cerâmica. Antes da operação, o ex-jogador relatava sentir dores constantes no quadril.

Mulher é encontrada morta completamente nua e com marcas nas costas que indicam facção criminosa


Por Elizangela Jubanski e Bruno Henrique




Uma mulher ainda sem identificação oficial foi encontrada morta na manhã deste domingo (30) na região da Vila Sabará, na Cidade Industrial de Curitiba. Ela está completamente nua e tem marcas nas costas, feitas com faca. O desenho pode ser de uma facção criminosa da capital.
Pessoas que passaram aos fundos do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Itacolomi, por volta das 6 horas, encontraram a mulher morta e acionaram a Polícia Militar (PM). Até o momento, nenhum familiar ou amigo reconheceu a vítima. O Instituto de Criminalística está no local e há possibilidade de ela ter sido morta por estrangulamento.
De acordo com pessoas que moram nas proximidades, poucas informações foram ditas e nada teria sido ouvido na madrugada. Há possibilidade de a mulher ter sido apenas deixada morta no local. “Há possibilidade de violência sexual justamente por ela ter sido encontrada nua. As calças dela não foram encontradas, mas somente exames complementares podem confirmar se houve ou não algum abuso”, disse o o delegado Dirceu Schactae da Homicídios.
A vítima está apenas com uma bota preta e uma blusa preta está ao lado do corpo. A mulher é morena, tem cabelos encaracolados, possui uma tatuagem no braço esquerdo “Corinthians” e tem riscos de faca nas costas. O desenho ou as escritas estão sendo analisados pelos peritos e podem se tratar de uma mensagem de uma facção criminosa da capital.
O corpo da mulher será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba e policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Após atentados, mulher ameaçada por advogado que fazia inventário da família é morta a tiros em casa


Por Elizangela Jubanski e Bruno Henrique

A viúva Marisa Navochale Stachewski, 55 anos, que recebeu explosivos em maio deste ano pelos Correios, foi assassinada na frente de casa na noite deste sábado (29) no bairro Pineville, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Ela estava sendo ameaçada de morte e já tinha registrado dez boletins de ocorrência. O suspeito é um dos advogados da família que teria sido contratado para fazer o inventário do falecido marido de Marisa, dono de vários imóveis na região. O filho do casal, de 20 anos, foi morto em um assalto em 2010.
O crime aconteceu por volta das 20h30 na rua Emma Rohrsetzer, no bairro Pineville. A mulher foi surpreendida por cerca de três homens em duas motocicletas e um veículo Celta. Os atiradores a chamaram pelo nome e efetuaram dois disparos de arma de fogo na região da cabeça de Marisa. Ela morreu na hora e o filho dela se desesperou ao ver a mãe morta.
Em maio desse ano, de acordo com a Polícia Militar, Marisa recebeu em casa uma caixa que continha artefatos explosivos. Ela teria desconfiado do remetente e acionou a polícia, que apreendeu a caixa e confirmou após análises que o objetivo seria um artefato perigoso. Marisa já teria sido alvo de outro atentado, ano passado, quando voltava para casa. O carro em que estava, um Peugeot, foi alvejado por disparos de arma de fogo, mas ela conseguiu se livrar, sem ser atingida.
Desde o fim do ano passado até outubro, Marisa já tinha realizado dez boletins de ocorrência por ameaças e um por extorsão. As agressões psicológicas teriam começado anos após o falecimento do marido, Ernesto Stachewski. Os bens de Ernesto foram para os dois filhos, já que o casamento com Marisa aconteceu em regime parcial de bens. A primeira tragédia aconteceu, em março de 2010, com o filho mais novo, o estudante Jayamondd Navochale Von Stachewsky, 20 anos, executado a tiros próximo a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Ele voltava para casa e foi morto com tiros na barriga e no braço. Na época, a informação era que o jovem teria sido vítima de um latrocínio, roubo seguido de morte.
Após a morte do filho mais novo do casal, parte da herança do herdeiro Jayamondd, solteiro e sem filhos, passou a ser destinada à sua mãe Marisa. Os boletins de ocorrência registrados pela vítima colocavam como suspeito um dos advogados que cuidava desses trâmites legais do inventário dos bens da família. Entre as idas à polícia, um registro de extorsão no valor de quase R$ 6 milhões, na Delegacia de Estelionato e Desvio de Carga (DEDC). O acusado dos boletins de ocorrência, de acordo com a polícia, tem passagem por porte ilegal de munições.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Pinhais. O corpo de Marisa ainda não tinha sido liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba na manhã de hoje.
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Internado pela 4.ª vez desde a prisão, Youssef passa por exames complementares


Doleiro sofreu um desmaio na carceragem da PF e foi encaminhado para o hospital na tarde deste sábado. Boletim médico diz que estado de saúde é bom
29/11/2014 | 19:07 | 
O estado de saúde de Alberto Youssef, investigado na Operação Lava Jato, é considerado bom. A informação consta no boletim médico divulgado pelo Hospital Santa Cruz, de Curitiba, onde o doleirofoi internado por volta das 15 horas deste sábado (29), depois de sofrer um desmaio na carceragem da Polícia Federal (PF).
Segundo o documento, Youssef, que está sob escolta da polícia, está consciente e realiza exames complementares para elucidação diagnóstica. Ele chegou com febre ao hospital, e, segundo o advogado dele, Antonio Figueiredo Basto, também teve dor abdominal e problemas de pressão. Ainda não há previsão de alta.

O doleiro tem problemas de coração, mas o estresse é que teria agravado sua saúde. Desde a prisão, ele emagreceu 16 quilos. “Há um clima de apreensão pela gravidade do quadro. Estamos preocupados porque ele sofre de problema coronariano crônico, mas o que mais assusta agora é a questão da desnutrição dele”, disse Basto.Preso desde março na PF de Curitiba, o doleiro é um dos delatores do esquema de corrupção na Petrobras. Esta é a quarta vez que problemas de saúde fazem com que Yousseff tenha de ser levado a uma instituição de saúde.
De acordo com o advogado, um processo movido pela defesa tentará fazer com que o doleiro passe a ser submetido a tratamento urgente de recuperação fora da carceragem da PF. “A Polícia Federal tem feito tudo que é possível, dentro dos limites, para atender o Alberto, mas lá não há condições dele ter uma melhora no quadro de nutrição e que ele tenha uma recuperação cardiovascular completa”. Basto informou que não pode passar mais detalhes do processo movido para tentar tirar Youssef temporariamente da carceragem da PF, mas que o resultado da petição deve sair na próxima semana.
Quarta internação
Essa é a quarta vez que Youssef é internado. Em outubro, na véspera da eleição presidencial, a pressão dele teria baixado, segundo investigadores, a 6 por 3. Na ocasião, o doleiro foi internado pela terceira vez e boatos se espalharam na internet de que ele havia morrido por envenenamento. Nessa ocasião anterior, nota assinada pela Polícia Federal, e não pelo hospital, informou que ele teve "uma forte queda de pressão arterial causada por uso de medicação no tratamento de doença cardíaca crônica".
primeira internação do doleiro foi em julho. Ele infartou e teve de ser submetido a um cateterismo

'Nunca vi tanta droga', diz homem que prestou socorro em acidente na Régis


Felipe Ramos, de 33 anos, prestou os primeiros socorros após o acidente.
Duas pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas a hospitais da região.

Guilherme LucioDo G1 Santos
Um acidente envolvendo um veículo de passeio e um caminhão deixou cerca de 500 quilos de maconha espalhados pela rodovia Régis Bittencourt, na região de Registro, no Vale do Ribeiro, interior de São Paulo, na manhã deste sábado (29). O bombeiro Felipe Barros, de 33 anos, foi um dos primeiros a prestar socorros as vítimas.
Barros conta que estava voltando para casa, na cidade de Pariquera-Açu, quando viu o acidente. "Estava logo atrás do veiculo de passeio. Quando parei no local do acidente, vi que uma das pessoas foi jogada para fora do veículo e prestei os primeiros socorros para tentar evitar qualquer tipo de complicação", explica.
Sobre a droga que ficou espalhada na pista, o bombeiro afirma que demorou para entender o que estava acontecendo. "Nunca vi tanta droga na minha vida. Era muita maconha. Era possível ver os tabletes espalhados a uma distância de até 200 metros. Por conta do acidente, as vítimas não conseguiam falar nada", finaliza.
Acidente
O veículo de passeio que transportava a droga bateu de frente com um caminhão na altura do km 452 da rodovia Régis Bittencourt, na altura de Registro, e acabou capotando. Os tabletes ficaram espalhados por mais de 200 metros da pista, prejudicando o tráfego de veículos.

Esta é a segunda apreensão de drogas na mesma região em menos de 24 horas.
 Na tarde da última sexta-feira (28), a Polícia Rodoviária apreendeu quase uma tonelada de maconha. Os tabletes estavam em um carro roubado que era dirigido por um adolescente de 16 anos. A droga era transportada do Paraguai e seria levada para São Paulo. Somente neste ano, a Polícia Federal já apreendeu no Vale do Ribeira, mais de 3,5 toneladas de maconha.Segundo a Polícia, o casal que estava no veículo, seguindo no sentido São Paulo, acabou ficando ferido no acidente. A mulher foi levada para o Hospital de Pariquera-Açu. Já o rapaz foi encaminhado para Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e será transferido para o Hospital São José, em Registro. Os dois estão sendo acompanhados por agentes e serão presos por tráfico de drogas assim que receberem alta.
Maconha ficou espalhada por mais de 200 metros de pista (Foto: Dione Aguiar / G1)Maconha ficou espalhada por mais de 200 metros de pista (Foto: Dione Aguiar / G1)
Carro ficou destruído e vítimas foram levadas para hospital (Foto: Dione Aguiar / G1)Carro ficou destruído e vítimas foram levadas para hospital (Foto: Dione Aguiar / G1)