Operação do Bope reúne 30 viaturas e 120 policiais nas ruas da Grande Curitiba


Por Marina Sequinel e Juliano Cunha
(Fotos: Juliano Cunha – Banda B)
Uma operação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) reuniu, na tarde desta terça-feira (9), 30 viaturas e 120 homens. O principal objetivo é reforçar o patrulhamento para garantir tranquilidade aos comerciantes e consumidores nas festas de fim de ano.
“A meta é dar mais segurança para os cidadãos nesse momento em que os criminosos agem com mais intensidade, devido ao movimento gerado pelas compras de Natal e Ano Novo. Nós colocamos o máximo possível de policiais para a patrulha nas ruas”, explicou o capitão Krainski, da Polícia Militar (PM), em entrevista à Banda B.
A operação, que começou no Largo da Ordem, no Centro da capital, acontece em diferentes bairros de Curitiba e também da região metropolitana. Ainda não há previsão para o término da ação.
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Carro bate em poste, capota e deixa dois feridos na RMC


Da Redação
(Fotos: Marcelo Flessak/Jornal de Colombo)

Um acidente com um veículo Celta deixou dois homens feridos em Colombo, na região metropolitana de Curitiba, na tarde desta terça-feira (9). O motorista seguia pela Rua Jerônimo Alberti, no bairro Santa Tereza, quando perdeu o controle do carro em uma curva.
O automóvel, então, colidiu contra um poste e capotou. O condutor, identificado apenas como Gilmar e o passageiro Antenor Carvalho Valdera, os dois de 19 anos, foram socorridos pelo Siate com ferimentos leves.
Uma mulher, que preferiu não se identificar, informou que o carro passou por ela em alta velocidade pouco antes do acidente. As vítimas foram encaminhadas ao Hospital Cajuru.
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Bandidos tentam fugir após assalto e acabam batendo o carro em troca de tiros com a PM


Por Felipe Ribeiro e Juliano Cunha

Dois bandidos foram presos no começo da tarde desta terça-feira (9) após uma troca de tiros com policiais militares na Rodovia do Xisto, em Curitiba. De acordo com a PM, eles haviam acabado de assaltar uma casa do bairro Sítio Cercado e tentavam fugir quando se depararam com uma viatura do 13° Batalhão no caminho, que iniciou perseguição.
Segundo informações da própria PM, eles estavam em um veículo Gol roubado e foram presos após baterem o carro. A colisão aconteceu devido a um disparo que partiu dos policiais. Uma viatura do Batalhão de Operações Especiais (Bope) também participou da ação.
Os bandidos foram encaminhados à Delegacia de Furtos e Roubos (DFRV) de Curitiba. Um deles já possuía mandado de prisão em aberto por roubo de carros.

Delegado se irrita com funcionários dos Correios e saca arma para obrigá-los a fazer o que queria


Por Denise Mello

delegado germino
Delegado Germino Bonfim quando atuava na delegacia de Reserva/PR – Foto: Tribuna dos Campos Gerais
Um delegado da Polícia Civil do Paraná foi preso dentro de sua residência na tarde desta segunda-feira (8), após ter ameaçado funcionários dos Correios com uma arma, por eles terem se negado a carimbar suas correspondências entregues com atraso. A “carteirada” foi dada pelo delegado Germino Marques Bonfim Filho na agência dos Correios de Santa Felicidade, na Avenida Toaldo Tulio. A prisão foi feita por policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (COPE). Na sequência, o delegado foi encaminhado à sede da Polícia Federal em Curitiba, já que o caso envolveu um órgão federal.
De acordo com o delegado do COPE, Luiz Alberto Cartaxo, tudo aconteceu porque o delegado Germino ficou irritado com os atrasos na entrega de suas correspondências e, de forma inadvertida, ameaçou os funcionários dos Correios com a própria arma. “Ele contou que foi até a agência porque não vinha recebendo as correspondências em casa. Lá, encontrou várias cartas endereçadas para ele que não haviam sido entregues pelo carteiro. Foi então que exigiu que os funcionários carimbassem nas cartas a data de entrega do dia. Como os funcionários se negaram, sacou a arma e os ameaçou. Imediatamente, os servidores fizeram o que ele queria e ele foi embora. Assim que saiu, os funcionários chamaram a polícia e o COPE foi acionado. Fomos até a casa dele e fizemos a detenção”, informou o delegado Cartaxo à Banda B.
O delegado Germino queria o carimbo nas correspondências para tentar assim evitar os juros das contas que iria pagar em atraso. Ele foi ouvido pela PF, assim como as vítimas de ameaça. O delegado foi liberado em seguida e deverá responder um inquérito na Polícia Federal pelo crime de ameaça. A arma do policial foi apreendida e o caso também será investigado pela Corregedoria da Polícia Civil. “O delegado Germino já estava afastado de suas funções em razão de problemas de saúde e, imagino eu, o corregedor deverá encaminhá-lo para uma avaliação psicológica e até, quem sabe, para uma aposentadoria por invalidez que, aparentemente, há muito tempo já é o caso”, disse Cartaxo.
O delegado Germino está afastado em razão de uma depressão. Ele já esteve no comando das delegacias de Cerro Azul, Almirante Tamandaré, Reserva e Bocaiuva do Sul.

Motorista é encontrado morto dentro do estacionamento do Mercadorama


Por Elizangela Jubanski e Antônio Nascimento



A equipe de funcionários que chegou para trabalhar na manhã desta terça-feira (9) no Mercadorama Alto da XV, no bairro Tarumã, em Curitiba, levou um susto e precisou acionar a Polícia Militar (PM). Um homem estava morto ao lado de  um veículo Gol, dentro do supermercado, próximo a um poço artesiano aos fundos do estacionamento. Investigadores da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) estiveram no local e identificaram o homem como Vitor Maurício Sckoteski, 53 anos. Há hipótese de o crime ter sido um latrocínio, roubo seguido de morte.
O corpo do homem foi encontrado ao lado do veículo, que passou a madrugada no estacionamento, com os documentos espalhados. De acordo com perita Clélia Hamera, o homem tinha ferimentos na cabeça. “Ele foi morto com um instrumento pesado que atingiu a cabeça dele. Há hipótese dele já ter entrado no estacionamento com o assassino ou ter sido abordado no local”, disse a perita à Banda B.
O carro estava trancado e os documentos do motorista espalhados pelo chão. A morte de Sckoteski aconteceu logo após ele entrar na área do supermercado, já na noite de ontem, segundo apontou a investigação.
A assessoria do Mercadorama confirmou que o veículo entrou no mercado na noite de ontem pela entrada principal, a Avenida Victor Ferreira do Amaral, pouco antes da loja fechar. As câmeras de segurança também vão informar se o motorista entrou sozinho ou não no mercado. O Mercadorama afirmou que vai prestar todo o apoio necessário à Polícia Civil.
Campo Largo
Outro homicídio, de um homem ainda sem identificação, aconteceu na noite desta segunda-feira (8), no Centro da cidade de Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba. O crime aconteceu por volta das 22 horas e uma equipe da Guarda Municipal (GM) foi acionada por testemunhas que viram quatro homens sair correndo após disparos de arma de fogo.
A vítima estava na rua Desembargador Clotário Portugal e uma equipe do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros, foi acionada, mas o homem já estava morto. “Ele foi atingido por cerca de três tiros e temos poucas informações. Sabemos que dois correram para cima e outros dois sentido igreja”, disse o sargento Gritten, do 17º Batalhão da Polícia Militar. O corpo do homem foi recolhido ao Instituto Médico Legal de Curitiba e a Delegacia de Campo Largo investiga o caso.
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Gerente do Banco do Brasil é rendido em casa e obrigado a ir até agência com a família


Por Elizangela Jubanski e Geovane Barreiro

bb-antonina
Bandidos estavam armados de fuzis. Foto: Banda B

Um gerente da agência do Banco do Brasil do centro de Antonina, no litoral do Paraná, foi rendido por doze bandidos dentro de casa na noite desta segunda-feira (8). Ao lado de outras duas pessoas da família, ele foi mantido refém até a agência e obrigado a ceder o código de abertura dos cofres. As informações foram confirmadas pela Polícia Militar (PM) na manhã de hoje. Três pessoas da família foram mantidas reféns, mesmo após a fuga da quadrilha, e liberadas por volta das 11 horas. Cerca de R$ 460 mil de agência bancária foram levados.
A família foi rendida dentro de casa e foi mantida refém por cerca de 12 horas. Eles estavam armados com quatro fuzis, duas metralhadoras, uma pistola e uma arma calibre 12. O gerente, a esposa, os filhos, a cunhada, o cunhado e os sobrinhos que estavam na casa também foram mantidos reféns. Por volta das 8 horas, os suspeitos se deslocaram até o banco para fazer a retirada do dinheiro.
O alarme da agência teria disparado, mas policiais que foram até lá foram informados pelo gerente – que estava sob domínio dos bandidos – que estava tudo bem. “O gerente saiu do banco e informou aos policiais que estava tudo bem. A equipe saiu e pouco tempo depois foi informada que um roubo havia ocorrido naquele endereço”, explica o capitão Stocco Rosa. Cerca de R$ 460 mil de agência bancária foram levados. Após roubarem dinheiro dos cofres, eles fugiram em um carro Ford Fiesta, na cor preta, e no veículo do gerente do banco, um Sendra, na cor preto, levando duas pessoas da família.
Várias viaturas da Polícia Militar (PM), do Serviço Reservado (P2) e um helicóptero oficial fizeram um cerco no local para tentar encontrar o paradeiro dos bandidos. As duas liberadas em seguida na Estrada da Graciosa e encaminhadas, juntamente com o carro recuperado, à delegacia. Os suspeitos não foram localizados.

Juiz que ordenou prisões em Imperatriz tem histórico de polêmicas

Marcelo Baldochi deu ordem de prisão a três funcionários da TAM. 

Magistrado já se envolveu em briga com flanelinha e trabalho escravo.

Do G1, com informações do Bom Dia Brasil
O juiz Marcelo Baldochi, que deu ordem de prisão a três funcionários da empresa TAM Linhas Aéreas do município de Imperatriz, no Maranhão, já se envolveu em outras situações polêmicas. No ano passado, ele brigou com um flanelinha por causa de uma vaga de estacionamento, levou uma paulada na cabeça e ficou quase uma semana no hospital.
Em 2007, fiscais do Ministério do Trabalho resgataram 25 pessoas que trabalhavam em situação análoga à escravidão na fazenda do magistrado, na cidade de Açailândia, no interior do Maranhão. Eles não tinham carteira assinada e nem as mínimas condições de segurança e de higiene. O juiz não foi punido criminalmente e o caso acabou sendo arquivado.
Entenda

No sábado (6), três funcionários foram mandados ao Plantão Central da Polícia Civil de Imperatriz após receberem ordem de prisão do juiz. Segundo depoimento prestado pelos funcionários na delegacia, o magistrado teria ordenado a prisão dos funcionários ao ser impedido de entrar em uma aeronave, minutos após os procedimentos de embarque serem encerrados.

Um vídeo mostra a reação do juiz:
 "Tá preso em flagrante. Vou descer agora para registrar a ocorrência na delegacia. Quietinho! Não sai daí. Pra aprender a respeitar o consumidor".Os funcionários o impediram de embarcar alegando que o magistrado chegou atrasado ao aeroporto, quando o avião já estava pronto para decolar.
A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) repudiou a atitude do juiz Marcelo Baldochi e divulgou em nota que considera inadmissível qualquer atitude que represente abuso de poder. A Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA) também se manifestou.
"Se for observado algum tipo de excesso, que haja efetivamente a punição. Porque nós, magistrados do Estado do Maranhão, não compactuamos com esse tipo de atitude", garantiu o presidente da AMMA Gervásio Protásio.

Projeto de lei revoga Estatuto e libera compra e porte de armas


Proposta a ser apreciada amanhã na Câmara dos Deputados permite o armamento para todos e deixa processo de autorização mais barato
Publicado em 09/12/2014 | 
Após 11 anos em vigor, o Estatuto do Desarmamento vai passar amanhã por uma prova de fogo na Câmara dos Deputados. O projeto de lei (PL) 3722/2012, que revoga as regras estabelecidas em 2003, será votado em comissão especial e, se aprovado, segue para o plenário. A proposta volta a permitir o porte de armas por civis, desburocratiza a compra, torna as taxas de registro e licença até dez vezes mais baratas e aumenta em 50% a quantidade de armamentos que cada pessoa pode ter.
“Bancada da bala” deve garantir aprovação da ideia
A aprovação do projeto que revoga o Estatuto do Desarmamento, pelo menos na comissão especial, é dada como certa graças à articulação da “bancada da bala”, que reúne parlamentares que receberam doações da indústria armamentista. Levantamento do Instituto Sou da Paz mostra que dos 24 titulares do grupo, 17 receberam doações de empresas do setor. A lista inclui o relator da proposta, Cláudio Cajado (DEM-BA), e o paranaense Fernando Francischini (SD), recém-indicado para comandar a Secretaria Estadual de Segurança Pública do Paraná.
O diretor-executivo do instituto, Ivan Marques, também questiona a falta de discussão em torno da proposta. Das seis audiências públicas previstas para debater o PL, apenas uma foi realizada. Foram chamados para a discussão um debatedor contrário às mudanças no Estatuto e sete favoráveis, além de um representante do governo federal.
A formação de uma comissão especial também encurtou a tramitação do texto na Câmara, que originalmente precisaria ser aprovado por três comissões permanentes antes de ser remetido ao plenário. Desde junho, o grupo realizou apenas cinco reuniões. “A aprovação da proposta na comissão será um belo presente aos brasileiros justamente na data em que comemoramos o Dia Internacional dos Direitos Humanos”, ironizou Marques.
Se for aprovado pela comissão especial e pelo plenário da Câmara, o texto segue para o Senado. Depois, ainda depende de sanção presidencial para entrar em vigor.
Atualmente restrito a um grupo de 11 categorias profissionais, o porte poderia ser autorizado para qualquer cidadão. Seria preciso comprovar aptidão técnica e psicológica, não ter antecedentes criminais e nem estar respondendo a um processo criminal no momento do pedido.
O autor do PL, deputado federal Peninha Mendonça (PMDB-SC), diz que a proposta tenta adequar a legislação ao pensamento da maioria da sociedade. Em 2005, 63,96% dos brasileiros rejeitaram, em referendo, a proibição do comércio de armas no país (a votação não fazia referência ao porte). “O projeto apenas permite o que a maioria da população deseja: que o cidadão de bem tenha direito de ter uma arma para se defender”, afirma o parlamentar.
O conteúdo original, no entanto, deve ser suavizado por meio de um substitutivo do relator da matéria na comissão especial, Cláudio Cajado (DEM-BA). Ele antecipou que vai mudar itens polêmicos, como o prazo de validade do registro de armas e a idade mínima para a posse e o porte.
Atualmente, o registro precisa ser refeito a cada três anos. Pelo projeto original, a validade nunca expiraria, mas Cajado vai sugerir um prazo de cinco anos. O relator também deve manter nos atuais 25 anos de idade a exigência mínima para a compra de armamento, contra 21 anos previstos no texto de Mendonça. O porte seria concedido apenas após cinco anos de posse, ou seja, a partir dos 30 anos.
“Dentro do escopo normatizado pelo Estatuto, queremos poder encontrar um meio termo, que permita à população o exercício do direito constitucional de defesa da vida”, disse Cajado, durante debate com internautas na semana passada.
Diretor-executivo do Instituto Sou da Paz, Ivan Marques classifica o projeto como um retrocesso para a segurança pública brasileira. “Não é apenas uma proposta que desfaz o Estatuto, mas algo que estimula o uso de armas”, diz. Ele cita como exemplo o aumento na quantidade de armas e de munição permitidas por pessoa.
Pelo PL, o limite de armamento por cidadão salta de seis para nove. Já o de munição pula de 50 por ano para cada arma para 600 por ano, por arma. “Se o cidadão tiver nove armas, terá direito a 5,4 mil munições por ano. Ele vai usar tudo isso para legítima defesa?”
Em favor do projeto, Mendonça cita dados do Mapa da Violência, segundo o qual 51.043 brasileiros haviam sido assassinados em 2003 contra 56.337 em 2012. Já o representante do Sou da Paz menciona um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicado, segundo o qual um homicídio foi evitado a cada 18 armas tiradas de circulação graças ao incentivo do Estatuto.

Operadoras vão cortar acesso à internet quando franquia do cliente acabar


Agência Brasil

A partir desta terça-feira (9), os clientes da operadora Oi que usarem todo o pacote de internet móvel que foi contratado terão o serviço de navegação suspenso. A mudança vai valer para clientes dos planos pré-pago e de controle da operadora. Quem quiser continuar com acesso à internet deverá recontratar o pacote de dados ou contratar um pacote adicional avulso. Outras operadoras também vão adotar a mudança no sistema ainda neste ano.
A mudança na cobrança da internet após o fim da franquia foi adotada inicialmente pela operadora Vivo, em novembro. Antes, quando o cliente atingia o limite da franquia, tinha a velocidade reduzida, mas não suspensa. Segundo a Oi, o fim da velocidade reduzida, aliada ao novo modelo de cobrança por pacotes adicionais, é uma tendência mundial por garantir melhor experiência de navegação aos usuários de internet móvel.
A partir do dia 28 deste mês, os clientes da Claro dos planos pré-pago e controle também terão a internet bloqueada após atingirem o limite de dados do plano contratado. Para cinternetontinuar navegando, eles poderão adquirir pacotes adicionais de franquia. Segundo a Claro, os clientes já estão sendo informados das novas medidas, que permitirão que os clientes usem seus pacotes de internet sempre em alta velocidade, sem reduzí-la após o consumo de sua franquia.
A Vivo, que começou a mudança pelos estados do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais, vai ampliar a estratégia a partir do próximo dia 30 para os usuários pré-pagos e controle do Acre, do Amapá, do Amazonas, do Distrito Federal, de Goiás, do Maranhão, de Mato Grosso, de Mato Grosso do Sul, do Pará, de Rondônia, de Roraima e do Tocantins. A empresa diz que já avisou aos clientes sobre o ajuste nos planos, que deverá ser implementado nos próximos meses para os clientes de planos pré-pagos e controle de outros estados, bem como para os usuários pós-pagos.
A TIM vai adotar o bloqueio do acesso à internet após o consumo da franquia somente para os clientes que aderirem à oferta Controle Whatsapp, que garante envio ilimitado de mensagens por meio do aplicativo. A operadora diz que continua avaliando as diferentes possibilidades e não prevê qualquer ajuste em seus planos atuais. “Os clientes necessitam de franquias cada vez maiores e de uma experiência de internet de alta qualidade e, nesse contexto, o modelo de redução de velocidade após o consumo dos pacotes pode criar uma percepção negativa do serviço”, diz a operadora.
Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), as regras do setor permitem às empresas adotar várias modalidades de franquias e de cobranças, mas o Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações determina que qualquer alteração em planos de serviços e ofertas deve ser comunicada ao usuário, pela prestadora, com antecedência mínima de 30 dias.

Casa desaba após forte chuva que atingiu poucos bairros de Curitiba


Por Elizangela Jubanski e Danaê Bubalo


Uma casa no bairro do Sítio Cercado desabou parcialmente por causa da chuva forte que atingiu a região Sul de Curitiba no fim da tarde desta segunda-feira (8). Ninguém ficou ferido e a casa foi interditada pelo Corpo de Bombeiros com risco de desabamento total. Cerca de 22 mil residências ficaram sem luz nos bairros Cidade Industrial, Boqueirão e também no Sítio Cercado, que registrou outros pontos de alagamento.
A chuva começou por volta das 19 horas e durou cerca de 30 minutos. A casa do morador Enéias da Rosa, na rua Nova Esperança, foi alagada e, em seguida, teve parte das paredes desmoronada. Rosa contou à Banda B que, durante a chuva, a família saiu da casa e se abrigou na residência de parentes. “Era água que não parava mais. Nossa rua aqui tá alagando direto depois que a Sanepar veio fazer umas obras aqui e não arrumou direito. A água não tem pra onde ir e vem pra nossa rua que é mais baixa. Toda vez que chove acontece isso”, reclama.
Rosa teve de deixar a casa ao lado da família. Ele perdeu móveis, roupas, alimentos e a casa, que precisará ser demolida para que não corra risco de desabar por completo. “Não tenho pra onde ir”, desabafa.
Reclamação
Outra moradora da mesma rua há 30 anos, Neusa da Silva, também responsabiliza a Sanepar pelos alagamentos. De acordo com ela, a Prefeitura de Curitiba já foi informada sobre o caso, mas não teria dado respostas aos moradores. “É a terceira que alaga aqui. Fiz protocolo na prefeitura e na última reclamação eles chegaram a dizer que tinha que esperar chover de novo para ver porque estava alagando a rua. Eu liguei ontem e disseram que estavam vindo, mas não chegaram até agora. Eles só querem cobrar. A gente paga imposto de tudo quanto é jeito e não temos direito a nada”, disse, indignada.
Segundo os moradores, a água da rua Califórnia, que fica acima, deságua na rua Nova Esperança, que possui apenas uma boca de lobo. “A água vem e não vence escoar tudo”, explica Neusa.
Resposta
A Banda B procurou a Sanepar e foi informada que, na manhã de hoje (9), um técnico da Sanepar esteve no local e conversou com Enéias da Rosa, morador que teve a casa desabada. A versão apresentada para a Rádio Banda B, no entanto, segundo o funcionário da Sanepar, teria mudado e o morador teria dito que a inundação aconteceu pela falta de boca de lobo e não por causa de obras. A Sanepar afirmou que a última obra registrada no local foi de esgoto e no ano de 2002.
A Prefeitura de Curitiba também foi procurada e a reportagem aguarda retorno.