Câmara aprova reajuste de ministros do STF, parlamentares e presidente


Pelos projetos, presidente ganhará R$ 30,9 mil, menos que deputado.
Ministros do STF, parlamentares e PGR receberão R$ 33,7 mil em 2015.

Nathalia Passarinho e Fernanda CalgaroDo G1, em Brasília
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (17) aumentos salariais para a presidente da República, ministros de Estado, parlamentares, ministros doSupremo Tribunal Federal (STF) e o procurador-geral da República (PGR), em 2015. Os projetos ainda precisam passar por votação no Senado Federal.
Pelos textos chancelados pela Câmara, o salário da presidente Dilma Rousseff e de ministros do governo será de R$ 30,9 mil, enquanto senadores, deputados, magistrados do STF e o procurador-geral receberão R$ 33,7 mil por mês. Atualmente, o presidente da República recebe o mesmo subsídio dos parlamentares (R$ 26,7 mil) e menos que ministros da Suprema Corte, cuja remuneração é de R$ 29,4 mil.
arte salários deputados senadores dilma ministros STF (Foto: Editoria de arte/G1)
Portanto, a partir do ano que vem Dilma passará a receber menos que um deputado federal. Os reajustes salariais do STF e do procurador-geral estão previstos em dois projetos de lei que seguirão para sanção presidencial depois de aprovados pelo Senado.

Os aumentos para parlamentares, presidente da República e ministros de Estado estão em dois projetos de decreto legislativo que serão promulgados pelo presidente do Congresso depois de aprovados pelo Senado.
Durante a votação, o único a discursar na tribuna contra os aumentos salariais foi o deputado Glauber Braga (PSB-RJ).  “Não houve uma defesa de corte de gastos? Os parlamentares que fizeram essa defesa têm agora a oportunidade de dar exemplo. Terão oportunidade de fazer isso com os próprios rendimentos”, disse.
Um parlamentar chegou a gritar no meio do plenário: “Quem não quiser o aumento, devolve”. Os demais deputados não se manifestaram na tribuna sobre os reajustes.

Proposta do Supremo
O acordo sobre os valores foi negociado pelo presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), diretamente com Executivo, Judiciário e Ministério Público, em reuniões com Aloizio Mercadante (ministro da Casa Civil), Ricardo Berzoini (ministro de Relações Institucionais), Ricardo Lewandowski (presidente do STF) e Rodrigo Janot (procurador-geral da República). Nesta terça (16), o acerto foi chancelado em reunião de líderes partidários na Câmara.
Originalmente, Supremo e PGR defendiam reajuste de 22% e enviaram projetos de lei para a Câmara aumentando o subsídio de R$ 29,4 mil para R$ 35,9 mil mensais. Senadores e deputados queriam aprovar um projeto de decreto legislativo que fixasse esse mesmo valor para parlamentares, ministros de Estado e presidente da República.
No entanto, o governo federal negociava desde a semana passada uma redução dos aumentos sob o argumento de que o Orçamento de 2015 não comporta gastos desse porte. O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, enviou nesta terça um ofício a Henrique Alves nesta terça defendendo aumento de 15,76% para o Executivo.
Após negociações com os demais Poderes, a Câmara decidiu conceder reajustes diferentes, o que significa que o presidente da República ganhará menos que parlamentares e magistrados do Supremo a partir do ano que vem.
Economia
A aprovação dos aumentos salariais ocorre num momento delicado das contas públicas, depois de o governo ter derrubado a meta de superávit primário (economia feita para pagar juros da dívida pública), estabelecida para 2014. O volume de gastos no ano eleitoral superou a arrecadação e a nova equipe econômica anunciada pela presidente Dilma Rousseff já fala em conter despesas.
Nos nove primeiros meses deste ano, as contas do setor público registraram um déficit primário – receitas ficaram abaixo das despesas, mesmo sem contar juros da dívida – de R$ 15,28 bilhões,  segundo números divulgados pelo Banco Central. Foi a primeira vez desde o início da série histórica do BC, em 2002 para anos fechados, que as contas do setor público registraram um déficit nos nove primeiros meses de um ano.
Assim que foi anunciado como futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy falou em cortes de despesas e estabeleceu que a meta fiscal em 2015 será de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) para todo o setor público consolidado (governo, estados e municípios).

STF valida condução de Moro nos processos da Lava-Jato


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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem (16) validar a condução do juiz federal Sérgio Moro na investigação da Operação Lava Jato. Seguindo voto do ministro Teori Zavascki, o colegiado entendeu que Moro, até o momento, não violou a competência do Supremo para julgar investigados com prerrogativa de foro.
A validação vai contra os interesses do PT e de outros investigados, que não veem a hora da operação sair de Curitiba e seguir para Brasília, devido à presença de parlamentares governistas nas investigações.
Em outra decisão, proferida em junho, a Segunda Turma validou as provas da operação e determinou que oito ações penais oriundas da investigação voltassem para a Justiça Federal no Paraná.
Em despacho proferido no mês passado, Moro considerou “fantasiosa” a argumentação de advogados de que ele está ocultando nome de parlamentares nos processos para que a investigação continue na primeira instância.
De acordo com as alegações dos investigados, Moro não poderia ter prosseguido com a investigação, uma vez que foram citados nomes de parlamentares. Os advogados argumentam que os autos deveriam ser remetidos ao STF, instância adequada para investigar parlamentares, que têm foro privilegiado.

Mesada de André Vargas complica a vida de Gleisi


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Via Cícero Cattani, do Ucho
Fecha-se cada vez mais o cerco contra Gleisi Hoffmann. Coordenador da fracassada campanha da senadora petista ao governo do Paraná, o agora cassado André Vargas surge em nova e grave denúncia, desta vez trazida pela revista Veja. De acordo com a publicação, Vargas recebia todos os meses, em seu apartamento funcional em Brasília (SQN 302, bloco H), uma mesada de R$ 150 mil, entregue pelo sistema “delivery” criado pelo doleiro Alberto Youssef, O dinheiro chegava a Vargas pelas mãos de Rafael Ângulo Lopez, que transportava o dinheiro amarrado ao corpo por filmes plásticos em voos comerciais.
De tal modo, é quase remota a possibilidade de Gleisi escapar desse novo escândalo alegando (como fez com o pedófilo Gaievski que levou para a Casa Civil) que desconhecia as atividades criminosas do auxiliar.
Além de André Vargas ser associado a Gleisi há muito tempo – ele coordenava campanhas do marido da senadora, o atual ministro Paulo Bernardo da Silva e na década de 90 ambos foram processados pela prática de caixa 2 – a própria senadora é apontada pelos delatores do Petrolão (Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa) como beneficiária de R$ 1 milhão do esquema da Petrobras.
Vargas foi cassado na última quarta-feira (10) por quebra de decoro parlamentar. O ex-petista, que mora em Londrina, viajou com a família, no início deste ano, para o Nordeste em jatinho fretado por Youssef. Ele também aparece nas gravações da Polícia Federal – que constam da Operação Lava-Jato – como intermediador da contratação da empresa Labogen, laboratório-lavanderia pertencente ao doleiro e criado para lesar o erário – pelo Ministério da Saúde.
Vargas mantinha igualmente um serviço de “delivery” para alimentar financeiramente as campanhas do PT do Paraná, o que se comprova pelo fato de o ex-deputado aparecer como doador de todas as campanhas petistas no estado. Deputados estaduais e federais eleitos, além dos candidatos derrotados do partido, receberam recursos de Vargas. Gleisi Hoffmann também teve suas campanhas alimentadas por dinheiro de origem incerta doado por Vargas.
A mais grave denúncia de associação entre o marido de Gleisi, Paulo Bernardo, e André Vargas refere-se à campanha que reelegeu o petista Nedson Micheleti (PT) prefeito de Londrina, em 2004. O caso, de acordo com matéria do jornal “Folha de S. Paulo”, resultou em inquérito da Polícia Federal para apurar suspeita de caixa 2. O inquérito foi aberto a pedido do promotor eleitoral Sérgio Correia de Siqueira, da 41ª Zona Eleitoral, depois que Soraia Garcia, ex-colaboradora de campanha, procurou-o para denunciar sonegação de R$ 6,5 milhões nos gastos apresentados pelo comitê financeiro à Justiça Eleitoral.
Segundo Soraia, o caixa 2 recebeu colaboração do PT nacional, por intermédio do então deputado federal e atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo da Silva, que tem base político-eleitoral em Londrina, e do presidente do PT do Paraná, deputado estadual André Vargas. “Ela cita Paulo Bernardo e André Vargas como os caras que trariam o dinheiro para cá”, disse o promotor.
“O que ela fala é que eles [Bernardo e Vargas] chegavam de Brasília [e Curitiba] num dia e o dinheiro aparecia no outro.” Ainda de acordo com o promotor, a denunciante “não via dinheiro chegando com as malas”, mas no dia seguinte ela tinha de fazer duas planilhas de prestação de contas para lançar os gastos e fazer pagamentos. O dinheiro chegava acondicionado em sacos plásticos de lixo e em sacolas de estabelecimentos comerciais.

EUA e Cuba retomarão relações após 53 anos


Foto: Reuters
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de Flávia Barbosa, O Globo:
Após 53 anos de rompimento, Estados Unidos e Cuba vão normalizar integralmente as relações diplomáticas, com abertura de embaixadas em Havana e Washington e recomposição de canais de cooperação e negociação, informaram os governos das duas nações. Para concretizarem o passo histórico, os presidentes Barack Obama e Raúl Castro autorizaram no primeiro semestre de 2013 conversas secretas de alto nível — que começaram em junho daquele ano, tiveram a bênção do Papa Francisco e foram concluídas ontem, com chamada telefônica de uma hora e meia entre os dois mandatários — e alinhavaram a liberação de prisioneiros cubanos e americanos, o que ocorreu esta manhã. Os EUA decidiram ainda rever a inclusão de Cuba na lista de Estados que apoiam o terrorismo; relaxar ainda mais viagens e remessas de americanos à Ilha; e liberar várias transações financeiras e tipos de exportações.
Obama e Raúl anunciaram as medidas simultaneamente, em Washington e Havana. Segundo o governo americano, Cuba também fez concessões. Vai liberar 53 prisioneiros que Washington considera políticos (alguns dos quais já começaram a ser soltos), vai facilitar o acesso à internet à população e abrirá espaço para visitas adicionais de avaliação da ONU e da Cruz Vermelha.
— Começamos um novo capítulo nas histórias dessas duas nações das Américas — disse Obama. — Ninguém está bem servido por políticas desenhadas quando a maioria de nós nem éra nascida. Através dessas mudanças, tentamos criar mais oportunidades para os povos americano e cubano e iniciar um novo capítulo.
O embargo econômico continua válido, pois depende de decisão do Congresso americano. Mas foi enfraquecido com as medidas. O objetivo dos americanos, segundo autoridades do primeiro escalão, é aumentar o cacife da sociedade civil cubana e potencializar as reformas que vêm sendo adotadas por Raúl Castro desde que substituiu o irmão Fidel no comando de Cuba, em fevereiro de 2008. E evitar novos atritos.
— Não devemos permitir que sanções americanas aumentem o fardo do povo cubano que queremos ajudar — afirmou Obama.
Os EUA acreditam que as medidas representam um empurrão ao desenvolvimento de empreendedores e críticos cubanos e que Washington tem mais poder de fogo para melhores condições de direitos humanos na Ilha se se engajar com o regime. Isso forçaria correção de rumos em Havana, avaliam autoridades do primeiro escalão, não apenas pela pressão direta de cidadãos e americanos, mas pelo apoio de nações latinoamericanas, que se opõem à política de exclusão que os EUA adotaram a partir de 1961.
— Estas são as mudanças mais significativas na política com Cuba em mais de 50 anos. Estamos começando a normalização das relações entre os EUA e Cuba — afirmou um assessor direto de Obama. — Partimos do princípio de que o embargo não funcionou. Nós apoiamos a sua derrubada, mas reconhecemos que o Congresso não vai fazê-lo no futuro próximo. Então, estamos agindo dentro dos limites legais da autoridade presidencial.
DIREITOS HUMANOS CONTINUARÃO EM PAUTA
Antecipando críticas, as autoridades afirmaram que as diferenças entre os dois países em relação ao respeito aos direitos humanos continuarão e que Obama permanecerá pressionando por mudanças democráticas na ilha:
— Estamos tomando estas medidas porque acreditamos que a política do passado não funcionou e que o futuro de Cuba é (melhor) nesta direção. Mas nossa ênfase em direitos humanos continuará tão forte quanto antes, só que agora com o engajamento direto. Nosso representante em Havana inclusive vai se reunir hoje à tarde com membros da sociedade civil americana para informarmos que as demandas não serão esquecidas nessas ações, serão reforçadas e ganham um novo vento soprando a favor. Acreditamos inclusive que esta mudança na nossa política vai elevar imensamente nossas políticas e posição na América Latina e esperamos forte apoio às medidas e à pressão por direitos humanos (dos países latinos).
Outra autoridade complementou:
— Os presidentes Obama e Castro conversaram ontem ao telefone por uma hora e meia sobre os aspectos finais da liberação dos presos americanos e cubanos, trataram de temas de cooperação, como combate ao ebola e contraterrorismo. Obama afirmou que começam a mudar as relações, mas que ele continuará na advocacia de direitos humanos.
A normalização das relações começa imediatamente, e a abertura das embaixadas levará apenas o tempo dos trâmites burocráticos. Obama também ordenou a revisão da permanência de Cuba na lista de Estados que apoiam o terrorismo, à qual foi anexada em 1982, o que implica em sanções financeiras e comerciais adicionais ao embargo.
DIMINUIÇÃO DAS RESTRIÇÕES
Mais americanos poderão viajar a negócios, em missões religiosas e humanitárias e com propósito cultural e educacional à Ilha e novos itens foram incluídos na lista de produtos e serviços autorizados a serem exportados para Cuba. Entre eles, equipamentos de telecomunicações, materiais de construção e máquinas e utensílios utilizados na agricultura de pequeno porte e em pequenos negócios, como barbearias e restaurantes. Remessas de americanos sem origem ou família cubana sobem de US$ 500 para US$ 2.000 trimestrais.
O Tesouro também vai alterar regulações permitindo que instituições financeiras dos EUA possam abrir contas em contrapartes cubanas, assim como será liberado o uso de cartões de crédito e débito americanos em Cuba. As viagens a turismo dos cidadãos americanos sem laços com Cuba, porém, continuam proibidas, pois estão atreladas à lei que estabeleceu o embargo e dependem de decisão do Congresso.
O pacote de normalização foi negociado por um ano e cinco meses, a partir de conversas para liberação de priosioneiros dos dois países. Um canal secreto de negociações foi estabelecido e reuniões ocorreram a partir de junho de 2013 no Canadá. Este ano, o Vaticano também sediou o encontro final, em novembro. O Papa Francisco, segundo o governo dos EUA, foi figura fundamental nas negociações. O tema Cuba dominou a agenda do encontro que ele manteve com Obama no início deste ano e em seguida o Papa enviou carta aos presidentes americano e cubano pedindo solução para as esgarçadas relações.
BASES
A base do acordo foi a liberação do terceirizado americano Alan Gross, preso em dezembro de 2009 sob acusação de ser um espião americano. Cuba concordou em libertá-lo por causas humanitárias e ele chegou a Washington ontem no fim da manhã. Além disso, os EUA concordaram em uma troca de prisioneiros: Havana retornou um agente da inteligência americano preso há 20 anos em solo cubano e Washington libertou três dos chamados “Cinco de Cuba”, presos por espionagem na Flórida.
Os EUA acertaram ainda que não fariam objeção à participação de Cuba na próxima Cúpula das Américas, no início de 2015, no Panamá. Segundo autoridades americanas, Fidel Castro não participou diretamente de nenhuma conversa com os EUA para normalização das relações.
O governo dos EUA acredita que há apoio suficiente na sociedade americana para a mudança no curso da política com Cuba. Pesquisas recentes apontam que 56% dos americanos em geral e 60% do residentes da Flórida e dos latinos favorecem uma abertura a Havana.
— Achamos que há apoio nos dois partidos a estas mudanças e há uma mudança na população cubano-americana, especialmente entre os jovens. E o presidente Obama testemunhou isso em 2008 e 2012 (campanhas presidenciais), em lugares de comunidades cubanas fortes, na Flórida e em Nova Jérsei. Há também apoio em outras fatias da sociedade ligadas ao assunto, como a Igreja Católica, a comunidade empresarial. Há várias fatias da sociedade que vão moldar estas mudanças no Congresso nos anos à frente.
A medida foi antecipada nesta quarta-feira por duas notícias que demonstravam a aproximação entre as duas partes. Pela manhã, o diretor da Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (Usaid), Rajiv Shah, divulgou um comunicado em que afirma que deixará o cargo em fevereiro, após ser alvo de questionamentos no Congresso por conduzir projetos secretos em Cuba que teriam como alvo o regime castrista. Depois, foi anunciada a libertação de Alan Gross, preso em Havana desde 2009 por levar satélites e equipamentos eletrônicos de maneira irregular para grupos judaicos acessarem a internet em Cuba.

Gangue da Dinamite se arma para explodir caixa dentro de prefeitura, dinamite falha e tudo dá errado


Por Elizangela Jubanski e Antônio Nascimento

A Gangue da Dinamite passou a madrugada desta quarta-feira (17) em claro para planejar o ataque a um novo caixa eletrônico. Em vão. O grupo saiu com as mãos abanando após a dinamite falhar dentro da Prefeitura Municipal de Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba.
Por volta das 4 horas, os bandidos conseguiram acessar a parte interna da prefeitura, que fica na avenida Padre Natal Pigato, e armaram todo o aparato para o roubo que tinha como  alvo um caixa eletrônico da Caixa Econômica Federal (CEF). No entanto, as dinamites falharam e a missão teve de ser abortava.
Os bandidos saíram de mão abanando e, provavelmente, frustrados. Resta saber se a Gangue da Dinamite vai reclamar sobre essa deficiência da dinamite por meio do 0800 do fabricante. Nunca se sabe.

Homem que comandava posto de combustível ilegal em Curitiba é preso após denúncia


Da Redação

Um homem de 51 anos foi preso em flagrante na tarde desta quarta-feira (17) após a Polícia Civil descobrir um esquema de venda ilegal de combustíveis no bairro Tatuquara, em Curitiba. De acordo com o delegado Gerson Machado, a prisão aconteceu após uma ligação anônima ao telefone 181 apontar a localização do suspeito.
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Foto: Divulgação
No local, os policiais encontraram aproximadamente 350 litros de combustível que estava guardado em galões. Também foram apreendidos duas armas, com três carregadores municiados, totalizando 48 munições, uma espingarda calibre 32, com cinco cartuchos sem numeração, 180 pacotes de cigarros paraguaios contendo cada pacote dez maços e seis caixas de fogos de artifícios contanto com 36 foguetes.
As armas e uma amostra dos cigarros, vão ser encaminhados para a perícia. Após a conclusão do inquérito, todos os produtos apreendidos vão ser entregues para à Justiça. O superintendente Ronald Redes, faz um apelo aos moradores, para que realizem denúncias por meio do 181 ou pelo próprio telefone da delegacia 3579-2600.
José Kriguer foi enquadrado pelos crimes de contrabando e descaminho, além de posse irregular de arma de uso permitido. Ele fica à disposição da justiça.

PREFEITA BETI PAVIN É ABSOLVIDA PELO PLENO DO TSE





A prefeita Beti Pavin acaba de ser absolvida pelo pleno do TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL pelo placa de 7 x 0.


Em breve matéria completa.

Justiça aceita denúncia contra Nestor Cerveró, Fernando Baiano e mais dois


Alberto Youssef e executivo da Toyo Setal também são réus no processo.
Juiz federal aceitou todas as denúncias do MPF na 7ª fase da Lava Jato.

Thais Kaniak e Bibiana DionísioDo G1 PR
Fernando Baiano e Cerveró (Foto: Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo e Geraldo Magela/Agência Senado)Fernando Baiano (à esquerda) e Nestor Cerveró são réus em processo originado da Operação Lava Jato (Foto: Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo e Geraldo Magela/Agência Senado)
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Lava Jato na primeira instância, aceitou nesta quarta-feira (17) a última denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal(MPF) na sétima fase da operação. Passam a ser réus no processo: Nestor Cerveró, ex-diretor da área Internacional da Petrobras; Fernando Soares, lobista conhecido como Fernando Baiano, apontado como um dos operadores do esquema de corrupção na estatal; e Júlio Camargo, executivo da Toyo Setal. Além deles, a Justiça também aceitou a denúncia contra o doleiro Alberto Youssef, que já virou réu em outras ações.
Eles são acusados de participação em crimes como corrupção contra o sistema financeiro nacional e lavagem de capital entre 2006 e 2012, conforme a denúncia.
De acordo com o MPF, Fernando Baiano e Nestor Cerveró são suspeitos de receber US$ 40 milhões de propina nos anos de 2006 e 2007 para intermediar a contratação de navios-sonda para a perfuração de águas profundas na África e no México. Fernando Baiano era representante de Nestor Cerveró no esquema, ainda segundo a denúncia.

Na avaliação do juiz, o MPF reuniu um número significativo de documentos que amparam as afirmações nas denúncias, especialmente o envolvimento direto de Nestor Cerveró nas contratações dos navios-sonda e as dezenas de transações financeiras relatadas pelo criminoso colaborador e que representariam atos de pagamento de propinas e de lavagem de dinheiro. Entre os documentos, há extratos que demonstram as transações que teriam sido efetuadas para contas beneficiárias indicadas por Fernando Soares. "Foram também juntados documentos relativos aos pagamentos efetuados pelas empresas de Júlio Camargo no Brasil", afirma Moro.
Ao despachar pela aceitação da denúncia, Moro marcou para fevereiro de 2015 a primeira audiência.

Nestor Cerveró e Fernando Baiano respodem por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Além destes crimes, Júlio Camargo responderá por evasão fraudulenta de divisas e fraudes em contratos de câmbio. Nesta ação, Youssef responde apenas por lavagem de dinheiro.
Defesa
O advogado Edson Ribeiro, que defende Nestor Cerveró, disse não ter conhecimento da decisão. Mesmo assim, voltou a afirmar ao G1 que o cliente não envolvimento algum com Fernando Baiano, nem com o esquema investigado pela Lava Jato. Ribeiro ainda disse que vai recorrer aos tribunais superiores, pois entende que, como a sede da Petrobras fica no Rio de Janeiro, o processo deveria estar sob jurisdição da Justiça Federal no Rio de Janeiro.

Mario de Oliveira Filho, advogado do lobista Fernando Baiano, foi procurado pela reportagem, mas não atendeu às ligações. O mesmo ocorreu com os advogados que representam o doleiro Alberto Youssef. A defesa de Júlio Camargo não foi localizada, e a assessoria de imprensa da Toyo Setal ainda não retornou as ligações.
Alberto Youssef e Fernando Baiano estão presos na carceragem da Polícia Federal (PF) na capital paranaense. Youssef foi preso no mês de março, quando a primeira fase da operação foi deflagrada. Já Fernando Baiano foi preso em novembro, durante a sétima fase da Lava Jato. Além deles, 11 executivos de empreiteiras continuam presos na carceragem da PF.
As denúncias
Todas as denúncias oferecidas pelo MPF contra 39 investigados na sétima fase da Operação Lava Jato foram aceitas pelo juiz entre sexta-feira (12) e esta quarta. Segundo o MPF, 23 dos denunciados são ligados às empreiteiras Camargo Corrêa, Engevix, Galvão Engenharia, Mendes Júnior, OAS  e UTC.

O Ministério Público Federal dividiu os 39 denunciados em seis diferentes ações. Alberto Youssef, Paulo Roberto Costa e Waldomiro de Oliveira são citados nas cinco denúncias apresentadas na quinta-feira (11). Elas foram divididas de acordo com a participação de cada empreiteira no esquema, segundo o MPF. Enquanto Youssef e Oliveira foram apontados como operadores do dinheiro pago pelas empreiteiras, Paulo Roberto Costa era diretor de Abastecimento da Petrobras – núcleo que foi alvo da primeira leva de denúncias. Paulo Roberto Costa e Waldomiro de Oliveira viraram réus em cinco processos. Já Alberto Youssef é réu em todos os seis processos originados nesta sétima fase.

Veja os nomes dos 39 réus da sétima fase da Operação Lava Jato:
Alberto Youssef, suspeito de liderar o esquema de corrupção
Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras
Waldomiro de Oliveira, dono da MO Consultoria
Fernando Soares, lobista conhecido como Fernando Baiano, apontado como um dos operadores do esquema de corrupção na Petrobras;
Júlio Camargo, executivo da Toyo Setal
Nestor Cerveró, ex-diretor da área Internacional da Petrobras
Adarico Negromonte, apontado como emissário de Youssef
Dalton Santos Avancini, presidente da Camargo Corrêa
Eduardo Hermelino, vice-presidente da Camargo Corrêa
Jayme Alves de Oliveira Filho, acusado de atuar com Youssef na lavagem de dinheiro
João Ricardo Auler, presidente do Conselho de Administração da Camargo Corrêa
Marcio Andrade Bonilho, sócio e administrador da empresa Sanko-Sider
Ricardo Ribeiro Pessoa, presidente da construtora UTC
Carlos Alberto Pereira da Costa, representante formal da GFD Investimentos, pertencente a Alberto Youssef e réu em outros processos ligados a Lava Jato;
Enivaldo Quadrado, ex-dono da corretora Bônus Banval, que atuava na área financeira da GFD e réu em outros processos ligados a Lava Jato;
- João Procópio de Almeida Prado, apontado como operador das contas de Youssef no exterior;
- Sergio Cunha Mendes, vice-presidente executivo da Mendes Júnior;
- Rogério Cunha de Oliveira, diretor da área de óleo e gás da Mendes Júnior;
- Ângelo Alves Mendes, vice-presidente da Mendes Júnior;
- Alberto Elísio Vilaça Gomes, executivo da Mendes Júnior;
- José Humberto Cruvinel Resende, funcionário da Mendes Júnior;
- Antônio Carlos Fioravante Brasil Pieruccini, advogado que teria recebido propina de Alberto Youssef;
Mario Lúcio de Oliveira, diretor de uma agência de viagens que atuava na empresa GFD, segundo delação de Alberto Youssef;
- João de Teive e Argollo, diretor de Novos Negócios na UTC;
Sandra Raphael Guimarães, funcionária da UTC.
- Gerson de Mello Almada, vice-presidente da empreiteira Engevix
Carlos Eduardo Strauch Albero, diretor da Engevix
- Newton Prado Júnior, diretor da Engevix
- Luiz Roberto Pereira, ex-diretor da Engevix
- João Alberto Lazzari, representante da OAS
Agenor Franklin Magalhães Medeiros, diretor-presidente da área internacional da OAS
Fernando Augusto Stremel Andrade, funcionário da OAS
José Adelmário Pinheiro Filho, presidente da OAS
- José Ricardo Nogueira Breghirolli, apontado como contato de Youssef com a OAS
Mateus Coutinho de Sá Oliveira, funcionário da OAS.
Dário de Queiroz Galvão Filho, executivo da Galvão Engenharia
- Eduardo Queiroz Galvão, executivo da Galvão Engenharia
- Jean Alberto Luscher Castro, diretor presidente da Galvão Engenharia
- Erton Medeiros Fonseca, diretor de negócios da Galvão Engenharia.
Entenda a Lava Jato
A Operação Lava Jato começou investigando um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões. A investigação resultou na descoberta de um esquema de desvio de recursos da Petrobras, segundo a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.
Na primeira fase da operação, deflagrada em março deste ano, foram presos, entre outras pessoas, o doleiro Alberto Youssef, apontado como chefe do esquema, e o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.
A sétima fase da operação policial, deflagrada no mês passado, teve como foco executivos e funcionários de nove grandes empreiteiras que mantêm contratos com a Petrobras em um valor total de R$ 59 bilhões.
Parte desses contratos está sob investigação da Receita Federal, do MPF e da Polícia Federal. Ao todo, foram expedidos na sétima etapa da operação 85 mandados em municípios do Paraná, de Minas Gerais, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Pernambuco e do Distrito Federal.
Conforme balanço divulgado pela PF, 25 pessoas foram presas. Também foram cumpridos 49 mandados de busca e apreensão e foram expedidos nove mandados de condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a ir à polícia prestar depoimento), mas os policiais conseguiram cumprir seis.
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VALE ESTE - Arte Lava Jato 7ª fase (Foto: Infográfico elaborado em 15 de novembro de 2014)

Bandidos do ‘hálito refrescante’ assaltam posto, levam dinheiro, cigarro e zeram estoque de Mentos


Por Elizangela Jubanski e Antônio Nascimento

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Bandidos fugiram em um Ford Ka. Foto: AN/Banda B
Dois homens armados assaltaram um posto de combustível no bairro Santa Felicidade, em Curitiba, na manhã desta quarta-feira (17). Eles renderam as funcionárias que estavam na loja de conveniência no início do expediente , enquanto os frentistas estavam na pista. Até aqui, infelizmente, nada de anormal diante dos inúmeros assaltos que acontecem diariamente em Curitiba e região metropolitana. No entanto, além do bolso cheio de dinheiro, a dupla exigiu levar todo o estoque da bala Mentos.
O assalto aconteceu por volta 6h30 e os bandidos chegaram em um Ford Ka de cor preta no posto de combustível, que fica na rua João Resso, no Jardim Pinheiros. Eles estavam armados e usaram palavra de baixo calão para aterrorizar os funcionários. Eles roubaram o dinheiro do caixa, cigarros e fizeram questão de levar todas as caixas de Mentos. Só de Mentos.
A ação foi rápida, mas as imagens das câmeras de segurança instaladas no posto podem auxiliar a polícia. A Polícia Militar (PM) foi acionada e a Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) investiga o caso.

Soldado do Exército sofre sequestro relâmpago e só escapa porque carro falhou na estrada



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Soldado disse que só escapou do sequestro porque carro falhou – Foto: Antonio Nascimento/Banda B


Por Denise Mello e Antonio Nascimento

Um soldado do 20º Batalhão de Infantaria do Exército, em Curitiba, foi vítima de um sequestro relâmpago na manhã desta quarta-feira (17). O jovem de 19 anos, que teve a identidade preservada, ficou cerca de meia hora nas mãos dos banidos e disse que só conseguiu escapar porque o carro dele falhou na estrada a caminho das praias, pela BR-277.
À Banda B, o soldado contou que, por volta das 7 horas, estava a caminho do Batalhão, em um Gol, modelo antigo, quando foi abordado por dois homens e uma mulher armados. O jovem estava no sinaleiro, na Estrada da Ribeira, perto da Igreja Santa Terezinha, em Colombo, região metropolitana de Curitiba. “Um dos homens bateu no vidro do meu carro com a arma e me mandou abrir o carro. Ele e mais um casal entraram no carro e começaram a me torturar, dizendo que eu ia me ferrar, que a gente ia para Guaratuba. Foi muito difícil”, disse o soldado à Banda B.
Segundo a vítima, eles seguiam em direção às praias pela BR-277 quando, perto da Academia do Guatupê, o carro do soldado começou a falhar e eles foram parar no acostamento dentro de uma valeta. “Tinha um carro atrás, um Uno, dando cobertura pra eles. Quando o carro parou, eles saíram correndo e entraram no outro veículo. Dei graças a Deus e fui pedir socorro”, disse o soldado.
O jovem disse ainda que em nenhum momento os sequestradores falaram em sacar dinheiro ou levar seus pertences. Apenas falavam que ele iria se dar mal e que iriam para a praia.
O soldado pediu socorro e a Polícia Militar foi acionada. Um boletim de ocorrência foi registrado e os policiais fazem buscas na região para encontrar os seqüestradores. A vítima foi para casa ao lado do pai, sem ferimentos.

Obras de contenção de enchentes estão em seis bairros de Colombo


WEBMASTER 16 DE DEZEMBRO DE 2014

Atualmente serviços estão concentrados no Jardim Monza, Jardim Paraná, Quitandinha, Liberdade, Zumbi e Guaraituba

Obras de contenção de enchentes estão concentradas em seis bairros do município; entre os serviços executados estão a troca de manilhas e construção de fossas sépticas
Obras de contenção de enchentes estão concentradas em seis bairros do município; entre os serviços executados estão a troca de manilhas e construção de fossas sépticas
O Programa de Contenção de Enchentes, desenvolvido pela Prefeitura de Colombo, através das secretarias de Obras e Viação, Meio Ambiente e Coordenação da Defesa Civil, desde setembro vem realizando diversos serviços a fim de evitar alagamentos, enchentes e inundações no município. Atualmente seis bairros estão recebendo as obras do programa, são eles: Jardim Monza, Jardim Paraná, Quitandinha, Vila Liberdade,Vila Zumbi dos Palmares e Guaraituba.
No Jardim Monza, especificamente, a colaboração dos moradores foi fundamental para a realização dos serviços que estão sendo executados no local. Isso porque as manilhas e as fossas sépticas que estão sendo usadas na rua Ângelo Milani Scremin são fruto de doações dos moradores. Ao todo, 200 manilhas e dez fossas foram usadas. A prefeitura, por outro lado, cedeu o projeto, licenciamento, mão de obra, saibro e terra. Além disso, agentes da Vigilância Sanitária estiveram no local para orientar os moradores.
Segundo o diretor de Obras de Combate às Enchentes, João Nowacki a previsão é que até o final do ano 70% das obras previstas pelo Programa sejam concluídas
Segundo o diretor de Obras de Combate às Enchentes, João Nowacki a previsão é que até o final do ano 70% das obras previstas pelo Programa sejam concluídas
Ações como essa beneficiam moradores como o porteiro aposentado Augusto da Silva Pinto, 59 anos. Segundo ele a situação dos moradores ficava crítica quando chovia. “Bastava chover para as casas ficarem alagadas. Além do cheiro forte de esgoto e dos ratos que ficavam aqui”, lembrou o morador.
Isso acontecia, segundo o diretor de Obras de Combate às Enchentes, João Nowacki, devido ao um córrego que passava na área. “Esse local sofre com a falta de saneamento e o córrego que passava por aqui estava com a borda acumulada de lixo, o que dificultava a passagem da água e tornava o local propicio para o aparecimento de ratos”, explicou.
Balanço
Até o momento através das ações realizadas pelo Programa de Contenção de Enchentes foi possível a construção de dez praças com recantos na beira dos rios, 40 bancos de eucaliptos, dois quilômetros de pista de caminhada, dois campos de futebol de areia, 20 lixeiras e o plantio de 1000 árvores.
De acordo com Nowacki, essas medidas foram tomadas a fim de evitar que lixos sejam jogados às margens dos rios. “É uma maneira de mostrar que as margens podem ser mais bem aproveitadas e que existem locais corretos para o lixo ser descartado”, esclareceu o diretor.
Através do Programa de Contenção de Enchentes foi possível a construção de praças com recantos na beira dos lagos, pistas de corridas, campos de futebol de areia, lixeiras e o plantio de árvores
Através do Programa de Contenção de Enchentes foi possível a construção de praças com recantos na beira dos lagos, pistas de corridas, campos de futebol de areia, lixeiras e o plantio de árvores
Dos 21 pontos previstos para receberem obras do Programa de Combate as Enchentes, 70% serão finalizados até o final do ano. A previsão é de que o restante seja executado até janeiro de 2015.
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Foto: João Senechal/PMC

Unidade de Saúde do Fátima conquista selo de bronze


WEBMASTER 16 DE DEZEMBRO DE 2014

Condecoração faz parte do Programa APSUS que reconhece o trabalho de atendimento ao cidadão realizado com segurança

Autoridades descerram o Selo de Bronze na Unidade de Saúde Jardim Fátima
Autoridades descerram o Selo de Bronze na Unidade de Saúde Jardim Fátima
A Unidade de Saúde Jardim Fátima recebeu a premiação do Selo Bronze de Qualidade do Programa de Qualificação da Atenção Primária – APSUS, no último dia 12. O ato de condecoração contou com a presença da prefeita Beti Pavin, do secretário da Saúde, Fernando Aguilera, da coordenadora do projeto, Maria Cristina Arai e do coordenador da US Fátima enfermeiro, Jamerson Cello.
“Quando eu cheguei aqui na unidade senti uma energia boa, e a gente fica motivada com essas ações, acredito que logo alcançaram os selos de Ouro e Prata, além de se tornarem o exemplo que será seguido nas demais unidades de saúde do nosso município. Parabenizo a todos da equipe da US Jardim Fátima,” disse a prefeita Beti Pavin.
Equipe da Unidade na cerimônia da premiação do Selo de Bronze em Colombo
Equipe da Unidade na cerimônia da premiação do Selo de Bronze em Colombo
O secretário Aguilera, trouxe durante o evento uma reflexão com os desafios do dia a dia do profissional da saúde. “Nós da saúde somos como pontes, por exemplo, entre a dor e o alívio, a tristeza e o conforto, e precisamos sempre doar o nosso melhor para as pessoas que atendemos. Estou muito feliz pela conquista da equipe desta unidade”.
Segundo o coordenador da US Jardim Fátima, Jamerson Cello, em 2013 foram escolhidas na região metropolitana de Curitiba duas unidades, sendo Colombo uma delas. O projeto trouxe 95 itens de segurança para o trabalho do dia a dia e só ganhava o Selo aquela que atingisse 100% da meta. “Conquistar o Selo é mais que um reconhecimento. É a realização do trabalho que a gente teve, e a confirmação do resultado de toda a equipe. Agora vamos nos dedicar ainda mais para conquistar o Ouro e a Prata em 2015”.
APSUS
Beti Pavin e Vice Ademir Goulart com a equipe da US Jardim Fátima
Beti Pavin e Vice Ademir Goulart com a equipe da US Jardim Fátima
O projeto APSUS visa à qualidade no atendimento ao cidadão, e a qualificação de cada profissional da área da saúde na rotina de trabalho. A ação foi criada através do governo estadual buscando as relações entre o estado e os municípios, no fortalecimento das capacidades de assistência e de gestão, implantando as Redes de Atenção à Saúde na complementação do Sistema Único de Saúde (SUS).
Esta premiação foi anunciada no 30° Congresso Estadual de Secretários Municipais de Saúde do Paraná, realizado no último dia 01, em Foz do Iguaçu. Também estiveram presentes no evento o vice-prefeito, Ademir Goulart, os vereadores, José Renato Strapasson, Waldirlei Bueno e Sidinei Campos, além dos servidores da Unidade.
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Fotos: João Senechal/PMC

Após “barraco” e tentativa de cancelamento, Aílton Araújo é eleito presidente da Câmara


Por Felipe Ribeiro e Juliano Cunha
Fotos: Juliano Cunha – Banda B

Após eleições tumultuadas do começo ao fim, com direito até a “barraco” envolvendo vereadores, Ailton Araújo (PSC) foi eleito por volta das 16 horas desta terça-feira (16) o novo presidente da Câmara Municipal de Curitiba. Araújo é apoiado pelo bloco partidário composto pelo PSC, PV, PT, PPS, PSDC, PMDB e PROS e exercerá o mandato em 2015 e 2016.
ailtonaraujo
Aílton Araújo é o novo presidente da Casa (Foto: Divulgação)
Felipe Braga Côrtes (PSDB) foi eleito primeiro vice-presidente. Na segunda vice-presidência, o eleito foi Cristiano Santos (PV). O primeiro secretário foi o líder do prefeito Gustavo Fruet, Pedro Paulo (PT). O segundo secretário é Paulo Rink (PPS). Serginho do Posto (PSDB) ficou com a terceira secretaria e Dona Lourdes (PSB) com a quarta.
Noêmia Rocha (PMDB) foi eleita a corregedora e Professora Josete (PT) a vice-corregedora.
Durante a sessão, a oposição apresentou diversos requerimentos para tentar barrar a eleição, todos barrados pelo ainda presidente Paulo Salamuni (PV). Entre as alegações, estava uma suposta inscrição fora do prazo e a proibição do apoio do PSDC, já que o vereador Chicarelli estaria apoiando um candidato de oposição, contrariado o líder do partido, Cacá Pereira.
Ontem, uma confusão foi iniciada no final da tarde após o bloco que apoiava a candidatura de Araújo (PSC) tentava protocolar a formação de um bloco. Insatisfeito com a manobra, o vereador Pastor Valdemir Soares (PRB), que tentou o cargo pela oposição, rasgou o documento com as assinaturas do grupo. Isso aconteceu às 18h52, portanto, oito minutos apenas do prazo final para que a chapa fosse protocolada. Nesse meio tempo, Soares ainda teria tentado convencer a vereadora Noemia Rocha (PMDB), a não participar do bloco adversário, já que, no início da tarde, ela havia dito que apoiaria a outra chapa.
Quando o documento foi rasgado, começou uma corrida contra o tempo para protocolar o documento a tempo. Parlamentares e advogados colaram o papel com durex e registraram a candidatura, segundo eles, a tempo. No sistema da Câmara consta que o documento foi enviado às 18 horas, porém o grupo de Soares alega que o protocolo foi feito às 18h10, fora do prazo previsto por lei.
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