Promotora do Gaeco terá CNH suspensa por um ano e será indiciada por crime previsto no CTB


A promotora do Gaeco Leila Schimiti, presa embriaguez ao volante neste sábado, 8, em Londrina, vai responder por infração “gravíssima” e crime previstos no Código de Trânsito Brasileiro. Pelo artigo 165 – dirigir sobre influência de álcool ou de qualquer substância psicoativa – a promotora será penalizada com multa de R$ 1.915,40 e infração de trânsito gravíssima, com 7 pontos na carteira, perdendo assim o direito de dirigir por 12 meses.
Leila também será enquadrada por crime previsto no artigo 306 do código de trânsito – conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa. Nesse caso, se condenada, a pena será de detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.
“Mesmo que a pessoa se recuse a fazer o teste do bafômetro, já que ninguém é obrigado a fazer prova contra si mesmo, outras provas podem ser consideradas válidas para atestar a embriaguez do condutor do veículo como: vídeos, relatos, testemunhas e outras provas”, disse um especialista de trânsito ao blog.
É o caso da promotora que se recusou a fazer o teste do bafômetro, mas tem vídeos e testemunhas que acusam seu estado alcoólico agudo. Segundo o especialista, a Polícia Civil abriu inquérito sobre o caso e assim que concluí-lo deve remetê-lo direto ao Tribunal de Justiça, já que a promotora tem essa prerrogativa de julgamento. “O que ela fez é grave. É crime sujeito a multa, sanções e pena previstos no código de trânsito”, disse.
Fonte> Blog do Fabio Campana