Mãe de jovem que apanhou em saída de balada acusa taxistas e diz que agressoras estavam ‘possuídas’


Por Marina Sequinel e Luiz Henrique de Oliveira
briga-balada3
Briga foi filmada e viralizou nas redes sociais. (Foto: Reprodução)

mãe de uma jovem agredida durante uma briga na saída de uma balada no Bacacheri, emCuritiba, afirmou que o tumulto foi iniciado por um grupo de taxistas que estava no local. Segundo a mulher, que preferiu não se identificar, tudo começou quando o genro dela estacionou o carro para que a família pudesse comprar cachorro-quente.
“Nós estávamos todos juntos, eu, minha filha, meu genro, minhas primas e mais dois amigos. Saímos da balada e estacionamos o carro, que fechou um pouco os taxistas que estavam ali. Mas era coisa rápida, a gente já tinha pedido o lanche e só ia pegar. Em vez de pedirem para a gente sair, eles vieram gritando e dizendo que passariam por cima do veículo”, disse a mãe da jovem em entrevista à Banda B na tarde desta terça-feira (15).
Segundo ela, o genro respondeu que, se eles fizessem isso, chamaria a polícia. “Foi quando os taxistas falaram ‘ah, vocês são da polícia? Então vão apanhar’. Em seguida, pegaram uma barra de ferro e foram para cima de todos os meus familiares e amigos”, completou ela.
No meio da confusão, duas mulheres que estavam dentro de um táxi saíram e começaram a bater na jovem, que tem 19 anos. “Elas fizeram isso do nada, sem motivo algum. Simplesmente desceram do veículo e agrediram a minha filha. Eu acho que as duas estavam possuídas, drogadas, só pode. Os taxistas também estavam bem alterados, parecia que queriam matar o meu genro. Estavam em uns 10 contra a gente”.
De acordo com a mãe da menina agredida, eles só conseguiram escapar depois que um rapaz abriu o portão da balada para que pudessem entrar. Ela negou, ainda, que tivesse acontecido qualquer briga dentro do estabelecimento antes do tumulto filmado do lado de fora do local.
“Nós saímos em família justamente para nos divertir e não para entrar em confusão”, concluiu. Na tarde de hoje, ela registrou Boletim de Ocorrência (B.O.) contra os agressores em uma delegacia de Curitiba. A Polícia Civil deve investigar o caso.