Seleção para atuar em camarote no CARNAVAL pede que candidatas enviem fotos NUAS


Anúncio ainda destaca que beleza de corpo e rosto é fundamental.
Dona e produtora do camarote negam ser responsáveis pela seleção.

Gabriel GonçalvesDo G1 BA
Seleção de meninas para carnaval (Foto: Reprodução / Transalvador)Post publicado em rede social pedia que candidatas
a trabalho enviassem fotos nuas
(Foto: Reprodução / Transalvador)
Um seleção de garotas para trabalhar no Camarote Skol do carnaval de 2015, emSalvador, repercutiu de forma negativa nas rede sociais, durante esta semana. No anúncio, a agência Mega Polo Models, responsável pela seleção, oferece até R$ 8 mil de cachê diário, destaca que beleza de corpo e rosto é fundamental e pede que candidatas enviem fotos nuas. Tanto a  Ambev quanto a 2GB Entretenimento, produtora do camarote, negam qualquer relação com a Mega Polo Models.
G1 ligou para o escritório da Mega Polo Models, que fica em São Paulo, mas não foi atendido.
O comunicado informando sobre a seleção diz que a empresa está buscando garotas em duas categorias: ficha branca e ficha rosa. Para as candidatas ficha branca, o cachê diário é de R$ 1 mil, além de ajuda de custo. Já para as ficha rosa, o valor pula para R$ 8 mil por dia, ajuda de custo, além de acesso à área vip, shows e festas privadas. Para participar da seleção, o anúncio informa que as candidatas devem enviar "no mínimo 15 fotos, entre elas, com traje de legs, short com top, macacão, de biquini ou lingerie", e destaca que as meninas ficha rosa devem enviar fotos nuas.
Através de nota, a assessoria da Ambev negou participação na seleção:
A Ambev afirma que não tem qualquer relação com os recrutamentos em questão e repudia veementemente qualquer prática que não esteja em total conformidade com a lei. A empresa tomará as medidas legais cabíveis para evitar que suas marcas sejam usadas de forma indevida.
A 2GB Entretenimento também soltou nota informando não ter qualquer vínculo com a Mega Polo Models:
A 2GB Entretenimento informa e alerta aos parceiros, à imprensa e ao público em geral, que não contratou ou autorizou nenhuma empresa para realizar serviço de seleção em nome do Camarote Skol. O evento “SELEÇÃO DE MENINAS PARA CARNAVAL CAMAROTE SKOL 2015", criado no Facebook e organizado pela Mega Polo Models, não tem aprovação, conhecimento e nem amparo da 2GB, não sendo, portanto, de sua responsabilidade e nem autorizado por quem de direito.

Ato do MPL contra tarifas de R$ 3,50 termina em vandalismo e prisões


PM diz que 2 mil participaram do protesto; Passe Livre diz que foram 30 mil.
Estado e Prefeitura dizem que aumento foi abaixo da inflação.

Marcelo Mora e Roney DomingosDo G1 São Paulo
A primeira manifestação convocada pelo Movimento Passe Livre (MPL) contra o reajuste das tarifas de ônibus, trens e metrô para R$ 3,50 terminou em tumulto na noite desta sexta-feira (9) na Rua da Consolação, no Centro de São Paulo. Ao menos três agências bancárias e duas concessionárias de veículos foram depredadas. Até as 21h30, a Polícia Militar confirmava 51 detidos.

(O G1 acompanhou a manifestação em tempo real, com fotos e vídeos)
A concentração do ato começou pacífica por volta das 17h em frente ao Theatro Municipal. Os participantes votaram o trajeto da passeata e definiram que seguiriam pela Praça da República e Rua da Consolação para chegar até a Praça do Ciclista, na Avenida Paulista.
Em nota no Facebook, o movimento diz ter reunido 30 mil manifestantes ao longo da manifestação. A Polícia Militar afirma que 2 mil pessoas participavam do ato às 18h30.
Começo do tumulto
O tumulto começou quando o grupo subia a Rua da Consolação em direção à Av. Paulista. Repórteres do G1 acompanharam quando a PM tentava impedir que o sentido Centro fosse bloqueado. Uma pedra foi jogada contra um carro da Força Tática.
O ato prosseguiu, mas mascarados que estavam perto da Avenida Paulista jogaram lixo e chutaram portas de lojas. A PM usou bombas de efeito moral para dispersar os grupos. Algumas pessoas correram por ruas que cruzam a Rua da Consolação e praticaram atos de vandalismo na região.
Três agências bancárias tiveram vidros e caixas eletrônicos quebrados: uma do Santander na Rua da Consolação, outra do mesmo banco na Avenida Angélica e uma do Banco do Brasil também na Avenida Angélica. Uma concessionária da Toyota e outra da Kia Motors tiveram vidros quebrados na Rua Matias Aires, na esquina com Rua Augusta. Barricadas com lixo queimado foram usadas para bloquear trechos da Avenida Angélica e da Rua Haddock Lobo.

O tumulto começou por volta das 19h20 e se estendeu por mais de uma hora. Por volta das 20h50, cerca de 200 manifestantes encerram o ato perto da esquina da Rua da Consolação com a Avenida Paulista. Eles combinaram a realização de outro protesto na próxima semana.

O Movimento Passe Livre (MPL) afirmou, em nota, que a PM reprimiu violentamente a manifestação. "(A PM) lançou bombas de gás, bombas de estilhaço mutilante e atirou com balas de borracha para impedir que a marcha chegasse à Av. Paulista", diz o grupo. O MPL não aponta agressões contra a PM ou atos de vandalismo. O movimento diz que a prisão de manifestantes foi "repressão brutal".
Também em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) rebateu o MPL. "As imagens da imprensa e da própria corporação deixam claro que as agressões partiram de vândalos. Por isso, foi necessário o uso de técnicas de dispersão para conter estas práticas criminosas, com a prisão e detenção, até o momento, de cerca de 50 pessoas.", afirma a SSP.

"A PM lembra que mais de uma vez convidou o MPL para participar das reuniões preparatórias do esquema de segurança da manifestação realizada nesta sexta-feira. Infelizmente, os integrantes do MPL não compareceram."
Histórico de mobilizações
O MPL iniciou as manifestações que tomaram o país em junho de 2013. À época, o objetivo era impedir o aumento de 20 centavos nos ônibus, trens e Metrô de São Paulo. O protesto desta sexta-feira é novamente contra o aumento das tarifas do transporte público, que subiram de R$ 3 para R$ 3,50 no início deste ano.
A Prefeitura e o governo de São Paulo disseram que a tarifa não era reajustada desde 2011 e que o aumento agora foi abaixo da inflação. A Prefeitura afirmou ainda que implantou o passe livre para estudantes de baixa renda. Também em nota, o governo do estado informou que manifestações pacíficas e democráticas devem ser asseguradas e respeitadas, assim como o direito de ir e vir dos cidadãos e a preservação do patrimônio público.

A fila do TRANSPLANTE RENAL em Santa Catarina anda mais rápida

Transplantes
Ter um rim novo e saudável é o sonho de todo paciente, pois o transplante bem sucedido garante uma melhora considerável em sua qualidade de vida.

A Fundação Pró-Rim possui uma equipe cirúrgica para a realização de transplante de rim e de pâncreas, composta por médicos cirurgiões, urologistas e nefrologistas treinados no país e no exterior. As cirurgias são feitas no Hospital Municipal São José, em Joinville (SC).

Atingimos a marca de mais de 1.200 transplantes e estamos entre as 8 instituições de Saúde que mais realizam esse tipo de cirurgia no Brasil. Somos líderes em transplantes renais em Santa Catarina e nossa equipe foi pioneira no Estado com primeiro transplante realizado em 1979.


Leia abaixo depoimentos emocionantes de pacientes que realizaram transplante renal na Pró-Rim:
 
“Eles reconhecem a gente só pela voz, como se fossem da minha família. A Fundação Pró-Rim  foi uma verdadeira fada-madrinha”.
- Elizete Guth / Lages - SC
 
“É maravilhosa a atitude que a família do doador tomou. Apesar de ser um sofrimento, a doação é um ato de amor muito bonito que salva vidas”.
- Maria Antonia dos Santos / Florianópolis - SC


Conheça abaixo algumas informações importantes sobre o transplante:


O transplante é um dos três tipos de terapia renal substitutiva. Os demais são a hemodiálise e a diálise peritoneal.

Cada vez mais pacientes de diversas regiões do país tem procurado atendimento em Santa Catarina para a realização do transplante. O motivo são as filas de espera menores e o sistema eficiente de captação de órgãos.

O programa de transplantes é nacional e consequentemente pago pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O paciente pode optar por permanecer em uma fila fora de seu estado, desde que esteja inscrito em apenas uma delas. O que determina a escolha para de um paciente para transplante é a compatibilidade do rim disponível, de acordo com o cadastro.

A Central de Captação de Órgãos de Santa Catarina é modelo no Brasil. Adota o sistema semelhante ao espanhol, considerado o mais eficiente do mundo. As equipes recebem treinamento intensivo para que haja segurança e eficiência no processo de captação.
Passo-a-passo para o transplante
1) Agende uma consulta na Fundação Pró-Rim. Se você for de outro Estado e deseja informações sobre o transplante, contate nossa Assistente Social Olinda, através do email olinda.silva@prorim.org.br
2) Em caso de necessidade de hospedagem, o paciente deve entrar em contato com a Assistente Social para que a mesma oriente sobre as diversas possibilidades.
3) Serão solicitados exames na consulta com a equipe multidisciplinar.
4) O paciente deverá retornar a sua cidade para fazer os exames solicitados.
5) Após todos os exames realizados, o paciente solicita um retorno com a equipe.
6) O médico irá avaliar os exames para ver se está tudo bem com o paciente.
7) Se não houver alterações em seus exames, o paciente será inserido em lista de espera para transplantes.
8) O paciente espera ser chamado para o transplante em sua casa. Por isso, é muito importante manter seus dados pessoais sempre atualizados.
9) Quando chamado, o médico orientará o paciente sobre a realização do transplante.
10) O paciente deve se apresentar no local informado, seguindo as orientações prévias exigidas pelo médico, para que a cirurgia aconteça.
11) As consultas do pré e pós-transplante são financiadas pelo SUS e realizadas na Fundação Pró-Rim. 
-http://www.prorim.org.br/site/servicos/transplantes

Esperando o Procurador da Republica Rodrigo Janot voltar de férias


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Enquanto não sair a lista oficial dos acusados de envolvimento no petrolão, que deve ser apresentada pelo Procurador-Geral da República Rodrigo Janot nos primeiros dias de fevereiro ao Supremo Tribunal Federal, o Congresso viverá sob tensão, e todos os partidos políticos estarão sujeitos a vazamentos de informações que, por serem parciais, servem para blindar os parlamentares eventualmente citados.
São taxados por todos os lados de “vazamentos seletivos”, e podem ser acusados de servirem a interesses políticos. A última bomba atinge em cheio a oposição, com a citação do senador eleito e ex-governador de Minas Antonio Anastasia como tendo recebido R$ 1 milhão de reais para sua campanha de 2010 das mãos do policial conhecido como “Careca”.
Sucessor do presidente do PSDB, senador Aécio Neves e seu homem de confiança – seria o ministro forte numa eventual presidência tucana caso Aécio tivesse vencido em outubro -, a denúncia contra Anastasia atinge diretamente o presidente do PSDB, que reagiu imediatamente afirmando que a intenção seria constranger a oposição, que não se intimidará.
Anastasia se defende com sua reputação, nunca atacada nem nas mais agressivas campanhas eleitorais, e com a lógica, pois não faz parte do esquema governista que controlou o petrolão.
O PSDB já tinha na lista dos envolvidos no escândalo das empreiteiras o seu ex-presidente Sérgio Guerra, acusado de ter recebido R$ 10 milhões da construtora Queiroz Galvão para inviabilizar a CPI da Petrobras. Uma acusação que precisa ser investigada mas é no mínimo estranha, já que a oposição era minoritária na CPI e não tinha condições de inviabilizá-la se não fosse interesse do PT.
Quando as denúncias surgidas atingem membros do PT ou de partidos aliados ao governo, a reação é sempre a mesma: são vazamentos seletivos para envolver o governo, como se fosse preciso, depois dos depoimentos do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Yousseff, mesmo antes de terem aderido à delação premiada.
A questão não está mais em torno do esquema montado pelo PT para financiar seus aliados num projeto de poder que pretende se eternizar, ou pelo menos que seja infinito enquanto dure, parodiando o poeta. O que se discute nos bastidores do Congresso é quais foram os apanhados na rede imensa do Ministério Público, que nomes sairão da lista para a acusação do Procurador-Geral da República.
Mas quando os vazamentos seletivos atingem alguém da oposição, como o senador eleito Antonio Anastasia, ou o talvez ex-futuro presidente da Câmara Eduardo Cunha, nesses casos os aliados governistas, no Congresso e na imprensa chapa-branca, tratam-nos como verdades inegáveis. Aí é a vez de o PSDB e Cunha alegarem que há interesses políticos.
Quando atinge então um aliado importante como o senador Renan Calheiros, que concorre à reeleição no Senado com o pressuposto de apoiar a presidente Dilma, os mesmos tentam esquecer que as citações a Calheiros existem, com talvez mais base do que as que atingem outros.
Outro ex-presidente, desta vez da Câmara, o deputado não reeleito Henrique Eduardo Alves, apareceu em uma destas listas e perdeu automaticamente seu lugar no ministério de Dilma. Pode voltar a ele caso não apareça na lista oficial, provocando mudanças ministeriais logo nos primeiros meses de governo, o que será apenas mais uma das muitas esquisitices desse segundo mandato de Dilma.
Para os que estiverem na lista, há ainda uma esperança, embora o sofrimento possa durar bastante tempo. O Procurador-Geral da República pode pedir a absolvição por falta de prova para alguns dos indicados. Aconteceu assim no mensalão.
Dois dos 40 denunciados foram previamente absolvidos pelo Ministério Público: Antônio Lamas, ligado ao PP, (irmão de Jacinto Lamas) e Luiz Gushiken (ex-secretário de Comunicação Social da Presidência da República), absolvição depois confirmada pelo plenário do Supremo Tribunal Federal. Um terceiro, Silvio Pereira, ex-secretário do PT, fez acordo de 750 horas de trabalho comunitário e não foi julgado.
O fato é que tanto a Câmara quanto o Senado correm o sério risco de eleger presidentes que, dias depois, aparecerão na lista oficial dos envolvidos no petrolão, e aí talvez seja tarde demais para que desistam de enxovalhar mais ainda o Congresso.

UFPR divulga lista dos aprovados no vestibular; 42% dos aprovados vêm de escolas públicas


Da Redação

O Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (UFPR) divulgou por volta das 14 hoas desta sexta-feira (9) a lista dos aprovados no vestibular de verão 2014/2015. Junto ao resultado aconteceu a festa dos candidatos aprovados, com música ao vivo e o tradicional banho de lama no campus Agrárias. A lista completa com os nomes dos candidatos aprovados você confere clicando aqui.
O vestibular deste ano da UFPR atingiu duas marcas históricas. Além de ser o maior da sua história, com 57.068 candidatos, disputando 4.830 vagas em 117 cursos, o concurso registrou também o maior número de inscritos do Paraná, 49.198 (86,21% do total de inscritos). No vestibular anterior foram 43.383 candidatos do Estado (80,93% dos 53.603 inscritos).
Em entrevista à Banda B já no banho de lama, o reitor da universidade Zaki Akel Sobrinho contou que essa é a hora de abrir as portas para os novos alunos e os números trouxeram muita felicidade para os administradores da instituição. “É uma alegria muito grande saber que 85% dos aprovados mora no estado do Paraná e que 42% dos novos alunos veio da escola pública. É muito gostoso ver esses jovens fazendo essa festa”, disse.
O primeiro lugar geral no vestibular ficou com uma aluna do curso de Medicina.
Medicina manteve a tradição de ser o curso mais concorrido com 59,08 candidatos para cada uma das 133 vagas. Depois vem Publicidade e Propaganda, com 30,86 candidatos e, em terceiro, o curso de Psicologia, com 29,45 candidatos para 56 vagas.
Nova chance
Para quem não for aprovado, ainda existe a possibilidade de ingresso pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que abre as inscrições a partir do dia 19 de janeiro. As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet no site www.sisu.mec.gov.br e o prazo se encerra no dia 22 de janeiro. O resultado será divulgado no final de janeiro.
Na UFPR são 1.925 vagas ofertadas, número este que é 20,6% maior que em relação ao processo seletivo 2013/2014.
Poderá se inscrever quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 e não tirou nota zero na redação.
Novidade
Neste ano, os vestibulandos também podem conferir o resultado do vestibular da UFPR por meio de um aplicativo que pode ser instalado em celulares ou outros dispositivos.
O novo aplicativo se chama +UFPR, e está disponível no Google Play, para usuários do sistema operacional Android.

Bandidos em fuga são abordados após baterem em carroça com família na Av. das Torres


Da  Redação
preso dentro
Leitora Larissa Felipe registrou a abordagem e enviou ao facebook da Banda B

Bandidos em fuga da polícia bateram contra uma carroça com uma família na pista sentido São José dos Pinhais da Av. das Torres, na tarde desta sexta-feira (9). Após o acidente, próximo aoPortal de São José dos Pinhais, os suspeitos fugiram sentido ao Parque São José e um acabou preso.
A leitora do Portal da Banda B, Larissa Felipe, viu a situação e contou que uma viatura do Cope (Centro de Operações Policias Especiais) estava na cola de dois suspeitos em um Peugeot vermelho. “Eles correram para dentro do parque e a polícia veio junto atrás. A polícia conseguiu pegar um e o outro não”, explicou.
Segundo ela, a família que estava na carroça não sofreu nada de mais grave. “Eles estavam bem pelo o que eu vi. Quando eu saí de lá os policiais estavam revistando o carro ainda”, contou.
Banda B entrou em contato com a assessoria de imprensa da Polícia Civil que confirmou que um suspeito foi preso e que dentro do carro foi localizado drogas.
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Governo Dilma morre de medo de uma nova CPI da Petrobras. Por que?


do Ricardo Noblat:
Como a presidente Dilma Rousseff pode se dizer interessada na descoberta da verdade sobre a roubalheira na Petrobras e ao mesmo tempo ser contra a instalação de uma CPI destinada a passar a roubalheira a limpo?
Quantas vezes ela não se disse favorável a que não fique “pedra sobre pedra” desde que a verdade venha à luz? Quantas vezes não disse que isso deverá acontecer “doa em quem doer”?
E, no entanto… No entanto… Ah, se o cinismo matasse!
Pepe Vargas, ministro da Secretaria de Relações Institucionais, uma versão atualizada de Pepe Legal, personagem de desenho animado, convocou, ontem, a imprensa para afirmar que uma nova CPI da Petrobras é perfeitamente dispensável.
– Um país que tem o Ministério Público, a Controladoria Geral da República e a Polícia Federal atuando de forma mais eficiente não precisa de CPI.
O que desatou a reação de Pepe foi uma declaração de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), candidato a presidente da Câmara dos Deputados, favorável a que seus colegas de partido assinem o pedido de abertura de uma nova CPI da Petrobras.
As duas CPIs anteriores não deram em nada graças ao empenho bem sucedido do governo em esvaziá-las.
Há poucos dias, Cunha foi citado como suposto beneficiário do esquema de propina da Petrobras. Foi por isso que propôs a criação de uma nova CPI.
Cunha está convencido de que o governo é culpado pela citação do seu nome. E que procedeu assim para prejudicar sua eventual eleição para presidente da Câmara. Como quem não deve não teme…
Pepe Vargas apressou-se em dizer que a eleição do presidente da Câmara é assunto privativo dos deputados. E que o governo não se envolverá com ela.
Quanto à terceira CPI da Petrobras… O governo não quer nem ouvir falar nela. Por que? Ora por que…
A propósito: CPI não seria também assunto de deputados e senadores?

Apreensões da RF na fronteira superaram R$ 350 mi em 2014


receita-federal
As apreensões de mercadorias e veículos usados para o transporte do contrabando feitas pela delegacia da Receita Federal e órgãos de segurança que atuam na região de Foz do Iguaçu e Guaíra, no Oeste do Paraná, em 2014 ultrapassaram a marca de US$ 125 milhões – o equivalente a R$ 350 milhões. O volume é 5% maior que o registrado em 2013, quando foram tirados de circulação mais de US$ 119,6 milhões em produtos e veículos. As informações são d’O Paraná.
Segundo o balanço divulgado ontem, os cigarros, com US$ 64,9 milhões, e os eletrônicos, outros US$ 14,8 milhões, estão no topo das mercadorias mais apreendidas. Somados aos veículos, somam mais de 80% do total. Em comparação a 2013, os automóveis, utilitários, ônibus, motocicletas, carretas e caminhões flagrados com contrabando tiveram uma redução de 36% e os eletrônicos de 34%. Já a quantidade de cigarros quase dobrou.
No mesmo período, as ações de repressão ao ilícito na fronteira envolvendo os municípios lindeiros ao Lago de Itaipu também foram responsáveis por apreender mais de 6 toneladas de maconha, 18 kg de cocaína, 46 kg de haxixe, 54 kg de crack, 3 kg de pasta base de cocaína, 1,8 mil comprimidos de ecstasy e 70 frascos de lança-perfume. Foram tiradas de circulação ainda 42 armas e 3,1 mil cartuchos de munição.

Prefeitura de São Paulo pagará salário mínimo para travestis estudarem


Foto: Fernando Donasci / O Globo
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d’O Globo:
A prefeitura de São Paulo anunciará no fim do mês a criação de uma bolsa de um salário mínimo mensal (R$ 788) para que, inicialmente, cem travestis e transexuais da capital voltem a estudar e se matriculem em cursos técnicos do Pronatec. Para receber o salário do município, as beneficiárias terão que comprovar presença nas aulas. A exigência é semelhante à do principal programa de transferência de renda do governo federal, o Bolsa Família. A iniciativa é inédita no Brasil e na América do Sul e custará cerca de R$ 2 milhões aos cofres públicos em 2015. O valor é três vezes maior do que o orçamento do próprio governo federal para ações voltadas ao público LGBT no ano passado.
– O Brasil é o país que mais mata travestis no mundo. Mata quatro vezes mais do que o México, o segundo mais violento. Essas pessoas nunca foram tratadas como cidadãs, sempre foram empurradas para as ruas pelas famílias, pela escola e pela sociedade. Queremos tratá-las como gente, com a opção de se prostituir ou não – afirma Rogério Sottili, secretário de Direitos Humanos do município, responsável pela coordenação do programa.
A ideia é prioritária para o prefeito Fernando Haddad, que pessoalmente pediu a elaboração do programa. A mãe de Haddad vive em uma zona de prostituição de travestis. O confronto cotidiano com a realidade teria gerado a urgência no prefeito.
EXPANSÃO ATÉ O SEGUNDO SEMESTRE
Segundo Sottili, o programa começa com poucas vagas, mas poderá ser ampliado já no segundo semestre. A ideia é que as travestis permaneçam no programa por dois anos e saiam de lá formalmente empregadas. Não existem estatísticas oficias sobre o número de transexuais e travestis vivendo em São Paulo, mas a secretaria estima que sejam ao menos quatro mil.
– Elas são alvo preferencial do tráfico de pessoas, do tráfico de drogas. Entre as beneficiárias, nenhuma tem renda fixa, todas vivem em moradia precária, não terminaram a escola e começaram a se prostituir ainda na infância. Delas, 31% admitiram ter silicone industrial injetado no corpo, e 60% afirmaram já ter sofrido alguma agressão física por sua identidade de gênero – explica Alessandro Melchior, coordenador de políticas LGBT da prefeitura e autor do programa.
A paulistana Aline Rocha, de 36 anos, é a face que ilustra os dados elencados por Melchior. Os traços femininos dos olhos e do nariz desenhados a bisturi são emoldurados por um espesso cabelo negro implantado cirurgicamente. Para custear as operações, Aline se prostitui há quase 20 anos. Parou de estudar na 4ª série — seu jeito afeminado a tornava alvo de espancamentos dos colegas. Ela tentou outros trabalhos, chegou a ser atendente de uma locadora de vídeo, mas diz que perdeu o emprego ao resistir aos assédios sexuais do patrão. A prostituição, segundo Aline, era sua única fonte possível de renda. Sem dinheiro para reconstruir o corpo todo com plásticas, apelou para a caseira solução de colocar silicone industrial nos glúteos. Como muitas travestis brasileiras, chegou a ir morar na Itália, onde fez centenas de programas. Acabou presa pela polícia italiana.
– Sair da rua é tudo o que eu mais quero na vida. Não tem nada pior do que ser tratada como um pedaço de carne, cada dia um estranho diferente passando a mão no seu corpo – conta, entre lágrimas.
Além de si mesma, Aline sustenta a mãe. Afirma que estava a ponto de “acabar com a própria vida” quando foi selecionada pelo programa:
– Minha esperança é que isso me devolva o respeito, a dignidade. Quero poder entregar currículos e ser selecionada para trabalhar como todo mundo.
Além de garantir educação (em salas mistas de duas escolas municipais no centro da cidade), o programa obriga as beneficiárias a prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em troca, além do dinheiro, a prefeitura irá fornecer hormônios femininos para as travestis em unidades básicas de saúde. Hoje há uma fila de quase duas mil pessoas à espera de tratamentos hormonais desse tipo na rede pública. Por falta de opção, muitas recorrem ao arriscado mercado negro.
Além disso, o município irá inaugurar o primeiro albergue público exclusivo para travestis. É para lá que deverá se mudar Jennifer Araújo, de 31 anos. Jennifer está sem casa nos últimos dois meses, desde que resolveu deixar de se prostituir e se inscreveu no programa municipal. Ela é reticente sobre sua condição anterior e desconversa quando perguntada sobre cafetinas e pontos de prostituição. Mas, com frequência, travestis são aliciadas sexualmente e pagam com o corpo pela moradia. Quando desistem da prostituição, ficam também sem teto.
– Tudo o que eu quero é trabalhar atrás de um computador ou ser assistente social. Acho um luxo – diz Jennifer, que começou a se prostituir aos 16 anos, depois que ficou órfã.
PREOCUPAÇÃO COM A VELHICE
Ela diz que sua motivação para procurar a prefeitura foi pensar no futuro, especificamente na velhice. E lembra que a prostituição a atraiu porque o dinheiro que recebia era maior do que nos empregos que conseguiria com sua baixa escolaridade.
O programa não obriga as travestis a deixar a prostituição. Mas, ao remunerá-las para estudar, cria uma inédita oportunidade para isso. Jennifer ostenta no rosto as marcas de uma paulada desferida por um cliente que quebrou seu maxilar. Ela sabe que nada vai apagar as cicatrizes de seu passado, mas abre um sorriso diante da possibilidade de recomeçar.

Anderson Silva presta homenagem no Instagram a policial civil assassinado em Curitiba


Da Redação


O lutador do UFC, Anderson Silva, usou a rede social Instagram para prestar uma última homenagem ao policial civil Renato Stadler, que morreu em uma troca de tiros com bandidos no bairro Fazendinha, em Curitiba, na última quarta-feira (7). Amigo pessoal de Stadler, Silva lamentou o que aconteceu e pediu menos violência.
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(Foto: Reprodução)
“É muito triste ver que estamos vivendo em um mundo onde uma vida não tem valor algum e mortes desse tipo viraram algo corriqueiro. Todos os dias policiais e cidadãos de bem morrem em conflitos armados, precisamos investir em educação, tirar nossas crianças da rua e de tudo que há de ruim nela e dar a elas um futuro, uma profissão, uma vida digna, para que se tornem adultos de bem. Mais igualdade social, menos violência, mais paz, menos guerra”, disse Silva no Instragam, juntamente à foto que tirou com o policial.
Daqui a três semanas, Anderson volta ao octógono pelo UFC, para enfrentar o americano Nick Dias. Antes, fez a homenagem ao amigo, bem como ontem fizeram policiais civis e militares em uma carreata que percorreu as ruas de Curitiba.

Em Colombo adolescente desaparece e família suspeita de namorado; ele dá outra versão


Por Luiz Henrique de Oliveira


A família de Stephany Cristina, de 16 anos, procurou a Banda B na manhã desta sexta-feira (9) para relatar o desaparecimento da adolescente, moradora no bairro Campo Pequeno, em Colombo, região metropolitana de Curitiba. Segundo Bruna Cristina, irmã da garota, não há sinais dela desde a tarde da última quarta-feira (7).
Bruna relatou que Stephany está passando por momentos difíceis devido a um relacionamento amoroso e a suspeita é que o namorado seja o responsável pelo desaparecimento. “Tínhamos feito alguns exames de sangue pela manhã e quando voltei para casa ela não estava mais lá. O namorado nega que esteja escondendo. Disse que na quarta à noite a deixou em um ponto de ônibus para que fosse até nossa casa”, explicou.
A irmã também descreveu que a avó de Stephany, que é quem cuida dela, está à base de medicamentos. “Não consegue nem falar direito. Nós moramos juntas em um mesmo terreno e ela nem imaginava que isso pudesse acontecer com a neta”, afirmou.
O Boletim de Ocorrência já foi realizado pela família junto à Polícia Civil. Informações sobre Stephany podem ser passadas a Polícia Militar (PM) pelo telefone 190.
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Vereador Gil Gera na Rádio Colombo Web - Ouça a entrevista

O  vereador Gil Gera esteve  nessa terça feira dia 06/01/15 no programa BATE PAPO da Rádio Colombo Web, onde foi entrevistado pelos blogueiros Ivan de Colombo e Nilton do Rim. Gil Gera declarou que como vice presidente da mesa diretora da Câmara Municipal de Colombo trabalhou nesse fim de ano junto com seus pares preparando grandes mudanças no Legislativo Municipal para favorecer todos os vereadores e a comunidade. Ouça a entrevista completa abaixo:

NOVO MEDICAMENTO PARA PACIENTES EM HEMODIÁLISE COM DOENÇA ÓSSEA ( mimpara )




NOVO MEDICAMENTO - CINACALCET (MIMPARA)

 Foi apresentado  durante o XXV Congresso de Nefrologia, em Vitória, ES, uma nova opção de tratamento para pacientes renais crônicos. Trata-se de Mimpara (cloridrato de cinacalcete), medicamento que inaugura a classe dos calcimiméticos, produtos de última geração para a prevenção e controle do hiperparatireoidismo secundário (HPTS), doença que afeta 45% dos pacientes em diálise no Brasil e mostra alto índice de mortalidade.


“O paciente que sofre de doença renal crônica tem grandes chances de evoluir, ao longo dos anos, para o HTPS, uma doença grave e sem cura, que ocorre quando há um desequilíbrio no metabolismo ósseo e mineral do organismo, decorrente de vários fatores, como tempo de doença renal, o controle inadequado de alterações que a falta dor rins acarreta, o acúmulo de fósforo, a baixa de cálcio e a deficiência de vitamina D, explica o dr. Aluízio Carvalho, nefrologista da UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SNB), mais de 77 mil pacientes fazem diálise no País e cerca de 27 mil novos casos de insuficiência renal crônica são registrados a cada ano - números que colocam a doença como um dos mais importantes problemas de saúde pública no Brasil. A grande preocupação é que 50% destes pacientes acabam morrendo em um período de até cinco anos, a partir do início da diálise, por problemas cardiovasculares decorrentes do HPTS, doença grave e progressiva que ocasiona a calcificação de órgãos, tecidos e vasos sanguíneos.
Segundo o especialista, mesmo fazendo a diálise, responsável pela função mecânica dos rins, os pacientes não conseguem controlar os níveis do hormônio PTH (paratormônio), cálcio e fósforo, presentes no sangue. “O descontrole contínuo destes parâmetros tem como consequência o desenvolvimento de outras doenças, como o HPTS”, destaca o médico.
Mimpara, cuja comercialização no Brasil está prevista para começar até o final deste ano, é o único medicamento capaz de controlar simultaneamente todos os fatores bioquímicos (PTH, Ca, P e Ca x P) que regulam o metabolismo ósseo e mineral, evitando o desenvolvimento de complicações que comprometem o sistema cardiovascular nos pacientes renais crônicos em diálise.
A pesquisa de desenvolvimento e elaboração de Mimpara foi realizada nos Estados Unidos pelo Laboratório Amgen Inc. Trata-se de um medicamento desenvolvido a partir da clonagem do receptor sensível ao cálcio da paratireóide (CaR), para o controle do HPTS.

Benefícios para os pacientes 
                                                            
O ganho em qualidade de vida para os pacientes renais crônicos em diálise é o principal benefício proporcionado pelo novo medicamento. Mimpara diminui as dores ósseas, os índices de calcificação de vasos e artérias, reduzindo, assim, o risco de mortalidade por doença cardiovascular. Além disso, o tratamento com Mimpara também promove a regressão da deformidade de tecidos, reduz o risco de fraturas, internações hospitalares e cirurgias de paratireóide. Por ser administrado via oral (um comprimido por dia), também facilita a adesão ao tratamento. O paciente pode usar Mimpara independentemente do tipo de terapia adotada para tratar a doença renal crônica.
Mimpara já foi aprovado pela principal agência reguladora de medicamentos na Europa, EMEA (European Medicines Agency), nos Estados Unidos, pelo FDA (Food and Drug Administration), e no Brasil, pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Diversos estudos clínicos realizados comprovaram a eficácia clínica e a segurança do uso do produto. O alcance do nível sérico, alvo de PTH, ocorreu em mais de 50% dos pacientes que utilizaram cloridrato de cinacalcete, em comparação ao grupo que recebeu somente o tratamento-padrão.


Aqui no Paraná a Parceiros do Rim, vai ingresou com uma AÇÃO CIVIL PÚBLICA, para que o estado forneça esse novo medicamento para todos os pacientes que estiverem dentro do protocolo de uso. O PTH  deve estar acima de 300 e o cálcio acima de 8.5. 


CONVERSE COM SEU MEDICO...SOBRE ESSE NOVO MEDICAMENTO e se você precisar damos toda assessoria na montagem do processo para dar entrada na FARMÁCIA ESPECIAL DO SEU ESTADO


Em cruzamento tranquilo, Audi e moto colidem e pedestres dizem que um furou preferencial


Por Elizangela Jubanski e Bruno Henrique



Um acidente em um cruzamento tranquilo do bairro Hugo Lange, em Curitiba, deixou um motociclista ferido na manhã desta sexta-feira (9). Um veículo da marca Audi e uma motocicleta Honda colidiram no cruzamento da rua Fernandes de Barros com a rua Menezes Doria. O motociclista ficou ferido, mas passa bem. Testemunhas disseram que um deles invadiu a preferencial.
O acidente aconteceu por volta das 7h30. A esquina está bem sinalizada e pedestres que viram o acidente disseram que o motorista do Audi teria invadido a preferencial. Agentes do Batalhão de Polícia de Trânsito (Bptran) registraram o boletim de ocorrência, mas não deram versões sobre o acidente.
O motociclista, que tem 25 anos, ficou caído no chão até a chegada do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate). Ele fraturou a perna, teve escoriações, não corre risco de morte e foi encaminhado ao Hospital Cajuru. O motorista do Audi, que estava acompanhado por duas mulheres, aguardou os procedimentos no local.