Andressa Urach volta ao trabalho após drama: 'Me sentindo realizada'


Modelo foi recebida com carinho pela equipe do programa 'Muito show' e fez balanço do que viveu: 'Procurava a felicidade mas era uma pessoa vazia.'

Luciana Tecidiodo EGO, em São Paulo
Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / Ego)Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / Ego)
Andressa Urach está de volta ao batente. Depois de dois meses e meio afastada do programa que apresenta, o "Muito Show", Rede TV, a modelo retornou ao trabalho nesta segunda-feira, 9. Durante esse tempo ela ficou internada por conta de uma grave infecção causada pela aplicação de hidrogel nas pernas.




Ela ainda traz na perna dois drenos que agem para drenar o seroma, um líquido produzido entre a pele e o músculo. Andressa diz que está 95% curada. "Em breve vou tirar o dreno", conta ela, que só pensa em se dedicar ao trabalho.
Andressa chegou ao estúdio emissora dirigindo seu próprio carro na companhia de seu assessor, Cacau Oliver. Da entrada até a produção, ela foi parada por vários colegas. E a eles, Andressa falava sempre a mesma frase: "Viu como Deus é bom?".
  Para sua volta, Andressa promete ressurgir diferente no ar: "Não vou usar mais megahair nem unhas postiças. Meu cabelo vai ficar assim, curtinho, ao natural."
Na cadeira do cabeleireiro Arley Donizete, seu novo look ganhou apenas uma escova leve que levantou as pontas dos fios. "Meu cabelo ficou muito fraco por conta dos antibióticos que tomei. Mas agora vou cuidar dele do tamanho que está. Estou tomando vitamina para fortificá-lo", disse ela, que comemorou: "A sensação hoje é de realização. Meu sonho sempre foi ser apresentadora e estar aqui de volta é uma benção de Deus!".
Andressa Urach  (Foto: Iwi Onodera / EGO)Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / EGO)
'Era uma pessoa vazia'
Andresa entrou ao vivo na bancada do programa 'Muito Show' e foi aplaudida pelos colegas de trabalho. Durante o programa, ela falou sobre o tempo que estava no hospital. "Foi muito difícil ver o sofrimento da minha mãe. Precisei passar por tudo isso para dar valor à vida. As coisas materiais ficaram pequenas. Procurava a felicidade mas era uma pessoa vazia. Quando buscava a perfeição, estava machucando o meu corpo", falou.
Urach também falou sobre as mudanças internas provocadas pelo drama que viveu. "Quando estava de frente para a morte, vi que nada disso importava. Aquela Andressa morreu, Deus me perdoou", disse emocionada, e sem segurar as lágrimas na bancada do programa.
Depois da apresentação, Urach deu entrevista a um outro programa da emissora. A loira falou muito em Deus mas negou que vá virar pastora. "Eu agradeço muito a Deus pela oportunidade de estar viva e espero que essa história sirva para ajudar outras pessoas. Vou seguir dando meu testemunho mas não vou virar pastora, até porque a minha igreja não têm esse costume", contou.
No Instagram, Andressa também mostrou sua alegria. "Muito feliz de volta ao trabalho!!!! Obrigada meu Deus!!!".
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Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / Ego)Andressa Urach chegou à emissora em que trabalha dirigindo seu próprio carro (Foto: Iwi Onodera / Ego)
Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / Ego)Andressa Urach estava com os curativos na perna (Foto: Iwi Onodera / Ego)
Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / Ego)A apresentadora chegou animada ao trabalho (Foto: Iwi Onodera / Ego)
Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / Ego)Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / Ego)
Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / Ego)Ela recebeu o carinho de seus colegas de trabalho (Foto: Iwi Onodera / Ego)
Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / Ego)Agora Andressa não carrega mais na maquiagem (Foto: Iwi Onodera / Ego)
Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / Ego)Andressa Urach mostra os curativos na perna (Foto: Iwi Onodera / Ego)
Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / Ego)Ela está com um dreno (Foto: Iwi Onodera / Ego)
Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / Ego)Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / Ego)
Andressa Urach  (Foto: Iwi Onodera / EGO)Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / EGO)
Andressa Urach  (Foto: Iwi Onodera / EGO)Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / EGO)
Andressa Urach  (Foto: Iwi Onodera / EGO)Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / EGO)
Andressa Urach  (Foto: Iwi Onodera / EGO)Andressa Urach (Foto: Iwi Onodera / EGO)

Criança recebia dinheiro do avô após abusos, afirma Polícia Civil


Delegado diz que menina informou que valores variavam de R$ 5 a R$ 20.
Suspeito argumentou que dinheiro era para menina doar 'ofertar' na igreja.

Graziela RezendeDo G1 MS
Suspeito diz que criança se insinuava para ele (Foto: Graziela Rezende/G1 MS)Suspeito diz que criança se insinuava para ele (Foto: Graziela Rezende/G1 MS)
Além de denunciar o avô como suspeito de estupro, a menina de anos disse à Polícia Civil, nesta segunda-feira (9), em Campo Grande, que o motorista de 58 anos dava dinheiro para ela. Segundo o delegado Paulo Sérgio  Lauretto, titular da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), os valores variavam de R$ 5 a R$ 20.
“A menina afirmou que os abusos ocorrem há oito meses e que ela sempre recebia dinheiro logo após o crime. Durante o depoimento, o suspeito negou abusos anteriores, dizendo que ocorreu somente no domingo (8) e que o dinheiro dado a ela era para a oferta da igreja”, afirmou o delegado.

O homem responderá por estupro qualificado pelo fato de ser ascendente da vítima. A pena pode chegar até a 22 anos de reclusão. Ele não possuía antecedentes criminais. “O inquérito, ainda no período de flagrante, será encaminhado ao Poder Judiciário”, finalizou o delegado.
Ao G1, o suspeito disse estar muito arrependido. “Foi sem pensar. Mas ela também me provocou, ficando pelada e se insinuando para mim, tirando fotos nuas no sofá”, afirmou. Já a vítima chegou muito “assustada na delegacia”, acompanhada dos pais, conforme Lauretto.
Entenda o caso
A criança chegou em sua casa reclamando de dores para a mãe e a tia. Conforme o delegado, ela reclamava de 'dores no pé da barriga'. A menina foi levado ao posto médico por volta das 16h30, sendo que, neste domingo (8), foi encaminhada à Santa Casa.
Durante a madrugada, por volta das 2h30 (horário de MS), a menina foi atendida, segundo Lauretto. Logo no início da manhã, após o médico suspeitar de abuso sexual, o serviço social do hospital acionou a polícia.
“Hoje, por volta das 7h30 (horário de MS), fomos chamados pela assistente social do hospital. A equipe então se deslocou para a casa do motorista e ele, de imediato, confessou o crime na delegacia, ressaltando que era a criança quem se oferecia para ele”, finalizou o delegado.

Três executivos da Arxo, presos na 9ª fase da Lava Jato, deixam a prisão


Juiz determinou que eles fossem soltos na noite desta segunda-feira (9).
Suspeito de ser operador do esquema continua preso na PF, em Curitiba.

Thais KaniakDo G1 PR
Decisão da Justiça liberou os presos da Arxo nesta segunda-feira  (Foto: Reprodução/RPC)Decisão da Justiça liberou os presos da Arxo
nesta segunda-feira (Foto: Reprodução/RPC)
Os três executivos da empresa Arxo, presos temporariamente na 9ª fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), deixaram a carceragem na superintendência da corporação, em Curitiba, por volta das 20h30 desta segunda-feira (9). São eles: Gilson Pereira, sócio-proprietário; Sérgio Marçaneiro, diretor financeiro; e João Gualberto Pereira, um dos proprietários. Quatro pessoas foram presas nesta etapa da operação. Um deles continua preso.
O juiz federal Sérgio Moro expediu, no início desta noite, o alvará de soltura dos três. Na decisão, Moro determina o comparecimento deles a todos os atos do processo mediante intimação por qualquer meio, inclusive por telefone; que eles não deixem as respectivas residências por mais de 30 dias, nem deixem o país sem prévia autorização da Justiça. Sérgio Moro ainda diz que eles estão proibidos de manter contato ou intimidarem, direta ou indiretamente, a ex-funcionária da Arxo que é testemunha e prestou depoimento ao Ministério Público Federal (MPF).


Gilson Pereira e Sérgio Marçaneiro foram detidos na quinta-feira (5), dia em que a operação foi deflagrada. João Gualberto Pereira se apresentou na superintendência da Polícia Federal apenas na sexta-feira (6), pois estava nos Estados Unidos quando o mandado de prisão foi expedido.
A prisão temporária tem prazo de cinco dias, podendo ser prorrogada por mais cinco.
As prisões temporárias de Gilson Pereira e de Sérgio Marçaneiro venceriam nesta segunda. Já a de João Gualberto Pereira expiraria somente na terça-feira (10).
Já Mario Góes, suspeito de ser um dos operadores do esquema de pagamento de propina envolvendo a Arxo, está preso preventivamente – ou seja, sem data para ser solto. Ele se entregou à PF, na capital paranaense, no domingo (8), depois de ficar três dias foragido.
A empresa Arxo, de construção de tanques de combustíveis, tem sede em Balneário Piçarras, no Litoral Norte de Santa Catarina, é suspeita de estar envolvida em um esquema de pagamento de propina relacionada à Operação Lava Jato. Segundo a Polícia Federal, a companhia tem negócios com a BR Distribuidora.
Arxo
João Gualberto Pereira prestou depoimento à Polícia Federal nesta segunda-feira. De acordo com Charles Zimmermman, advogado que o representa, ele negou todas as suspeitas sobre ele e disse desconhecer Góes. "Jamais houve corrupção, não houve pagamento de propina, a empresa não sonega imposto".
Os outros doiss executivos prestaram depoimento na sexta, conforme a PF.
Em depoimento prestado ao Ministério Público Federal (MPF), uma ex-funcionária da Arxo disse que Mario Góes recebeu em diversas oportunidades valores em espécie na sede da empresa. Em contrapartida, ele passava informações privilegiadas, contribuindo para que a Arxo fosse fornecedora exclusiva de determinados produtos para a Petrobras.
No dia da deflagração da operação, foram apreendidos na sede da Arxo R$ 3,186 milhões. Segundo os policiais, as notas estão divididas em reais, dólares e euros. Além do dinheiro em espécie, também foram apreendidos 518 relógios de luxo, 35 obras de arte e cinco veículos de alto valor de mercado.
Conforme o defensor, Gualberto disse à Polícia Federal que o dinheiro apreendido era uma reserva e os relógios fazem parte de uma coleção. "Todos os comprovantes serão juntados ao processo", declarou. O advogado disse ainda que Gualberto não gosta de guardar dinheiro em banco e, por isso, a quantia estava no cofre.
Em nota divulgada à imprensa, a Arxo afirma que o dinheiro encontrado no cofre da empresa seria utilizado em "pagamentos da empresa”. Charles Zimmermann, que também é procurador jurídico da companhia, disse no comunicado que todos os valores foram “contabilizados”. “Havendo indícios de fraude, o que não é o caso da Arxo, que está tudo contabilizado, é apurado o tipo de crime praticado”, destacou Zimmermann na nota.
A empresa ainda negou por meio de comunicado o pagamento de propina à Petrobras. "Nenhum membro da diretoria ou colaborador da empresa teve qualquer ligação com tratativa ou pagamento de propina à Petrobras. Da mesma forma, todos desconhecem o citado Mario Góes", informou a Arxo em nota.
Suposto operador
Nesta segunda, a advogada Livia Novak, que faz a defesa de Mario Góes, disse que o cliente nega ter cometido qualquer tipo de crime e que desconhece a empresa catarinense. Além disso, ela garantiu que Góes não conhece Pedro Barusco, ex-gerente de Serviços da Petrobras, como aponta o Ministério Público Federal.
"Ele [Góes] vai falar assim que tivermos acesso aos autos. Posso adiantar que, com relação a qualquer contrato, qualquer relação comercial com a Arxo, isso nunca existiu", "Ele com certeza não tem nada a ver com isso", afirmou a advogada. "Não é operador." Ele prestou depoimento à PF nesta segunda-feira, segundo a defesa.
Góes tem 73 anos e trabalha com empresas de consultoria que prestam serviços para empresas contratadas pela Petrobras, de acordo com a advogada.
Conforme as alegações do Ministério Público Federal, para pedir as buscas na 9ª fase, Góes atuou como operador financeiro em nome de várias empresas contratadas pela Petrobras. Ele tratava diretamente com Pedro Barusco, ex-gerente de Serviços da estatal, o pagamento de propinas provenientes  de contratos firmados entre a Petrobras e essas empresas.
"Ambos se encontravam periodicamente, não só para que Mario Góes pudesse entregar a Barusco mochilas com grande valores de propina em espécie, que variavam entre R$ 300 mil e R$ 400 mil, como também para que pudesse ser realizado o que Barusco designou como 'encontro de contas', ou seja, a conferência, 'contrato a contrato', dos pagamentos de propinas feitos e pendentes", diz um trecho do documento do MPF.
Pedro Barusco inclusive citou Góes na delação premiada acordada com o MPF. De acordo com o ex-gerente, Góes atuou como operador financeiro em nome de várias empresas contratadas pela Petrobras.
Lava-jato  (Foto: Editoria de Arte/G1)

Jovem que desapareceu após Festa da Uva é encontrado na região do bairro Cajuru em Curitiba


Por Luiz Henrique de Oliveira
guilhermedentro
Guilherme está desaparecido desde sábado (Foto: Reprodução Facebook)

Uma família moradora no bairro Boa Vista, em Curitiba, viveu momentos de desespero. O jovem Guilherme Lopes Santana, de 21 anos, ficou quase dois dias inteiro desaparecido. O celular dele estava desligado e ninguém sabia o que tinha acontecido. O pai de Guilherme, Wilson Lopes, confirmou à Banda B que o rapaz foi encontrado no bairro Cajuru, em Curitiba, no início da noite desta segunda-feira (9).
Wilson agradeceu pela ajuda com a matéria que foi amplamente compartilhada pela página daBanda B na rede social Facebook, que tem mais de 238 mil seguidores. “Estava no Cajuru com alguns machucados, mas graças a Deus está bem. Neste momento ele foi para casa tomar um banho, se acalmar e depois contará tudo o que aconteceu”, explicou, em nome de Wilson, a atual mulher dele, Nilcéia Lopes.
Desaparecimento
O menino desapareceu no sábado (7) após ir a um churrasco na casa de um amigo, no bairro Santa Cândida, e em seguida até a Festa da Uva, que aconteceu em Colombo, na região metropolitana de Curitiba. Um Boletim de Ocorrência (BO) do caso chegou a ser feito na Polícia Civil, que deve investigar o que aconteceu.
Término de namoro
Durante a entrevista antes do jovem ser encontrado, Wilson contou que o filho vinha passando por um momento difícil, após o término de um namoro que durou dois anos. “Eu até tentei conversar com ele sobre isso, mas estava muito fechado e triste. Não sei se isso pode ter relação com o desaparecimento”.

Dona de cães agredidos fala sobre atitude de ex-noivo, com quem se casaria em junho: ‘Momento muito difícil’


Ana Carolina Torres
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A produtora Ninna Mandin, de 26 anos, resume a situação que vem passando em apenas três palavras: “momento muito difícil”. Esse período começou na semana passada, quando flagrou em vídeo o então noivo Rafael Hermida Fonseca, de 34 anos - com quem se casaria no dia 4 de junho deste ano -, agredindo suas cadelas de estimação, Gucci e Victoria. As imagens foram postadas no perfil da jovem no Facebook e o agressor, denunciado por Ninna na 16ª DP (Barra da Tijuca). Segundo a Polícia Civil, Rafael é esperado para prestar depoimento nesta terça-feira. Amigos dizem que ele desapareceu após os vídeos serem divulgados.
- É um momento muito difícil. Minha confiança foi traída. Estou bem abalada. Estava com o casamento marcado para 4 de junho. É muito difícil para mim falar. Não sei o que esperar. Estou com medo. Estou tentando de tudo para proteger a mim, às minhas filhas (as duas cadelas) e à minha família. É um momento muito difícil - disse Ninna, por telefone.


A jovem e as cadelas Gucci e Victoria
A jovem e as cadelas Gucci e Victoria Foto: Reprodução do Instagram
Ela contou que nunca havia desconfiado das atitudes de Rafael:
- Na minha frente, ele tratava as duas superbem, pegava no colo. Mas elas tinham muito medo dele.
O temor das cachorras - ambas da raça buldogue francês - e os machucados que as duas começaram a apresentar foram acendo a luz de alerta na cabeça de Ninna. A produtora disse que o veterinário não conseguia descobrir a origem dos machucados. Mas as lesões continuavam aparecendo e, em dezembro, Gucci e Victoria tiveram que ficar internadas.
- Eu vi que tudo aquilo não podia ser à toa. Precisava comprovar - contou Ninna.
A produtora, então, instalou as câmeras que filmaram a agressão.
- Ver essas imagens passando toda hora... Mas não me arrependo. Vou até o fim para vê-lo punido pela Justiça - afirmou ela.
Com o fim do noivado e o afastamento de Rafael, as cachorras - elas são mãe e filha: Gucci tem 4 anos e Victoria, apenas 9 meses - estão apresentando um comportamento mais tranquilo, segundo Ninna:
- Elas estão dormindo bastante. Claro que não posso ter certeza, mas a impressão que tenho é que estão mais tranquilas.
Os vídeos de Rafael agredindo as cadelas foram postados por Ninna no último sábado e logo começaram a ser compartilhados. Ambos já foram visualizados quase 300 mil vezes.
Em nota, a Polícia Civil informou que "o caso foi registrado na 16ª DP (Barra da Tijuca) como crime de maus tratos. A dona dos animais foi ouvida na unidade policial. As imagens estão sendo analisadas pela polícia. O acusado da agressão foi intimado e seu depoimento está previsto para esta terça-feira, na delegacia. As investigações estão em andamento para apurar o fato."

Agradecimento

Neste domingo, Ninna postou um vídeo de agradecimento pelo apoio recebido após divulgar imagens da agressão.
- Só para mostrar que está tudo bem. Estamos bem. Muito obrigada mesmo por todo o carinho, todo o apoio, tudo. Vai dar tudo certo - diz a produtora nas imagens.
Ninna agradece ao apoio recebido
Ninna agradece ao apoio recebido Foto: Reprodução do Instagram
Numa mensagem que acompanha o vídeo, a jovem agradece o apoio da apresentadora Luisa Mell, defensora dos animais que compartilhou os vídeos da agressão, e diz que confia na Justiça: “Oi pessoal. Estamos bem, minhas meninas estão bem e não temos como agradecer todo apoio que estamos tendo. Muito obrigada por tudo!!!! @luisamell não tenho palavras pra você. Você é sensacional, é uma pessoa muito do bem que ajuda a todos. Muito obrigada por estar do meu lado e nos ajudando! Estamos mandando a todos nosso amor é nosso agradecimento. A justiça será feita!!!!”.
A mensagem de Ninna
A mensagem de Ninna Foto: Reprodução do Instagram
Em sua página no Facebook, Luisa Mell comentou o caso e pede ajuda às autoridades para que Rafael seja punido: “Amigos, a pobre cachorrinha agredida ontem no RJ está bem. Porém, não podemos deixar aquele covarde sair impune! Para vocês entenderem melhor o caso: o agressor era noivo da dona da cachorra, que começou a desconfiar que algo de errado estava acontecendo, pois a cachorrinha tinha reações estranhas ao encontrar o rapaz. Ela colocou então uma câmera escondida, e captou as imagens terríveis que divulguei. A cachorra, como vocês podem ver no vídeo, está bem e longe deste criminoso. Mas nós queremos justiça! Queremos que ele seja punido com rigor. Eu estou tentando contato com os deputados da causa animal para me ajudarem, mas ainda não consegui falar com nenhum. Mas não vamos parar. Não vamos deixar que ele fique impune por este crime que cometeu. Peço as autoridades e aos protetores do RJ que nos ajudem neste caso”.

Sócios repudiam atitude de agressor

Em seu perfil no Facebook, os sócios de Rafael Hermida no Buddy's Bar postaram uma nota de repúdio às atitudes dele. Um texto acompanha a mensagem: "Boa noite! Hoje à tarde emitimos uma nota oficial repudiando o fato no instagram! Colocamos agora em anexo para que vocês possam ler, caso ainda não tenham lido... Gostaríamos de externar o completo repúdio com o acontecido! Estamos amanhã mesmo retirando esse sócio do estabelecimento... O que nos preocupa muito é o fato de que no calor das emoções muita gente mistura o autor do crime com o estabelecimento! Estamos tão chocados e revoltados como todos! Porém nesse momento de emoção vejo pessoas falarem em "quebrar o bar"... "Mandar fechar" etc etc etc! Gostaríamos de pedir que todos tivessem o bom senso de pensar que os demais sócios (tem mais dois) não podem ser punidos por nada! Afinal eles não cometeram crime algum! O bar é o ganha pão deles e mais, empregamos cerca de 15 pessoas dentre garçons, barmans, cozinheiros e etc que são trabalhadores honestos e precisam daqui pra viver! Repetimos: ele sairá da sociedade muitíssimo em breve... O tempo será apenas para que todos os trâmites legais sejam solucionados! Estamos revoltados assim como vocês! Desde já, agradecemos a compreensão de todos!! Mas punam apenas quem tem culpa!! Obrigado!"
A nota de repúdio dos sócios de Rafael


Quadrilha que tinha cobertura no Batel como esconderijo é presa em Curitiba


Da Polícia Civil


Policiais civis da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) prenderam, nos últimos dias, seis integrantes de uma quadrilha de assaltantes de carro que tinha como sede e esconderijo para os veículos um apartamento de cobertura na Rua Dom Pedro II, no Batel, em Curitiba. No momento da prisão, a quadrilha havia acabado de roubar uma caminhonete Amarok, imediatamente encaminhada para o esconderijo. Junto com a caminhonete, os policiais recuperaram outros dois carros roubados, uma Kombi e um Fluence.
Segundo o delegado-titular da DFRV, Cassiano Aufiero, a quadrilha deixava por alguns dias os veículos no estacionamento do apartamento, que possuía duas vagas de garagem, e alugava mais uma vaga para abrigar sempre três carros roubados por vez. “Eles substituíam as placas originais dos veículos por outras de clones, assim não levantavam suspeitas por parte do síndico e demais moradores, que estranhavam a grande rotatividade de veículos, mas nunca viam nada suspeito”, informou o delegado.
Aufiero estima que a quadrilha roubava de 15 a 20 veículos por mês. Por serem jovens, os suspeitos aparentavam ser estudantes, recebendo os veículos, que fingiam ser de amigos, e repassavam a receptadores.
“Por ser uma investigação recente, ainda não fechamos sobre todas as possibilidades de destino destes veículos, mas acredito que estes jovens possam estar ligados a quadrilhas de estelionatários, face a documentação falsa encontrada com eles”, afirmou Aufiero.
Entre os objetos apreendidos com a quadrilha estão quatro chaves de veículos possivelmente roubados por eles, documentação falsa (CNH, contas de luz, etc), munição calibre 380 e uma pequena quantidade de cocaína.
Os presos responderão por roubo qualificado, porte ilegal de munição e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.
Estão presos Álvaro Henrique Marcondes Bernardo, 20 anos, Bruno Luiz Cordeiro, 26 anos, Guilherme Rodrigo Pingerno Bello, 22 anos, Jean Chemin Onyszkiewicz, 21 anos, Bruno da Costa, 18 anos e Gelvane Roberto de Souza, 23 anos.
“Um sétimo jovem integrante da quadrilha já foi identificado. Será solicitada a prisão dele nos próximos dias”, concluiu Aufiero.

Jovem vai à Festa da Uva de Colombo e desaparece dois dias antes de fazer matricula na universidade


Por Luiz Henrique de Oliveira
guilhermedentro
Guilherme está desaparecido desde sábado (Foto: Reprodução Facebook)

Uma família moradora no bairro Boa Vista, em Curitiba, vive um momento de desespero. Desde o último sábado (7), o jovem Guilherme Lopes Santana, de 21 anos, desapareceu. O celular dele está desligado e ninguém sabe o que pode ter acontecido. O pai de Guilherme, Wilson Santana, afirmou à Banda B que antes de sumir o filho teria ido à Festa da Uva, que aconteceu em Colombo, na região metropolitana de Curitiba, neste fim de semana.
“Ele foi primeiro a um churrasco na casa de um amigo no bairro Santa Cândida, no sábado, e depois até a festa com outro amigo, que não sabemos ainda quem é. Desde então tento ligar no celular dele e só dá caixa postal. Não temos ideia de onde está o meu garoto”, disse Wilson, que chorava muito durante a conversa com a reportagem.
O pai relatou que o filho tinha passado em terceiro lugar em duas faculdades particulares de Curitiba. “O último dia da matrícula dele é hoje e agora o que vou fazer? Por favor, peço que quem tiver informações nos ajude”, pediu Wilson.
Término de namoro
Wilson também contou que o filho vinha passando por um momento difícil, após o término de um namoro que durou dois anos. “Eu até tentei conversar com ele sobre isso, mas estava muito fechado e triste. Não sei se isso pode ter relação com o desaparecimento”, concluiu.
A família realizou o Boletim de Ocorrência no 8° Distrito Policial. Qualquer informação sobre Guilherme pode ser dada ao 190 da Polícia Militar (PM).

Filho confessa ter matado a mãe e escondido o corpo em mala


Polícia diz que homem matou a mãe por ela não aceitar a namorada dele.
Suspeito estava foragido e era acusado de matar também a ex-mulher.

Do G1 Santos
Corpo da mãe foi encontrado em mala  (Foto: Divulgação/ Polícia Civil)Corpo da mãe foi encontrado em mala
(Foto: Divulgação/ Polícia Civil)
Um homem é suspeito de ter assassinado a própria mãe e, após isso, ter colocado o corpo dela em uma mala, no Dique do Sambaiatuba, em São Vicente, no litoral de São Paulo. O cadáver da mulher, de 59 anos, foi encontrado neste domingo (8) pela polícia. O crime teria ocorrido na quinta-feira (5).
Fábio Barreto Silva é suspeito de matar a própria mãe (Foto: Divulgação/ Polícia Civil)Fábio Barreto Silva é suspeito de matar a própria
mãe (Foto: Divulgação/ Polícia Civil)
Segundo a Polícia Civil, Fábio Barreto Silva, de 35 anos, já foi ouvido e confessou o crime. Ele se encontra preso, suspeito também de ocultação de cadáver. O motivo pelo qual o filho teria cometido o crime é porque a mãe não estaria de acordo com o seu atual relacionamento.
De acordo com as investigações, o homem possui um histórico de envolvimentos amorosos conturbados. Tanto que ele é suspeito de ter matado a sua própria ex-mulher. Por esse caso, o suspeito até deveria ter sido julgado em outubro do ano passado, mas ele não compareceu a audiência e, sendo assim, estava foragido da Justiça.

As investigações sobre o caso prosseguem e a polícia espera fechar em breve o inquérito. A ocorrência foi registrada no 1º Distrito Policial de São Vicente. Fábio está preso na cadeia anexa a delegacia e deve ser transferido ao Centro de Detenção Provisória (CDP) do município nesta segunda feira 09.