Criação de CPI para investigar o HSBC avança no Senado

Senador Randolfe Rodrigues PSOL


O pedido de abertura da comissão foi aceito. Agora, líderes partidários indicam quem participa da comissão

BRASÍLIA
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  • FOLHAPRESS

O Senado iniciou na sexta-feira (27) o processo de criação de uma CPI para investigar as denúncias de evasão fiscal envolvendo o HSBC na Suíça, no caso que ficou conhecido como “Swissleaks”. Dentre as aplicações irregulares abertas no exterior, há contas de brasileiros que podem ter servido para sonegação de impostos, segundo o pedido de abertura da CPI, de autoria de Randolfe Rodrigues (PSol-AP). “É intolerável que o Estado brasileiro se posicione inerte diante desse inescrupuloso evento. Todo o rigor da lei deve ser aplicado nas situações concretamente identificadas como irregulares”, disse o senador na justificativa da criação da CPI. Após ter obtido 33 assinaturas para a abertura da comissão, seis a mais do que o mínimo exigido, o pedido de CPI foi lido em plenário. Depois disso, os líderes partidários devem indicar seus membros para a comissão.

Trabalhadores dos Correios marcam assembleia para a próxima semana e podem entrar em greve


Da Redação

Em meio a greve de várias categorias, assembleia marcada para a próxima quinta-feira (5) pode levar os trabalhadores dos Correios também a paralisarem as atividades. De acordo com nota postada do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Paraná (Sintcom), a mobilização é nacional e acontece devido a medidas que tiram direitos dos funcionários da empresa. Na assembleia, será discutido apenas o estado de greve, mas caso a empresa não cumpra as reivindicações, a categoria pode paralisar as atividades por tempo indeterminado.
Segundo o Sintcom, tanto a presidente Dilma Rousseff (PT), quanto o governador Beto Richa (PSDB), apresentaram pacotes que retiram direitos dos trabalhadores e os Correios tem seguido medidas parecidas.  “Além de enfrentar o aumento da sobrecarga e da exploração em nossos locais de trabalho, lutamos contra as mudanças impostas pela direção dos Correios, que visam retirar direitos dos trabalhadores, como é o caso do Postal Saúde e da tentativa de privatização dos Correios através do CorreiosPAR”, disse.
A categoria pede a retirada do CorreiosPar, já que considera uma privatização; o fim do Postal Saúde;  entregas somente pela manhã; contratação imediata de novos funcionários, através de concurso público; adicional de periculosidade aos motociclistas; jornada de 6 horas para atendentes; e eleição direta para todos os cargos.

Produtora de GUGU foi quem conseguiu a entrevista com Suzane Richthofen


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Gugu levou também os três filhos ao seu programa (aqui, ao lado do cantor Leonardo). Foto: Reprodução 
Há muita comemoração na sede GGP, produtora de Gugu Liberato, por conta do sucesso da estreia do programa do loiro e do barulho causado pela entrevista de Suzane Von Richthofen, mas nem tudo é alegria.  Por causa da briga entre os diretores Vildomar Batista e Homero Salles, a Record decidiu afastar o último para evitar novos confrontos físicos (os dois saíram no tapa conforme já foi divulgado).
Homero fica responsável apenas pela produtora. Tudo que diz respeito ao programa está nas mãos de Vildomar. O problema é que o diretor também não está bem com o jornalismo do canal. Tudo porque o setor tentava há anos entrevistar Suzane e não conseguiu. Pior, Suzane assinou um contrato com Gugu no qual dizia que a matéria completa não poderia ser exibida em outro programa da casa. O “Câmera Record” só exibiu, por exemplo, um trecho da conversa. A decisão partiu da moça. Ela não quer aparecer nos telejornais da emissora. 
O mais curioso é o seguinte: quem conseguiu a entrevista com Suzane foram produtores que até o ano passado trabalhavam no “Hoje em Dia” (eles foram demitidos). Sinal de que a emissora não conhece bem as pessoas com quem trabalha, né? Dizem que o diferencial foi começar o contato com Sandrão, a companheira de Suzane. Foi Sandrão quem convenceu Suzane a dar a entrevista.
Segundo uma fonte do blog,  a entrevista não foi paga. “Por mais incrível que pareça, foi só contato”, disse. Bom, se conseguir a matéria fosse uma questão de dinheiro, isso não seria problema para Record.  De acordo com a mesma fonte, o jornalismo da emissora ficou tão bravo que anda plantando notas dizendo que o que salva o programa “Gugu” é o jornalismo. Segundo consta, investir no jornalismo é uma decisão da direção da atração. Vale dizer, a equipe não dispõe de material de ponta para editar as matérias, por exemplo, nem tem os melhores salários. “Eles trabalham com o refugo da Record”, garante. De qualquer forma, a labuta continua. Ah,  e vem mais bomba por aí…

Beto Richa reúne secretários, congela salários e pede corte de gastos


Publicado em 26/02/2015 15:55
Gov. Beto Richa em reunião com Secretários
O governador Beto Richa reuniu nesta quinta-feira (26) secretários estaduais, presidentes de autarquias, fundações e empresas estatais e pediu a integração e empenho da equipe na meta de cortar os gastos com custeio e melhorar a aplicação dos recursos públicos. O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Cláudio Romanelli, também participou da reunião.

“Estamos passando por um momento de dificuldade econômica em todo o Brasil. Precisamos estar preparados para superar esse período, com a garantia da qualidade nos serviços públicos. Vamos gastar menos e ser mais efetivos nas ações”, afirmou o governador.

Durante a reunião, Richa assinou a resolução que congelou por um ano o salário dele, da vice-governadora Cida Borghetti e de todos os secretários estaduais. Os salários teriam aumento com base em lei de 2002, que determina que o subsídio pago ao governador do Paraná é igual ao do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), reajustado em dezembro. Com isso, o salário do governador terá um corte de R$ 4,3 mil, o da vice-governadora será reduzido em R$ 4,1 mil e o dos secretários ficará R$ 3 mil menor.

O secretário da Casa Civil, Eduardo Sciarra, ressaltou a importância da reunião da equipe para que todos possam participar com sugestões e orientações. “Vamos buscar em todas as áreas do governo medidas que possam reduzir despesas”, afirmou Sciarra.

MEDIDAS DE AJUSTE - Em entrevista após a reunião, o governador mencionou a séria crise econômica do Brasil, que tem afetado todos os Estados. Dezoito estados já tiveram que cortar gastos e ajustar suas contas. Richa citou a necessidade do governo estadual de melhorar o fluxo de caixa no início do ano. Parte das receitas de janeiro é antecipada para pagar o 13º salário dos servidores. Além disso, a receita de impostos só começará a entrar após 90 dias da alteração das alíquotas, como é o caso do IPVA.

O Estado já implantou diversas medidas para redução das despesas e aumento de receitas. Entre elas está a equalização da alíquota do ICMS, um conjunto de decretos para melhoria da gestão pública e controle de despesas e a reavaliação e renegociação dos contratos e licitações. Além disso, no ano passado, foram eliminadas cinco secretarias estaduais e outras foram fundidas. De uma só vez, foram cortados mil cargos em comissão.

O governador também lembrou que dois anteprojetos de lei foram enviados à Assembleia Legislativa propondo ações de incremento de receitas públicas. Um deles é do programa Nota Fiscal Paranaense, que incentivará a emissão de nota fiscal e o outro é a criação do Cadastro Informativo Estadual (Cadin), para combater a sonegação fiscal.

O secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, apresentou um balanço da situação econômica do Estado e defendeu um grande ajuste nas contas. “É necessário manter as contas equilibradas e ajustar o orçamento à capacidade financeira, reduzindo gastos e renegociando dívidas”, disse ele.

O secretário lembrou que a queda da atividade econômica do País tem reduzido as receitas tributárias e as transferências do Fundo de Participação dos Estados (FDE). “O Estado tem reduzida capacidade de investimento. Precisamos rever essa situação para melhor aplicar os recursos”, disse ele.

EDUCAÇÃO - No encontro com a imprensa, após a reunião do secretariado, o governador Beto Richa também falou das negociações para a volta às aulas nas escolas estaduais. Disse que está otimista, já que o governo estadual atendeu todas as reivindicações apresentadas pela APP-Sindicato.

“Somos um governo de diálogo e buscamos um entendimento para garantir que as aulas comecem o quanto antes. Nossos alunos precisam voltar a estudar o quanto antes”, afirmou.

O governador lembrou que os professores receberam 60% de aumento salarial nos últimos quatro anos e um aumento de 75% na hora-atividade. O pagamento das rescisões dos professores contratados pelo Processo Seletivo Simplificado (PSS), que somam R$ 70 milhões, foi feito na terça-feira (24). Também está assegurado o pagamento do terço de férias em março, em cota única.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:

www.pr.gov.br e www.facebook.com/governopr

Investigada e endividada, OAS paralisa obras em berço petista


piscinão
Agência O Globo / Michel Filho
SÃO BERNARDO DO CAMPO — Com dívida de R$ 7,7 bilhões e na lista das principais empreiteiras investigadas pela Operação Lava-Jato, a OAS está transformando o município paulista de São Bernardo do Campo, administrado pelo PT, num canteiro de obras paradas. Responsável por 90% das obras da cidade, berço petista, a empreiteira parou de executar a construção do piscinão do projeto Drenar, em torno do Paço Municipal, a drenagem dos principais córregos de bairros da periferia, as obras do Corredor Leste-Oeste e de conjuntos habitacionais.
O prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, reconhece que algumas obras, que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), estão paralisadas por falta de repasses de dinheiro do governo federal. Para ele, “a normalização desses repasses está diretamente ligada à aprovação do Orçamento pelo Congresso”.
As ligações de Marinho com a OAS são estreitas. Ele recebeu doações da construtora para suas campanhas de 2008 (R$ 260 mil) e 2012 (R$ 50 mil).
CUSTO DE CONJUNTO HABITACIONAL FOI REAJUSTADO EM 185%
As obras no município paulista começaram a ser paralisadas no final do ano passado, após a prisão dos principais executivos da OAS pela Operação Lava-Jato, incluindo o presidente da empreiteira, Léo Pinheiro, em novembro de 2012. A OAS é a empresa que terminou a obra do prédio iniciado pela Bancoop, no Guarujá, onde o ex-presidente Lula comprou um apartamento. Depois de a cooperativa deixar o empreendimento, a empresa, inclusive, foi responsável pelos reparos finais no imóvel de Lula.
Em São Bernardo, a obra mais importante que a OAS vinha tocando é a do projeto Drenar, para acabar com as enchentes na região. Segundo a prefeitura, o ritmo das obras é afetado pela falta de repasse das verbas do governo federal, mas ninguém admite que estejam totalmente paralisadas. O GLOBO esteve no local e não registrou operários trabalhando. Tapumes fecham o entorno do local.
Conjunto no Jardim Silvino: suspeitas de superfaturamento – Agência O Globo / Michel Filho
O vereador Julio Fuzari, presidente do PPS de São Bernardo, diz que a OAS chegou a demitir 400 funcionários em dezembro, por não estar recebendo da prefeitura, paralisando totalmente as obras do projeto Drenar em janeiro. A prefeitura diz que “a velocidade de cada obra está condicionada ao repasse de recursos” e que “não há relação direta entre ritmo de obra e a operação Lava-Jato”.
Para a prefeitura, a obra do piscinão vai acabar com os problemas históricos das enchentes no Paço Municipal. O piscinão terá profundidade de cerca de 20 metros, o equivalente a um prédio de sete andares, e vai ocupar uma área aproximada de dois campos de futebol, com capacidade para reter 220 milhões de litros de água da chuva. O piscinão está orçado em R$ 296,9 milhões, com verbas do Ministério das Cidades.
Mas todo o projeto Drenar — feito pela OAS e orçado em R$ 600 milhões —, para a drenagem da água do Paço e de córregos na periferia, como Sacarantan, Silvina, Ipiranga, Capuava, Ribeirão dos Meninos e Pindorama, estão com obras paradas.
Os trabalhos começaram no final de 2013, mas pararam no final do ano passado também por causa da interrupção de repasses do governo federal, em função da falta de aprovação do Orçamento da União.
PEDIDO DE CPI NA CÂMARA
Além do projeto Drenar e a canalização de córregos, a OAS faz outras importantes obras na cidade, como o corredor Leste-Oeste, orçado em R$ 419 milhões, dos quais R$ 247 milhões são do PAC e R$ 165 milhões da Caixa Econômica Federal. As obras também estão desaceleradas. A OAS ergue ainda vários condomínios habitacionais.
— A OAS faz 90% das obras de São Bernardo do Campo. Acreditamos que as concorrências sejam dirigidas para a OAS ganhar tudo na cidade. De 2009 a 2012, a OAS faturou R$ 1,032 bilhão em obras em São Bernardo. Por isso, estamos pedindo a criação de uma CPI na Câmara Municipal para investigar essa relação da prefeitura petista com a OAS — disse o vereador Fuzari.
A oposição, no entanto, ainda não conseguiu abrir CPIs contra o prefeito Luiz Marinho. Dos 28 vereadores da cidade, 20 fazem parte da base aliada e apenas oito estão na oposição. Para a abertura de qualquer CPI, é necessário ter assinaturas de no mínimo dez vereadores.
— Se não conseguirmos abrir uma CPI que investigue a relação da OAS com Luiz Marinho, vamos encaminhar os documentos que temos para o Ministério Público Estadual, pedindo a abertura de uma Ação Civil Pública — garante o vereador Fuzari.
Segundo a oposição, a OAS fez várias obras suspeitas de superfaturamento, como a construção de 564 de apartamentos nos bairros Jardim Silvino e no Jardim Esmeralda, em 2009. As obras, orçadas em R$ 85 milhões, sofreram aditamento de 185%, quando a lei só permite até 25%, segundo Fuzari. As obras terminaram custando R$ 327 milhões. A prefeitura nega superfaturamento. A OAS não se manifestou até o fechamento da edição.

A advogada que mais conhece os segredos dos delatores da Lava-Jato


CATTA PRETA
À frente de nove acordos, Beatriz Catta Preta prima por discrição absoluta e se equilibra sob o fogo cerrado dos colegas de profissão
por Thiago Herdy
Nem no almoço de domingo com a família, a advogada à frente de nove dos 12 acordos de delação premiada da Operação Lava-Jato, Beatriz Catta Preta, conta o que sabe sobre seus clientes.
— Ela não abre o bico! Só comenta o que já tiver saído em jornal. Desde pequena, nunca vi menina tão focada — elogia o engenheiro Carlos Olympio Lessa, de 76 anos, pai da advogada.
Beatriz tem 40 anos de idade e 17 de profissão. Tinha um ano de formada na Universidade Paulista (Unip), em 1999, quando foi sancionada a lei que estabeleceu regras para a concessão de perdão judicial e redução de penas a réus colaboradores. Atualmente dona do escritório em São Paulo com seu nome, se apresenta como especializada em direito penal empresarial. No mundo jurídico, é conhecida como o melhor nome para assessorar quem errou e deseja contar o que sabe à Justiça.
Beatriz ficou famosa pelo sobrenome Catta Preta, que herdou do marido, com quem tem filhos e vive em condomínio de luxo em Barueri, na Grande São Paulo. Seu escritório não tem o charme das chiques firmas de advocacia paulistanas, funciona em antigo prédio na Marginal Pinheiros, Zona Oeste da capital, e tem apenas uma filial em endereço inusitado: Miami.
Nunca figurou no anuário de “500 advogados e escritórios mais admirados do Brasil”, escolhidos em pesquisa com empresários. Para quem prima pela discrição, o esquecimento é prêmio. Catta Preta foge dos holofotes. No dia em que acompanhou seu cliente Paulo Roberto Costa em depoimento à CPI da Petrobras, fotógrafos não registraram um sorriso. Por trás dos cabelos lisos e do óculos de aro grosso, só encontraram expressão grave.
— Não tenho vaidade ou necessidade de aparecer. Neste trabalho, preciso preservar meus clientes —disse a advogada ao GLOBO, ao se recusar a tratar de sua vida pessoal.
Catta Preta reclamou quando O GLOBO procurou pessoas próximas a ela.
— Beatriz está em situação delicada, por causa dos clientes. Não me sinto à vontade para falar — diz a arquiteta Melissa Corbett, que cuida de reforma na casa da advogada.
A coordenação dos principais acordos da Lava-Jato a deixa sob fogo cerrado dos colegas de profissão. O Instituto de Defesa do Direito de Defesa, que reúne as maiores bancas de criminalistas do país, é contra a delação e critica, indiretamente, o trabalho de Catta Preta.
— Expiar sua culpa à custa da liberdade alheia não me parece ser um modo digno de se defender — provoca o presidente do instituto, o advogado Pedro Arruda Botelho, que advoga para a Odebrecht.
Em tom áspero, acusa “certos advogados de propagandearem que a delação é uma opção voluntária” quando, na verdade, se trata de “coação legitimada por juízes e promotores”:
— O réu é destroçado e a vê como única opção de defesa.
Também com clientes na Lava-Jato, o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias chamou a delação, no passado, de “extorsão premiada”. Ele diz que advogado não pode ser “estimulador da delação”.
— Mas se o cliente quer falar, é um direito que ele tem. Não sou eu que vou para a cadeia, é ele — lembra Dias.
O juiz Sérgio Moro tratou da polêmica no livro “Crime de lavagem de dinheiro”, de 2010. “Em vez de discutir seriamente o instituto, esclarecendo seus limites e possibilidades práticas, não raramente afunda em preconceitos, não sendo incomum encontrar quem o repudie veementemente”, escreveu o magistrado, para quem a delação só serve se “o depoimento do delator encontrar apoio em provas independentes”.
— A colaboração encurta caminhos, agilizando a resposta estatal e reforçando a confiança na Justiça — defende o procurador Carlos Fernando Lima, integrante da força-tarefa da Lava-Jato.
Nos bastidores, criminalistas não medem palavras para desancar Catta Preta e ameaçam levar representações à OAB. A atuação para clientes com interesses conflitantes em um mesmo processo é motivo de crítica. Delator do mensalão, pelas mãos de Catta Preta, o operador financeiro Lúcio Funaro diz que adversários só querem desmoralizá-la para anular os depoimentos.
— Ela é dona de empreiteira? É funcionária da Petrobras? Não. Então porque a atacam? O cara fala porque quer.
Catta Preta usa a página do seu escritório em redes sociais para responder a críticas, dando destaque a trecho de entrevistas dadas por ela mesma na imprensa.
“Réus colaboradores perseguem um fim comum, buscam o esclarecimento de fatos e visam um mesmo objetivo. Não há, portanto, que se falar em conflito ou falta de espontaneidade”, escreveu, no último mês.
Em 2014, por três vezes foram postadas no perfil do escritório imagens enigmáticas de envelopes com o logotipo da firma e as inscrições “doc.4” e “doc.5”. Amigos e familiares curtiram a postagem sem explicar do que se tratava. Uma amiga deu a entender que se referia a acordos fechados pela advogada, e comentou: “Sucesso, sempre”.

Três homens se casam na Tailândia em uma união tripla

Três homens gays se casaram no que acredita-se ser o primeiro casamento de um trio envolvendo pessoas do mesmo sexo.
Joke, de 29 anos, Bell, de 21 anos e Art, de 26 anos, trocaram os votos em uma cerimônia em Uthai Thani Pronvince, na Tailândia.
Os noivos ganharam destaque na internet depois que fotos da celebração repercutiram nas redes sociais.
“Algumas pessoas podem não concordar, e provavelmente ficam surpresas com nossa decisão. Mas acreditamos que mesmo sem entender, muitas pessoas aceitam nossa escolha, afinal, amor é amor”, disse Bell.
Três homens se casam na Tailândia no primeiro casamento gay do tipo no mundo
Três homens gays se casaram no que acredita-se ser o primeiro casamento de um trio envolvendo pessoas do mesmo sexo.
Apesar de casamentos entre pessoas do mesmo sexo não ser reconhecido de forma legítima na lei tailandesa, o trio conseguiu consumar o desejo sob as normas budistas.
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A história dos três começou depois que Art e Joke mantinham um romance. O casal conhecel Bell em uma festa, antes de perceberem os sentimentos que mantinham uns com os outros.
Depois que Bell foi hospitalizado com uma doença congênita, o trio se tornou inseparável.
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Joke e Art propuseram, então, o casamento inusitado a três.
“A maior parte das pessoas próximas aceita isso, e muitas nos dão suas bênçãos”, contou Joke. Segundo ele, o trio “ama uns aos outros e vivem juntos como irmãos”.
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'Minha vida mudou', diz homem que perdeu mãos após ataque na Bahia


Pedreiro teve membros decepados por fazendeiro que o confundiu com ladrão.
Quase seis meses após o ataque, Josimar Ferreira voltou a dirigir.

Gabriel GonçalvesDo G1 
Em 15 de setembro de 2014, a vida do pedreiro Josimar Ferreira de Souza, morador da cidade de Pilão Arcado, no norte da Bahia, mudou drasticamente, depois que ele teve as duas mãos decepadas, ao ser atacado por um fazendeiro que o confundiu com um ladrão. Quase seis meses após o ataque, Josimar aos poucos retoma algumas das atividades que desenvolvia, enquanto tenta se adaptar às limitações impostas por sua condição.
"Minha vida mudou completamente. Da alimentação até o uso do banheiro", afirma. "Imagine você depender dos outros para tudo: banho, alimentação, ir ao banheiro, se vestir", acrescenta Josimar que, por causa do ataque, não tem mais condições de atuar como pedreiro.
Enquanto se acostuma com a nova vida, o homem de 32 anos conseguiu voltar a realizar uma atividade trivial para muitos, mas que para ele envolveu muita vontade de superação. Após adaptar o voltante de sua caminhonete e aumentar a altura do câmbio, Josimar voltou a dirigir.
[Veja acima vídeo que mostra Josimar dirigindo seu veículo adaptado]

Ele conta que no momento está desempregado, e que a esposa é quem está sustentando a casa, onde mora com o filho de 3 anos e os outras três crianças que a mulher teve em um casamento anterior. "Ela faz salgados e vende aqui em casa mesmo", explica Josimar, que espera poder voltar a trabalhar.
"Tive algumas dificuldades, principalmente na hora de passar as marchas, mas com o tempo a gente vai pegando. Por enquanto faço somente pequenas viagens", afirma.
"Eu penso em fazer alguma coisa mas, para isso, preciso de duas próteses, para aumentar as minhas possibilidades, além de ganhar mais qualidade de vida", diz.
Mesmo tendo sido vítima de um crime desta gravidade, Josimar admite que não tem muito o que falar sobre o ataque. "Não lembro de quase nada. Eu me lembro do momento que saí de casa até chegar ao local. Depois que começou o ataque, não me lembro de nada" diz.
À medida que vai ganhando confiança e se adaptando à sua condição, Josimar vai fazendo planos. "Quero encontrar um rumo na vida. Nasci e me criei na luta, trabalhando, e hoje não consigo fazer nada. Quero trabalhar, fazer alguma coisa", destaca.
De acordo com o delegado titular da delegacia de Pilão Arcado, Arnóbio Dionísio Soares, o fazendeiro suspeito de atacar Josimar segue em prisão preventiva e deve ter julgamento marcado ainda para este mês de março.
Caso
Josimar teve as duas mãos decepadas após ser acusado de roubo por um criador de bode, na cidade de Pilão Arcado, localizada a cerca de 800 km de Salvador. Ele foi levado para o hospital e recebeu alta quatro dias depois.
O pedreiro negou o roubo e afirmou que estava no local procurando restos de fezes de animais, para usar como fertilizante na produção de verduras.
À época do crime, o delegado disse que o suspeito de atacar Josimar não apresentou "qualquer comprovação, justificativa ou sequer ocorrência" que ateste que a vítima tenha roubado cabras e ovelhas da sua fazenda.
"Não há provas contudentes, porque mesmo que houvesse o roubo, não poderia haver uma atitude de também hediondez.  A gente já autuou o autor [do crime] por tentativa de homicídio qualificado pelo motivo fútil, impossibilitado de defesa para a vítima e crueldade", afirmou Arnóbio Soares.

Bloqueio nas rodoviais federais sobe para treze no PR; uma interdição é total


Por Luiz Henrique de Oliveira


O bloqueio de caminhoneiros, que tinha perdido força nas rodovias federais do Paraná, voltou a crescer nas últimas horas. Se nas estaduais não há paralisações desde as 21h de ontem, por conta da decisão da Justiça de aplicar multa de R$ 10 mil aos caminhoneiros por cada hora de interdição, nas federais os bloqueios, que chegaram a ser apenas três pela manhã, atingem treze rodoviais segundo o último balanço da Polícia Rodoviária Federal, divulgado no fim da tarde deste domingo (1).
Uma interdição total acontece em União da Vitória, na BR-476, no km 354,com prazo para a liberação de veículos leves para as próximas horas.
Confira os pontos de bloqueio parcial:
Coronel Vivida – BR-373 KM 478
Nova Esperança – BR-376 KM 157,
Medianeira – BR-277 KM 67,
Campo Mourão – BR – 487 KM 197,
Campo Mourão – BR – 369 – KM 387,
Campo Mourão – BR – 272 – KM 365,
Corbélia – BR-369 – KM 500,
Capitão Leônidas Marques – BR- 163 KM, 139
Toledo – BR-163 KM 269
Paranavaí – BR-376 KM 102
Barracão – BR-163 KM 7
Guarapuava – BR-277 KM 343
Os caminhoneiros bloqueiam estradas – permitindo apenas o tráfego de veículos leves, ônibus e caminhões com cargas perecíveis – desde o último dia 13. Eles reclamam do aumento do preço do litro do diesel, do valor pago pelos fretes e dos pedágios.
Na semana passada, os sindicatos de caminhoneiros foram recebidos pelo Governo Federal e houve um acordo, porém como grande parte dos envolvidos nos bloqueios são autônomos a ordem para liberação das estradas não foi cumprida.
Balanço da PRF
A PRF divulgou hoje o balanço dos últimos sete dias de operações nas rodovias federais que cortam o Paraná. De acordo com assessoria de imprensa, 27 multas foram aplicadas, um veículo recolhido e quatro pessoas presas durante as desobstruções das estradas.
Mais policias
Em nota divulgada hoje (1°) sobre as manifestações dos caminhoneiros nas estradas do país a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que o governo vai ampliar a presença das forças policiais para garantir o cumprimento das decisões judiciais e a desobstrução das rodovias em busca de garantir o direito ao trabalho e o abastecimento da população.
A nota fala em “diminuição do movimento” e informa que as manifestações dos caminhoneiros seguem localizadas na Região Sul do país com 80% dos bloqueios em rodovias federais do Rio Grande do Sul, Paraná e de Santa Catarina.
“A diminuição do movimento e a atuação da Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional e polícias estaduais no cumprimento da lei vem assegurando o livre trânsito a quem queira trabalhar, possibilitando a normalização do abastecimento de combustível e a retomada da atividade econômica”, diz o texto.
A nota registra também que o governo federal lamenta o uso de violência nas manifestações com depredação de veículos e coação de caminhoneiros que querem trabalhar. O governo reitera o compromisso com as propostas anunciadas nos últimos dias e a disposição para o diálogo. No último dia 26, o governo se reuniu com caminhoneiros e apresentou propostas para acabar com os protestos.
Ontem (28), o caminhoneiro Cléber Adriano Machado Ouriques, de 38 anos, morreu após ser atropelado durante protesto na BR-392, em São Sepé, município da região central do Rio Grande do Sul.

Pintor morre após capotar carro e porteiro é assassinado na Grande Curitiba


Da Redação


Um pintor e um porteiro perderam a vida na noite deste sábado (28) na Grande Curitiba. O primeiro morreu em um acidente de trânsito no Contorno Leste (BR-116), em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, e o segundo ao ser assassinado em Colombo.
Acidente
O corpo do pintor Devanir Elias, de 54 anos, foi recolhido ao Instituto Médico Legal de Curitiba (IML), depois dele capotar o carro na pista sentido São Paulo, por volta das 19h30. Ele estava em um Fiat Tipo sozinho e morreu após capotar o carro, provavelmente por conta de uma falha na pista.
Assassinato
Já o porteiro Osvaldo Lopes teve o corpo recolhido ao IML no fim da noite de ontem. Ele foi encontrado morto a pedradas na frente da casa em que morava, na Vila Liberdade, em Colombo. A vítima, segundo a polícia, tinha problema com as drogas.
A Delegacia do Alto Maracanã investiga o caso.
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Homem de 61 anos passa mal e morre enquanto dirigia no Campo Comprido


Por Luiz Henrique de Oliveira e Bruno Henrique
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Homem de 61 anos sofreu mal súbito enquanto dirigia (Foto: Bruno Henrique – Banda B)

O Batalhão de Polícia de Trânsito da Polícia Militar (Bptran) atendeu um local de acidente de trânsito com morte por volta das 15h deste domingo (1) na Rua João Alencar Guimarães, nobairro Campo Comprido, em Curitiba.
A causa da morte, entretanto, não foi a batida contra uma árvore na pista sentido Av. Iguaçu, mas sim um mal súbito por parte do motorista Nei Noeli Hartmann, de 61 anos.
O que causou a morte de Hartmann durante o trajeto só será precisado com exames complementares. Acompanhando ele no carro, uma mulher de 52 anos foi socorrida com ferimentos leves ao Hospital Evangélico.
“A batida não foi de grande proporção. Esse senhor infelizmente teve um problema clínico que levou a morte”, descreveu à Banda B o cabo Labert, do Bptran, que atendeu ao acidente com morte.
O corpo de Hartmann foi recolhido ao Instituto Médico Legal de Curitiba (IML).

Executivos da Camargo Corrêa entregarão nomes de políticos à Lava Jato


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Os executivos da Camargo Corrêa fecharam acordo de delação premiada com a Justiça e se comprometeram a entregar à força-tarefa da Operação Lava Jato os nomes de políticos sem foro privilegiado envolvidos no escândalo do petrolão, além de nomes de outros executivos da empresa. Depois de 14 horas de reunião entre seus advogados e o Ministério Público Federal, o presidente da empresa, Dalton dos Santos Avancini, e o vice-presidente Eduardo Leite, acertaram na noite desta sexta-feira os acordos. A dupla também se comprometeu a falar sobre pagamento de propina envolvendo a construção da usina de Belo Monte, no Pará. As informações são de Veja.
O presidente do Conselho Administrativo da construtora, João Ribeiro Auler, que também tentava um acordo semelhante, não teve o pedido homologado. Os investigadores consideram que ele não revelou tudo o que sabe sobre as fraudes nos contratos entre empreiteiras e a estatal. Auler não teria se sentido a vontade para firmar acordo de delação.
Avancini será a partir de agora defendido por Pier Paolo Bottini, responsável por conduzir seu acordo de delação. Já Leite terá como representante Marlus Arns. Procurados, os advogados não quiseram se pronunciar. Os executivos ficarão presos na superintendência da Polícia Federal no Paraná até o fim de março e, então, cumprirão um ano de prisão domiciliar. O restante da pena ainda está em discussão. A multa para cada um foi decidida com base no patrimônio dos empresários: Leite terá de devolver 5 milhões de reais e Avancini, 2,5 milhões.
Entenda – De acordo com a denúncia do Ministério Público, para garantir que pudessem monopolizar grandes obras, a Camargo Corrêa e as demais empreiteiras destinavam uma porcentagem de cada contrato para o pagamento de propina. Segundo os investigadores, os dirigentes da Camargo teriam pago pelo menos 1% sobre o valor dos contratos e aditivos à Diretoria de Abastecimento da Petrobras, então comandada por Paulo Roberto Costa.
“Em relação aos agentes da Camargo Corrêa, há diversas razões especificadas na denúncia para a imputação, como o depoimentos dos colaboradores, o envolvimento deles na celebração dos contratos fraudulentos, o fato de figurarem em comunicações eletrônicas com o grupo dirigido por Alberto Youssef ou o próprio resultado da busca e apreensão”, resumiu o juiz Sergio Moro ao aceitar denúncia contra os executivos da companhia.
Dalton Avancini ainda assinou os contratos das obras nas quais as fraudes foram constatadas, além de ter celebrado contrato fraudulento com a Costa Global – empresa de Paulo Roberto Costa – para dissimular o pagamento de propina.
Já Eduardo Leite é citado em um dos diálogos interceptados durante as investigações da Lava Jato. No áudio, o doleiro Alberto Youssef diz ter recebido 9 milhões de reais em propinas, pago 20% e repassado o resto para “Leitoso”, como o executivo era chamado pelos criminosos. A força-tarefa montada pelos procuradores avalia que a Camargo Corrêa pagou propinas a empresas de fachada de Youssef, em operações com fornecedores da construtora.

“A quem serve o seu silêncio? À sua mulher e seus filhos ou ao João Vaccari, Lula e o PT?”


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Lauro Jardim, Veja
Fala, Ricardo – Na terça-feira, 24, de manhã, o telefone tocou na sala da força-tarefa do Ministério Público que investiga a Lava-Jato. Do outro lado da linha, um interlocutor da UTC. Com a proposta de conversar sobre uma eventual delação premiada. Os procuradores vão ouvir, mas estão descrentes. Nas vezes anteriores em que se reuniram, representantes de Ricardo Pessoa queriam um acordo em que o dono da UTC não assumiria responsabilidade nem mesmo pelos fatos sobre os quais o MP já tem provas. De qualquer forma, as conversas recomeçaram. A propósito, um interlocutor de Ricardo Pessoa, que o visitou na carceragem de Curitiba há duas semanas, fez seguinte pergunta ao empreiteiro da UTC: “A quem serve o seu silêncio? À sua mulher e seus filhos ou ao João Vaccari, Lula e o PT?”.

Os Reaças, banda de Curitiba, lança “Impeachment de Dilma” Veja o vídeo


A banda curitibana Os Reaças lançou um novo hit que faz sucesso nas redes sociais: “Impeachment”, música dedicada à presidente Dilma Rousseff. O grupo já foi convidado para tocar no ato de 15 de março em São Paulo. Confira o som e aumenta o volume.




Como Londrina virou o tubo de ensaio que ‘inventou’ o petrolão


Foto: Roberto Custódio/ Jornal de Londrina
londrina -JL
Dois londrinenses são personagens centrais de quatro escândalos de corrupção, incluindo a Lava Jato: o doleiro Youssef e o ex-deputado Janene.
de Katna Baran e Amanda Audi, Gazeta do Povo:
Uma teoria formulada em 1967 pelo psicólogo norte-americano Stanley Milgram prega que são necessários no máximo seis laços para que duas pessoas quaisquer, aparentemente distantes, estejam ligadas entre si. Desde então, cientistas se debruçam sobre esse estudo e alguns deles chegaram a concluir que a quantidade de passos para se chegar a alguém, atualmente, pode ser ainda menor, muito em função das redes sociais.
Se fosse possível aplicar a teoria dos seis graus de separação em escândalos políticos, provavelmente o esquema revelado pela Operação Lava Jato, que vai completar um ano de investigações neste mês de março, seria o experimento ideal para corroborar o estudo de Milgram. E o local escolhido para o início da pesquisa científica seria Londrina. A principal cidade no Norte do Paraná abrigou pelo menos duas peças-chaves do esquema da Lava Jato: o doleiro Alberto Youssef, hoje preso, e o ex-deputado José Janene, morto em 2010.
- Veja, AQUI, o vídeo da reportagem.
Quatro escândalos

Há pelo menos quatro grandes esquemas de corrupção, três deles nacionais, que tiveram sua origem – ou pelo menos passaram – por Londrina: o caso AMA/Comurb, o escândalo do Banestado, o mensalão e, finalmente, a Lava Jato.
Para o promotor Claudio Esteves, que atua há 18 anos na cidade, isso não necessariamente é algo negativo. “Não acho que Londrina seja diferente de outros municípios. Isso existe em todos os lugares. O que existe aqui é uma confluência de fatores que levou a uma elucidação desses casos mais do que em outros lugares”, diz.
A vereadora Elza Correia (PMDB), autora de uma das primeiras denúncias de casos de corrupção na cidade, faz coro ao promotor. “Londrina é uma cidade jovem e com potencial. Ela tem uma efervescência política oriunda de um ‘caldeirão de pensar’, em função das universidades e dos núcleos culturais”, diz. Coincidentemente – ou não – dois prefeitos do município foram cassados nos últimos 15 anos: Antonio Belinati (PP) e Barbosa Neto (PDT).
O promotor Esteves admite, porém, que há pouco graus de separação entre políticos, empresários e doleiros que já foram citados em processos judiciais envolvendo corrupção no Brasil. E dois nomes se repetem: o de Youssef e de Janene, descritos pelo promotor como duas pessoas “ousadas” quando a questão era desviar dinheiro. “Aparentemente, eles importaram uma metodologia de desvio de dinheiro e aprimoraram o processo aqui.”
A reportagem da Gazeta do Povo foi a Londrina e apurou como outros casos – e outras pessoas envolvidas – possuem poucos graus de separação com a Lava Jato, um dos maiores escândalos de desvio de dinheiro público da história do país.
- Colaboraram: Ewandro Schenkel, Fábio Silveira e Marcelo Frazão, do Jornal de Londrina.
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Quarteto da AMA/Comurb
Quatro pessoas que foram citadas no esquema da AMA/Comurb reapareceram nas suspeitas da Operação Lava Jato: o doleiro Alberto Youssef, o ex-deputado José Janene, o ex-deputado André Vargas e o ex-ministro Paulo Bernardo. Todos são londrinenses.
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Caso AMA/Comurb foi a origem de tudo
A então vereadora de primeiro mandato em Londrina, Elza Correia, eleita pelo PCdoB, já se destacava como uma das forças de oposição ao prefeito Antonio Belinati (à época no PDT) quando, no início de 1999, foi procurada por um servidor da Autarquia do Meio Ambiente (AMA) da cidade. Leia a matéria completa AQUI

Motorista perde controle da direção e destrói conversível motorista sai ileso


Procurado no local, o condutor, que não se feriu, não quis falar do acidente.
Guarda busca imagens no sistema de videomonitoramento.

Do G1 ES, com informações de A Gazeta
Motorista perde controle da direção e destrói conversível, em Vitória espírito santo (Foto: Internauta/ A Gazeta)Motorista perde controle da direção e destrói conversível, em Vitória (Foto: Internauta/ A Gazeta)
Um veículo conversível ficou completamente destruído após um acidente por volta do 12h deste domingo (01), na Avenida Fernando Ferrari, em Vitória. Segundo testemunhas, o motorista perdeu o controle do veículo Nissan 370z . Chovia no momento do acidente. A Guarda de Vitória busca imagens no sistema de videomonitoramento da avenida para saber como o acidente aconteceu.

Procurado pela reportagem no local, o condutor do Nissan não quis comentar como aconteceu o acidente. Apesar do impacto da batida, não houve feridos.
As peças do carro ficaram espalhadas pela pista. A faixa da direita precisou ser isolada com cones até a chegada do guincho.
Motorista perde controle da direção e destrói conversível, em Vitória espírito santo (Foto: Leonardo Soares/ A Gazeta)Motorista perde controle da direção e destrói conversível, em Vitória (Foto: Leonardo Soares/ A Gazeta)