Três modelos são assassinadas polícia procura suspeitos


No local do crime foram encontradas várias cápsulas de bala
No local do crime foram encontradas várias cápsulas de bala Foto: ORLANDO SIERRA / AFP
Extra

Três modelos foram assassinadas a tiros, em Tegucigalpa, capital de Honduras, na manhã do último domingo. Alma Mariela Vargas, de 28 anos, Madelyn Ramirez Zambrano, de 21, e Blanca Velasquez Alejandra Mejia, de 20, que atuavam em eventos empresariais, estavam a caminho de um trabalho, quando foram abordadas por homens armados em uma ponte, em Valle de Angeles. Elas foram obrigadas a deixar o veículo onde estavam e a se deitar na rua, antes de serem baleadas. As informações são do jornal Daily Mail.
Segundo a polícia, as modelos estavam em uma van com 11 pessoas. O evento do qual as jovens participariam era de uma empresa de embalagem de bebidas. O veículo delas foi interceptado pelos suspeitos e obrigado a parar. Três homens armados, então, entraram no carro e tiraram de lá as modelos que, em seguida, foram assassinadas. Outras duas pessoas - um homem e uma mulher ainda não identificados, que estavam no carro - ficaram feridos e foram encaminhados para um hospital da região.
Os criminosos, que ainda não foram localizados, estavam a bordo de um carro e uma moto. Eles fugiram. A motivação dos homicídios ainda é desconhecida. Na cena do crime foram encontradas 15 cápsulas de bala.
Madelyn Ramirez Zambrano,Blanca Velasquez Alejandra Mejia e Alma Mariela Vargas
Madelyn Ramirez Zambrano,Blanca Velasquez Alejandra Mejia e Alma Mariela Vargas Foto: Reprodução / Facebook
O porta-voz do Ministério da Segurança, Leonel Sauceda, disse que antes de matarem as jovens, os criminosos perguntaram o nome de uma delas. “Primeiro, eles atiraram na menina que procuravam e, depois, nas outras duas”, disse o oficial.
Dias antes do triplo homicídio, as vítimas haviam solicitado ajuda policial, pois haviam sofrido uma tentativa de sequestro e temiam sofrer um atentado.
Segundo o jornal La Tribuna, os agentes investigam ainda se as jovens poderiam ter relações com o tráfico de drogas colombiano. No momento, de acordo com Sauceda, ainda não foi comprovado o envolvimento das modelos com qualquer tipo de atividade criminosa.
Modelos foram inteceptadas por um grupo de homens armados


'Foi sensual sem ser vulgar', diz a 'desinibida do protesto' sobre topless


Após chamar atenção em protesto, Juliana Isen voltou ao Masp nesta segunda, 16, em SP, e tirou a camisa de novo: 'É por uma causa maior.'

Bárbara Vieirado EGO em São Paulo
Ju Isen (Foto: Iwi Onodera / EGO)Juliana Isen voltou à Avenida Paulista nesta segunda-feira (Foto: Iwi Onodera / EGO)
Juliana Isen, 36 anos, mal dormiu na madrugada desta segunda-feira, 16, por causa da repercussão causada após sua participação na manifestação anti-Dilma que lotou a Avenida Paulista no domingo, 15, em São Paulo. A empresária do ramo fitness chamou atenção ao ser fotografada usando apenas adesivos para tampar o bico dos seios. "Não pensei que fosse repercutir assim. Mal dormi direito essa noite, mas estou muito feliz", comentou ela, que voltou ao Masp nesta segunda a convite do EGO. À vontade com seu corpo e "por uma causa maior", segundo ela, Juliana voltou a mostrar os seios, que possuem próteses de 325ml de silicone cada.

Ela conta que tirar a camisa e se expor desta forma na rua durante o protesto não estava exatamente no cronograma. "Saí com um grupo de amigos para protestar. Estávamos lá quando falei: 'É agora, vou causar!'. Meu amigo estava distribuindo aqueles adesivos e as pessoas estavam colando no peito, por cima da camisa. Resolvi colar direto na pele mesmo", relembra ela, reforçando que agiu no calor do momento. "Senti uma energia muito grande. Fiquei muito emocionada. O Brasil estava junto, torcendo. Não importa a religião, a condição social, a raça. Naquele momento estava todo mundo na mesma causa", diz ela.
SAIBA
 MAIS
Ju Isen (Foto: Iwi Onodera / EGO)Juliana Isen (Foto: Iwi Onodera / EGO)
Segundo ela, caminhar com os seios à mostra não teve uma repercussão negativa em sua vida. "Não houve nenhum tipo de cantada, ousadia ou falta de respeito. Um rapaz escreveu no Facebook, dizendo que a mãe dele mandou um beijo pra mim. Teve só uma senhora que perguntou como eu era capaz de fazer isso, de botar o peito de fora. Mas logo alguém falou: 'É porque o seu é caído!'", diverte-se: "Mas não vi nada de safadeza, não recebi cantadas. Não foi vulgar e ao mesmo tempo foi sensual. Não teve maldade da minha parte. Fiz o que tinha vontade de fazer. Não me arrependo nem um pouco. Faria tudo de novo com a mesma intensidade. Sinto que não fui condenada por isso", completa.
Juliana também nega que estivesse sob efeito de drogas ou álcool. "Não uso drogas. Não suporto. Por ter tido problemas na minha família, eu abomino. Bebo socialmente. Quem não bebe uma tacinha de champanhe com os amigos numa festa? Mas ontem eu não tinha bebido nada", afirma.
Ju Isen (Foto: Iwi Onodera / EGO)Juliana Isen (Foto: Iwi Onodera / EGO)
Musa da manifestação
Agora que é quase uma musa da manifestação, Juliana começa a aprender a lidar com a fama. Tímida para posar para as fotos desta matéria, ela foi se soltando, enquanto se desculpava por ser "a primeira vez" a dar entrevista e posar para fotos. "Meu inbox do Face está bombando. Muita gente me chamando de musa, me apoiando. Tem gente me chamando pra manifestação de Minas Gerais. Achei muito legal, não esperava que fosse repercutir tanto", diz ela, que pretende voltar às próximas manifestações: "Com certeza vou aos próximos atos. Se for para lutar por uma causa maior, eu estou dentro."
Juliana conta que esteve nas manifestações Movimento Passe Livre. "Eu fui para reivindicar pelos R$ 0,20 do transporte público. Eu não preciso andar de ônibus, nunca precisei, mas fui porque é um direito de todos nós, e tenho uma secretária que usa transporte público. Fui por ela também", comenta. A causa de Juliana não é uma só. "Eu quero um país melhor. Ter segurança. Quero sair de casa e poder ir e vir. Quero saúde e educação. As crianças necessitam de poder escolher o que ser da vida. E aí elas têm a opção de não ir pro crime porque estudou e escolheu ser médico, por exemplo", discursa a empresária, também atacando os corruptos: "Quem gosta de ser roubado? Muita roubalheira. Querem ganhar com tudo".
Ju Isen (Foto: Iwi Onodera / EGO)Juliana Isen (Foto: Iwi Onodera / EGO)
Juliana acredita que a corrupção não é feita só pelo partido do governo. "Tem roubalheira em outros partidos também, mas o país quer mudança", diz ela, que discorda de quem acredita que a manifestação foi feita por pessoas em sua maioria branca e de classe média: "Tinha gente de todo tipo, porteiro, um amigo taxista estava conosco... Estava todo mundo na mesma vibração. Todo mundo está sendo roubado. Os pobres são ludibriados pelo PT, que é rico e rouba os pobres."
'Nunca precisei trabalhar na vida'
Juliana foi criada pelos avós, já que a mãe a teve com 17 anos. "Meu avô morreu quando eu tinha 13 anos. Ele e minha avó que me criaram. Nunca precisei trabalhar na vida, nunca precisei fazer nada. Ele realizava todos os meus sonhos. Se eu queria ir pra Disney, ele me mandava. Depois que ele morreu a situação ficou péssima, mas mesmo assim minha família sobrevivia pelo nome, coisa que ainda acontece nas cidades pequenas", comenta ela, que não diminuiu o padrão de vida. "Continuei a estudar em escolas boas. Não deixei de frequentar festas. A diretora da escola era amiga da família, então continuei estudando em escolas particulares como bolsista", conta Juliana, que não concluiu a faculdade de design de interiores.
Ju Isen (Foto: Iwi Onodera / EGO)Juliana Isen (Foto: Iwi Onodera / EGO)
Apesar de não precisar, Juliana começou a trabalhar relativamente cedo. "Com 17 para 18 anos comecei a trabalhar num shopping da alta sociedade. Como as pessoas me conheciam, compravam comigo. Fui promovida muito rápido, me tornei gerente. Sempre fui dessa área de moda. Aí fui trabalhar com vendas em outra empresa para ter final de semana porque em shopping era uma rotina pesada. Sempre fui boa vendedora. Um colega meu dizia que se me desse uma caneta sem tinta, eu venderia", diz.
Boa forma

Para manter o corpo exibido na manifestação, Juliana malha todos os dias: "Eu gosto muito de andar na esteira, vou à academia todos os dias e tenho uma alimentação saudável".
Ju Isen (Foto: Iwi Onodera / EGO)Juliana Isen (Foto: Iwi Onodera / EGO)
Ju Isen protesta com seios à mostra (Foto: Amauri Nehn/Photo Rio News )Ju Isen protesta com seios à mostra (Foto: Amauri Nehn/Photo Rio News )
Ju Isen protesta com seios à mostra (Foto: Amauri Nehn/Photo Rio News )Ju Isen durante o protesto no domingo (Foto: Amauri Nehn/Photo Rio News )

'Disse que queria tirar foto', diz mãe de menina sobre suspeito de estupro


Homem entrou em casa e avançou sobre criança de 7 anos, que estava só.
Suspeito detido em Bauru é condenado por outros estupros, diz polícia.

Do G1 Bauru e Marília
A mãe e a menina de 7 anos, vítima de estupro na sexta-feira (13), em Bauru (SP), falaram com a equipe de reportagem da TV TEM sobre a abordagem do suspeito. A mãe, que não foi identificada para não expor a criança, conta que o homem chegou até a menina quando ela recolhia roupas do varal. Ainda de acordo com a mãe, ele teria entrado na residência e oferecido ajuda à criança. Logo em seguida, puxou a vítima pelo braço e a levou até um quarto. “Ele falou para ela deitar na minha cama e fazer várias posições, disse que queria tirar uma foto com ela. E ela o tempo todo pedindo para ele sair, dizendo que eu não gostava disso, que era para ele ir embora. Mas, ele dizia para ela ficar calma que só queria tirar uma foto”, conta a mulher.
Suspeito de estupro em Bauru (Foto: Reprodução/TV TEM)Suspeito de estupro em Bauru é condenado de
outros crimes sexuais (Foto: Reprodução/TV TEM)
O suspeito, identificado como Marco Antônio Bernardes Azar, de 58 anos, não chegou a consumar relação sexual com a menina, mas pela lei atual, a abordagem à criança já é considerada estupro, com pena de 8 a 15 anos de prisão. Segundo os parentes da vítima, o homem quase foi linchado pelos vizinhos.
Ainda segundo a mãe, a filha estava sob os cuidados da bisavó, que mora na mesma rua. A vítima teria ido sozinha até a casa buscar brinquedos e como estava chovendo, decidiu tirar a roupa do varal.

Outros crimes
Bastante assustada, a menina pediu várias vezes ao criminoso que fosse embora. “Na hora que ele abaixou a roupa eu disse 'vai embora', e ele só dizia para eu me acalmar, depois foi embora mesmo”, conta a menina.
Segundo a polícia, desde os anos 1980, Marco Antônio já violentou, pelo menos, 23 crianças, com idades entre 10 e 12 anos, todas da cidade de São Paulo, onde morava. Pelos crimes, ele cumpria pena de154 anos em um hospital psiquiátrico de Franco da Rocha, mas havia recebido recentemente o benefício da liberdade.
Delegada afirma que caso deve ser reavaliado pelo judiciário  (Foto: Reprodução / TV TEM)Delegada afirma que caso deve ser reavaliado pelo
judiciário (Foto: Reprodução / TV TEM)
Conforme a polícia, a Justiça entendeu que o suspeito tem problemas psiquiátricos, por isso a condenação foi determinou o hospital, porém, em fevereiro deste ano, foi emitida uma autorização para que ele desse continuidade ao tratamento em liberdade. “Existe uma medida de segurança, que ele estaria preso para tratamento. Aí não tem prazo, que no caso, não deve ter sido aplicada ou foi aplicada e constatado que ele estaria bem. Agora constatando que ele não está bem, que cometeu novo delito, ele vai ser analisado novamente pelo poder judiciário”, afirma a delegada Priscila Bianchini.
Marco Antônio foi preso na sexta-feira e encaminhado à cadeia de Barra Bonita, que é para onde são levados os suspeitos de crimes sexuais na região. “Toda vez ele vai preso e é solto, espero que dessa vez ele fique preso para isso não acontecer com o filho dos outros como aconteceu com a minha”, completa a mãe.
Menina de 7 anos sofreu estupro em Bauru (Foto: João Rosan / Jornal da Cidade de Bauru)Menina de 7 anos sofreu estupro em Bauru (Foto: João Rosan / Jornal da Cidade de Bauru)

Filha de policial filmado batendo em garoto é agredida próximo a escola


Menina de 13 anos apanhou de outras duas adolescentes, de 14 e 17 anos.
Pai foi à delegacia para registrar o crime: 'Minha filha sempre foi a vítima'.

Do G1 GO
Uma estudante de 13 anos, filha do policial civil Daniel Carneiro, de 51, que foi filmado batendo um garoto, de 13 anos, na porta de uma escola, em Trindade, na Região Metropolitana, foi agredida nesta sexta-feira (16) por duas colegas. Ao G1, o agente explicou que a garota estava sendo ameaçada e foi atacada por um grupo próximo ao colégio. “Por isso eu fui lá tirar satisfações daquela vez, pois queria proteger minha filha. Não acreditaram quando a gente relatou as ameaças e agora deu nisso. Minha menina está toda machucada”, relatou.
Segundo o policial, as agressões contra a filha aconteceram nas proximidades do Colégio Estadual Alfa Ômega, onde a garota estuda. “Desde a outra confusão, na semana passada, ela não estava indo [na aula]. Mas não era justo que perdesse mais aulas. Aí hoje ela retornou para a escola e um grupo de estudantes a atacou. Tudo por uma briga de escola, envolvendo namoradinhos, mas que deixou minha filha com escoriações pelo corpo todo. Por sorte uma professora a socorreu”, contou.

A delegada Renata Vieira, titular da DPCA de Trindade, informou que as suspeitas tem 14 e 17 anos. “As autoras chegaram aqui e falaram que ela teria ameaçado uma criança de dois anos. Enfim, o que nós percebemos é que as adolescentes hoje acabaram tendo o mesmo comportamento que o pai da menor teve na semana passada”, disse. As adolescentes foram liberadas após prestarem depoimento.
Apesar dos ferimentos, Carneiro disse que a filha não precisou ser levada a um hospital e que ela foi submetida a um exame de corpo de delito. Ela tinha lesões nas costas e no joelho. “Levei a para o procedimento e depois fomos a DPCA [Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente] de Trindade, onde o caso foi registrado. Espero que este caso ganhe a mesma repercussão do que o outro, já que minha filha sempre foi a vítima dessa história”, ressaltou.
Procurada, a direção do colégio confirmou que a garota foi agredida a cerca de 500 metros da escola. Segundo a instituição, uma professora, que já se preparava para ir embora, presenciou a violência e socorreu a menina, colocando-a dentro de um carro. Em seguida, a Polícia Militar foi acionada.
 Agressões
A agressão ao menino de 13 ocorreu na manhã de terça-feira (10), na frente do mesmo colégio. A confusão foi gravada por estudantes que estavam no local (veja ao lado). No vídeo, é possível ver o adolescente levando tapas e socos, encostado no carro do suspeito. Em seguida, o policial joga o estudante no chão, o enforca e volta a atingir o seu rosto com mais tapas. Neste momento, outros estudantes que estavam no local tentam separar os dois.
Porém, a confusão não termina. Na continuação do vídeo, o policial aparece saindo de seu carro apontado uma arma para os alunos que estão na rua. No entanto, segundo a polícia, ele não efetuou nenhum disparo. Carneiro e o garoto foram levados para a delegacia. Em seguida, o menor foi encaminhado para um hospital, onde realizou exame de corpo de delito. Apesar dos golpes do policial, ele não chegou a se ferir.
Na ocasião, o agente alegou em depoimento que o garoto e um colega, namorado de uma rival de sua filha, foram até a sua casa e ameaçaram a garota. Isso teria motivado a agressão. No dia do fato, o policial assinou um boletim pelo crime de vias de fato e foi liberado.
Filha de policial filmado batendo em garoto é agredida próximo a escola em Trindade, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Jovem mostra lesão no joelho após ser agredida 
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
A Polícia Civil instaurou uma investigação e concluiu o inquérito na última quinta-feira (12). Carneiro foi indiciado pelos crimes de exposição ao perigo, por ter apontado a arma em via pública, e contravenção, por ter entrado em vias de fato com o menor.
Ficha policial
A Corregedoria da Polícia Civil investiga o caso e instaurou processos administrativo e penal. Segundo a corporação, ele havia sido expulso da corporação em 2002 pelo crime de corrupção, mas foi reintegrado em 2009 por ordem judicial.
Em 2004, o policial foi apontado como autor da morte da ex-mulher. Segundo o Tribunal de Justiça de Goiás, ele foi condenado por homicídio qualificado e, atualmente, cumpre pena em regime aberto domiciliar.
A Polícia Civil afirmou que o crime atribuído ao policial foi cometido quando ele estava fora da corporação, e acrescentou que “a conduta praticada pelo referido policial é isolada e inadequada para uma instituição que prega o bom atendimento e qualidade nos serviços que presta”.
A corporação chegou a informar que Carneiro respondia na Justiça pelo crime de furto, mas voltou atrás em um comunicado, divulgado nesta segunda-feira (16), e disse ter a “obrigação de retratar do equívoco” e pediu desculpas “pelos transtornos que, porventura, tenham sido causados ao ofendido”.
Policial agride colega da filha e saca arma na porta de escola em Trindade, em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Policial agrediu colega da filha e sacou arma na porta de escola (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Capotamento deixa mulher ferida no Contorno Leste


Da Redação
(Foto: Colaboração/Luiz Henrique)
Um capotamento deixou pelo menos uma mulher ferida no bairro Umbará, em Curitiba, na tarde desta segunda-feira (16). O acidente aconteceu em frente ao Centro de Treinamento do Caju, no Contorno Leste.
Não há informações oficiais sobre o que teria causado a ocorrência. “As pessoas disseram que o veículo levou uma fechada e saiu da pista. As marcas mostram que ele freou e capotou, parando no canteiro da rodovia”, disse uma testemunha.
Uma das ocupantes do veículo foi socorrida e levada pelo Siate com ferimentos leves ao Hospital do Trabalhador. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) atendeu o caso.
Um leitor do Portal Banda B mandou um vídeo do momento em que a vítima é levada para a ambulância:

Sob forte clima de comoção, corpos de 32 vítimas de tragédia na Dona Francisca são enterrados


Da Redação

Sob um forte clima de comoção, trinta e duas vítimas do acidente na Serra Dona Francisca, foram enterradas na manhã desta segunda-feira (16) em União da Vitória, na região sul do estado, e em Porto União, no estado de Santa Catarina.
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Corpos foram levados em caminhões do Corpo de Bombeiros (Bruna Kobus/Jornal O Comércio)
Na cidade do sul paranaense, os corpos foram velados no Ginásio em São Cristóvão e sepultados no cemitério do Distrito e no Cemitério Municipal. A despedida de familiares e amigos foi de muita emoção. Para isso, voluntários, médicos e enfermeiros ficaram de plantão para atendimento.
Em entrevista à Banda B, o comerciante Gilberto Querubim, quem tem uma loja em União da Vitória, contou que conhecia pelo menos 20 pessoas que morreram na tragédia. “A cidade está comovida e todo mundo tem um conhecido que perdeu. Muito triste, porque eram pessoas de bem. Eu conhecia várias pessoas, tenho uma loja e muitos eram meus fregueses. Não dá para acreditar, porque famílias inteiras morreram”, lamentou.
Em Porto União, 15 pessoas foram sepultadas, sendo sete da mesma família. As vítimas eram pai, mãe, filhos, tios e sobrinho.
Licença
A empresa do ônibus que caiu na Serra Dona Francisca, na SC-418, em Joinville, e matou 51 passageiros tinha fraudado a licença para viajar. A confirmação foi dada pela Secretaria de Segurança Pública (Sesp) do Paraná durante entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira (16). O ônibus caiu de uma ribanceira no quilômetro 89 quando seguia para o litoral do Estado.
Das 51 vítimas identificadas pelo IML 15 eram homens, 20 mulheres, cinco adolescentes e 11 crianças.

PM aposentado reage a tentativa de assalto e mata menor, em Trindade


Suspeito estava acompanhado de outros dois rapazes, que foram detidos.
Segundo a polícia, trio invadiu residência onde acontecia um churrasco.

Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera
Um policial militar aposentado reagiu a uma tentativa de assalto e matou um adolescente de 16 anos, na madrugada de domingo (16), em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia. Segundo informações da Polícia Militar, o menor estava acompanhado de um rapaz de 18 anos, que foi preso, e outro de 19 anos, baleado e encaminhado ao Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo).
O crime aconteceu por volta de meia-noite, em uma casa no Setor Laguna Park, onde oito pessoas da mesma família estavam reunidas para um churrasco. Os três homens armados invadiram a casa e anunciaram o assalto.
Segundo a PM, os criminosos perceberam que o policial aposentado estava armado e uma troca de tiros foi iniciada. “Foi muito rápido, uma coisa de cinco segundos. Fiz que ia entrar na cozinha e eles tiraram as vistas um pouquinho, foi quando eu saquei a arma e começou o tiroteio”, afirma o policial.
O menor de 16 anos foi atingido e morreu no local. Os outros dois assaltantes tentaram fugir em uma motocicleta, mas acabaram capturados. Um deles, baleado, foi levado para o Hugo. Segundo informou a unidade no domingo, o estado de saúde do paciente é regular.
Ainda de acordo com a PM, os criminosos usaram um veículo roubado para chegar até a residência. O dono do carro, assaltado pouco antes no Setor Jardim do Cerrado II, na capital, reconheceu os assaltantes e disse à polícia que eles agiram com violência.
PM aposentado reage a tentativa de assalto e mata menor, em Trindade Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Grupo fazia churrasco quando foi surpreendido pelos assaltantes (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Famílias foram dizimadas e a cidade está ‘derrubada’, diz comerciante de União da Vitória


Por Luiz Henrique de Oliveira e Bruno Henrique
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Clima era de comoção no velório em União da Vitória (Foto: Mariana Holesko – Jornal O Comércio)

O clima em União da Vitória (PR) é de comoção e luto, após a tragédia que matou 51 pessoas no fim da tarde de sábado (14) na SC-418, em Joinville. Os passageiros saíram de União ePorto União (SC), cidades separadas por uma linha de trem, com destino à Guaratuba, Litoral do Paraná, onde participariam de um evento religioso.
Em entrevista à Banda B, o comerciante Gilberto Querubim, quem tem uma loja em União da Vitória, contou que conhecia pelo menos 20 pessoas que morreram na tragédia. “A cidade está comovida e todo mundo tem um conhecido que perdeu. Muito triste, porque eram pessoas de bem. Eu conhecia várias pessoas, tenho uma loja e muitos eram meus fregueses. Não dá para acreditar, porque famílias inteiras morreram”, lamentou Querubim à Banda B.
Querubim também descreveu que várias pessoas comparecerem ao velório comunitário, que aconteceu na madrugada deste domingo (15)  no ginásio de esportes Benedito Albino, em União da Vitória. “Tinha muita gente lá, todo mundo comovido. A cidade está derrubada com tudo o que aconteceu. Ainda não dá para acreditar”, concluiu.
51 mortes
Mais um corpo foi encontrado do ônibus que caiu na Serra Dona Francisca, SC-418. É um homem adulto e não uma criança. Ele foi identificado como Anderson Celis. Das 51 vítimas fatais: 15 eram homens; 20 mulheres; cinco adolescentes; 11 crianças. Ele foi localizado embaixo do coletivo no início da noite deste domingo, 15, quando as equipes faziam a retirada do veiculo.
Até as 17h, o Governo de Santa Catarina confirmou 51 mortes, com sete pessoas feridas internadas em hospitais. Uma criança de 2 anos recebeu alta durante esta tarde. O ônibus em que eles estavam caiu em uma ribanceira de aproximadamente 400 metros no quilômetro 89 da SC-418, em Joinville, no fim da tarde de sábado (14). O grupo saiu de União da Vitória na sexta-feira (13) e atravessava Santa Catarina para ir até um evento religioso em Guaratuba, no litoral do Paraná.
Os corpos das vítimas do acidente de ônibus na Serra Dona Francisca, no norte de Santa Catarina, chegaram a União da Vitória, na região sul do Paraná, por volta das 20h30 deste domingo (15).  De acordo com a Polícia Militar, os corpos devem ser liberados para o velório à medida em que os familiares chegarem ao local para reconhecê-los.
Das 51 vítimas identificadas pelo IML 15 eram homens, 20 mulheres, cinco adolescentes e 11 crianças.
Vítimas fatais:
1. Agata Mirella
2. Alan P. Schneider
3. Alexo de Lima Zenere
4. Anderson Celis Junior
5. Anderson Celis
6. André Luiz Carvalho
7. Assinara A de Oliveira
8. Camile Araújo Sieves
9. Carlos Alberto de Almeida
10. Cérgio Antonio da Costa (motorista)
11. Conrado Schier Filho
12. Dalton Ribeiro
13. Darci Crespo Linhares
14. Deornirce Margarete Fontana Lima
15. Eloina dos Santos de Almeida
16. Flávio Ribeiro
17. Gustavo Felipe Serafim Aquino
18. Hildo L. de Souza
19. Idelzina A. P. Aguiar
20. Janaina Darcley Ribeiro de Lima
21. João Antônio M. Soares
22. Julian Siqueira Maciel
23. Katelyn V. de Souza Ramos
24. Lariana Regina Vieira
25. Lenice Aparecida Miranda
26. Lucélia Soares
27. Luara Lorraine Siqueira Maciel
28. Luiz Cesar Araújo
29. Marcia Regiane Ramos
30. Maria Anisia Kutianski Agostini
31. Maria Delurde Schier
32. Mariza Pinto
33. Marise Antunes da Conceição Schier
34. Marli Terezinha Ribeiro
35. Mateus Costa
36. Melissa Jane Da Silva
37. Osvaldir Silves
38. Rafaeli Baumann
39. Rejane de Fátima Araújo
40. Renan R. Chrisostemo
41. Renan Araújo
42. Ricardo Araújo
43. Roseli Chrisostemo
44. Sandra Jiliane Costa
45. Selma Carolina Schneider
46. Sônia Regina Vieira
47. Tereza Fernandes de Lima
48. Terezinha D. Carvalho
49. Thiago Roberto Barbosa
50. Wesley Araujo Sieves
51. Glório Podstawka

Atirador mata homem de 43 anos e sua filha de 3 em Piraquara


Por Luiz Henrique de Oliveira e Antônio Nascimento


Uma tragédia na Rua Argemiro Rodrigues de Paula com a Betonex, no bairro Jardim Holandês,em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba, terminou com a morte de um homem de 43 anos e da filha dele de apenas três. Paulo Venceslau Gomes e Mariana Cristina Maia Gomes foram executados com tiros de pistola no fim da noite deste domingo (15).
O crime chocou até os policiais militares que atenderam a ocorrência. O soldado Eliezer, do Batalhão de Polícia de Guarda (BPGD), falou à Banda B que a menina levou três tiros na cabeça. “Quando chegamos ela já estava morta e não havia o que ser feito. Uma cena horrível e que não se vê todo dia. O pai também levou inúmeros disparos”, lamentou.
Segundo o soldado, na casa, além das vítimas fatais, estavam outras duas pessoas. “Era a mãe da menina assassinada e também outra filha do casal, de doze anos, que escaparam ilesa. O que apuramos é que essa família morava no Litoral do Paraná e estava em Piraquara tratando da venda de um carro. A casa em que eles estavam só tinha colchões para dormir e nada mais”, explicou Eliezer.
Por fim, o soldado levantou a hipótese do atirador ter ido ao local para matar um filho do casal. “Esse rapaz tinha passagens pela polícia e a mãe dele contou que saiu do Litoral por estar sendo ameaçado. Estamos apurando. Pode ser que o pai e a irmã dele tenham sido mortos apenas por estar lá”, concluiu.
Os corpos foram recolhidos ao Instituto Médico Legal de Curitiba (IML).