Ney Leprevost contra discriminação e preconceito


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O deputado Ney Leprevost, líder da Frente Estadual da Saúde e Cidadania,
protocolou na Assembleia Legislativa projeto de Lei propondo que sejam
afixados nos elevadores de edifícios comerciais placas alertando sobre as
consequências da discriminação e preconceito.
De acordo com o texto, as placas deverão conter a seguinte mensagem:
“DISCRIMINAR É CRIME – Praticar, induzir ou incitar a descriminação ou
preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Pena:
reclusão de um a três anos e multa. Art. 20 de Lei nº 7.716/1989”. Os
estados de São Paulo e Rio de Janeiro já adotaram esta Lei.
Segundo Ney Leprevost, “apesar de existir legislação que pune quem faz
discriminação, a prática deste ato continua sendo um dos maiores ataques
aos direitos humanos. Quem presenciar qualquer tipo de discriminação deve
denunciar através do número telefônico da Polícia Militar 190 ou pelo
número 0800-41-0090 do disk denúncia, órgão governamental para atendimento
e esclarecimento de dúvidas do cidadão”, disse.

PPS vai indicar vice de Fruet e exige que o PT fique de fora

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Estão adiantadas as negociações nos bastidores entre o PPS de Rubens Bueno e a Vice na chapa de Gustavo Fruet para 2016. A condição imposta pelo condottiere dos ex comunistas Rubens Bueno é de que o PT fique de fora da aliança. O acordo começou a ser costurado em uma reunião em um restaurante de Curitiba. Segundo quem ouviu a conversa, o que Fruet falou do PT deixou as orelhas dos petistas da prefeitura mais vermelhas que a bandeira do partido.

Alvaro Dias cobra informações sobre empréstimo da China a Petrobras


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O líder da oposição, senador Alvaro Dias (PSDB/PR), protocolou na Mesa Diretora, nesta terça-feira (07/4), requerimento para ser encaminhado ao ministro das Minas e Energia solicitando informações sobre o empréstimo de U$3,5 bilhões concedido a Petrobras pelo Banco de Desenvolvimento da China (CDB). No requerimento, Alvaro Dias pergunta sobre condições, prazos, taxas de juros e contrapartidas, entre outros.
“Em que pese o cenário adverso e de suspeição, não há qualquer dado sobre as condições do empréstimo. A Petrobras não informou as condições, nem se está atrelado à compra de equipamentos na China. A empresa trilhou tortuoso itinerário ao longo dos últimos anos. A ausência de transparência, sem dúvida, foi responsável pelo agravamento das condições de governança da estatal. Nesse contexto, é de suma importância conhecer em detalhes pormenorizados as condições do empréstimo”, disse o senador na justificativa.

Homem morre após ser atingido pelo próprio caminhão no Paraná


Acidente aconteceu nesta terça-feira (7), em Londrina, no norte do estado.
Caminhão começou a descer sozinho e atingiu a vítima, diz testemunha.

Do G1 PR, em Londrina
Um homem de 58 anos morreu após ser atingido pelo próprio caminhão em Londrina, no norte do Paraná, nesta terça-feira (7). Segundo testemunhas, a vítima aguardava para carregar o veículo quando o caminhão começou a descer sozinho. O motorista tentou segurar o veículo, mas acabou prensado em outro caminhão que estava parado.
O acidente aconteceu quando a vítima esperava para levar uma carga de adubo no pátio de uma empresa de transbordo, na saída de Londrina para Cambé.

Equipes do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) e Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) socorreram o homem no local, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu. As causas do acidente ainda serão apuradas.
“Eu vi quando o caminhão estava descendo e ele tentou segurar o caminhão. Vi também quem bateu, mas só depois que fui ver que ele estava caído no chão. Aí liguei para os bombeiros”, conta o caminhoneiro José Nogueira, que estava no local no momento do acidente.

Polícia Federal prende servidora da Caixa Econômica com R$ 430 mil


Suspeita retirou R$ 810 mil de uma agência de Maringá, no Paraná.
PF chegou à funcionária após ela informar que filho tinha sido sequestrado.

Do G1 PR
Dinheiro estava guardado na casa da ex-tesoureira (Foto: Reprodução RPC)Dinheiro estava guardado na casa da ex-tesoureira (Foto:
Reprodução RPC)
Uma servidora da Caixa Econômica Federal foi presa, nesta terça-feira (7), suspeita de ter retirado R$ 810 mil de uma agência de Maringá, no norte doParaná. A Polícia Federal (PF) apreendeu R$ 430 mil na casa da funcionária e prendeu um rapaz que pode ter ajudado no crime.
Os agentes da Polícia Federal investigavam o caso desde agosto de 2014. Na época, a mulher era tesoureira da agência bancária e informou à polícia que foi obrigada por um homem a sacar a quantia porque o filho de 12 anos tinha sido sequestrado.
Assim que a PF analisou as imagens de câmeras de segurança dos locais por onde a suspeita disse que passou, descobriu que a história não era verdadeira. Em sigilo, os agentes investigaram a mulher, que ainda trabalhava na agência, e descobriram que o filho da funcionária nunca foi sequestrado.
De acordo com a polícia, o dinheiro apreendido na casa da suspeita estava embalado com fitas da Caixa Econômica Federal e carimbados com selo da empresa de transporte de valores.
Após a prisão, a suspeita disse à PF que precisava do dinheiro porque enfrentava problemas financeiros.
A funcionária será indiciada por peculato e falsa notificação de crime. A Polícia Federal não soube dizer onde os R$ 380 mil foram aplicados pela servidora.
Em nota a Caixa Econômica Federal disse que logo que descobriu a fraude informou à Polícia Federal sobre o crime e contribuiu com o trabalho de investigação. O banco ressaltou ainda que tomou todas as medidas administrativas para ajudar a concluir o inquérito policial.

Projeto de lei da terceirização deve ser votado nesta terça; entenda


Projeto não estabelece limites ao tipo de serviço que pode ser terceirizado. 
Saiba o que muda se lei for aprovada e quem é a favor e quem é contra.

Marta CavalliniDo G1, em São Paulo
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A Câmara dos Deputados deve iniciar nesta terça-feira (7) a votação do projeto de lei 4330/2004, que regulamenta contratos de terceirização no mercado de trabalho. Se aprovado, será encaminhado diretamente para votação no Senado.
O projeto tramita há 10 anos na Câmara e vem sendo discutido desde 2011 por deputados e representantes das centrais sindicais e dos sindicatos patronais. Ele prevê a contratação de serviços terceirizados para qualquer atividade e não estabelece limites ao tipo de serviço que pode ser alvo de terceirização. Além disso, prevê a forma de contratação tanto para empresas privadas como públicas.
Representantes dos trabalhadores argumentam que a lei pode provocar precarização no mercado de trabalho. Empresários, por sua vez, defendem que a legislação promoverá maior formalização e mais empregos.

O que é terceirização?
Na terceirização uma empresa prestadora de serviços é contratada por outra empresa para realizar serviços determinados e específicos. A prestadora de serviços emprega e remunera o trabalho realizado por seus funcionários, ou subcontrata outra empresa para realização desses serviços. Não há vínculo empregatício entre a empresa contratante e os trabalhadores ou sócios das prestadoras de serviços.

Atualmente, é a Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que determina que a terceirização no Brasil só deve ser dirigida a atividades-meio. Essa súmula, que serve de base para decisões de juízes da área trabalhista, menciona os serviços de vigilância, conservação e limpeza, bem como “serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador”, “desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta” do funcionário terceirizado com a empresa contratante.
Quais os pontos polêmicos da proposta?
O PL 4330/04 envolve quatro grandes polêmicas, que têm causado protestos das centrais sindicais: a abrangência das terceirizações tanto para as atividades-meio como atividades-fim; obrigações trabalhistas serem de responsabilidade somente da empresa terceirizada – a contratante tem apenas de fiscalizar; a representatividade sindical, que passa a ser do sindicato da empresa contratada e não da contratante; e a terceirização no serviço público. Já os empresários defendem que a nova lei vai aumentar a formalização e a criação de vagas de trabalho.
O que diz o projeto de lei 4330
O que muda na prática
O contrato de prestação de serviços abrange todas as atividades, sejam elas inerentes, acessórias ou complementares à atividade econômica da contratante.
Proposta permite que qualquer atividade de uma empresa possa ser terceirizada, desde que a contratada esteja focada em uma atividade específica. Segundo o relator, o objetivo é evitar que a empresa funcione apenas como intermediadora de mão de obra, como um “guarda-chuva” para diversas funções.
A empresa contratante é subsidiariamente responsável pelas obrigações trabalhistas dos funcionários da prestadora de serviços/devedora.
O terceirizado só pode cobrar o pagamento de direitos da empresa tomadora de serviços quando a contratada não cumpre as obrigações trabalhistas e após ter respondido, previamente, na Justiça. Ou, quando a empresa contratante não fiscalizar o cumprimento das obrigações trabalhistas pela prestadora de serviços. A contratante terá de fiscalizar mensalmente o pagamento de salários, horas-extras, 13º salário, férias, entre outros direitos.
A administração pública pode contratar prestação de serviços de terceiros, desde que não seja para executar atividades exclusivas de Estado, como regulamentação e fiscalização.
A administração pública pode contratar terceirizados em vez de abrir concursos públicos e será corresponsável pelos encargos previdenciários, mas não quanto às dívidas trabalhistas. Sempre que o órgão público atrasar sem justificativa o pagamento da terceirizada, será responsável solidariamente pelas obrigações trabalhistas da contratada. O texto proíbe, porém, a contratação de empresa terceirizada por pregão eletrônico se o valor destinado à mão de obra ficar acima de 50% do valor total do contrato de prestação de serviços.
O recolhimento da contribuição sindical compulsória deve ser feito ao sindicato da categoria correspondente à atividade do terceirizado e não da empresa contratante.
Os terceirizados não serão representados por sindicados das categorias profissionais das tomadoras de serviços. O argumento é que isso favorecerá a negociação e a fiscalização em relação à prestação de serviços.
O que pode ser terceirizado?
O projeto de lei amplia a terceirização para a atividade-fim, ou seja, a atividade principal. Atualmente, por exemplo, uma empresa de engenharia não pode contratar um engenheiro terceirizado, mas o serviço de limpeza pode ser feito por um prestador de serviço. Da mesma forma montadoras não podem terceirizar os metalúrgicos, e os bancos, os bancários, por serem funções para atividades-fim. Hoje só é permitido terceirizar as atividades-meio ou apoio das empresas, ou seja, pessoal da limpeza, recepção, telefonia, segurança e informática, por exemplo.

Quem responde pelos direitos trabalhistas?
O projeto propõe que a responsabilidade da empresa contratante pelo cumprimento dos direitos trabalhistas do empregado terceirizado, como pagamento de férias e licença-maternidade, seja subsidiária, ou seja, a empresa que contrata o serviço é acionada na Justiça somente se forem esgotados os bens da firma terceirizada, quando a contratada não cumpre as obrigações trabalhistas e após ter respondido, previamente, na Justiça. Ao mesmo tempo, a empresa contratante poderia ser acionada diretamente pelo trabalhador terceirizado, mas apenas quando não fiscalizar o cumprimento das obrigações trabalhistas pela contratada.
No caso da responsabilidade subsidiária, o terceirizado só pode cobrar o pagamento de direitos da empresa tomadora de serviço após se esgotarem os bens da terceirizada. Já na solidária, como é atualmente, o terceirizado pode cobrar tanto da empresa que terceiriza quanto da tomadora de serviços.

A empresa contratante terá de fiscalizar mensalmente o pagamento de salários, horas-extras, 13º salário, férias, entre outros direitos.

Quem irá representar esses trabalhadores?
Outra questão se refere à representação sindical, se fica a cargo da categoria da empresa contratante ou da empresa prestadora de serviços. No setor bancário, por exemplo, os terceirizados não serão representados pelo Sindicato dos Bancários, que teriam mais poder de negociação. Portanto, o terceirizado que trabalha num banco, por exemplo, não usufruiria dos direitos conquistados pela classe bancária.

A proposta prevê que os empregados terceirizados sejam regidos pelas convenções ou acordos trabalhistas feitos entre a contratada e o sindicato dos terceirizados. As negociações da contratante com seus empregados não se aplicariam aos terceirizados.

Defensores argumentam que isso aumentará o poder de negociação com as entidades patronais, bem como será favorecida a fiscalização quanto à utilização correta da prestação de serviços.

Críticos apontam que ao direcionar a contribuição ao sindicato da atividade terceirizada e não da empresa contratante, o trabalhador terceirizado será atrelado a sindicatos com menor representatividade e com menor poder de negociação.

Terceirização no serviço público
Também está previsto no projeto que a administração pública poderá contratar terceirizados, desde que não seja para executar atividades exclusivas de Estado, como regulamentação e fiscalização. Assim, a administração direta e indireta poderá recorrer à forma de contratação de prestadores de serviços, no lugar de abrir concursos públicos.

Para defensores, isso significa que a administração pública é solidariamente responsável quanto aos encargos previdenciários (órgão pode ser acionado como corresponsável na Justiça), mas não quanto às dívidas trabalhistas. E o projeto se limita a empresas públicas e sociedades de economia mista, como Petrobras, Correios e Caixa Econômica Federal.

Críticos argumentam que a democratização do ingresso no serviço público por meio de concurso publico vai acabar, que a qualidade do serviço público a ser prestado poderá piorar com a contratação de prestadoras de serviços em qualquer atividade, pois não haverá como avaliar a competência dos funcionários, e a retirada de responsabilidade do órgão do pagamento das dívidas trabalhistas, isentando-a dos prejuízos, prejudicará os trabalhadores.

Quem é contra e quem é a favor?
A proposta divide opiniões entre empresários, centrais sindicais e trabalhadores. Os empresários argumentam que o projeto pode ajudar a diminuir a informalidade do mercado. Segundo o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, a lei pode representar a geração, no futuro, de 700 mil empregos/ano em São Paulo e mais de 3 milhões no Brasil.
Já os sindicatos representantes dos trabalhadores acreditam que a aprovação do projeto de lei pode levar a uma precarização das condições de trabalho. Entre as queixas mais recorrentes daqueles que trabalham como terceirizados estão a falta de pagamento de direitos trabalhistas e os casos de empresas que fecham antes de quitar débitos com trabalhadores.
Entre as entidades que estão a favor do projeto de lei estão as Confederações Nacionais da Indústria (CNI), do Comércio (CNC), da Agricultura (CNA), do Transporte (CNT), das Instituições Financeiras (Consif) e da Saúde (CNS), além do Sindicato Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços e Instaladoras de Sistemas e Redes de TV por assinatura, cabo, MMDS, DTH e Telecomunicações (Sinstal) e Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos (Sintelmark).
Entidades sindicais representantes dos trabalhadores como a CUT, a Força Sindical, sindicatos dos bancários de todo o país e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) também são contra a aprovação do PL 4330.
O relator do projeto, o deputado Arthur Oliveira Maia (PMDB-BA), defende que é preciso e permitir a terceirização para qualquer atividade, desde que a empresa contratada seja especializada na execução do serviço em questão. Dessa forma, uma montadora de automóveis, por exemplo, poderia contratar várias empresas responsáveis pela montagem dos diferentes componentes de um carro.
Sandro Mabel, autor do projeto e deputado até janeiro deste ano, justifica as mudanças pela necessidade de a empresa moderna ter de se concentrar em seu negócio principal e na melhoria da qualidade do produto ou da prestação de serviço. Para ele, ao ignorar a terceirização, os trabalhadores ficaram vulneráveis, por isso, as relações de trabalho na prestação de serviços a terceiros demandam intervenção legislativa urgente, no sentido de definir as responsabilidades do tomador e do prestador de serviços e, assim, garantir os direitos dos trabalhadores.
Estimativas
O Ministério do Trabalho não tem números oficiais de terceirizados no país. De acordo com um estudo da CUT em parceria com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o total de trabalhadores terceirizados em 2013 no Brasil correspondia a 26,8% do mercado formal de trabalho, somando 12,7 milhões de assalariados.

Os estados com maior proporção de terceirizados, segundo o estudo, são São Paulo (30,5%), Ceará (29,7%), Rio de Janeiro (29,0%), Santa Catarina (28%) e Espírito Santo (27,1%), superior à média nacional de 26,8%.

Já de acordo com o Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo (Sindeprestem), com apoio da Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de RH, Trabalho Temporário e Terceirizado (Fenaserhtt) e Central Brasileira do Setor de Serviços (Cebrasse), a terceirização empregava, em 2014, 14,3 milhões de trabalhadores formais no país. O setor é composto por 790 mil empresas, que faturam R$ 536 bilhões ao ano. Os dados foram coletados de 60 entidades representativas do setor.

Argumentos das centrais sindicais
Ainda de acordo com um estudo da CUT em parceria com o Dieese, o trabalhador terceirizado tem maior rotatividade no mercado. Eles permanecem 2,6 anos a menos no emprego do que o trabalhador contratado diretamente e têm uma jornada de 3 horas semanais a mais. Além disso, recebem em média salários 24,7% menores, e a cada 10 acidentes de trabalho fatais, oito ocorrem entre trabalhadores terceirizados, devido à falta de treinamento e investimentos em qualificação.
Direitos assegurados aos trabalhadores dentro do PL 4330
Empresa contratante não pode colocar terceirizados em atividades distintas das que estão previstas no contrato com a empresa prestadora de serviços.
A empresa contratante deve garantir as condições de segurança e saúde dos trabalhadores terceirizados.
Quando for necessário treinamento específico, a contratante deverá exigir da prestadora de serviços a terceiros certificado de capacitação do trabalhador para a execução do serviço ou fornecer o treinamento adequado antes do início do trabalho.
A contratante pode estender ao trabalhador terceirizado os benefícios oferecidos aos seus empregados, como atendimento médico e ambulatorial e refeições.
A empresa prestadora de serviços que subcontratar outra empresa para a execução do serviço é corresponsável pelas obrigações trabalhistas da subcontratada.
O contrato entre a contratante e a terceirizada deve conter a especificação do serviço e prazo para realização (se houver). A prestadora de serviços (contratada) deve ainda fornececer comprovantes de cumprimento das obrigações trabalhistas para a empresa contratante.

Imagens mostram mulher deixando bebê sequestrado com ambulante


Criança foi levada de lanchonete na Zona Sul de SP na última quinta (1º)
Polícia entregou o menino aos pais nesta terça-feira (7).

Do G1 São Paulo
Imagens de câmeras de segurança mostram o bebê que tinha sido sequestrado na última quinta-feira (1º), na Zona Sul de São Paulo, sendo deixado com uma vendedora ambulante na madrugada desta terça-feira (7).
No vídeo, é possível ver uma mulher de guarda-chuva chegar com um bebê no colo. Ela vai em direção a uma banca e conversa com a ambulante. Depois, a mulher sai, deixando a criança no colo da vendedora. Ao notar que a moça desapareceu, a vendedora levou o bebê para uma base policial.
A ambulante Isabel Maria da Conceição contou que a mulher, uma morena magra, falou que precisava ir ao banheiro e pediu para que ela segurasse o bebê. “Eu disse: ‘Você não tem medo, porque um nenê foi sequestrado, né?’ Falei pra ela. Ela falou: ‘Não, você não vai fugir porque você está na sua banca’”.
Os policiais chamaram a mãe do bebê levado na semana passada e ela confirmou que era o filho Brian, de três meses. Imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos da Zona Sul, registradas no quinta (1º), mostram a mãe passando com o bebê no colo em um açougue e uma mulher loira atrás. Tempos depois, a mulher já está com o bebê no colo em frente a uma lanchonete. Enquanto a mãe comprava um lanche, ela fugiu com o bebê.
“O que eu quero agora é que ela apareça para mostrar que eu não tenho nada a ver com isso. Que jamais passou na minha mente de vender ou dar uma criança. Tem gente com esse pensamento, né?”, diz Maria Beatriz de Souza Felix, mãe de Brian.
O menino foi encontrado, mas as investigações não terminaram. De acordo a Polícia Civil, não é possível afirmar que a mulher que entregou o bebê à vendedora é a mesma que foi embora com a criança na semana passada.
Imagens mostram mulher deixando bebê sequestrado com ambulante  (Foto: Reprodução TV Globo)Imagens mostram mulher deixando bebê sequestrado com ambulante (Foto: Reprodução TV Globo)

Em colombo Programa de Incentivo à Fruticultura fornecerá subsídio de 80% para mudas de parreira de uva


WEBMASTER 7 DE ABRIL DE 2015

Inscrições vão até o dia 6 de maio; agricultores terão direito a auxílio na compra de mudas frutíferas

Secretaria de Agricultura e Abastecimento localizada no Parque Municipal da Uva
Secretaria de Agricultura e Abastecimento localizada no Parque Municipal da Uva
O Programa de Incentivo à Fruticultura está com as inscrições abertas até o dia 6 de maio. Os agricultores que tiverem interesse na aquisição de mudas frutíferas poderão efetuar a inscrição, e os que forem cadastrados no Cadastro de Produtor Rural – CAD/PRO, terão direito a um subsídio fornecido pela prefeitura, no valor de 50% da muda.
Para este ano, como em 2014, o produtor rural também poderá contar com o subsídio de 80% do valor da muda de parreira de uva (bordo, niágara branca e niágara rosada). “Queremos resgatar a questão cultural da região fazendo com que o produtor e o empreendedor sintam-se valorizados para fazer novos investimentos”, destaca o secretário da Agricultura e Abastecimento, Márcio Toniolo.
Já a entrega das mudas está prevista para o mês de junho. A ação, promovida pela Prefeitura de Colombo, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento tem o objetivo de intensificar a diversificação dos sistemas de produção agrícola e oferece este auxílio a mais, ou seja, 80%, para os agricultores que solicitarem a partir de 100 mudas de parreira.
“Esta ação quer promover a melhoria da atividade da fruticultura nas propriedades rurais do município, visando à comercialização e o consumo de subsistência, buscando uma maior estabilidade ambiental dos agroecossistemas e possibilitando o aumento da renda da agricultura familiar”, explicou o secretário.
Variedades
A partir de 100 mudas de parreira de uva produtor rural terá subsídio de 80%
A partir de 100 mudas de parreira de uva produtor rural terá subsídio de 80%
Serão disponibilizadas para os agricultores, por meio do programa, as espécies que se demonstraram mais adaptadas ao clima da região de Colombo, caqui (fuyu e café), figo (roxo e pingo de mel), pêssego (chimarrita e eldourado), ameixa (reubennel e santa rosa), nectarina, amora tupy, kiwi (bruno e monty), maçã eva e pêra kieffer.
Como Participar
Os interessados, mesmo os que não forem produtores rurais, também poderão se inscrever para solicitar mudas, porém é necessário ser morador de Colombo. Para obter mais informações sobre o programa e a distribuição das plantas, a Secretaria Municipal da Agricultura e Abastecimento, está no Parque Municipal da Uva, e disponibiliza o telefone 3656.4849 para mais informações.
Serviço
Inscrições no Programa de Incentivo à Fruticultura
De 06 abril a 06 de maio, na Secretaria da Agricultura e Abastecimento – Rua Marechal Floriano Peixoto, 8771 – Centro.
Telefone: 3656.4849.
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Foto: João Senechal/PMC

No Dia Mundial da Saúde, médico ressalta importância dos bons hábitos para prevenir doenças


Da Redação

No Dia Mundial da Saúde, comemorado neste 7 de abril, os médicos ressaltam a importância de fazer exames de rotina e de ter bons hábitos para garantir uma vida saudável. Segundo o endocrinologista e pediatra Mauro Scharf, atualmente, o Brasil gasta mais dinheiro com o tratamento de doenças do que com a prevenção – cenário que deveria ser invertido.
“Hoje, nós precisamos pensar em direcionar os recursos da maneira mais adequada possível. Todo o mundo ocidental sofre com o crescimento da obesidade e do sedentarismo, que causam doenças muito perigosas, como as cardiovasculares e diabetes”, explicou Scharf em entrevista à segunda edição do Jornal Banda B nesta terça-feira (7).
Segundo ele, essa é a realidade, principalmente, dos países em desenvolvimento devido ao aumento significativo do acesso ao alimento – que, muitas vezes, não é de qualidade – pelas famílias. “As pessoas podem comprar mais comida, mas isso não quer dizer que elas adquirem produtos bons e saudáveis. Por isso, é preciso estar atento aos hábitos”, completou o médico.

Inimigos cumprem promessa e enchem morador do São Braz de balas; ele não dedura


Por Elizangela Jubanski e Bruno Henrique


Uma rixa antiga pode ter motivado um atentado na manhã desta segunda-feira (6) no bairro São Braz, em Curitiba. Welington da Silva Boffi, 26 anos, estava em frente a uma marcenaria que fica na rua Alberto Benarski quando dois homens em uma motocicleta o abordaram para executá-lo. A vítima mora em frente ao barracão onde estava e correu para dentro de casa, na tentativa de fugir dos atiradores. Boffi foi atingido por um disparo de arma de fogo no peito, outro nas nádegas e corre risco de morte. Mesmo conhecendo o suspeito, a vítima preferiu não identificar ninguém.
A tentativa de homicídio aconteceu por volta das 10h30 e deixou os moradores assustados. Foram vários disparos de arma de fogo e a Polícia Militar (PM) foi acionada. O homem já estava ferido dentro de casa e os socorristas do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) o encaminharam em estado grave ao Hospital Evangélico.
A vítima já possui passagens pela polícia pela posse de explosivos e, de acordo com familiares, tinha rixa antiga com um grupo de pessoas e que, inclusive, estava sendo ameaçado. O aspirante Neves da Polícia Militar confirmou a versão, mas disse que a vítima preferiu não citar nomes. “Ele tinha uma rixa antiga com um grupo e hoje acabou acontecendo. Tem marcas de sangue dentro de casa porque ele correu para dentro tentando fugir. Não encontramos nenhuma arma, o que é típico de quem está sendo ameaçado”, disse o aspirante à Banda B.
Os atiradores usaram pistola 380 e dispararam cerca de dez tiros, que atingiram a vítima, o portão e outras partes da residências. Os suspeitos fugiram em uma motocicleta e ainda não foram encontrados.
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Moradores ouvem tiros durante a noite e no dia seguinte encontram homem assassinado



Por Luiz Henrique de Oliveira e Juliano Cunha
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Corpo foi encontrado em terreno no Jardim Veneza (Fotos: Juliano Cunha – Banda B)
Um jovem, que aparenta ter 18 anos, foi encontrado assassinado em um terreno baldio na Rua Tom Jobim, no Jardim Veneza, em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba. Moradores chamaram a Polícia Militar (PM) no fim da manhã desta segunda-feira (6) e relataram terem ouvido tiros durante a noite de ontem (5).
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Capsulas recolhidas pela polícia
“hoje aconteceram duas solicitações de achados de cadáver. Na primeira, nada foi localizado, mas na segunda conseguimos encontrar esse corpo e achar cápsulas da arma utilizada no crime. Ainda não sabemos quem são os responsáveis pelo crime”, afirmou à Banda B o tenente Pedro, da PM.
A Delegacia de Fazenda Rio Grande investiga o caso.