João da Brascal ex-prefeito de Rio Branco do Sul é morto a tiros agora a noite




Acabamos de receber a informação que o ex prefeito de Rio Branco do Sul João da Brascal foi assassinado a tiros a alguns minutos atrás. Nossa equipe de reportagem esta se dirigindo para a cidade de Rio Branco do Sul e em breve traremos novas informações a respeito do assassinato do ex prefeito João da Brascal.




Vereador leva chute durante protesto contra o governo em Curitiba; vídeo


Professor Galdino (PSDB) quis subir em um carro de som, mas foi impedido.
Quando deixava o protesto, recebeu o chute de um manifestante.

Do G1 PR
O vereador Professor Galdino (PSDB) recebeu um chute de um manifestante durante o protesto deste domingo (12), em Curitiba. O parlamentar saía do protesto após ser impedido de falar em um dos carros de som que estavam no ato, na Boca Maldita. Quando ele e os assessores se afastavam, um homem lhe aplicou o golpe por trás.
Galdino foi impedido pelos manifestantes de falar porque os organizadores consideram que o movimento era apartidário. Quando ele saiu do carro, os organizadores informaram quem participava do ato sobre a presença de Galdino, que decidiu sair. Após o incidente, ele foi carregado por assessores e policiais militares.
O incidente com o vereador foi o único registrado pela Polícia Militar (PM) durante os protestos em Curitiba. Em nota, a corporação explicou que o agressor não foi identificado. "A PM o retirou em segurança do local; o vereador não não quis deslocar ao hospital e solicitou ser levado para sua residência. Um boletim de ocorrência foi confeccionado", diz trecho da nota.
'Falta' na Câmara
Em 2013, Galdino protagonizou uma cena polêmica na Câmara de Vereadores. Na ocasião, ele afirmou ter sido empurrado pelo também vereador Felipe Braga Côrtes (PSDB). No horário destinado à liderança do partido, os dois se levantaram ao mesmo tempo em direção à tribuna. Na imagem da época, é possível ver que os dois caminham lado a lado e, logo em seguida, Professor Galdino cai. Galdino alega que foi agredido, já Cortes disse que o colega partidário simulou, "cavou uma falta". A situação foi registrada por uma leitora que assistia à sessão. Veja a imagem ao lado.
O protesto
O protesto em Curitiba era, principalmente, contra a corrupção e contra o governo da presidente Dilma Rousseff. Os manifestantes exibiam faixas de apoio ao impeachment dela. Alguns integrantes também defendiam a volta da ditadura militar, o que fere a constituição.
Segundo a Polícia Militar, o protesto reuniu 40 mil pessoas. Já os manifestantes falaram em 60 mil. Os números foram menores que os registrados no dia 15 de março quando a PM contabilizou 80 mil pessoas na capital paranaense. À época, os organizadores estimaram em 100 mil pessoas o número de participantes.

Políticos comentam as manifestações de 12 de abril; saiba o que disseram


Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou: 'PT impõe à sociedade a pior equação'.
Vice-presidente Michel Temer disse que governo tem que estar atento.

Do G1, em São Paulo
Parlamentares de governo e oposição avaliaram as manifestações deste domingo (12) contra o governo Dilma Rousseff e a corrupção.
Aécio Neves, senador (MG), presidente nacional do PSDB:
"O PSDB se solidariza com os milhares de brasileiros que voltaram às ruas e ocuparam as redes sociais neste domingo para, mais uma vez, legitimamente, manifestar seu repúdio e indignação contra à corrupção sistêmica que envergonha o país e cobrar saídas para o agravamento da crise econômica. Além da crise ética e moral, o governo do PT impõe à sociedade a pior equação: recessão com inflação alta, juros altos e corte de investimentos nas áreas essenciais da educação e saúde (...). Neste domingo de mobilizações pelo país, o PSDB se une aos milhares de brasileiros que amam o Brasil e que, por isso, dizem não ao governo responsável pelo caminho tortuoso que, neste momento, todos trilhamos". Veja mensagem na íntegra.
Michel Temer (PMDB), vice-presidente da República:
O vice-presidente da República, Michel Temer, disse que o fato de as manifestações deste domingo (12) terem reunido menor número de pessoas do que em março não significa que elas têm menor importância. As declarações foram confirmadas pelo G1 com a assessoria de imprensa do vice-presidente. No velório do ex-ministro Paulo Brossard, em Porto Alegre, Temer declarou: "O governo está prestando atenção a estas manifestacoes. Elas revelam, em primeiro lugar, vou dizer o óbvio, uma democracia poderosa. Mas em segundo lugar, que o governo precisa identificar quais são estas reivindicações e atender estas reivindicações. É isso que o governo está fazendo".
José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara, em entrevista para o Fantástico: 
"A presidente Dilma está calcada em 54 milhões de brasileiros que a reelegeram para governar o Brasil por 4 anos. Essa ideia de impeachment não se coaduna. Ela não encontra legitimidade e nem ao menos elementos jurídicos para a sua concretização."
Marina Silva, ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente, em mensagem publicada em seu blog no sábado, 11:
"Menos gente nas ruas não significa menor insatisfação; ao contrário, pode até significar um aumento da desesperança, o represamento de uma revolta que pode retornar mais forte depois de algum tempo (...) O governo não está em crise, ele é a crise. Isolado pelos aliados, sabotado por seus próprios integrantes, solapado até pelos que lhe deram origem, o governo dá respostas atabalhoadas aos problemas, a maioria criados por ele mesmo (...) Com ou sem resposta, as pessoas marcham. E sabem que é melhor marchar, umas ao lado das outras, nas ruas da desaprovação. É melhor andarem juntos, os indignados com a institucionalização da corrupção. É melhor unir-se na desconfiança, abandonando falsas tábuas de salvação oferecidas por quem só sabe repetir-se – e a repetição não produz esperança. Marchar é um alento e os ativistas das ruas, autores de seu próprio movimento, como em todos os tempos no mundo inteiro, só tem a si mesmos, mas sabem que trazem a possibilidade de algum futuro". Veja mensagem na íntegra
Mendonça Filho, líder dos Democratas na Câmara: 
"As mobilizações são um fato social com dinâmica própria. Assim como no 15 de março, milhares de brasileiros foram para rua hoje. Desta vez, em um número maior de cidades, embora em quantidade menor de participantes. O que não muda em nada a força dos protestos, que são uma realidade. O PT querer desqualificar esse movimento é tentar tapar o sol com a peneira.Participei como cidadão e constatei nas ruas a grande insatisfação de todos os segmentos da sociedade com a situação do Governo, sob o comando do PT"
Flávio Dino comenta as manifestações por Twitter (Foto: Reprodução/Twitter)Flávio Dino comenta as manifestações por Twitter
(Foto: Reprodução/Twitter)
Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão, no Twitter:
"Foto que diz tudo sobre a apologia a crimes. Sou contra a corrupcao e contra golpismos".Veja mensagem
Sibá Machado, deputado (AC), líder do PT na Câmara dos Deputados:
Em entrevista para o site do PT, o deputado afirmou que houve um "arrefecimento" dos protestos. "Pode não ter uma terceira edição (dos atos contra o governo)". E que a reestruturação da Petrobras e mudança na articulação política, com a entrada de Michel Temer podem ter levado menos pessoas às ruas. “A mexida na articulação política do governo com a inclusão de Michel Temer tem sido vista de forma positiva”.

Em entrevista para o Fantástico, o deputado declarou: "[O impeachment] é ilegal e não tem ambiente na política, na conjuntura, na economia. Nenhum tipo de amparo. Acho que tem pessoas se aproveitando das manifestaçãoes e de um setor da sociedade, especialmente, na classe média que tem anseios sobre todas essas coisas e que alguns se aproveitando disso, tem falado nesses temas".

Após silicone, ex-BBB Aline posa com camisa decotada


A loira, que aumentou a prótese nos seios, postou a foto em rede social neste domingo, 12.

do EGO, no Rio
A ex-BBB Aline Gotschalg está curtindo o domingo, 12, com amigas em Belo Horizonte, Minas Gerais. Em rede social, ela postou uma foto em que aparece com uma camisa jeans, deixando o decote mais aberto, quase mostrando o resultado do silicone que colocou depois de deixar a casa do "BBB 15".
"Domingão. Gente, espia e repare o tanto que gosto dessa camisa. Apego total. Não quero tirar do corpo mais. Vocês também são assim com algumas roupas?", escreveu ela.

Aline Gotschalg (Foto: Instagram / reprodução)No último dia 25, Aline se submeteu a uma cirurgia para a troca de suas próteses de silicone dos seios com o cirurgião plástico Renato Tatagiba em um hospital do Rio de Janeiro e as aumentou de 285ml para 400ml. "Ficou lindo, do jeito que eu queria", comemorou ela, na ocasião. Na final do "BBB 15", ela investiu num look bem decotado para exibir seus novos seios turbinados, mas, para não abusar muito depois do pós-operatório, deixou o programa e foi direto para o hotel para fazer repouso, como pediu o médico. Assim, Aline acabou não participando da festa que reuniu os outros competidores do reality.
Aline Gotschalg com amigas em Belo Horizonte (Foto: Instagram / reprodução)

Jovem é atingido por tiro disparado por policial militar em Curitiba


Disparo foi motivado por briga entre eles, segundo a polícia.
Rapaz que levou o tiro foi internado em estado grave no hospital.

Do G1 PR
Tiro atingiu o jovem na barriga, segundo a polícia. (Foto: Reprodução/Facebook)Tiro atingiu o jovem na barriga, segundo a polícia
(Foto: Reprodução/Facebook)
Um jovem de 19 anos foi atingido por um tiro na madrugada deste domingo (12), em uma casa noturna de Curitiba. De acordo com as investigações, um policial militar foi o autor do disparo contra o jovem. A vítima está internada em estado grave, no Hospital Cajuru, também na capital paranaense.
Segundo a Polícia Civil, o tiro foi motivado por uma briga, que começou dentro da casa noturna. O policial e a vítima saíram do local e continuaram a discussão. Foi nesse momento que o policial atirou. A arma era de propriedade da Polícia Militar.
O disparo atingiu o jovem na barriga. Ele foi atendido e levado ao hospital. O policial foi preso em flagrante. O caso deve ser investigado tanto pela Polícia Militar, quanto pela Polícia Civil. Os policiais civis devem usar imagens das câmeras de segurança da casa noturna, para auxiliar nas investigações.
A Polícia Militar informou que vai afastar o policial que disparou contra o jovem. Dependendo do resultado das investigações, ele pode ser expulso da corporação.
Em nota, a casa noturna lamentou o ocorrido e informou que vai aguardar a investigação policial para a responsabilização dos responsáveis.

Depoimentos reforçam suspeitas contra avô de Isabella Nardoni

Carcereira diz que ouviu da madrasta, Anna Carolina Jatobá, que o avô também teria envolvimento no assassinato da menina jogada do prédio.

Surge mais um depoimento que pode mudar os rumos do caso Isabella Nardoni, a menina que foi jogada de um prédio, há sete anos, em São Paulo. O pai e a madrasta foram condenados pelo crime.
veja vídeo
Agora, uma carcereira diz que ouviu da madrasta, Anna Carolina Jatobá, que o avô de Isabella também teria envolvimento no assassinato. Isso coincide com outro depoimento, de outra carcereira, de dezembro passado.
Uma nova testemunha: “À medida que ela foi adquirindo confiança nas guardas, ela foi se abrindo. Eu cheguei a indagá-la: ‘quem fez? Quem cometeu esse crime?’”, diz a testemunha.
Ela fala de Anna Carolina Jatobá, condenada pela morte da enteada, Isabella Nardoni. A testemunha trabalha no sistema prisional. Conversou neste sábado (11) com a equipe do Fantástico e não quer ser identificada por medo de represálias.

Afirma que, dentro da cadeia feminina de Tremembé, ouviu Anna Jatobá dizer quem teria elaborado o plano de jogar a menina pela janela, sete anos atrás.
“Ela falou que tinha sido a mando de alguém. Mas que alguém? Ela falou assim: ‘daquele véio’. Falei: ‘que velho, Carolina? Foi o seu sogro?’ Ela começou a chorar muito e só balançou a cabeça em sinal afirmativo”, conta a testemunha.
“Falou para o sogro que matou a menina e ele falou: 'simula um acidente, senão vocês vão ser presos'. Aí, tiveram a ideia de jogar a menina pela janela. Que o Alexandre só jogou a filha, porque acreditava que ela estivesse morta. Desceu e a menina estava viva”, afirmou a outra testemunha ao Fantástico.
Depois da exibição da reportagem, o departamento de homicídios começou a investigar se o advogado Antônio Nardoni, o pai de Alexandre, realmente teve participação no assassinato da neta.
Oito funcionários do sistema penitenciário paulista já prestaram depoimento. Seis disseram não saber de nada. Mas as duas agentes que deram entrevista para o Fantástico confirmaram ter ouvido a madrasta acusar o sogro.
“A tese principal da polícia nesse momento, pelo que nós já investigamos, é que essa conversa existiu, não foi algo criado, inventado por essa testemunha”, afirma o delegado Zacarias Tadros.
No depoimento à polícia, a primeira testemunha deu mais detalhes sobre a morte de Isabella.
Esta semana, o Fantástico voltou a procurá-la. Segundo ela, no dia da morte, Anna Jatobá teria ligado para o sogro de dentro do carro, antes de a família chegar ao prédio onde morava.
Testemunha: A menina estava fazendo muita bagunça, enchendo o saco dela, que ela bateu sem a intenção de matar ou machucar. Só que a menina desfaleceu, ela pensou que a menina estivesse morta. Imediatamente, ligou para o sogro. Ela deixa claro que eles estavam chegando em casa. E ele falou: ‘simula um acidente. Senão, vocês vão ser presos’.
Fantástico: Então, ela não ligou lá de cima, do apartamento?
Testemunha: Não. Isso ficou bem claro que não.
Segundo as investigações da época do crime, logo depois da queda da menina, a nora ligou para o sogro do telefone fixo do apartamento e conversaram durante 32 segundos. Agora, a polícia apura se realmente houve uma ligação anterior, de dentro do carro.
A madrasta de Isabella teria feito outra revelação. “Tinha um anel. Diz que era um anel de prata em formato de flor. E esse anel que causou ferimento na testa da menina”, conta a testemunha.
“A menina teria sido agredida no interior do carro com o anel. O que seria bem compatível com a lesão que a gente vê na menina’, afirma delegado Zacarias Tadros.
Policiais do Departamento de Homicídios devem avançar na investigação nos próximos dias. Eles vão ouvir parentes de Anna Carolina Jatobá e fazer um relatório de tudo o que foi apurado nos últimos quatro meses. Novos detalhes que estão surgindo agora podem confirmar a versão dada por ela dentro da cadeia.
Uma terceira testemunha, que também teria ouvido a Anna Jatobá acusar o sogro dela, deve prestar depoimento em breve.
Zacarias Tadros: Ela confirmou a versão. Em breve, nós devemos ouvir a própria Anna.
Fantástico: O senhor pretende ouvir o senhor Antônio Nardoni?
Zacarias Tadros: A ideia é ouvi-lo, mas, de momento, não.

Será que o caso Isabella pode ser reaberto? E a madrasta poderia ter uma pena mais leve?
“Essa versão sendo verdadeira, talvez ela seja a maior beneficiada. Isso implica em nova definição dada a participação de cada um no crime”, afirma o delegado Zacarias Tadros.
O advogado Roberto Podval, que defende o casal, disse que não vai se manifestar sobre as novas denúncias, por orientação do senhor Antônio Nardoni. O motivo seria preservar os dois filhos de Alexandre e Anna Jatobá, que vivem sob os cuidados do avô.
Em dezembro, quando exibimos a primeira denúncia, Antônio Nardoni rebateu as acusações: “Eu nunca faria isso. Eu tenho absoluta convicção de que eles não fizeram nada”, falou à época.
No julgamento, em 2010, Anna Jatobá foi condenada a 26 anos de cadeia; e Alexandre, a 31. Os dois sempre negaram participação no crime. Segundo o advogado dos Nardoni, o Supremo Tribunal Federal deve analisar o pedido de anulação do júri ainda este ano.
E como é rotina da madrasta na cadeia? Em Tremembé, há 215 presas. “Todos são recebidos no parlatório, através de grade. Só Anna Carolina que ia até a sala da diretora para conversar com o senhor Nardoni. E ficava muito tempo”, conta a testemunha.
“O seu Nardoni sempre teve livre acesso ao presídio. Sempre foi recebido de forma diferente”, afirma a outra testemunha.
Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária disse que as afirmações sobre a utilização da sala da diretora são improcedentes.
Com a reabertura das investigações, as testemunhas afirmam:
Testemunha: Eu fiz o que tinha que ser feito.
Fantástico: Hoje, você tem a consciência tranquila?
Testemunha: Tranquila.

Atos anti-Dilma reúnem 700 mil em 24 estados e no DF, segundo a polícia


Até as 20h35, 212 cidades do país registraram protestos.
Número de manifestantes é menor do que no dia 15 de março.

Do G1, em São Paulo
Manifestantes fizeram protestos contra o governo de Dilma Rousseff e contra a corrupção em mais de 200 cidades em 24 estados e no Distrito Federal neste domingo (12).
Os números de manifestantes – 700 mil, segundo a polícia, ou 1,5 milhão, segundo os organizadores – foram menores do que nos atos de 15 de março.
Há pouco mais de um mês, 2,4 milhões de pessoas, segundo a polícia, ou 3 milhões, segundo os organizadores, protestaram em 252 cidades de todos os estados do país e no DF.
Em São Paulo, o cofundador do Movimento Brasil Livre, Kim Kataguiri, comentou a baixa nas estimativas de público: "Ainda que tenha tido menos pessoas, para a gente, é mais importante fazer protestos localizados do que reunir todo mundo em um só lugar".
As palavras de ordem de hoje foram as mesmas do último grande protesto: contra a corrupção, o governo e o PT. Mas desta vez todos os principais movimentos, entre eles o Vem Pra Rua, pediram a saída da presidente Dilma Rousseff. Em 15 de março, nem todos falavam em impeachment.
"Nós não éramos a favor [do impeachment] naquele momento porque não achávamos que havia argumento jurídico suficiente ainda. [...] De lá para cá várias teorias jurídicas novas surgiram, inclusive algumas usando a ação de crime comum para investigação da presidente", disse Rogerio Chequer, representante do Vem Pra Rua em São Paulo, ao jornal "Valor Econômico".
Também foram registrados atos em outros países, como na Alemanha, Irlanda e em Portugal.
Veja como foram os protestos em cada estado:
Manifestantes pedem o impeachment da presidente petista Dilma Rousseff (Foto: Aline Nascimento/ G1)Manifestantes pedem o impeachment da presidente
(Foto: Aline Nascimento/ G1)
ACRE
PARTICIPANTES: 250, segundo a polícia; 400, segundo os organizadores.
(ATO DE 15/3: 5 mil, segundo a polícia e os organizadores.)
COMO FOI: A concentração ocorreu a partir das 14h (16h horário de Brasília) em frente ao Palácio Rio Branco, em Rio Branco. Depois de percorrer as principais ruas do Centro, os manifestantes voltaram para a frente do Palácio e cantaram o hino nacional. O ato terminou às 17h10 (19h10 horário de Brasília).

Manifestantes tomam Orla de Maceió em protesto contra a corrupção no país (Foto: Lucas Leite/G1)Manifestantes na Orla de Maceió 
(Foto: Lucas Leite/G1)
ALAGOAS
Capital
PARTICIPANTES: 6 mil, segundo a polícia; 10 mil, segundo os organizadores.
(ATO DE 15/3: 10 mil, segundo a polícia e organizadores.)
COMO FOI: Manifestantes saíram emcaminhada pela Orla de Maceió, da Jatiúca à Ponta Verde, para protestar contra a corrupção no país. O ato é organizado pelo Movimento Brasil Livre. Com apoio de um trio elétrico, um dos integrantes discursou contra os altos preços, a inflação e a taxa de desemprego.
Interior
Manifestantes fizeram uma caminhada de uma hora em Arapiraca, município do Agreste de Alagoas. Há 60 participantes, segundo a polícia; e 150, segundo organizadores. "Nosso ato é simplesmente contra a corrupção nesse país. Fora, Dilma. Fora, PT. Nós queremos um governo honesto, mas de forma nenhuma defendemos a intervenção militar", disse Tarcisio Menezes, do Movimento Brasil Livre.

Sob chuva, manifestantes se reúnem no Centro de Manaus (Foto: Sérgio Rodrigues/G1 AM)Sob chuva, manifestantes se reuniram no Centro
de Manaus (Foto: Sérgio Rodrigues/G1 AM)
AMAZONAS
PARTICIPANTES: 900, segundo a polícia e os organizadores.
(ATO EM 15/3: 13 mil, segundo a polícia; 150 mil, segundo organizadores.)
COMO FOI: A concentração começou por volta das 10h30, na Praça do Congresso, em Manaus. Uma caminhada teve início cerca de uma hora depois. Segundo a organização do momento, a chuva que atingiu a capital no início do dia pode ter influenciado na baixa adesão ao movimento na capital. Cerca de 340 policiais acompanharam o deslocamento dos manifestantes, que foi encerrado às 14h20.

Protesto em Salvador (Foto: Ruan Melo/G1)Protesto em Salvador (Foto: Ruan Melo/G1)
BAHIA
Capital
PARTICIPANTES: 4 mil, segundo a polícia; 10 mil, segundo os manifestantes.
(ATO EM 15/3: 11 mil, segundo a polícia; 23 mil, segundo organizadores.)
COMO FOI: As pessoas se reuniram no Farol da Barra, em Salvador, às 9h. Com a chegada de um novo grupo, que saiu do Porto da Barra, foi iniciada uma caminhada em direção ao Cristo, onde o protesto chegou pouco antes das 12h, sob chuva.
O ato reuniu entidades como o Sindicato dos Médicos da Bahia, Associação dos Delegados da Polícia Federal, Associação dos Profissionais dos Correios, entre outras.
Um dos principais opositores do governo do Congresso Nacional, o deputado federal Antônio Imbassahy, do PSDB, participou da manifestação. "Como o governo não toma nenhuma atitude contra a corrupção, essa é a forma que o povo tem de reagir", disse.
Interior
Seis cidades do interior da Bahia tiveram protestos: Teixeira de Freitas, Eunápolis, Ilhéus e Itabuna, Vitória da Conquista e Feira de Santana. Em Feira, a segunda maior cidade baiana, a manifestação reuniu 500 pessoas, em números da Polícia Militar e da organização.

protesto na praça portugal em 12 de abril (Foto: Gabriela Alves/g1)Protesto na Praça Portugal, em Fortaleza
(Foto: Gabriela Alves/g1)
CEARÁ
PARTICIPANTES: 25 mil, segundo a polícia e 35 mil, segundo organizadores.
(ATO EM 15/3: 20 mil, segundo a polícia e os organizadores.)
COMO FOI: Manifestantes se reuniram na Praça Portugal, no Bairro Aldeota, na Zona Norte de Fortaleza. Os primeiros participantes chegaram por volta das 14h e os discursos começaram às 16 horas. Às 17 horas, os participantes iniciaram uma caminhada de cerca de 3 km até o Aterro da Praia de Iracema.
Com faixas e cartazes, os manifestantes pediram a saída da presidente Dilma Rousseff e do Partido dos Trabalhadores. Também havia frases pedindo o fim da corrupção e críticas à lei 4.330, que permite a terceirização de qualquer atividade das empresas.

Manifestação reúne milhares de pessoas caminhando na direção do Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Foto: Evaristo Sá/AFP)Manifestação reúne milhares de pessoas caminhando
na direção do Congresso (Foto: Evaristo Sá/AFP)
DISTRITO FEDERAL
PARTICIPANTES: 25 mil, segundo a polícia; 40 mil, segundo organizadores.
(ATO DE 15/3: 45 mil, segundo a polícia; 80 mil, segundo organizadores.)
COMO FOI: Manifestantes se reuniram na no Museu Nacional da República às 9h30 eseguiram em caminhada. Por volta das 10h30, os cerca de 4 mil manifestantes que ocupavam a Esplanada naquele momento começaram a se deslocar em direção ao Congresso Nacional.
Parte dos manifestantes pediu intervenção militar, o que é ilegal e contra a Constituição. Quando houve discurso a favor da proposta em um dos trios elétricos, manifestantes contrários à ideia vaiaram. O ato terminou pouco depois das 13h.
Mais cedo, houve um princípio de confusão no momento em que policiais tentaram retirar o cabo de PVC da bandeira de um manifestante. A Polícia Militar faz cordões de revista ao longo da Esplanada.
De acordo com a PM, dois homens foram presos durante a manifestação. Apenas um deles, no entanto, tinha relação direta com o ato: um morador de rua que empurrou manifestantes na Rodoviária do Plano Piloto. O outro foi um motociclista que iria participar do protesto, mas se envolveu em uma briga de trânsito.

Manifestantes se reuniram na entrada da Terceira Ponte, em Vila Velha (Foto: Leandro Nossa/ CBN)Manifestantes se reuniram em Vila Velha
(Foto: Leandro Nossa/ CBN)
ESPÍRITO SANTO
PARTICIPANTES: 30 mil, segundo a polícia; 35 mil, segundo os organizadores.
Um grupo se concentrou na Praça do Papa, na capital do Espírito Santo nesta tarde. Ele se encontrou com cerca de 3 mil pessoas, segundo a organização, que saíram de Vila Velha.
Os artistas Marcelo Ribeiro e Cláudio Boca fizeram apresentações cantando músicas de protesto. Por volta das 17h, um dos trios saiu da praça na Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, onde seguiu para a Praia de Camburi. O ato foi encerrado.
Interior
No estado, também houve manifestações em Cachoeiro de Itapemirim, Linhares e Colatina.

Manifestantes protestam na Praça Tamandaré, no Setor Oeste, em Goiânia (Foto: Sílvio Túlio/G1)Manifestantes protestam em Goiânia
(Foto: Sílvio Túlio/G1)
GOIÁS
Capital
PARTICIPANTES: 2,5 mil, segundo a polícia; 20 mil, segundo organizadores.
(ATO EM 15/3: 60 mil, segundo a polícia; 150 mil, segundo os organizadores.)
COMO FOI: Em Goiânia, o protesto começou por volta das 14h, na Praça Tamandaré, no Setor Oeste. Cerca de uma hora depois, as pessoas partiram em caminhada em direção à sede da Polícia Federal, no Setor Bela Vista, onde chegou por volta das 16h30. O protesto terminou às 17h10, quando os manifestantes se dispersaram do local.
Dois grupos participaram do ato: Movimento Brasil Livre e Movimento Vem Pra Rua. Algumas pessoas pediram intervenção militar durante o protesto.
Interior
Goianos protestam contra a corrupção e a presidente Dilma Rousseff em Rio Verde, no sudoeste do estado. Cerca de 250 pessoas participaram do ato, segundo a PM e também a organização do protesto, o Movimento Popular Rioverdense.
Em Jataí, o protesto também reuniu cerca de 250 pessoas, conforme a PM e a organização.  Também foram registrados atos em Catalão e em Anápolis.

Em São Luís (MA), a manifestação começou às 11h a passeata na Avenida Litorânea (Foto: Lucas Vieira/G1)Em São Luís (MA), a manifestação começou às 11h
(Foto: Lucas Vieira/G1)
MARANHÃO
PARTICIPANTES: 400, segundo a polícia; 3,5 mil, segundo a organização.
(ATO EM 15/3: 3 mil, segundo a polícia; 5 mil, segundo a organização.)
COMO FOI: O ato convocado pelos movimentos Brasil Livre e Eu Te Amo, Meu Brasil se encontrou com o Acorda, Maranhão, na Avenida Litorânea, em São Luís. Apasseata, com percurso de 3,5 km, saiu às 11h, do Parquinho da Litorânea, e chegou à Praça do Pescador por volta de 12h30. O grupo se dispersou por volta de 12h40 após cantar o Hino Nacional.
"É um movimento de indignação contra toda essa onda de corrupção e também contra a má administração", disse Darcy Fontes, do movimento Eu Te Amo, Meu Brasil.

Protesto reuniu cerca de 8 mil pessoas nas avenidas de Cuiabá, segundo a PM. (Foto: André Souza/G1 MT)Protesto em Cuiabá (Foto: André Souza/G1 MT)
MATO GROSSO
Capital
PARTICIPANTES: 8 mil, segundo a polícia; 25 mil, segundo organizadores.
(ATO EM 15/3: 20 mil, segundo a polícia; 35 mil, segundo organizadores.)
COMO FOI:  Grupos de manifestantes se reuniram na Praça Ipiranga, no Centro de Cuiabá, para protestar contra o governo federal. O protesto em Cuiabá foi pacífico e monitorado por 700 policiais militares, que acompanharam os manifestantes no trajeto de quase dois quilômetros, com cavalaria e auxílio de um helicóptero, até a Avenida Mato Grosso, ponto final da caminhada. O ato começou as 16h45 [horário local] e terminou às 17h40.
Segundo o empresário Célio Fernandes, um dos líderes do movimento, a presidente não entendeu o recado do dia 15 de março e por isso os manifestantes voltaram às ruas para protestar neste domingo. “Somos um país rico merecemos ter uma qualidade de vida à altura daquilo que nós pagamos”, declarou.
Interior
Houve atos em Rondonópolis, Barra das Garças, Sinop, Sorriso e Alta Floresta. No município de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, cerca de 500 pessoas protestaram, e a Polícia Militar estima menos de 100 pessoas.

Maria José Pinheiro, de 49 anos, afirma que vai participar do protesto em Campo Grande com as duas cachorras, Cindy e Melissa (Foto: G1)Manifestante em Campo Grande  (Foto: G1)
MATO GROSSO DO SUL
PARTICIPANTES: 16 mil, segundo a polícia; 19,8 mil, segundo organizadores.
(ATO EM 15/3: 32 mil, segundo a polícia; 100 mil, segundo organizadores.)
COMO FOI: O protesto começou por volta das 16h30 (de MS) e terminou às 19h13, com discursos, hino nacional e balões verdes e amarelos.
A pauta de reivindicações da organização do protesto foi a extinção do PT, a  ​transparência nos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), investigação de Dilma e Lula, o afastamento de Dias Tóffoli do julgamento da Operação Lava Jato ​​​​e contra a reforma política do PT.
Interior
No interior do estado, houve atos em Dourados, Ponta Porã, Corumbá e Maracaju. Em Dourados, a PM fala que foram cerca de 700 manifestantes. Já o movimento informa que entre 500 e 600 pessoas foram na manifestação.

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Protesto em Belo Horizonte (Gnews)  (Foto: Reprodução GloboNews)Protesto em Belo Horizonte
(Foto: Reprodução GloboNews)
MINAS GERAIS
Capital
PARTICIPANTES: 6 mil, segundo a polícia; 8,5 mil, segundo organizadores.
(ATO EM 15/3: 25 mil, segundo a polícia e os organizadores.)
COMO FOI: A concentração começou por volta das 9h na Praça da Liberdade, na Região Centro-Sul. O ato percorreu ruas do centro da capital até a Praça da Estação. A manifestação aconteceu de forma pacífica e foi encerrada às 14h20. Mais cedo, os participantes fizeram um apitaço em torno do coreto. Um dos cartazes na Praça da Liberdade pediu intervenção militar.
Vários movimentos sociais participaram da organização do protesto, entre eles o Vem Pra Rua, o Brava Gente, Pró-Brasil, Basta Brasil e o Grupo Vergonha.
Interior
Foram registrados atos em Governador Valadares, Montes Claros, Uberlândia, Uberaba, Ipatinga, Divinópolis, Juiz de Fora, Araxá, Santa Rita de Sapucaí, São Sebastião, Teófilo Otoni, Pouso Alegre, Varginha, Coronel Fabriciano, Timóteo e Poços de Caldas. Um dos maiores foi em Uberlândia, com 6 mil participantes, segundo a polícia, e 10 mil, segundo organizadores.

Manifestação em Belém (Foto: Alexandre Yuri/G1)Manifestação em Belém (Foto: Alexandre Yuri/G1)
PARÁ
Capital
PARTICIPANTES: 5 mil, segundo a polícia e os organizadores.
(ATO EM 15/3: 45 mil, segundo a polícia; 60 mil, segundo organizadores.)
COMO FOI: O grupo se concentrou por volta de 9h na Estação das Docas, em Belém, marchando às 10h na direção da Praça da República, onde ficou por cerca de 40 minutos antes de seguir pela avenida Nazaré. A marcha irá até a avenida Visconde de Souza Franco e retorna para  praça da República, onde será a dispersão.
Participam do protesto pessoas ligadas aos movimentos Reage Brasil, Vem pra Rua e Brasil Livre. "Nós somos contra o governo que despreza valores democráticos, um governo que tem um projeto totalitário, ditatorial, que tem um projeto de destruir a democracia e aparelhar o estado. A reforma política é um golpe", afirma Leonardo Bruno, do Movimento Brasil Livre.
Interior
Também houve manifestação em Santarém. Algumas pessoas se concentraram na Praça São Sebastião e fizeram uma caminhada. Segundo a polícia, 110 participaram. Segundo organizadores, foram 350.

Em João Pessoa (PB), grupo leva cartazes pedindo a intervenção militar (Foto: Krystine Carneiro/G1)Em João Pessoa, grupo leva cartazes pedindo
intervenção militar (Foto: Krystine Carneiro/G1)
PARAÍBA
Capital
PARTICIPANTES: 300, segundo a polícia; 1,5 mil, segundo organizadores.
(ATO EM 15/3: 2,5 mil, segundo a polícia; 7 mil, segundo os organizadores.)
COMO FOI: Os manifestantes se concentram no Busto de Tamandaré, entre as praias de Cabo Brando e Tambaú.
Assim como aconteceu em outros protestos, muitas pessoas levaram cartazes apresentando suas reivindicações. Os cartazes reclamam dos aumentos nos preços e atacam o governo, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. Há ainda alguns que pedem intervenção militar.
Interior
Também foi registrado protesto em Campina Grande, onde a caminhada começou às 15h30. Segundo a polícia, participaram 250 pessoas. Segundo organizadores, foram 1,5 mil.

Manifestantes saíram da Praça dos Pioneiros e foram até a sede da Prefeitura de Paranavaí (Foto: Fabiano Oliveira/RPC)Manifestantes saíram da Praça dos Pioneiros e
foram até a sede da Prefeitura de Paranavaí
(Foto: Fabiano Oliveira/RPC)
PARANÁ
Capital
PARTICIPANTES: 40 mil, segundo a polícia; 60 mil, segundo organizadores.
(ATO EM 15/3: 80 mil, segundo a polícia; 100 mil, segundo organizadores.)
COMO FOI: Em Curitiba, os manifestantes começaram a se reunir na Praça Santos Andrade, no Centro, no início da tarde. Entre os pedidos estão o fim da corrupção e o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Há ainda manifestantes elogiando o juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato.
Interior
A PM informou que 5 mil pessoas estão nas ruas de Londrina protestando contra o governo federal. Os organizadores da manifestação falam em 10 mil pessoas.
Em Maringá, 6 mil foram às ruas, segundo a polícia, e 20 mil, segundo os organizadores.
Também houve atos em Cascavel, Paranavaí, Guarapuava e Foz do Iguaçu.

Manifestantes na Avenida Boa Viagem, no Recife (Foto: Camila Torres/TV Globo)Manifestantes na Avenida Boa Viagem,
no Recife (Foto: Camila Torres/TV Globo)
PERNAMBUCO
Capital
PARTICIPANTES: 40 mil, segundo os organizadores.
(ATO EM 15/3: 15,1 mil, segundo a polícia; 50,5 mil, segundo organizadores.)
COMO FOI: Dois trios elétricos e um carro de som acompanharam o ato, que começou às 14h e saiu em passeata às 15h. O percurso total foi de 3,5 km de extensão – da pracinha de Boa Viagem ao Segundo Jardim, ambos na avenida Boa Viagem, principal do bairro. O protesto acabou às 17h30.
"A principal pauta do 'Vem pra Rua' no Recife e em todo o Brasil hoje é pedir a saída da presidente Dilma, seja por renúncia, cassação ou impeachment. A resposta que o governo deu aos protestos do dia 15 de março não foi satisfatória", disse Gustavo Gesteira, um dos líderes.
Interior
Integrantes da Maçonaria realizaram uma caminhada no Centro de Caruaru, no Agreste, pela manhã. A organização estima que mais de 100 pessoas tenham participado da mobilização, que começou às 10h e durou 90 minutos. A PM calcula que 60 pessoas participaram. À tarde, um novo protesto reuniu 30 pessoas, segundo organizadores.

Manifestação em Teresina (Foto: G1)
PIAUÍ
PARTICIPANTES: 300, segundo a polícia; 1 mil, segundo os organizadores.
(ATO EM 15/3: 4 mil, segundo a polícia; 5 mil, segundo os organizadores).
COMO FOI: Em Teresina, a chuva afastou o público da segunda manifestação na Avenida Marechal Castelo Branco, em frente à Assembleia Legislativa do Piauí.

Manifestante coloca a mão no peito para cantar o Hino Nacional (Foto: Alexandre Durão / G1)Manifestante coloca a mão no peito para cantar o
Hino Nacional (Foto: Alexandre Durão / G1)
RIO DE JANEIRO
PARTICIPANTES: 10 mil, segundo a polícia; entre 20 mil e 25 mil, segundo os organizadores.
(ATO EM 15/3: 100 mil, segundo organizadores.)
COMO FOI: Manifestantes carregam faixas contra a corrupção na Praia de Copacabana. Eles marcham em direção à Praia do Leme, ocupando a pista junto à praia, que já é fechada aos domingos para lazer. Por volta das 12h30, a pista dos prédios também foi parcialmente fechada ao tráfego.
O ato, convocado por redes sociais, foi pacífico e teve apenas um tumulto, quando um homem que provocava os manifestantes com um megafone foi hostilizado e levado por PMs para a delegacia.
Interior
Foram registrados atos em Macaé, Volta Redonda, Barra Mansa, Petrópolis, Campos Goytacazes, Nova Friburgo e Resende. Um dos maiores foi em Volta Redonda, onde 300 pessoas participaram, segundo a PM, e 2,5 mil, segundo os organizadores.

Começa passeata em Florianópolis, com cerca de 600 pessoas  (Foto: G1)Começa passeata em Florianópolis (Foto: G1)
SANTA CATARINA
Capital
PARTICIPANTES: 25 mil, segundo a polícia e os organizadores.
(ATO EM 15/3: 30 mil, segundo a polícia e organizadores.)
COMO: A concentração de pessoas em Florianópolis foi no Trapiche da Avenida Beira-Mar Norte, às 16h. O grupo seguiu em passeata até as 18h10, quando encerrou o protesto.
Interior
Foram registrados protestos em Criciúma do Sul, Navegantes, Joaçaba, Criciúma, Balneário Camboriú, Chapecó, Lages, Timbó, Curitibanos, Joinville, Pomerode, São Francisco do Sul, Jaraguá do Sul, Barra Velha, Blumenau e Palmitos. O maior deles foi em Chapecó, com 2 mil participantes, segundo organizadores, e 1,5 mil, segundo a PM.

Manifestantes soltam balões nas cores verde e amarelo durante ato na Avenida Paulista, em São Paulo (Foto: Rafael Arbex/Estadão Conteúdo)Manifestantes na Avenida Paulista
(Foto: Rafael Arbex/Estadão Conteúdo)
SÃO PAULO
Capital
PARTICIPANTES: 275 mil, segundo a polícia; 800 mil, segundo os organizadores; 100 mil, segundo o Instituto Datafolha.
(ATO EM 15/3: 1 milhão, segundo a polícia e os organizadores.)
COMO FOI: A manifestação em São Paulocomeçou por volta das 12h, quando motociclistas entraram na Avenida Paulista com bandeiras brasileiras e cartazes pedindo o impeachment da presidente e o fim do Partido dos Trabalhadores. Pouco depois, caminhoneiros com faixas “Fora, Dilma” percorreram as marginais dos rios Pinheiro e Tietê ao som de suas buzinas.
Mais tarde, às 14h, a concentração de pessoas aumentou em frente ao Museu de Arte Assis Chateaubriand, o Masp. Líderes do movimento "Vem Pra Rua" discursaram em carro de som, acompanhados de aplausos e músicas como "Que país é esse", da Legião Urbana.
Assim como no dia 15 de março, crianças tiraram fotos com policiais militares, pets acompanharam seus donos e vestiram a bandeira do Brasil. Apesar de uma mulher ter sido detida por ter protestado sem roupa, o ato transcorreu sem incidentes e foi acompanhado por 1.800 policiais militares. O protesto foi encerrado às 18h15.
Em Ribeirão Preto, 15 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, chegaram à Avenida Presidente Vargas (Foto: Amanda Pioli/G1)Em Ribeirão Preto, 25 mil pessoas protestaram,
segundo a PM (Foto: Amanda Pioli/G1)
Interior
Foram registrados atos, entre outras cidades, em Sorocaba, Santos, Praia Grande, Presidente Prudente, Araçatuba, Mogi das Cruzes, Jaú, São José do Rio Preto, Jundiaí, Itu, Bauru, Piracicaba, Campinas, Indaiatuba, Atibaia, Jacareí, Limeira, Lins e Paulínia. Veja mais detalhes.
Um dos maiores protestos do interior, em Ribeirão Preto, reuniu 25 mil pessoas, segundo a polícia e os organizadores. 

Manifestação contra o governo reúne multidão em bairro nobre de Aracaju (Foto: Tássio Andrade / G1)Manifestação ocorre em bairro nobre de Aracaju
(Foto: Tássio Andrade / G1)
SERGIPE
PARTICIPANTES: 450 pessoas, segundo a polícia; 2 mil, segundo organizadores.
(ATO EM 15/3: 900, segundo a polícia; 5 mil, segundo os organizadores.)
COMO FOI: As pessoas se reuniram no Bairro 13 de Julho, em Aracaju, e realizaram um protesto contra o governo da presidente Dilma. A concentração começou por volta das 15h no Mirante localizado na Avenida Beira Mar, na Zona Sul da capital. Os manifestantes seguiram em passeata até o Parque Augusto Franco gritando palavras de ordem. O ato foi encerrado de forma pacífica, de acordo com a Polícia Militar.
“Nós fizemos o primeiro ato e nada foi feito. Ao contrário, as coisas estão piores, quadruplicaram a verba do Congresso”, disse João Carlos Lima, representante do Movimento Basta em Sergipe.

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Manifestação em Natal (Foto: G1)Manifestação em Natal (Foto: G1)
RIO GRANDE DO NORTE
PARTICIPANTES: 5 mil, segundo a polícia; 7 mil, segundo os organizadores.
(ATO EM 15/3: 12 mil, segundo a polícia; 40 mil, segundo os organizadores.)
COMO FOI: O protesto começou às 16h30, com concentração no Tirol, zona Sul de Natal. Com faixas e cartazes, os manifestantes criticaram a gestão petista na administração federal. Em meio ao ato público, algumas pessoas pediram o impeachment de Dilma. Outras chegaram a defender uma intervenção militar para destituir o governo do PT.
Por volta das 17h, os manifestantes deixaram o local de concentração e seguiram em direção à avenida Amintas Barros, também na zona Sul. O protesto em Natal foi encerrado por volta das 18h.

Manifestantes pede por impeachment em Porto Alegre (Foto: Felipe Truda/G1)Manifestantes pede impeachment em Porto Alegre
(Foto: Felipe Truda/G1)
RIO GRANDE DO SUL
Capital
PARTICIPANTES: 35 mil, segundo a polícia; entre 35 mil e 40 mil, segundo organizadores.
(ATO EM 15/3: 100 mil, segundo a polícia; 120 mil, segundo os organizadores.)
COMO FOI: Com faixas e vestindo verde e amarelo, manifestantes fizeram umacaminhada pelas ruas de Porto Alegre e encerraram o ato por volta das 18h, no Parcão.
Com dois carros de som, os organizadores discursaram e pediram que ninguém participasse do protesto que pede intervenção militar.  "Não sigam esses golpistas", diz o porta-voz, que puxa o grito de "democracia".
Mais cedo, um grupo pró-Dilma fez um coxinhaço em Porto Alegre. Participaram 20 pessoas, segundo a polícia; e 200, segundo organizadores.
Interior
Houve manifestações em cidades do interior: Campo Bom, Erechim, Novo Hamburgo, Caxias do Sul, Santa Maria, Rio Grande, Uruguaiana, Bento Gonçalves, Santa Cruz do Sul, Pelotas e Bagé. Em Caxias do Sul, na Serra, cerca de 4,5 mil pessoas se reuniram na Praça Dante Alighieri, segundo a Brigada Militar e a organização do evento.

RONDÔNIA
PARTICIPANTES: 900, segundo a polícia; 1 mil, segundo os organizadores.
(ATO EM 15/3: 15 mil, segundo a polícia; 10 mil, segundo manifestantes.)
COMO FOI: Em Porto Velho, os manifestantes saíram do ponto de concentração, na Praça das Três Caixas D'água, por volta das 16h30, e encerraram o protesto na Praça da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, no Centro da cidade.

Manifestantes se reúnem na Praça dos Girassóis, em Palmas (Foto: Marcos Martins/G1)Manifestantes em Palmas (Foto: Marcos Martins/G1)
TOCANTINS
Capital
PARTICIPANTES: 350, segundo a polícia; 1,2 mil, segundo organizadores.
(ATO EM 15/3: 10 mil, segundo a polícia; 18 mil, segundo organizadores.)
COMO FOI: A concentração de manifestantescomeçou por volta das 16h, na praça dos Girassóis, centro de Palmas. Com faixas, cartazes e até trio elétrico, eles pediram o fim da corrupção e alguns defenderam a intervenção militar. Os manifestantes também gritaram palavras de ordem contra a presidente Dilma Rousseff e pediram pelo impeachment dela. O protesto na capital terminou por volta das 18h30.
Interior
Em Araguaína, a concentração de pessoas para o protesto começou por volta das 15h30 e terminou por volta das 17h20. A estimativa da ONG SOS Liberdade, que organizou o protesto, é que 50 pessoas foram à Praça do Galo.