Auditores fiscais forçavam empresas a adquirir notas fiscais frias, diz MP


Emissão de notas frias era para gerar créditos de ICMS, segundo o MP-PR.
Valor era repassado para os auditores fiscais, conforme investigações.

Do G1 PR, com informações da RPC Londrina
Auditores fiscais exigiam que empresas adquirissem notas fiscais frias, aponta uma investigação do Ministério Público do Paraná (MP-PR). Esses auditores participavam de um esquema de corrupção instalado dentro da Receita Estadual em Londrina, no norte do estado, segundo a promotoria.
Segundo as investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), um grupo de auditores fiscais visitava grandes empresas e ameaçava fazer autuações milionárias. Para não aplicar as multas, os auditores exigiam dinheiro.
Conforme o MP-PR, a emissão de notas frias gerava créditos de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para empresas. Depois, essas empresas descontavam créditos do valor total de impostos que elas precisavam recolher para os cofres do Estado.
Ainda conforme a promotoria, uma empresa foi aberta para acobertar o esquema de pagamento de propina e de sonegação de impostos. A Tarfil, supostamente especializada em sucata de alumínio e que no papel movimentava milhões de reais e grandes volumes de mercadorias, tem a sede em uma sala pequena em Londrina, sem depósito e nem funcionários.
Para o MP-PR, a Tarfil, foi aberta no nome de Tatiane Vieira, usada como “laranja”. Em depoimento ao MP-PR, Tatiane Vieira, que trabalha como copeira no 2º Comando Militar Regional, disse que teve os documentos usados e que não sabia de nada.
Conforme a promotoria, a empresa de fachada foi aberta por um contador para atender um pedido do auditor Luiz Antonio de Souza, um dos dez fiscais presos suspeitos de envolvimento no esquema.

“Iniciou-se em um valor menor, e chegou a R$ 2 milhões por mês de geração de notas frias exigidos pela organização criminosa. Sobre cada uma das notas era incidido uma cobrança de propina que variava de dois a dez por cento”, explica a promotora Leila Schimiti.
O Ministério Público do Paraná já identificou negócios da Tarfil com empresas de vários setores. Em um dos casos, ainda segundo o MP-PR, a Tarfil emitiu, durante quatro anos, dezenas de notas fiscais frias para um grupo que possui várias empresas no setor de alumínio.
O MP-PR também investiga outros contratos sob suspeita. Entre os documentos apreendidos na casa do auditor Luiz Antônio de Souza, os promotores encontraram cheques para a Tarfil emitidos por uma indústria e importadora de alumínios.
Somados, segundo as investigações, os valores passam de R$ 100 mil. Em depoimento, o dono da empresa disse que os cheques foram usados para pagamento de matéria-prima. Porém, o contador que criou a Tarfil disse aos promotores que os cheques apreendidos eram referentes a pagamento de propina.
A promotoria investiga ainda por que essa indústria de alumínios comprava pela Tarfil e retirava o material em outra empresa, a Alumpar, que também funciona em Londrina e trabalha oficialmente com reciclagem de alumínios.
62 pessoas foram denunciadas
O Ministério Público do Paraná  encaminhou à Justiça na segunda-feira (13) denúncia sobre o suposto esquema de corrupção na Receita Estadual de Londrina. Ao todo, 62 pessoas foram denunciadas, conforme o MP-PR.
Segundo o promotor Claudio Esteves, 70 fatos criminosos foram descritos na denúncia, dentre eles cerca de 25 crimes de corrupção passiva praticados por este grupo, além de uma série de outros delitos, dentre eles o de formação de organização criminosa, falso testemunho, falsidade ideológica e violação de sigilo funcional.
As investigações do MP-PR sobre o caso começaram há dez meses. A operação, chamada Publicano, visa um suposto esquema de recebimento de vantagens indevidas dentro da Receita Estadual.
De acordo com a promotoria, um grupo dentro da Receita Estadual protegia a sonegação fiscal de empresários em troca de propina. A investigação ainda não identificou o possível valor desviado.
Durante as fases da operação foram cumpridos mais de 20 mandados de prisão. Entre as pessoas que foram presas, estão oito funcionários da Receita Estadual, sendo sete auditores, um policial civil, um contador e empresários.

Ônibus com trabalhadores rurais bate de frente com carro na rodovia PR-218


Condutor do carro, um médico de Paranavaí, morreu no local do acidente.
Acidente ocorreu nesta quinta (16), entre Amaporã e Planaltina do Paraná.

Do G1 PR
Motorista do carro não resistiu aos ferimentos e morreu no local do acidente (Foto: Divulgação)Motorista do carro não resistiu aos ferimentos e morreu no local do acidente (Foto: Divulgação)
Um homem de 55 anos morreu em um acidente entre um carro e um ônibus na rodovia PR-218, entre Amaporã e Planaltina do Paraná, no noroeste do Paraná, nesta quinta-feira (16). De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o automóvel invadiu a pista contrária e bateu de frente com o ônibus que levava trabalhadores rurais.
A vítima era médico e trabalhava em Paranavaí, segundo o Corpo de Bombeiros. O corpo foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Paranavaí. Nenhum passageiro do ônibus ficou ferido.
À polícia, o motorista do ônibus disse que voltava de Amaporã, e não conseguiu desviar do carro, que seguia, em sentido contrário, na mesma faixa do ônibus. O condutor informou ainda que o automóvel não ultrapassava outro veículo na hora do acidente.

Lotérica 'pé quente' dá sorte a mais um apostador da Mega-Sena no PR


Sábado (11), bolão acertou as seis dezenas; quarta (15), jogo fez a quina.
Depois do prêmio maior, movimento em lotérica de Toledo cresceu 30%.

Fabiula WurmeisterDo G1 PR
Dono da lotérica em Toledo (PR) diz que já pensa em fazer outra faixa para atrair mais apostadores (Foto: Juliano Aquiyana / Arquivo pessoal)Dono da lotérica em Toledo (PR) diz que já pensa em fazer outra faixa para atrair mais apostadores (Foto: Juliano Aquiyana / Arquivo pessoal)
A lotérica em Toledo, no oeste do Paraná, onde foi feita a aposta ganhadora da Mega-Sena sorteada no sábado (11) e que pagou R$ 47,3 garantiu mais um prêmio, desta vez a quina. De acordo com o proprietário, Juliano Aquiyana, a casa já é considerada "pé quente" e, por isso, está sendo mais procurada. Nos últimos dias, o movimentou aumentou cerca de 30%.
“Tenho uma lotérica há oito anos em outra região da cidade. Quando as pessoas ficam sabendo que a que deu sorte foi a outra, aberta há quatro anos, algumas fazem uma aposta pequena naquela e fazem mais algumas ‘só para garantir’ nesta de onde saiu a aposta ganhadora, ainda mais que a Mega-Sena acumulou de novo”, conta. “Tem muita gente procurando e querendo aproveitar a nossa boa fase”, comemora o empresário.

Aquiyana explicou que a confirmação da nova aposta ganhadora foi feita por e-mail. “Das cerca de 140 lotéricas da regional, saiu uma quina aqui para
 Toledo, com bilhete único de seis dezenas, e outra para Cascavel”, completou. “Estou pensando em fazer mais uma faixa, para atrair ainda mais apostadores e, quem sabe, com mais jogos, garantir a sorte para mais pessoas.”
Além do prêmio principal de R$ 46.904.093,93, o grupo de 20 apostadores que participou do bolão vencedor acertou ainda 25 quinas e 90 quadras, totalizando R$ 47,3 milhões. Cada apostador receberá R$ 2,36 milhões. Segundo a assessoria de imprensa da Caixa, a maioria dos prêmios já foi retirada. Os dez números do jogo foram escolhidos pelo próprio sistema de apostas e custou R$ 100.
Confira as dezenas sorteadas do concurso 1.695: 24 - 36 - 38 - 43 - 44 - 58.
No total, 128 bilhetes acertaram cinco dezenas e levaram o prêmio de R$ 22.201,93 cada. Outros 8.910 acertaram a quadra e cada aposta receberá R$ 455,64. O próximo concurso, no sábado (18), está com prêmio acumulado em R$ 33 milhões.

Empresário confirma esquema denunciado em operação do Gaeco


O empresário Valmor Garcia disse que licitação foi dividida entre empresas.
Gaeco denunciou 22 pessoas e desenvolve mais sete investigações.

Do G1 PR, com informações da RPC Guarapuava
O empresário Valmor Garcia, de Guarapuava, na região central do Paraná, confirmou o esquema denunciado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ligado ao Ministério Público do Paraná (MP-PR), sobre o direcionamento de licitações da prefeitura. A Operação Salvação foi deflagrada em 2013, e na segunda (13) e terça-feira (14), foram feitas as primeiras denúncias à Justiça.
A operação recebeu o nome de “Salvação” porque começou na investigação do palco da encenação da Paixão de Cristo, em março de 2013, que também teria sido montado após irregularidades no processo licitatório, segundo a investigação do Gaeco. O Gaeco relacionou 22 pessoas em seis denúncias oferecidas à Justiça, e outras sete investigações estão em andamento.

Garcia executou serviços que não tinha ganhado no processo licitatório, com a permissão do secretário. “Eu perguntei, mas isso não vai dar problema? E ele disse com todas as letras, não tem problema nenhum”, afirmou. Em uma ligação, Garcia conversa com o empresário João Acir, que também participava da licitação, e fala em “dividir o bolo”. Cada empresa ficaria com R$ 50 mil, segundo a proposta relatada na conversa interceptada pelo Gaeco.
O Gaeco chegou ao empresário por meio de telefonemas interceptados com autorização da Justiça. Conforme Garcia, o pregão 150/2013, que era destinado à escolha de empreiteiras para a execução de reformas de prédios públicos, foi dividido entre sete empresas. A divisão foi feita, de acordo com Garcia, a pedido do então secretário municipal de Obras, Edson Sanchez, que foi exonerado do cargo e é um dos denunciados pelo Gaeco.
O empresário João Acir não foi localizado pela reportagem, enquanto a defesa de Edson Sanchez disse que não vai se pronunciar sobre o caso porque não teve acesso à denúncia.
Suspeita de falsificação
O Gaeco também investiga, na Operação Salvação, a reforma de telhados de duas escolas municipais. Em uma ligação obtida pelos promotores do Gaeco, a então secretária municipal de Educação, Sandra Zanette, combina com a engenheira civil da prefeitura, Eleane Aparecida Bischof Keche, como o laudo de destelhamento do telhado de uma escola deve ser informado à prefeitura.
“Então, você faça de conta que destelhou inteiro, tá Eleane?”, diz a secretária no telefonema. Conforme o Gaeco, o laudo da reforma dos telhados de duas escolas foi falsificado. A secretária disse, por telefone à reportagem, que orientou a engenheira a informar o destelhamento total no laudo porque precisava trocar a cobertura, que estava comprometida por cupins. Ela ainda negou as acusações do Gaeco. A engenheira não foi localizada pela reportagem.

PF diz que cunhada foragida de Vaccari vai se entregar na sexta-feira


Segundo delegado, advogados de Marice Lima comunicaram entrega.
Ela é suspeita de ser destinatária do dinheiro do esquema na Petrobras.

Erick GimenesDo G1 PR
Os advogados de Marice Correa de Lima, cunhada do tesoureiro afastado do PT João Vaccari Neto, comunicaram à Polícia Federal (PF) que ela se entregará na sexta-feira (17), dois dias após ter mandado de prisão temporária expedido contra ela. A informação foi confirmada na tarde desta quinta-feira (16) pelo delegado da PF em Curitiba Igor Romário de Paula.
Até o começo desta tarde, Marice ainda era considerada foragida pela polícia. De acordo com as investigações do Ministério Público Federal (MPF), ela é suspeita de ser destinatária do dinheiro do esquema de corrupção na Petrobras.
Segundo o Ministério Público Federal, a cunhada de Vaccari comprou um apartamento por R$ 200 mil, e o vendeu para a empresa OAS por R$ 400 mil, conforme as investigações. O mesmo imóvel havia sido vendido pela empreiteira por um valor menor.
“Aparentemente, é uma operação típica de lavagem de dinheiro”, explicou o promotor do MPF Carlos Fernando dos Santos Lima.
João Vaccari Neto foi preso na quarta-feira (15), na 12ª fase da Operação Lava Jato, ao sair para se exercitar em São Paulo. Ele foi levado para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde permanece preso.
O tesoureiro afastado do PT é suspeito de ter papel semelhante ao do doleiro Alberto Youssef no esquema de corrupção, desvio e lavagem de dinheiro na Petrobras. Desde que surgiram as denúncias, no ano passado, Vaccari tem negado a participação dele e de familiares no esquema.
De acordo com a Polícia Federal e com o Ministério Público Federal (MPF), Vaccari está envolvido nos crimes de desvio de dinheiro na Petrobras, possivelmente, desde 2004.

Secretário admite que modelo de policiamento das UPS falhou no PR


Francischini diz que unidades devem ser trocadas por módulos móveis.
Modelo implantado há três anos foi espelhado nas UPPs do Rio de Janeiro.

do G1 PR, com informações da RPC
Com estrutura precária, baixo efetivo, e uma série de denúncias, as Unidades Paraná Seguro (UPS) passaram a ser gradativamente substituídas por módulos móveis de polícia. O secretário de segurança pública do Paraná, Fernando Francischini, admite que o modelo de policiamento das UPS, inaugurado há três anos, não funcionou da forma que o governo esperava.

O objetivo do modelo era atuar conforme as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio de Janeiro, aproximando a polícia da comunidade. Na previsão do governador Beto Richa (PSDB), a ideia era atuar de forma integrada e ampliar serviços públicos, como creches e escolas. Três anos depois, porém, as expectativas não se confirmaram.
A primeira UPS foi implantada em Curitiba, no bairro Uberaba, em março de 2012. A ação teve início com uma operação que envolveu 450 policiais, cavalaria, helicóptero e apoio da Guarda Municipal. Depois dela, foram implantadas mais nove UPS em Curitiba, duas na Região Metropolitana, uma em Cascavel, oeste do estado, e uma em Londrina, no norte. Desde 2013, no entanto, nenhuma nova unidade foi instalada.
“Aqui no bairro Tatuquara não existe, porque a UPS está abandonada no local. Às vezes quando a gente vê dois policiais por ali é muito”, reclama um morador.  À época do lançamento das UPS, o governo prometia a atuação de 30 policiais no local. “Trinta policiais só se for no quartel, porque aqui não tem”, rebate o morador.
Unidade foi a primeira a ser instalada no Paraná  (Foto: Adriana Justi / G1)Unidade do Uberaba foi a primeira a ser instalada
no Paraná (Foto: Adriana Justi / G1)
O secretário Francischini admite a redução do efetivo, mas atribui a queda à mudança no foco de atuação das unidades. “Agora a política é de mobilidade dentro daquela região. Aquele policial sozinho precisa ter a infraestrutura de comunicação. Nós precisamos ter a reorganização da manutenção das viaturas e o custeio da Secretaria de Segurança. Nós fizemos um replanejamento e espalhamos esses policiais nas áreas das UPS”, justificou.
As queixas também são feitas pelos policiais que atuam nas UPS, especialmente com relação à estrutura de trabalho disponível. “Eles simplesmente largam você numa caixa de fósforos, que a gente chama de UPS, que eles chamam de UPS, e você é largado lá, somente um policial, para você ficar atendendo como se fosse um atendente. Você não atende a ocorrência, você não despacha, você não faz nada”, reclama um policial que não quis se identificar.
Atuando sozinhos, os policiais de plantão nas UPS só têm autonomia para dar orientações. Para atender a ocorrências, por exemplo, é preciso pedir por reforço. A situação se agrava em casos como da UPS da Vila Osternack, que não possui telefone, e do Uberaba, onde os carros de polícia estão parados sem manutenção. No Parolin a estrutura da UPS foi retirada e colocada na Praça Afonso Botelho, no bairro Água Verde, a mais de dois quilômetros do Parolin.
Diante dos problemas, não são raros os casos em que a comunidade passou a ajudar os policiais das UPS com móveis, eletrodomésticos, consertos de viaturas e até comida. “Infelizmente hoje as UPS não dispõem de uma estrutura básica para o trabalho policial na rua. Seja de viaturas, seja na parte de uniformes, que faz três anos que a corporação não paga uniformes, seja na parte de armamento, na parte de qualquer auxílio logístico que o policial militar necessita ali”, critica outro policial que pedi sigilo da identidade.
Questionado, o secretário de segurança confirma a situação precária das UPS. “Hoje está muito ruim a estruturação das Unidades Paraná Seguro. Eu tenho me dedicado dia e noite com uma nova equipe para dar a mobilidade, que é necessária, a estruturação do policial. É difícil um policial trabalhar num ponto fixo sem o mínimo de comunicação. E outra, a população não enxergar aquele policiamento num ponto em que existia uma grande quantidade de policiais”, admite Francischini.
Mapa da violência
Nesta quinta-feira  (16), a Secretaria de Segurança Pública (Sesp) divulgou o número de assassinatos por bairro de Curitiba, no primeiro trimestre de 2015. O número de mortes violentas caiu 17% na comparação com o mesmo período de 2014, com 131 mortes violentas.
Dentre os bairros com mais mortes em 2015 a Cidade Industrial de Curitiba teve o maior número de registros – 14 assassinatos. O bairro conta com cinco UPS. Na sequência vêm o Sítio Cercado, com 11 mortes, Prado Velho, com dez, Cajuru, com oito, Uberaba, com sete, e Alto Boqueirão, também com sete.
Destes, apenas o Alto Boqueirão não conta com UPS.

Avião faz pouso forçado em canteiro central de rodovia em Catanduva


Incidente aconteceu próximo à base da Polícia Rodoviária Estadual.
Segundo bombeiros, duas pessoas estavam no avião e não se feriram.

Do G1 Rio Preto e Araçatuba
Mesmo com a queda, o trânsito não foi paralisado (Foto: Cristian Marques/ Divulgação)Mesmo com a queda, o trânsito não foi paralisado (Foto: Cristian Marques/ Arquivo pessoal)
Um avião de pequeno porte fez um pouso forçado no início da noite desta quinta-feira (16) no canteiro central da rodovia Washington Luiz, no trecho próximo a Catanduva (SP). O incidente aconteceu perto da base da Polícia Rodoviária Estadual.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, duas pessoas estavam na aeronave, de prefixo PP-HRH, e não tiveram ferimentos. O incidente aconteceu perto do aeroporto da cidade.
O piloto, Paulo Eduardo Ravazzi, de 35 anos, disse à equipe de reportagem da TV TEM que tinha acabado de decolar quando o motor da aeronave começou a falhar e perdeu força. Ainda segundo o piloto, o voo seria de instrução.

O aeroclube da cidade informou que pretendia retirar o avião do canteiro central e levar ao angar do clube, que fica próximo ao local do pouso, mas a polícia aguarda a liberação do Cenipa para a retirada. Até às 22h, não houve liberação e o avião continuava no canteiro central da rodovia.
Mesmo com o avião caído no canteiro central, o tráfego não foi interrompido no local. A Polícia Rodoviária Estadual afirma que aguarda uma posição do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) para fazer a retirada da aeronave.
Avião parou no canteiro central da rodovia Washington Luiz (Foto: Cristian Marques/ Divulgação)Avião parou no canteiro central da rodovia Washington Luiz (Foto: Cristian Marques/ Arquivo pessoal)
Avião fez um pouso no canteiro central da rodovia (Foto: Divulgação)Avião fez um pouso no canteiro central de rodovia em Catanduva (Foto: Arquivo Pessoal)