Seis anos após transplante de rim, mulher renova votos com o homem que salvou sua vida



Ju e Leo renovam os votos de casamento no mesmo dia em que se casaram no civil e é o filho, de quase 18 anos, quem leva a mãe ao altar


Ju e Leo (Foto: Reprodução)


A história é digna de novela, daquelas de prender o telespectador do início ao fim. É de fazer chorar, de torcer pela mocinha e se emocionar pra valer. Mas, sobretudo é um exemplo de cumplicidade, respeito e como todo conto de fadas, também tem happy end.
 

Sábado, 18 de abril de 2015. Oito e meia da noite. Ao som de Somewhere Over the Raibow, Juliana Lacerda seguiu em direção ao noivo, Leonardo Leocadio – mas aqui vamos adotar Ju e Léo - em um sensual tomara que caia branco aos olhos da família e amigos. Ela já tinha casado com o mesmo homem 17 anos atrás, na mesma data. Dia 18 de abril de 1998, Ju e Leo assinavam a papelada no civil. “Foi mágico depois de tantos anos casar com Leo de novo. E me emocionei muito em ter meu filho Lucca, agora com quase 18 anos, me levando pro pai dele. Sem falar da felicidade em estar com os mesmos amigos de quase 20 anos ali. Pessoas que acompanharam a nossa história desde o começo”, conta.

Amor e superação
Ju tem várias datas pra comemorar como ela mesma diz. A de aniversário, as de casamento e principalmente, a de renascimento. Há seis anos, ela foi vítima de uma doença grave e pra sobreviver precisou de um transplante de rim. Apesar de relutar bastante em ter a ajuda de Leo, ele foi seu doador, seu anjo da guarda. “Acredito que o Léo se tornou parte de mim. Eu tinha 16 anos quando fui diagnosticada com rins policísticos, a mesma doença que destruiu os órgãos da minha mãe e da minha irmã. Mas ela se agravou quando eu já estava casada. Estouraram vários cistos e por causa disso eu vivia com infecções urinárias e sentia cólicas horríveis. Foi difícil. Eu sempre ficava internada e praticamente fiquei dois anos morando em um hospital.”

Em todos os momentos de angústia o Léo nunca saiu do seu lado. Ela contava com a sua ajuda pra tudo: comer, tomar banho, fazer companhia, se divertir e até passear pra tentar distrair um pouco. “Ele foi fundamental pra diminuir todo o meu sofrimento e nunca ficava de mau humor ou reclamando da situação. Ali vi que ele era o homem da minha vida.”

Mas antes disso, Ju passou por um período de questionamentos e enfrentou uma barra emocional muito forte. Ela descobriu a doença no auge da felicidade tanto na área pessoal quanto na profissional. Com cistos inflamados, a barriga ficava inchada e influenciava de forma significativa na sua autoestima. “Eu me sentia horrorosa, parecia que estava grávida de gêmeos. E mesmo assim eu e Leo nunca perdemos o interesse um pelo outro.”

Ju e Leo (Foto: Reprodução/Facebook)

As dores aumentaram e a notícia do transplante caiu como uma bomba! Pesquisas na internet e conversas com a família não deixaram Juliana mais calma. E pior: sem o transplante só restava a opção da hemodiálise. “Cheguei a fazer a primeira sessão e ele passou todo o tempo segurando a minha mão, mas não queria aquela realidade pra mim.”

Apesar da oferta de doação do marido, Ju nem sequer aceitava pensar na possibilidade. Como a família sofria de problemas renais críticos, sua principal preocupação e receio seriam que o filho, na época com 11 anos, também sofresse com a doença. No caso, ela preferia que o pai se preservasse. Sem falar no emocional, da responsabilidade de autorizar que alguém fizesse algo tão definitivo por ela, de ter a obrigação de fazer dar certo e tudo mais. Era um mix de sensações. “Quando o médico falou que eu não teria muito tempo de vida resolvi aceitar a atitude generosa do Leo. Foram dois meses pros exames de compatibilidade. Só rezava pra que não acontecesse nada com o meu marido. Quando acordei na sala de recuperação só gritava por seu nome. Ficamos em quarto separados, mas ele me visitava todo dia. Ele teve alta em sete dias e eu só depois de um mês pra ver se eu não teria qualquer problema de rejeição. E é claro, que ele não arredou o pé de lá. Fizesse sol ou chuva ele estava no hospital tentando deixar aquela experiência o mínimo agradável." 

Efeitos do coração no pós-cirurgia
“É muito difícil você entender e contextualizar tudo o que se passa na sua cabeça. Eu já não sabia se sentia amor de verdade ou apenas gratidão. Me sentia responsável pela felicidade do homem que salvou a minha vida. Foram três anos vivendo em função daquele gesto. Mesmo que ele fizesse coisas que me desagradassem eu tentava ignorar por achar que nunca mais poderia ficar brava com aquele homem. Mas aos poucos as coisas foram voltando ao normal e consegui vê-lo como um parceiro comum sem associar a imagem de superhomem. Sempre serei grata, mas continuo pegando no pé quando ele faz coisas que me tiram do sério. A vida de casal voltou a ser como antes e meu amor por ele só aumentou.“

ju e leo (Foto: Reprodução/Facebook)

Onde tudo começou...
Ju e Léo, 36 anos, dividem um passado repleto de superações. Resumindo: se conheceram ainda na adolescência, aos 14, namoraram e tiveram um filho, Lucca, aos 18. A relação não deu certo e quatro anos depois o relacionamento acabou. “Éramos muito jovens. E eu não achava justo ficar cuidando de um bebê enquanto ele queria sair pra curtir. A separação foi consensual e continuamos muito amigos”, explica.

Mas o destino os manteve por perto. Ju continuou na casa onde moravam e Leo ficou e um apartamento no mesmo prédio. Eles se viam sempre e até trocavam conselhos amorosos. Ju chegou a conhecer outra pessoa com quem viveu por cinco anos. Eles chegaram a ter uma filha, que infelizmente morreu após seis meses. O casamento não vingou e foi Leo quem consolou Juliana. Aí, vocês já imaginam o final, certo? Eles reataram a história de amor que tinha sido interrompida. Apesar de serem um casal tipo Eduardo e Mônica, o amor, a admiração e o respeito mútuo fizeram com que o destino deles se encontrasse de novo.  “Na época que casamos não tínahmos dinheiro pra festa e então resolvemos fazer agora. Estou feliz por ter o meu filho nos meus dois casamentos com o Leo. No primeiro, ele era um bebê e agora acompanhou a nossa felicidade de perto. Acho que me diverti mais do que todos nessa noite. Não saímos da pista, meu vestido até ficou preto. Foi uma celebração de amor pela vida.”



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Dívidas da União com Paraná já passam dos R$ 2,4 bilhões


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As dívidas do governo federal com o Paraná já alcançam R$ 2,4 bilhões em 2015. São R$ 439 milhões devidos como compensação da desoneração de ICMS nas exportações; R$ 520 milhões para o custeio das ações de saúde e outros R$ 433 milhões referentes à mudança do indexador e dos juros da dívida renegociada com a União. Aos municípios paranaenses, a União deve mais R$ 1 bilhão em restos à pagar – pagamentos de obras e serviços nas áreas de educação, saúde e infraestrutura.
“É um absurdo. A União não pode fazer o seu ajuste fiscal à custa do Paraná e da sua população”, afirma o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa.
Ele ressalta que é urgente a regulamentação da mudança do indexador e dos juros das dívidas dos estados e municípios, aprovada no ano passado. “Não podemos acatar a proposta de que isso aconteça somente em 2016”, diz o secretário. Pela nova lei, as dívidas estaduais e municipais com a União seriam corrigidas pelo IPCA mais juros de 4% ao ano, limitada à variação da Selic.
ECONOMIA – O Paraná contraiu um financiamento de R$ 5,6 bilhões em 1998, com pagamento em 30 anos, corrigidos pela variação do IGP-DI mais 6% de juros ao ano. Já pagou até março de 2015 um total de R$ 12,6 bilhões e continua a dever R$ 9,3 bilhões. Ou seja, a soma do que já foi quitado e do que ainda terá de desembolsar chega a R$ 22 bilhões.
Com a mudança já aprovada, o Paraná teria uma economia de R$ 151,3 milhões em 2015 e ainda receberia de volta R$ 282,5 milhões pagos a mais em 2013 e 2014. Até 2028, a diferença chegaria a R$ 3 bilhões em favor do Paraná, por isso a necessidade de que a regulamentação não seja mais adiada.
EXPORTADORES – No ano passado, a União deixou de pagar R$ 108,2 milhões referentes ao auxílio financeiro aos estados exportadores (valor que inclui a parcela dos municípios).
Os repasses da Lei Kandir também não foram feitos no primeiro trimestre de 2015, acrescentando R$ 49,2 milhões à dívida. De abril a dezembro, outros R$ 147,5 milhões teriam de ser transferidos ao Paraná referentes a compensações da Lei Kandir (que causou perdas na arrecadação de impostos estaduais) e mais R$ 134,4 milhão deveriam ser pagos como auxílio financeiro devido por desonerações nas exportações.
No caso das dívidas de R$ 520 milhões com a área de saúde, várias despesas de responsabilidades da União não foram repassadas, inclusive as relativas a medicamentos de alto custo, que o estado teve de custear.
No último encontro do Codesul, em Campo Grande (MS), os governadores da região trataram dessas e de outras pendências no relacionamento com a União.
Além do fim dos atrasos nos repasses, os estados vão pedir a isenção da contribuição ao Pasep, mudanças nas regras de pagamento de precatórios e na utilização de depósitos judiciais, além da desvinculação constitucional de 20% da receita de estados e municípios.

Richa anuncia a criação de três novos parques na região metropolitana


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O Governo do Paraná lança nesta quinta-feira (23) um edital para a contratação dos projetos executivos de três novos parques na Região Metropolitana de Curitiba, que serão construídos para preservar as áreas de manancial. A proposta foi apresentada nesta segunda-feira (20) ao governador Beto Richa pelo secretário estadual do Desenvolvimento Urbano, Ratinho Junior, e pelo diretor-presidente da Comec, Omar Akel. “Os projetos demonstram a preocupação do Governo do Estado com a preservação ambiental na Região Metropolitana de Curitiba. Queremos dar condições de preservar a qualidade da água para as futuras gerações”, afirmou Richa.
O Parque Ambiental do Iguaçu ficará em São José dos Pinhais, o Parque Ambiental Piraquara, em Piraquara, e o Parque Natural do Iguaçu, em Araucária. Os estudos para a implantação dos parques foram desenvolvidos pela Comec e apresentados ao Ministério das Cidades que vai custear, a fundo perdido, a elaboração dos projetos por meio do PAC-2.
O secretário do Desenvolvimento Urbano disse que os novos espaços vão melhorar as áreas de drenagem na região metropolitana, preservando a mata nativa e ajudando na contenção das enchentes. “Além da questão da drenagem, que vai evitar as enchentes, também levaremos lazer e mais qualidade de vida para as pessoas”, disse Ratinho Junior. “Estes locais irão contar com pistas de caminhada, playground, ciclovia e uma grande área para as famílias descansarem a aproveitarem a natureza”, explicou.
NOVOS PARQUES – Além dos três parques, há ainda previsão de implantação de outros dois parques na região. O Parque Ambiental Palmital, em Pinhais, cujo projeto executivo já foi elaborado e o Parque Metropolitano do Iguaçu, uma expansão do já existente Parque Iguaçu, em Curitiba, contemplando, dessa vez, os municípios de São José dos Pinhais e Piraquara.
“A Comec prega, há muito tempo, a necessidade de controlar os mananciais da região metropolitana, primeiro com medidas de regulação e agora com o estabelecimento desses parques de drenagem”, explicou Omar Akel. Após a elaboração dos projetos executivos, que deve durar de seis a oito meses, serão anunciadas as datas e o valor da implantação dos parques. “Iremos buscar recursos em parceria do Governo do Estado com o governo federal para a construção dessas novas áreas de lazer e preservação”, ressaltou Akel.

Delação premiada de André Vargas faz tremer tigrada do PT


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A moçada do PT paranaense entra em surto quando se fala em delação premiada de André Vargas. Todos, com honrosas exceções do hoje chamado “PT do Bem”, sabem que se ele abrir a boca a cobra vai fumar, a vaca vai tossir e tudo o mais vai para o brejo.
Pois, pois, a chance do ex-deputado André Vargas (ex-PT) fazer delação premiada está reforçada até porque ele tem, como advogada, Nicole Trauczynski, a mesma que defendeu Enivaldo Quadrado, do mensalão.
Na época, ao colaborar, ele recebeu os devidos benefícios na pena. Mesmo que Vargas não tope, o PT vai afundando cada vez mais numa investigação que ameaça não parar tão cedo. Detalhe: Vaccari é, hoje, o elo mais forte de ligação entre candidatos petistas e o escândalo da Petrobras.

MC Gui sofre acidente em show, mas tranquiliza fãs: 'Estou bem'


Cantor tentou fazer uma cambalhota durante sua apresentação em Itatiba, São Paulo, e acabou caindo no palco.

Aline Pollilo e Tatiana Regadasdo EGO, no Rio
 O cantor MC Gui se feriu durante sua apresentação em Itatiba, no interior de São Paulo, neste domingo, 19. O cantor tentou fazer uma cambalhota durante seu Show na Festa do Caqui, mas caiu no meio do palco, colocando fim à apresentação. Segundo as imagens do vídeo, Gui tenta pegar impulso em um de seus dançarinos, mas parece que ele deixa escapar os pés do cantor. 

Comunicado no Facebook
Na madrugada desta segunda-feira, 20, Gui usou seu perfil no Instagram para tranquilizar seus fãs. "Hoje aconteceu um acidente no show em Itatiba, mas já estou sendo medicado e graças a Deus estou bem! Foi um grande susto... Obrigado pelo carinho de todos".
Procurada pelo EGO, a assessoria do cantor explicou que, após ser atendido por socorristas em Itatiba, MC Gui foi levado para o Hospital São Luiz do Jardim Anália Franco, na Zona Leste de São Paulo, e passa bem. Por conta do ferimento, ele cancelou a agenda de shows desta semana. Ainda de acordo com a assessoria, o artista não está com gesso e não sofreu fraturas, ficando apenas com ataduras. Ele vai ficar de repouso por orientação médica. A coreografia faz parte do show e costuma ser sempre executada pelos dançarinos e por Gui.
Um comunicado foi postado no Facebook do artista. "Em virtude do acidente ocorrido em Itatiba, comunicamos que MC Gui ficará ausente de suas atividades até a sexta feira dia 24/04/2015. Aproveitamos para agradecer ao pronto atendimento do nosso artista pela equipe socorrista de Itatiba. Nosso carinho a todos os fãs e a todas as pessoas que se preocuparam com nós (sic). breve recuperação."
Público chocado
Flavin Mariz, que assistia ao show, viu tudo de perto e fez imagens. Ele contou ao EGO que um dos dançarinos cruzou as mãos para dar impulso a MC Gui, que na hora de virar acabou errando e caindo para trás. "Ele [MC Gui] se levantou e saiu do palco correndo, meio que mancando", disse Mariz. Ele falou ainda que parte do público ficou chocado e preocupado com o artista, mas também houve quem risse da situação.
MC Gui (Foto: Reprodução/ Instagram)MC Gui (Foto: Reprodução/ Instagram)
MC Gui (Foto: Reprodução/ Facebook)MC Gui (Foto: Reprodução/ Facebook)
MC Gui (Foto: Reprodução/ Facebook)MC Gui (Foto: Reprodução/ Facebook)
MC Gui (Foto: Reprodução/ Facebook)MC Gui (Foto: Reprodução/ Facebook)
Mc Gui (Foto: Reprodução/Facebook)Mc Gui (Foto: Reprodução/Facebook)
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Mc Gui (Foto: Reprodução/Facebook)Mc Gui e seus dançarinos antes do acidente em Itatiba (Foto: Reprodução/Facebook)

Prefeitura de Colombo anuncia corte de 20% nos custos administrativos


WEBMASTER 17 DE ABRIL DE 2015

Ajuste financeiro irá possibilitar que as obras que estão acontecendo não sejam paralisadas

Prefeitura anuncia corte de 20% nos custos administrativosA Prefeita Beti Pavin anunciou nesta sexta-feira, 17, o corte de 20% nos custos administrativos da máquina pública em função da crise financeira que o País atravessa. “Estamos nos antecipando e apertando ainda mais o cinto. E nesta hora de dificuldade temos que mostrar nossa capacidade de gerenciar nossas despesas e receitas otimizando nossos recursos”, declarou.
Beti Pavin explicou que mesmo com estas medidas de economia, que passarão do combustível ao material de escritório, as obras que estão em andamento, não vão parar. “Estes ajustes não irão impactar nos serviços oferecidos à população é apenas uma estratégia para passar por este momento difícil sem maiores traumas”, enfatizou a Prefeita.
Segundo o secretário da Fazenda, Marcio Strapasson, esta ação prudencial deve-se principalmente aos repasses federais previstos, que não vieram para o município, o que comprometeu a arrecadação nos últimos três meses. “Deixamos de receber aproximadamente 30% em repasses federais em relação ao mesmo período do exercício anterior, e esta queda na arrecadação nos leva a enxugar os gastos”, explicou.
Além destes valores que deixaram de vir para Colombo, o dissídio que estava previsto para ser realizado em maio, terá de ser postergado em função da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). “Vamos ter que esperar a recomposição da arrecadação para então fazer o reajuste salarial do funcionalismo, que no momento oportuno será feito de forma retroativa”, informou o secretário de Administração, José Mauri Henemann.
Ainda conforme a LRF, o município que não cumpre o limite fica com a análise das suas contas comprometidas junto ao Tribunal de Contas do Estado do Paraná e consequentemente é impedido de firmar convênios, parcerias e obter novos repasses os quais fazem falta diante das necessidades do município em relação a investimentos.
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo

Programa de Patrulha Agrícola Mecanizada em Colombo amplia benefício para pequenos produtores


WEBMASTER 19 DE ABRIL DE 2015

Propriedades poderão utilizar equipamentos agrícolas públicos; ação visa promover o desenvolvimento econômico e social do setor rural do município

Município de Colombo expande serviço e atenderá produtores rurais das pequenas propriedades
Município de Colombo expande serviço e atenderá produtores rurais das pequenas propriedades
A Prefeitura de Colombo, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, ampliará os benefícios do Programa de Patrulha Agrícola Mecanizada. A partir deste ano, os pequenos produtores rurais poderão utilizar equipamentos agrícolas públicos.
“O objetivo é oferecer a prestação de serviços de mecanização aos pequenos produtores, promovendo, assim, o desenvolvimento econômico e social do setor rural de Colombo”, destaca a Prefeita Beti Pavin. As normas do programa estão relacionadas no texto da Lei Nº 1340/2014 e Decreto Nº 058/2014.
Para participar do programa os interessados devem fazer um cadastro na Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Será necessária a cópia dos seguintes documentos: RG, CPF, Matricula Atualizada do Registro de imóveis, o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) – documento emitido pelo INCRA, Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ITR e o Cadastro de Produtor Rural. Não será possível protocolar o pedido de serviço o beneficiário sem prévio cadastro.
Lembrando que o uso dos equipamentos e a execução desses serviços são gerenciados e fiscalizados pelo departamento de Agricultura. O trabalho terá uma taxa simbólica estabelecido em tabela. Terá subsidio em 50% o agricultor com Cadastro de Produtor Rural (CAD/PRO) e/ou Declaração de aptidão ao Pronaf (DAP) ativos.
“Juntando os esforços da prefeitura com aqueles das famílias residentes na área rural, o projeto visa melhorar a infraestrutura básica no campo, expandir a fronteira agrícola, aumentar a produção agropecuária, gerar emprego e renda, e reduzir o êxodo rural; o público beneficiário é o produtor rural de base familiar residente no município”, explica o secretário De Agricultura e Abastecimento, Márcio Toniolo.
O agricultor deve protocolar o pedido do equipamento junto a Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (SEMAA), o terreno que receberá o serviço passará por vistoria da equipe técnica da secretaria responsável antes e após a realização do serviço.
O beneficiado com o serviço deve retirar o boleto na SEMAA para pagamento nas agências bancárias. O valor arrecadado com a execução dos serviços da Patrulha Agrícola Mecanizada será revertido diretamente ao Fundo Municipal da Agricultura.
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Foto: João Senechal/PMC

Escolas Municipais de Colombo passam por ampliação


WEBMASTER 20 DE ABRIL DE 2015

Ao todo, dez instituições estão recebendo obras, o que deve garantir 30 novas salas e 1500 novas vagas na rede municipal de ensino

Um dos exemplos é a ampliação da Escola Municipal Imbuial da Roseira
Um dos exemplos é a ampliação da Escola Municipal Imbuial da Roseira
Ampliar o número de ofertas de vagas na rede municipal de ensino e garantir o melhor atendimento aos alunos e funcionários. Esses são apenas alguns dos resultados que virão em breve através das obras de ampliação que acontecem em dez escolas municipais de Colombo.
“A educação é a nossa prioridade. É através dela que podemos vislumbrar um mundo melhor, e investir na infraestrutura das escolas é garantir que nossas crianças possam ter um futuro melhor e os servidores um ambiente mais agradável para exercerem suas funções”, afirma a prefeita Beti Pavin.
Através dos serviços que estão sendo executados, 1500 novas vagas devem ser criadas. As obras se concentram nas escolas municipais: Angelo Alegrini, Cristóvão Colombo, Frederico Paulo Weigert, Heitor Villa Lobos, Imbuial da Roseira, Isolina Ceccon, Jardim das Graças, João José Gasparin, Parque Monte Castelo e Santa Fé.
Estas ações beneficiarão os cidadãos das regiões do Santa Rita, Centro, Belo Rincão, Maracanã, Alto da Cruz, Jardim Ana Rosa, Jardim das Graças, Poço Negro, Monte Castelo e Jardim Santa Fé.
Mas a preocupação não é apenas com a estrutura das escolas, que ao todo contarão com 30 novas salas. Com as obras, a qualidade do ensino também deve melhorar, já que com espaços adequados, os alunos terão um estímulo a mais para se dedicarem aos estudos.
“Em algumas escolas o número de estudantes nas salas é superior ao ideal, o que infelizmente acaba prejudicando o aprendizado”, afirma a assessora executiva da secretaria de Educação, Solange Alberti. Esse é o caso, por exemplo, da Escola Municipal Monte Castelo, que atende aproximadamente 1000 alunos, onde havia apenas um laboratório de informática para todas as turmas.
“As aulas tinham um tempo menor para que todos pudessem participar, o que fazia com que o professor não pudesse dedicar o tempo necessário para aprendizagem”. Mas esse problema está com os dias contados, pois com os serviços de ampliação sendo realizados, a escola terá cinco novas salas, entre elas uma de informática, que deve dar fim ao problema”, anunciou a secretária de Educação, Aziolê Cavallari Pavin.
Outra espaço que passa por obras de ampliação é a Escola Municipal Isolina Ceccon, que está adequando os ambientes para atender as crianças em tempo integral. “Estamos na fase de elaborar o plano de meta, para que a partir de 2016 os alunos fiquem o dia inteiro na escola”, explica a secretária Aziolê.
O atendimento em tempo integral é uma das metas do Plano Nacional de Educação. As obras na escola seguem em ritmo acelerado, até o momento, 80% do trabalho já foi executado. O local terá três novas salas, além de serviços de manutenção que estão sendo realizados.
A previsão é de que neste segundo semestre as obras nas dez escolas já estejam finalizadas e prontas para atender ainda melhor os alunos da rede municipal.
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Foto: João Senechal/PMC

Forte temporal provoca mortes no Oeste de SC nesta segunda-feira


Duas pessoas morreram em Xanxerê atingidas por escombros. 
Pelo menos 500 imóveis foram danificados e houve queda de energia.

Do G1 SC
Um forte temporal que atingiu o Oeste catarinense na tarde desta segunda-feira (20) deixou pelo menos duas pessoas mortas, conforme o Corpo de Bombeiros Militar e a Polícia Militar de Xanxerêe várias pessoas feridas.
Segundo a Defesa Civil de Santa Catarina, o vento durou poucos minutos e atingiu ao menos 500 residências na cidade. Além disso, cerca de 200 mil unidades consumidoras ficaram sem luz após cinco torres de transmissão caíram com a força dos ventos.
Xanxerê possui 47.679 habitantes
Segundo os bombeiros e a PM, as duas pessoas morreram em bairros diferentes de Xanxerê. Pelo menos cinco ambulâncias estão em quatro bairros da cidade para atender às vítimas, segundo os bombeiros.
"O temporal passou rápido, coisa de três minutos. Tem pessoas embaixo de escombros, não sabemos exatamente o número de vítimas", afirma Walter Parizotto, major do Corpo de Bombeiros.
Segundo a Polícia Militar de Xanxerê, a segunda morte em decorrência da tempestade ocorreu no hospital. Até a publicação desta reportagem, os bombeiros e a polícia não passaram detalhes das ocorrências.
Sem luz
O temporal deixou aproximadamente 200 mil unidades consumidoras sem energia elétrica. As cidades mais afetadas foram Concórdia, Chapecó e São Miguel do Oeste.

Equipes de emergência já estão nos locais tentando iniciar o conserto da rede. Técnicos de outras regionais estão sendo deslocados para ajudar nos trabalhos, mas eles dependem das condições de acesso ás torres e visibilidade da área, para realiozar os consertos.
De acordo com informações das Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), o problema começou às 15h10 e não há previsão de restabelecimento do sistema. Segundo o órgão, cinco torres de transmissão caíram. Por causa disso, todo o fornecimento está prejudicado na região, conforme a assessoria de imprensa da concessionária.
Durante a tarde, choveu forte na região. Casas foram destelhadas, árvores caíram e ocorreram deslizamentos em cidades do Oeste catarinense, mas a mais atingida foi Xanxerê.
Defesa Civil contabiliza o número de desabrigados e desalojados (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)Defesa Civil contabiliza o número de desabrigados e desalojados (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)

Dezenas de casas foram atingidas (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)Dezenas de casas foram atingidas (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)

Poste e casas foram atingidos em Xanxerê (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)Poste e casas foram atingidos em Xanxerê (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)
Veículos também foram atingidos (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)Veículos também foram atingidos (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)
Cerca de 160 mil unidades consumidoras ficaram sem luz no Oeste (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)Cerca de 160 mil unidades consumidoras ficaram sem luz no Oeste (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)
Temporal deixou rastro de destruição na cidade (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)Temporal deixou rastro de destruição na cidade (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)
Estrutura de prédios ficaram comprometidas (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)Estrutura de prédios ficaram comprometidas (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)
Famílias ficaram desabrigadas (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)Famílias ficaram desabrigadas (Foto: Flávio Carvalho/TudosobreXanxerê)

Vídeo mostra mãe agredindo criança de 8 anos com chutes e tapas, no AP


Mãe bate com a cabeça da menina no chão; registro foi feito em Santana.
Conselho Tutelar atendeu ao caso e agressora está sem a filha.

John PachecoDo G1 AP
Um vídeo gravado na quinta-feira (16) e viralizado nas redes sociais mostra a agressão de uma mãe à filha de 8 anos, com tapas, chutes e puxões de cabelo. As cenas fortes de violência aconteceram no município de Santana, distante 17 quilômetros de Macapá. A mulher foi identificada, mas não foi presa. Ela está sem a criança, que foi colocada sob a responsabilidade do pai. O Conselho Tutelar do município não deu mais detalhes sobre o caso, mas disse que a denúncia foi encaminhada para a Promotoria de Justiça.
O vídeo teve mais de 50 mil visualizações e foi compartilhado mais de 2 mil vezes. Na filmagem, feita dentro da casa da família aparentemente por outra criança, a menina aparece sentada no chão da casa chorando. Ela é agredida com um forte tapa na cabeça, seguido de chutes na região do abdome. Ao final da agressão, a mãe fala: “quando eu falar é pra ti ir pra lá” (sic.).
Cerca de 15 segundos depois, a mulher volta a agredir a menina batendo com a cabeça dela contra o chão por várias vezes. A criança grita “não me bate” enquanto as cenas são assistidas por outras crianças que chegam a rir no final do vídeo.
A conselheira tutelar do município Maria Nogueira disse que atendeu à ocorrência após receber a filmagem, e que a menina vai permanecer com o pai até a conclusão do caso. “Já está com o promotor, que está tomando as medidas cabíveis. É delicado, e não podemos ainda dar muitas informações sobre o andamento até o término de tudo”, disse.