Servidor federal ficará sem reajuste este ano


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Aqui os petistas uivam por aumento salarial. Na República, Dilma decreta o arrocho e eles nada dizem. O governo federal se posicionou contrário ao reajuste para os servidores do Judiciário e sinalizou que vai vetar o aumento médio de 56% para a categoria, que teria impacto final de R$ 25,7 bilhões até 2017. Sendo R$ 1,5 bilhão já neste ano. É mais uma sinalização de que o governo vai rejeitar qualquer reajuste salarial do funcionalismo para 2015, que não esteja previsto no Orçamento deste ano. As informações são de Alessandra Horto do jornal “O Dia”.
Em nota, o Ministério do Planejamento defendeu que o governo se posiciona contra a apreciação e votação do projeto de lei previsto para ser apreciado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
O texto já foi aprovado na Câmara dos Deputados. Ainda de acordo com a nota, a pasta destacou que os servidores do Judiciário “já recebem remuneração superior à do Executivo, em todos os níveis”. E completou que o reajuste em análise no Senado “promoverá um desequilíbrio ainda maior entre carreiras similares dos diferentes poderes da União”.
Para o governo, a análise do texto no Senado chega em um mau momento, uma vez que o Poder Executivo já iniciou negociação com mais de 40 carreiras de servidores sobre reajustes, recomposição de perdas, reestruturações de carreiras e concursos. A aprovação afetaria “severamente o esforço de reequilíbrio fiscal em curso”.
Entre as medidas para reverter o quadro, um acordo celebrado pelos líderes da base aliada do governo no Congresso Nacional, para não aprovar projetos que acarretem aumento da despesa no curto prazo. Há proposta também para que a folha de pagamento de todos os poderes tenha a mesma taxa de crescimento.
O valor disponível será divulgado até 14 de agosto. E a partir desse valor é que cada poder organizaria os recursos conforme suas prioridades. “Nesse sentido, a negociação em torno do reajuste das carreiras do Judiciário deveria seguir a mesma sistemática dos demais servidores do governo federal”.
CATEGORIA ABERTA A PROPOSTAS
O diretor-presidente do Sisejufe, Valter Nogueira Alves, declarou que a categoria está disposta a negociar. Mas que a sinalização que tem recebido dos parlamentares é de que o texto será aprovado no formato original. Valter rebateu o valor divulgado pelo governo sobre os impactos.
“A nota do governo é tendenciosa. Ao todo, o impacto é de R$ 10 milhões. Outro erro é comparar as carreiras do Judiciário com do Executivo. São naturezas e atribuições totalmente diferentes”, afirmou. Segundo ele, há uma promessa de Romero Jucá (PMDB-PE) de a Casa elaborar projeto de lei para incluir os valores no Orçamento deste ano.
Entre as possibilidades de negociação, o pagamento da primeira parcela do reajuste em 2016, em vez de 2015 ou então um índice menor de aumento para este ano: “Aceitamos nos adequar dentro das possibilidades do Orçamento. Mas não vamos desistir deste projeto de lei”, garantiu.

Governo libera R$ 234 milhões para pagamento de fornecedores


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O Governo do Paraná começa a liberar nesta sexta-feira (15) R$ 234 milhões para o pagamento de fornecedores. Os recursos serão distribuídos para 17 mil credores e vão quitar dívidas de até R$ 100 mil. A decisão de fazer o pagamento de fornecedores foi tomada na manhã desta quarta-feira (13), durante reunião entre o governador Beto Richa e o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa.
“Gradualmente estamos recuperando o pleno equilíbrio financeiro. Fixamos uma agenda de pagamentos que será cumprida rigorosamente nos próximos meses”, declarou o governador. “Quero agradecer aos nossos fornecedores e prestadores de serviços, especialmente aos de menor porte, por esta boa parceria com o governo. Eles tiveram confiança e nós vamos retribui-la integralmente”, acrescentou Richa.
A quitação de dívidas será possível graças aos primeiros resultados de um ajuste fiscal que começou no fim de 2014 e continua em andamento pelo governo. As medidas preveem o aumento de receitas e a redução de despesas e permitem ao governo, aos poucos, regularizar o pagamento de contas e retomar investimentos no Estado.
“O ajuste fiscal está propiciando que o Estado honre seus compromissos e retome obras importantes de infraestrutura”, disse o secretário Mauro Ricardo Costa. Ele explica que as ações são articuladas e refletem a continuidade de medidas de regularização das finanças do Paraná.
De acordo com a Secretaria da Fazenda, o governo conseguiu, no começo do mês, colocar em dia o pagamento de benefícios aos servidores. Depois, no início da semana, voltou a investir em importantes obras rodoviárias no interior e na Região Metropolitana de Curitiba. Agora, vai pagar os pequenos fornecedores.
RODOVIAS – Para a retomada de obras rodoviárias, estão previstos investimentos no valor de R$ 102 milhões em oito projetos, que incluem duplicações de rodovias no interior e na RMC, a construção de vias de acesso e a implantação de um viaduto.
A conclusão da duplicação de 17 quilômetros da rodovia PR-445, entre Londrina e Cambé, no Norte do Estado, está no pacote. As obras foram divididas em três lotes e estão sendo finalizadas.
Também terão continuidade os serviços de duplicação de 6,5 quilômetros da PR-417, conhecida como Rodovia da Uva, entre a Capital paranaense e o município de Colombo, na Região Metropolitana.
A conclusão da duplicação de um trecho de 3,8 quilômetros da rodovia PR-323, entre Maringá e Paiçandu, no Noroeste, também integra o pacote de obras. Ela está na fase final de pavimentação e construção de calçadas.
Serão finalizadas, ainda, a pavimentação em um contorno de 1,8 quilômetro no entroncamento entre a PR-281 e a PR-419, em Agudos do Sul, a construção de acesso ao campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Francisco Beltrão, e a implantação de um viaduto na Avenida Paraná, em Foz do Iguaçu.

Câmara pauta propostas que acabam com foro privilegiado e "Bolsa Preso"


As matérias serão apreciadas neste semestre pela Comissão de Constituição e Justiça

MARCELO SPERANDIO
13/05/2015 - 07h30 - Atualizado 13/05/2015 07h30
Arthur Lira (PP-AL) (Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados)
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara,Arthur Lira (PP-AL), pautou para discutir neste semestre duas propostas polêmicas: a que dá fim ao foro privilegiado para autoridades e a que acaba com o auxílio reclusão pago às famílias de presos.

Embaixadora brasileira no Nepal: “Vi muita gente chorando, uma cena horrível”



Maria Teresa Pessôa narra como foram os momentos de tensão logo depois do terremoto de 25 de abril que devastou o país

MARIA TERESA PESSÔA | DE KATMANDU EM DEPOIMENTO A ARIANE FREITAS
13/05/2015 - 08h01 - Atualizado 13/05/2015 08h01
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Katmandu, Nepal.
25 de abril de 2015.

No sábado, fui até a embaixada da Austrália para uma cerimônia com café da manhã em comemoração pelo 100º aniversário da Batalha de Gallipoli, na Primeira Guerra Mundial. Enquanto estive lá, conversei com algumas pessoas sobre feiras de fazendeiros que existem na região e são sempre procuradas por turistas. Percebi que depois de quase dois meses aqui no Nepal eu ainda não conhecia o local e, como estava de folga, resolvi passear por lá depois da cerimônia. Chegando à feira, dei uma volta, parei para tomar um café, comprei algumas coisas e fui até algumas lojas folhear livros. Próximo dali existe um lugar, também bem turístico, chamado Tamel, onde é possível encontrar ótimas livrarias. Essa região parece um labirinto, com várias ruelas pequenas. Como eu estava com vontade de caminhar, pedi ao motorista que me esperasse em um lugar chamado Jardim dos Sonhos. Fui andando pela região e resolvi entrar na Rua Mandala, onde há uma série de lojas que eu ainda não havia explorado. Nessa rua, encontrei uma livraria chinesa, muito bonita, com livros de arte, onde fiquei por algum tempo.
Quando saí da livraria, senti um golpe, um baque, não foi exatamente um tremor. Na hora eu não entendi o que era, mas vi todo mundo correndo, e foi então que eu entendi que tinha sido um terremoto. Eu já sabia que poderia haver um grande terremoto aqui no Nepal. A embaixada dos Estados Unidos já havia nos avisado um tempo atrás que isso poderia acontecer, sem contar que estamos em uma área propensa a terremotos. Na hora, a única coisa que me veio à cabeça foi: “Vai passar logo”. Eume descobri uma otimista no meio de um terremoto. Depois desse primeiro tremor, todo mundo ficou meio atordoado, mas ainda não tínhamos noção da extensão dos danos causados. Foi apenas quando comecei a sair dessas ruelas que vi pedaços de paredes destruídas e o chão meio envergado e rachado ao meio. Resolvi voltar, por uma rua maior, ao local onde nosso carro estava estacionado. Foi nesse caminho que comecei a ver vidros quebrados, postes caídos em cima de carros, gente chorando, uma cena horrível. Quando cheguei ao estacionamento, meu motorista não estava lá e foi aí que comecei a ficar apavorada. Tentei ligar para ele, mas as linhas telefônicas não estavam funcionando, não tínhamos rede.
 
MARIA TERESA PESSÔA É embaixadora do Brasil no Nepal desde  10 de março de 2015. Ela se formou no Instituto Rio Branco em 1980 e já serviu nas embaixadas da Costa do Marfim, Espanha, Indonésia, Estados Unidos, Canadá e Índia. Ela é integrante da Missão Permanente do Brasil nas Nações Unidas e foi uma das representantes do Brasil na Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável realizada em 2012. (Foto: Arquivo Pessoal)
No Jardim dos Sonhos há um café chamado Kaiser Café, que é administrado por um hotel construído em estilo nepalês com pedaços de templos antigos. Como já havia estado nesse café algumas outras vezes, o garçom me reconheceu e disse para eu entrar e ficar no jardim, pois era mais seguro. Havia bastante gente lá e fiquei conversando com uma moça chinesa e um estudante americano do Estado do Colorado. Depois disso, vieram mais três abalos. Ao final deles, consegui sinal de telefone por um tempo e recebi algumas ligações. A primeira foi de um colega de Mumbai, onde fui cônsul-geral antes de vir para Katmandu. Ele dizia que o embaixador em Nova Délhi estava preocupado comigo, pois eles já sabiam do terremoto. Ele foi sentido até em Nova Délhi, porém com menor intensidade. A ligação seguinte que recebi foi do meu motorista. Ele também estava a minha procura. Pedi a ele que se abrigasse no mesmo jardim, onde era mais seguro para que esperássemos. O terremoto aconteceu às 11h56 (horário local) e ficamos lá até aproximadamente as 14 horas, quando os abalos deram uma estabilizada e pudemos ir para casa.
>> Novo terremoto atinge o Nepal

No caminho para casa realmente percebemos a extensão do terremoto. Era impressionante. Paredes caídas e todo mundo apavorado no meio dos escombros. Em casa os danos não foram tão grandes. Algumas coisas estavam caídas, livros fora do lugar, gavetas todas abertas, as estantes haviam “andado” meio metro – mas, de um modo geral, estava tudo bem. O vice-cônsul veio até a residência averiguar se estava tudo bem, e, enquanto ele ia aos hotéis da região tentar acessar a internet, eu e a família dele ficamos sentadas no gramado da residência. Nessa hora, por volta das 16 ou 17 horas, já estávamos sem nenhuma forma de comunicação. Nem celular, nem internet, absolutamente nada, e ele precisava começar a divulgar o ocorrido, falar com oItamaraty e planejar nossa estratégia para o dia seguinte, quando abriríamos a embaixada. No dia do terremoto não havia condição de abrir nada. Foram mais ou menos 200 abalos sísmicos só naquele dia e até hoje (quarta-feira) já ocorreram aproximadamente 600. Realmente é horrível e muito forte presenciar tal acontecimento, mas, felizmente, não tivemos notícias de nenhuma vítima brasileira.

Eu já tinha passado por dois pequenos tremores, um na Indonésia e um no Canadá. Na Indonésia foi um tremor bem fraco, no Canadá um pouco mais forte. No entanto, nenhum dos dois se compara ao terremoto que aconteceu aqui no Nepal. Nem em intensidade nem na quantidade de abalos sísmicos que ocorreram depois.
>> Idoso de 101 anos é resgatado com vida uma semana após terremoto no Nepal

No dia seguinte ao terremoto, domingo, abrimos a embaixada para receber os brasileiros. Os primeiros a chegar estavam em um grupo que havia dormido ao ar livre, em um parque na região central de Katmandu onde havia uma concentração muito grande de pessoas nesse primeiro dia. A recomendação era essa, ficar ao ar livre. Dentro de casa, se houver um abalo sério, pode haver desabamento. Levei esse grupo de brasileiros para tomar o café da manhã na minha casa, pois não estávamos preparados e não tínhamos alimentos na chancelaria, apenas café solúvel, água e chá.
 
No caminho para casa, percebemos a extensão do terremoto. Era impressionante. PAredes caídas e todo mundo apavorado no meio dos escombros (Foto: Danish Siddiqui/Reuters)
A embaixada brasileira no Nepal é muito nova, tem apenas três anos. Então, é preciso entender que ainda não temos todo o preparo necessário. É difícil, também,  deixar preparado um kit para atender um número desconhecido de pessoas em uma situação como essa. Nós ainda não temos toda a experiência necessária e estamos montando nossas estruturas locais.
Houve o caso de um brasileiro que disse não ter recebido atendimento aqui na embaixada brasileira. Ele disse que não lhe serviram nem um copo de água. As pessoas precisam entender a extensão da tragédia. Nosso auxiliar perdeu a casa no terremoto, só voltou ao trabalho na terça-­feira. Ele está sem casa, como boa parte dos 8 milhões de pessoas que foram afetadas pelo terremoto, sendo que o Nepal tem 27 milhões de habitantes. Ou seja, o terremoto afetou um terço da população. Então, nós realmente não estávamos servindo ninguém, nós não tínhamos um auxiliar ali com uma bandeja, servindo café e água para todo mundo. Mas a copa estava aberta para quem quisesse entrar e se servir.
>> Terremoto deixa centenas de mortos em Katmandu, Nepal

A porta da embaixada, que normalmente fica fechada, estava aberta. Comida nós realmente não tínhamos. Nós não costumamos ter comida na chancelaria. Aliás, nem na residência. Embaixador não tem direito a receber comida do governo. Por isso, não tenho um estoque de comida nem em casa, nem na embaixada. O que eu posso fazer é compartilhar o que tenho e convidar as pessoas para vir comer em minha casa. Mas nossa prioridade no momento era atender as pessoas que estavam nos procurando para tentar entrar em contato com seus familiares no Brasil e para remarcar suas passagens de avião, e estamos fazendo isso até hoje. Apesar de toda essa tragédia, o engajamento brasileiro na questão da ajuda humanitária me deixou realmente impressionada. Há muitos brasileiros que vivem aqui no Nepal que se ofereceram para ajudar. Esse lado da situação, esse engajamento da sociedade civil brasileira, é um aspecto muito positivo que precisa ser mostrado e destacado ao mundo. 

 

Câmara aprova texto-base da segunda MP do ajuste fiscal


MP 664 muda as regras da pensão por morte e auxílio doença

REDAÇÃO ÉPOCA
13/05/2015 - 20h29 - Atualizado 13/05/2015 20h43
Tumulto durante sessão para votação na Câmara da Medida Provisória 664/14, que muda as regras de pensão por morte, uma das propostas do ajuste fiscal do governo (Foto: Laycer Tomaz / Câmara dos Deputados)
O Plenário da Câmara aprovou na noite desta quarta-feira (13) o texto-base da Medida Provisória 664, a segunda MP apresentada pelo governo para fazer o ajuste fiscal. A primeira medida, que passou na Câmara na semana passada, cortou benefícios no seguro-desemprego e abono salarial. Agora, a Câmara também aprovou os cortes na pensão por morte e auxílio-doença.
Os deputados ainda votam os destaques apresentados ao texto. São propostas que alteram pontos específicos da MP e, dependendo de quais destaques forem aprovados, podem mudar novamente as regras desses benefícios trabalhistas.
O texto-base foi aprovado por 277 votos a 178. Segundo a Agência Câmara, a sessão no plenário precisou ser interrompida por causa de tumulto durante a votação. O tumulto começou quando deputados governistas reclamaram de uma faixa contra o ajuste fiscal trazida por manifestantes. No meio da confusão, manifestantes da Força Sindical chegaram a abaixar as calças em protesto. 
No final, os manifestantes, contrários à proposta do governo, foram retirados da galeria a pedido de presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

Inverno, a estação das hortaliças e das geadas em Colombo


WEBMASTER 13 DE MAIO DE 2015

Vários fatores contribuem para o cultivo em Colombo; a adaptação das plantas ao clima e a pouca incidência de pragas, devido à baixa umidade e a escassez das chuvas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de hortaliças de, no mínimo, 400 gramas por pessoa, por dia
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de hortaliças de, no mínimo, 400 gramas por pessoa, por dia
Embora o inverno comece oficialmente no dia 21 de junho, os produtores de hortaliças em Colombo já se preparam para a temporada das geadas. Além de mantas de TNT e lonas usadas durante a noite, para diminuir as consequências das geadas sobre a plantação, é comum também a utilização de estufas climatizadas para o cultivo de hortaliças. Totalizando, são aproximadamente 1200 produtores na região.
“Algumas espécies são muito sensíveis e a quantidade de água absorvida pela planta, torna-se prejudicial em contato com a geada. Quanto maior a umidade, maior também será o impacto do frio, muitas vezes tornando a planta imprópria para o comércio”, explica o secretário de Agricultura e Abastecimento, Márcio Toniolo.
Na região de Colombo, a geada branca é mais frequente, e o prejuízo é menos avassalador, pois congela apenas a planta por fora. Já fenômeno climático conhecido como “geada negra” ou “geada preta” acontece quando queima a planta por dentro, deixando-as com aparência escura. “Embora, isso aconteça apenas quando se combina a baixa temperatura, ou seja, 0°C, com ventos intensos e ar seco”, ressalta o secretário.
Pois, além do frio, a oscilação de temperatura também influencia na produção e no preço final dos produtos. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento, de acordo com o secretário da pasta, apoia o agricultor sempre que necessário.
“Priorizamos o investimento em cultivo protegido. A secretaria disponibiliza toda a terraplanagem e o preparo do solo destas áreas. Nossa intenção é ajudar na prevenção para que os agricultores não tenham prejuízos com as geadas”, conta Toniolo.
Lembrando que neste mês de maio, ainda existem culturas de verão que estão em fase de colheita, como o chuchu, tomate, vagem e pimentão verde.
Hortaliças da época
As hortaliças folhosas, por exemplo, a alface, brócolis, couve flor, repolho, rúcula, agrião, escarola, couve manteiga, espinafre e acelga são as mais produzidas no município, nesta época do ano. “Devido à adaptação ao clima da região e dependendo da qualidade da planta são mais resistentes à geadas”, explica Toniolo que acrescenta. “Além de ser um período em que as incidências de pragas são menores, em consequência da baixa umidade relativa do ar e pelo fato de não termos tantas chuvas como a época de verão”.
Também durante a estação mais fria do ano são produzidas várias espécies de vegetais como a beterraba, rabanete, cenoura e abóbora. A opção de plantio de inverno em Colombo se deve ao período entre safra que acontece de maio a outubro.
“Esse período do ano, o risco é eminente devido às geadas, por isso que a maioria dessas variedades de plantio são produções de baixo custo, e o ciclo de produtividade é mais curto”, enfatiza o secretário.
Consumo saudável
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de hortaliças de, no mínimo, 400 gramas por pessoa, por dia. Porém, apenas um terço dessa quantidade, recomendada pela entidade é consumida. Ou seja, 62,7% dos brasileiros não cumprem a recomendação. A Prefeitura de Colombo, por meio da secretaria de Agricultura e Abastecimento incentiva o consumo de hortaliças.
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Foto: João Senechal

Ruas da Vila Zumbi dos Palmares passam por revitalização em Colombo

 

WEBMASTER 13 DE MAIO DE 2015

Serviços contemplam 11 vias da região, o que representa aproximadamente um quilômetro de pavimento recuperado

Obras de reparos e manutenção do pavimento acontecem em 11 ruas do bairro Vila Zumbi dos Palmares
Obras de reparos e manutenção do pavimento acontecem em 11 ruas do bairro Vila Zumbi dos Palmares
Assegurar que motoristas e pedestres tenham vias adequadas para circularem e, assim garantir mais segurança para todos. É com esse objetivo que a Prefeitura de Colombo, por meio da secretaria de Obras e Viação, realiza obras de manutenção em 11 ruas do bairro Vila Zumbi dos Palmares.
“A segurança dos motoristas e dos pedestres estava comprometida devido a quantidade de buracos nessas ruas. Com o início da execução destes serviços, a trafegabilidade vai melhorar”, destacou a Prefeita Beti Pavin.
Segundo o secretário da pasta de Obras e Viação, Rubens Cardoso, esta ação começou há 20 dias. “Este trabalho irá garantir que motoristas e moradores que passam por esta região se locomovam sem riscos”, explicou.
No total, serão 947 metros de pavimentação, que incluem as ruas: Carteiro Luciano Ramos, Alberto Bertin, Antonio A. Freitas, Walfrido Bertolin, Trabalhador, Francisco Pompilo de Lima, Paulo Pereira, Leonildo da Cruz Rambo, Evaristo Guidolin, Sebastião Pires Filho, Claudionor da Silva Rocha.
Os serviços devem seguir até os próximos meses. Neste momento está sendo realizado o ensaibramento das ruas, pois durante este processo as vias são preparadas para futuramente receber a base e por fim a camada asfáltica.
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Foto: João Senechal/PMC

Com Baiano calado, termina audiência de processo da Lava Jato


Justiça Federal ouviu depoimentos de Cerveró, Youssef e Júlio Camargo.
Audiência começou por volta das 14h, em Curitiba.

Do G1 PR
A audiência do processo que apura lavagem de dinheiro por parte de três réus da Operação Lava Jato terminou no fim da tarde desta quarta-feira (13), em Curitiba. A Justiça Federal ouviu depoimentos de três dos quatro acusados nesse processo, o doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró e Júlio Camargo. O lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, preferiu permanecer em silêncio.
Segundo a Justiça Federal, Fernando Baiano protocolou um pedido para permanecer calado durante a audiência. Essa seria a primeira vez que o lobista prestaria depoimento à Justiça, desde que se tornou réu. Ele foi preso em novembro de 2014, quando a Polícia Federal deflagrou a sétima fase da Lava Jato. Contudo, este processo faz parte da oitava fase da operação, quando Cerveró foi preso.
Baiano é apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como o operador do PMDB no esquema de pagamento de propinas a funcionários da Petrobras. Segundo as investigações, parte dos valores entregues a funcionários do alto escalão era dividida com os partidos que os indicavam para os cargos na estatal.
Os outros três réus já foram ouvidos em outras oportunidades. Youssef e Camargo fizeram acordos de delação premiada com a Justiça. Em troca de reduções nas eventuais penas, eles têm que colaborar com as investigações, fornecendo detalhes e provas do envolvimento de outros criminosos no esquema. Se as provas que eles oferecerem não levarem a nenhum benefício real às autoridades, eles podem perder as vantagens do acordo.
Youssef foi um dos primeiros a detalhar como ocorria o esquema na Petrobras. Júlio Camargo, entre outras coisas, detalhou a existência de um cartel de empreiteiras, que combinavam preços entre si antes de participarem de licitações com a Petrobras. O sobrepreço dessas obras era usado para pagar as propinas, aponta o MPF.
Já Cerveró foi apontado por outros delatores, como Paulo Roberto Costa, como o funcionário responsável por receber dinheiro para o PMDB, partido que o indicou ao cargo, segundo as investigações. Ele nega a participação em qualquer crime. No último depoimento que prestou à Justiça, também afirmou ter sido indicado pelo então presidente Lula e pela ministra de Minas e Energia à época, Dilma Roussef.

Dono de empreiteira preso na Lava Jato vai a Brasília para assinar delação


Ricardo Pessoa, da UTC, deixou aeroporto e foi para o prédio da PGR.
Ele é apontado pelo Ministério Público como chefe de cartel de empresas.

Do G1, com informações da GloboNews
O dono da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa, viajou para Brasília nesta quarta-feira (13) para assinar acordo de delação premiada com o Ministério Público na Operação Lava Jato. O empresário é apontado pelo MP como chefe de um cartel de empresas que pagava propina para fraudar licitações e obter contratos superfaturados.  assista ao video acima
Pessoa deixou o aeroporto e foi para o prédio da Procuradoria-Geral da República. Ele foi preso em novembro do ano passado, junto com executivos e empresários, na sétima fase da Lava Jato. Desde o mês passado, cumpre prisão domiciliar em São Paulo e é monitorado por tornozeleira eletrônica.
A colaboração do empresário com as investigações vinha sendo negociada há meses. Após a assinatura, o acordo de delação premiada deverá ser submetido ao ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, para homologação.
A delação premiada está sendo negociada diretamente com a Procuradoria-Geral da República porque envolve autoridades com foro privilegiado, como ministros e parlamentares, que só podem ser investigados pelo STF.
Na noite desta terça-feira (12), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ofício ao juiz federal Sergio Moro, que conduz os processos da Lava Jato na primeira instância, solicitando autorização para o deslocamento do executivo a Brasília. No pedido, Janot diz que Pessoa iria à capital federal para "a prática de atos instrumentais aos inquéritos” relacionados ao caso.
"Não reputo necessário o aporte de escolta policial, nem tampouco providência correlata me foi solicitada pelos advogados. Limito-me a solicitar as providências necessárias para o monitoramento eletrônico do deslocamento”, escreveu Janot no documento.
Ainda na noite desta terça, Sergio Moro informou estar ciente do deslocamento de Pessoa para Brasília.
"Sobreveio comunicação a este Juízo de que a Procuradoria-Geral da República ouvirá Ricardo Ribeiro Pessoa na sede da PGR/MPF, em Brasília/DF, na data de amanhã, 13/05/2015”, registrou.
saiba mais

Acusação
De acordo com a denúncia do MPF, a UTC fazia parte do "clube" de empreiteiras que sistematicamente, e em acordo prévio, frustravam licitações de grandes obras da Petrobras.
Segundo o MPF, as empresas ajustavam previamente qual delas iria sagrar-se vencedora das licitações, manipulando os preços apresentados no certame.
No processo, o MPF cita como investigada a contratação da UTC, em consórcio, para obra no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Segundo a investigação, não houve licitação para contratação.
Veja a lista de quem já firmou acordo de delação premiada na Lava Jato:
1. Lucas Pacce Jr. - operador de câmbio
2. Paulo Roberto Costa - ex-diretor de Abastecimento da Petrobras
3. Marici da Silva Azevedo Costa - mulher de Paulo Roberto Costa
4. Shanni Azevedo Costa Bachmann - filha de Paulo Roberto Costa
5. Ariana Azevedo Bachmann - filha de Paulo Roberto Costa
6. Márcio Lewkowicz - genro de Paulo Roberto Costa
7. Humberto Sampaio de Mesquita - genro de Paulo Roberto Costa
8. Alberto Youssef - doleiro
9. Júlio Camargo - executivo da Toyo Setal
10. Augusto Ribeiro de Mendonça Neto - ex-dirigente da Toyo Setal
11. Pedro Barusco Filho - ex-gerente de Serviços da Petrobras
12. Rafael Ângulo Lopez - funcionário da GDF Investimentos, empresa de Youssef
13 Shinko Nakandakari - engenheiro ligado às empresas Galvão Engenharia , EIT Engenharia e Contreiras, segundo o Ministério Público
14. Eduardo Hermelino Leite - vice-presidente da Camargo Corrêa
15. Dalton dos Santos Avancini - presidente da Camargo Corrêa
16. Ricardo Pessoa - dono da UTC

Pai pode ter sido morto por entregar o filho após assalto com facadas no Rio

Corpo de Paulo Roberto Silva foi encontrado com marcas de tiros em carro.

Polícia investiga se traficantes o mataram para vingar prisão do filho dele.

Do G1 Rio
A Polícia investiga se a morte de um homem tem ligação com a prisão de assaltantes que atuavam no Centro, como mostrou o RJTV, nesta quarta-feira (13). Paulo Roberto da Silva teve o corpo encontrado na mala de um carro roubado, em um dos acessos no morro da Baiana, em Olaria, na Zona Norte. A principal linha de investigação é que ele tenha entregue o próprio filho à polícia e traficantes o tenham executado por vingança.
Paulo Roberto era pai de Paulo Henrique Benedito da Silva, preso na semana anterior, após ser flagrado assaltando um homem em um ponto de ônibus. Ele estava com um comparsa que atacou a vítima a facadas. As imagens foram divulgadas pelo RJTV. Ambos foram presos e confessaram o crime.

JN flagra homem sendo esfaqueado e outros ataques no Centro do Rio (Foto: Reprodução/TV Globo)A suspeita é que traficantes do Parque Proletário, no Conjunto de Favelas da Penha, tenham assassinado Paulo Roberto como retaliação por ter entregue o filho. Seu corpo tinha marcas de tiro inclusive no rosto. O pai tinha passagem pela polícia por receptação.

Assaltos com facadas
Uma sequência de assaltos e o flagrante do homem atingido pelas facadas foram mostrados em uma reportagem na sexta-feira (1º) peloJornal Nacional. Os registros foram feitos no mesmo local onde outras reportagens anteriores mostraram flagrantes de roubos e violência.
JN flagrou homem sendo esfaqueado
(Foto: Reprodução/TV Globo)
Enquanto esperava para voltar para casa no fim de um dia de trabalho, um homem, que preferiu não se identificar, foi cercado por três jovens. Assustado, não percebeu direito o que aconteceu e levou quatro facadas. Toda ação dos assaltantes durou seis segundos e eles nem se preocuparam em sair correndo.
O homem saiu andando em busca de socorro, caminhando ensanguentado pelo Centro do Rio, com um grande ferimento no ombro e o cordão ainda pendurado no pescoço. A polícia e os bombeiros só chegaram meia hora depois. O ferido esperava deitado na portaria de um prédio. Ele foi hospitalizado e recebeu alta no mesmo dia.