Homem é morto a facadas horas depois de ser socorrido com sinais de embriaguez na RMC


Por Marina Sequinel e Danaê Bubalo

Um homem de 31 anos foi morto a facadas em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, na madrugada deste sábado (30). O crime aconteceu na esquina das ruas Bartolomeu Lourenço Gusmão e Barbanel dos Santos, no Jardim Alegria.
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(Foto: Danaê Bubalo – Banda B)
Segundo a equipe do Samu que esteve no local, Julio Delfes da Silva teria sido atendido pela ambulância horas antes do homicídio junto com uma mulher. Os dois apresentavam sintomas de embriaguez.
Ele não ficou na casa hospitalar e, horas depois, acabou sendo morto. A Guarda Municipal e a Polícia Militar realizaram o isolamento da área do crime. A vítima apresentava pelo menos sete ferimentos no peito causados por arma branca. O corpo foi recolhido ao Instituto Médico Legal e a delegacia da cidade deve investigar o crime.
Agressão em Curitiba
No bairro Cajuru, em Curitiba, um homem de aproximadamente 35 anos ficou gravemente ferido após ser agredido a pedradas na manhã deste sábado (30). Ele estava na Rua Sebastião Marcos Luiz quando teria começado a discutir com outro indivíduo.
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(Foto: Danaê Bubalo – Banda B)
Segundo os socorristas, a vítima sofreu várias lesões na cabeça. Os dois envolvidos na briga também apresentavam sinais de embriaguez. O homem ferido foi encaminhado ao Hospital Cajuru em estado grave.

Jovem é preso com maconha e cocaína enterradas em pote de vidro na RMC


Por Marina Sequinel e Danaê Bubalo

Um homem foi preso com maconha e cocaína em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (RMC), na noite desta sexta-feira (29). Fabiano Vianna, de 22 anos, foi apontado como vendedor de drogas por um rapaz abordado em atitude suspeita pela Guarda Municipal na Rua Hugo Zein.
Ele tinha uma bucha de cocaína e apontou o lugar onde havia conseguido o entorpecente. No local, a Guarda encontrou Vianna, que tinha 10 buchas de cocaína e um vidro com 105g da mesma droga, além de 46g de maconha – o pote estava enterrado no terreno de Vianna.
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(Foto: Divulgação/GM)
Ele foi encaminhado à Delegacia Regional de Polícia Civil, onde responderá pelo crime.
Operação Gideão
A Operação Gideão, das Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), terminou, nesta sexta, com 279 pessoas e 175 veículos abordados em São José dos Pinhais e Tijucas do Sul, também na RMC. Quatro carros foram recolhidos por irregularidades e um homem de 20 anos foi detido por posse de entorpecentes.
Nesta ocorrência, foram apreendidos um colete balístico, 157g de maconha dividida em 18 porções, R$ 49 em dinheiro trocado e várias embalagens para acondicionamento de droga.

SORTEIO 1709 DA MEGA-SENA ACUMULA E PRÊMIO PODE CHEGAR A R$ 33 MILHÕES


DEZENAS SORTEADAS FORAM: 7, 19, 30, 35, 42, 47

Mega Sena (Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas)
Ninguém conseguiu acertar os seis números do concurso 1709 da Mega-Sena que foram sorteados neste sábado (30/05), em Japeri (RJ). Por conta disso, a Caixa Econômica Federal estima que o prêmio acumulado para o próximo concurso, que será realizado em 3 de junho, pode atingir R$ 33 milhões. 
Os números sorteados foram: 7, 19, 30, 35, 42, 47. A quina teve 102 apostas ganhadoras, com cada ganhardor levando para a casa R$ 26.620,03 . Outras 6.499 apostas renderão R$ 596,84 pelo prêmio da quadra.
Os sorteios da Mega-Sena  são promovidos pela Caixa Econômica Federal duas vezes por semana, às quarta-feiras e aos sábados. A aposta mínima, de seis números, custa R$ 3,50. Quem quiser participar, pode comprar seu bilhete até às 19h do dia do sorteio (no horário de Brasília), em qualquer lotérica do Brasil.

Polícia apreende toras de árvore ameaçada de extinção no Paraná


Homem foi preso por crime ambiental, na BR-376, em Curitiba.
Toras de araucária foram extraídas em Castro, no interior do estado.

Do G1 PR
Espécie em extinção tem restrições para poder ser cortada (Foto: Divulgação/PRF)Espécie em extinção tem restrições para poder ser cortada (Foto: Divulgação/PRF)
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, neste sábado (30), uma carga de toras de araucária, árvore ameaçada de extinção. Segundo os policiais, a madeira era transportada em um caminhão, que trafegava pela BR-376, em Curitiba. O motorista foi detido por crime ambiental.
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De acordo com a PRF, os policiais pararam o caminhão porque desconfiaram que houvesse excesso de peso no veículo. Na nota fiscal, constava que o caminhão deveria levar 12 metros cúbicos de araucária, mas na verdade transportava 27 metros cúbicos.
A madeira, extraída na cidade de Castro, na Região dos Campos Gerais do Paraná, seria entregue a uma serraria no bairro Umbará, em Curitiba. As toras de araucária estavam prestes a virar tábuas e vigas.
O motorista foi levado à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, da Polícia Civil. após prestar depoimento, o homem foi liberado. Ele deve ser intimado para prestar depoimento na segunda-feira (1º). Além do crime ambiental, ele recebeu outras cinco notificações de  infrações de trânsito por excesso de peso, tacógrafo não aferido, mau estado de conservação, transportar carga nas partes externas do veículo e falta de equipamento obrigatório.
Em extinção
A araucária é a árvore símbolo do Paraná. A espécie, nativa da mata serrana nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul tem uma série de restrições para que possa ser derrubada. A semente dela, o pinhão, é um prato bastante comum em todos os estados, mas a venda também é restrita a determinadas épocas do ano, para garantir a continuidade da espécie

Jornal divulga supostos nomes de médicos do HC indiciados pela PF


Gazeta do Povo teve acesso aos nomes após sigilo de processo cair.
Médicos trabalhavam sem receber, segundo as investigações da polícia.

Do G1 PR, com informações da RPC Curitiba
Com a quebra do sigilo das investigações sobre os médicos do Hospital de Clínicas (HC) de Curitiba, os nomes dos dez profissionais indiciados pela Polícia Federal (PF) por receber sem trabalhar foram divulgados na edição deste sábado (30) do jornal Gazeta do Povo. assista ao vídeo
Os médicos foram indiciados tinham índice médio de frequência de 7%, segundo as investigações. Conforme a PF, dentre os dez médicos indiciados há profissionais que nunca foram trabalhar, e professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) – instituição à qual o HC é ligado. Os profissionais recebiam salários do governo federal entre R$ 4 mil e R$ 20 mil, mesmo sem exercer as funções há anos, ainda de acordo com as investigações.
Os especialistas foram indiciados por estelionato, falsidade ideológica, prevaricação e abandono de função pública. Conforme a Gazeta do Povo, os médicos indiciados são:
-Jeronimo Antonio Fortunato Júnior: médico-cirurgião e funcionário do HC desde 1993, com salário de R$ 4 mil. Ele também é presidente do Hospital da Cruz Vermelha do Paraná.
-Paulo Tadeu Rodrigues de Almeida: médico clínico geral, que recebe do HC um salário de R$ 5,5. Ele é responsável por bancos de sangue de hospitais particulares.
-Renato Valente de Almeida
-Mário Luiz Luvizotto
-Jorge Alberto Ledesma
-Luiz Pedro Pizzato
-Marcelo de Araújo Cosendey
-Emerson Luiz Neves
-Carlos Edson Sheidemantel
-Katia Regina Vieira Fonteles
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As investigações da Polícia Federal no Hospital de Clínicas continuam e mais médicos podem ser indiciados por receber sem trabalhar. O HC, que é o maior hospital público do Paraná, atende pacientes de todo o país e o tempo de espera por um exame pode ser de até oito meses.
O presidente da Associação Médica do Paraná, João Carlos Barracho, defendeu as investigações da Polícia Federal. “De maneira alguma, nós consideramos essas situações como situações que não devam ser investigadas. A verdade tem que aparecer de maneira clara e, se houver culpa, que as sanções também aconteçam”, afirmou Barracho ao Paraná TV, que repercutiu na edição deste sábado os nomes citados na Gazeta do Povo.
Outro lado
A reportagem da Gazeta do Povo não conseguiu contato com a maioria dos profissionais. O médico Paulo Tadeu Rodrigues de Almeida negou ao jornal que tenha sido indiciado.
Nesta manhã, o médico Marcelo de Araújo Cosendey entrou em contato com a produção doParaná TV e disse que o nome dele foi incluído na lista da PF de forma equivocada. Ele ainda afirmou que não faz atendimento a paciente, que trabalha com gestão e administração de saúde e que passou essas informações à Polícia Federal em depoimento.
O médico Renato Valente de Almeida também entrou em contato com o Paraná TV, negando todas as acusações. Ele disse que cumpre as funções designadas pela direção do hospital.
O  Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná (CRM-PR) informou que aguarda as investigações internas que estão sendo feitas pelo hospital e pela UFPR. Em nota, o CRM-PR afirmou que eventuais notificações, em que houver indícios de ilícito ético, serão investigadas posteriormente.
Entenda a Operação São Lucas
A Operação São Lucas foi deflagrada no dia 21 de maio para ouvir 17 servidores – dez médicos e sete funcionários. Um mandando de busca e apreensão também foi cumprido no hospital.
Para disfarçar as ausências, os médicos fraudavam o cartão ponto com entradas e saídas falsas, muitas vezes utilizando residentes para trabalhar em seus lugares.. A polícia investiga ainda se mais médicos participavam do esquema, e também apura a responsabilidade sobre a falta de controle de presença.
As áreas do hospital diretamente afetadas pelas fraudes foram segundo a PF, ultrassonografia, radioterapia, clinica medica, nefrologia, transplante de medula óssea, cirurgia torácica e cardiovascular, serviço de reprodução humana, radiologia e ginecologia.

À época, em nota, o HC informou que apoia de forma incondicional a apuração de irregularidades, e que desde o início da atual gestão tem agido com ações corretivas, como o processo de implantação de registro eletrônico de ponto para todas as categorias, o controle de jornada dos plantões remunerados através de biometria, e a publicação das escalas de trabalho dos profissionais de saúde.
Fonte: g1RPC

Montadoras oferecem descontos para superar queda nas vendas


Com a crise na economia, empresas esboçam reação para agitar o mercado. 
Montadoras oferecem desconto de até R$ 9 mil no carro zero.

Natália AriedeSão Paulo
Comprar um carro no Brasil é caro, mas agora está um pouco menos. Com a crise na economia, que bateu na porta das montadoras, as empresas esboçam uma reação para agitar o mercado. Quem tem a ganhar com isso é o consumidor que tem dinheiro no bolso e está pensando em colocar um carro novinho na garagem. assista ao vídeo
Em São Paulo, tem montadora que oferece desconto de até R$ 9 mil no carro zero. Mesmo quando o desconto não é tão grande, o carro usado passou a ser mais valorizado na troca por um novo.
As concessionárias se esforçam para atrair clientes e tentar reverter os números do setor que andam abaixo de zero: menos 6% nas vendas de março para abril e queda de 19% comparando os quatro primeiros meses desse ano com o mesmo período de 2014. Acúmulo de números negativos significa acúmulo de carros nos pátios.
Muitas fábricas pararam as máquinas, deram férias coletivas ou deram licença para os funcionários. Por isso, as montadoras começam a apelar para os descontos. “Nós estamos vendo descontos bem agressivos, tanto da parte da montadora como da parte da concessionária. Encontra até mais de 5% de desconto. O importante para o cliente é pesquisar, hoje a informação é muito valiosa e essa informação faz com que ele realize um ótimo negócio”, afirma Marcus Vinícius de Bellis, gerente de consultoria em vendas.

Pimentel defende esposa e classifica investigação da PF como 'equívoco'


PF cumpriu mandado no apartamento que ela mantém em Brasília na sexta.
Advogado e governador apresentaram documentos em defesa de Carolina.

Michele MarieDo G1 MG
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, classificou como um “equívoco” o envolvimento da esposa, a jornalista Carolina Oliveira, na operação Acrônimo, da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público (MP), que investiga um esquema de lavagem de dinheiro. A declaração foi dada durante entrevista coletiva, na tarde deste sábado (30).

A Polícia Federal (PF) cumpriu mandado de busca e apreensão no apartamento que ela mantém em Brasília nesta sexta-feira (29). A ação foi deflagrada para combater lavagem de dinheiro por meio de um esquema de sobrepreço e de recebimento por contratos não executados com o governo federal desde 2005.
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ocorre, o mandado de busca e apreensão foi expedido com base numa alegação, numa definição inverídica, absolutamente inverídica”
Fernando Pimentel, governador de Minas Gerais
“Nós não quisemos falar sobre isso ontem porque queríamos ter acesso aos autos do inquérito, como de fato tivemos. E ocorre, o mandado de busca e apreensão foi expedido com base numa alegação, numa definição inverídica, absolutamente inverídica”, declarou o governador. Ele aponta Carolina como vítima de um erro e aposta no esclarecimento dos fatos a partir de documentos que comprovam o exercício e posterior encerramento da empresa por ela comandada.

Ainda assim, Pimentel afirmou respeitar a operação e a investigação feitas. Para ele, os documentos apresentados “são mais do que suficientes para permitir a exclusão da Carolina desse inquérito, sem prejuízo de que ele prossiga com o objeto que lhe é de direito”. E acrescentou: “Nós vamos superar isso com toda certeza”.

Segundo Pimentel, a esposa está abalada com o episódio e, grávida, precisou ficar em repouso, por recomendação médica. Por isso, somente ele e o advogado que a defende, Pierpaolo Cruz Bottini, compareceram à coletiva.
O advogado apresentou o requerimento e termo de encerramento contratual da Oli Comunicação e Imagem Eireli, ambos com data do segundo semestre de 2014, e afirmou que os documentos que comprovam a inocência da cliente serão entregues à Justiça na próxima segunda-feira (1º).
A empresa de Carolina de Oliveira não é uma empresa de fachada. Ela tinha sido criada, ela funcionava, ela prestava serviços de assessoria de comunicação"
Pierpaolo Cruz Bottini, advogado
“A empresa de Carolina de Oliveira não é uma empresa de fachada. Ela tinha sido criada, ela funcionava, ela prestava serviços de assessoria de comunicação, ela ocupou efetivamente aquele imóvel até julho de 2014”, afirmou ele. Ainda de acordo com o defensor, “não existiam duas empresas no mesmo lugar. Existiu a empresa da senhora Carolina Oliveira, ela exerceu as suas atividades até julho de 2014 e depois disso o imóvel foi deixado e ocupado por uma outra empresa”, disse.
Ainda de acordo com Bottini, a empresa foi aberta em 2012, depois que a primeira-dama “deixou qualquer vínculo com o poder público”. Em julho de 2014 ela deixou o prédio, o pedido de encerramento ocorreu no final de 2014 e foi deferido no início deste ano.

Sobre a relação com o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, preso na última sexta-feira (29) suspeito de envolvimento no esquema, Bottini  afirmou que a jornalista e o empresário têm convívio social, mas nenhum envolvimento profissional.
Requerimento de encerramento da Oli Comunicação apresentado pelo advogado (Foto: Reprodução / TV Globo)Requerimento de encerramento da empresa,
apresentado pelo advogado
(Foto: Reprodução / TV Globo)
“A Carolina Oliveira tinha uma empresa que funcionou num lugar, e ela efetivamente, jamais, prestou serviços à empresas públicas, jamais prestou serviço a qualquer das empresas mencionadas nesta investigação, não prestou serviços a nenhum partido político, e portanto ela prestou serviço, prestou assessorias a empresas privadas. Então não sei de onde a Polícia Federal tirou esse tipo de ligação”, reiterou o advogado.
Ao todo, foram cumpridos mais de 90 mandados de busca e apreensão pela operação, em quatro estados brasileiros. Em nota, a Secretaria de Comunicação do Estado de Minas Gerais disse que o governo mineiro "não é objeto de investigação neste processo".
Operação em Belo Horizonte
A Polícia Federal também esteve na casa do ex-deputado Virgílio Guimarães (PT), no bairro Sion, região Centro-Sul de Belo Horizonte, para cumprir mandado de busca e apreensão. Nenhum detalhe do cumprimento do mandado foi divulgado.

Procurado pelo G1, o ex-deputado disse que a Polícia Federal esteve "com toda educação" na casa dele. Segundo o petista, a PF apreendeu dois telefones celulares e um netbook dele. O ex-parlamentar disse que a PF também foi à casa da ex-mulher no bairro Funcionários, na região centro-sul de Belo Horizonte. "Eu não sei o que levaram de lá", disse.
O ex-parlamentar afirmou que não tem relação com o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto. "Eu não tenho o menor conhecimento disso [esquema de lavagem de dinheiro]", disse ao G1. Guimarães afirmou não ter sido comunicado de ser investigado.