CPI paulista que investiga telecoms aprovou convocação de presidentes da Vivo, Claro e Tim


Diretores da Oi e Netflix também serão chamados pela comissão da Alesp

TERESA PEROSA
18/06/2015 - 06h00 - Atualizado 18/06/2015 18h30
CPI instaurada na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) que apura a qualidade dos serviços de telefonia móvel e banda larga no estado aprovou ontem (17) a convocação de presidentes das empresas de telecomunicação investigadas. Serão convocados para prestar depoimento Amos Genish, presidente daTelefônica/Vivo, Carlos Hernán Zenteno de Los Santos, presidente da Claro, Rodrigo Abreu, presidente da TIM, Gokul Hemmady, presidente da Nextel e Bayard Gontijo, presidente da empresa Oi.  O presidente da comissão, deputado estadual Orlando Morando(PSDB-SP), não descarta a possibilidade se valer do direito de acionar a polícia caso os convocados se recusem a comparecer. “Esperamos que eles venham sem resistência, mas caso não respondam à convocação, podemos fazer uso da condução coercitiva”, diz Morando. A comissão deve ouvir ainda diretores do Procon e da Anatel em São Paulo.

Delator da máfia do ISS é preso ao tentar extorquir dinheiro de colega


Ex-auditor da prefeitura de SP foi detido com R$ 70 mil. Exigia dinheiro para dar depoimento favorável em investigação

REDAÇÃO ÉPOCA
18/06/2015 - 13h03 - Atualizado 18/06/2015 13h10
máfia do ISS na prefeitura de São Paulo ganhou um novo capítulo. Na noite desta quarta-feira (17), o delator e ex-auditor fiscal da prefeitura de São Paulo Luís Alexandre Cardoso de Magalhães foi preso. De acordo com as investigações, ele estava extorquindo outro suspeito de fazer parte das fraudes para dar um depoimento favorável em um inquérito administrativo na sexta-feira 19, segundo a Folha de São Paulo.
A prisão, em flagrante, ocorreu em um bar na zona leste da capital. Participaram policiais, promotores e integrantes da Controladoria do município. Luís Alexandre Cardoso foi detido após receber do ex-colega Carlos Flávio Moretti Filho uma mala com R$ 70 mil em dinheiro
Em 2013, uma operação da Controladoria do município e do Ministério Público estadual prendeu quatro auditores fiscais da prefeitura de São Paulo. Eles foram acusados de montar umesquema de cobrança de propina de construtoras em troca de desconto no valor do o Imposto Sobre Serviço (ISS). Luís Alexandre Cardoso era um deles. Firmou um acordo de delação premiada com a Justiça e foi solto. Mas, segundo as autoridades, estava usando a condição de testemunha para chantagear outros integrantes do grupo.

Derrotada, Seleção teve festa com várias mulheres patrocinada por jogadores


Não adiantou Dunga fazer cara feia na semana passada.
Várias moças —na maioria loiras— embarcaram para o Chile, onde o Brasil disputa a Copa América, para uma festa com craques da seleção na quarta-feira (17).
Tudo pago pelos jogadores.
As informações são da coluna “Olá”, assinada por Fernando Oliveira, o e publicada no jornal “Agora” desta quinta-feira (18).
O Brasil teve ontem sua primeira derrota na segunda passagem de Dunga como treinador — o time vinha de 11 vitórias consecutivas.
Apesar do resultado em campo, a festa aconteceu na boate Sala Murano, em Santiago.

Mirian encontra Ministro do Trabalho e discute demissões do HSBC


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A vice-prefeita e secretária do Trabalho e Emprego, Mirian Gonçalves, encontrou-se ontem (17) com o Ministro do Trabalho, Manoel Dias, para tratar das possíveis demissões, mais de sete mil, no Banco HSBC em Curitiba e ainda as decorrências socioeconômicas para a cidade. Ela recebeu o apoio do Ministro em sua articulação política pela defesa dos trabalhadores e para minimizar os impactos na cidade. “Estaremos todos engajados na luta contra o fechamento de postos de trabalho pelo HSBC: Prefeitura de Curitiba, Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego, Sindicato dos trabalhadores bancários, sociedade civil e agora com o a

Reforma Política: ‘A Farra vai continuar’, diz Sandro Alex


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O deputado Sandro Alex (PPS-PR) disse que a proposta que permitia que um político pudesse concorrer a dois cargos eletivos simultaneamente identifica bem a reforma política que foi aprovada, na noite desta quarta-feira (17), pelo plenário da Casa. Para ele, o “desastre” só não foi maior porque a matéria foi derrotada.
“Essa proposta absurda que surgiu no apagar das luzes sinaliza claramente que a farra continua. Esta foi a reforma da janela da infidelidade partidária, do aumento dos mandatos, da doação empresarial sem limite às campanhas eleitorais, do voto obrigatório”, avaliou.
Segundo o parlamentar, inicialmente houve a tentativa “dissimulada” de que as mudanças no atual sistema seriam para valer, mas, ao chegar à conclusão da votação em primeiro turno, o resultado é “frustrante”.“Havia o compromisso de fazer mudanças necessárias no atual modelo, mas não foi o que ocorreu. Essa reforma política não é para o Brasil, mas para beneficiar os nichos, para as castas políticas continuarem no poder. Houve uma luta fratricida para manter o status quo”, afirmou Sandro Alex.
Coerência
O deputado disse que o PPS foi coerente com o projeto que apresentou na comissão especial. “Ao contrário de algumas legendas, que mudaram de opinião, a cada tema apreciado nós fomos coerentes até o final. E vamos manter a mesma postura no segundo turno. Teve gente que era a favor do voto distrital misto, mas, no final, votou no distritão, que defendia o financiamento público, mas fechou com a turma que aprovou a continuidade da farra da doação de empresas sem limites”, criticou Sandro Alex.

Prefeito do campus da UEL ganha R$ 8,8 mil a mais do que o prefeito da cidade


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Em Londrina é mais vantajoso ser prefeito do campus da UEL (Universidade Estadual de Londrina) do que comandar a principal prefeitura do Norte do Paraná. O professor Dari de Oliveira Toginho Filho, prefeito da UEL, recebe R$ 23.287,86 mil por mês na universidade enquanto o prefeito Alexandre Kireeff (PSD) recebe R$ 14.853,16 – uma diferença de R$ 8.834,60 a mais para o cargo de Toginho Filho.
E há um grupo de 27 professores que ocupam cargos administrativos com salários acima de R$ 20 mil por mês. O professor Marcos de Castro Falleiros é o responsável pela “Transparência UEL” e recebe R$ 22.620,43 mensais. O ex-prefeito do campus, o professor Teodósio Antônio da Silva, hoje é ouvidor da universidade com salários de R$ 20.641,44. Cleuza Catsue Takeda Kuwabara, docente Centro de Ciências de Saúde, recebe R$ 23.992,85 por mês. Cassio Egidio Cavenaghi Prete, diretor da Fazenda-Escola, recebe R$ 20.032,20 por mês.

Governo diz que são 'inaceitáveis' atos hostis contra senadores brasileiros


Grupo com 8 parlamentares foi a Caracas pressionar governo de Maduro.
Eles retornaram ao Brasil sem cumprir agenda após serem alvo de protesto.

Renan RamalhoDo G1, em Brasília
Em nota divulgada nesta quinta-feira (18), o Ministério das Relações Exteriores disse que o governo brasileiro lamenta os "incidentes" que frustaram a visita de senadores brasileiros a opositores presos do regime do presidente Nicolás Maduro. No texto, a pasta diz também que são "inaceitáveis" atos hostis praticados contra eles por manifestantes.

Senadores brasileiros em visita à Venezuela nesta quinta foram cercados por manifestantes em Caracas. O grupo de oito parlamentares foi ao país vizinho para pressionar o governo de Maduro a libertar presos políticos e marcar eleições parlamentares. Eles visitariam políticos presos em uma penitenciário nos arredores de Caracas.
Diante da dificuldade para sair do aeroporto da capital venezuelana para visitar presos políticos, a comitiva de senadores decidiu retornar ao Brasil sem cumprir a agenda planejada.

"O Governo brasileiro lamenta os incidentes que afetaram a visita à Venezuela da Comissão Externa do Senado e prejudicaram o cumprimento da programação prevista naquele país. São inaceitáveis atos hostis de manifestantes contra parlamentares brasileiros", diz a nota do Itamaraty.
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A pasta também informou que pedirá informações ao governo venezuelano sobre o ocorrido. "À luz das tradicionais relações de amizade entre os dois países, o Governo brasileiro solicitará ao Governo venezuelano, pelos canais diplomáticos, os devidos esclarecimentos sobre o ocorrido", informou o ministério.

Após o episódio com os senadores brasileiros em Caracas, a presidente Dilma Rousseff se reuniu no Palácio do Planalto com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Da Venezuela, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), cobrou de Dilma que o embaixador brasileiro no país vizinho, Rui Pereira, seja chamado de volta a Brasília para dar explicações sobre o incidente.

Leia abaixo a íntegra da nota do Itamaraty:
O Governo brasileiro lamenta os incidentes que afetaram a visita à Venezuela da Comissão Externa do Senado e prejudicaram o cumprimento da programação prevista naquele país. São inaceitáveis atos hostis de manifestantes contra parlamentares brasileiros.

O Governo brasileiro cedeu aeronave da FAB para o transporte dos Senadores e prestou apoio à missão precursora do Senado enviada na véspera a Caracas.

Por intermédio da Embaixada do Brasil, o Governo brasileiro solicitou e recebeu do Governo venezuelano a garantia de custódia policial para a delegação durante sua estada no país, o que foi feito.

O Embaixador do Brasil na Venezuela recebeu a Comissão na sua chegada ao aeroporto de Maiquetía, onde os Senadores e demais integrantes da delegação embarcaram em veículo proporcionado pela Embaixada, enquanto o Embaixador seguiu em seu próprio automóvel de retorno à Embaixada.

Ambos os veículos ficaram retidos no caminho devido a um grande congestionamento, segundo informações ocasionado pela transferência a Caracas, no mesmo momento, de cidadão venezuelano extraditado pelo Governo colombiano.

O incidente foi seguido pelo Itamaraty por intermédio do Embaixador do Brasil, que todo o tempo se manteve em contato telefônico com os Senadores, retornou ao aeroporto e os despediu na partida de Caracas.

À luz das tradicionais relações de amizade entre os dois países, o Governo brasileiro solicitará ao Governo venezuelano, pelos canais diplomáticos, os devidos esclarecimentos sobre o ocorrido.

Auditores presos durante a Operação Publicano são soltos no Paraná


Eles foram liberados nesta quinta (18), após conseguirem habeas corpus.
Operação investiga esquema de corrupção na Receita Estadual do Paraná.

Rodrigo SavianiDo G1 PR, em Londrina
Oito auditores fiscais, presos durante a segunda fase da Operação Publicano, que investiga um esquema de corrupção da Receita Estadual do Paraná, foram soltos nesta quinta-feira (18) em Londrina, no norte do estado. Eles conseguiram habeas corpus no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) na quarta-feira (17).
Marco Antônio Bueno, Gilberto Favato, Laércio Rossi, Milton Antonio Digiácomo, Sérgio Paulo Quaresma, Jaime Nakano, Lídio Franco Samways Júnior e Clóvis Rogge estavam presos desde o dia 10 de junho na unidade dois da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL II).
O auditor fiscal José Luiz Favoretto também conseguiu habeas corpus, mas seguirá preso por ser acusado em outro processo, envolvendo exploração sexual de menores. Ele está preso na PEL II desde o dia 14 de fevereiro.
Os advogados dos auditores dizem que não existem fatos novos para os pedidos de prisão dos clientes. Além disso, eles alegam que única prova seria apenas a delação premiada feita pelo também auditor fiscal Luiz Antônio de Souza.
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Promotor critica decisão
O promotor Renato de Lima Castro, do Ministério Público do Paraná (MP-PR), criticou a decisão da Justiça em conceder habeas corpus aos investigados presos.
"O Ministério Público tem a lamentar novamente que o Judiciário brasileiro, sobretudo o STJ, não tem sensibilizado para que esta organização criminosa altamente sofisticada e hieraquizada, que espalha temor e crime por todo o Paraná, seja mantida em prisão, quando é certo que em alguns crimes de pouca importância pessoas ficam meses e até anos presas", diz o promotor.
Para Castro, o Ministério Público tem elementos necessários para que a prisão dos investigados seja mantida. "Há uma reiteração criminosa, há uma sofisticação de tarefas, pessoas que atuavam nos bastidores ameaçando eventuais colaboradores. São fundamentos suficientes para que essas pessoas continuem presas durante todo o processo", argumenta. O promotor disse ainda que a soltura dos auditores pode prejudicar as investigações.
Operação Publicano
A segunda fase da operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no dia 10 de junho, e realizada em dez cidades do estado.
A operação investiga um suposto esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais da Receita Estadual. De acordo com o Gaeco, os auditores que deveriam fiscalizar as empresas faziam vista grossa para irregularidades e não autuavam sonegadores. O esquema milionário cobrava propina para anular débitos e reduzir, por meio de fraudes, o valor de impostos.
Nesta etapa das investigações, a Justiça ainda mandou prender membros da cúpula da Receita no estado. Ao todo, 50 pessoas foram presas.
primeira fase da Publicano foi deflagrada em 20 de março. A Justiça aceitou as denúncias feitas pelo MP-PR contra 62 pessoas acusadas no caso, sendo 15 auditores fiscais da Receita Estadual, 15 empresários, 14 pessoas consideradas pelo MP como “laranjas” no esquema, 11 contadores, três auxiliares administrativos, dois funcionários públicos, um policial civil e um administrador de empresas.
O MP-PR denunciou o grupo por corrupção passiva, formação de organização criminosa, falso testemunho, falsidade ideológica e outros fatos criminosos.

Saiba quem são as vítimas do atirador na igreja de Charleston


Suspeito de matar 9 em igreja de comunidade negra de Charleston foi preso.
Senador e reverendo da igreja, Clementa Pinckney, está entre as vítimas.

Do G1, em São Paulo
Foto de 3 de junho mostra o Reverendo Clementa Pinckney, senador pela Carolina do Sul, que morreu em atentado a igreja de Charleston (Foto: Grace Beahm/The Post and Courier via AP)Foto de 3 de junho mostra o Reverendo Clementa Pinckney, senador pela Carolina do Sul, que morreu em atentado a igreja de Charleston (Foto: Grace Beahm/The Post and Courier via AP)
As nove vítimas do atentado a igreja de Charleston realizado na noite desta quarta-feira tinham entre 26 e 87 anos, informou a médica legista do condado em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (18).
Foto de registro prisional feito nesta quinta-feira (18) mostra o suspeito do ataque à igreja em Charleston, Dylann Roof, de 21 anos (Foto: REUTERS/Charleston County Sheriff's Office)Foto de registro prisional feito nesta quinta-feira (18)
mostra o suspeito do ataque à igreja em Charleston,
Dylann Roof, de 21 anos
(Foto: REUTERS/Charleston County Sheriff's Office)
A legista confirmou a morte do Reverendo da Emanuel Church, Clementa Pinckney, que também era senador. Sua morte havia sido reportada por jornais norte-americanos, mas ainda não tinha sido confirmada oficialmente.
Nove pessoas morreram depois que um homem branco abriu fogo contra a igreja Emanuel African Methodist Episcopal em uma comunidade negra de Charleston. O suspeito, identificado pelo FBI como Dylann Storm Roof, de 21 anos, foi detido pela polícia em Shelby, na Carolina do Norte, nesta quinta.
Além disso, uma bibliotecária, um recém-formado e outros reverendos estão entre as vítimas, listadas abaixo.
Reverendo Clementa Pinckney, de 41 anos, era senador pelo estado da Carolina do Sul e pastor da Emanuel Church.
O senador e reverendo Clementa Pinckney em foto de 22 de novembro de 2010 (Foto: Grace Beahm/The Post and Courier via AP)O senador e reverendo Clementa Pinckney em foto de 22 de novembro de 2010 (Foto: Grace Beahm/The Post and Courier via AP)

Reverenda Sharonda Coleman-Singleton, de 45 anos, era pastora na igreja e também técnica de atletismo em uma escola de ensino médio.
Sharonda Coleman-Singleton (Foto: Reprodução/Facebook/Sharonda Coleman-Singleton)Sharonda Coleman-Singleton (Foto: Reprodução/Facebook/Sharonda Coleman-Singleton)
Reverendo Daniel Simmons Sr., de 74 anos, foi a única vítima a morrer no hospital. Ele era pastor aposentado de outra igreja de Charleston, de acordo com a emissora “ABC News”.
Cynthia Hurd, de 54 anos, era gerente da St. Andrews Regional Library, uma biblioteca que fica perto da igreja.
Cynthia Hurd (Foto: Reprodução/Flickr/Charleston County Public Library)Cynthia Hurd (Foto: Reprodução/Flickr/Charleston County Public Library)
Ethel Lance, de 70 anos, trabalhava na igreja havia 30 anos, de acordo com um parente que falou ao jornal “Post and Courier”.

Susie Jackson tinha 87 anos, era prima de Ethel Lance e frequentava a Emanuel Church havia décadas.
Tywanza Sanders, a vítima mais jovem, tinha 26 anos e se formou em 2014 na Charleston’s Allen University.
Tywanza Sanders (Foto: Reprodução/Facebook/Tywanza Sanders)Tywanza Sanders (Foto: Reprodução/Facebook/Tywanza Sanders)
Myra Thompson, de 59 anos, era membro ativa da irmandade Delta Sigma Theta, da Howard University, segundo o jornal “Greenville News”. Era mulher do reverendo Anthony Thompson, da Holy Trinity REC Church, em Charleston.
Depayne Middleton Doctor tinha 49 anos, era conselheira no campus de Charleston da Southern Wesleyan University e cantava no coro da igreja.
Depayne Middleton Doctor  (Foto: Leigh Thomson/Southern Wesleyan University via AP)Depayne Middleton Doctor (Foto: Leigh Thomson/Southern Wesleyan University via AP)
O atirador se sentou com os fiéis por cerca de uma hora antes de abrir fogo durante uma sessão de estudos bíblicos. Wooten disse que antes de se tornar violento o atirador foi aceito pelo grupo, que achou que ele queria se juntar aos estudos.

Segundo Wooten, serão realizadas autópsias nas vítimas nos próximos dias. Ela não forneceu detalhes sobre em que lugar do corpo ou quantas vezes as vítimas foram atingidas.

Suspeito
O Departamento de Justiça americano disse que investiga o caso como crime de ódio, sugerindo que há motivações racistas por trás do ocorrido.
Polícia transfere o suspeito de ser o atirador de igraja de Charleston, Dylann Roof, de 21 anos, a uma corte em Shelby, na Carolina do Norte (Foto: REUTERS/Jason Miczek)Polícia transfere o suspeito de ser o atirador de igraja de Charleston, Dylann Roof, de 21 anos, a uma corte em Shelby, na Carolina do Norte (Foto: REUTERS/Jason Miczek)
Segundo registros de cortes locais, Dylann havia sido fichado por um crime relacionado a drogas e outro de invasão de propriedade em março e abril deste ano. Ele vivia na região de Columbia, capital da Carolina do Sul.
O chefe de polícia Greg Mullen disse a repórteres que três pessoas sobreviveram ao ataque.
Segundo a agência Reuters, o suspeito Dylann Roof tem uma foto em seu perfil do Facebook em que aparece com uma jaqueta estampando a bandeira símbolo do regime do apartheid, que segregou negros e brancos na África do Sul.
Foto do suspeito Dylann Roof em rede social mostra o jovem de 21 anos com uma jaqueta com bandeiras bordadas à esquerda: a bandeira da África do Sul na época do apartheid (topo) e a da Rodésia, antigo estado não reconhecido que imitou o apartheid (Foto: Reprodução/Facebook/Dylann Roof)Foto do suspeito Dylann Roof em rede social mostra
o jovem de 21 anos com uma jaqueta com bandeiras
bordadas à esquerda: a bandeira da África do Sul na
época do apartheid (topo) e a da Rodésia, antigo
estado não reconhecido que imitou o apartheid
(Foto: Reprodução/Facebook/Dylann Roof)
O Departamento de Justiça americano disse que investiga o caso como crime de ódio, sugerindo que há motivações racistas por trás do ocorrido.
A Emanuel African Methodist Episcopal Church é uma das mais antigas da comunidade negra. Denmark Vesey, um dos fundadores do templo, liderou uma revolta de escravos fracassada em 1822.
Ameaças de bomba
Após o ataque, uma ameaça de bomba chegou à polícia local, que isolou o quarteirão onde está localizada a igreja.

Outra ameaça de bomba foi recebida na tarde desta quinta contra uma vigília em homenagem às vítimas do ataque que estava sendo realizada na cidade de Greenville, que também fica na Carolina do Sul.
A vigília era realizada em um centro comunitário em frente à Allen Temple African Methodist Episcopal Church e foi interrompida.
Segundo o chefe da polícia de Greenville, um homem ligou fazendo a ameaça de bomba e a polícia decidiu retirar as pessoas do local por precaução. Policiais com detectores de bomba foram enviados ao local para vasculhar a igreja e o centro comunitário. As ruas da área foram bloqueadas para carros.
Segundo o Reverendo James Speed, citado pela Fox, as igrejas Metodistas Episcopal Africanas de todo o estado planjearam vigílias simultâneas pelas vítimas do ataque em Charleston
Homem se emociona diante de flores deixadas no limite estabelecido pela polícia perto da Igreja Emanuel AME, em homenagem às vítimas do tiroteio no bairro de maioria negra em Charleston (Foto: David Goldman/AP)Homem se emociona diante de flores deixadas no limite estabelecido pela polícia perto da Igreja Emanuel AME, em homenagem às vítimas do tiroteio no bairro de maioria negra em Charleston (Foto: David Goldman/AP)
À porta da Igreja Emanuel AME, policiais procuram o suspeito de ter aberto fogo e matado fiéis em Charleston (Foto: Matthew Fortner/The Post And Courier/AP)À porta da Igreja Emanuel AME, policiais procuram o suspeito de ter aberto fogo e matado fiéis em Charleston (Foto: Matthew Fortner/The Post And Courier/AP)
Grupo se reúne para orar após tiroteio em igreja de Charleston (Foto: Randall Hill/Reuters)Grupo se reúne para orar após tiroteio em igreja de Charleston (Foto: Randall Hill/Reuters)
Frequentadores de igreja atacada em Charleston se abraçam após tiroteio (Foto: David Goldman/AP)Frequentadores de igreja atacada em Charleston se abraçam após tiroteio (Foto: David Goldman/AP)

Policial que morreu em acidente viajava para se aposentar, diz polícia


Carreta atropelou nove pessoas e atingiu seis veículos em Rio Preto (SP).
Policiais estavam em rodovia ajudando motociclista vítima de acidente.

Do G1 Rio Preto e Araçatuba
O policial civil, de 68 anos, que morreu nesta quinta-feira (18) depois que uma carreta desgovernada atropelou ele e outras oito pessoas na Rodovia Washington Luiz, em São José do Rio Preto (SP), estava indo à capital paulista para dar entrada na documentação da aposentadoria. Segundo informações da Delegacia Seccional de Fernandópolis (SP), onde a vítima trabalhava há 30 anos, ele e dois colegas seguiam para um treinamento e o policial aproveitaria a viagem para levar os documentos, que já estavam com ele.
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O acidente aconteceu na chegada a Rio Preto, próximo da base da Polícia Rodoviária. Uma motociclista perdeu o controle da moto e acabou caindo na pista. Enquanto homens das polícias Civil, Rodoviária e funcionários da concessionária prestavam socorro à motociclista, uma carreta não conseguiu frear e acabou atingindo todo o grupo. Foram atingidos seis carros e dez pessoas, entre elas o policial civil que acabou morrendo.
Com o acidente, um grande congestionamento se formou ao longo da Rodovia Washington Luiz, no sentido interior-capital. A pista ficou interditada por quase quatro horas e a carreta ficou atravessada no meio da rodovia.
O corpo do policial vai ser velado e enterrado em Fernandópolis. A família decidiu pela doação das córneas. A motociclista, de 28 anos, está internada em estado grave. Ela sofreu queimaduras e fraturas nas duas pernas. O caminhoneiro foi ouvido pela polícia e liberado.
Trânsito no trecho da rodovia ficou interditado durante o dia (Foto: Reprodução / TV TEM)Trânsito no trecho da rodovia ficou interditado durante o dia (Foto: Reprodução / TV TEM)