Prefeitura de Colombo lança concurso para escolher nome de novo Parque no município


WEBMASTER 17 DE JUNHO DE 2015

Área de lazer no bairro Roça Grande é mais um atrativo para contribuir com a vida e o bem estar da população

Novo Parque, no bairro Roça Grande, tem uma área de 55 mil m² para o lazer e atividades físicas
Novo Parque, no bairro Roça Grande, tem uma área de 55 mil m² para o lazer e atividades físicas
Uma área de 55 mil m² está sendo preparada para ser entregue aos cidadãos no próximo mês de setembro. Trata-se da implantação de um novo Parque que irá oferecer mais um espaço de lazer e práticas de esporte na região do bairro Roça Grande. E antes de ser entregue oficialmente à população, a Prefeitura Municipal lança neste dia 17, um concurso nas redes sociais para que os internautas sugiram o nome para o local.
“Como este espaço será destinado para as pessoas utilizarem, tanto para lazer quanto para a prática de exercícios físicos, nada mais justo do que elas mesmas darem opções de qual é o nome que elas gostariam que este novo Parque tivesse”, destaca a Prefeita Beti Pavin.
Segundo o secretário de Meio Ambiente, Evandro Busato, o local adquirido pela Prefeitura, que fica na antiga Associação Banestado, está bem conservado, por isso, somente alguns reparos serão realizados. “Além destas melhorias, um portal na entrada será construído, a mata invasora será retirada e árvores nativas da região serão plantadas”, afirmou o secretário.
Nomes devem ser, preferencialmente, relacionados com a fauna, flora, rios e indígena
Nomes devem ser, preferencialmente, relacionados com a fauna, flora, rios e indígena
Já existem, no local, dois barracões, um ginásio de esportes com mais de dois mil m², oito quiosques, churrasqueira coberta com vestiário, churrasqueira no lago e pista para caminhadas, que segundo a secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Tânia Mara Tosin serão utilizados para diversos serviços e ações da Prefeitura.
Portanto, o Parque ainda não tem nome definido, por isso, poste suas sugestões que tenham preferencialmente relação com essas palavras, seus sinônimos e derivados com a fauna, flora, rios e indígenas, na página da Prefeitura no facebook até o dia 17 de julho. Os melhores nomes serão selecionados para votação posterior também na rede.
Serviço
Para sugerir o nome do parque acesse:
Endereço do Parque no bairro Roça Grande:
Rua Antônio Chemim, 28
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Foto: Márcio Fausto/PMC

Dunga não tem condições de repensar a seleção brasileira


dunga
Sem ideias e diante de uma crise de identidade do futebol no Brasil, o treinador provou nesta Copa América que não pode ser o condutor. Enfraquecida, a CBF patina
Luiz Prosperi, Estadão
Dunga não tem condições de continuar no comando da seleção brasileira após a vergonhosa campanha na Copa América. Em quatro jogos nesta competição, o Brasil não jogou absolutamente nada. Exibições sofríveis de um time invertebrado, com um punhado de jogadores sem estofo para vestir a camisa amarela. Dunga comprovou que é mesmo o retrocesso do retrocesso quando assumiu a seleção no lugar de Felipão, destroçado pelos 7 a 1 da Alemanha.
Não há a menor desculpa a este novo fracasso. Dunga enganou com uma boa sequência de vitórias em amistosos inócuos.
Desde seu recomeço, o treinador fez da seleção uma correria, voltada apenas aos contra-ataques. Em nenhum momento se pensou em formar um meio-campo criativo. Optou pelos burocratas e acabou de afundar o que Felipão havia feito na Copa.
Dunga não está preparado para dar uma nova ideia à seleção. Não sabe garimpar jogadores, muito menos recuperar alguns talentos que se perderam no meio do caminho. Suas entrevistas escancaram o despreparo quando diz que na seleção “o jogador que levantar da cadeira perde o lugar”. Perde o lugar para quem, meu caro Dunga?

O legista que filmou o corpo de Cristiano Araújo foi morto a tiros?

Notícia que circula via WhatsApp afirma que o legista que filmou a necrópsia do cantor Cristiano Araújo foi morto com 5 tiros na cabeça! Será verdade?
O assunto foi amplamente compartilhado através do WhatsApp e do Instagram no final de junho de 2015, poucos dias após o vazamento de um vídeo com a alegada necrópsia do cantor goiano Cristiano Araújo – morto em um acidente de carro, no dia 24. De acordo com o texto, o legista que havia gravado o tal vídeo teria sido assassinado com 5 tiros na cabeça por dois homens em uma moto, no estado de Goiás!
O texto que foi compartilhado é esse:
“Mataram o cara que gravou vídeo do Corpo de Cristiano Araújo
Legista que gravou o vídeo do cantor sertanejo Cristiano Araújo e assassinado No interior de Goiás, segundo informações da família, ele teria saído de casa para ir a padaria que fica próximo de sua residência .cerca de 200 metros , uma moto prata de com dois homens efetuaram os disparos em plena avenida nesta tarde. A polícia civil investiga o caso e crê que pode ser revolta dos fãs . o legista veio a óbito na horas . cerca de 5 tiros na cabeça .
Agora em Goiás”

Fonte: Blog R7

Morre maestro arranjador de 'Pense em mim', hit de Leandro e Leonardo


Otávio Basso não resistiu a infarto e está sendo velado em Rio Claro, SP.
Músico trabalhou com nomes como Roberto Carlos, Daniel e até Pelé.

Stefhanie PiovezanDo G1 São Carlos e Araraquara
Pelé, Marcix, Basso e Dalvan na gravação de Torcida da Paz (Foto: Fernando Basso/Arquivo pessoal)Pelé, Marcix, Basso (de óculos) e Dalvan em gravação (Foto: Fernando Basso/Arquivo pessoal)
Morreu neste sábado (27), aos 69 anos, o maestro rio-clarense Otávio Basso. De acordo com a família, ele não resistiu a um infarto e foi velado em sua cidade natal, onde foi sepultado neste domingo (28). 
saiba mais

Ao todo, Basso dedicou 62 anos à música. Ele começou a ter aulas de acordeão com Braguinha quando tinha 7 anos,  estudou em Campinas e, de lá, foi para São Paulo, onde integrou o grupo “Os Impossíveis”. A banda acompanhou em estúdio muitos cantores da época e desses contatos surgiram oportunidades com nomes como Roberto Carlos.
“Ele conheceu um empresário e começou a fazer os arranjos para as primeiras músicas de Amado Batista. Também fez os arranjos de 'Pense em mim', 'Paz na cama', 'Temporal de amor' e 'Entre tapas e beijos', gravados por Leandro e Leonardo. Trabalhou com João Paulo e Daniel, Gian e Giovani, Zezé Di Camargo e Luciano e Moacyr Franco”, contou o sobrinho de Otávio, Fernando Basso.
Basso fez os arranjos dos primeiros sucessos de Amado Batista (Foto: Fernando Basso/Arquivo pessoal)Basso fez os arranjos de sucessos de Amado
Batista (Foto: Fernando Basso/Arquivo pessoal)
Outra parceria de sucesso envolveu o mundo do futebol. Basso foi o arranjador de “Torcida da Paz”, música composta por Dalvan, Marcix e Pelé em 1993 e gravada com a participação do “Rei”.
“Ele deixou um grande legado com seu maravilhoso trabalho na música”, escreveu a produtora Márcia Carvalho, a Marcix, em depoimento no Facebook após tomar conhecimento da morte do amigo.
“Ele fez muita gente se tornar famosa em vários estilos, deixou um legado muito grande. O que fica como lembrança é a imagem da perseverança, da generosidade, honestidade e caráter. Vou me lembrar dele trabalhando, buscando o melhor, brincando, ajudando e compartilhando conhecimento. Ele ensinava, deixava os artistas à vontade. Deixou uma história bonita na música e sentimos orgulho”, resumiu Fernando.
Otávio e o sobrinho Fernando Basso (Foto: Fernando Basso/Arquivo pessoal)Otávio e o sobrinho Fernando Basso: 'Sentimos orgulho' (Foto: Fernando Basso/Arquivo pessoal)

PT COBRA EXPLICAÇÃO DE CARDOZO SOBRE AÇÕES DA PF NA LAVA JATO


PARTIDO ESTARIA INSATISFEITO COM A POSTURA DO MINISTRO DA JUSTIÇA. LIDERANÇAS PETISTAS USAM TERMOS COMO "INOPERANTE", "OMISSO", "SEM PULSO FIRME NEM LIDERANÇA" E "EGOÍSTA" PARA SE REFERIR A ELE


7
Eduardo Cardozo se reuniu com líderes partidários (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)
Na quinta-feira (25/06) a Executiva Nacional do PT se reuniu em São Paulo para, entre outras coisas, avaliar os estragos causados ao partido pelas Operações Lava Jato e Acrônimo. Na reunião, o PT tomou duas decisões importantes. A primeira, tornada pública, foi aprovar uma resolução política na qual sai em defesa das empreiteiras suspeitas de desviar recursos da Petrobras. A segunda, até agora mantida em sigilo, foi convidar o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a dar explicações ao partido sobre as últimas ações da Polícia Federal, subordinada a ele.
SAIBA MAIS

O presidente do PT, Rui Falcão, disse que o objetivo é simplesmente ouvir o ministro. No entanto, conforme integrantes da cúpula petista, a ideia é enquadrar Cardozo. Militante do PT há mais de 30 anos, homem de confiança da presidente Dilma Rousseff, o ministro é responsabilizado por setores do partido pela manutenção da prisão temporária do ex-tesoureiro João Vaccari Neto, detido desde 15 de abril, e pelas buscas no escritório político do governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), e na agência Pepper, que presta serviços à sigla.
Em conversas reservadas, lideranças petistas usam termos como "inoperante", "omisso", "sem pulso firme nem liderança" e "egoísta" para se referir ao ministro. Desde sexta-feira, com a divulgação da delação premiada de Ricardo Pessoa, da empreiteira UTC, que relatou ter feito repasses às campanhas de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a insatisfação em relação ao ministro aumentou consideravelmente.
Numa reunião de representantes dos setoriais petistas realizada no meio da semana, também em São Paulo, uma dirigente ligada a um parlamentar sugeriu abertamente que o PT peça a demissão do ministro.
Na resolução política aprovada quinta-feira pela executiva nacional, a cúpula petista aumentou a intensidade dos ataques aos responsáveis pelas investigações contra o partido. Em cinco dos 16 itens do documento, o PT faz críticas à operação. No item número 6, o partido se diz preocupado com os efeitos econômicos do "prejulgamento" das empreiteiras, apesar de pessoas ligadas a pelo menos cinco delas terem confessado à Lava Jato participação no esquema de desvio de recursos da Petrobras.
A ideia de convidar Cardozo a dar explicações ao partido surgiu durante o debate sobre a manutenção da prisão de Vaccari, vista pelo PT como uma arbitrariedade cometida pela força-tarefa da Lava Jato.
Uma das cobranças que será feita ao ministro é o fato de a PF ter aberto uma investigação sobre um carregamento de dinheiro feito por um empresário próximo a Pimentel, mas não apurar casos semelhantes envolvendo tucanos, a exemplo de um apoiador do deputado Bruno Covas (PSDB-SP) pego com R$ 100 mil em dinheiro às vésperas da eleição de 2014. Para o PT, a PF não tem isonomia.

Dois jovens morrem após carro capotar e bater em árvore na BR-376


Acidente ocorreu entre Alto Paraná e Nova Esperança, neste domingo (28).
O motorista de 19 anos e um adolescente sofreram ferimentos graves.

Do G1 PR
Segundo PRF, os rapazes que estavam do lado direito do carro morreram no local do acidente. (Foto: Rodolfo Pardini/ RPC Noroeste)Segundo PRF, os rapazes que estavam do lado direito do carro morreram no local do acidente. (Foto: Rodolfo Pardini/ RPC Noroeste)
Dois jovens, de 18 e 19 anos, morreram e dois ficaram gravemente feridos em um acidente de carro na rodovia BR-376, entre Alto Paraná e Nova Esperança, no noroeste do Paraná, na madrugada deste domingo (28). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista perdeu o controle da direção do veículo e, depois de capotar, bateu contra uma árvore.
saiba mais

Os dois jovens feridos, de 19 e de 17 anos, estão internados em estado grave no hospital Santa Casa de Paranavaí, no noroeste do estado. O rapaz de 19 anos dirigia o veículo no momento do acidente, e segundo a PRF, não possuía carteira de habilitação.
As duas vítimas fatais serão veladas e enterradas em Alto Paraná. O garoto de 19 anos será velado na casa dos pais e o menino de 18 anos na Capela Municipal. Os corpos serão enterrados na segunda-feira (29).

O HORROR! O HORROR! – Deputado tucano Carlos Mosconi, presidente da Comissão de Saúde da Assembleia, é denunciado na Carta Capital por possivel ligação com máfia do tráfico de orgãos em Minas Gerais

Uma petição pública que corre na internet pede que o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) volte a investigar nove médicos membros de uma suposta quadrilha de tráfico de órgãos em Poços de Caldas, no Sul de Minas, e apure a participação do deputado estadual Carlos Mosconi (PSDB), atual presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, no esquema



Deputado tucano é acusado de tráfico de órgãos
A revista Carta Capital divulga matéria estarrecedora: o presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o deputado do PSDB Carlos Mosconi, estaria ligado à máfia de transplante de órgãos no estado.
Carta Capital denuncia o silêncio criminoso da imprensa mineira, “controlada a pulso de ferro pelo governador mineiro” – escreve o autor da reportagem Leandro Fortes. Diz ainda que, depois que o nome do deputado veio a tona na investigação, estaria havendo um complô para afastar o juiz Narciso de Castro do processo. Mosconi está no quarto mandado e foi assessor do governador Aécio Neves. Mas o escândalo só está circulando nas redes sociais. Eis o artigo, publicado na quarta (17).
“Querem trocar o juiz, após vir à tona nome de tucano”
Sozinho, escondido em Londres, na Inglaterra, depois de ter conseguido asilo humanitário na Itália, em 2008, o analista de sistemas Paulo Pavesi se transformou no exército de um só homem contra a impunidade dos médicos-monstros que, em 2000, assassinaram seu filho para lhe retirar os rins, o fígado e as córneas.
Paulo Veronesi Pavesi, então com 10 anos de idade, caiu de um brinquedo no prédio onde morava, e foi levado para a Irmandade Santa Casa de Poços de Caldas, no sul de Minas, onde foi atendido pelo médico Alvaro Inhaez que, como se descobriu mais tarde, era o chefe de uma central clandestina de retirada de órgãos humanos disfarçada de ONG, a MG Sul Transplantes. Paulinho foi sedado e teve os órgãos retirados quando ainda estava vivo, no melhor estilo do médico nazista Josef Mengele.
Na edição desta semana de CartaCapital, publiquei uma reportagem sobre o envolvimento do deputado estadual Carlos Mosconi (PSDB) com a chamada “Máfia dos Transplantes” da Irmandade Santa Casa de Poços de Caldas.
Mosconi, eleito no início do ano, pela quarta vez consecutiva, presidente da Comissão de Saúde (!) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, foi assessor especial do senador Aécio Neves (PSDB-MG), quando este era governador do estado. Aécio o nomeou, em 2003, presidente da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMG), à qual a MG Sul Transplantes, idealizada por Mosconi e outros quatro médicos ligados á máfia dos transplantes, era subordinada.
As poucas notícias que são veiculadas sobre o caso, à exceção da matéria de minha autoria publicada esta semana, jamais citam o nome de Carlos Mosconi. Em Minas Gerais, como se sabe, a imprensa é controlada pela mão de ferro do PSDB. Nada se noticia de ruim sobre os tucanos, nem quando se trata de assassinato a sangue frio de uma criança de 10 anos que teve as córneas arrancadas quando ainda vivia para que fossem vendidas, no mercado negro, por 1,2 mil reais. Nada.
Esse silêncio, aliado à leniência da polícia e do judiciário mineiro, é fonte permanente da dor de Paulo Pavesi. Mas Pavesi não se cala. De seu exílio inglês, ele nos lembra, todos os dias, que somos uma sociedade arcaica e perversa ao ponto de proteger assassinos por questões políticas paroquiais.
Como sempre, a velha mídia nacional, sem falar na amordaçada mídia mineira, não deu repercussão alguma à CartaCapital, como se isso tivesse alguma importância nesses tempos de blogosfera e redes sociais.
Pela internet, o Brasil e o mundo foram apresentados ao juiz Narciso Alvarenga de Castro, da 1ª Vara Criminal de Poços de Caldas. Em de 19 de fevereiro desse ano, ele condenou quatro médicos-monstros envolvidos na máfia: João Alberto Brandão, Celso Scafi, Cláudio Fernandes e Alexandre Zincone. Eles foram condenados pela morte de um trabalhador rural, João Domingos de Carvalho.
Internado por sete dias na enfermaria da Santa Casa, entre 11 e 17 de abril de 2001, Carvalho, assim como Paulinho, foi dado como morto quando estava sedado e teve os rins, as córneas e o fígado retirados por Cláudio Fernandes e Celso Scafi. Outros sete casos semelhantes foram levantados pela Polícia Federal na Santa Casa.
Todos os condenados são ligados à MG Sul Transplantes. Scafi, além de tudo, era sócio de Mosconi em uma clínica de Poços de Caldas, base eleitoral do deputado. A quadrilha realizava os transplantes na Santa Casa, o que garantia, além do dinheiro tomado dos beneficiários da lista, recursos do SUS para o hospital. O delegado Célio Jacinto, responsável pelas investigações da PF, revelou a existência de uma carta do parlamentar na qual ele solicita ao amigo Ianhez o fornecimento de um rim para atender ao pedido do prefeito de Campanha (MG). A carta, disse o delegado, foi apreendida entre os documentos de Ianhez, mas desapareceu misteriosamente do inquérito sob custódia do Ministério Público Estadual de Minas Gerais.
Ontem, veio o troco – A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) suspendeu as audiências que aconteceriam de hoje, 17 de abril, até sexta-feira, 19 de abril, para se iniciar, finalmente, o julgamento do caso de Paulinho. Neste processo, estão sendo julgados, novamente, Cláudio Fernandes e Celso Scafi, além de outros acusado, Sérgio Poli Gaspar.
De acordo com a assessoria do TJMG, o cancelamento se deu por conta de uma medida de “exceção de suspeição” contra o juiz Narciso de Castro impetrada pelo escritório Kalil e Horta Advogados, que defende Fernandes e Scafi. A defesa da dupla, já condenada a penas de 8 a 11 anos de cadeia, argumenta que o juiz teria perdido a “necessária isenção e imparcialidade” para apreciar o Caso Pavesi.
Ou seja, querem trocar o juiz, justo agora que o nome do deputado Carlos Mosconi veio à tona. Eu, sinceramente, ainda espero que haja juízes – e jornalistas – em Minas Gerais para denunciar esse acinte à humanidade de Paulo Pavesi que, no fim das contas, é a humanidade de todos nós.
Fonte: Leandro Fortes, de Carta Capital

Jovens brigam dentro de ‘busão’ e um vai preso por quebrar porta de desembarque


Por Luiz Henrique de Oliveira


inter 1
Jovem foi preso por dano ao patrimônio público (Foto: Divulgação GM)
Ninguém sabe o motivo, mas, de repente, dois jovens protagonizaram uma briga dentro de um ônibus Interbairros IV, no bairro Pinheirinho, em Curitiba, na manhã deste domingo (28). A Guarda Municipal (GM) foi acionada e um deles, que ainda estava no coletivo, foi preso por quebrar os vidros daporta de desembarque do coletivo.
O inspetor Frederico, coordenador da GM, falou sobre o caso à Banda B.
“O rapaz detido ainda desacatou a cobradora e o motorista, que prontamente chamaram a viatura da guarda. Ele fez isso depois de brigar com outro rapaz que estava no ônibus”, explicou.
O outro rapaz envolvido não foi localizado. “Quando a equipe chegou ele não estava mais lá. O suspeito preso também não quis comentar o motivo de ter brigado”, descreveu o inspetor Frederico.
O suspeito foi autuado em flagrante por dano ao patrimônio público. Ele foi encaminhado ao Centro de Atendimento Integrado ao Cidadão, o Ciac-Sul.

A ruína da era Lula


Acossado pelas investigações da Lava Jato e cada vez mais impopular, o ex-presidente parte para o ataque – e expõe o ocaso do modo petista de fazer política

FLÁVIA TAVARES, LEANDRO LOYOLA E DIEGO ESCOSTEGUY
26/06/2015 - 22h44 - Atualizado 26/06/2015 23h43
Num encontro recente com os principais chefes do PMDB, o ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva, novo líder da oposição ao governo petista de Dilma Rousseff, comparou a presidente a uma adolescente mimada. Na analogia, Lula se apresenta no papel de pai preocupado. O petista, como é de seu hábito, sempre aparece nesse tipo de metáfora como figura sensata, arguta, sábia. Desempenha a função do pai – do bom pai. “Ela (Dilma) faz bobagem, você senta para conversar e dizer por que aquilo foi errado. Ela concorda, claro”, disse Lula. “Mas não demora, logo no dia seguinte, ela vem e faz tudo de novo. Te chamam na delegacia para buscar a filha pelo mesmo motivo.” Todos eram homens, e riram. A culpa pelas desgraças do país não é da Geni. É de Dilma.

A historinha de Lula, compartilhada num momento de intimidade política, revela quanto Lula tem, de fato, de argúcia – e quanto Dilma tem de impopularidade. Conforme a aprovação da presidente aproxima-se do chão (10%), como mostrou o Datafolha na semana passada, mais à vontade ficam os políticos para fazer troça da petista. Até ministros próximos de Dilma, que conseguem trabalhar há anos com ela, apesar das broncas mal-educadas que recebem cotidianamente, não escondem mais o desapreço pela presidente. “A Dilma conseguiu implodir as relações com os movimentos sociais, com o Congresso e com o PIB”, diz um desses ministros, que é do PT. “O segundo governo acabou antes de começar. Estamos administrando o fracasso e os problemas do primeiro mandato. Resta apenas o ajuste fiscal para o país não quebrar.”
>> Lula diz que PT perdeu utopia e precisa de revolução

Ninguém discorda que Dilma é uma presidente estranha. Num momento de crise profunda no país que ela governa, só aparece em público para pedalar pelas ruas de Brasília. Os políticos mais antigos lembram-se das corridas matinais de Collor nas proximidades da Casa da Dinda, quando o governo dele desmoronava. Transmite o mesmo tipo de alienação. Na semana passada, num discurso que entrará para os arquivos da Presidência da República, Dilma “saudou a mandioca, uma das maiores conquistas do Brasil”. Estava no lançamento dos Jogos Indígenas. Falou de improviso. Inventou expressões como “mulheres sapiens” e pôs-se a elogiar a bola usada pelos índios. “É uma bola que eu acho um exemplo, é extremamente leve. Já testei e ela quica”, disse Dilma. Um ministro que presenciou o discurso não acreditou no que via. “Dava vontade de sair correndo e tirar o microfone dela”, diz ele, ainda rindo da cena.
O esporte do momento em Brasília, como fez Lula, é ridicularizar Dilma. Mas será ela a verdadeira responsável pela crise que acomete o Brasil em 2015? Ninguém discorda de que a presidente tem responsabilidade – e muita – pela crise econômica. Mas os fatos políticos dos últimos meses, e em especial das últimas semanas, demonstram que a crise prolongada – política, social, criminal e econômica – é sintoma da ruína de uma era, uma era definida não por Dilma, mas por quem a concebeu politicamente: Lula, o pai. Trata-se de uma era em que o PT exerceu o poder por meio do fisiologismo do mensalão e do petrolão, abandonando, a partir do governo Dilma, a razoabilidade econômica e a conciliação política.
Revista ÉPOCA - edição 890 - A ruína da era Lula (Foto: Revista ÉPOCA/Divulgação)
>> Continue lendo esta entrevista em ÉPOCA desta semana.

Senha: tulipa? Contrassenha: caneco!


unnamed
A campanha de Lula à reeleição recebeu dinheiro sujo das empreiteiras envolvidas no petrolão
Robson Bonin
Em 2006, Lula conquistou um novo mandato ao derrotar, em segundo turno, o tucano Geraldo Alckmin. Com a vitória, ele adotou como prática zombar dos efeitos eleitorais do mensalão, descoberto um ano antes e até então o maior esquema de corrupção política da história do país. As denúncias de compra de apoio parlamentar, dizia o líder petista, não haviam sido capazes de conter o projeto de poder do partido. Também pudera. Sem que ninguém soubesse, na campanha à reeleição, Lula contou com a ajuda do petrolão e recebeu uma bolada desviada dos cofres da Petrobras.
Segundo o empreiteiro Ricardo Pessoa, a UTC contribuiu com 2,4 milhões de reais em dinheiro vivo para a campanha à reeleição de Lula, numa operação combinada diretamente com José de Filippi Júnior, que era o tesoureiro da campanha e hoje trabalha como secretário de Saúde da cidade de São Paulo. Para viabilizar a entrega do dinheiro e manter a ilegalidade em segredo, o empreiteiro amigo de Lula e o tesoureiro do presidente-can­didato montaram uma operação clandestina digna dos enredos rocambolescos de filmes sobre a máfia.
Pessoa contou aos procuradores que ele, o executivo da UTC Walmir Pinheiro e um emissário da confiança de ambos levavam pessoalmente os pacotes de dinheiro ao comitê da campanha presidencial de Lula. Para não chamar a atenção de outros petistas que trabalhavam no local, a entrega da encomenda era precedida de uma troca de senhas entre o pagador e o beneficiário. Ao chegar com a grana, Pessoa dizia “tulipa”. Se ele ouvia como resposta a palavra “caneco”, seguia até a sala de Fi­lip­pi Júnior. A escolha da senha e da contrassenha foi feita por Pessoa com emissários do tesoureiro da campanha de Lula numa choperia da Zona Sul de São Paulo. Antes de chegar ao comitê eleitoral, a verba desviada da Petrobras percorria um longo caminho. Os valores saíam de uma conta na Suíça do consórcio Quip, formado pelas empresas UTC, Iesa, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, que mantém contratos milionários com a Petrobras para a construção das plataformas P-53, P-55 e P-63. Em nome do consórcio, a empresa suíça Quadrix enviava o dinheiro ao Brasil. A Quadrix também transferiu milhares de dólares para contas de operadores ligados ao PT.
Pessoa entregou aos investigadores as planilhas com todas as movimentações realizadas na Suíça. Os pagamentos via caixa dois são a primeira prova de que o ex-presidente Lula foi beneficiado diretamente pelo petrolão. Até agora, as autoridades tinham informações sobre as relações lucrativas do petista com grandes empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato, mas nada comparável ao testemunho e aos dados apresentados pelo dono da UTC. Depois de deixar o governo,
Lula foi contratado como palestrante por grandes empresas brasileiras. Documentos obtidos pela Polícia Federal mostram que ele recebeu cerca de 3,5 milhões de reais da Camargo Corrêa. Parte desse dinheiro foi contabilizada pela construtora como “doações” e “bônus eleitorais” pagos ao Instituto Lula. Conforme revelado por VEJA, a OAS também fez uma série de favores pessoais ao ex-presidente, incluindo a reforma e a construção de imóveis usados pela família dele. UTC, Camargo Corrêa e OAS estão juntas nessa parceria. De diferente entre elas, só as variações dos apelidos, das senhas e das contrassenhas. “Brahma”, “tulipa” e “caneco”, porém, convergem para um mesmo ponto.

Delegados condenam atuação midiática dos promotores do Gaeco


unnamed
O jornalista Celso Nascimento, na sua coluna deste domingo, 28, na Gazeta do Povo, registra que a Associação dos Delegados de Polícia do Paraná tomou pública sua posição sobre a atuação do Ministério Público por meio do Gaeco. Os delegados condenam promotores que “têm extrapolado ao agir de forma autoritária e seletiva buscando mais o sensacionalismo e os holofotes da mídia do que resultados que possam conduzir à responsabilização de autores dos delitos”, diz trecho da nota divulgada nesta sexta-feira, 26.
A Adepol cita casos ocorridos no Paraná, como o “vazamento irresponsável de calúnias contra Fernanda Richa procurando vinculá-la em malfeitos”. E acrescenta: “Nem mesmo o direito à defesa dos investigados tem sido admitido e respeitado, como se viu na tentativa de intimidação por parte do Gaeco ao advogado Sergio Botto de Lacerda pelo simples fato de, como profissional do direito, ter impetrado habeas corpus em favor de um suspeito”.

Adolescente se assusta com assalto e é baleado após sair correndo


Da Redação com Blog do Lobão


baleadodentro
João foi socorrido em estado grave (Foto: Reprodução Facebook)
Um grupo de amigos caminhava pela Rua Alfred Charvet, no bairro Vila Nova, em Araucária, na região metropolitana de Curitiba, foi abordado por um assaltante armado, na noite deste sábado (27). Uma das vítimas, um adolescente de 16 anos, se assustou e saiu correndo, sendo baleado na cabeça pelo bandido.
O garoto foi encaminhado em estado grave, com risco de morte, ao Hospital do Trabalhador (HT). Ele passou por uma cirurgia e está internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital (UTI).
O autor do crime vestia blusa de moletom vermelho e tênis da Nike. Ele fugiu em um Gol de cor branca rebaixado, onde possivelmente três jovens o esperavam, de acordo com testemunhas.
A Delegacia de Araucária realizou buscas na região, mas ninguém foi localizado. A delegacia da cidade investiga o caso.

Mulher de Russo: 'Não estou conseguindo comer nem dormir'


Adriana Mello fala de sofrimento com a internação do marido, que apresenta boa evolução clínica, segundo boletim: 'Estou em choque ainda'.

Juliana Masellido EGO, no Rio
Russo (Foto: Reprodução/Facebook)Russo (Foto: Reprodução/Facebook)
Antônio Pedro de Souza, o Russo, continua internado em coma induzido após ter um AVC. E, apesar de estar tendo uma boa evolução clínica e estar com estado de saúde estável, segundo boletim médico divulgado pelo hospital na manhã deste domingo, 28, a família se mantém em compasso de espera para saber se o assistente de palco terá sequelas ou não.
"No momento ele está dormindo. Continua em coma induzido, mas o médico reduziu os remédios para ver como vai ser a reação dele desta vez quando acordar. Ontem ele ficou muito agitado e teve que ser amarrado e colocado em coma de novo. Estão fazendo um encefalograma, um exame que demora 24h, para analisar possíveis sequelas que tenham ficado. Como ele está no CTI, não pudemos ficar lá, mas ele tem uma médica que está o acompanhando o tempo todo", revelou Adriana, que só pode ficar com Russo das 11h às 17h30 e reveza a visita com as netas dele, Bruna e Bárbara, e sua filha, Larissa, de quem o veterano é pai de criação.
SAIBA MAIS

Questionada como está se sentindo com toda esta situação - o estado de Russo é grave -, Adriana se mostrou muito fragilizada: "Eu não sei bem o que estou sentindo. Estou meio em choque ainda. Foi horrível vê-lo da forma que eu vi, tendo a convulsão. Foi do nada, pensei que ele estivesse morrendo. Eu acabei passando mal também. Essa noite tive que tomar remédio para cair no sono. Não estou conseguindo comer nem dormir. Minha filha que está comigo o tempo todo só chora".
Sobre possíveis sequelas que o assistente de palco possa ter, Adriana minimiza. "Não sabemos se há alguma ainda, temos que esperar. Mas, por enquanto, a mão direita, que foi a que ele estava sentindo dores, está parada. Vamos cuidar dele independente do que for, vamos lidar com a situação. Mas acho que para ele, que é uma pessoa muito agitada, vai ser difícil para caramba depender de outras pessoas", lamenta.
Estado de Russo é estável
Por volta das 11h, o hospital divulgou um novo boletim médico. Veja na íntegra:
"O Hospital Pasteur informa que o Sr. Antônio Pedro da Silva Souza, conhecido como “Russo”, deu entrada na instituição na madrugada do último sábado (27/06), devido a um quadro de encefalopatia hipertensiva. O paciente encontra-se no CTI da unidade, apresenta boa evolução clínica e seu estado de saúde é estável", diz o comunicado.
Bruna Bergamini, neta de Russo (Foto: Reprodução/Instagram)Bruna Bergamini, neta de Russo, segura a mão do avô
(Foto: Reprodução/Instagram)
Entenda o caso
Russo está internado no Hospital Pasteur, na Tijuca, na Zona Oeste do Rio, desde a madrugada deste sábado, 27. Às vésperas de completar 84 anos - ele faz aniversário no dia 29 de julho -, ele encontra-se em estado grave de acordo com boletim médico divulgado pelo hospital.
"O Hospital Pasteur informa que o Sr. Antônio Pedro da Silva Souza, conhecido popularmente como 'Russo', deu entrada na instituição na madruga deste sábado (27/06). O paciente encontra-se no CTI e seu estado de saúde é grave", diz o boletim.
No mesmo dia, Bruna Bergamini, neta de Russo, publicou uma mensagem de apoio em uma rede social.
"Senhor meu querido e amado Deus, entro em tua presença neste momento para colocar a vida do meu avô em tuas mãos, cuida dele Senhor, protege-o e livra-o de todo o mal. Durante a vida dele, ele sempre esteve disposto a dar amor ao próximo e com muita dedicação cuidou e amou todos nós. Vozinho, eu sei que tudo irá passar e ainda verei e sentirei muito mais dias o seu sorriso e seu carinho. Aguenta firme que o 8.4 ta chegando. TE AMO!".
Natural de Santa Catarina, Russo ficou conhecido por trabalhar nos programas de Chacrinha, Xuxa, Faustão, Luciano Huck e Angélica. Antes de ir para a Globo, ele começou sua carreira na TV Tupi e passou também pelas extintas TVs Rio, Continental e Excelsior.