Vídeo íntimo de Laura Keller com outra mulher foi gravado pelo marido


Laura aparece usando uma meia-calça 7/8, salto alto e chicote na mão
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 17/07/2015 18:45:16
  
Laura Keller (Foto: Marco Mello)
(Foto: Marco Mello)
O vídeo íntimo da atriz Laura Keller com outra mulher foi filmado pelo marido, que é ouvido na gravação dando ordens. "Pega ela e beija bem gostoso", chega a dizer. A assessoria de imprensa da atriz confirmou ao Ego a informação de que é o marido dela, Jorge Souza, o responsável pelo registro.
"Sou contra rótulos... Gosto de pessoas: homem ou mulher. Estava na minha casa, com meu marido, na minha intimidade. Ninguém melhor do que eu para realizar as fantasias do meu marido. Sou bem casada e ele está ao meu lado nessa parada. O problema não é o que eu estava fazendo, mas a violação da minha intimidade", disse Laura, que não quis revelar quem é a outra mulher na cena. 
Laura aparece usando uma meia-calça 7/8, salto alto e chicote na mão. Ela não sabe como o vídeo vazou na internet, mas diz que está buscando justiça.
"Infelizmente sou mais uma vítima da invasão de privacidade que sofremos atualmente. Minha intimidade diz respeito apenas a mim e a meu marido. Estamos investigando e espero que a lei 'Carolina Dieckmann', que torna crime a invasão de aparelhos eletrônicos, possa nos ajudar", afirma. 
A lei 12.737 de 2012, que ficou conhecida como "Carolina Dieckmann", em referência ao vazamento das imagens da atriz na rede, entrou em vigor em abril de 2013. A lei prevê detenção de seis meses a dois anos, além de pagamento de multa para que divulgar, comercializar ou enviar informações como comunicações privadas, segredos industriais e dados sigilosos.
Vídeo íntimo de Laura vazou na internet.
(Foto: Reprodução/Instagram)

Juventude de Colombo terá sua Conferência nos dias 15 e 16 de Agosto


WEBMASTER 17 DE JULHO DE 2015

Em sua terceira edição o evento é a Etapa Municipal da 3ª Conferência Nacional da Juventude aberta a todos os segmentos da sociedade

Após publicação do Decreto Municipal 048/2015 de 30 de junho de 2015, a Comissão Organizadora da 3ª Conferência Municipal da Juventude de Colombo, esteve reunida na manhã desta sexta-feira (17/07) para dar início aos trabalhos de organização do evento. O aprimoramento do formato e amplitude do evento foram os principais temas debatidos no encontro.
Com objetivo de tornar a Conferência mais participativa e representativa do maior número de segmentos jovens de Colombo, ficou decido que no sábado dia 25 de julho, a partir das 09 horas, tendo como local o auditório da Regional Maracanã, 2º Andar do Colombo Park Shopping, será realizada um encontro das entidades de representação da juventude sediada em Colombo para indicação de novos membros para complementar a Comissão Organizadora da Conferência.
Também foram objetos de discussão, as proposições de alteração de datas para a realização da 3ª Conferência, sendo deliberado por unanimidade entre os participantes, que o evento será realizado nos dias 15 e 16 de agosto. Entre os argumentos para a mudança da data estão a maior possibilidade de participação dos jovens que em sua maioria ou trabalham, ou se vêem envolvidos no processo de reposição das aulas neste período pós greve e ainda que com o maior leque de entidades participando dos debates haverá um aprofundamento nas expectativas da juventude em relação aos temas debatidos na conferência.

Tudo depende da investigação sobre Jorge Zelada

Cunha avisa Temer que nome de vice-presidente deve ser citado na Lava Jato


MURILO RAMOS
17/07/2015 - 21h30 - Atualizado 17/07/2015 21h56
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O vice-presidente Michel Temer (Foto: Givaldo Barbosa/Agência O Globo)
O vice-presidente da República, Michel Temer, foi avisado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, na quinta-feira à noite, que seu nome deve ser citado em breve na Operação Lava Jato. Tudo dependerá da investigação sobre Jorge Zelada, que foi diretor da área internacional da Petrobras, entre 2008 e 2012. Zelada está preso em Curitiba e foi nomeado pelo PMDB com o aval de Temer e Cunha. Temer está alerta.

“Cunha deve acionar a bomba relógio do impeachment”, diz consultor político Leonardo Barreto



O presidente da Câmara tenta transformar a sua crise pessoal em um problema institucional, segundo especialista

PEDRO MARCONDES DE MOURA
17/07/2015 - 14h49 - Atualizado 17/07/2015 20h08
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rompimento oficial do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com o Palácio do Planalto, anunciado nesta sexta-feira (17), conforme havia antecipado a coluna Expresso de ÉPOCA, marca uma fase belicosa da política nacional. É a analise do consultor político independente Leonardo Barreto, doutor pela Universidade de Brasília (UNB).
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Eduardo Cunha, presidente da Câmara, anuncia rompimento político com governo (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)
Por trás do anúncio de Cunha, segundo o especialista, há uma estratégia arriscada de transformar a sua crise pessoal em um problema institucional. “Ao apontar que o Executivo, em conluio com a Procuradoria da República, seria o responsável pelas acusações que pesam contra ele, Cunha se apresenta como uma vítima política”, afirma Barreto. “Tenta se personificar como o representante perseguido de um parlamento independente”.
>> “As condições para um impeachment estão postas”, diz cientista político Carlos Pereira

Cunha já faz oposição ao Planalto, diz o analista político, desde que venceu a eleição para presidente da Câmara contra o candidato petista, Arlindo Chinaglia – apoiado pelo governo. Sequestrou a pauta política e aplicou derrotas a Dilma. Agora, radicalizará ainda mais. Deve acionar a “bomba relógio doimpeachment”. “Se o governo federal realmente não articulou contra ele, vai ter de começar pela sua própria sobrevivência”, afirma. Um caminho é incentivar que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, peça o afastamento de Cunha do cargo. “Cunha e Dilma medirão forças. O problema do presidente da Câmara é que se ficar fragilizado perderá o apoio também dos parlamentares que controla”, diz.

Um terremoto. Que seja para o bem do Brasil


Feita dentro da legalidade, a ação coordenada da Polícia Federal e do Ministério Público gerou uma crise no curto prazo – mas pode ser o marco de um processo de depuração no país

17/07/2015 - 22h18 - Atualizado 17/07/2015 22h18
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Um terremoto varreu Brasília nesta semana. Em ação coordenada, a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal cumpriram uma série de mandados de busca e apreensão contra um grupo de políticos. Entre eles estavam os senadores Fernando Collor (PTB-AL) e Ciro Nogueira (PP-PI). O Congresso reagiu como se a instituição houvesse sido atacada. Na grita contra a Polícia Federal e a PGR, os parlamentares investigados ganharam acompanhia do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Ele foi acusado, numa delação premiada, de pedir US$ 5 milhões em propinas. Para completar, o Ministério Público abriu um Procedimento Investigatório Criminal contra o ex-presidenteLuiz Inácio Lula da Silva. O MP suspeita, como ÉPOCA noticiou em abril, que o ex-presidente pode ter praticado tráfico internacional de influência em favor da empreiteira Odebrecht. A exemplo de Cunha e Collor, Lula criticou os investigadores.
A soma de tudo isso gerou uma crise em Brasília. Essa crise pode ser entendida de duas maneiras – como fica claro ao longo de várias reportagens que estão na edição de ÉPOCA desta semana (edição 893). No curto prazo, criou-se uma turbulência política, com o rompimento de Eduardo Cunha com o governo. Essa turbulência, como rastreou a agência de classificação Moody’s, pode afetar a economia. No longo prazo, o terremoto pode representar uma depuração no país. A investigação sobre os políticos vem sendo realizada com respeito a todos os procedimentos legais. Por causa da Lava Jato, alguns homens de Collor na Petrobras já foram afastados. É um começo. Que continue.
Capa edição 893 (Foto: Revista ÉPOCA/Divulgação)

Secretário de Trânsito e Segurança de Maringá pede demissão do cargo


Prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) aceitou pedido nesta sexta-feira (17).
Ideval de Oliveira pediu demissão após filha ser presa em Curitiba.

Luciane CordeiroDo G1 PR
Ex-secretário de Trânsito e Segurança de Maringá,  Ideval de Oliveira (Foto: Reprodução RPC)Ideval de Oliveira não é mais secretário de Maringá
(Foto: Reprodução RPC)
Ideval de Oliveira não é mais secretário municipal de Trânsito e Segurança de Maringá, no norte do Paraná. Oliveira pediu demissão nesta sexta-feira (17), e o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) aceitou.  A informação foi confirmada por ele e pela assessoria de imprensa da prefeitura.

Oliveira disse que decidiu deixar o cargo por estar abalado com as notícias que foram divulgadas sobre a prisão da filha dele em Curitiba na noite de quinta-feira (17).
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“A prisão da minha filha me abalou muito, as notícias que saíram sobre a prisão dela mais ainda, e como consequência, a minha pressão subiu e precisei ser internado em um hospital”, explica. “Eu sempre fui uma pessoa honesta e não preciso de cargo nenhum para comprovar isso. Opto pela minha saúde”, esclareceu o ex-secretário.

De acordo com a assessoria de imprensa do município, o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) aceitou o pedido de exoneração há pouco mais de uma hora. Ainda conforme a assessoria, o prefeito ainda não sabe quem vai assumir o cargo deixado por Ideval de Oliveira.

Entenda o caso
A filha do ex-secretário de Trânsito e Segurança de Maringá foi presa com um carro roubado em Curitiba. Segundo a Polícia Civil, ela foi detida em flagrante por receptação, adulteração de sinal de veículo e uso de documentos falsos. A jovem de 33 anos está presa no 12º Distrito Policial.

Mais cedo, Oliveira disse ao G1 que a filha foi presa injustamente, pois ela estava de carona e o carro pertencia a um casal de amigos dela.
Além da filha do secretário de Trânsito e Segurança, estavam no veículo uma amiga dela, o marido da amiga e duas crianças. De acordo com a Polícia Civil, ao avistar os policiais, o rapaz que dirigia o carro passou a direção para a jovem e fugiu. Ele tem 25 anos, conforme informou a polícia. A amiga foi ouvida e liberada.

O automóvel foi furtado do estacionamento de um shopping em Londrina, também na região norte, no mês de junho, ainda segundo a polícia.

O delegado chefe de Maringá Osmir Ferreira Neves informou que o rapaz de 25 anos, suposto dono do carro, tem passagens pela polícia e aluga um apartamento de Ideval de Oliveira em Maringá.

Marcelo Odebrecht diz à PF que bilhete não pedia destruição de prova


Executivo falou do bilhete escrito por ele com a frase 'destruir email sonda'
Empresa é suspeita de estar em cartel que fraudou licitações da Petrobras.

Adriana Justi e Bibiana DionísioDo G1 PR
Marcelo Odebrecht  (Foto: PITI REALI/AE)Marcelo Odebrecht está preso em Curitiba desde
19 de junho (Foto: PITI REALI/AE)
Marcelo Odebrecht, preso durante a 14ª fase da Operação Lava Jato, afirmou em depoimento na Polícia Federal, nesta sexta-feira (17), que o bilhete com a mensagem "destruir e-mail sondas" não visava orientar os advogados dele a eliminar provas da Operação Lava Jato.
A informação foi confirmada pela advogada deOdebrecht, Dora Cavalcanti. A Polícia Federal não comentou o depoimento.

Odebrecht é suspeito de participar de fraudes na Petrobras, que alimentaram um esquema de corrupção, desvio e lavagem de dinheiro bilionário na estatal por meio de manipulação de licitações.
Ele foi preso, no dia 19 de junho, quando foi deflagrada a 14ª fase da Operação Lava Jato.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal, a Odebrecht tinha um esquema sofisticado de corrupção, com pagamento de propina a diretores da estatal por meio de contas bancárias no exterio. Para a Justiça, o e-mail mencionado no bilhete é uma prova do envolvimento da Odebrecht.
Esta foi a primeira vez que o executivo falou à Polícia Federal. A oitiva deveria ter ocorrido na quinta-feira (16), porém, a advogada Dora Cavalcanti, que representa Odebrecht, não pode acompanhar o depoimento, e o interrogatório foi adiado. Isso porque ela era uma das destinatárias do bilhete.
Cavalcanti não acompanhou o depoimento desta manhã, porém, com base no relato de um colega que esteve presente, falou sobre o interrogatório. “O depoimento dele foi excelente. Uma vez mais ele foi claríssimo que aquela anotação 'destruir e-mail' nada mais era do aniquilar o conteúdo do email, resgatando o seu histórico, e aquele e-mail que já estava em poder da polícia desde a fase ocorrida em novembro".

Esta justificativa tem sido adotada pela equipe de defesa do executivo desde que o bilhete se tornou público. De acordo com os advogados, Odebrecht teve a oportunidade de ler o mandado de prisão expedido contra ele e fez considerações para auxiliar os juristas na elaboração do pedido de habeas corpus.
A advogada considera que, com os esclarecimentos desta manhã, este episódio envolvendo o bilhete tenha sido encerrado.

Segundo interrogatório
Está previsto para esta tarde mais um depoimento envolvendo a Odebrecht. A programação é para que a Polícia Federal interrogue além de Marcelo Odebrecht, os presos Márcio Faria da Silva, Alexandrino de Salles Ramos de Alencar e César Ramos Rocha - também presos durante a 14ª fase da Operação Lava Jato suspeito de participarem de pagamento de propinas.
Entretanto, a advogada Dora Cavalcanti adiantou que todos devem ficar calados, ou seja, não responderão aos questionamentos dos agentes. A orientação foi protocolada junto ao inquérito envolvendo a empresa.

"Enquanto os peticionários estavam soltos, esse respeitável Departamento de Polícia Federal do Paraná ignorou solenemente seu propósito de esclarecer os fatos, e não se dignou a marcar um único depoimento de nenhum dos quatro", diz trecho da petição.

Para a Cavalcanti, a Polícia Federal se aproveita do constrangimento inerente à prisão cautelar. "Eis que agora, com os peticionários presos há quase um mês e no apagar das luzes do inquérito, subitamente surge o interesse em ouvi-los no último dia do prazo de encerramento da investigação".
O prazo para a Polícia Federal concluir o inquérito foi prorrogado, sendo sábado (18) a data final.

Vaccari, Duque e Góes ficam calados em depoimentos à Justiça Federal


Réus da Lava Jato não quiseram se pronunciar diante de Sergio Moro.
Advogado de Duque critica o juiz e diz que silêncio é estratégia da defesa.

Erick Gimenes e Thais KaniakDo G1 PR
Vaccari e Duque prestam depoimento à Justiça Federal pela primeira vez (Foto: Rede Globo)Defesas de Vaccari e Duque têm cinco dias para
apresensar requerimentos (Foto: Rede Globo)
Os réus da Operação Lava Jato João Vaccari Neto, Renato Duque e Mário Góes ficaram calados em depoimentos diante do juiz federal Sergio Moro nesta sexta-feira (17), em Curitiba.
Os três são investigados por crimes de desvio e lavagem de dinheiro na Petrobras. Todos estão detidos no Complexo Médico-Penal em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.
Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, foi preso na 10ª fase da Lava Jato. Ele é apontado pelo delator Pedro Barusco como o chefe do esquema de desvios da área de serviços da estatal.
Há indícios, de acordo com Moro, de que ele ainda mantém contas correntes no exterior, em que guarda o dinheiro sujo.
Vaccari, ex-tesoureiro do PT, é suspeito de operar o esquema, possivelmente desde 2004, conforme a Justiça Federal. Preso na 12ª fase da operação, ele também é acusado de determinar que parte das propinas pagas por empreiteiras fosse destinada a uma gráfica sediada em São Paulo. O valor pode chegar a R$ 2,5 milhões.
Góes se entregou à Polícia Federal (PF) em 8 de fevereiro, depois de ser considerado foragido na 9ª fase da operação. Para a Justiça, ele é um dos operadores financeiros do esquema de pagamento de propina envolvendo a Arxo.
O advogado de Duque, Alexandre Lopes, afirmou que não havia "utilidade" de seu cliente se manifestar para "um juiz que já o condenou, mesmo sem ter proferido uma sentença".
"Não vejo utilidade de ele falar hoje, se já está condenado. É essa a nossa percepção pelas próprias atitudes do juiz. Nós já levantamos a suspeição dele no processo. Ele é, processualmente, incompetente para julgar a causa. Nem era a vontade dele [Duque], mas a defesa preferiu que ele não falasse", explicou Lopes.
De acordo com o advogado de Duque, Moro deu prazo de cinco dias para as defesas apresentarem requerimentos, que serão analisados para que alguma diligência seja deferida ou não. Depois disso, o processo segue para a fase de alegações finais e sentença. Os advogados de Vaccari e Góes não quiseram comentar o silêncio dos réus.

Jovem morta em acidente na BR-364, viajava para prestar vestibular


Vanessa Marques e o pai, Francisco Carlos, morreram no local da batida.
Acidente envolveu um carro e três caminhões em Ouro Preto do Oeste.

Samira LimaDo G1 RO
Vanessa Marques prestaria vestibular de medicina em Porto Velho (Foto: Reprodução/Facebook)Vanessa Marques prestaria vestibular de medicina
em Porto Velho (Foto: Reprodução/Facebook)
A jovem Vanessa Marques, de 20 anos, morta em um acidente na BR-364 em  Ouro Preto do Oeste (RO), nesta sexta-feira (17), viajava para prestar vestibular de medicina em Porto Velho.
Também morreu na batida o pai de Vanessa, o empresário Francisco Carlos, de 57 anos. O veículo utilitário em que os dois viajavam, guiado por Francisco, foi atingido por três caminhões.
Vanessa e o pai moravam em Ji-Paraná (RO), onde a jovem cursava farmácia em uma faculdade particular. No momento do acidente, ela e o pai seguiam para a capital. Os dois morreram no local da colisão.
Sonho de ser médica
Jheniffer Kriguer, amiga de Vanessa, afirmou que o sonho da jovem era cursar medicina. "Vanessa comentou sobre o sonho de ser médica. Ela era uma pessoa muito doce, meiga e estudiosa. Sempre fazia trabalho com ela na faculdade. Ela conversava com todos os colegas, era uma pessoa muito especial pra mim", lamentou.
Francisco era proprietário de uma empresa que prestava serviços de limpeza urbana no município. Ele era casado e, além de Vanessa, tinha uma filha de 14 anos e um menino de 7 anos. Familiares informaram que o velório acontecerá na Câmara de Vereadores de Ji-Paraná, a partir das 16h.
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O acidente
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a picape em que estavam pai e filha teria feito uma ultrapassagem irregular, causando colisão com três caminhões.
O veículo seguia sentido Porto Velho e, ao chegar no km 368 da rodovia, tentou fazer a ultrapassagem de duas carretas em local proibido.
Na manobra, o carro bateu no canto de um caminhão tanque que estava na outra pista. Após ser atingido, o utilitário voltou para a pista de origem, sendo atingido por uma das carretas que tentou ultrapassar antes da primeira colisão.
Lançado novamente para a contramão, bateu de frente com outro caminhão, que arrastou o carro por cerca de 30 metros.
Pick-up acabou sendo atingida por três caminhões (Foto: Reprodução/Rede Amazônica RO)Picape acabou sendo atingida por três caminhões e ficou destruída (Foto: Reprodução/Rede Amazônica RO)