Excluído da operação contra Playboy, Bope age sozinho para prender Fu da Mineira

Operação do Bope na Pavuna contou com 20 homens e um caveirão, o carro blindado do batalhão (Foto: Fabiano Rocha / Extra / Ag. O Globo)
TEMPO

O batalhão especial da PM não gostou de ter ficado de fora da ação no Rio. Deu o troco nos "rivais" da Civil prendendo lideranças de outra facção

RAPHAEL GOMIDE E HUDSON CORRÊA
14/08/2015 - 17h39 - Atualizado 14/08/2015 19h31
Assine já!
Faltava pouco mais de uma hora para amanhecer na terça-feira (11) quando um blindado do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar) se aproximou de uma casa naPavuna, nos arredores do Complexo do Chapadão. Vinte homens em uniforme camuflado verde desceram, com fuzis nas mãos. Poucas horas antes, haviam recebido a informação de que o traficante Ricardo Chaves Lima, o Fu da Mineira, um dos principais nomes do Comando Vermelho, passava a noite ali. O dado coincidia com o obtido a partir do monitoramento de uma das namoradas do traficante. Semanas antes, agentes da unidade haviam instalado no celular da moça, sem que ela soubesse, um aplicativo que indicava sua localização com precisão. Naquela noite, ela estivera na casa apontada pelo informante.
Ao chegarem, os policiais encontraram uma moradora do primeiro andar da casa. “Quem mora lá em cima?”, perguntou-lhe um policial, em voz baixa. “Ai, pelo amor de Deus...”, respondeu a mulher. Se havia alguma dúvida de que Fu estava no imóvel, ela desapareceu naquele momento. A casa foi cercada. Um policial esmurrou a porta e gritou: “É a polícia, sai todo mundo! Aqui é o Bope!”
O Bope estava “mordido”. Três dias antes, a tropa tinha sido excluída da operação que terminara com a morte do traficanteCelso Pinheiro Pimenta, o Playboy, do Morro da Pedreira, área vizinha ao Chapadão. Playboy era rival de Fu , com quem disputava o controle da região. A informação que permitira a localização de Playboy viera de um policial militar de Niterói. Mesmo assim, a corporação foi excluída da operação, realizada por equipes da Polícia Federal e da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais), o equivalente ao Bope na Polícia Civil. A exclusão incomodou. “Se fosse uma ação apenas da PF com a Core, excelente! Mas a informação veio da PM”, disse um oficial ligado à tropa de elite.
Há um mês o Bope vive um inferno astral. Em julho, três oficiais do Estado-Maior da unidade haviam sido afastados, sob suspeita de se apropriarem de R$ 1,8 milhão enterrado em tonéis por traficantes da Covanca. Na ação em que o dinheiro desapareceu, em junho, o Bope apreendera sete fuzis e 16 granadas. Quatro criminosos morreram. A repercussão do caso de corrupção foi péssima para a unidade, que cultiva a imagem de incorruptível. Nos dias que se seguiram à operação na Pedreira, a ausência do Bope foi atribuída à falta de confiança na tropa.
Depois da morte de Playboy, coube aos “caveiras” – como são chamados os policiais do Bope– e ao Batalhão de Choque ocupar o Morro da Pedreira para evitar possíveis retaliações dos traficantes. A missão foi cumprida a contragosto.
Os policiais militares ainda digeriam a exclusão da operação quando descobriram a localização de Fu da Mineira. Era a chance de dar o troco aos “rivais” da Polícia Civil. Vinte agentes do Bope partiram para a Pavuna, levando equipamento pesado: um Caveirão, o blindado usado em operações de risco, e cinco das nove metralhadoras calibre 7.62mm, que disparam 800 disparos por minuto – o Bope é uma das poucas unidades policiais no país com autorização para usá-la.
Na casa cercada, Fu e seus comparsas tentaram resistir. “Se entrar, dou tiro! Vai morrer todo mundo!”, respondeu um traficante ao ouvir a ordem dos policiais para que se entregassem. O diálogo foi tenso, com muitos gritos, xingamentos e ameaças. O Bope não sabia ao certo quem nem quantos estavam na casa, além de Fu. Após alguns momentos de silêncio, os sitiados avisaram: “Perdi, perdi! Vamos nos render! Mas é papo de homem!...”. “Ninguém vai morrer, põe as armas no chão e sai com a mão para cima”, respondeu o negociador policial.
A operação do Bope na terça-feira (11) prendeu Fu da Mineira (Foto: Fabiano Rocha / Extra / Agência O Globo)
A porta se abriu e seis criminosos saíram, sob a mira das armas dos PMs do Bope. Além de Fu da Mineira, estavam com ele o primo e líder do Comando Vermelho Cláudio Fontarigo, o Claudinho da Mineira; Robson Aguiar de Oliveira, o Binho do Engenho; Cesar Araújo, o PQD; Eduardo Luiz Paixão, o Duda D2; e Rafael Gomes, o Guerreiro – a cúpula do bando ainda solta nas ruas do Rio.
Na casa onde o bando passava até três noites por semana, havia poucos móveis, cadeiras de plástico, fiação exposta, colchões e edredons baratos, um ventilador, um forno microondas e uma torradeira. Os criminosos tinham quatro fuzis, uma pistola e um inédito fuzil AR-50, calibre .50mm, com capacidade de furar blindagens e alcance suficiente para alvejar helicópteros e aviões. É a primeira vez que a arma, norte-americana, é apreendida no Rio. De janeiro a maio, foram apreendidas no Rio 4000 armas, sendo 174 fuzis (média de mais de um por dia) e 49 metralhadoras e submetralhadoras. Um quarto dos fuzis apreendidos veio da região onde operavam as quadrilhas de Playboy e Fu da Mineira.
Fu, Claudinho e seu bando são considerados os mais sanguinários traficantes da cidade, uma espécie de ala radical do CV. Foram os mandantes de ataques a Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), incêndios a ônibus e invasões a favelas de quadrilhas rivais, sempre com grande violência. “Eles são da guerra, da bala”, afirmou um policial a ÉPOCA. Fu da Mineira, 43 anos, e o primo Claudinho, 45, são veteranos do submundo do tráfico, sobreviventes em uma atividade em que muitos morrem cedo, em tiroteios com rivais ou a polícia.
Fu e Claudinho fugiram em agosto de 2013 da colônia penal agrícola de Porto Velho, em Rondônia. Voltaram para o Rio de avião, usando identidades falsas. Os apelidos vêm do tempo em que comandavam a venda de drogas no Morro da Mineira, na região central do Rio, nos anos 1990. A Justiça condenou Fu a 89 anos de prisão por homicídio e associação ao tráfico. Claudinho soma penas de 77 anos. É acusado de matar rivais na rebelião do presídio Bangu em 2002 – entre os quais Ernaldo Pinto de Medeiros, o Uê, que teve o corpo carbonizado.
A polícia prendeu Fu em 1993 e Claudinho, em 1997. Nos anos seguintes, passaram por vários presídios fluminenses. Após José Mariano Beltrame assumir a Secretaria de Segurança Pública, em janeiro de 2007, Fu foi transferido para as penitenciárias federais de segurança máxima de Catanduvas (PR), e Porto Velho. Fu encontrou uma brecha para fugir quando a Justiça lhe deu direito ao regime semiaberto, após 18 anos encarcerado. A decisão foi criticada pelo governador Luiz Fernando Pezão, que pede mudanças na legislação para evitar que bandidos perigosos voltem à rua.
De volta ao Rio, Fu e Claudinho se esconderam nas favelas de Lins de Vasconcelos, na Zona Norte, mas tiveram que deixar o morro com a instalação da UPP no fim de 2013. Refugiram-se no Complexo de Chapadão, em Costa Barros, onde passaram a comandar o novo quartel-general do tráfico. Eles se tornaram os bandidos mais perigosos da principal facção do tráfico de drogas no Rio e comandavam criminosos de outras favelas. Em maio, Fu tentou retomar o controle do Morro da Mineira. Doze pessoas morreram.
Os 30 mil moradores de Costa Barros passaram a conviver com tiroteios diários. Além da guerra com a polícia, Fu disputava o território com Playboy, que comandava o morro da Pedreira. Além do tráfico, a quadrilha de Playboy era a principal responsável por roubos de carga no Estado. As vítimas eram levadas para o alto do morro onde ficavam reféns. Desde 2014, Playboy respondia a quatro ações penais por sequestro, tráfico e roubo.
Entre os policiais do Bope, a prisão de Fu e seus comparsas foi uma “vingança sem sangue” após a exclusão da operação contra Playboy. “Não é um tapa com luva de pelica, é um soco. Eles levaram cem homens para prender um, que acabou morto. Vinte do Bope prenderam os seis caras mais importantes do CV, articuladores da violência no Estado”, disse um oficial da PM.

Formatura “Agente do Peito” é realizada em Colombo


WEBMASTER 14 DE AGOSTO DE 2015

Ao todo, 121 Agentes Comunitários de Saúde, de 19 Unidades de Saúde do município participaram da solenidade

A Secretaria de Saúde realizou a cerimônia de entrega de certificados a 121 agentes comunitários, de 19 Unidades de Saúde
A Secretaria de Saúde realizou a cerimônia de entrega de certificados a 121 agentes comunitários, de 19 Unidades de Saúde
O evento contou com a presença do secretário de Saúde, Fernando Aguilera que parabenizou todos os profissionais pelo comprometimento e trabalho desenvolvido
O evento contou com a presença do secretário de Saúde, Fernando Aguilera que parabenizou todos os profissionais pelo comprometimento e trabalho desenvolvido
A Prefeitura de Colombo, por meio da Secretaria de Saúde, realizou na última quinta-feira, (13) a cerimônia de entrega de certificados a 121 agentes comunitários, de 19 Unidades de Saúde. A formatura “Agente do Peito” deve-se a conclusão do curso de capacitação para Agentes Comunitários de Saúde, que aconteceu durante o segundo semestre de 2014 até primeiro semestre de 2015, ao total foram realizados dez encontros.
Assuntos envolvendo o aleitamento materno foram debatidos durante o período do curso, entre eles: os benefícios, mitos e verdades, manejo clínico e contexto da mãe trabalhadora. O objetivo principal é oferecer capacitação para os agentes comunitários de saúde, bem como sensibilizar os profissionais e atualizar sobre as práticas promotoras e protetoras do aleitamento materno, visando à saúde das crianças e mães colombenses.
“Nossa intenção, não era apenas discutir sobre a importância do aleitamento materno, mas também compartilhar experiências, servindo como exemplo, para nós mudarmos a forma com que abordamos as pessoas, as mães, as famílias, sobre a importância do aleitamento materno”, explica a nutricionista e representante da Rede de Proteção do Aleitamento Materno, Eloyse Ceschim.
Segundo o Ministério da Saúde, o leite materno é o alimento mais importante e é tudo o que o bebê precisa até os seis meses de idade. Ele funciona como vacina por possuir os anticorpos da mãe, além de proteger a criança de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias. Já para as mães, a amamentação contribui para a perda de peso após o parto e ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, reduzindo o risco de hemorragia e de anemia.
“O grande desafio do Brasil é reverter à porcentagem de aleitamento de mães que amamentam seus filhos por 54 dias. Nossa intenção é mudar isso e incentivar as mães colombenses a amamentar até os seis meses de idade” diz Eloyse.
O evento contou com a presença do secretário de Saúde, Fernando Aguilera que parabenizou todos os profissionais pelo comprometimento e trabalho desenvolvido durante a capacitação.
“Estamos realizando a capacitação dos profissionais, pois são aqueles que trabalham intensamente com a população. Com estas ações já estamos visualizando um retorno positivo. Pois, o objetivo principal da secretaria é oferecer atenção para a população e dessa forma garantir mais qualidade de vida para os colombenses”, enfatiza o secretário da pasta.
Rede de Proteção ao Aleitamento Materno
A Rede de Proteção ao Aleitamento Materno foi criada em 2013, a partir de uma capacitação realizada pelo Hospital Maternidade Alto Maracanã, com profissionais de áreas diversas da saúde como: Nutrição, Psicologia, Assistente Social, Fonoaudiologia, Cirurgião Dentista, Enfermagem, etc. Além de servidores do município, a rede conta com profissionais da Residência Multiprofissional em Saúde da Família, da Universidade Federal do Paraná.
Desde a sua criação a rede tem trabalhado com três principais eixos: levantamento de diagnóstico, eventos relacionados ao aleitamento materno e capacitação de profissionais. Inicialmente, priorizaram-se os agentes comunitários de saúde (ACS) do município, como foco das ações estratégicas, por se tratar de um grupo que é um elo fundamental entre os usuários e serviços de saúde e tem veículos e proximidade maior com a comunidade.
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Foto: Márcio Fausto/PMC

Governo não vai antecipar primeira parcela do 13º de aposentados


Folha de pagamento do INSS de agosto já foi liberada e nela não consta nenhuma informação sobre antecipação

  
O governo não vai antecipar o 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS neste mês de agosto. Segundo a CBN, como não houve aumento do imposto sobre a folha do salário e as empresas estão adiando o recolhimento da contribuição patronal, a decisão foi tomada. Antecipar o 13º salário não é obrigatório por lei.
A folha de pagamento do INSS de agosto já foi liberada e nela não consta nenhuma informação sobre antecipação de pagamento.
Não é obrigatório antecipar nem uma parte do 13º salário nem o benefício inteiro para funcionários e pensionistas do INSS, informou o governo. Segundo a CBN, a informação de fontes da Fazenda é de que o caixa do INSS está "curto" sem o imposto sobre o faturamento pagos pelas empresas.

Grampo mostra conversa entre executivo da Odebrecht e Lula sobre BNDES



São Paulo e Curitiba - A Polícia Federal citou o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos autos da Operação Lava Jato sobre a empreiteira Odebrecht. Em relatório final de interceptação telefônica da Operação Erga Omnes, 14ª fase da Lava Jato, a PF informa ao juiz federal Sérgio Moro que o ex-presidente conversou com o executivo Alexandrino de Salles Ramos Alencar, da empreiteira Odebrecht no dia 15 de junho de 2015. Quatro dias depois do telefonema, Alexandrino Alencar foi preso com o presidente da maior empreiteira do País, Marcelo Bahia Odebrecht.
Segundo o relatório, Lula estaria preocupado com 'assuntos do BNDES'. A PF não grampeou o ex-presidente. Os investigadores monitoravam os contatos do executivo, por isso a conversa foi gravada.
"Outro contato considerado relevante ocorreu em 15 de junho de 2015 às 20:06, entre Alexandrino Alencar e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nele ambos demonstram preocupação em relação aos assuntos do BNDES referindo-se também a um artigo assinado por Delfim Netto que seria publicado no dia seguinte sobre o tema. Alexandrino disse também que Emilio (Emilio Odebrecht) teria gostado da nota que o Instituto Lula ( … " criado pelo ex-presidente em 2011, depois que ele deixou o governo, para trabalhar pela erradicação da fome no mundo, aprofundar a cooperação com os países africanos e promover a integração latino-americana, entre outros objetivos") teria lançado depois da divulgação do laudo pericial acerca da contabilidade da empresa Camargo Corrêa, que teria doado três milhões de reais ao Instituto entre 2011 e 2013 e efetuado pagamentos a Lils Palestras Eventos e Publicidade LTDA na ordem de R$ 1,5 milhão no mesmo período", assinalou o delegado federal Eduardo Mauat da Silva, que integra a força-tarefa da Lava Jato.
O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é alvo de uma CPI no Congresso, que investiga suspeitas de empréstimos contrários ao interesse público feitos durante as gestões de Lula e da presidente Dilma Rousseff - 2003 a 2015.
Outro nome citado no relatório é de Marta Pacheco Kramer, executiva da Odebrecht. Segundo a PF, Alexandrino Alencar disse que Marta seria ligada ao Instituto Lula.
"O investigado também recebeu ligações de Marta Pacheco Kramer na data da deflagração da operação as 06:06 da manhã do dia 19 de junho de 2015. Curiosamente, Marta foi identificada pelo próprio Alexandrino como vinculada ao "Instituto Lula" o que restou consignado junto ao auto de arrecadação lavrado na residência do investigado acerca dos contatos telefônicos feitos pelo mesmo quando da chegada da equipe", informou o delegado federal Eduardo Mauat da Silva.
O Instituto Lula disse que não vai comentar a referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no relatório da Polícia Federal. A entidade nega que Marta Pacheco Kramer tenha qualquer vínculo com o Instituto.

Manifestação em Curitiba tem 240 mil confirmados no Facebook


Da Redação
manifestacao2
(Foto: Reprodução)

“Megamanifestação Curitiba 16 de agosto” tem pelo menos 240 mil pessoas confirmadas na página do evento no Facebook. O ato está marcado para as 14h deste domingo (16) na Praça Santos Andrade, no Centro da capital.
Além dos confirmados, 14 mil internautas estão indecisos e disseram que talvez participem da manifestação. Em contrapartida, 90 mil afirmaram que não vão comparecer. Neste evento, que é o de maior repercussão na capital paranaense, a descrição afirma que o objetivo da ação é protestar contra o Partido dos Trabalhadores (PT).
Mais de 1 milhão de pessoas foram convocadas na rede social. A manifestação contra o governo Dilma Rousseff deve acontecer simultaneamente em diversas cidades do Brasil.
No Paraná, a Polícia Militar (PM) informou que vai preparar um forte esquema de segurança em Curitiba neste domingo. Por meio do 12º Batalhão (12º BPM) e do 1º Comando Regional da PM (1º CRPM), a polícia planejou ações preventivas com emprego de efetivo da unidade e apoio dos demais batalhões.

Carol Muniz tira tudo em ensaio e afirma: 'Eu sou muito sexual'


Ex do presidente da CBF diz que, com exceção de del Nero, só teve namorados pobres e que gosta muito de sexo. 'Sou insaciável'.

Bárbara Vieirado EGO, em São Paulo
Carol Muniz (Foto: Iwi Onodera / EGO)Carol Muniz posa para o EGO  (Foto: Iwi Onodera / EGO)
Carol Muniz não tem papas na língua quando o assunto é sexo. Namoradeira assumida, a modelo, de 29 anos - que ficou famosa após posar para a "Sexy" e assumir um namoro relâmpago com o presidente da CBF, Marco Polo del Nero, 45 anos mais velho do que ela - diz que prefere sexo com intimidade, apesar de "ser bom sempre". "Sexo com amor é bom, mas sexo é bom sempre. Eu sou muito sexual. Acho que é tudo uma questão de conhecer o próprio corpo . Não preciso de fantasia, não tenho essa coisa brega de querer transar no avião, sabe? Quando a gente gosta da pessoa até uma rapidinha é bom", afirma ela, que está solteira.
GALERIA


EGO NAS REDES SOCIAIS

Gostar tanto de sexo pode ser inclusive um "problema" para Carol, segundo a própria. "Meu maior problema é que faço por muitas horas", diverte-se. "Eu aprecio o sexo, então já passei finais de semana trancada em casa só fazendo amor com um ex-namorado. Quando tem envolvimento e sentimento, quero toda hora. Eu sou insaciável quando estou com alguém. Sexo é intimidade, quanto mais você tem, melhor. Se tem uma química, eu quero toda hora", completa.
Para aguentar a maratona, inclusive, Carol tem um tipo físico preferido. "Gosto de atletas porque supõe-se que eles mandem melhor. E faço muita corrida na esteira para aumentar minha performance", entrega ela, e avisa: "Tamanho é importante sim. Muito."
Carol Muniz (Foto: Iwi Onodera / EGO)Carol Muniz posa nua (Foto: Iwi Onodera / EGO)
'Faria programa se precisasse'
Carol também falou sobre o assunto do momento: o book rosa, espécie de agenciamento de modelos e atrizes para fazer programa. "Me chamaram para ir para a África e respondi que só saía do Brasil a passeio. Não julgo meninas que fazem, se eu tivesse um filho pequeno ou mãe doente não vou dizer que não faria. Tenho amigas que têm filhos e fazem programa. Isso não muda o caráter de ninguém", defende.

'Não me ligo em dinheiro'
Carol contou que foi muito julgada na época em que assumiu o namoro com Marco Polo del Nero. "Por eu ter namorado o Marco, as pessoas me julgam e dizem que eu escolho caras pelo dinheiro, mas isso não é verdade. Eu tinha admiração e afinidades com ele, coisas que não tenho com caras da minha idade. Inclusive, eu só namorei um rico na minha vida, meus namorados todos eram pobres. Se eu gostar do cara, ser rico não é condição, não me ligo assim em dinheiro", declara ela.
Carol Muniz (Foto: Iwi Onodera / EGO)Carol Muniz diz que gosta muito de sexo: "Se tem uma química, eu quero toda hora" (Foto: Iwi Onodera / EGO)

Carol Muniz (Foto: Iwi Onodera / EGO)Carol Muniz, que já namorou o presidente da CBF, afirma que não se envolve por dinheiro: "Eu só namorei um rico na minha vida, meus namorados todos eram pobres" (Foto: Iwi Onodera / EGO)

Voluntária americana foi estuprada por líder do Estado Islâmico antes de ser morta


Kayla Mueller ganhou vídeo em sua homenagem
Kayla Mueller ganhou vídeo em sua homenagem Foto: Reprodução / YouTube
Extra
Tamanho do texto A A A
Uma jovem norte-americana, que morreu em fevereiro deste ano, enquanto era mantida como refém de militantes do Estado Islâmico, em Raqqa, na Síria, foi estuprada diversas vezes por um dos líderes do grupo, identificado como Abu Bakr al-Baghdadi. Kayla Mueller, de 26 anos, fazia trabalhos voluntários na região quando foi sequestrada. Familiares souberam dos abusos sofridos pela jovem através de autoridades dos Estados Unidos que atuam no combate ao terrorismo. As informações do site “ABC News”.
“Fomos informados que Kayla foi torturada, que ela era propriedade de al-Baghdadi. Recebemos as informações do governo em junho”, disseram os pais de Kayla, Carl e Marsha Mueller, nesta sexta-feira, ao site. Segundo eles, oficiais confirmaram que o líder jihadista abusou sexualmente da refém repetidamente.
Abu Bakr al-Baghdadi, líder do Estado Islâmicio na Síria, em vídeo divulgado pelo grupo
Abu Bakr al-Baghdadi, líder do Estado Islâmicio na Síria, em vídeo divulgado pelo grupo Foto: Reprodução / Twitter
Kayla morreu em fevereiro deste ano quando o prédio onde ela era mantida foi bombardeado por militares da Jordânia em uma ação contra jihadistas no Norte da Síria. A construção entrou em colapso e desabou antes que ela pudesse escapar. A habitação pertencia a Abu Sayyaf, homem de confiança de al-Baghdadi, que mantinha a jovem viva e aprisionada. Os abusos aconteciam quando o líder islâmico ia até o local. Kayla foi torturada e abusada durante o ano e meio em que esteve nas mãos dos terroristas.
Na próxima sexta-feira, Kayla feria 27 anos. Para marcar a ocasião, a família dela publicou um vídeo em tributo a ela no YouTube. Na gravação, ela diz: “Tudo acontece por uma razão. Nada deve ser um arrependimento. Você está sempre aprendendo sobre si mesmo através de outras pessoas”.
De acordo com o relatório anual sobre terrorismo do Departamento de Estado dos Estados Unidos, o Estado Islâmico já ultrapassou a Al-Qaeda como principal grupo terrorista no mundo. O documento aponta a capacidade do grupo em recrutar militantes e divulgar sua mensagem pelo mundo.


Jovem com vida de luxo recrutava mulheres bonitas para quadrilha


Polícia suspeita que grupo movimentou R$ 1 milhão em Várzea Paulista.
Suspeita aliciava jovens em festas para entrar no tráfico de drogas.

Natália de OliveiraDo G1 Sorocaba e Jundiaí
Mulher ostentava vida de luxo em casas de alto padrão (Foto: Reprodução/TV TEM)Mulher ostentava vida de luxo em casas de alto padrão (Foto: Reprodução/TV TEM)
A jovem de 22 anos que foi presa suspeita de estar envolvida em uma quadrilha de traficantes, em Várzea Paulista (SP), era responsável por recrutar outras mulheres para participar do esquema de tráfico de drogas. Segundo o chefe da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), Leandro Basson, em entrevista ao G1, a suspeita que tinha uma vida de luxo por conta do crime, escolhia mulheres jovens e bonitas para entrar no grupo de criminosos. (veja vídeos)
Para aliciar as jovens, Lucilene Priscila de Souza Guimarães frequentava baladas na região a fim de procurar mulheres que preenchessem os requisitos necessários. O objetivo da quadrilha era de não chamar atenção da polícia durante o transporte das drogas recebidas de São Paulo até Minas Gerais, onde elas eram efetivamente vendidas.
"O recrutamento das mulheres se dava por meio de festas. Ela virava melhor amiga da pessoas, levava em festas só com pessoas da classe A e prometia uma vida de luxo", explica Basson. O esquema ainda incluiria a locação de imóveis de alto padrão, que serviriam para armazenar drogas como também para atrair outras mulheres ao negócio.
saiba mais

Ainda segundo Basson, a quadrilha em que Jucilene é integrante estava sendo investigada desde o início das atividades do grupo na região de Várzea Paulista, há cerca de três meses.
Neste período, a polícia acredita que eles já tenham movimentado cerca de R$ 1,5 milhão com a venda de entorpecentes. No mês de julho, dez pessoas foram presas suspeitas de envolvimento na mesma quadrilha, entre elas, duas mulheres. Com o grupo, a polícia encontrou mais de 17 quilos de pasta base de cocaína e mais cinco quilos de maconha e crack. Jucilene foi presa e encaminhada à cadeia feminina de Itupeva (SP).
Mulher ostentava vida de luxo em casas de alto padrão (Foto: Reprodução/TV TEM)Mulher foi flagrada em casa de alto padrão
em Várzea Paulista (Foto: Reprodução/TV TEM)
Entenda o caso
Jucilene, que tinha uma vida de luxo por conta do tráfico de drogas, foi presa na tarde desta quinta-feira (13). De acordo com a polícia, a jovem alugava casas de alto padrão usadas pela quadrilha como depósito de drogas e, segundo as investigações, a suspeita recebia os entorpecentes de São Paulo e distribuía para o estado de Minas Gerais.
Na casa onde ela foi localizada os policiais encontraram mais de sete quilos de maconha. "Ela ostentava uma vida de luxo e usava o dinheiro que ela conseguia no tráfico para 'encher' os olhos das outras mulheres", explica Basson. Ainda segundo a polícia, a mulher postava fotos em festas, em motos aquáticas e em viagens nas redes sociais.
Polícia apreendeu drogas na casa (Foto: Reprodução/TV TEM)Polícia apreendeu drogas na casa em Várzea Paulista (Foto: Reprodução/TV TEM)