Polícia busca ladrões que levaram R$ 2 milhões que estavam em sofá de idoso


Empregada da casa disse que foi feita refém durante toda a ação.
Idoso de 87 anos não estava na residência no momento do crime.

Stella FreitasDo G1 Norte Fluminense
A polícia está investigando o desaparecimento de cerca de R$ 2 milhões que estavam escondidos dentro de um sofá na casa de um idoso de 87 anos. O caso aconteceu nesta terça-feira (25) no Parque Leopoldina, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. A empregada da casa contou à polícia que ficou sob a mira dos bandidos durante toda a ação. Ainda segundo a polícia, o crime aconteceu pela manhã, mas o idoso só tomou conhecimento do roubo na parte da tarde. O caso está sendo tratado como assalto à residência.

Durante à noite testemunhas foram ouvidas e, segundo a Polícia Militar, um grande cerco foi montado na cidade atrás dos suspeitos. De acordo com a Polícia Civil, a empregada do idoso disse que por volta das 9h saiu de casa para ir à padaria quando foi abordada por dois homens armados que a obrigaram a voltar para a residência. Segundo os relatos dela, os criminosos vasculharam toda a casa, encontraram a quantia dentro do buraco do sofá da casa e fugiram em um veículo.
A Polícia Civil informou que o idoso, que tem deficiência auditiva, só tomou conhecimento do roubo por volta das 13h, quando chegou a casa. 
Policiais militares que foram ao local analisaram câmeras de segurança de uma farmácia e identificaram um EcoSport branco como o veículo utilizado pelos assaltantes. No carro havia três homens, que até a publicação desta matéria não tinham sido localizados.

Novo delator vai esclarecer repasse à campanha de Dilma, diz Youssef à CPI

Audiência pública para acareação dos principais delatores da Operação Lava Jato: o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef - 25/08/2015
Audiência pública para acareação dos principais delatores da Operação Lava Jato: o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef - 25/08/2015(Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
A CPI da Petrobras coloca frente a frente nesta terça-feira dois dos principais delatores do petrolão: o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. O objetivo da sessão é promover uma acareação para sanar as divergências em depoimentos prestados pela dupla após seus acordos de delação premiada. Ao ser questionado sobre um pedido de repasse de dinheiro do esquema de corrupção para a campanha presidencial do PT em 2010, Costa afirmou: "Ratifico que autorizei o repasse de 2 milhões de reais. Ratifico todos os meus depoimentos, integralmente".
Segundo o executivo, o pedido foi feito pelo ex-ministro Antônio Palocci, que coordenava a corrida eleitoral de Dilma Rousseff. Conforme revelou VEJA em setembro do ano passado, Costa disse à força-tarefa da Operação Lava Jato que o doleiro Alberto Youssef foi acionado para viabilizar o repasse à campanha de Dilma. Aos deputados, o ex-diretor confirmou o conteúdo do depoimento.
Já o doleiro, munido de um habeas corpus que o autoriza a ficar calado, quebrou o silêncio para rebater a versão de Costa - mas não negou que a campanha de Dilma tenha recebido dinheiro sujo. "Eu não conheço o Palocci, não conheço o assessor dele ou o irmão e ninguém fez nenhum pedido a mim para que eu pudesse arrebanhar recurso para a campanha de Dilma em 2010", afirmou. O doleiro acrescentou que outro delator está tratando dessa questão. "Vou me reservar ao silêncio porque existe uma investigação nesse assunto do Palocci e logo isso vai ser relevado e esclarecido o assunto. Assim que essa colaboração for noticiada vocês vão saber quem foi que pediu o recurso e quem o repassou."
Os delatores também entraram em contradição ao falar sobre o intermediário do dinheiro sujo pago aos senadores petistas Gleisi Hoffmann (SC) e Humberto Costa (PE). Os dois, no entanto, confirmaram o repasse: "Quem me fez o pedido foi o Paulo Roberto Costa e eu o executei", disse o doleiro. O ex-diretor nega a versão. Gleisi e Costa, de acordo com os delatores, receberam 1 milhão de reais do esquema.
Essa é a primeira vez que dois delatores do petrolão ficam frente a frente no colegiado. Os depoimentos prosseguem.

Justiça encaminha ao STF documentos que envolvem Gleisi Hoffmann na Lava Jato


Despacho assinado por Sérgio Moro contém indícios de que petista tenha recebido dinheiro irregular enquanto era ministra

REDAÇÃO ÉPOCA
25/08/2015 - 15h16 - Atualizado 25/08/2015 15h16
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A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
Justiça Federal encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF), conforme antecipou o Expresso, documentos que podem provar o envolvimento da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) no esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato. Há suspeitas de que a petista tenha recebido dinheiro irregular enquanto ocupava o Ministério do Planejamento, informou o G1 nesta terça-feira (25). O STF, até as 12h58, informava não ter recebido os papéis.
As provas foram colhidas durante processo, investigações e inquéritos da Lava Jato e foram incluídas em despacho assinado pelo juiz Sérgio Moro, responsável pela operação. As suspeitas são de que tenha havido pagamento de propina por meio de acordo firmado entre o Ministério do Planejamento e a empresa Consist Software, de gestão de empréstimos consignados, cujos documentos foram encontrados no escritório de advogacia de Guilherme Gonçalves. Os papéis indicam valores que podem ter sido recebidos pela Consist para fazer pagamentos a Gleisi. Gonçalves prestou serviços à senadora durante as campanhas eleitorais dela de 2010 e de 2014.
O caso precisa passar pelo STF porque, como é senadora, Gleisitem foro privilegiado. 

Enfermeiro indiciado por morte em UPA de Curitiba é suspenso


Sindicância concluiu que houve negligência e imperícia no atendimento.
Maria da Luz Chagas dos Santos morreu esperando ser atendida.

Do G1 PR
A Prefeitura de Curitiba suspendeu por 15 dias o enfermeiro responsável pela avaliação inicial da paciente Maria da Luz Chagas dos Santos, que morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Fazendinha no fim do mês de junho. Uma sindicância instaurada para apurar o caso foi concluída nesta terça-feira (25), e ainda aplicou pena de repreensão a mais três profissionais.
O enfermeiro já havia sido indiciado pela Polícia Civil pelo crime de homicídio culposo, quando não há intenção de matar, porque o inquérito considerou que houve negligência no atendimento da vítima. Ele deve responder criminalmente pelo caso à Justiça.
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Já a suspensão anunciada nesta terça ocorre na esfera administrativa, e leva em conta as previsões do Estatuto dos Servidores Públicos Municipais. A sindicância concluiu que ele agiu com negligência e imperícia, assim como outra enfermeira da UPA, que foi apenas repreendida por não ter prestado atendimento no entorno da unidade – mesmo motivo das outras duas repreensões, destinadas a auxiliares de enfermagem.
A vítima chegou à UPA às 19h22 do dia 23 de junho, alegando sentir dores na nuca e no peito. Ela passou por uma triagem, feita pelo enfermeiro agora suspenso, e passou a esperar pelo atendimento. Conforme familiares, as dores aumentaram e, como não era atendida, Maria da Luz decidiu ir a uma farmácia em frente à UPA.
A ideia era comprar algum remédio para aliviar as dores. Lá, ela caiu na calçada e precisou ser carregada para a UPA por pessoas que passavam pelo local, pois mesmo com os apelos do marido, nenhum funcionário foi atendê-la. Ela morreu morreu às 23h. A sindicância entendeu que, quando soube que a paciente havia passado mal, o enfermeiro deveria ter reavaliado o quadro e socorrido a paciente.
Os quatro servidores punidos devem ainda deixar de atuar em serviços de urgência e emergência, sendo realocados para outros serviços.

Polícia pede prisão temporária de PM suspeito de participar de chacina


Segundo sua defesa, policial estava com duas pessoas no horário do crime.
Ao todo, 18 pessoas foram assassinadas em Barueri e Osasco.

Do G1 São Paulo
O soldado da Polícia Militar preso suspeito de participar da chacina que matou 18 pessoas em Osasco e Barueri, na Grande São Paulo, teve a prisão temporária pedida pela Polícia Civil à Justiça nesta terça-feira (25). Segundo as investigações, ele foi reconhecido por uma testemunha.
O crime aconteceu em 13 de agosto. O policial Fabricio  Emannuel Eleutério, de 30 anos, prestava serviços administrativos no prédio das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e foi detido no prédio da Corregedoria da corporação.
Sua defesa nega as acusações. “O álibi dele são celulares onde ele realizou ligações. Ele participou de conversas em grupos de Whatsapp no momento em que os fatos estavam se desenvolvendo”, disse a advogada Flávia Artilheiro. “Além disso, ele estava acompanhado de duas outras pessoas no momento em que os fatos estavam se desenvolvendo. Então, nossa posição é que foi um infeliz equívoco esse reconhecimento.”
Decretada anteriormente, a prisão administrativa ocorreu depois que a Corregedoria ouviu um sobrevivente da Rua Suzano, um dos locais onde aconteceram ataques em Osasco.
O soldado mora em Osasco e tem uma ficha criminal longa. Ele foi investigado por participar de cinco chacinas na cidade, ficou preso no Presidio Militar Romão Gomes por dois anos e saiu no fim de abril porque o julgamento ainda não tinha sido marcado.
Ele é o primeiro suspeito preso. Ao todo, 54 policiais foram ouvidos, sendo que 18 são investigados: 11 soldados, dois cabos e cinco sargentos. Entre eles estão sete PMs de Osasco que chegaram ao mesmo tempo num bar da capital paulista depois de sair do serviço na noite da chacina.
A principal linha de investigação é que a sequência de assassinatos tenha sido uma vingança por duas mortes: a de um policial militar num posto de combustíveis, uma semana antes da chacina, e a morte de um guarda-civil de Barueri, dois dias antes dos crimes.
Segundo o coronel Ernesto Puglia Netoo, comandante do policiamento militar da Área Metropolitana 8, que inclui a região de Osasco, "todas as unidades de serviço no dia estão sendo analisadas". Ele esteve presente em uma audiência pública do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) nesta terça-feira. "Todas as viaturas têm GPS e posso descobrir o que cada viatura fez [no dia]. A Corregedoria também está acompanhando esse processo."
Suspeito
O soldado preso também prestou depoimento. Ele contou o que fazia na noite da chacina: "O declarante foi para a sua casa onde ficou até as 18h, depois saiu para buscar sua namorada no trabalho, e depois, foi levá-la para casa, lá chegando por volta das 18h30. Na residência de sua namorada, comeram pizza, e assistiram a um filme e ele dormiu".
O PM também disse “que recepcionou o motoboy que trouxe a pizza. Que não se recorda o nome da pizzaria, mas sabe que fica próxima à casa de sua namorada. [...] Por volta das 21h30, o declarante recebeu uma mensagem, via aplicativo de celular, dizendo que ocorriam diversos ataques em Osasco".
Declaração da OEA
Em uma declaração divulgada nesta sexta-feira (21), a Organização dos Estados Americanos (OEA) condena os assassinatos e "insta o Estado a que prossiga as investigações iniciadas, esclareça o ocorrido e identifique, processe e puna os responsáveis, bem como a que adote medidas para que esses fatos não se repitam".

A Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP) reagiu à declaração e disse que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) cometeu "graves erros" ao citar o número de homicídios praticados por policiais. O governo alegou ainda que a falha mostra "desinformação" e "precipitação" por parte da OEA.
"Importante, porém, salientar os claros e graves erros do restante da nota da CIDH, tanto no tocante ao número de homicídios praticado por policiais, quanto no percentual de investigações e análises pela Justiça. Infelizmente, essa falha da CIDH mostra total desinformação derivada de precipitação, ao se basear somente em matérias jornalísticas e não em dados que poderia facilmente ter obtido junto aos Poderes Executivo e Judiciário", disse o governo paulista em nota oficial enviada na manhã deste sábado (22).
Na declaração, a OEA usou dados sobre mortes em "massacres em São Paulo" e afirmou que os números indicam aumento em relação ao ano passado. A comissão também exigiu que o Brasil esclareça o ocorrido, identifique e puna os responsáveis pelos ataques em série.
Já em nota oficial, o governo também defendeu que a manifestação da CIDH é idêntica ao posicionamento imediato da SSP no sentido da investigação e esclarecimento dos ataques em série, e citou a criação de uma "força-tarefa" com policiais civis, peritos criminais e médicos legistas. A pasta também ressaltou que índice de homicídios é o aceitável pelas organizações internacionais, sendo 9,38 por 100 mil habitantes.
Questionado em coletiva de imprensa em São José do Rio Preto (SP) neste sábado sobre a declaração da OEA, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse apenas que todos os policiais estão empenhados na apuração, identificação e prisão dos criminosos, e não comentou a respeito da exigência. "As investigações estão adiantadas, mas não quero antecipar  nada porque pode prejudicar o trabalho policial. Por isso, vamos deixar apenas a Secretaria de Segurança Pública do estado falar sobre o caso."
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Zilda Maria de Paula, mãe de uma das vítimas da chacina, organizou o ato ecumênico para lembrar uma semana da série de ataques em Osasco e Barueri (Foto: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo)Zilda Maria de Paula, mãe de uma das vítimas da chacina, organizou o ato ecumênico para lembrar uma semana da série de ataques em Osasco e Barueri (Foto: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo)
Ataques em série
No dia 13 de agosto de 2015, 18 pessoas foram mortas e seis ficaram feridas em ataques realizados por indivíduos armados em 10 lugares próximos, em um espaço de tempo de ao menos três horas, nas cidades de Barueri e Osasco, ambas na Grande São Paulo.
De acordo com alguns testemunhos e gravações de câmeras de segurança, um grupo de pessoas armadas usaram veículos para se locomover entre os lugares, perguntaram sobre antecedentes criminais e atiraram. Segundo as autoridades, um mesmo veículo teria sido visto em vários dos lugares onde ocorreram os crimes.
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No comunicado, a CIDH informou que uma das linhas de investigação é "o possível envolvimento de membros da Polícia Militar (PM), no que teria sido uma suposta represália pelo assassinato de um policial dias antes".
Segundo dados oficiais usados pela comissão, 56 pessoas foram mortas em massacres em São Paulo em 2015. Os dados entregues pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-SP) ao Instituto Sou da Paz por meio de uma solicitação de acesso à informação indicam que isso representa um aumento em relação ao ano anterior, quando foram registradas 49 mortes em massacres em todo o ano.
A Comissão disse "tomar nota" das declarações do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que classificou os incidentes como "gravíssimos" e disse que as autoridades tentarão esclarecer "o mais rápido possível".
Além disso, tomou nota das declarações públicas do secretário de segurança pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, que assinalou que este foi "o pior massacre deste ano" no estado, e anunciou que as autoridades atuarão "rapidamente para capturar todos" que forem responsabilizados.
A CIDH exigiu a continuidade das investigações iniciadas de maneira "pronta, objetiva e imparcial", e que sejam seguidas "todas as linhas lógicas de investigação", incluindo a hipótese de que os possíveis autores possam ser oficiais de forças de segurança do estado.
A investigação "deve esclarecer as causas que conduziram a estes graves casos de violência, identificar, processar e punir os autores e satisfazer as expectativas de justiça das vítimas e seus parentes".
O estado deve, segundo a CIDH, adotar todas as medidas legais, institucionais e administrativas que forem necessárias para garantir que casos como esses não se repitam.
Profissão Repórter mostrou que depois do assassinato do policial, na madrugada seguinte, num espaço de cinco horas, houve cinco mortes na cidade e mais uma no dia seguinte.

Colesterol elevado pode levar ao infarto precoce


Redação
O colesterol alto é silencioso e se torna perceptível apenas em situações graves. Estima-se que 40% dos brasileiros estejam com o colesterol acima do indicado. O distúrbio é traiçoeiro e pode levar ao infarto precoce.
O cardiologista do Hospital Santa Cruz, em Curitiba, Valdir Lippi Júnior, explica que uma das consequências do distúrbio é o infarto do miocárdio, responsável por um grande número de mortes evitáveis, principalmente entre os jovens. “O colesterol em excesso, principalmente na sua fração LDL, se deposita entre as camadas das artérias coronárias formando a placa de gordura. Com uma progressão avançada, estas placas diminuem o fluxo de sangue e fragilizam o vaso sanguíneo podendo se romper.”, menciona.
O especialista explica que o colesterol é um tipo de gordura e fundamental para o funcionamento do organismo. Ao alcançar taxas elevadas, torna-se um fator de risco para o desenvolvimento de doenças do coração. O colesterol, ao não ser eliminado através do fígado e do intestino, acaba acumulando na corrente sanguínea e nas artérias, formando placas de gordura. Ao longo do tempo tais placas dificultarão a passagem do sangue e levarão ao entupimento dos vasos.
“As nossas artérias tem uma capacidade de compensar a diminuição do fluxo sanguíneo pela progressão das placas até um total de 70%. Ao ser exigido, como por exemplo em um esforço físico, o coração na falta de nutrientes e oxigênio suficientes não consegue desenvolver o seu papel de bombear sangue de forma adequada surgindo os primeiro sintomas de cansaço e dores no peito, mais conhecido como angina. No momento do infarto os sintomas podem ser mais intensos  e geralmente caracterizados como uma dor de forte intensidade no peito com irradiação para as costas, braço esquerdo ou mandíbula e sem melhora com o repouso. Podem estar associados ao quadro outros sintomas como  falta de ar, suor intenso, náuseas e vômitos e sensação de desmaio.”, cita.

Bandidos rendem funcionários de posto de combustíveis e fogem com cofre errado


Por Luiz Henrique de Oliveira e Djalma Malaquias


Cinco bandidos fortemente armados invadiram um posto de combustíveis na Vila Perneta, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, por volta das 5h desta terça-feira (25). A informação é que o grupo levou o cofre errado do estabelecimento na Rua Jacob Macanhan.
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Bandidos fugiram com cofre errado (Foto: Djalma Malaquias – Banda B)
A Polícia Militar esteve no local, mas ninguém quis passar informações sobre o caso. Funcionários do posto de combustíveis também preferiram o silêncio. A quadrilha de assaltantes pode ser a mesma que na semana passada agiu contra um estabelecimento no bairro Boqueirão, em Curitiba.
A Delegacia de Pinhais investiga o caso. O cofre levado teria apenas documentos.

Casal fica nervoso ao ver viatura da GM e motivo aparece dentro da mochila


Por Luiz Henrique de Oliveira e Antônio Nascimento


Um casal de 25 anos foi preso em flagrante pela Guarda Municipal de Curitiba (GM) por volta das 22h desta segunda-feira (25). Os dois caminhavam por uma rua do bairro Uberaba e ficaram nervosos ao verem a presença de uma viatura da GM. Dito e feito, dentro da mala de um deles foram localizadas 450 gramas de maconha.
maconha
500 gramas de maconha foram localizadas na mochila (Foto: Divulgação GM)
O GM Marcos Junior falou sobre o caso àBanda B. “Fizemos a abordagem e localizamos a droga. Nenhum dos dois assumiu a bronca e, por isso, eles foram para o Ciac-Sul (Centro de Atendimento Integrado ao Cidadão), aonde foram autuados em flagrante por tráfico de drogas”, descreveu.
O homem preso já tinha passagens pela polícia. Já a mulher, aparentemente era ficha limpa. Eles não informaram o que fariam com a droga.
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Justiça condena líder do assalto ao Banco Central a mais 80 anos de prisão


Da Agência Brasil

O juiz da 11ª Vara da Justiça Federal no Ceará, Danilo Fontenelle Sampaio, condenou por lavagem de dinheiro 11 pessoas envolvidas no assalto ao Banco Central de Fortaleza, em agosto de 2005. Entre os condenados, Antônio Jussivan Alves do Santos, o Alemão, líder da quadrilha que planejou e executou o assalto. A sentença foi lida na sexta-feira (21), mas publicada apenas no fim da tarde de ontem (24) no site da Justiça Federal.
Alemão foi condenado a 80 anos de prisão em regime fechado pelo crime de lavagem de dinheiro. Ele já cumpre pena de 35 anos por furto, formação de quadrilha e uso de documento falso.
De acordo com a investigação da Polícia Federal (PF), com sua cota-parte, Alemão comprou diversos bens em nome de laranjas, com apoio dos dez réus julgados no processo. Segundo a PF, Alemão “lavou” dinheiro em Mato Grosso do Sul, Goiás e no Distrito Federal, onde foi preso em 2008, após ficar três anos foragido.
Entre os bens do líder do grupo estão casas – incluindo um imóvel em sua cidade natal, Boa Viagem, no interior do Ceará -, fazendas e postos de combustíveis, além de carros, motocicletas e uma lancha.
Com a sentença de sexta-feira, resta apenas um processo para ser julgado, também por lavagem de dinheiro. O assalto ao Banco Central, considerado o maior furto a banco do País e um dos maiores crimes patrimoniais do mundo, já resultou em 28 ações penais, envolvendo 133 réus.
Para o assalto, os integrantes da quadrilha cavaram um túnel de cerca de 75 metros entre uma casa alugada em uma rua nos fundos do banco, onde o grupo montou uma empresa de fachada, e o caixa-forte.
Foram levados mais de R$ 164 milhões em cédulas de R$ 50. As notas haviam sido recolhidas para verificação do estado de conservação. Até agora, foram recuperados cerca de R$ 20 milhões. Outros R$ 10 milhões são resultado de leilões dos bens apreendidos.
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