Corinthians ganha do FLU por 2 x 0 e dispara na liderança

Não poderia haver estreia melhor para a camisa laranja do Corinthians. Tampouco poderia haver estreia melhor para o garoto Marciel. 
Nesta quarta-feira, com ingredientes especiais em campo, a Arena Corinthians presenciou a vitória do time da casa sobre o Fluminense por 2 a 0. Os gols anotados pelo jovem Marciel e pelo experiente Ralf asseguraram o triunfo na rodada que muda a realidade da tabela do Campeonato Brasileiro. A vantagem para o Atlético-MG passou para sete pontos. 
Houve, porém, interferência da arbitragem. Com a partida em aberto, Sandro Meira Ricci anulou um gol absolutamente legal do Fluminense, que pouco depois sofreu o segundo e perdeu completamente as forças, sem Ronaldinho e sem Fred, ambos desfalques.
As ausências não foram exclusividade do Fluminense em dia difícil para Tite planejar a equipe. O Corinthians jogou sem seis titulares de seu time ideal, sendo a última baixa confirmada a poucas horas do jogo. Renato Augusto, com virose, deu lugar a Danilo.
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Corinthians e Fluminense se enfrentam na Arena Corinthians nesta quarta-feira (02)7 fotos

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Marciel celebra após abrir o placar para o Corinthians contra o Fluminense Julia Chequer/Folhapress
FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 2 x 0 FLUMINENSE

Data: 02/09/2015
Horário: 22h (de Brasília)
Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (SC-Fifa)
Assistentes: Fabio Pereira (TO-Fifa) e Carlos Berkenbrock (Especial 1 - SC)
Cartões amarelos: Antônio Carlos, Renato e Marcos Júnior
Público e renda: 29328 pagantes e R$ 1.553.141,50
Gols: Marciel, aos 4min do primeiro tempo, Ralf, aos 25min do segundo tempo. 
CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Edu Dracena, Gil e Guilherme Arana; Marciel e Ralf; Jadson (Rildo), Danilo e Malcom; Vagner Love (Romero). Treinador: Tite.
FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Renato, Henrique, Antônio Carlos e Gustavo Scarpa; Edson e Jean; Marcos Júnior, Cícero (Vinícius) e Gerson (Osvaldo); Wellington Paulista (Michael). Treinador: Enderson Moreira. 

FASES DO JOGO

  • Primeiro tempoPoderia ter sido planejado por um cineasta. Justamente no dia em que foi lançada uma camisa em homenagem ao Terrão, campo onde eram formados os pratas da casa, Marciel contribuiu para a festa. No primeiro jogo como titular do Corinthians, ele recebeu de Jadson no contragolpe, cortou a marcação e ajeitou para o pé direito, o ruim, para fazer um golaço. O Fluminense não teve forças para atacar - e na melhor chance, uma bola invertida para Gerson, foi Fagner quem salvou. A torcida se irritou com Malcom. Em duas oportunidades claras, o jovem desperdiçou a chance de ampliar.
  • Segundo tempoO Fluminense voltou do intervalo com mais energia e inspiração. Colocou, nos primeiros minutos, o Corinthians atrás. Até que um gol legal de Cícero, em lance de escanteio, foi equivocadamente anulado pelo auxiliar Fábio Pereira. Aos poucos, a equipe corintiana equilibrou a partida e deu o golpe fatal em erro de Antônio Carlos. Ele perdeu bola para Malcom, parou com falta e errou na cobrança. Ralf subiu mais que ele e fez o segundo para ser abraçado com louvor por todos os colegas. Marcos Júnior, no fim, ainda foi parado por Cássio em uma defesa milagrosa.

MELHOR E PIOR

  • MarcielFez um belo gol, deu conta da marcação e ainda completou sua exibição com um chapéu.
  • Wellington PaulistaInofensivo, foi facilmente superado pelos zagueiros corintianos em dia no qual a bola pouco chegou.

Secretário diz que não pode impor proteção às testemunhas de chacina



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Responsável pela Segurança Pública do governo Geraldo Alckmin (PSDB), o secretário Alexandre de Moraes afirmou, nesta quarta-feira (2), que não pode impor às vítimas e testemunhas da chacina na Grande SP proteção pelas declarações prestadascontra PMs suspeitos de envolvimento no crime.
A declaração foi feita em audiência na Assembleia Legislativa de São Paulo.
"Todas as vítimas e testemunhas, desde o início, são avisadas antes dos depoimentos se elas preferem ser identificadas. Se não quiserem, elas são protegidas, os nomes e endereços não chegam ao processo. Isso é oferecido às testemunhas e vítimas, não há como a secretaria impor isso", disse.
Reportagem da Folha publicada na edição desta quarta mostrou que pelo menos quatro pessoas ouvidas na investigação tiveram seus dados (nome, filiação, endereços residencial e comercial, telefones) divulgados no processo em trâmite, sem nenhum sigilo, na Justiça Militar.
Elas depuseram contra policiais militares suspeitos de participação na chacina, no mês passado, que deixou 19 mortos.
Uma das testemunhas, um tenente da reserva, afirmou à Folha que já recebeu ameaças de morte e avisou que vai processar o Estado pela exposição.
Na audiência, a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa pediu que o governo desse proteção a essas testemunhas.
"Damos proteção às vítimas e testemunhas que estejam atemorizadas", reafirmou o secretário de Segurança Pública. Segundo ele, há na investigação do caso testemunhas que, após solicitação, receberam proteção.
Convidado para falar no Legislativo paulista sobre a investigação da chacina, que até o momento prendeu apenas um soldado da Rota suspeito de envolvimento nos crimes, Alexandre de Moraes negou racha ou divisão na força-tarefa criada pelo governo Alckmin para tentar esclarecer os crimes.
DISPUTAS
A apuração tem sido marcada por disputas e críticas da Polícia Civil de atropelo da PM na condução do caso.
"É nossa obrigação esclarecer a motivação dos crimes e sobretudo apontar os criminosos. Mas o tempo político é um, o tempo da imprensa, outro, e o tempo da investigação é outro completamente diferente", afirmou.
"Estamos avançando, temos inúmeras informações sendo cruzadas, vídeos novos que tivemos acesso e análises balísticas em andamento. Esperamos em breve indicar os responsáveis".
Dezoito PMs e um segurança particular estão sendo investigados. Segundo o secretário, a força-tarefa trabalha com quatro hipóteses para os assassinatos em série -a principal é a de que a chacina tenha sido uma vingança policial contra a morte de um cabo.
Alexandre de Moraes negou a existência de um grupo de extermínio no Estado de São Paulo e admitiu ser mais difícil investigar uma chacina.
Sobre a suspeita de envolvimento de policiais no crime, ele disse: "Não podemos generalizar. Há policiais e há bandidos que estão como policiais, mas esses bandidos serão identificados e expulsos da corporação".

Requião defende CPMF e chama críticos de FDP


Em uma série de três postagens no twitter, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) defendeu a volta da CPMF e chamou os críticos do imposto/contribuição de “FDP” – abreviatura de palavra de baixo calão. “Cheque especial a 241%, cartão a 341% e o FDP não diz nada,mas estrila com possibilidade de CPMF. O FDP não reclama de juros a 341% mas tuita feito uma besta contra o CPMF”.
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Parentes e amigos de menina sumida há três anos no PR fazem caminhada


Stefani desapareceu enquanto ia para a escola em Porto Amazonas.
Eles pedem para que o caso não seja esquecido pelas autoridades.

Do G1 PR
Parentes e amigos de Stefani Vitória Rochinski fizeram uma caminhada nesta quarta-feira (2) (Foto: Riomar Bruno/Arquivo pessoal)Parentes e amigos de Stefani Vitória Rochinski fizeram uma caminhada nesta quarta-feira (2) (Foto: Riomar Bruno/Arquivo pessoal)
Parentes e amigos da menina Stefani Vitória Rochinski, que sumiu há três anos em Porto Amazonas, na região dos Campos Gerais do Paraná, fizeram uma caminhada durante a tarde desta quarta-feira (2). O ato lembra o desaparecimento da menina, que, à época, tinha 10 anos.
Eles caminharam por cerca de um quilômetro, desde a rodoviária até uma praça da cidade, pedindo para que o caso não seja esquecido pelas autoridades. Nos três anos, histórias surgiram, mas nada de concreto ficou comprovado sobre o sumiço da criança.
O sumiço
Stefani saiu de casa, na área rural de Porto Amazonas, no dia 4 de maio de 2012, por volta das 6h30, para ir à escola. Ela caminhava, todos os dias, cerca de um quilômetro sozinha, até o ponto onde esperava o transporte escolar.
A menina cursava a 5ª série do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Coronel Amazonas, que fica no centro da cidade. Entretanto, naquele dia, Stefani não chegou até a escola.
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Pistas
A polícia chegou a fazer retratos falados de duas mulheres que foram vistas na estrada, de carro, com uma menina parecida com Stefani. Mas, até hoje, nenhuma informação correta levou a polícia até a ela.
À época, os cães farejadores usados nas buscas apontaram que a menina tinha passado pela casa de um vizinho. Ele chegou a ser preso, mas foi liberado em seguida porque nada ficou comprovado. Os cachorros também indicaram que Stefani esteve em uma das beiras do Rio Iguaçu.
Esperança
A novidade, agora, é que o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas da Polícia Civil do Estado Paraná (Sicride) tem uma nova delegada. Ela e equipes da polícia estiveram em Porto Amazonas recentemente.
Eles ouviram os pais de novo, conheceram a região e refizeram o caminho da menina. Entretanto, nenhuma pista nova foi achada. Nas praças e no comércio da cidade, faixas e cartazes ainda continuam expostos para não deixar ninguém esquecer o desaparecimento.
A cada dia que passa, a família precisa aprender a lidar com a falta da filha. “Apareceram muitas histórias diferentes; algumas, eram até mentiras. É ruim para a gente. Hoje, nós ficamos focados apenas no que a delegada nos fala”, relata a mãe, Zenilda Rochinski.
O pai, Edgar Rochinski, também não perde a esperança. “A fé em Deus é o que nos mantém em pé. Estamos sempre orando e esperando por uma notícia”, desabafa o pai, Edgar Rochinski.
Denúncias
Quem tiver informações sobre o caso pode entrar em contato com o Sicride pelo telefone (41) 3224-6822.
Stefani Rochinski sumiu há três anos em Porto Amazonas, no Paraná (Foto: Arquivo pessoal)Stefani Rochinski sumiu há três anos em Porto Amazonas, no Paraná (Foto: Arquivo pessoal)

Relator é aplaudido após definir família como união entre homem e mulher


Deputado Diego Garcia (PHS-PR) apresentou relatório nesta quarta (2).
Deputada do PT classificou projeto de 'retrocesso' e de 'lógica homofóbica'.

Fernanda CalgaroDo G1, em Brasília
O relator do projeto de lei que cria o Estatuto da Família, deputado federal Diego Garcia (PHS-PR), apresentou nesta quarta-feira (2) o parecer no qual define a família como a união entre homem e mulher por meio de casamento ou união estável, ou o núcleo formado por um dos pais mais os filhos. Ao concluir a leitura do relatório, o parlamentar do PHS foi aplaudido na comissão especial que discute o tema, composta majoritariamente por integrantes da bancada evangélica.(veja vídeo)
O projeto trata dos direitos da família e das diretrizes das políticas públicas voltadas para atender a entidade familiar em áreas, como saúde, segurança e educação.
Sem a presença de representantes de entidades ligadas aos movimentos LGBT, a sessão desta quarta da comissão especial foi destinada apenas à leitura do relatório, não tendo ocorrido debates entre os parlamentares. Agora que o parecer foi apresentado, os deputados terão até cinco sessões para sugerirem emendas, que poderão ou não ser incluídas por Garcia no seu relatório final.
O projeto de lei não exclui ninguém, ele valoriza a família, base da sociedade, e cria algo inovador, porque, desde 1988, o Congresso Nacional vinha se calando, se omitindo a respeito da família. E hoje estamos dando um grande avanço com essa discussão"
Diego Garcia (PHS-PR), deputado federal
De autoria do deputado Anderson Ferreira (PR-PE), a proposta do Estatuto da Família tramita na Casa desde 2013. Neste ano, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), criou uma comissão especial para discutir o assunto.
No texto lido nesta quarta, Garcia afirma que o projeto cumpre o que ele chama de “inglória missão de evidenciar o óbvio” e diz que o Judiciário errou ao reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Ele argumentou que seu relatório se baseia na definição da Constituição sobre família, que, para efeito da proteção do Estado, reconhece a entidade familiar como a união estável entre um homem e uma mulher.
Vamos utilizar todos os instrumentos legislativos possíveis para que possamos impedir a institucionalização da homofobia através deste projeto e o retrocesso em direitos de vários segmentos da sociedade"
Érika Kokay (PT-DF), deputada federal
Para contemplar as uniões homoafetivas, Diego Garcia propôs a criação de uma nova denominação, a “parceria vital”, para reconhecer o que ele chama de "enlace entre duas pessoas". Segundo ele, essa parceria não teria conexão com a procriação ou a constituição de uma família, mas serviria para a garantia de benefícios previdenciários.
O relator nega, contudo, que o projeto irá reforçar o preconceito na sociedade (assista ao vídeo acima). “O projeto de lei não exclui ninguém, ele valoriza a família, base da sociedade, e cria algo inovador, porque, desde 1988, o Congresso Nacional vinha se calando, se omitindo a respeito da família. E hoje estamos dando um grande avanço com essa discussão”, disse Garcia ao final da sessão.
Questionado sobre se a aprovação do projeto derrubaria a decisão de 2011 do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a união estável entre homossexuais, o relator disse que a proposta ainda tem um longo caminho pela frente no Congresso até virar lei.
Ele defendeu, porém, a necessidade de o Legislativo se manifestar sobre o tema. “Eu não sei dizer se derrubaria [a decisão do Supremo], mas traz uma inovação e traz uma posição do parlamento a respeito dessa matéria”, enfatizou.
'Retrocesso'
Ao final da sessão desta quarta da comissão especial, a deputada Érika Kokay (PT-DF) classificou a proposta de Diego Garcia de “retrocesso”. Ligada aos movimentos sociais de direitos humanos, a parlamentar petista acusou o relatório de reafirmar uma “lógica homofóbica e de exclusão”.
Na opinião de Érika Kokay, o preconceito perpassa todo o relatório e, dificilmente, poderá ser corrigido com sugestões de alteração. Ela advertiu que deve apresentar um voto em separado.
“Vamos utilizar todos os instrumentos legislativos possíveis para que possamos impedir a institucionalização da homofobia através deste projeto e o retrocesso em direitos de vários segmentos da sociedade”, ressaltou a petista.
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A deputada também chamou o relatório de Diego Garcia de “absurdo”. Ela citou Nelson Rodrigues para criticar o texto do colega do PHS.
“Não dá para menosprezar o absurdo. Muitas vezes, o absurdo é tão nítido, é tão concreto, que a tendência é que você possa menosprezá-lo. Não dá para menosprezar o absurdo porque o absurdo, tem razão Nelson Rodrigues, está literalmente perdendo a modéstia. Este parecer é uma prova inconteste disso”, disse.
Embora a proposta tramite em caráter conclusivo na comissão, a petista informou que, caso seja aprovada, ela apresentará recurso para que seja analisada pelo plenário.

Modelo gaúcha sofre acidente de bicicleta em SP e fica em estado grave

02/09/2015 16h32 - Atualizado em 02/09/2015 20h26


Mariana Livinalli Rodriguez sofreu acidente com ônibus na Av. Faria Lima.
Ela foi operada e está na UTI do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Paula Paiva PauloDo G1 São Paulo
A modelo gaúcha Mariana Livinalli Rodriguez, de 25 anos, se envolveu em um acidente com um ônibus quando andava de bicicleta na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em Pinheiros, Zona Oeste deSão Paulo, no início da tarde desta terça-feira (1º). Ela foi encaminhada para o Hospital das Clínicas, onde está em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).(veja vídeo)
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que a ocorrência aconteceu no cruzamento da Rua Chopin Tavares de Lima com a Faria Lima. A ciclovia da Faria Lima cruza esta rua, onde há um semáforo.
Em nota, a CET afirma: "Lamentamos o acidente e aguardamos investigação da Polícia para esclarecer as circunstâncias. Informações preliminares da CET são de que o acidente ocorreu ontem (1º), às 12h13, envolvendo ônibus e bicicleta, na esquina da Avenida Brigadeiro Faria Lima com a Rua Chopin Tavares de Lima. Para os ônibus que trafegam na Avenida Brigadeiro Faria Lima, no sentido Itaim/Pinheiros, é permitida a conversão à esquerda para a Rua Chopin Tavares de Lima. Esse cruzamento é controlado por semáforo, com um foco específico para conversão de ônibus à esquerda e outro específico para ciclistas. A ciclovia fica no canteiro central da Av. Brigadeiro Faria Lima".
Acidente foi no cruzamento da Avenida Faria Lima com Rua Chopin Tavares de Lima (Foto: Andreia Barros/Arquivo pessoal)Acidente foi no cruzamento da Avenida Faria Lima com Rua Chopin Tavares de Lima (Foto: Andreia Barros/Arquivo pessoal)
A leitora e estudante de jornalismo Andreia Barros estava saindo do dentista quando houve o acidente. Segundo ela, a ciclista estava fora da ciclovia e cruzou a avenida quando o semáforo estava fechado para bicicletas e pedestres. Andreia enviou a foto ao G1.
Já segundo a estudante de direito e assistente jurídica Karina de Jesus Bezerra, que testemunhou para a polícia o acidente, a modelo vinha pela ciclovia e estava sem capacete. Karina disse ao G1que estava no ônibus sentada atrás do banco do motorista e viu quando o semáforo abriu para o ônibus atravessar a Faria Lima.
Bicicleta ficou quase debaixo do ônibus (Foto: Karina Jesus Bezerra/Arquivo pessoal)Bicicleta ficou quase debaixo do ônibus (Foto:
Karina Jesus Bezerra/Arquivo pessoal)
"Como é um cruzamento, o ônibus estava atravessando, e ela não reparou. Ela bateu na lanterna do lado esquerdo da frente do ônibus", disse.
Karina disse que ligou para a polícia e o resgate chegou rápido. "A moça estava inconsciente." Ela afirmou ainda que o motorista e o cobrador do ônibus ficaram muito abalados. "O motorista chorou."
Modelo veio para SP há dois anos
Mariana é de Soledade, no Rio Grande do Sul, onde mora sua família. A mãe, o pai e a irmã vieram nesta terça para acompanhar a modelo. Adriana Livinalli, mãe de Mariana, disse que ela mora há dois anos em São Paulo, no bairro de Pinheiros. “Ela sempre andava de bicicleta”, contou. A mãe da modelo disse que ela fraturou a cabeça, foi operada e está em coma induzido.
Mariana começou a trabalhar como modelo por volta de 15 anos. Com 17, se mudou para a Ásia. Ela é modelo da agência JOY Model Management. Entre outros trabalhos, foi duas vezes capa da revista Women's Health, fez editoriais das revistas Boa Forma, Nova, fez campanha para a C&A, e, recentemente, para a Monange.
Modelo Mariana Livinalli sofreu acidente grave na Faria Lima (Foto: Reprodução/Facebook)Modelo Mariana Livinalli sofreu acidente grave na Faria Lima (Foto: Reprodução/Facebook)
Página de Mariana Rodriguez no site da agência de modelos Joy (Foto: Reprodução/Joy Model Management)Página de Mariana Rodriguez no site da agência de modelos Joy (Foto: Reprodução/Joy Model Management)