Vídeo mostra assassinato de ex-prefeito de Macuco, no RJ


Imagens foram obtidas com exclusividade pelo RJTV.
Rogério Bianchini (PMDB) foi atingido por 5 tiros quando chegava em casa.

Do G1 Rio
Imagens obtidas pelo RJTV mostram o momento em que o ex-prefeito de Macuco, na Região Serrana, foi assassinado na porta de casa, em 30 de abril. Um homem suspeito de ter participado da morte de Rogério Bianchini (PMDB), de 63 anos, foi preso nesta quinta-feira (10). Ele dirigia o carro em que seu comparsa fez os disparos contra o então prefeito, segundo a polícia.(veja vídeo)
O vídeo mostra que o ex-prefeito caminhava por uma avenida por volta de 9h da manhã. A data da câmera estava desconfigurada, segundo a polícia. Os dois homens estão em um carro preto e atiram contra Rogério Bianchini quando este chegava em casa. Ele foi atingido por cinco disparos e cai em frente ao portão (veja acima).
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Várias pessoas aparecem para socorrer o então prefeito. Ele foi levado para o hospital, mas não resistiu.
Prisão suspeito
Policiais da Divisão de Homicídios de Niterói prenderam Daniel Aleixo Guimarães durante uma operação nesta quinta-feira (10). A procura pelos suspeitos de envolvimento no crime começou em um flat, em Camboinhas, na Região Oceânica de Niterói, mas Daniel, apontado pelos policiais como o motorista do carro, não foi encontrado.
Os agentes também estiveram nesse condomínio de luxo em Pendotiba à procura de um outro suspeito da morte de Rogério Bianchini, mas ele também não estava em casa e as buscas por Daniel continuaram em São Gonçalo. No bairro Porto da Pedra, os policiais da DH conseguiram prender Daniel, após encontrá-lo na casa de sua mãe.
Os agentes tiveram que arrombar a porta e o suspeito, que estava dormindo, saiu de casa algemado. Um computador e um telefone celular também foram apreendidos, apesar de Daniel negar a participação no crime.
Três meses antes do crime, o vereador Daniel Borges (PSC) convocou o suspeito Daniel Aleixo para trabalhar com ele na Câmara dos Vereadores e sendo demitido uma semana após cometer o crime, informou o delegado Fábio Barucke. O delegado responsável pelas investigações disse ainda que o crime teve motivações políticas.

Relembre o caso
Rogério Bianchini (PMDB), de 63 anos, foi assassinado na manhã de 30 de abril, em frente à casa dele, quando voltava de uma caminhada. O ex-prefeito levou cinco tiros, que foram disparados de dentro de um carro e morreu a caminho do hospital.

O político foi eleito prefeito em 2004 com mais de 60% dos votos e reeleito em 2008. Bianchini também foi vereador da cidade de Cordeiro. Macuco fica na Região Serrana, a 200 quilometros do Rio.
Essa não foi a primeira vez que o pequeno município de pouco mais de cinco mil habitantes teve um político assassinado. Em 2006, o ex-prefeito Maurício Bittencourt também foi morto a tiros, dois anos depois de deixar o governo. Rogério Bianchini foi vice de Maurício.

Após transplante de rim, campeão olímpico prevê volta por cima: 'Vou chocar as pessoas'


Estadão Conteúdo 
Aries Merritt
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Aries Merritt
Pouco mais de uma semana após passar por um transplante de rim, o norte-americano Aries Merritt já sonha com a volta às pistas. Atual campeão olímpico dos 110m com barreira, o atleta recebeu o órgão de sua irmã na terça-feira da semana passada, ainda sente as dores da cirurgia, mas garante: sua história nas pistas está longe de terminar.

"Eu realmente sinto, do fundo do coração, que vou ser capaz de correr loucamente agora que tenho um novo rim", declarou o atleta em entrevista à agência Associated Press. E ele não quer saber apenas de voltar a competir. "Eu ainda vou chocar muitas pessoas", garantiu.

Ouro em Londres, Merritt é o recordista mundial dos 110m com barreira, com a marca de 12,80s obtida também em 2012. Prova da capacidade física do atleta foi que no Mundial de Pequim deste ano, somente quatro dias antes de passar pela cirurgia, ele garantiu a medalha de bronze.

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Merritt descobriu há dois anos uma rara doença genética que prejudica os rins. Na época, ele chegou a dizer que deixaria as pistas, mas voltou atrás em sua decisão, seguiu competindo e conseguiu mais uma medalha no fim de agosto. Após a prova, o próprio atleta disse que estava somente com 75% de suas condições.

"A avalanche de apoio que eu recebi desde então tem sido muito fenomenal. Muitas pessoas me chamaram de herói de Pequim, herói do atletismo", comentou o norte-americano de 30 anos, que competiu no Ninho do Pássaro mesmo mais três quilos a menos de seu peso normal e com o rim pouco funcional.

Após leiloar a virgindade, Catarina volta a aparecer e explica caso que impressionou o mundo



ReproduçãoReprodução


Em 2012 ela chamou a atenção do Brasil e do mundo ao decidir que iria leiloar sua virgindade. Mais ainda, deixou todos mais surpresos quando, após efetuar a venda, voltou atrás. Foi assim que Ingrid Migliorini fez seu codinome, Catarina, ficar famoso como “a mulher que vendeu a virgindade”.

Três anos depois, muita coisa muito na vida de Ingrid — ou Catarina, como é mais conhecida. Uma coisa, porém, se mantém idêntica: a virgindade da jovem. Em entrevista à TV Record ela falou sobre o tema e explicou o porquê de ter se mantido virgem após cogitar leiloar a própria virgindade.

“Eu continuo virgem e meu namorado me respeita muito. Cavalheiro, maravilhoso. Optei pela virgindade até agora porque não aconteceu, é isso. Eu sempre fui uma criança tímida, gostava de esportes, música e minha adolescência não foi muito diferente. Eu demorei a amadurecer… É a questão da hora certa. Ainda não aconteceu, só isso”, afirmou ela na entrevista.

ReproduçãoReprodução

Catarina também aproveitou a entrevista para explicar suas motivações em 2012. Segundo ela, tudo fazia parte de um documentário no qual ela viu a oportunidade de realizar o sonho de ser atriz. Hoje, porém, apesar de estar trabalhando na área, ela faz duras críticas ao diretor australiano Justin Sisely.

“Quando o leilão estava para terminar, surgiu o Natsu [comprador da virgindade] e, quando ele surgiu, a preferência foi total para ele. Ele [Justin] gostava muito, conversavam sem que eu soubesse. E eu só queria saber quem estava participando, gostaria de ter tido mais contato… Ele queria conduzir o documentário de uma forma e eu não me sentia à vontade”, desabafa ela.

Atualmente, ainda com os planos de ser atriz, Catarina — ou nesse caso Ingrid — pretende ter uma vida “normal”. Por isso está namorando um árabe que conheceu fora do Brasil e, com ele, espera se casar e ter filhos. Deixando para trás um passado do qual ela não se arrepende, mas que… Ficou para trás.

Senador cria projeto que prevê que presos arquem com seus custos na prisão


  

Um dos piores problemas do Brasil em relação ao estado de sua população carcerária são os custos que batem de frente com a falta de recursos. Tendo isso em vista, o senador Waldemir Moka (PMDB-MS) quer mudar a forma de administração dos presídios.

Em novo projeto de lei, apresentado no início de setembro, o senador propõe que todo detendo que tiver condições financeiras pague durante seu período atrás das grades. Ou seja, o próprio preso seria responsável por arcar com custos que hoje pertencem ao Estado.

“Nosso sistema penitenciário tem um monte de dificuldades, além da superlotação. Então eu acho que aquele que for preso e tiver condições financeiras, ele tem de pagar a estadia dele, a manutenção. Isso custa caro, é muito caro mesmo manter uma pessoas presa”, comentou Waldemir à Rádio Senado.

  

Encerrada em agosto deste ano, a CPI do Sistema Carcerário constatou a situação extremamente complexa e difícil das cadeias no Brasil. Nela, Moka discursou sobre a Lei 7210, de 11 de julho de 1984, a Lei de Execução Penal, que segundo ele torna a gestão de presídios no país quase impossível.

“Somente transferindo para o preso o custo de sua manutenção no presídio é que o sistema penitenciário poderá melhorar e, ao mesmo tempo, por via oblíqua, proporcionar destinação de mais recursos para outras áreas, como serviços públicos de saúde e educação”, explica trecho do projeto.

O preço de um presidiário no Brasil varia entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil por mês, de acordo com o estado em questão. Moka ainda enxerga, além do viés econômico, um lado pedagógico em sua proposta. Para ele, os detentos, ao sentirem no próprio bolso o preço da prisão, poderiam evitar crimes futuros

Mãe e padrasto de menino achado no freezer viajaram para África, diz polícia


DHPP espera laudo necroscópico para saber causa e data da morte.
Segundo investigação, casal saiu do país no dia 3 de setembro.

Glauco AraújoDo G1 São Paulo
A mãe e o padrasto do menino Ezra, de 7 anos, Lee Ann Finck e Mzee Shabani, viajaram para a África no dia 3 deste mês, segundo informações da Polícia Civil. O corpo do menino foi encontrado na sexta-feira (4) dentro do freezer na residência onde vivia com os dois, em um prédio na Rua Santo Amaro, na região central de São Paulo.(veja vídeo)
As informações foram passadas ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) pela Polícia Federal, que encontrou os registros da saída de Lee, Mzee e as duas filhas do casal. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo não especificou, no entanto, para qual país africano o casal e as duas filhas viajaram.
De acordo com a SSP, o casal não foi indiciado pelo crime e por isso não é considerado foragido. O DHPP aguarda o laudo necroscópico para saber a causa e a data da morte do menino. 
Histórico de problemas
O Conselho Tutelar informou que Ezra foi atendido em junho de 2014 após receber denúncia que a criança apresentava sinais de espancamento. A mãe declarou, segundo o conselho, que batia "no intuito de educar, e não machucar".
No mesmo ano foi concedida uma liminar de acolhimento, suspendendo o convívio familiar de Ezra com o padrasto e a mãe. Em 15 de janeiro deste ano, o juiz Rodrigo Vieira Murat permitiu o retorno do menino ao convívio com o casal e determinou que o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) acompanhasse a família por seis meses. 
O desembargador do Tribunal de Justiça, Antônio Carlos Malheiros, disse que o menino foi acompanhado durante seis meses e depois devolvido à família após pedido da própria criança.
Sepultamento
Como nenhum familiar procurou o IML (Instituto Médico Legal) para liberar o corpo da criança, o delegado que investiga o caso prorrogou o prazo de reconhecimento de três dias para que o menino não seja enterrado como indigente. A polícia informou que entrou em contato com o consulado da África do Sul para tratar de liberação do corpo de Ezra.
Segundo o boletim de ocorrência, o menino teria aparentemente cinco anos e vivia com a mãe, o padrasto de 26 anos e duas irmãs.
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Na loja de doces da família de origem sul-africana, dá para ver pelo vidro que sobrou pouca coisa. Os vizinhos disseram que o local foi arrombado e saqueado.
A Polícia Civil informa que a investigação está em andamento, com coleta de imagens, depoimentos, levantamento de informações com a Polícia Federal e com a Delegacia do Aeroporto, bem como de ligações telefônicas recentes.
Caso
A família era dona de uma bomboniere no térreo do edifício e morava no primeiro andar. Por volta das 18h40 de sexta, vizinhos ligaram para a polícia para verificar se havia algo estranho no apartamento.
O primo do padrasto do menino contou à polícia ter estranhado o fato de o vendedor de 26 anos deixar de abrir a bomboniere. Ele foi até o apartamento e, na porta, sentiu um cheiro muito forte.
O homem chamou o proprietário do imóvel e lá encontraram, no freezer, o corpo do menino enrolado em um lençol e em sacos plásticos, segundo o boletim de ocorrência.
Segundo o primo, o menino era filho da companheira do vendedor. Agentes da Polícia Técnico-Científica foram acionados para fazer perícia.
Prédio onde menino foi encontrado morto dentro de uma geladeira, no Centro de São Paulo (Foto: Paula Paiva Paulo/G1)Prédio onde menino foi encontrado morto dentro de um freezer no Centro de SP (Foto: Paula Paiva Paulo/G1

Marina Mantega é processada por não pagar aluguel em São Paulo


 

Apresentador e filha do ex-Ministro da Fazenda Guido Mantega tem dívidas de mais de R$ 200 mil. Processos ainda estão em andamento.

Tatiana Regadasdo EGO, em São Paulo
Marina Mantega (Foto: Thiago Duran/AgNews)Marina Mantega (Foto: Thiago Duran/AgNews)
A apresentadora Marina Mantegaestá sendo processada por não pagar aluguéis de imóveis em São Paulo. O EGO teve acesso aos processos - que ainda estão em andamento- e de acordo com os autos, as dívidas somam mais de R$ 200 mil.
Segundo o EGO apurou, o primeiro processo corre desde 2012 no Foro Central Cível de São Paulo e a Justiça teve dificuldade de citar (a citação acontece para que o réu tenha ciência de que existe um processo contra ele) Marina no processo, porque a apresentadora não era encontrada pelos oficiais de Justiça. Uma vez que Marina - que é filha do ex-Ministro da Fazenda Guido Mantega - foi citada no processo no dia 13 de novembro de 2014, dois anos após a abertura do processo, o juiz determinou o pagamento da dívida de cerca de R$ 116 mil em três dias, prazo que não foi cumprido por Marina.
EGO NAS REDES SOCIAIS


Neste processo, houve tentativa de penhora dos bens de Marina para o pagamento da dívida, mas ela não indicou seus bens. Sem sucesso no pagamento da dívida, a Justiça entrou em contato com a TV Bandeirantes, em que Marina trabalha como apresentadora, que informou que ela faz produções independentes para o canal.
Em fevereiro de 2015, o juiz do caso se mostrou insatisfeito com as tentativas de Marina de não cumprir as ordens judiciais e citou a "vida luxuosa" da apresentadora no ato: "Ao contrário do que alega a executada, é sim seu dever colaborar para a satisfação da dívida e, com base na boa-fé objetiva, deve indicar bens seus passíveis de penhora, ainda mais quando aparenta vida luxuosa. Isso não fez a executada, alegando, basicamente, que cabe ao exequente localizar seus bens. Assim, nos termos dos arts. 600, IV e 601 do CPC, aplico-lhe a pena de multa de 10% sobre o valor da dívida. Apresente o exequente novo cálculo da dívida, com a devida multa e requeira o que de direito para o prosseguimento do feito."
O processo ainda está em andamento e a Justiça de São Paulo tenta formas de conseguir o dinheiro sendo o ato mais recente do processo um ofício do dia 31 de agosto enviado à rede Jovem Pan de rádio, em que Marina apresenta o programa "Pânico". Segundo o EGO apurou, a tentativa de enviar ofícios aos locais de trabalho da apresentadora era para tentar o pagamento da dívida através do desconto do salário dela.
Novo processo em 2015
No dia 27 de agosto, outro processo de locação de imóvel foi aberto contra Marina Mantega na Justiça de São Paulo. O valor da ação é de R$ 143 mil e mais uma vez foi determinado que ela pague o valor em até três dias, sob pena de penhora.
No dia 9 de setembro, o mandado de citação foi expedido. O mandado é para que Marina tenha ciência do processo e somente depois que ela assinar a citação é que o processo pode correr normalmente.
Procurada pelo EGO, Marina Mantega não foi encontrada para falar sobre o assunto até a publicação desta notícia.
Marina Mantega em carro de luxo em foto postada em rede social (Foto: Reprodução/Instagram)Marina Mantega em carro de luxo em foto postada em rede social (Foto: Reprodução/Instagram)
Marina Mantega em foto na Grécia posta em rede social (Foto: Reprodução/Instagram)Marina Mantega em foto na Grécia postada em rede social (Foto: Reprodução/Instagram)

Homem vê esposa morrer, tem surto e morre com tiro de PM, diz polícia


 

Delegacia em Itaí (SP) instaurou inquérito para investigar ação de policial.
Corporação afirma que homem partiu para cima de equipe com uma faca.

Do G1 Itapetininga e Região
Um homem de 58 anos morreu após ser atingido com um tiro no peito dado por um policial militar em Itaí (SP), na tarde desta quinta-feira (10). De acordo com a Polícia Civil, a vítima teve um surto de raiva após ver a esposa, de 56 anos, morrer de ataque cardíaco. Um inquérito foi instaurado como homicídio doloso, quando há intenção, porém em legitima defesa.(veja vídeo)
Polícia Militar defende que ação foi única medida para evitar ataque (Foto: Divulgação/ Polícia Civil Itaí)Polícia Militar defende que ação foi única medida
de evitar ataque (Foto: Divulgação/ Polícia Civil Itaí)
A Polícia Militar defende que a equipe que atendia o surto de raiva tentou conversar com o homem. E alega que o homem estava descontrolado e com uma faca partiu ao ataque contra os policiais e a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), por isso não houve outra alternativa a não ser a reação com o tiro, diz a PM.
Conforme a Polícia Militar, a vítima foi atingida com o disparo, socorrida em seguida, mas não resistiu e morreu no local. Ainda segundo a PM, todos os envolvidos vão ser ouvidos e será aberto um inquérito militar. Os policiais envolvidos na ação serão encaminhados para avaliação psicológica.
Reconstituição da polícia
Segundo a Polícia Civil, o homem estava fora de casa e durante a tarde, quando chegou na residência na Vila Capitão Cesário, encontrou a esposa deitada na cama sofrendo um infarto. Ele acionou o Samu para tentar salvar a mulher, mas ela não resistiu.
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Ainda segundo a polícia, um dos filhos do casal contou aos policiais que o pai tinha histórico de depressão e com a notícia tomou medicamentos tranquilizantes em grande quantidade. Com a medicação ele ficou alterado, com comportamento agressivo e quebrou vários móveis e objetos dentro da casa, diz a polícia.
Durante o surto de raiva a PM foi acionada e quando a equipe chegou ao local, o homem com uma faca teria partido para cima de um dos policiais. O policial atirou e atingiu o peito da vítima, que morreu.
Segundo polícia, homem estava com faca nas mãos quando levou tiro (Foto: Divulgação/ Polícia Civil Itaí)Segundo polícia, homem estava com faca nas mãos quando levou tiro (Foto: Divulgação/ Polícia Civil Itaí)
Polícia afirma que morador quebrou móveis da casa após esposa morrer (Foto: Divulgação/ Polícia Civil Itaí)Polícia afirma que morador quebrou móveis da casa após esposa morrer (Foto: Divulgação/ Polícia Civil Itaí)