Jarbas diz que será uma ‘cena bonita’ ver Lula sendo preso na lava Jato


PUBLICADO EM 21/09/2015 ÀS 12:50 POR  EM NOTÍCIAS
dRAYTON E JARBAS
Jarbas ao lado de Drayton Nejaim, presidente do LIDE Pernambuco
Por Jamildo Melo, editor do blog
No evento com os empresários do grupo LIDE Pernambuco, nesta segunda-feira (21), o deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB) recomendou ao ex-presidente Lula que tivesse cuidado, depois de ter prometido ir às ruas defender o governo Dilma e o ajuste fiscal.
“Se ele não for de forma organizada, com segurança, ele corre o risco de ser agredido, ele apanha”, afirmou.

“Vocês têm dúvida de que Lula vai ser preso na operação Lava Jato? Vai ser uma cena bonita, ele caminhando para Curitiba, uma cena normal”, afirmou, sendo novamente aplaudido de forma entusiasmada.
“O PT sempre gostou de dinheiro. Por que não dão um pouco para ele para votar no ajuste fiscal”, ironizou, em outro momento.
Ele disse que via chance zero de o PT e seus sindicatos pararem o Brasil, com a queda de Dilma.
“Depois da renuncia ou impeachment, o Brasil será outro. Vamos respirar  e trabalhar muito, pois nada cai do céu. O governo novo vai ter que fazer o ajuste”.

Pode ser o fim da Lava Jato, diz procurador sobre decisão do STF


Avener Prado - 14.nov.2014/Folhapress
O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, que investiga esquema de corrupção na Petrobras
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Integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato, o procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima manifestou preocupação de que a recente decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre o caso ameace o futuro da investigação.
"Pode significar o fim da Lava Jato tal qual conhecemos", disse Lima à Folha. Na semana passada, o ministro Teori Zavascki dividiu parte da investigação no STF.
Responsável pelos inquéritos do caso no tribunal, Zavascki entendeu que os fatos da última etapa da Lava Jato, que envolvem suspeitas contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) por desvios no Ministério do Planejamento, não têm conexão com o resto da operação, que trata de corrupção na Petrobras. Por isso, podem ser julgados por outro ministro –o caso foi redistribuído para Dias Toffoli.
O temor de Lima é que, a partir daí, a investigação sobre essa etapa (e inclusive outras, que não tratem da Petrobras) seja remetida para outra vara federal, até mesmo fora do Paraná, e deixe de ser conduzida pela força-tarefa e pelos policiais federais da operação.
Para o procurador, o momento é um "turning point" (ponto de virada), e vai definir o escopo da investigação: se ela tratará apenas da corrupção na Petrobras, como entendeu Teori, ou se vai abranger desvios em qualquer estatal.
"O que queremos mostrar é que não estamos investigando a Petrobras. Nós nem começamos a investigação por ela", afirma Lima. "Estamos desvelando a compra de apoio político-partidário pelo governo federal, por meio de propina institucionalizada nos órgãos públicos. Se não reconhecerem isso, vai ser um problema."
O assunto virou a primeira divergência entre o ministro do STF e a Procuradoria Geral da República.
PRESSÃO
Nos bastidores, alguns investigadores temem que a decisão do STF tenha tido influência política, com o objetivo de refrear a operação.
Lima afirma que a força-tarefa está em compasso de espera desde então. Fazia mais de um mês que os policiais da Lava Jato não saíam em nova operação. Nesta segunda-feira (21), foi deflagrada nova fase, mas num "rescaldo" de etapas anteriores.
Além de retardar novas etapas, os integrantes da Lava Jato receiam que a medida do STF levante questionamentos sobre a competência da força-tarefa e do juiz federal Sergio Moro, em relação aos desvios que não tenham ocorrido na Petrobras.
As suspeitas contra o ex-deputado André Vargas, por exemplo, envolvem contratos do Ministério da Saúde e da CEF (Caixa Econômica Federal). Também há inquéritos sobre propinas da Eletronuclear e da BR Distribuidora.
"Eu não vejo por que restringir. A conexão é probatória e evolui conforme as provas são apresentadas. Se um operador atuou na Petrobras e em outra estatal, não tem por que eu não investigar", diz Lima.
A PGR (Procuradoria-Geral da República) recorreu da decisão, mas ainda não conseguiu revertê-la. O presidente do STF, Ricardo Lewandowski, negou um primeiro recurso, na semana passada.
A intenção da Procuradoria é que o caso permaneça sob os cuidados do ministro Teori, como parte integrante da Lava Jato.

Cliente acha gambá em sacola de verdura e teve pena: 'estava sufocado'


Estudante de veterinária foi impedida de levar o animal para casa.
Caso curioso aconteceu em mercado de Maricá, no interior do Rio.

Rebeca NascimentoDo G1 Região dos Lagos
Jovem encontrou gambá entre verduras de mercado (Foto: Gabriela Marins / Arquivo Pessoal)Jovem encontrou gambá entre verduras de mercado (Foto: Gabriela Marins / Arquivo Pessoal)
Uma jovem de 19 anos se surpreendeu ao encontrar um gambá vivo dentro de uma sacola de verduras em um mercado de Maricá, no interior do Rio. O mais curioso é que passado o susto, Gabriela Marins, que é estudante de Veterinária, disse que tentou levar o animal para casa mas, segundo ela, foi impedida pelos funcionários do estabelecimento. O caso aconteceu no último sábado (19), no bairro Inoã. "Fiquei com pena pois ele estava sufocado", contou a universitária.
A estudante explicou que estava com a mãe quando viu a sacola em uma área onde coloca verduras. 
Jovem ainda tentou resgatar animal mas não sabe qual foi o destino do bicho (Foto: Gabriela Marins / Arquivo Pessoal)Jovem ainda tentou resgatar animal mas não sabe
qual foi o destino do bicho
(Foto: Gabriela Marins / Arquivo Pessoal)
"Falei alto que era um gambá. Uma funcionária ouviu e veio, pegou a sacola da minha mãe e falou que iria me devolver. Queria trazê-lo para minha casa e soltar no mato" explicou Gabriela, que ficou alarmada com a possibilidade de sacrificarem o animal.

"Pior ainda pensar que mataram quando levaram lá pra dentro".

Ainda segundo a jovem, um funcionário afirmou que o bicho havia sido solto mas todos os pedidos de resgatar o gambá foram negados. Um dos funcionários ainda perguntou se o animal era dela.

"F
alei que não, mas ia levar porque havia encontrado. Como seria minha? Eu ia entrar com um gambá dentro do mercado?", contou.
A universitária ainda contou que não queria manter o animal, apenas soltá-lo na natureza.

"Tenho plena convicção de que não se prende um animal silvestre. Luto contra isso", explica.
Gabriela acha que o gambá foi levado para longe por medo dos funcionários de que o caso fosse descoberto. Mesmo assim, ela conseguiu fotografar o animal durante o momento. "Não me importo do gambá ali, pois é um animal que não é sujo e nem traz doenças, mas se entra um gambá, entra rato e outros animais que podem sim trazer doenças", disse.

Morre o marido e sócio de Camila Klein, designer de acessórios vítima de uma água viva


Luis Fernando La Selva foi contaminado por uma bactéria no mar do Caribe

Camila Klein e Luis Fernando La Selva (Foto: Divulgação)
Notícia muito triste nesse domingo, dia 20. Morreu o marido e sócio da designerCamila KleinLuis Fernando La Selva, de 38 anos. A perda foi confirmada pela assessoria da empresária, nesta segunda-feira.

Em uma viagem a Cuba com um grupo de 14 amigos, Luis possivelmente foi contaminado por uma bactéria. Ele foi queimado por uma água-viva no mar do Caribe, mas não se sabe se a bactéria  alojou-se no seu organismo por conta da abertura da queimadura ou por causa de outros pequenos cortes na pele. Há dez dias, já de volta a São Paulo, Luis passou mal e foi internado no hospital Albert Einstein, na sexta-feira, dia 18. 

Luis e Camila ficaram juntos por 20 anos e têm dois filhos. O empresário era atleta, com vários Ironman e maratonas no currículo. Além disso, foi campeão de squash, kite surf e golfe. 

Criança chora, comove PMs em morro e ganha bolo e presente de aniversário


Stephany Candido estava triste por não ter festa de aniversário.
Policiais faziam ronda em morro de Santos, SP, e decidiram presenteá-la.

Do G1 Santos
Policiais também compraram presente para Stephany (Foto: Arquivo Pessoal)Policiais também compraram presente para
Stephany (Foto: Arquivo Pessoal)
O choro de uma menina que estava triste por não ter ganhado uma festa para comemorar o aniversário de oito anos comoveu três policiais que faziam ronda em um morro de Santos, no litoral de São Paulo, na tarde de domingo (20). A história que começou triste terminou com bolo, guaraná, brigadeiro, presente e um sorriso sincero de agradecimento.
“Minha mãe não tinha condições de fazer a festinha, eu fiquei muito feliz quando abracei eles e não quis mais soltar”, lembra a aniversariante Stephany Candido.
A jovem carente mora em uma casa com 12 pessoas no Morro do São Bento, em Santos. A mãe cuida de um filho especial e não pode trabalhar.
Segundo a família, a aposentadoria do pai também não é suficiente, mas, graças à atitude dos policiais, a garota ganhou um aniversário inesperado. “Foi Deus quem colocou eles no caminho”, diz emocionada a mãe, Rose Candido.
História de Stephany comoveu policiais de Santos (Foto: Solange Freitas / G1)História de Stephany comoveu policiais de Santos
(Foto: Solange Freitas/G1)
O sargento Reginaldo José de Melo lembra que fazia ronda com outros dois policiais quando uma criança triste chamou a atenção deles. “Avistamos várias crianças ao redor da viatura e percebemos que uma estava chorando, então questionamos o motivo”, recorda.
Era o aniversário de Stephany. Sensibilizados com a tristeza da pequena, os policiais decidiram colaborar. Eles foram até um supermercado para comprar bolo, ingredientes para brigadeiro e uma boneca de presente. “Fiz o bolo brigadeiro e foi uma bagunça. Ela até chorou no momento de cantar os parabéns”, conta a mãe.
A atitude dos policiais transformou o dia da pequena Stephany, como uma mensagem de solidariedade e olhar ao próximo. “Eu achava que seria um herói. Vou vestir uma farda e vou salvar todo mundo, mas quando entramos na polícia, sabemos que não é bem essa a realidade. Mas tentamos ser heróis todos os dias”, conclui o sargento Reginaldo José.
Ao lado da família, Stephany comemora e não larga o presente que ganhou (Foto: Solange Freitas / G1)Ao lado da família, Stephany comemora e não larga o presente que ganhou (Foto: Solange Freitas/G1)

Governo mostra estimativa de gastos e pede para líderes manterem vetos


Ricardo Berzoini, que deve assumir articulação política, reuniu deputados.
Aliados disseram que veto a reajuste do Judiciário pode ser derrubado.

Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília
Preocupado com a possibilidade de vetos presidenciais a “pautas-bombas” serem derrubados, o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, que deve assumir a articulação política do governo, se reuniu na noite desta segunda-feira (21) com líderes da base aliada na Câmara para apresentar o impacto da eventual retomada dos projetos vetados.
O Congresso se reúne nesta terça para analisar 32 vetos da presidente Dilma Rousseff, entre os quais o que derrubou reajuste de até 78% aos servidores do Judiciário. De acordo com o Ministério do Planejamento, eventual retomada desses dispositivos vai gerar um gasto extra de R$ 23,5 bilhões no ano que vem e R$ 127,5 bilhões até 2019.
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“O diálogo que temos feito é no sentido de tentar convencer o Congresso da inoportunidade de derrubar o veto. Ninguém quer tocar fogo na economia brasileira. Em condições normais não poderíamos derrubar, ainda mais na situação atual. Os vetos precisam ser mantidos”, defendeu o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-SP), após a reunião.

Durante o encontro, realizado no Palácio do Planalto, os parlamentares da base aliada disseram a Berzoini que o veto ao Judiciário corre risco de ser derrubado. Servidores têm feito forte pressão pelo reajuste, com manifestações semanais em frente ao Congresso. A proposta vetada por Dilma prevê aumentos entre 53% e 78% aos servidores, a depender do cargo.

As correções salariais seriam escalonadas até 2019. De acordo com o Planejamento, essa proposta vai gerar uma despesa de R$ 5,3 bilhões no ano que vem. Em quatro anos, até 2019, o custo total será de R$ 36,2 bilhões.
“É a mais difícil votação dos últimos tempos para o governo”, disse o líder do PSD, Rogério Rosso (DF), que também participou da reunião com Berzoini. A avaliação, segundo relatos feitos ao G1, é de que, se a votação fosse na próxima semana, a chance de o veto ser rejeitado seria menor.

Por isso, o governo deve tentar adiar a sessão do Congresso se perceber que o risco de derrota é grande. A estratégia seria orientar os senadores da base aliada a não registrar presença, para que não seja alcançado o quórum mínimo para votação.

“Todos nós fomos sinceros. Há um risco grande de ser derrubado o veto ao reajuste. Esse risco vem diminuindo, mas continua. Acho que se a votação fosse na semana que vem, o governo levava”, disse um líder de partido aliado.

Se todos os vetos da pauta forem rejeitados, só as despesas extras previstas para 2016 vão praticamente anular quase todo o esforço de corte de gastos que o governo anunciou como parte do pacote de ajuste fiscal – R$ 26 bilhões.
Para evitar esse rombo adicional ao Orçamento de 2016, que já tem previsão de déficit na ordem de R$ 30,5 bilhões, a presidente Dilma Rousseff também fez, pessoalmente, apelos parlamentares da base aliada para que mantenham os vetos presidenciais. O assunto foi tema das reuniões que a presidente teve com líderes de partidos aliados na Câmara e no Senado na semana passada.

Vídeos mostram 'justiceiros' batendo em suspeitos de furtos no Rio

21/09/2015 12h41 - Atualizado em 21/09/2015 19h03

Filmagens foram feitas na noite de domingo (20), em Copacabana.
Secretário de Segurança recriminou ações da população.

Do G1 Rio
Vídeos exibidos pelo RJTV desta segunda-feira (21) mostram a ação de pessoas agredindo suspeitos de furtos na Zona Sul do Rio neste domingo (20), em horários de tumultos em pontos de ônibus lotados de jovens que voltavam da praia.
Imagens mostram ônibus das linhas 434 e 476 sendo cercados pelos supostos "justiceiros". Eles retiraram passageiros do ônibus, que foram agredidos.
Um dos flagrantes foi feito à tarde pela estudante Isabella Casa Branca, de 19 anos, e enviado pelo Whatsapp/Viber do RJTV. As imagens mostram um rapaz que é agredido por vários homens.(veja vídeo)
“Eram uns homens grandes, fortes, que estavam bebendo em um bar. Eles correram e arrancaram o pivete da janela do ônibus e começaram a bater nele”, conta.
Nesta segunda-feira, em entrevista à CBN, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, recriminou a atuação de quem tenta fazer justiça pelas próprias mãos e afirmou que, com alterações no Estatuto do Desarmamento, a situação pode descambar para um "banho de sangue".
Arrastões
Os flagrantes aconteceram no domingo de um fim de semana marcado por imagens de furtos na praia e tumultos, sobretudo em coletivos e pontos perto da orla. Só no sábado, quase 30 suspeitos de furtos foram detidos em Botafogo — onde também aconteceu um arrastão — e na orla de Ipanema e do Arpoador. 
No dia, o RJTV flagrou dois furtos em 5 minutos no Arpoador. Na Lagoa, também houve relatos de tumulto em ônibus.
Menores foram revistados pela PM na Lagoa (Foto: Ricardo Abreu / Arquivo pessoal)Menores foram revistados pela PM na Lagoa
(Foto: Ricardo Abreu / Arquivo pessoal)
No domingo, moradores registraram em vídeo, num intervalo de uma hora, ao menos três confusões.
Em uma das cenas, um rapaz que tentava embarcar em um ônibus pela janela é agredido por um grupo de homens. Em outra, a janela de um ônibus é quebrada, e passageiros saltam por ela. 
Como mostrou o Bom Dia Rio desta segunda-feira (21), várias pessoas foram furtadas no Arpoador, entre elas uma turista inglesa. Eles relataram que os criminosos eram jovens e agiam com agressividade, dando socos e "gravatas" nas vítimas, antes de levar pertences. Um flagrante do Fantástico mostrou um grupo deles jogando areia num policial.
O Rio Ônibus, em nota, repudiou os atos de vandalismo que colocaram em risco a segurança de passageiros e rodoviários no domingo, em ônibus na região de Copacabana.
"É importante ressaltar que os principais prejudicados com esses atos praticados por uma minoria são todos os usuários de transporte público. Além de pôr em risco os passageiros, motoristas e cobradores, a depredação impacta diretamente na oferta de ônibus em circulação, pois, dependendo do grau de avarias causadas, os veículos ficam até um dia inteiro em processo de reparo na garagem, deixando de atender a população e impactando na limitação do seu direito de deslocamento diário", diz a nota.
Estudante registrou em vídeo um grupo agredindo um rapaz, supostamente após tentativa de roubo em Copacabana (Foto: Isabella Casa Branca / Arquivo Pessoal)Estudante registrou em vídeo um grupo agredindo um rapaz, supostamente após tentativa de roubo em Copacabana (Foto: Isabella Casa Branca / Arquivo Pessoal)