Mãe de Rachel Genofre diz que quer políticas públicas para crianças


A menina foi encontrada morta em 2008, em Curitiba; caso não foi resolvido.
A mãe entrou com um processo pedindo ações para proteger outras crianças.

Do G1 PR
A mãe da menina Rachel Genofre, morta em 2008, aos nove anos de idade, diz que não precisa de dinheiro para a reparação do crime contra a filha dela. Maria Cristina Lobo Oliveira entrou na Justiça para pedir ao governo que crie políticas públicas para proteger as crianças de crimes semelhantes. O pedido foi negado e a Justiça a orientou a requisitar uma indenização em dinheiro. “Dinheiro não vai me resolver. Não vai me trazer alegria, não vai mandar minha filha de volta. Políticas públicas eu posso, pelo menos, proteger uma criança”, acredita.(veja vídeo)
A investigação da morte de Rachel Genofre segue há anos sem solução. Só em exames de DNA, mais de 200 testes foram realizados. Tudo para buscar um suspeito de ter matado a menina. O corpo dela foi encontrado em uma mala abandonada na rodoviária de Curitiba. O crime chocou a cidade. Embora vários suspeitos tenham sido presos ao longo da investigação, todos foram soltos por falta de provas.
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“Hoje eu sei que está muito mais difícil, que, conforme vai passando o tempo, até a nossa memória vai se fragmentando. Mas eu tenho fé, que vai ser encontrado esse monstro”, diz. Ela reclama das possíveis falhas que aconteceram no começo das investigações. “Quando foi encontrada a mala, eles erraram muito ali. A autópsia faltou analisar várias coisas: mudaram o saco que estava embalando o corpo, não fazerem uma autópsia no estômago dela, não verificarem vestígios embaixo da unha. Foi tudo muito errado, faltando provas, que hoje ajudariam muito a polícia”, lembra.
Nos primeiros laudos da perícia no corpo de Rachel, os peritos encontraram vestígios de violência sexual e de estrangulamento. No entanto, nenhuma prova conclusiva para apontar um culpado foi encontrada.
Para Maria Cristina, as lembranças de quando Rachel sumiu ainda estão vivas na memória. Os dias de desespero até a notícia de que a menina foi encontrada morta e os dias posteriores, sufocada com a ideia de que a filha havia sofrido muito antes de morrer são relatados com lágrimas nos olhos.
A lembrança desse início de sensações terríveis é muito péssima"
Maria Cristina Lobo Oliveira, mãe de Rachel
“Lembro desde o momento em que eu cheguei em casa e eu não encontrei ela ali ainda. A minha procura, a ligação para as pessoas, a saída para os hospitais, a ligação para a polícia. [Depois] foram noites sem dormir. Depois entrei em medicamentos, para conseguir passar os dias. A lembrança desse início de sensações terríveis é muito péssima”, conta.
Emocionada, a mãe também relembra dos momentos que passou ao lado de Rachel. “Ela era alegre, muito brincalhona. Fazia suas artes, de criança. Amável”, afirma.
Procurada, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná informou que o caso continua sob investigação da Polícia Civil. O órgão lembrou também sobre os exames de DNA. Atualmente, o caso segue sob o comando do delegado Marcelo Lemos. A Polícia Civil informou que não pode dar detalhes sobre o caso por causa do tipo de crime e da idade da vítima e também porque há investigações em andamento.

Governo suspende negociações para encerrar da rebelião em Londrina


Presos atearam fogo em colchões e em galerias no presídio estadual. 
Negociações foram suspensas, mas devem ser retomadas na quarta.

Luciane CordeiroDo G1 PR
As negociações para por fim à rebelião na unidade 2 da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL II), no norte do Paraná, que começou por volta das 10h40 desta terça-feira (6), foram suspensas na noite desta terça-feira (6). Segundo o diretor do Departamento de Execuções Penais (Depen), Luiz Alberto Cartaxo Moura, as conversas para a liberação dos presos estão avançadas, mas foram interrompidas devido ao horário.(veja vídeo)
"As negociações avançaram em várias pautas dos presos", diz Moura. De acordo com ele, os trabalhos para a liberação dos reféns devem ser retomados na manhã de quarta-feira (7). Moura acredita que a situação esteja resolvida nas primeiras horas da manhã.
Rebelião PR (Foto: Reprodução/RPC)Presos atearam fogo em colchões e em galerias
da penitenciária(Foto: Reprodução/RPC)
O capitão da Polícia Militar, Marcos Tordoro, informou que ao menos dez detentos são feitos reféns. O grupo faz parte da Ala Seguro, onde ficam condenados por violência sexual.Durante a tarde, dois homens ficaram feridos após pularem um dos muros da penitenciária. Eles foram levados para um hospital de Londrina e passam bem.
Mais de 1.000 presos da PEL II se rebelaram no início da manhã. Parte dos detentos ocuparam uma das galerias e conseguiram ter acesso a outras alas da penitenciária.
Eles subiram em telhados e queimaram colchões. No início da tarde, todas as 31 galerias do presídio foram tomadas pelos rebelados.

Integrantes da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) estiveram na PEL II durante a tarde, e constataram que os rebelados reclamam das más condições dentro da unidade. Segundo a OAB, os presos querem a troca de diretor da penitenciária. Conforme a Polícia Militar, os detentos alegam que a direção da penitenciária é muita rígida.
Durante a noite desta terça-feira, os detentos ainda estão em cima dos telhados, com reféns amarrados. Ainda há muito fogo e fumaça saindo das galerias. A energia elétrica foi cortada e apenas a sirena do carro do Corpo de Bombeiros é usada para acompanhar a movimentação em cima da unidade.
Atualmente, 1.140 pessoas estão presas na Unidade II, em um espaço projetado para 928, segundo o Departamento de Execução Penal do Paraná (Depen).
Londrina rebelião presos reféns (Foto: Roberto Custódio/Gazeta do Povo/Estadão Conteúdo)Ao menos 10 presos são feitos reféns na unidade 2 da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL II) (Foto: Roberto Custódio/Gazeta do Povo/Estadão Conteúdo)

Marrone, da dupla com Bruno, contrata motorista de Cristiano Araújo


Ele vai trabalhar como secretário particular do sertanejo, acompanhando turnê.
Ronaldo Miranda foi denunciado pela morte de Cristiano e da namorada.

Vitor SantanaDo G1 GO
Motorista de Cristiano Araújo, também vítima do acidente que matou o cantor, está abalado Goiás Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Ronaldo Miranda foi contratado como secretário
do Marrone (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
O cantor Marrone, da dupla com Bruno, contratou o motorista de Cristiano Araújo, Ronaldo Miranda Ribeiro, 41 anos, para trabalhar como secretário particular. De acordo com a assessoria de imprensa do cantor, Ronaldo vai ter a função de acompanhar o sertanejo durante os compromissos pessoais e também durante as turnês.
O motorista foi denunciado pelo Ministério Público por duplo homicídio culposo do cantor Cristiano Araújo, 29 anos, e da namorada dele, Allana Moraes, de 19, já que dirigia o carro no momento do acidente que matou o casal.
A assessoria de imprensa de Marrone informou por telefone que Ronaldo Miranda se encaixa no perfil profissional procurado pelo sertanejo, pois é de Goiânia e já tem experiência com a dinâmica de viagens e eventos musicais. A contratação aconteceu há aproximadamente um mês.
Denúncia
Ronaldo Miranda foi denunciado pelo Ministério Público pela morte do cantor Cristiano Araújoe da namorada, Allana Moraes. O órgão afirma que o motorista trafegava na BR-153, por volta das 3h10, conduzindo o veículo do sertanejo de maneira imprudente, negligente e imperita, condutas que provocaram a morte do casal.
Segundo o promotor, Ronaldo estava em alta velocidade e ignorou as informações dadas pelo velocímetro. Além disso, utilizou uma roda diferente do modelo indicado pela montadora e que continha soldas grosseiras. Ao instalá-las no veículo, também não recolou os bicos de ar originais com sensores de pressão.
O órgão ainda ressalta que o motorista estava a 179.3 km/h quando perdeu a direção do veículo, que saiu da pista, entrou no canteiro central e capotou. Allana não usava cinto de segurança e, com o impacto, foi arremessada para fora do veículo e morreu na hora. Já Cristiano Araújo, que também estava sem o acessório, chegou a ser socorrido, mas morreu a caminho do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo).
Acidente e investigação
acidente que matou Cristiano Araújo e a namorada ocorreu por volta das 3h10 de 24 de junho, no Km 612,6 da BR-153, em Morrinhos, quando o sertanejo voltava para Goiânia após um show em Itumbiara, no sul do estado. Além do casal e do motorista, também estava no veículo o empresário Vitor Leonardo. Os dois últimos ficaram feridos, mas deixaram o hospital dias depois.
O condutor perdeu o controle do veículo 21 minutos após fazer uma parada em um posto de combustíveis, a cerca de 57 km do local do capotamento.
Carro do cantor Cristiano Araújo, em Goiás (Foto: Táliton Andrade/G1)Carro do cantor Cristiano Araújo ficou destruído após acidente (Foto: Táliton Andrade/G1)
No inquérito que indiciou Ronaldo, há o depoimento de dez pessoas, pareceres técnicos elaborados pela concessionária da rodovia e da empresa do veiculo. Também foram considerados laudos de exame cadavérico, de local de acidente e complementares do Instituto de Criminalística de Goiás.
De acordo com a perícia realizada no ponto em que o carro saiu da pista, a via estava em boas condições. Por isso, segundo o perito criminal José Luiz Macedo, não havia fator na rodovia que pudesse contribuir para o capotamento.
Segundo o delegado Fabiano Henrique Jacomelis, responsável pela investigação policial, Ronaldo chorou ao prestar depoimento. O condutor negou ter feito o consumo de bebidas alcoólicas, o que foi comprovado em uma análise, e que estivesse falando ao celular ou dormido ao volante.
Porém, Ronaldo confessou que seguia acima da velocidade permitida na via, que é de 110 km/h. Um relatório técnico da Land Rover, fabricante da Range Rover, carro do cantor, aponta que o veículo estava a 179 km/h cinco segundos antes do acidente.
Segundo o delegado, o dado do relatório da Land Rover ficou registrado na "caixa preta" do veículo. As informações foram retiradas do módulo e enviadas para a Inglaterra, onde foram analisadas. De acordo com cálculo feito pelos peritos goianos, no momento em que capotou, o carro já havia desacelerado e estava a 120 km/h.
A troca das rodas originais do veículo por outras de marca indefinida também contribuíram para o acidente, segundo a investigação. O Range Rover Sport capotou após as soldas da roda traseira direita se romperem e cortarem o pneu, que saiu completamente da estrutura do automóvel.
Jacomelis disse que o motorista  foi negligente e imprudente: "Houve o crime de trânsito, ele agiu com negligência no momento que transitou com as rodas não originais, com danos, e imprudente por dirigir em excesso de velocidade". O delegado explicou que, apesar de saber dos riscos, o motorista não teve a intenção de matar o casal.
Cristiano Araújo e a namorada, Allana Moraes morreram em acidente em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Cristiano Araújo e a namorada, Allana Moraes, morreram em acidente (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Sergio Moro despacha Eletrolão para STF


Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil moro - foto AB
O juiz Sérgio Moro encaminhou ao STF os processos ligados às suspeitas de propina na usina nuclear de Angra 3. O caso tramitava no âmbito da Lava Jato, mas foi suspenso por ordem do ministro Teori Zavascki. A suspensão atendeu a uma reclamação do executivo Flávio Barra, da Andrade Gutierrez, preso com o presidente licenciado da Eletronuclear, Othon Pinheiro, no final de julho. As informações são do Metro/Curitiba.
A defesa de Barra argumentou que o caso não tem relação com a Petrobras, e que durante as investigações foi citado o senador Edison Lobão (PMDB-MA), que tem acesso a foro privilegiado. Por essa razão, o caso não estaria sob a responsabilidade de Moro.
O juiz encaminhou os processos ao STF com a ressalva de que a ação “não narra crimes envolvendo autoridades com foro”. O processo deve tomar o mesmo rumo do que investiga desvios no Ministério do Planejamento e envolve a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Por não ter conexão com a Petrobras, o caso foi tirado da Justiça Federal do Paraná no fim de setembro.

TSE nega recurso do PT para anular investigações da campanha de Dilma


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A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do TSE, negou nesta terça-feira (6) um recurso do PT que pedia que o tribunal anulasse uma decisão do ministro Gilmar Mendes pedindo que a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal apurem suspeita de irregularidade na campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff. As informações são da Folha de S. Paulo.
A íntegra da decisão da ministra não foi divulgada. O pedido de Mendes foi enviado em agosto argumentando que há vários indicativos de que a campanha e o PT foram financiados por recursos desviados da Petrobras.
Gilmar Mendes, que é integrante do Supremo Tribunal Federal e vice-presidente do TSE, usou em seu despacho informações da Lava Jato, como o trecho da delação do empreiteiro Ricardo Pessoa. Ele afirma ter doado R$ 7,5 milhões do esquema para a campanha de Dilma em 2014.
O PT alegava ao TSE que não havia justificativa para a investigação, uma vez que as contas da campanha foram aprovadas com ressalvas pelo TSE, sendo que “a suspeita levantada pelo ministro, de que doações oriundas de empresas investigadas pela Operação Lava Jato sejam decorrentes de corrupção, é frágil”.
“Constata-se que as mesmas empresas que estão sob investigação policial são doadoras de grandes somas para o PSDB e para o candidato derrotado Aécio Neves. […] Se as doações ocorridas ao Partido dos Trabalhadores por estas empresas são consideradas como de corrupção, logicamente que as doações ocorridas ao partido PSDB também o são”, afirmou o PT.
O partido diz que a investigação fere a Constituição, que prevê que os candidatos sejam tratados “com igualdade, impessoalidade e transparência”.

Deputado Takayama agredido a socos na Câmara, levado ao hospital

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O deputado Takayama, do PSC nativo, foi agredido a socos por um motorista de outro parlamentar na Chapelaria da Câmara. Takayama ficou ferido, foi atendido por paramédicos, imobilizado e levado ao hospital. A discussão, segundo testemunhas, teve início após a disputa por uma vaga no estacionamento da casa. Motivo mais do que fútil para tamanha violência. Veja as fotos.
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Eike pechincha: mulher de Eike Batista faz sucesso com site de aluguel de vestidos


Flávia Sampaio é criadora do Power Look, site democrático de locação de roupas, com peças entre R$ 180 e R$ 2 mil

05/10/2015 - 09h00 - Atualizado 05/10/2015 09h00
"Eike me dá força, me incentiva e pergunta todos os dias quantos vestidos foram alugados", diz Flávia Sampaio (Foto: Globo.com)
Mulher de Eike Batista, a empresária Flávia Sampaio tem feito sucesso com a Power Look, site de aluguel de vestidos que tem dado o que falar entre as madames. "É um modelo americano que conheci há alguns anos como cliente. Acredito que a maioria das mulheres sente a necessidade de variar o vestido de acordo com os eventos, sem ter que gastar muito para isso. A ideia vai de encontro com o momento atual da economia do nosso país, atrelada ao consumo consciente.
Então me animei com o formato do negócio, que chamo de 'Netflix' da moda", diz ela, que atualmente conta com cerca de 300 peças para locação. Seguindo a tendência em tempos de crise, o site é democrático: tem peças entre R$ 180 e R$ 2 mil. "O mais disputado é o vestido Clementine, todo bordado, com manga 3/4. Custa R$ 850 e alugamos com, no mínimo, três diárias", afirma Flávia, que conta com a ajuda de uma profissional para fazer a curadoria das peças e dos estilistas que fazem parte do acervo. Isso sem contar os modelos do própria marca.
Que dicas de negócios o Eike lhe deu? "Ele é meu grande conselheiro. Assim que finalizei o business plan, ele foi a primeira pessoa com quem dividi tudo. Eike me deu muita força para seguir em frente, me incentiva e pergunta todos os dias quantos vestidos foram alugados", diz. Flávia bateu um papo com a coluna:
Como surgiu a ideia de criar o Power Look?
Eu conheci esse modelo, que é americano, como cliente há alguns anos. Li o case de sucesso deles e me animei com o modelo de negócio. Acredito que a maioria das mulheres sente a necessidade de variar o vestido a cada evento, sem ter que gastar muito para isso. Defino o modelo de negócio como o 'Netflix' da moda.
Muitas mulheres têm preconceito em alugar roupa. Encontrou resistência?
A ideia vai ao encontro do atual momento da economia do nosso país, atrelada ao consumo consciente, outra questão importante e que precisamos nos atentar.
Recentemente Flávia foi flagrada com o pequeno Balder, seu filho com Eike (Foto: Ag. News)
Quantas peças fazem parte do acervo?
São 300 peças, mas entram produtos novos todos os dias. Conto com a curadoria de uma profissional que, junto comigo, seleciona os estilistas e as marcas que entram para o nosso acervo. Destacaria as peças da nossa própria marca, que são produtos de que muitas vezes não se encontram nas lojas.
Quanto custa, em média, o aluguel de um vestido?
É um site democrático, onde você encontra vestidos entre R$ 180 e R$ 2 mil. O mais disputado é o vestido Clementine, todo bordado, com manga 3/4, que custa R$ 850. Alugamos com, no mínimo, três diárias. Em geral os vestidos bordados fazem sucesso, pois são lindos e com ótimo preço.
Qual a peça mais cara e mais barata que você já comprou?
Nunca fui uma mulher de gastar fortunas com vestidos. Alguns caros, ganhei de presente. Gosto de gastar com peças boas e que durem a vida toda. Nesse sentido, o site é a minha cara: democrático e tem um pouco de tudo.
O que mais ama usar e o que não entra no seu closet de jeito nenhum?
Sou bem versátil na forma de vestir. Entendo que cada ocasião pede um estilo e, como circulo em mundos muito diferentes, o meu estilo muda. Então visto tudo, de acordo com a restrição de cada lugar.
O que o Eike achou dessa ideia?
Ele é meu grande conselheiro. Assim que finalizei o business plan, ele foi a primeira pessoa com quem dividi tudo. Eike me deu muita força para seguir em frente, me incentiva e pergunta todos os dias quantos vestidos foram alugados. Acho que ele está de olho no meu negócio (risos).

Para Cunha, pedido de afastamento de Nardes de julgamento no TCU é 'tiro no pé'


Peemedebista diz que ação reforça movimento por rejeição das contas e que Planalto quer pavimentar recurso ao STF

RICARDO DELLA COLETTA
06/10/2015 - 06h30 - Atualizado 06/10/2015 08h04
Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara (Foto: Alex Ferreira / Câmara dos Deputados)
Para o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, o pedido formulado pelo governo para que o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, seja afastado da relatoria do processo que analisa as contas de Dilma Rousseff do ano passado é um "tiro no pé". Cunha avalia que a ação só reforça a tendência da Corte de rejeitar as contas da presidente. Segundo ele, ao tomar essa decisão, o Planalto tenta construir os argumentos para o recurso que o governo planeja apresentar ao Supremo Tribunal Federal.