Jovem vende água em ônibus para comprar vestido de casamento da noiva


Por: Breno Boechat em 
Desempregado, Thyago decidiu vender água para realizar sonho da noiva Foto: Reprodução / Facebook
Tamanho do texto A A A
Sem dinheiro, sem emprego e a pouco mais de um mês daquele que é provavelmente o maior compromisso da vida. Era assim que o eletricista Thyago Felippe, de 21 anos, se encontrava no mês passado, às vésperas do seu casamento. Com a cerimônia marcada para o próximo dia 28, o alagoano de Maceió precisava urgentemente de dinheiro, já que a noiva, Diana Felix, de 22, não tinha sequer vestido para casar. Foi quando o jovem encontrou um jeito de realizar o sonho do casal.
— O Thyago perdeu o emprego e não estava conseguindo arrumar nada. Eu trabalho em uma fábrica de biquíni, mas fiquei doente e precisei parar de trabalhar. Iam fazer o meu vestido lá na fábrica, mas foi passando e eu vi que não seria possível, não haveria as máquinas necessárias. Fiquei desesperada, faltava pouco mais de um mês para o casamento. Foi quando o Thyago, durante um banho, vendo a água cair, pensou: “Vou vender água!”. E foi — conta a noiva, Diana.
Uma loja ofereceu um vestido para Diana se casar
Uma loja ofereceu um vestido para Diana se casar Foto: Reprodução / Extra
A atitude do rapaz chamou a atenção da estudante Priscila Angel, que estava em um dos muitos ônibus em que Thyago entra todos os dias, com seu cooler. Ela decidiu compartilhar a história do casal em sua página no Facebook para arrecadar dinheiro a fim de ajudar no casamento. A publicação viralizou e já foi compartilhada por mais de 900 pessoas e curtida por mais de 48 mil internautas. “Quero dizer que, como romântica incurável, estou encantada com a história dele. Ele está vendendo água para comprar o vestido da noiva dele! (...) Temos que fazer alguma coisa pra ajudá-los a realizar esse sonho!”, escreveu Priscila, na rede social.
— Ele é inexplicável. Graças a Deus, em quase sete anos juntos, a gente nunca deixou faltar o romantismo. Que bom que isso comove as pessoas — diz Diana.
Campanha arrecada doações para realizar o casamento que o casal sonhou
Campanha arrecada doações para realizar o casamento que o casal sonhou Foto: Reprodução / Facebook
O resultado — das vendas e da campanha iniciada na internet — tem sido positivo. Uma loja da cidade prometeu que vai oferecer um vestido para Diana. Mesmo assim, Thyago segue na rua, vendendo água, para arrecadar dinheiro para outros detalhes da cerimônia. Depois de tomar gosto pelo comércio, o casal já tem planos de abrir um negócio no futuro.
— A gente pensa em ter um negócio, porque está muito difícil arrumar emprego. Ele já procurou muito e não aparece nada. Não sei se vamos continuar vendendo água depois do casamento. Acho que não, mas pensamos em montar um negócio juntos — conta a noiva.
Quem quiser colaborar com o casamento de Diana e Thyago pode, além de comprar uma água com o noivo pelas ruas de Maceió, fazer doações. O casal pede que entre em contato pelo e-mail thykinho-22@live.com.
Casal está junto há quase sete anos
Casal está junto há quase sete anos Foto: Reprodução / Facebook


Moro decide não receber medalha na Câmara para evitar 'constrangimento'


Juiz da Lava Jato foi indicado para receber medalha do mérito legislativo.
Ele disse que ficaria desconfortável na presença de deputados denunciados.

Fernanda Vivas e Nathalia Passarinhoda TV Globo e do G1, em Brasília
Sérgio Moro durante evento da Economist; juiz diz que fatiamento da Lava Jato não afeta investigações (Foto: Reuters)O juiz Sérgio Moro durante evento da revista 'The Economist", em SP (Foto: Reuters)
Responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça, o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, enviou ofício à Câmara dos Deputados (veja ao final desta reportagem) no qual afirma que não comparecerá no próximo dia 18 à sessão solene de entrega da medalha do mérito legislativo porque se sentiria "desconfortável" na presença de "parlamentares denunciados".
Havendo parlamentares federais denunciados em decorrência da Operação Lava Jato [...], não me sentiria confortável em receber o aludido prêmio, o que poderia ser mal interpretado ou gerar constrangimentos desnecessários."
Juiz federal Sérgio Moro
Moro foi indicado pela liderança do PPS para receber a distinção, que será entregue aos homenageados pelo presidente da Câmara,Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos alvos das investigações do esquema de corrupção naPetrobras. No total, há 23 deputados investigados na Lava Jato, dos quais três já estão denunciados – além de Cunha, Arthur Lira (PP-AL) e Nelson Meurer (PP-PR). No Senado, há outros 12 investigados (um denunciado – Fernando Collor de Mello, do PTB-AL).
Conforme descrição do site da Câmara, a medalha é entregue anualmente a autoridades, personalidades e instituições que tenham prestado “serviços relevantes para o Brasil e o Poder Legislativo”.
Em ofício endereçado ao segundo-secretário da Câmara, deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), responsável pela organização do evento, Moro diz ter uma “agenda atribulada” e destaca  também que não quer gerar “constrangimentos desnecessários”.
“Devido à agenda atribulada e aos compromissos prementes relacionados à condução dos processos atinentes à assim denominada Operação Lava Jato, inclusive com acusados presos, informo que não tenho condições de comparecer à Câmara para receber a medalha na data sugerida”, diz Moro.
“Por outro lado, no presente momento, havendo parlamentares federais denunciados em decorrência da Operação Lava Jato, também não me sentiria confortável em receber o aludido prêmio, o que poderia ser mal interpretado ou gerar constrangimentos desnecessários”, complementou o juiz.
Moro encerra o ofício sugerindo que a entrega da medalha a ele seja adiada para um momento mais oportuno.
“Assim, se for possível, sugeriria que a premiação em relação à minha pessoa fosse postergada para um momento mais apropriado. Se não for possível, peço desde logo sinceras escusas à instituição.”
O juiz explica que, "diante de tão importante honraria", não se sentiria confortável em mandar representante para receber a medalha.

Polícia flagra caminhonete de cantor sertanejo com placa adulterada


Giovani, que fazia dupla com Gian, teve de ir à delegacia de Andradina.
Placa estava com fita adesiva; 'cantor acha que foi brincadeira', diz delegado.

Do G1 Rio Preto e Araçatuba
Placas estavam com pedaçoes de fita isolante. rio preto  (Foto: Colaboração/Henrique Neto)Placa estava com pedaços de fita adesiva em cima dos números (Foto: Colaboração/Olho Vivo News)
O cantor sertanejo Giovani, que fazia dupla com o irmão Gian, teve de ir à delegacia de Andradina (SP), nesta quinta-feira (12), para prestar esclarecimentos sobre uma adulteração na placa da caminhonete dele. Segundo informações da Polícia Militar, uma denúncia anônima informou que o cantor, que participava da inauguração de uma loja na cidade, estava com a caminhonete com a placa adulterada na Avenida Guanabara.
saiba mais

A PM constatou que dois números da placa estavam com pedaços de fita isolante, o que modificava os números e mostrava cidades diferentes. A placa da caminhonete estava registrada em Maringá (PR), mas a numeração no sistema do governo estadual apontava como São José dos Pinhais (PR).
De acordo com o delegado Marcelo Zompero, do 2º Distrito Policial de Andardina, Giovani foi à delegacia apenas para averiguação. Segundo o depoimento do cantor, ele acredita que alguém tenha feito alguma brincadeira de mau gosto.
Giovani sainda da delegacia de Andradina (Foto: Colaboração/Olho Vivo News)Giovani saindo da delegacia de Andradina
(Foto: Colaboração/Olho Vivo News)
"Foi constatada que havia uma adulteração com fita adesiva na caminhonete dele, mas era uma adulteração não permanente, o que não configura crime. O cantor acha que foi alguma brincadeira ou maldade de alguém. Giovani não estava sabendo, disse que encostou o carro em frente ao hotel e em seguida alguém ligou para a polícia denunciando", disse o delegado.
Zompero afirma que, como o veículo estava com a documentação em ordem, foi feito um registro de ocorrência não criminal. "Solicitamos perícia no local para comprovar que a adulteração não era permanente, já que o crime só se configura quando há adulteração permanente na placa", afirma.
O veículo não foi apreendido e o delegado diz que a polícia irá verificar se houve algum registro para o número que estava na placa adulterada. "O cantor, inclusive, disse que se houver qualquer multa para o número irá ressarcir o prejuízo causado pela brincadeira de mau gosto", comentou o delegado.
Em nota, a assessoria de imprensa do cantor confirmou o caso e disse que "nesta quinta-feira, o cantor Giovani foi convidado a prestar esclarecimentos na delegacia de polícia da cidade de Andradina,  onde colaborou com as investigações referentes ao veículo que dirigia após o show que realizou".

'Quem não exagera numa discussão?', diz Pedro Paulo sobre briga com ex

12/11/2015 20h13 - Atualizado em 12/11/2015 21h21


Secretário da prefeitura do Rio e ex-mulher falaram sobre episódio.
RJTV teve acesso a boletim de ocorrência de 2008.

Lívia TorresDo G1 Rio
A revelação nesta quinta-feira (12) de um novo episódio de agressão envolvendo o secretário-executivo de coordenação de governo do Rio, Pedro Paulo, e sua ex-mulher, Alexandra Marcondes, levou o ex-casal a convocar uma entrevista coletiva para o início da noite. A briga, que teria ocorrido em 2008, foi revelada pelos sites da revista "Época" e Veja". Em outubro, "Veja" já havia noticiado uma briga de Pedro Paulo e Alexandra em 2010, quando ainda era casados.
Pedro Paulo usou a entrevista, mais uma vez, para se defender: "Quem não tem uma briga, um descontrole, quem não exagera numa discussão? A gente às vezes exagera, fala coisas que não deve. Quem não tem essas discussões e perde o controle? A gente perde o controle e tem discussões", disse o secretário, ao ser questionado sobre as agressões a ex-mulher.
Pedro Paulo teixeira e a ex-mulher, a turismóloga Alexandra Mendes Marcondes. (Foto: Reprodução/ Globo)Pedro Paulo teixeira e a ex-mulher, a turismóloga
Alexandra Mendes Marcondes.
(Foto: Reprodução/ Globo)
Ao lado do ex-marido, que chegou a chorar duas vezes durante a entrevista, Alexandra defendeu Pedro Paulo na presença do atual marido e da atual mulher do secretário. "Pedro nunca foi agressivo, não confundam as coisas. Eu vim de São Paulo até aqui porque vocês transformaram a minha vida e a do Pedro num inferno. Vocês estão expondo episódios do passado onde eu perdi a cabeça", afirmou Alexandra.
O novo episódio de agressão que foi revelado nesta quinta-feira também foi confirmado pelo RJTV, que teve acesso ao registro policial, de 2008. Em depoimento, Alexandra disse que ela e Pedro Paulo discutiram dentro do carro e que o marido a xingou e deu socos no corpo e no rosto dela. Tudo na presença da filha do casal, que tinha 2 anos.
saiba mais

De acordo com a revista "Veja", que teve acesso ao laudo do exame de corpo de delito feito em Alexandra logo após a briga de 2010, a ex-mulher foi agarrada pelo pescoço, jogada contra a parede, no chão e machucada com chutes.
'Vim dar a cara a tapa'
Durante a coletiva desta quinta-feira, Alexandra disse ainda que a vida dela e da filha do ex-casal foi abalada pelas revelações: "Eu não consigo sair da minha casa. Deixei de atender clientes, eu não durmo, não como. Nossa filha está imobilizada. Qualquer casal tem brigas. Quem estava entre 4 paredes era eu e ele. As pessoas erram e eu vim dar a cara a tapa. Nós erramos mas superamos isso e viramos essa página".
Para Pedro Paulo, o episódio já estava superado. "Esse episódio está se transformando em muito maior. Tive demosntração de amizade dela e do marido dela, que está aqui. Tive deles essa gentileza de ajudar e essa disposição de me ajudar", disse o secretário, acrescentando que ele e a ex são "um casal com acertos e erros, mas um casal normal".
O secretário acrescentou ainda que errou ao trair a mulher – o que teria motivado a briga de 2010. "Cometi um erro muito grave de ter traído minha mulher. Eu e Alexandra vivemos momentos de amor e de ódio. Tinha momentos que a gente se desesperava, eu tinha ciúmes dela e ela de mim", explicou.
Alexandra disse não lembrar com clareza da briga de 2010. "Eu não vou me lembrar de detalhes e graças a Deus minha memória é seletiva. Está escrito o que eu falei, mas não tive acesso a esses documentos depois. O que aconteceu vocês tiveram acesso. Nunca vou achar normal [se minha filha for agredida]. A vida de um casal, você se destempera, você cobra. Você age com coração", frisou.

Lei Maria da Penha
No dia 6 de novembro, o procurador-geral de Justiça do Rio, Marfan Martins Vieira, encaminhou ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, os autos do inquérito sobre a briga envolvendo Pedro Paulo e a ex-mulher.

"Isso tomou uma dimensão que a Procuradoria vai decidir se esse episódio se enquadra ou não na Lei Maria da Penha. Estou à disposição para me manifestar. É uma decisão que não cabe a mim", disse o secretário.

'Vou jogar o jogo'
Sobre sua candidatura à prefeitura do Rio em 2016, Pedro Paulo disse que não vai desistir.

“O processo eleitoral começou e ele vai se acirrar. Eu tenho imenso orgulho de ter a confiança do meu partido e ser a escolha do Eduardo Paes para sucessão dele. Vou jogar o jogo, eu sou o pré-candidato do meu partido,” concluiu.
Pedro Paulo, sua atual mulher (de branco), Alexandra e o atual marido dela (Foto: Lívia Torres/G1)Pedro Paulo, sua atual mulher (de branco), Alexandra (de frente) e o atual marido dela (Foto: Lívia Torres/G1)

Exame de paciente dá negativo para suspeita de ebola, diz Fiocruz


Informação foi divulgada na noite desta quinta-feira (12).
Análises serão repetidas em 48 horas para confirmação.

Do G1 Rio
Deu negativo o resultado do primeiro exame para saber se um paciente isolado no Rio de Janeirotem ebola. A informação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) foi divulgada na noite desta quinta-feira (12), como mostrou o RJTV.
As análises serão repetidas em 48 horas. O acompanhamento é necessário e será repetido até que a suspeita de ebola esteja descartada.
"O paciente pode apresentar resultado negativo em um primeiro momento e na contraprova ter um resultado diferente. Então precisamos de dois resultados negativos para retirar ele do isolamento. Enquanto isso ele continua recebendo o mesmo tratamento", informou Rodrigo Stabeli, vice-presidente de pesquisa e laboratório de referência.
Quadro estável
Stabeli afirmou que o paciente tem quadro estável e sem febre desde a noite de quarta (11). Ele se alimentou normalmente e não precisou tomar antitérmicos, mas está recebendo hidratação intravenosa, pois apresentou uma leve desidratação.
O homem, que é brasileiro e tem 46 anos, segundo a Força Aérea Brasileira, que fez o transporte para o Rio, está recebendo medicamentos para prevenção de malária, que tem os mesmos sintomas do ebola. Ele teve diarreia pela manhã, mas segundo Stabeli, isso pode ter sido causado pelo estresse da situação.
Avião da FAB foi adaptado para o transporte do paciente com suspeita de ter ebola (Foto: Reprodução / FAB TV)Avião da FAB foi adaptado para o transporte do
paciente (Foto: Reprodução / FAB TV)
"Ele não apresenta piora, está lúcido, afebril, se alimentou e apenas recebe hidratação intravenosa porque chegou aqui desidratado. Recebe um tratamento profilático de malária que ele já estava recebendo, esse tratamento não dá reações no paciente. Vamos continuar com o tratamento até o fim para descartar a infecção de malária. Temos um período de 21 dias que podemos ter alguma manifestação do vírus. Então não descartamos a infecção por ebola. A única alteração que tivemos desde que chegou foi um episódio de diarreia" disse Stabeli.
O paciente está em isolamento no Hospital Evandro Chagas, que fica na Fiocruz, em Manguinhos, no Subúrbio do Rio. Ele é acompanhado por um médico, um enfermeiro e um agente de desinfecção, que cuida da limpeza da área de isolamento onde está o paciente. Segundo os médicos, ele está "calmo" e sabe que estão investigando ebola, segundo Stabeli.
ebola jornal hoje (Foto: Tv Globo)Paciente é isolado (Foto: RepoduçãoGlobo)
Viagem da Guiné
O homem suspeito de ter contraído a doença chegou a Belo Horizonte na sexta-feira (6), vindo da Guiné, na África, país que tem surto de ebola. No domingo (8), ele começou a apresentar febre alta, dores musculares e dor de cabeça.
Na terça-feira (10), ele foi diagnosticado com suspeita de infecção por ebola. Ele começou a receber atendimento no Pronto Atendimento da Pampulha, em Belo Horizonte.
Isolamento
Desde que o paciente passou a receber atendimento em Belo Horizonte, ele foi posto em isolamento. Os profissionais que tiveram contato com o paciente também estão sendo monitorados. 
A Secretaria de Saúde de Minas Gerais e o Ministério da Saúde foram informados. Como a Fiocruz é referência no tratamento de doenças infecciosas, o paciente foi transferido para o Rio em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), respeitando os protocolos de atendimento.
O infectologista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Edmilson Migowski explica que o ebola é uma doença transmitida por vírus, por contato com o sangue da pessoa infectada. Por isso, a necessidade de isolamento e do protocolo especial de atendimento.
“É necessário esse cuidado porque, na África, por exemplo, onde os casos ocorreram, boa parte dos contaminados eram profissionais de saúde. Ou seja, quem mais se expõe tem maior risco. O ebola causa um quadro de dengue grave, inicialmente com febre, mal estar, dor no corpo e dor de cabeça. E depois começa a ter sinais de sangramento, comprometimento grave de fígado, pulmão e rim e leva ao que se chama de falência de múltiplos órgãos. A morte costuma ocorrer 15 dias após constatado o quadro clínico de ebola”, explicou o especialista.
Sintomas
Migowski diz ainda que os primeiros sintomas começam a surgir de 12 a 21 dias após o contato da pessoa com algum doente infectado.
“Pode ser que o paciente tenha tido contato com alguém doente neste período e os sintomas agora estão se manifestando. Por isso, é importante todos esse procedimento até que se descarte a completamente este diagnóstico”, disse o infectologista, acrescentando que taxa de letalidade da doença, varia entre 57% e 60%. Ou seja, de cada cem pacientes, 60 acabam morrendo.
O tratamento, segundo o especialista, se dá sob suporte: ingestão de líquido e oxigênio. Não há tratamento antiviral. Ou seja, é preciso isolamento e suporte para o paciente.