CPI fará devassa no financiamento público do MST


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Membros da CPI da Funai e Incra articulam a aprovação de requerimento para devassar o financiamento público que banca as atividades do MST. Estão na mira do relator, Nilson Leitão (PSDB-MT), ONGs como a Associação Estadual de Cooperação Agrícola de São Paulo (Aesca), que recebeu muito dinheiro do Ministério do Desenvolvimento Agrário e é suspeita de repassar dinheiro para o caixa da entidade.
O presidente da CPI, Alceu Moreira (PMDB-RS), diz que o ministro petista Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário) pode ser convocado. Erika Kokay (PT-DF) tenta barrar a comissão na Justiça. Moreira diz não entender o motivo e alfineta: “PT foge da CPI como o diabo foge da cruz”.
Dados do Contas Abertas apontam que R$ 6 bilhões/ano saem do bolso do contribuinte diretamente para “entidades sem fins lucrativos”. A Marcha das Margaridas (2015) contou com farto dinheiro do governo. Ao menos R$ 855 mil rateados entre Caixa, BNDES e Itaipu Binacional.

O rei da cela e os súditos na carceragem da Lava Jato


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Leandro Mazzini, Coluna Esplanada
Após o terceiro pedido de prisão pelo juiz federal Sérgio Moro, o comportamento do empreiteiro Marcelo Odebrecht mudou no complexo médico-penal de Pinhais (PR), com a suspeita de que não sairá tão cedo do lugar.
O empresário dono do maior grupo do País vive turrão, desobedece regras da carceragem e faz ar de deboche para agentes, segundo relatos de policiais. Em alguns casos, cruza os braços em vez de posicioná-los à frente do corpo, quando os detentos andam em fila.
As retaliações para o comportamento solitário são banho frio e atraso na entrega das refeições para todos os presos.
Apesar dos castigos impostos pelos agentes, nenhum colega de cadeia de Odebrecht ousa reclamar com os carcereiros ou enquadrar o detento-rei.
O consenso entre os lobistas e executivos presos é que um dia todos serão soltos, e eles sabem do poder político e econômico de Odebrecht aqui fora. O tratam como reizinho da cela

Família Requião assume linha de frente contra nova postura do PMDB


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André Gonçalves, Gazeta do Povo
O senador Roberto Requião e o filho, o deputado estadual Requião Filho, lideram as críticas internas no PMDB ao programa defendido pela direção nacional do partido. Ambos vão defender propostas alternativas durante o congresso desta terça-feira (17).
Em artigo publicado no site da legenda, a dupla cita que o documento da Fundação Ulysses Guimarães (FUG) reflete “alinhamento incondicional ao domínio das finanças, que se apresenta como tábua de salvação, mas que na realidade constituiria a liquidação das bases produtivas nacionais e captura dos rumos do governo pela banca”.
O texto também fala em “entreguismo típico da nossa elite associada ao capital transnacional quando sustenta a continuidade da privatização da infraestrutura”. Como ponto de convergência, pai e filho concordam com a crítica do programa à política atual de taxa de juros.

Cem anos para Duque


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Severino Motta, Veja
Investigadores que atuam na Lava-Jato preveem uma condenação a 100 anos de prisão para o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, caso ele não feche um acordo de delação premiada. Mesmo que a pena seja essa, o máximo que uma pessoa pode cumprir em regime fechado são 30 anos.
Para Marcelo Odebrecht, a previsão está na casa dos 20 anos.

Traiano recebe projetos de alunos e anuncia que um deles vai virar Lei


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A Assembleia vai transformar em Lei um dos 32 projetos de lei entregues hoje (16) ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano (PSDB) por alunos da rede pública. A decisão é inédita e o projeto escolhido será anunciado ainda hoje, às 19 horas no Plenarinho da Assembleia.

François Hollande: "A França está em guerra"


Presidente da França anunciou novas medidas contra o terrorismo após o ataque da última sexta-feira

REDAÇÃO ÉPOCA
16/11/2015 - 14h45 - Atualizado 16/11/2015 14h45
O presidente da França, François Hollande, discursou nesta segunda-feira (16) no Palácio de Versailles, em Paris, para falar das ações da França contra o Estado Islâmico após o atentado de Paris da última sexta-feira (13). Hollande falou em uma reunião conjunta de deputados e senadores franceses. A última vez que um presidente francês discursou para as duas casas foi em 2009, quando o então presidente Nicolas Sarkozy falou sobre a crise financeira.
O presidente da França, François Hollande, em raro discurso no Palácio de Versailles para tanto a Câmara quanto Senado franceses, fala sobre as medidas após o ataque de Paris (Foto: Philippe Wojazer/AP)
"A França está em guerra", disse Hollande, logo na abertura de seu discurso. "Os atos cometidos em Paris na sexta-feira a noite são atos de guerra. Fizeram ao menos 129 mortos, e inúmeros feridos. Constituem uma agressão contra nosso país, nossos valores, nossa juventude, contra o nosso modo de vida. Foram feitos por um exército de jihadistas que combate a França porque somos um país de liberdade, porque somos a pátria dos Direitos Humanos. Nesse período de gravidade excepcional, eu fiz questão de falar ao Parlamento para marcar a união nacional frente a algo tão abominável, e para responder com a convicção fria que convém ao ataque ignóbnil do qual nosso país foi alvo".
Em seu discurso, Hollande começou a indicar quais serão as medidas adotadas pela França em resposta ao ataque. Hollande apresentou um projeto de lei para prorrogar o Estado de Emergência no país pelos próximos três meses, como forma de combater a ameaça jihadista, e defendeu uma emenda na Constituição para situações de crise. Segundo Hollande, a Constituição precisa ser mudada para que a França possa tirar a cidadania francesa de pessoas de dupla cidadania que forem condenadas por terrorismo e impedir que indivíduos com envolvimento com terrorismo possam entrar em território francês.
O presidente também defendeu novas formas de controle de fronteiras na Europa. Segundo ele, se a Europa não melhorar o controle das fronteiras, os países do continente retomarão os controles nacionais, o que poderia desmantelar a União Europeia.
Hollande anunciou um aumento do financiamento para a polícia e para a Defesa. Ele disse que as Forças Armadas e policiais terão mais recursos e meios de atuação. Não haverá cortes nos orçamentos militares até 2019 e 5 mil novos policiais serão contratados nos próximos anos. Hollande disse que as medidas aumentarão o gasto da França com Defesa, mas que segurança é mais importante do que as regras de despesas da União Europeia.
Além disso, Hollande prometeu continuar com os ataques contra o Estado Islâmico na Síria. Segundo o presidente, o porta-aviões Charles de Gaulle partirá para a região na quinta-feira. "Os patrocinadores do ataque de Paris precisam saber que seus crimes fortalecem a determinação da França em lutar e destruí-los. Nós precisamos fazer mais. A Síria se tornou a maior fábrica de terroristas que o mundo já conheceu". O presidente francês falou que conversará com o presidente dos EUA, Barack Obama, e da Rússia, Vladimir Putin, sobre a possibilidade de uma coalizão contra o EI na Síria. 
Terror em Paris
A Polícia da França confirma 129 mortes depois do atentado coordenado em seis pontos de Paris na noite de sexta-feira (13). Mais de 350 pessoas ficaram feridas e muitas seguem em estado grave. Quarenta e oito horas depois, caças franceses lançaram 20 bombas sobre um reduto do Estado Islâmico (que reivincou a responsabilidade pelo massacre) em Raqqa, leste da Síria, destruindo um posto de comando e um campo de treinamento.
O episódio em Paris é considerado o segundo maior ataque terrorista na Europa depois dos atentados ao sistema de trens em Madri (Espanha), em 2004, e o mais violento na capital francesa desde a Segunda Guerra Mundial.

Multa por contas não declaradas na Suíça custará a Cunha ‘só’ R$ 125 mil


Esse é o valor máximo que o presidente da Câmara terá de pagar ao Banco Central por manter os valores no exterior

ANA CLARA COSTA
16/11/2015 - 08h05 - Atualizado 16/11/2015 13h38
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, durante lançamento da Frente Parlamentar de Defesa e Valorização da Produção Nacional de Uvas, Vinhos, Espumantes e Derivados (Foto: Agência Brasil/Antonio Cruz)
Só R$ 125 mil. Esse é o valor máximo da multa que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, terá de pagar ao Banco Central por manter e movimentar contas – ou trustes como ele prefere – na Suíça sem declarar às autoridades brasileiras. Cunha afirma que, até 2003, chegou a ter US$ 4 milhões nesses tais trustes. Parte do dinheiro, diz Cunha, era proveniente da venda de produtos para a África, em especial carne enlatada.

Adolescente de 15 anos tenta comprar a liberdade de três menores que vendiam drogas e acaba também sendo detida


Wilson Mendes
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Quatro menores foram apreendidos enquanto vendiam drogas e tentavam subornar policiais militares, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Com o grupo foram encontrados 33 pinos de cocaína e 52 trouxinhas de maconha. O caso aconteceu na última sexta-feira e a tentativa de suborno foi registrada em vídeo.

Material apreendido com menores em Itaipu
Material apreendido com menores em Itaipu Foto: Divulgação / PM
De acordo com policiais do 12º BPM (Niterói), a equipe fazia um patrulhamento de rotina na Rua Raul Cortez, na localidade conhecida como Arvoral, no bairro de Itaipu, Região Oceânica, quando encontrou um grupo de três adolescentes (um de 17 anos e dois de 16), em atitude suspeita. Durante a revista, os agentes localizaram os pinos de cocaína e as trouxinhas de maconha, além de quatro telefones celulares. Eles foram algemados e estavam prontos para serem encaminhados à delegacia quando surgiu a proposta: R$ 500 pela liberdade do grupo.
Os policiais fingiram, então, aceitar o dinheiro para liberar os menores. O intuito era prender o responsável pela boca de fumo, mas o dinheiro foi enviado aos agentes através de uma adolescente ainda mais nova, com 15 anos. Tão logo a menina chegou e entregou o dinheiro aos policiais, ouviu que também estava detida. E acabou levando uma lição:
“ Esse dinheiro é pela liberdade deles, não é? Então, agora você vai junto para a delegacia e vai explicar ao delegado quem mandou esse dinheiro. Aqui não tem bandido, não. A gente não se vende por R$ 500 e nem por dinheiro nenhum”, disse o policial que simulou ter aceitado o suborno.
Os quatro foram encaminhados à 77ª DP (Icaraí). Os rapazes foram autuados por fato análogo ao crime de tráfico. Já a adolescente foi autuada por fato análogo ao crime de corrupção ativa.


Daniela Mercury copia foto clássica e fica nua com a mulher na capa de CD


Cantora recria, ao lado de Malu Verçosa, icônica imagem de John Lennon e Yoko Ono

16/11/2015 - 15h04 - Atualizado 16/11/2015 17h25
Novo álbum de Daniela Mercury terá apenas composições da cantora (Foto: Reprodução)
É assim que Daniela Mercury vai aparecer na capa de 'Vinil Virtual', 15º álbum da discografia solo da artista. Clicada por Célia Santos, ela surge deitada, nua, ao lado da mulher, a jornalistaMalu Verçosa. A imagem é inspirada pela foto de John Lennon eYoko Ono para  uma edição da revista americana Rolling Stone. O disco chega às lojas dia 27 de novembro pela Biscoito Fino e conta, pela primeira vez, apenas com composições da própria Daniela. 
John Lennon e Yoko Ono foram capa da revista 'Rolling Stone' em janeiro de 1981, logo após a morte do eterno beatle (Foto: Reprodução)

Hollande anuncia pacote de medidas para combater o terrorismo


Presidente francês propõe a formação de uma coalizão com EUA e Rússia.
Ele discursou para ambas as Casas do Parlamento, em Versailles.

Do G1, em São Paulo
O presidente francês, François Hollande, defendeu nesta segunda-feira (16) a formação de  "uma grande e única coalizão" contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI), que una forças dos EUA e da Rússia. Ele fez um discurso extraordinário para ambas as Casas do Parlamento, o Senado e a Assembleia Nacional, em Versailles. Foi o primeiro encontro com os parlamentares após osatentados em Paris que deixaram 129 mortos e mais de 350 feridos na sexta-feira (13).(assista a vídeos)
Hollande voltou a dizer que o país está em guerra e afirmou que vai triplicar o poder de ação contra o Estado Islâmico na Síria. No sábado (14), o grupo reivindicou a autoria dos ataques em Paris e, no dia seguinte, o Exército francês fez ataques a Raqa, um reduto do EI na Síria.
"O porta-aviões Charles de Gaulle será enviado na quinta-feira (19) ao leste do Mediterrâneo, o que triplicará nossas capacidades de ação. Não haverá hesitação e nenhuma trégua", disse o presidente diante do Parlamento.
Veja as principais medidas defendidas pelo presidente francês:
– Ampliação do estado de emergência em 3 meses, o que deve ser aprovado pelo Parlamento.
– Formação de uma coalizão com os EUA e aRússia para combater o EI.
– Destituição da dupla nacionalidade para o cidadão condenado por terrorismo.
– Proibir que um cidadão que tem duas nacionalidades possa voltar à França se ele apresentar risco de terrorismo.
– Possibilidade de dissolver organizações religiosas que propagam o ódio e o terror.
– Intensificar os ataques contra o EI na Síria.
– Contratação de mais 5 mil policiais nos próximos cinco anos, além da criação de 2,5 mil postos para o Ministério da Justiça e 1 mil para as fronteiras.
– Liberação do acesso, para juízes antiterror, a todas as formas e meios de investigação.
– Manutenção da Conferência do Clima, no início de dezembro em Paris.
Veja abaixo o pronunciamento completo de Hollande no Parlamento francês:
Ataques na Síria
O presidente francês descreveu a Síria como "a maior fábrica de terroristas que o mundo já conheceu", por isso anunciou a intensificação de operações no país.
O chefe de Estado disse que irá encontrar nos próximos dias os presidentes Barack Obama (EUA) e Vladimir Putin (Rússia), para formar coalizão contra o Estado Islâmico. A intenção é unir "forças para alcançar um resultado que tem levado muito tempo".
Hollande citou uma cláusula de defesa mútua do Tratado de Lisboa da União Europeia, que requer, segundo a Reuters, que os Estados-membros deem assistência uns aos outros se estiverem sob ataque, mas não fez menção à cláusula de defesa mútua da Otan, aliança militar liderada pelosEstados Unidos.
Nós erradicaremos o terrorismo, porque nós estamos comprometidos com a liberdade, com a influência da França no mundo"
François Hollande, presidente francês
"Nosso inimigo é o Daesh (Estado Islâmico)", disse Hollande, ao insistir que a França está lutando contra o terrorismo, e não contra outra civilização.
O presidente também anunciou que irá pedir ao Conselho de Segurança da ONU uma resolução destacando "a vontade comum de lutar contra o terrorismo."
"Nós erradicaremos o terrorismo, porque nós estamos comprometidos com a liberdade, com a influência da França no mundo", concluiu Hollande, muito aplaudido pelos parlamentares, que logo depois entoaram o hino "La Marseillaise".
Mudanças na Constituição e outras ações
Hollande propôs mudar a Constituição para combater o terrorismo. Ele quer acelerar a expulsão de estrangeiros considerados uma ameaça à ordem pública, retirar a dupla cidadania de quem realizar atos hostis à segurança nacional, além de impedir cidadãos com dupla cidadania considerados uma ameaça de terrorismo de entrarem em território francês.
O presidente francês afirmou que as forças de segurança colocaram mais de 100 pessoas em prisão domiciliar e invadiram 168 instalações desde que foi declarado estado de emergência.
Hollande também disse que o Parlamento será acionado na quarta-feira (18) sobre "um projeto de lei prorrogando o estado de emergência por três meses", de acordo com a France Presse.
O efetivo de defesa não terá redução até 2019, anunciou o presidente. Ele também quer aumentar os orçamentos destinados para segurança e para o Exército.
"Todas as decisões relativas ao orçamento serão tomadas dentro do quadro de finanças que está sendo definido neste momento para 2016. Será um aumento de gastos, mas asseguro que o pacto de segurança tem que ganhar do pacto de estabilidade", disse Hollande, fazendo referência aos limites impostos pela União Europeia.

Justiça do Trabalho decreta a greve dos Servidores de Colombo ilegal



PREFEITURA MUNICIPAL DE COLOMBO
Secretaria de Comunicação Social


Nota Oficial – Greve dos Servidores

A Prefeitura Municipal de Colombo cumpre o dever institucional de informar que o Tribunal de Justiça do Paraná, decidiu hoje (16/11), que a greve deflagrada pelo Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos Municipais de Colombo – Sismucol, é Ilegítima e determinou sua paralisação imediata sob pena de multa.
Diante desta decisão, cabe à Prefeitura o papel de informar à população que os serviços que estavam sendo realizados com capacidade reduzida, principalmente os da saúde, devem retornar a normalidade e reafirma aos profissionais e à sociedade que se mantém aberta ao diálogo.
Conforme a decisão em relação à greve deflagrada pelo sindicato, o órgão determinou o retorno imediato dos servidores públicos municipais aos seus locais de trabalho. Caso haja descumprimento, será aplicado multa diária de R$ 10.000,00.

Sendo o que tínhamos a informar, nos colocamos ao inteiro dispor para eventuais outros esclarecimentos que se fizerem necessários.


Atenciosamente
Assessoria de Imprensa

Autoridades denunciam ameaças contra governo e Parlamento suecos


Autoridades dizem que cartas contêm alertas sobre perigo na terça (17).
Agências de inteligência analisam origem e credibilidade das ameaças.

Da France Presse
Velas e flores são vistas do lado de for a da embaixada francesa em Estocolmo, na Suécia, no domingo (15) (Foto: AFP Photo/Jonathan Nackstrand)Velas e flores são vistas do lado de for a da embaixada francesa em Estocolmo, na Suécia, no domingo (15) (Foto: AFP Photo/Jonathan Nackstrand)
O governo e o Parlamento suecos informaram ter recebido ameaças não específicas nesta segunda-feira (16), dias depois de os militantes do grupo Estado Islâmico (EI) levarem pânico a Paris em ataques que deixaram 129 mortos e centenas de feridos.
As autoridades não deram detalhes sobre a natureza das ameaças e disseram que as agências de inteligência do país determinarão os autores e sua credibilidade.
"O governo recebeu um e-mail contendo ameaças", disse à AFP o porta-voz do governo, Bodil Sunden, porta-voz do governo.
Um porta-voz do Parlamento sueco, a Riksdag, também disse ter recebido uma carta com ameaças.
Ele afirmou que a sede do Legislativo, perto do palácio real de Estocolmo, não foi evacuado.
"Podemos confirmar que uma ameaça ao Parlamento sueco foi recebida", informou o Riksdag em um comunicado publicado em seu site.
Segundo a TV pública SVT, a carta ao Parlamento alertou legisladores para que evitassem ir ao Riksdag nesta terça-feira. Aparentemente, fez referência ao chamado "Banho de Sangue de Estocolmo", um massacre ocorrido no século XVI, durante a invasão dinamarquesa da Suécia.
Fredrik Milder, porta-voz da agência de inteligência sueca Sapo, disse que as cartas com as ameaças se referiram especificamente a esta terça-feira, mas se recusou a fazer outros comentários.
As ameaças ocorrem dias após aos sangrentos atentados de sexta-feira à noite em Paris em seis locais diferentes da capital franceses e seus arredores, os piores atentados terroristas lançados em solo francês.