Rossoni diz que PT nativo deveria calar sobre o impeachment


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O deputado federal Valdir Rossoni (PSDB/PR) disse neste sábado (05) que o PT do Paraná perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado, ao ler a nota oficial divulgada pelo diretório estadual a respeito do pedido de abertura do processo de impeachment da presidente Dilma, que ele apoia e vem defendendo há bastante tempo. “Citaram o PSDB e continuam falando em golpe, no desespero de que, assim, vão convencer alguém. A verdade está escancarada e o Brasil está sendo desmontado por causa deste governo”, atacou. “Nunca na história houve crise tão grave e agora querem rasgar a Constituição porque o impeachment, que no passado eles pediram várias vezes contra o Fernando Henrique Cardoso, é um instrumento legal.”
Rossoni disse que o esperneio dos petistas paranaenses, divulgado quase uma semana depois de ser aceito o pedido de abertura do processo de impedimento de Dilma, faz parte de uma estratégia suicida. “Estão acusando um ato legal em vez de explicar como eles, que chegaram ao poder iludindo o povo com a bandeira da honestidade, em pouco tempo tiveram tantos companheiros de partido presos por corrupção nos casos do Mensalão da Lava Jato, que ainda vai colocar atrás das grades muita gente. Dez companheiros de Lula e Dilma estão presos”, atacou o deputado.
Para Rossoni, atacar o presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha, é um tiro no pé, porque Cunha é do maior partido de sustentação do governo, o PMDB, foi aliado, é acusado de ser beneficiário do roubo da Petrobras e revelou nesta semana que, houve, sim, negociações com Dilma Rousseff na tentativa de livrar os dois do aniquilamento político. “Ele acusou a presidente de mentirosa ao afirmar que o acordo seria o de que ele escaparia do Conselho de Ética e, em troca, não aceitaria o pedido de impeachment”, recorda o parlamentar. “Se é isto o que o PT do Paraná defende ao nos atacar, acho que, se já tinha uma representação pífia em nosso Estado, agora tende a sumir do mapa político”, afirmou Rossoni. “Talvez isso explique a debandada dos companheiros do PT do Paraná para outros partidos. Mais um motivo para ficarem quietos, em respeito à inteligência do povo paranaense e brasileiro. Aliás, é com os brasileiros que o PT terá que discutir sobre o impeachment.”

Tucanos fecham apoio a Temer e Dilma pede que monitorem PMDB


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VERA ROSA E ALBERTO BOMBIG, O ESTADO DE S.PAULO
O vice-presidente Michel Temer (PMDB) conseguiu nos últimos dias algo raro na política brasileira: a união dos senadores tucanos Aécio Neves (MG) e José Serra (SP) e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, em torno de uma estratégia comum que tem como objetivo a disputa pela Presidência.
Divididos desde o início da crise que ameaça o mandato da presidente Dilma Rousseff, em março deste ano, os três decidiram apoiar – e, em alguns casos, encorajar – Temer a trabalhar pelo impeachment da petista.
Até meses atrás, apenas Serra era um entusiasta da ideia de ver o peemedebista no Planalto. Aécio jogava para tirar Temer e Dilma de uma só tacada e disputar uma nova eleição. Alckmin queria manter a presidente no cargo até 2018, quando também termina o mandato dele no Palácio dos Bandeirantes.

A rua e o mandato de Dilma


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Como na peça de Oduvaldo Vianna Filho, o brasileiro está numa situação em que “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”
Elio Gaspari, O Globo
Numa conta de hoje, é provável que a doutora Dilma tenha os 172 votos de deputados necessários para bloquear sua deposição. Com gente na rua pedindo que ela vá embora, a conta será outra. O sonho de Eduardo Cunha é que milhões de pessoas ocupem as avenidas e se esqueçam dele. Essa hipótese é improvável. Se é para sair de casa, tirar Dilma pode ser pouco. Deveriam ir embora ela, ele, e uma lista interminável de maganos arrolados na Lava-Jato. Tirá-la para colocar Michel Temer no lugar pode ser um imperativo constitucional, mas está longe de ser uma vontade popular.
A doutora fez uma campanha mentirosa, seu primeiro ano de governo mostrou-se ruinoso, e ela se comporta como os dirigentes da crise geriátrica do regime soviético. Sua neutralidade antipática à Lava-Jato (“não respeito delator”) mostra que não entendeu o país que governa. A economia br piorar.
Ao contrário do que sucedeu com Fernando Collor em 1992, Dilma tem gente disposta a ir para a rua em sua defesa. Essa diferença pode levar uma questão constitucional para choques de rua. Má ideia.
Como na peça de Oduvaldo Vianna Filho, o brasileiro está numa situação em que “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”. Em março de 1985, o país ficou numa posição semelhante. Foi dormir esperando a posse de Tancredo Neves e acordou com José Sarney na Presidência. Seu governo, marcado pela sombra da ilegitimidade, foi politicamente tolerante e economicamente ruinoso.
Naqueles dias surgiu uma ideia excêntrica: a convocação imediata pelo Congresso de eleições diretas para a Presidência. Deu em nada e foi considerada golpista. Passaram-se 30 anos, e, pelo retrovisor, pode ser reavaliada como peça arqueológica.
Talvez seja o caso de se pensar numa nova excentricidade: Dilma e Temer saem da frente, e, de acordo com a Constituição, realizam-se novas eleições no ano que vem. Se eles quiserem, podem se candidatar.

Chega de mentira: #ForaDilma, #ForaCunha


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Mary Zaidan
Público selecionado, auditório lotado, pronto para ovacionar a presidente aos gritos de “não vai ter golpe” e “fora Cunha”. Essa foi a recepção dada a Dilma Rousseff no encerramento da 15ª Conferência Nacional de Saúde, sexta-feira, em Brasília. Ali, talvez inebriada pelos aplausos cada vez mais raros nestes tempos de popularidade no chão – e menos de 40 horas depois da materialização do processo de impeachment – ela não se conteve e, diante de fiéis, mentiu de novo.
Além de dizer que continuará dialogando com toda a sociedade – algo que, por soberba ou falta de tato, não fez no primeiro e muito menos no segundo mandato -, Dilma, no afã de agradar à plateia que a acariciava, lançou loas ao trabalho incansável dela e de seu governo “para cuidar da saúde de todos os brasileiros”.
Logo da saúde, setor que historicamente impõe ao PT e a ela as maiores derrotas. Que deixou de liderar o ranking dos maiores problemas do país na última pesquisa Datafolha não porque o atendimento à população tenha melhorado, mas devido ao aumento da bandalheira. Perdeu para a corrupção, tamanho o roubo de dinheiro público para manter o PT no poder, financiar aliados e empanturrar bolsos de uns e outros em vez de melhor servir ao cidadão e a sua saúde.
As mentiras – tão usuais e mais intensas na campanha de 2014 – ganharam ritmo frenético. Mentir virou método. Dominou tudo e todos.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, mentiu quanto à motivação para acatar um dos 34 pedidos de impeachment com os quais controlava a temperatura de sua fritura. Dilma mentiu ao dizer que não tentara qualquer barganha. Cunha mentiu de novo ao dizer que não chantageara ninguém. E o ministro Jaques Wagner extrapolou, multiplicando mentiras para negar fatos e corroborar mentiras de outros.
Dilma, que depois de mentir para se eleger agora mente para se manter no cargo, foi a primeira vítima de suas próprias mentiras. Sua popularidade desabou exatamente quando o bolso vazio, a inflação e o desemprego crescente escancararam que sua campanha tinha ludibriado o eleitor.
A insistência na mentira – mantendo o “não sabia” frente aos escândalos na Petrobras mesmo tendo sido ministra do ex Lula na área e presidente do conselho da estatal – corroeu o restinho de credibilidade que detinha. Sobrou pouco ou quase nada.
Contra o impeachment, Dilma tenta apoiar-se em dois pilares: sua honestidade e a defesa da democracia, argumento que frequenta todas as bocas petistas.
Quanto ao primeiro, Dilma parece não entender – ou não entende mesmo – que ser honesto não é só não roubar para si própria. É também não mentir, não burlar, não fingir que não sabe o que todos sabem que ela sabe.
Na outra vertente, o PT, Lula e Dilma tentam confundir a opinião pública com a ideia de um golpe iminente, fantasiando clima similar ao dos anos de chumbo. Querem fazer crer que a democracia pressupõe a permanência do eleito no cargo, ainda que o eleito tenha incorrido em algum tipo de crime.
Vão além da mentira. Atentam contra a democracia ao desrespeitarem a Constituição que prevê o impedimento de eleitos. A mesma Constituição utilizada para impedir Fernando Collor de Mello, que, na época, teve o PT como protagonista.
Mas a mentira concorreu em igualdade de condições com a chantagem e a barganha nestes primeiros dias depois do início do trâmite do impeachment. Todos – Cunha, Lula, Dilma e o PT – juraram não participar de um jogo que o país inteiro sabia que estava sendo jogado, no qual eles davam as cartas.
Cada um mentiu a seu bel prazer e corroborou para a mentira coletiva.
#Fora Dilma, #Fora Cunha.

Chiquinho Scarpa faz saldão de objetos e põe a casa à venda por R$ 80 milhões


Eduardo Knapp/Folhapress
Chiquinho Scarpa com a cacatua Filomena Leopoldina Sofia Scarpa, em frente à sua mansao no Jardim Europa
Chiquinho Scarpa com a cacatua Filomena Leopoldina Sofia Scarpa, em frente à sua mansao no Jardim Europa
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O número 9 da praça Nicolau Scarpa, no Jardim América, pode em breve deixar de ser habitado por pessoas com o mesmo sobrenome do logradouro: depois de fazer um saldão de móveis e bricabraques em esquema "família vende tudo", até o domingo passado, Chiquinho Scarpa já tem interessados em pagar
R$ 80 milhões pela mansão.
A propriedade, com 8 salas, 24 vagas para carros, 4 dormitórios (sendo 3 deles suítes) e 10 banheiros, está à venda pela internet.
O anúncio mostra dezenas de fotos do local, piscina, campo de futebol e até do quarto do conde Scarpa, 64.
Procurado, ele confirmou o anúncio, mas disse que não comentaria a proposta. Imobiliárias travam uma disputa para ver quem consegue vender a casa e levar a comissão, de cerca de 10% do valor.
"Já tem um interessado. Não posso falar, mas afirmo que eu vou vender essa casa", diz Charles Hanry Calfat Salem, dono de uma corretora de luxo e filho de um dos melhores amigos de Chiquinho.
No ano passado, Chiquinho apareceu em um programa da TV francesa mostrando sua casa e anunciando que ela estaria à venda por
US$ 100 milhões (à época,
R$ 266 milhões). Procurado pela Folha, ele disse: "Não está à venda no mercado. É só se houver uma proposta".
Não houve. O valor baixou para um terço do inicial e a família começou a se desfazer dos pertences. O bazar ofereceu artigos como lençóis, uniforme de empregados, vasos e até uma TV, vendida por R$ 100. Toalhas saíram por R$ 5. "Comprei um jogo de lençóis de linho com as iniciais dele bordadas só para fazer foto para o Instagram", diz o publicitário Ricardo Marn, fã de Chiquinho.
Já itens de luxo da decoração, como um lustre de cristal, estão à venda há dois anos pelo antiquarista Luiz Mello.
"O objetivo era esvaziar a casa. Havia um quarto com 231 vasos", diz Chiquinho.
Ele diz que não sabe o valor arrecadado, porque o dinheiro foi para as irmãs, mas considera que deva ser entre R$ 200 mil e R$ 300 mil. "Ah, foi porcaria, pouca coisa."

SOBRENOME FALIDO

"Pooobre, pobre ele nunca vai ser", diz um empresário que frequenta a casa, "mas foram-se os tempos de conseguir manter um estilo de vida nababesco. Sobrenomes vão à falência." O avô de Chiquinho, que nomeia a praça, foi dono de diversos casarões na avenida Paulista e um dos maiores acionistas do Grupo Votorantim. Amigos do conde relatam que, dos imóveis, só restaram alguns andares do prédio que leva o nome da família, na Paulista, e a casa que agora está à venda.
O conde minimiza os boatos de que estaria mal das pernas. "Eu estou bem, obrigado. O que me preocupa é a situação do país", diz o economista por formação, que comemora nas redes sociais o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).
Após a venda, Chiquinho se mudaria para poucos quarteirões de distância. Iria morar no apartamento de 500 m² de Marlene Nicolau, 50, uma das donas da rede de escolas Microcamp -os dois estão noivos há mais de um ano.
Irmã de Chiquinho e coproprietária do imóvel, Renata McClelland Scarpa, 56, afirma desconhecer a venda da casa. "Por favor, coloque que não tenho nada a ver com isso. Nenhum de nós está sabendo nada disso."
Terceirizaram a liquidação de bens da família? "Sim, terceirizamos." 

Corinthians arranca empate, rebaixa Avaí e alcança pontuação recorde


Dassler Marques
Do UOL, em São Paulo

Corinthians x Avaí - 5 vídeos

Um gol de Vagner Love, aos 34min do segundo tempo, mudou tudo em Itaquera. 
Neste domingo, com o empate por 1 a 1 na Arena Corinthians, os campeões brasileiros alcançaram 81 pontos, a melhor marca da competição por pontos corridos, com 20 clubes. Love, de quebra, rebaixou o Avaí, que até então vencia em São Paulo graças a um gol do volante Claudinei. 
A partida na Arena teve mais de 43 mil torcedores, homenagem para o treinador Tite e um Corinthians interessado em vencer mesmo sem Jadson e Renato Augusto, mas nove titulares. Mas foi graças à entrada de Danilo, no segundo tempo, que o ataque corintiano funcionou e permitiu o recorde, último objetivo corintiano em 2016. O Avaí vai para a Série B com Joinville, Vasco e Goiás. 
FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 x 1 AVAÍ
Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 06 de dezembro de 2015, domingo
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Leandro Vuaden (Fifa/RS)
Assistentes: Cleriston Clay (Fifa/SE) e Marcelo Bertanha Barison (ESP 2/RS)
Cartões amarelos: Everton Silva, Vagner, Elias
Público e renda: 43389 pagantes e R$ 2.678.940,00 
Gols: Claudinei, aos 13min, Vagner Love, aos 33min do segundo tempo
Corinthians: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Uendel; Ralf (Bruno Henrique); Malcom, Elias, Rodriguinho (Romero) e Lucca (Danilo); Vagner Love. 
Treinador: Tite
Avaí: Vagner; Nino Paraíba, Antônio Carlos, Emerson e Romário; Renan (Roberto) e Claudinei; Everton Silva (Pablo), Renan Oliveira (Rudnei) e Rômulo; Anderson Lopes. 
Treinador: Raul Cabral

FASES DO JOGO

  • Primeiro tempoCom Malcom e Lucca abertos, o Corinthians apresentou uma configuração tática diferente à que foi campeã brasileira. Em 45 minutos, o time da casa mandou na partida, mas faltou poder de conclusão no centro da área. Ao todo, o time de Tite teve sete oportunidades de gol, mas nenhuma 100% incisiva. O Avaí apostou sua sorte nos contragolpes, mas não conseguiu encaixar uma só situação de perigo. Mesmo assim, parecia satisfeito, e o goleiro Vagner usou e abusou da cera.
  • Segundo tempoCom uma organização defensiva impressionante e o Corinthians sem o poder de fogo habitual, a partida teve uma dinâmica semelhante durante quase toda a etapa complementar. Rodriguinho, livre na área após lindo passe de Elias, quase abriu o placar. Mas o Avaí, aos 13min, é que fez em cabeçada de Claudinei. Tite realizou três modificações e foi premiado em bom lance pela esquerda e oportunismo de Vagner Love para empurrar para dentro e assegurar o empate. A virada só não veio graças a um gol de Malcom mal anulado nos instantes finais.

PARA LEMBRAR

  • Love vice-artilheiroVagner anotou o gol número 14 e se isolou como segundo maior artilheiro da competição. O santista Ricardo Oliveira, com 20, é o goleador da competição.
  • Capitão FelipeNo rodízio promovido por Tite, coube pela primeira vez ao zagueiro Felipe a função de capitão. Desde os tempos de União Mogi, pela quarta divisão paulista, ele não usava a braçadeira.
  • Claudinei, quase heróiO volante anotou o gol que, por 20 minutos, deixou o Avaí na primeira divisão.

MELHOR E PIOR

  • DaniloEntrou durante o segundo tempo e contribuiu para o empate corintiano com boas e inteligentes jogadas.
  • RomárioTeve dificuldades na marcação e não conseguiu passar do meio-campo

Suspeita de matar ex-companheira no RS está em estado de choque


Stephanie Freitas foi encaminhada no sábado (5) à UPA de Santa Maria.
Ela está algemada, sob escolta da polícia e sairá direto para o presídio.

Do G1 RS
helenara pinzon stephanie freitas santa maria facadas rs (Foto: Reprodução/Facebook)A vítima Helenara Pinzon ao lado da ex-namorada suspeita do crime (Foto: Reprodução/Facebook)
A jovem de 24 anos, Stephanie Freitas, suspeita de esfaquear a ex-namorada Helenara Pinzon, na tarde de sábado (5), segue na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Santa Maria, na região Central do Rio Grande do Sul.  
Helenara foi encontrada morta no apartamento onde morava com a ex-companheira Stephanie, com ferimentos no pescoço, peito e abdômen. A suposta autora do crime foi presa em flagrante. Testemunhas relataram à polícia que Stephanie estava "aparentemente transtornada".
Ela já está há um dia na UPA, algemada, de onde sairá direto para a presídio. De acordo com informações da equipe de enfermagem da Unidade, Stephanie chegou com poucos arranhões, mas abalada psicologicamente e, por isso, não fala e ainda está e estado de choque.
O delegado Laurence Teixeira, que acompanhou o caso, disse que o inquérito policial será encaminhado à delegacia da mulher na segunda-feira (7). A suspeita irá responder por homicídio.

Segundo jovem que se afogou na Represa do Passaúna não resiste e morre no hospital


Redação

O segundo jovem que se afogou na Represa do Passaúna, em Araucária, na região metropolitana de Curitiba, na tarde deste sábado (5), não resistiu e faleceu logo após dar entrada no Hospital Municipal de Araucária. Ademir Fernando Leite, 33 anos, foi resgatado já morto da represa pelo Corpo de Bombeiros. O jovem que não resistiu ainda não foi identificado oficialmente pelo Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba.
De acordo com os bombeiros, um grupo foi até o local com a intenção de pescar, mas o sol motivou alguns a se jogar na água, o que ocasionou o acidente nas proximidades da Avenida Centenário.
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Uma das vítimas morreu no local
Segundo um dos amigos, ele chegou a imaginar que poderia ser uma brincadeira e só depois percebeu a gravidade. “Viemos para pescar e eu não quis pular. Nisso escutamos o pedido de socorro e só depois pulamos na tentativa de salvar. Conseguimos retirá-los da água, mas infelizmente um deles morreu”, relatou.
O helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionado e encaminhou  jovem em estado grave ao pronto-socorro dodo Hospital Municipal de Araucária. Mas ele não resistiu.
O corpo de Leite foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba ainda na tarde de ontem.

Caminhão carregado de fertilizante tomba na BR-277 e deixa pista parcialmente bloqueada por 5 horas


Por Elizangela Jubanski e Antônio Nascimento



Um caminhão carregado de fertilizante tombou no quilômetro 66, da BR 277, no bairro Borda do Campo, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. O acidente aconteceu por volta das 7 horas deste domingo (6) e a pista foi totalmente liberada apenas ao meio dia, cinco horas depois.
Segundo relato do caminhoneiro, um homem estava deitado na pista e o carro que estava à frente dele freou bruscamente para evitar o atropelamento. O caminhoneiro disse aos policiais rodoviários federais que, para não colidir contra a traseira do carro, desviou bruscamente, o que ocasionou o tombamento.
Ninguém se feriu no acidente, mas uma das pistas sentido Curitiba foi bloqueada. O trânsito foi desviado pela pista marginal, no entanto não houve registro de congestionamentos. De acordo com a Ecovia, que administra o trecho, o fluxo de veículos já foi devidamente normalizado no início desta tarde.