Cantata de Natal leva música e emoção à população


WEBMASTER 17 DE DEZEMBRO DE 2015

No repertório canções tradicionais de Natal e populares emocionaram as famílias que acompanharam a apresentação

A prefeita Beti Pavin marcou presença na apresentação e ressaltou a importância destas ações
A prefeita Beti Pavin marcou presença na apresentação e ressaltou a importância destas ações
A Cantata de Natal aconteceu em frente à Secretária de Educação, ocupando as sacadas do prédio
A Cantata de Natal aconteceu em frente à Secretária de Educação, ocupando as sacadas do prédio
A apresentação foi acompanhada pela população, que aguardava com ansiedade o início das músicas
A apresentação foi acompanhada pela população, que aguardava com ansiedade o início das músicas
Um espetáculo de música e luz tomou conta da fachada do prédio da Secretária de Educação na noite de terça-feira, 15, com a realização da Cantata de Natal do Projeto Natal Por Toda Vida.
A apresentação contou com as vozes infantis de 75 alunos de Centros Municipais de Educação (CMEIs), 165 alunos de Escolas Municipais e 20 alunos da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE de Colombo).
No repertório canções tradicionais de Natal e populares emocionaram as famílias que acompanharam a apresentação. A ação faz parte do projeto promovido pela Prefeitura de Colombo, por meio da Secretaria de Educação. A prefeita de Colombo, Beti Pavin marcou presença na apresentação e ressaltou a importância destas ações.
“Tenho muito orgulho em ver esse trabalho maravilhoso desenvolvido pela Secretaria de Educação. Nosso compromisso com as crianças sempre será um dos grandes motivos do nosso trabalho e da nossa dedicação”, disse a prefeita.
A Cantata de Natal aconteceu em frente à Secretária de Educação, ocupando as sacadas do prédio. A apresentação foi acompanhada pela população, que aguardava com ansiedade o início das músicas.
“O melhor de todos os presentes em baixo de uma árvore de natal é a presença de uma família feliz. Estamos felizes por tornar realidade o sonho de realizar o projeto Natal Por Toda a Vida e pela primeira vez representar em um evento natalino as quatro modalidades de ensino público municipal para transmitir a todos através da música o verdadeiro sentimento de Natal”, enfatizou a Secretária de Educação, Aziolê Maria Cavallari Pavin.
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Fotos: BIC

Conselho Municipal de Turismo de Colombo elege diretoria


WEBMASTER 17 DE DEZEMBRO DE 2015

Durante a posse da nova diretoria, também foi realizada a reestruturação da Lei Municipal do Turismo

Os novos conselheiros tomaram posse na última terça-feira, (15)
Os novos conselheiros tomaram posse na última terça-feira, (15)
Além da posse, também foi realizada a reestruturação da Lei Municipal do Turismo
Além da posse, também foi realizada a reestruturação da Lei Municipal do Turismo
A solenidade de posse dos membros do Conselho Municipal de Turismo de Colombo foi realizada na última terça-feira (15). O evento, promovido pela Prefeitura de Colombo por meio da Secretaria de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho apresentou os conselheiros indicados. O órgão possui caráter deliberativo, consultivo e serve para assessorar o Departamento de Turismo.
Além da posse da nova diretoria do Conselho Municipal de Turismo, também aconteceu à reestruturação da Lei Municipal do Turismo (nº 1394-2015) que dispõe sobre a renovação do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR), aprovada e publica em 15 de dezembro de 2015.
“O objetivo da nova diretoria é procurar soluções e melhorias que possam cada vez mais valorizar o turismo no município. Além de desenvolver e incentivar atividades turísticas aqui em nossa cidade”, ressaltou secretário de Indústria Comércio Turismo e Trabalho, Antônio Ricardo Milgioransa.
Nova diretoria do Conselho Municipal de Turismo:
Presidente: Antônio Ricardo Milgioransa – Secretário Municipal Indústria Comércio Turismo e Trabalho.
Vice Presidente: Helton Luis Polli – Proprietário do Casalare Del Noni
Primeiro Secretário: Alvine Bonin– Secretaria Municipal Indústria Comércio Turismo e Trabalho
Segundo Secretário: Maria Therezinha Tonus – Coordenadora da Casa da Memória da Venerável da Irma Antonieta Farani.
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Foto: Divulgação

Dilma Rousseff e Michel Temer são notificados para defesa no TSE


mariatereza
Guilherme Amado, O Globo
A ministra Maria Thereza de Assis Moura, relatora no TSE da ação que propõe a cassação da chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer, voltou ao TSE ontem no meio da noite para disparar a citação da dupla, do PT e do PMDB. Maria Thereza já estava em casa quando soube que a Procuradoria Geral Eleitoral havia devolvido o processo ao TSE.
A partir da notificação dos réus, começa a correr o prazo de sete dias corridos para a apresentação da defesa.
Como o recesso do Judiciário começa no sábado e os prazos processuais ficam suspensos durante o recesso, o prazo só terminará no início de fevereiro — os tribunais retomam o trabalho em 1o. de fevereiro.

Depoimento de Lula à Polícia Federal é adiado


Estadão
Foi adiado o depoimento que seria prestado à Polícia Federal pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (17) sobre suposto esquema de “venda” de medidas provisórias em seu governo. O pedido foi feito pela defesa do petista e aceito por investigadores da Operação Zelotes.
Mandado de intimação expedido no último dia 3 definiu que Lula teria de comparecer nesta quinta, na sede da PF em Brasília, para dar explicações sobre “fatos relacionados ao lobby realizado para a obtenção de benefícios fiscais”, por meio das MPs, que favoreceram montadoras de veículos. O caso foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo em série de reportagens publicada em outubro. Conforme apurou a reportagem, não há data marcada para que a oitiva ocorra.

Maioria do STF vota para salvar mandato de Dilma


lewan
De O Globo
Dilma Rousseff e toda a trupe palaciana comemoram. Seis ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votaram, nesta quinta-feira, contra o rito adotado pelo presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na formação da comissão especial de impeachment. Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Carmen Lúcia e Marco Aurélio Mello divergiram do relator, Edson Fachin, que teve o apoio de Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Com a maioria formada, caberá à Câmara autorizar a abertura do processo, mas quem decide sobre a instauração do impeachment é o Senado. Somente, então, caso o Senado decida abrir o processo, a presidente Dilma Rousseff será afastada.
Além do papel do Senado, os ministros do STF discutem, nesta quinta, 11 pontos sobre o rito do procedimento. Entre eles, estão a votação secreta para a comissão especial do impeachment, a constituição de uma chapa avulsa, e o direito de Dilma à defesa prévia.
Segundo Barroso, Teori, Rosa Weber, Fux, Carmen Lúcia e Marco Aurélio, o Senado tem legitimidade para rejeitar o processo, mesmo depois da admissibilidade pela Câmara dos Deputados.Os ministros usam como argumento o rito adotado durante o impeachment do ex-presidente Fernando Collor, em 1992.
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BARROSO DIZ QUE COMISSÃO NÃO VALE
Primeiro a apresentar seu voto, o ministro Luís Roberto Barroso pediu a invalidação da comissão especial criada pela Câmara dos Deputados. Segundo ele, a votação deve ser aberta e os integrantes da comissão devem ser indicados pelos líderes partidários, ao contrário do que foi feito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Barroso também defendeu que a presidente só seria afastada depois que o Senado aceitasse a denúncia por maioria simples. O Senado, poderia, inclusive, barrar o processo.
Ministro Luís Roberto Barroso divergiu do ministro Fachin – Givaldo Barbosa / Arquivo O Globo
— Senado não deve ser mero carimbador de papéis da Câmara dos Deputados — disse Barroso.
Para Barroso, a Câmara apenas autoriza a instauração do processo de impeachment, por maioria qualificada (dois terços do plenário), após análise da comissão especial de impeachment, e não tem poder de afastar a presidente da República. O afastamento é responsabilidade do Senado. Cabe ao Senado, no entendimento de Barroso, fazer três votações. Na primeira, a maioria simples (metade mais um dos senadores) aceita a denúncia, o que provocaria o afastamento da presidente por até 180 dias. Na segunda votação, também por maioria simples, o Senado faz a pronúncia da presidente (acusação formal). A terceira votação se dá por dois terços do Senado, segundo Barroso, e julga a presidente definitivamente. Por fim, o ministro apontou motivos para se opor a votação secreta e candidaturas avulsas para a comissão especial do impeachment na Câmara.
O voto contrariou a posição do relator, Edson Fachin, que havia sustentado que o Senado não poderia reformar a decisão da Câmara.
— Seria incoerente o Senado funcionar como carimbador de papeis para dar execução a determinação da Câmara dos Deputados. Atos muito menores como derrubar um veto do presidente depende da aprovação das duas casas. Algo muito mais grave, como o afastamento da presidente, não dependeria? — disse o ministro Barroso.
SENADO PODE BARRAR PROCESSO, DIZEM MINISTROS
Ao contrário de Barros, o ministro Teori Zavascki, o segundo a votar nesta quinta, acompanhou o voto de Fachin sobre a votação secreta, mas rejeitou a possibilidade de haver uma chapa avulsa na eleição da Câmara. Assim, o rito de Eduardo Cunha seria invalidado, e uma nova eleição deveria acontecer.
Em seguida, a ministra Rosa Weber acompanhou o voto de Luís Roberto Barroso. Para ela, o Senado pode barrar uma decisão vinda da Câmara. Rosa também disse que a votação para escolha dos integrantes da comissão do impeachment deve ser aberta. Além disso, concordou que eles devem ser indicados pelos líderes partidários, não podendo haver candidaturas avulsas, como ocorreu na Câmara.
— No que tange à nova arquitetura trazida ao processo de impeachment pela Constituição de 1988, distinguindo o juízo feito pela Câmara dos Deputados, de mera admissibilidade, meramente autorizativo, que a meu juízo não vincula o Senado Federal. Na verdade, a Câmara abre a porta, permite o ingresso. Não tem força para impor o ingresso. Hoje, o Senado é a casa a que cabe o processamento e o julgamento do impeachment. Nessa ótica, a Câmara apenas autoriza. Esse me parece ser o ponto central — disse Rosa.
O ministro Luiz Fux também concordou de forma integral com o voto feito por Barroso. Segundo ele, o STF já se pronunciou sobre o assunto após a Constituição de 1988. Ele defende que seja seguido o rito adotado no processo de impedimento do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1992, pois mudar as regras agora geraria insegurança jurídica.
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Fux fez apenas uma ressalva sobre o rito. No caminho defendido por Barroso, a presidente seria afastada caso a maioria simples do Senado (maioria mais um) aceitasse a denúncia feita pela Câmara. Fux argumenta que essa votação deveria ser por maioria qualificada (dois terços dos senadores):
— Entendo que devemos manter o rito do presidente Collor para efeito de segurança jurídica. Mas o afastamento (da presidente) por maioria simples ressoa ilógico, tendo em vista quórum da Câmara por dois terços para autorizar processo.
Assim como Barroso e a ministra Rosa Weber, Fux também defendeu o voto aberto na eleição da comissão especial do impeachment na Câmara dos Deputados:
— Mistério, segredo e democracia não combinam. Não havendo regra (sobre votação secreta), há de se prevalecer a Constituição, que privilegia o conceito de publicidade.
DIAS TOFFOLI E GILMAR MENDES VOTAM COM RELATOR
O ministro Dias Toffoli declarou, logo no início de sua apresentação, que acompanha, de maneira integral, o voto do relator, Edson Fachin, opinando, portanto, por manter o rito adotado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Toffoli afirmou que não encontra argumentos a favor do voto aberto na eleiçõs das comissões, seguindo, assim, o regimento das Casas. Ele disse, ainda, ser favorável à chapa avulsa.
— Nós estamos tirando o poder dos deputados de se candidatarem. Vai ter deputado de primeira classe e de segunda classe. Nós estamos interferindo na liberdade de qualquer deputado se candidatar a uma comissão. Nós estamos interferindo em outro poder (o Legislativo) — disse.
A ministra Cármen Lúcia, a sétima a votar, acompanhou o ministro Barroso na divergência do voto do relator, Edson Fachin. Com isso, o plenário chegou a cinco votos pela possibilidade de o Senado arquivar o processo de impeachment. Ela também votou contra o voto secreto e a candidatura avulsa na eleição de integrantes da comissão do impeachment na Câmara.
Em seguida, o ministro Gilmar Mendes acompanhou o voto de Fachin. Durante seu voto, ele fez críticas ao governo federal e disse que se o Supremo decidir pelo voto aberto na comissão especial de impeachment estará “manipulando” o processo. Mendes foi favorável, portanto, ao voto secreto, às candidaturas avulsas e a um rito do processo em que o Senado não pode barrar o processo aprovado por dois terços da Câmara dos Deputados.
— Estamos ladeira abaixo. Fomos desclassificados por mais uma agência (de risco) ontem. (Estamos) sem governo, sem condições de governar, com modelo de fisiologismo que nos enche de vergonha e sem capacidade de retomar — afirmou Mendes.
Ao rebater o argumento defendido pelo ministro Luiz Barroso de que os integrantes da comissão especial do impeachment na Câmara Federal deve ser por voto aberto e por meio da indicação dos líderes dos partidos, Mendes afirmou que isso representaria “manipulação”:
— O que estamos dizendo é que cabe a uma oligarquia escolher os representantes (da comissão). Estamos manipulando esse processo com eficácia próxima de zero, senão zero. Ninguém vai cessar (processo de impeachment) por interferência do Judiciário. Se (o presidente) não tiver base parlamentar, não resiste.
Ao final de seu voto, Mendes pediu licença para deixar a sessão antes do fim do julgamento, pois iria viajar, sem revelar o destino.
MARCO AURÉLIO PREVÊ DIVERGÊNCIAS
Antes do início da sessão de quinta, o ministro Marco Aurélio Mello previu divergências no plenário da corte em relação a algumas regras do processo de impeachment.
— Vamos ter divergências em alguns pontos: Senado, voto secreto — afirmou Marco Aurélio.
Na quarta-feira, o relator, ministro Edson Fachin, apresentou ao plenário da corte uma proposta de rito para o processo de impeachment contrária aos principais interesses do governo. Ele declarou, por exemplo, que, uma vez aberto pela Câmara, o processo não pode ser arquivado logo que chegar ao Senado. O governo quer que o Senado tenha o poder de barrar uma eventual decisão da Câmara, o que, na prática, tornaria mais difícil o afastamento de Dilma do cargo.
Fachin também se mostrou favorável à possibilidade de usar o voto secreto para eleger os integrantes da comissão do impeachment na Câmara. Isso tornou mais fácil a ocorrência de traições ao governo, resultando na eleição de uma maioria oposicionista para compor a comissão.
— Voto secreto é exceção — disse Marco Aurélio, sem detalhar, contudo, se o caso em discussão é regra ou exceção.

Congresso aprova Orçamento para 2016 com volta da CPMF e aumento do salário mínimo


Texto estima R$ 2,95 trilhões arrecadados no ano que vem, dos quais R$ 10,3 bilhões devem vir da recriação do imposto

REDAÇÃO ÉPOCA
17/12/2015 - 18h22 - Atualizado 17/12/2015 18h24
Sessão do Congresso para aprovar Orçamento de 2016 (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)
Congresso aprovou nesta quinta-feira (17) o Orçamento de 2016, segundo o G1. O texto estima R$ 2,95 trilhões em receitas para o ano que vem e fixa despesas em valor similar. Também foram previstos recuo de 1,9% do PIB, inflação de 6,47% e dólar a R$ 4,09.
Entenda, abaixo, quatro pontos importantes do Orçamento de 2016.
1. CPMF
O Orçamento prevê R$ 10,3 bilhões arrecadados em 2016 com a recriação da CPMF. O que não quer dizer que o retorno do imposto já foi decidido. Ele só volta após o projeto de lei passar pelo Congresso.
O governo estima que a CPMF vai gerar R$ 32 bilhões por ano, mas considerou apenas um terço para 2016 por causa do tempo previsto para a tramitação entre parlamentares e pelo prazo necessário para que o tributo comece a ser cobrado. Se o imposto não for aprovado, despesas da Previdência terão de ser cortadas.
2. Salário mínimo
Passa de R$ 788 para R$ 870,99 a partir de 1º de janeiro de 2016.
3. Aedes aegypti
Nas despesas, há R$ 500 milhões previstos para o combate ao mosquito que transmite dengue, zika vírus (causador de microcefalia em recém-nascidos) e febre chikungunya.
4. Superávit primário
O Orçamento estabelece a meta de superávit primário em 0,5% do PIB, equivalente a R$ 30,5 bilhões, dos quais R$ 24 bilhões são de responsabilidade do governo federal, e R$ 6,5 bilhões, dos estados e municípios. O superávit primário é a economia que o governo precisa fazer para pagar juros da dívida externa.

Equipe do CQC é agredida e prefeito assiste a tudo sem fazer nada

O repórter Erick Krominski à frente da plateia do CQC; programa acaba dia 28 - Reprodução/Band
O repórter Erick Krominski à frente da plateia do CQC; programa acaba dia 28
DANIEL CASTRO - Publicado em 17/12/2015, às 18h55
No ar desde 2008, o CQC se despede da programação da Band em "grande estilo". Em gravação de reportagem na manhã de hoje (17) em Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro, uma equipe do programa foi agredida por supostos capangas da prefeitura local. A novidade é que o prefeito de Paraty, Carlos José Gama Miranda (PT), assistiu a tudo sem fazer nada. "Nunca imaginei que pudessem tentar impedir a gente de gravar na frente de um prefeito. Essa é a última reportagem que faço para o programa. Estou impressionado: Como isso pode acontecer na frente de uma autoridade pública e ela não fazer nada, não falar nada?", questiona o repórter Erick Krominski.
O material irá ao ar na próxima segunda-feira (21), no último CQC ao vivo de 2015. No dia 28, a Band exibirá uma compilação de melhores momentos da atração. Em 2016, o CQC ficará fora do ar, para descansar a imagem. A Band promete retornar com o formato em 2017.
Krominski, a produtora Fernanda Rodrigues e o cinegrafista Pedro Melão foram até Paraty fazer uma reportagem sobre as providências que não foram tomadas desde setembro, quando um acidente com um ônibus que deveria ser fiscalizado pela prefeitura deixou 15 mortos na estrada que liga a cidade à praia de Trindade.
A equipe já tinha gravado material dentro de ônibus, no local do acidente, com parentes de vítimas e com pessoas denunciando descaso na fiscalização. Os profissionais foram, então, até a prefeitura falar com o prefeito. Inicialmente, os assessores de Krominski disseram que ele não iria da entrevista. "A gente falou que não ia sair de lá sem falar com o prefeito", conta Krominski. Depois de um tumulto, o prefeito aceitou receber apenas uma pessoa do CQC. O repórter insistiu e conseguiu entrar em uma sala com o cinegrafista. O prefeito o recebeu sorrindo.
"Comecei a entrevista e um funcionário começou a tentar desconectar a câmera. Eu perguntei quem ele era e ele falou 'Foda-se'. O capanga pegou meu microfone e deu socos nele. O chefe de comunicação da prefeitura começou a desrosquear o microfone. Enquanto isso, [o cinegrafista] Melão e um segurança ficaram brigando pela câmera, cada um puxando de um lado. Na confusão, conseguiram tirar a bateria da câmera e sumiram com ela. A gente já estava sem câmera e o prefeito ficou sentado, olhando tudo, sem fazer nada", relata Krominski, indignado.
Para o repórter, o objetivo dos assessores do prefeito "era roubar o material" que o CQC havia gravado. A bateria da câmera não foi devolvida. A gravação só terminou, do lado de fora da prefeitura, com bateria reserva. 
Krominski não se machucou. A produtora Fernanda Rodrigues teve menos sorte. Voltou de Paraty com o peito dolorido. "Estou no programa há sete anos e nunca vivi uma situação tão agressiva como essa", diz.
Notícias da TV ligou para vários telefones da Prefeitura de Paraty, desde as 17h15 desta quinta, mas não conseguiu falar com ninguém até a publicação deste texto. A versão do prefeito de Paraty será publicada assim que ele se manifestar


Original: http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/equipe-do-cqc-e-agredida-e-prefeito-assiste-tudo-sem-fazer-nada-9992#ixzz3ucdfYoUg 
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