Suspeita procurada Polícia procura jovem com bebê de colo suspeita de arrombar e assaltar apartamento no Centro


Por Felipe Ribeiro e Flávia Barros

A Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) de Curitiba divulgou nesta segunda-feira (29) imagens de uma mulher suspeita de arrombar e assaltar um apartamento do Centro. O que mais chama a atenção da polícia é o fato dela andar com um bebê de colo, provavelmente com a intenção de enganar o porteiro e não despertar a suspeita de moradores.
De acordo com o delegado Rodrigo Souza, a Polícia Civil foi chamada logo após o morador perceber a porta arrombada. “Conseguimos perceber que ela invade o apartamento alguns minutos depois de ele ter saído para jantar. Por cerca de 50 minutos ela permanece dentro do local e sai com uma mala da vítima cheia de pertences”, relatou.
Entre os objetos levados no crime estão joias e eletrônicos. A DFR acredita que outra pessoa possa estar envolvida no arrombamento e que a jovem possuía informações privilegiadas, já que agiu com precisão.
Em entrevista à Banda B, Souza comentou que, se presa, a jovem também irá responder pelo uso do bebê. “Ela coloca a criança em risco. Nossa intenção agora é realizar a prisão até para dar sequência na investigação”, concluiu.
Quem tiver qualquer informação que leva a DFR até a suspeita, pode entrar em contato pelo telefone (41) 3218-6100.
Assista ao vídeo com partes da ação dela no player abaixo:



PM prende assaltantes que faziam saque em agência durante sequestro relâmpago


Por Luiz Henrique de Oliviera


A Polícia Militar (PM) prendeu pelo menos dois assaltantes que, segundo as primeiras informações, mantinham como refém um homem de aproximadamente 50 anos na tarde desta segunda-feira (29).
A vítima teria sido levada em um sequestro relâmpago na região central de Curitiba, por volta das 14h30. Os marginais foram flagrados no momento em que paravam o Honda Civic da vítima em frente à agência bancária do Itau, no bairro Rebouças, em Curitiba.
A intenção dos marginais, segundo as informações iniciais, era fazer saques no caixa eletrônico com o cartão da vítima. No entanto, os policiais militares do GIRO receberam a informação do crime e tiveram êxito na prisão dos envolvidos, com o apoio da Guarda Municipal. O leitor Sérgio Vieira, da Banda B, acompanhou a situação e fez uma foto da ação policial:

assalto dentro
Assaltantes foram flagrados quando mantinha vítima refém (Foto: Sérgio Vieira)
Outro caso
onibus
Suspeito tentou assaltar ônibus e se deu mal (Foto: Colaboração)
Outro caso de prisão por parte da PM aconteceu no início da tarde, por volta das 13h, na Rua Antônio Escorsin, no bairro São Braz. Um suspeito tentou assaltar um ônibus e foi detido pela população.
O suspeito só foi liberado quando os policiais chegaram, antes disso ficou preso no coletivo após ser rendido pela população. Algemado, ele foi levado à Polícia Civil.

Saída de Cardozo não salva quem teme a Lava Jato


Ministro da Justiça era acusado pelo PT de "não controlar a Polícia Federal". Mas não há quem faça isso

ANA CLARA COSTA
29/02/2016 - 19h26 - Atualizado 29/02/2016 19h29
A saída de José Eduardo Cardozo do Ministério da Justiça era bola cantada há alguns meses. Era questão de tempo. Porém, o timing escolhido pelo ministro – ou por quem quer que tenha decidido em seu lugar – não poderia ser mais inoportuno. Cardozo deixa a pasta da Justiça e é “rebaixado” para Advocacia-Geral da União (AGU) num momento em que a Operação Lava Jato se aproxima de um ponto crucial, com a prisão do marqueteiro João Santana, que coloca a investigação no centro da campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff.
É sabido que a cabeça de Cardozo é pedida há tempos pelo ex-presidente Lula e por boa aprte do PT. Lula e Cardozo nunca foram muito chegados. A indiferença se converteu em inimizade quando a Lava Jato começou a prender petistas. Lula se indignou com o fato de Cardozo “permitir” que a Operação mergulhasse tão fundo nas entranhas do partido e dos negócios entre empreiteiras e a Petrobras. Quando Joaquim Levy deixou o Ministério da Fazenda, o ex-presidente demonstrou satisfação e disse a aliados que só faltava a saída de Cardozo para que a tropa de choque de Dilma levasse sua assinatura completa. O problema é que Lula, vivendo seu próprio inferno, está cada vez mais distante do governo e da equipe que ajudou a montar.
Cardozo deixa a Esplanada em dias tensos para o ex-presidente. Lula afirmou, na festa em comemoração aos 36 anos do PT, que terá seus sigilos bancário e fiscal quebrados pela Lava Jato. Trata-se de fato inédito para um ex-presidente na história recente do país. O que pode sair dessas informações – caso executadas -- ainda sigilosas é um mistério. Mas o fato é que Cardozo não será o capitão do barco caso o ex-presidente seja alvo de alguma medida mais extrema do juiz Sérgio Moro. Cardozo deixou vazar que a pressão de Lula sobre seu cargo foi uma das razões que o fizeram sair. Se isso for verdade, a saída do ministro muito provavelmente terá sido em vão.
Ainda que a presidente Dilma tenha escolhido um nome heterodoxo para substituí-lo – o novo ministro será o ex-procurador-geral do Ministério Público da Bahia, Wellington César --, é ingênuo pensar que uma simples troca de cadeiras é capaz de conter o ímpeto da Operação que já nocauteou alguns dos maiores empresários do Brasil e prendeu um senador em exercício, Delcídio Amaral (PT-MS). Ainda que César seja um protegido de Jaques Wagner que, em tese, é muito próximo de Lula, a Lava Jato adquiriu musculatura que exacerba o poder Executivo. Assim, a hipótese de um novo ministro atrapalhar ou colocar um ponto final no trabalho da Polícia Federal é remota. É como usar apenas um extintor para conter o fogo de um prédio em chamas.
José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça. São Paulo (cid.) - Brasil. 01/07/2015 (Foto: Adriano Machado/ Epoca)

Cardozo diz a amigos que 'perdeu a paciência' com pressões de Lula


Renato Costa - 12.fev.16/Folhapress
BRASILIA, DF, BRASIL, 12/02/2016, O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, durante apresentação dos resultados da Operação Carnaval 2016 da Polícia Rodoviária Federal, no Centro Nacional de Comando e Controle, na sede da Polícia Rodoviária Federa . (Foto: Renato Costa/Folhapress, PODER)
O agora ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, durante evento

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Quando chegou ao Palácio da Alvorada na noite deste domingo (28) para sua conversa definitiva com a presidente Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo disse que sua situação à frente da pasta estava "insustentável". As mudanças foram antecipadas pela coluna Mônica Bergamo.
Horas antes, havia dito a amigos que tinha "perdido a paciência" diante das pressões feitas pelo PT e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pediam há meses sua saída do cargo.
Segundo Lula, Cardozo é o responsável pelo avanço das investigações da Operação Lava Jato ao coração do PT e do Palácio do Planalto, já que, nas palavras do ex-presidente, "Zé Eduardo não controla a Polícia Federal". Em sua defesa, o ministro diz que sempre rejeitou interferências externas na corporação e que a PF age de forma "independente".
Como mostrou a Folha, Lula fez chegar à sua sucessora o recado de que pretende se concentrar em sua defesa pessoal e na reconstrução da imagem do PT, deixando em segundo plano a advocacia do governo. Como oferta de trégua, Lula pedia mudanças na política econômica do país e a troca do ministro da Justiça, o que foi contemplado esta semana, após muita negociação.
Aliados do ex-presidente dizem que, agora consumada a troca de comando da Justiça, a disposição de Lula com o governo "vai depender da performance" do novo ministro, Wellington César, aliado do ministro Jaques Wagner (Casa Civil).
AGU
Após pouco mais de cinco anos como ministro da Justiça, Cardozo disse à presidente que queria deixar o governo mas, com poucos quadros de confiança à disposição no momento em que vive a maior crise política de seu mandato, Dilma pediu que o ministro permanecesse na Esplanada, nocomando da AGU (Advocacia-Geral da União). O ministro, então, aceitou a proposta.
Auxiliares da presidente dizem que ela fez o aceno a Lula e ao PT, mas que deixou claro ao antecessor e à cúpula de seu partido que não vai abrir mão de Cardozo, que agora fica responsável pela defesa de seu governo no processo de impeachment e pelas negociações dos acordo de leniência das empresas investigadas na Lava Jato, que têm gerado polêmica.

Lula e Marisa não irão comparecer para depor nesta quinta, diz Instituto


Defesa do ex-presidente prestou esclarecimentos por escrito ao MP. 
Lula deporia nesta quinta-feira em investigação sobre triplex no Guarujá.

Do G1 São Paulo
O Instituto Lula divulgou, na tarde desta segunda-feira (29), que o ex-presidente Lula e a mulher dele, Dona Marisa Letícia, não irão comparecer ao depoimento marcado para próxima quinta-feira (3), em São Paulo. O aviso foi feito pelos advogados de defesa do casal ao Ministério Público nesta segunda.
O Ministério Público Estadual investiga se um sítio em Atibaia e um tríplex no Guarujá pertencem à família de Lula e se houve favorecimento a ele por empreiteiras acusadas na Operação Lava Jato.
Em nota, o Instituto Lula afirma que o ex-presidente e sua mulher "prestarão todos os esclarecimentos por escrito e não em audiência, uma vez que, houve infração da norma do promotor natural, prejulgamento ou antecipação de juízo de valor e faculdade e não obrigação."
O texto ainda fala que o ex-presidente e sua esposa manifestaram desejo de prestar depoimento à “autoridade imparcial e dotada de atribuição, que respeite os princípios do promotor natural."
Os advogados negam qualquer irregularidade e dizem que Lula não é proprietário do imóvel. Na petição, a defesa do ex-presidente diz entender que o promotor Cássio Conserino não é o promotor natural do caso e que ele se mostra parcial na condução do procedimento investigatório criminal.
O Ministério Público não confirma que a presença do ex-presidente e da ex-primeira-dama seria obrigatória. Os advogados de Lula dizem terem recebidos na sexta-feira (26) a intimação para o depoimento com a advertância de que “em caso de não comparecimento importará na tomada de medidas legais cabíveis, inclusive condução coercitiva pela Polícia Civil e Militar nos termos das normas acima referidas”.
Os advogados de Lula alegam ainda "conflito de atribuições". Além de haver duas investigações relacionadas aos mesmos fatos, eles afirmam que o caso não poderia ser conduzido pelo MP Federal, já que as propriedades estão localizadas no estado de São Paulo e não poderiam ser remetidas para o Paraná, onde se concentra a Lava Jato.
"Ambos os procedimentos investigatórios foram instaurados para apurar os mesmos fatos […] sendo certo, ainda, que tanto o Parquet Federal como Parquet Estadual têm ciência dessa duplicidade – estando eles, aliás, como já exposto, fazendo compartilhamento de dados e informações”.
Lula e Marisa já tiveram um depoimento suspenso no dia 16 por um integrante do Conselho Nacional do Ministério Público. Eles tinham sido intimados para depor no dia 17, mas a liminar cancelou a presença deles no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo. Apesar do cancelamento, manifestantes contra e a favor do governo federal foram à porta do Fórum protestar e causaram tumulto.

Pertences do neto de Chico Anysio são achados em Quissamã, no RJ


Polícia faz buscas na região para tentar encontrar Rian Britto, de 25 anos.
Filho de Nizo Neto está desaparecido deste terça-feira (23).

Do G1 Rio
Agentes da Delegacia de Descobertas de Paradeiros foram para o município de Quissamã, no Norte Fluminense, após documentos e roupas de Rian Brito, de 25 anos, neto do humorista Chico Anysio, serem encontrados na região nesta segunda-feira (29).(veja vídeo)
Policiais de delegacias da cidade já iniciaram as buscas no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e em pousadas nos arredores em busca do jovem, que está desaparecido desde terça-feira (23).
saiba mais
Quissamã, RJ
Segundo a delegada Elen Souto, titular da delegacia, as roupas eram as mesmas usadas no dia em que Rian foi visto pela última vez.
No domingo (28), a Polícia Civil divulgou imagens que mostra Rian entrando em um táxi em um shopping da Zona Sul do Rio. A polícia ainda não descobriu a identidade do taxista, que poderia ajudar a saber o paradeiro do rapaz.
Imagens
As imagens, cedidas pelo shopping, mostram Rian descendo uma escadaria e fazendo sinal para um táxi por volta das 13h30.
O pai de Rian, o ator Nizo Neto, divulgou as imagens em uma rede social e falou da importância de que sejam compartilhadas. A mãe do rapaz disse, recentemente, não ter tanta certeza que o filho está bem.
A delegada informou que o caso está sob investigação e testemunhas têm sido ouvidas. Ainda de acordo com ela, a polícia também busca outras imagens que posam ajudar nas investigações.

Policial baleado em assalto à panificadora passa por cirurgia; estado de saúde é gravíssimo


Por Luiz Henrique de Oliveira


O soldado Evair Gonçalves, de 51 anos, baleado duas vezes durante o assalto a uma panificadora na Avenida Jacob Macanhan, no bairro Jardim Cláudia, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, na noite de ontem (28), segue internado em estado gravíssimo no Hospital Cajuru. Ele levou dois tiros na região da cabeça e a assessoria de imprensa da casa hospitalar confirmou que foi necessária uma intervenção cirúrgica.
Ainda de acordo com a assessoria do hospital, não há previsão de outra cirurgia nas próximas horas, uma vez que os médicos aguardam uma melhora no estado de saúde do policial militar, que é considerado gravíssimo por conta da região em que ele foi ferido.
O caso
Imagens de câmeras de segurança mostram que o policial militar, que estava de folga, hesitou em atirar contra os suspeitos que invadiram a panificadora, por volta das 20h30 deste domingo (28). No momento em que apontou a arma para um dos marginais, que invadiu o estabelecimento protegido por um capacete, o policial pareceu tentar detê-lo apontando a arma, porém houve a reação e uma luta corporal.
O assaltante conseguiu êxito na disputa e, ao lado de um comparsa, atirou duas vezes contra o soldado, que estaria no local realizando compras. Em seguida, os suspeitos pegaram R$ 70 no caixa do estabelecimento e fugiram rumo ignorado. Até o momento, ninguém foi preso.

João Santana: mais que um marqueteiro


Por dez anos, ele uniu o poder de responsável pela imagem dos governos do PT com o de conselheiro de Dilma Rousseff

LEANDRO LOYOLA
29/02/2016 - 08h04 - Atualizado 29/02/2016 08h04
João Santana com a presidente Dilma e o ex-presidente Lula. (Foto: Ricardo Stuckert)
Na noite de 1o de setembro de 2014, toda a cúpula de comando da campanha de Dilma Rousseff à reeleição sentou-se à mesa para jantar no hotel Unique, em São Paulo, após o debate no SBT. Era claro a todos àquela altura que Marina Silva representava um perigo. Empurrada pela comoção da morte de Eduardo Campos, a candidata do PSB suplantara o tucano Aécio Neves e aparecia até mesmo à frente de Dilma nas simulações para o segundo turno. Na frente de Dilma, Lula, do ex-ministro Franklin Martins e do ministro Aloizio Mercadante, João Santana avisou que era preciso antecipar as dificuldades futuras. “Nessa toada, a gente perde no segundo turno”, disse. Era hora de atacar Marina com vigor, estancar sua subida. João ganhou carta branca. Trabalhou naquela noite e, no dia seguinte, tinha os comerciais para rachar o mito Marina. Dilma, Lula e o PT confiavam tanto em João Santana que as peças não seguiram o rito normal dos testes prévios em pesquisas qualitativas. Foram direto ao ar. Após dias de pancadaria forte das peças, Marina murchou. 
João Santana construiu, desde 2006, uma carreira muito maior que a do marqueteiro vencedor de eleições. Ganhou a confiança e atingiu a condição de dono da imagem do PT e do governo. Tornou-se conselheiro de uma presidente que não ouve quase ninguém. Dilma recorria a Santana quando havia alguma iniciativa de governo que precisava ser batizada ou embalada para o público. Em 2013, a reclusa Dilma passou a frequentar mais eventos e, sempre que podia, a tirar fotos com mulheres e crianças. Não era instinto, mas conselho de João Santana, para suavizar sua imagem para a campanha eleitoral. As conversas entre os dois eram frequentes até a reeleição. Nunca ocorreram no Palácio do Planalto, mas em almoços no Palácio da Alvorada, a residência oficial, resguardada de curiosidades. Em 2013 e 2014, periodicamente Santana ia a Brasília para conversas com Dilma no Alvorada.
Tal proximidade não passa despercebida no mundo político. Entre as mensagens apreendidas pela Polícia Federal na semana passada, aparece um longo e-mail no qual o ex-ministro Mangabeira Unger pede ajuda a Santana para falar com Dilma. “Você tem como dar um empurrão para eu falar com a PR?”, diz Mangabeira. Em outra mensagem, o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, repassa dados da CPMF e menciona uma campanha sobre as Olimpíadas. “João, tudo bem? Estou mandando material da CPMF”, diz Edinho. “A Presidenta pediu que eu ouvisse sua opinião sobre o que seria uma campanha para as Olimpíadas (...) Aguardo sua opinião.”
Uma enrascada da qual o PT não conseguiu se livrar abriu todo esse espaço a João Santana. Duda Mendonça, o marqueteiro deLula e do PT, foi abraçado pelo escândalo do mensalão em 2005. Teve de confessar ter recebido dinheiro de caixa dois no exterior. Escapou da prisão, mas saiu de cena. Convidado pelos então ministros Antonio Palocci e Gilberto Carvalho para substituí-lo, João Santana aportou em Brasília e articulou uma bem-sucedida reviravolta publicitária, na qual o governo Lula e as conquistas sociais eram umbilicalmente associadas. Deu certo.
Quem quer um marqueteiro técnico, que analisa números e pesquisas para planejar estratégias, não deve procurar João Santana. Ele é um profissional mais instintivo, com facilidade para captar uma ideia e criar slogans, nomes, uma embalagem. São de sua lavra, por exemplo, nomes como Minha Casa Minha Vida e Mais Médicos, dois dos mais conhecidos programas do governo petista.
A expansão de sua influência no PT – e, agora sabe-se, a proximidade com a construtora Odebrecht – levou Santana a fazer campanhas no exterior. Começou com a eleição de Mauricio Funes, em El Salvador, em 2009. Depois disso, elegeu mais cinco presidentes estrangeiros: Danilo Medina, na República Dominicana, em 2012; Hugo Chávez, na Venezuela, em 2012; José Eduardo dos Santos, em Angola, em 2012; e Nicolás Maduro, na Venezuela, em 2013. Perdeu uma eleição, no Panamá, com José Domingos Arias. Depois da campanha de 2014, João Santana sumiu do Brasil. Não voltou nem para a segunda posse de Dilma. Enviou o discurso, escrito com Sandra Brandão, reduzido no Palácio do Planalto por estar um pouco longo. João só reapareceu em 2015, para fazer o programa do PT, em março, aquele que foi recebido com panelaços em algumas capitais enquanto Dilma e Lula recitavam na TV os textos escritos por ele.

Menino de dois anos morre afogado após ficar submerso na piscina dos avós


Da Redação


menino dentro
Adriel morreu após cair em piscina (Foto: Reprodução Facebook)
A morte de um menino de dois anos deixa a cidade de São Mateus do Sul, região Sul do Paraná, em luto. Na manhã de domingo (28), o pequeno Adriel, que estava perto de completar dois anos, morreu afogado na piscina do hotel dos avós. Não foi informado de que forma aconteceu a tragédia.
O Corpo de Bombeiros de São Mateus do Sul foi até o local assim que houve o chamado pela família. Os socorristas a encaminharam até o pronto-socorro municipal, porém a criança não resistiu e acabou morrendo pouco depois.
De acordo com o apurado pela Banda B, o menino caiu na piscina e ficou de três a cinco minutos submerso na piscina dos avós, com um metro e meio de profundidade.
Adriel era filho de um casal de professores, queridos por toda a população de São Mateus do Sul.