Deputada que dedicou voto para marido preso pela PF se diz ‘atordoada’ e não mostra arrependimento


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Da Redação

A deputada federal Raquel Muniz (PSD-MG), que dedicou seu “sim ao impeachment” para o marido prefeito, se pronunciou nesta terça-feira (19) sobre a prisão dele pela Polícia Federal um dia após a votação na Câmara Federal. Segundo ela, não há razão jurídica para a prisão de Ruy Adriano Borges Muniz, por não haver ‘risco a ordem pública, nem perigo de fuga e nem haver qualquer indício de obstrução da justiça’.
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Foto: Agência Câmara
Segundo a parlamentar, ela e o marido sempre souberam o que poderia acontecer com a na política, mas não imaginavam que chegaria a esse ponto. “Não vamos nos intimidar em busca de um Brasil, de uma Minas e de um Montes Claros cada dia melhor. Por isso, reitero cada uma das palavras ditas no dia 17 de abril durante a votação para aceitar o processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff. Montes Claros tem um gestor íntegro, ético e que preza pela transparência das suas ações”, afirma.
Raquel Muniz descreveu o marido no domingo como exemplo de que “o Brasil tem jeito”. No dia seguinte, Ruy Muniz foi preso pela Polícia Federal. O prefeito foi preso pela Polícia Federal na operação Máscara da Sanidade II – Sabotadores da Saúde, que investiga crimes de falsidade ideológica majorada, dispensa indevida de licitação pública, estelionato majorado, prevaricação e peculato.
“O meu marido, ao contrário do que está sendo amplamente noticiado, não teve a prisão decretada por motivos de corrupção e quem teve o senso ético de buscar a verdadeira motivação na decisão judicial pode verificar isto. Todas as providências jurídicas cabíveis já foram tomadas e tenho a plena certeza de que a verdade prevalecerá”, concluiu.
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