Senadora Vanessa Grazziotin denuncia situação dos PACIENTES RENAIS do Amazonas - vídeo






Senadora Vanessa Grazziotin, denunciou em sessão no SENADO
o sofrimento  dos pacientes renais crônicos de Manaus e de todo o estado do Amazonas. Disse que houve 107 mortes de janeiro a abril. A ARCAM que é a Associação dos Pacientes Renais do Amazonas levou essa reclamação para a senadora. Falta medicamentos e vagas para pacientes que estão entrando em hemodiálise. Crise também com a falta de medicamentos imunossupressores para os pacientes que conseguem realizar o transplante renal. A ARCAM diz que no estado existe 1.600 pacientes renais em todo o estado.




Toffoli assume relatoria de reclamação contra buscas na casa de Gleisi


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Foto: Agência Brasil
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF) assumiu a relatoria da reclamação do Senado que pede a anulação da medida de busca e apreensão realizada no apartamento funcional da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) na Operação Custo Brasil.
O caso estava originalmente com o ministro Celso de Mello, que renunciou a relatoria do processo depois que Toffoli, com base em outra reclamação, revogou a prisão contra o marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo, preso na semana passada por envolvimento no caso.
Celso considerou que as duas ações estão relacionadas e, por isso, deveriam ser assumidas por Toffoli, que proferiu decisão primeiro.
“Sendo assim, determino sejam encaminhados estes autos ao Excelentíssimo Senhor Ministro-Presidente, com proposta de redistribuição ao eminente ministro Dias Toffoli em virtude de achar-se caracterizada a prevenção de sua competência”, escreveu o ministro.
A reclamação do Senado alega que o juiz federal Paulo Bueno de Azevedo, da 6ª Vara Federal de São Paulo, não tinha competência para autorizar a busca e apreensão em um imóvel de propriedade da Casa Legislativa. Segundo o documento, a medida de busca e apreensão deve ser anulada para resguardar a autonomia do Senado
Azevedo defendeu, em manifestação ao Supremo, que a operação teve como alvo não a senadora mas sim seu marido e, por isso, as investigações não usurparam da competência do STF. “Não é o apartamento funcional que tem foro por prerrogativa de função. É a senadora da República”, disse.

Mala abandonada na Praça Rui Barbosa não tinha nem vento; área foi liberada


Da Redação
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Nada havia na mala (Foto: Flávia Barros – Banda B)

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(Foto: Colaboração Tiago Melo)
Esquadrão Antibombas da Polícia Militar isolou a Praça Rui Barbosa, no Centro de Curitiba, por cerca de uma hora. A denúncia de uma mala abandonada próximo a um banco da praça foi feita via 190 da Polícia Militar por volta das 16h30.
O esquadrão realizou os trabalhos e descobriu que nem vento havia dentro da mala. “A mala estava vazia né. Mas está certo eles fazerem todo este trabalho, vai que teria alguma coisa ali dentro?”, questionou uma testemunha à Banda B.
Segundo o supervisor da Guarda Municipal, Amadeus Hanig, a mala foi deixada por um homem ao lado de um banco. “Nós fomos acionados e seguimos todo o procedimento padrão, de isolar o local e acionar o Antibombas. A polícia passou o raio x e não encontrou nada dentro”, comentou.
No local, um cinegrafista e um repórter de uma emissora de televisão foram detidos por desacato. A Polícia Militar alega que eles não teriam respeitado a área de isolamento. A equipe nega a versão e afirma que obedeceu todas as orientações policiais.

Jovem leva 13 tiros dentro de carro e morre a caminho do hospital


Por Luiz Henrique de Oliveira e Ricardo Vieira


O jovem Tiago Pereira, de aproximadamente 25 anos, morreu na noite desta quinta-feira (30) ao ser vítima de uma tocaia nobairro Uberaba, em Curitiba. Ele saía da residência em que morava na Rua Miguel Rives quando os atiradores se aproximaram e dispararam 13 vezes.
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Vítima chegou a ser socorrida ao Hospital Cajuru, mas não resistiu aos ferimentos (Foto: Ricardo Vieira – Banda B)
O médico João Cláudio, do Siate do Corpo de Bombeiros, comentou que apesar dos vários tiros a vítima ainda estava viva na chegada da equipe de resgate.
“Era um paciente vítima de vários tiros dentro de um veículo. Foram no total 13 tiros, seis no tórax, alguns na cabeça e membros. Ele estava com o pulso fraco, fizemos o que foi possível, mas acabou evoluindo o quadro”, explicou.
A Polícia Militar esteve no local para apurar informações do caso. A vítima usava tornozeleira eletrônica. A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga o caso.

Cobradora que estava em ônibus sequestrado foi agredida e está em estado de choque, diz Sindimoc


Por Marina Sequinel
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Sequestro e depredação aconteceram por volta da 0h10. (Foto: Sindimoc/Montagem Banda B)

cobradora do ônibus da linha Cabral-Tamandaré, sequestrado no bairro Barreirinha, em Curitiba, foi agredida durante a ação de torcedores rivais na madrugada desta quinta-feira (30). Segundo o presidente em exercício do Sindicato de Motoristas e Cobradores da capital e região (Sindimoc), Dino César, ela foi puxada pelo braço e ainda levou tapas dos bandidos.
“Sorte que ela conseguiu se desvencilhar quando o coletivo foi tomado pelos torcedores e fugiu. Mas a trabalhadora ainda está em estado de choque pelo momento de terror que passou. A violência maior não foi física, mas psicológica mesmo, por saber que não tem mais segurança no próprio emprego. Hoje nós saímos e não sabemos se voltamos para casa”, disse Dino César em entrevista ao radialista Geovane Barreiro durante o Jornal da Banda B 2ª Edição.
De acordo com ele, todo o apoio médico e psicológico será dado para a cobradora. “Ela ainda pediu para a empresa mudar a escala, porque ela não se sente mais confortável trabalhando na que fazia antes. Nós somos reféns das ações dos bandidos, que agem a qualquer hora do dia. Eu gostaria muito que os policiais deixassem os carros em casa e andassem de ônibus, para inibir esse tipo de coisa”, comentou o presidente em exercício.
A cobradora foi agredida logo após fugir de uma emboscada preparada por torcedores na madrugada de hoje. O ônibus saiu do terminal Cabral com destino à Almirante Tamandaré no momento do crime. No meio do caminho, na Avenida Anita Garibaldi, ainda na capital, cerca de cinquenta pessoas pararam no meio da rua e obrigaram o motorista a estacionar.
“O trabalhador não podia passar por cima deles. Na correria, ele, a cobradora e os passageiros saíram correndo, enquanto os 50 torcedores tomaram o ônibus. Os bandidos ainda abandonaram o veículo em movimento. Se um homem que estava no local e viu tudo não tivesse pulado e parado o automóvel, poderia ter acontecido algo muito pior”, contou Dino César.
Há suspeitas de que o bando envolvido seja integrante de torcidas organizadas do Coritiba e do Atlético – ainda não se sabe, no entanto, qual das duas teria feito a emboscada.

Venda de lâmpadas incandescentes está proibida a partir desta quinta

Lâmpada apagada
Lâmpada incandescente foi abolida no país como forma de economizar energia(Reprodução/VEJA)
A partir desta quinta-feira, está proibida a venda de lâmpadas incandescentes no Brasil. O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) começa a fiscalizar nesta sexta, por meio dos Institutos de Pesos e Medidas (Ipem) estaduais, estabelecimentos comerciais que ainda tenham à disposição lâmpadas incandescentes com potência de 41watts (W) até 60 W. Quem não atender à legislação poderá ser multado entre 100 reais e 1,5 milhão de reais.
A restrição foi estabelecida pela Portaria Interministerial 1.007/2010, com o objetivo de minimizar o desperdício no consumo de energia elétrica. Uma lâmpada fluorescente compacta economiza 75% em comparação a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente. Se a opção for por uma lâmpada de LED, essa economia sobe para 85%.
A troca das lâmpadas incandescentes no Brasil começou em 2012, com a proibição da venda de lâmpadas com mais de 150W. Em 2013, houve a eliminação das lâmpadas de potência entre 60W e 100W. Em 2014, foi a vez das lâmpadas de 40W a 60W. Neste ano, começou a ser proibida também a produção e importação de lâmpadas incandescentes de 25 W a 40 W, cuja fiscalização ocorrerá em 2017.
Segundo o responsável pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Inmetro, engenheiro Marcos Borges, a fiscalização tem caráter educativo, porque os comerciantes foram orientados sobre a proibição desde o ano passado. "Por isso, entendemos que o impacto não é brusco para os comerciantes, porque eles já vêm sendo instruídos nesse sentido desde a assinatura da portaria, em 2010."

Borges informou que, desde o apagão de 2001, o Inmetro desenvolve um programa de educação do consumidor brasileiro, no qual mostra que as lâmpadas incandescentes duram menos e consomem muito mais energia do que, por exemplo, a lâmpada fluorescente compacta. "Ficou claro para o consumidor que a lâmpada fluorescente compacta era muito mais econômica que a incandescente."
Ele citou como exemplo o caso de uma casa com dois quartos que usaria em todos os cômodos lâmpadas incandescentes de 60 W. "Elas gerariam valor em um mês de 20 reais a 25 reais para iluminar a casa. Ao trocar por uma lâmpada equivalente fluorescente compacta, essa conta cairia para 4 reais ou 5 reais em apenas um mês. O consumidor entendeu isso e, ao longo do tempo, já vai deixando de usar esse material."
Números do Inmetro mostram que, em 2010, 70% dos lares brasileiros eram iluminados pelas incandescentes. Agora, somente 30% das residências usam esse tipo de lâmpada, que não podem mais ser comercializadas no Brasil, seguindo recomendação da Agência Internacional de Energia (AIE).
(Com Agência Brasil)

Advogado da Odebrecht está apreensivo com investigação do Ministério Público Federal


Procuradores sondaram delatores sobre a atuação de Pedro Estevam Serrano

ANA CLARA COSTA
29/06/2016 - 11h35 - Atualizado 29/06/2016 12h26
Empresa Odebrecht, em São Paulo (Foto: Bruno Cotrim / Frame / Ag. O Globo)
O advogado Pedro Estevam Serrano, sócio do escritório Teixeira Freitas e Serrano Advogados, está apreensivo com os desdobramentos da Operação Lava Jato, em especial sobre detalhes envolvendo a Odebrecht.
Serrano soube que procuradores fizeram perguntas sobre ele a delatores da Lava Jato. Os investigadores querem saber a extensão de seu trabalho para a construtora. Seu escritório advoga há muitos anos para a empreiteira. 
Serrano foi um dos advogados atendidos pelo ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, em seu gabinete, no começo de 2015, quando a investigação começava a complicar a situação da construtora. 

Desembargador do Rio acumula mais de 1.000 ações com prazos excedidos


Há processos com mais de 400 dias parados com Nildson da Cruz. Em todo o Tribunal, são 2.600 na mesma situação

NONATO VIEGAS
30/06/2016 - 08h00 - Atualizado 30/06/2016 17h06
Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (Foto: Marcelo Piu/Agência O Globo)
Há, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, 2.600 processos que extrapolam o prazo de 100 dias sem movimentação, segundo levantamento da própria Corte. Desse total, 68% estão sobre as mesas de apenas dois desembargadores: Nildson Araújo da Cruz, da 6ª Câmara Criminal, e Mônica Feldman de Mattos, da 27ª Câmara Civil do Consumidor. Cruz acumula 1.010 processos. Alguns deles, com mais de 400 dias sem movimentação. Já a desembargadora Mônica, segundo o levantamento, acumula 768 ações paradas.
Questionado pela EXPRESSO, o desembargador Nildson da Cruz respondeu, via assessoria de imprensa, que “vem sofrendo há um ano com sérios problemas de saúde decorrentes de hérnias que comprimem o seu nervo ciático. Ele trabalhou durante as suas férias para despachar os autos”. O comunicado afirma, ainda, que “os julgamentos na 6ª Câmara Criminal, presidida pelo desembargador, são feitos de forma meticulosa e estudada, envolvendo muitas vezes processos volumosos e complexos”. Para encerrar, o desembargador informa que “não há reclamações nem pedidos de redistribuição das ações por parte dos advogados”.
Sobre a desembargadora Mônica Feldman de Mattos, o TJ-RJ afirma que “a magistrada integra uma das Câmaras Cíveis do Consumidor, que, pela natureza da matéria, recebe um volume de ações muito superior ao das Câmaras Cíveis não especializadas” e que a “desembargadora trabalha de segunda a sexta-feira, chegando ao Tribunal pela manhã e saindo à noite, com extrema dedicação ao seu trabalho, sendo certo que, tendo trabalhado durante todo o período de suas férias neste mês de junho, logrou significativa redução de seu acervo, o que restará atestado na próxima estatística a ser aferida”.

Cavendish e Cachoeira serão julgados por lavagem de dinheiro


Justiça Federal aceitou denúncia contra empreiteiro, contraventor e outras 22 pessoas por lavagem de R$ 370 milhões desviados de obras públicas

SAMANTHA LIMA
30/06/2016 - 14h55 - Atualizado 30/06/2016 15h41
A Justiça Federal do Rio de Janeiro aceitou na tarde desta quinta-feira (30) a denúncia contra o empresário Fernando Cavendish, ex-controlador da Delta, e outras 23 pessoas, acusadas pelo Ministério Público Federal de lavar R$ 370 milhões desviados de obras públicas. Com isso, eles serão julgados pelo crime delavagem de dinheiro
Policiais federais, da Operação Saqueador, no prédio do empresário Fernando Cavendish, na Zona Sul do Rio (Foto: Gabriel de Paiva/ Ag. O Globo)
Pela manhã, Cavendish foi um dos alvos da Polícia Federal, que deflagrou a Operação Saqueador. Agentes da PF chegaram ao prédio onde o empresário mora, na orla do Leblon, Zona Sul do Rio, pouco depois das 6 horas. Cavendish, cuja prisão foi decretada, não foi encontrado e é considerado foragido. O empresário estaria fora do país e, de acordo com a PF, seu nome será incluído na lista de procurados da Interpol. Outras quatro pessoas tiveram prisão decretada e foram alvo da operação policial. Três delas foram presas: o contraventor Carlinhos Cachoeira, em Goiânia, o ex-funcionário da Delta Claudio Abreu e o empresário Adir Assad, que cumpria prisão domiciliar em São Paulo. Antigo fornecedor da Delta, Assad foi condenado, em setembro do ano passado, pelo juiz Sergio Moro, por ser um dos operadores do esquema de fraude, desvio de dinheiro e pagamento de propina do petrolão. Na denúncia, o Ministério Público Federal citou o suposto envolvimento de Assad no desvio de R$ 421 milhões por meio de contratos superfaturados da Delta em obras públicas, investigado pela Polícia Federal nas operações Vegas e Monte Carlo. O quarto envolvido, o empresário Marcelo Abbud, não foi encontrado. Seus advogados informaram à PF que ele vai se apresentar. 
Cavendish e sua empresa, a Delta, têm em seu currículo obras de grande porte no Rio de Janeiro, como a reforma do Maracanã para a Copa do Mundo e a construção do Comperj, complexo petroquímico da Petrobras ainda não concluído. O Comperj vinha sendo construído com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Também tem participação em obras feitas para a Olimpíada, como a Transcarioca, via destinada à passagem do transporte público BRT, de responsabilidade da prefeitura do Rio. A empreiteira é responsável, ainda, pela duplicação da Marginal Tietê, em São Paulo.  
Segundo a investigação conjunta do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, Cavendish e os executivos da Delta usaram um esquema de lavagem de dinheiro oferecido por Cachoeira, Abbud e Assad, que compreende a realização de contratos-fantasmas com empresas de fachada para justificar pagamentos. As investigações, que aproveitaram também informações levantadas pela Operação Lava Jato, mostraram que, entre 2007 e 2012, a Delta teve 96,3% de seu faturamento relacionado a obras públicas, recebendo quase R$ 11 bilhões no período.
Cavendish, o polêmico empresário sócio da Delta Construção, era amigo próximo do ex-governador do Rio Sérgio Cabral. Uma reportagem de ÉPOCA publicada em maio mostrou que dois delatores ligados à Andrade Gutierrez contaram à Procuradoria-Geral da República que a participação da Delta nas obras de reforma do Maracanã foi exigência de Cabral ao consórcio formado por AG e Odebrecht. Um deles relatou, ainda, que Cabral pediu propina de 5% do valor da obra e chegou a receber adiantamentos mensais de R$ 300 mil por um período. O dinheiro, disse ainda o delator, foi pago por meio de contratos fictícios firmados entre empresas-fantasmas de Adir Assad e a Andrade Gutierrez.
Na época, Cabral disse que manteve “apenas relações institucionais” com a Andrade Gutierrez e que “jamais interferiu em quaisquer processos licitatórios de obras em seu governo nem tampouco solicitou benefício financeiro próprio ou para campanha eleitoral em decorrência da realização delas”.
Além da Delta, as empresas-fantasmas administradas por Cachoeira, Abbud e Assad têm outros clientes, de acordo com as investigações. No total, essas empresas teriam lavado R$ 885 milhões. Na denúncia apresentada à Justiça, o Ministério Público afirma que a Delta era uma empresa voltada fundamentalmente a esquemas de corrupção em obras públicas, em especial no Rio de Janeiro. O dinheiro lavado era, em geral, entregue em espécie aos destinatários. Investigadores identificaram aumento de volume de recursos lavados em anos eleitorais.

Fux libera investigação no caso Celso Daniel


O G1 informa que Luiz Fux liberou investigação sobre José Dirceu no caso Celso Daniel.
A defesa do petista alegava que o STF havia anulado depoimento em relação ao assunto, mas o ministro considerou que surgiram “novos indícios sobre destino de propina”.
Segue, portanto, a investigação sobre os desvios de recursos da prefeitura de Santo André, entre 1997 e 2001.
Celso Daniel foi morto em 2002, há 14 anos.

As empresas fantasmas do Kibe



Como noticiamos mais cedo, as empresas de Adir Assad e Marcelo Abbud movimentaram quase R$ 1 bilhão em propinas, para vários esquemas de corrupção da era Lula.
Abaixo, a tabela com parte dos valores repassados e a foto da “sede” de algumas dessas empresas fantasmas (Soterra Terraplanagem, Dream Rock Entretenimento, Rock Star Marketing e Rock Star Produções).
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República do Paraná


A Justiça Federal em Londrina, noticia o G1, mandou bloquear R$ 19,5 milhões do WhatsApp, por descumprimento de decisão judicial.
A empresa se recusou a liberar dados de traficantes investigados pela PF.
E nem por isso foi necessário tirar o aplicativo do ar.
A Justiça paranaense tem se mostrado sensata.

ESQUEMA DELTA IDÊNTICO AO PETROLÃO


Para os investigadores da Operação Saqueador, o esquema de desvio de recursos públicos capitaneado pela Delta é “idêntico” ao petrolão.
Para ilustrar, o MPF anexou à denúncia contra Fernando Cavendish um organograma montado pela força-tarefa de Curitiba.
Nele, as empresas de Adir Assad integram o núcleo responsável por escoar o dinheiro público para o bolso de empresários e políticos.
Vale lembrar que o “caixa” de Assad era abastecido simultaneamente pelos contratos da Delta com o DNIT e pelas fornecedoras da Petrobras, pelo menos até 2011.
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CONSULTORIA DE DIRCEU FEZ A DELTA VOAR


Na denúncia da Operação Saqueador, o MPF ressalta que o crescimento da participação da Delta nas obras do governo federal – tendo embolsado R$ 11 bi entre 2007 e 2011 – “coincide com a contratação da JD Assessoria”, de José Dirceu.
A contratação, por seis meses, foi custeada pela empresa Sigma Engenharia, na qual Fernando Cavendish figurava como sócio.
Diz a denúncia:
“ROMÊNIO MARCELINO MACHADO e JOSÉ AUGUSTO QUINTELLA, ex-sócios da SIGMA ENGENHARIA E CONSULTORIA LTDA., afirmam que a SIGMA foi comprada pela DELTA para servir de caixa 2.  Segundo os sócios, a SIGMA era orientada a simular a prestação de serviços para justificar a saída de recursos da empresa DELTA para o pagamento de propinas. A partir dessa simulação, funcionários,  dirigentes e, até mesmo, o ex-ministro da Casa Civil, JOSÉ DIRCEU, ex-consultor da empresa DELTA, teriam sido beneficiados.”
Dirceu está em todas.

Diretrizes Curriculares e Programa de Educação Ambiental estão em construção em Colombo


WEBMASTER 29 DE JUNHO DE 2016

Diretrizes e Programa de Educação Ambiental contribuem para a efetivação dos projetos de educadores, gestores, especialistas, técnicos e alunos preocupados e comprometidos com o futuro do meio ambiente

As escolas municipais interessadas poderão participar do Grupo de Trabalho para construir as Diretrizes Curriculares e o Programa de Educação Ambiental.
As escolas municipais interessadas poderão participar do Grupo de Trabalho para construir as Diretrizes Curriculares e o Programa de Educação Ambiental.
Durante a aprovação e construção das Diretrizes Curriculares de Educação Ambiental e do Programa de Educação Ambiental do município.
Durante a aprovação e construção das Diretrizes Curriculares de Educação Ambiental e do Programa de Educação Ambiental do município.
A Prefeitura de Colombo, por meio da Secretaria de Meio Ambiente em parceria com a Secretaria de Educação, aprovou no mês de junho, a construção das Diretrizes Curriculares de Educação Ambiental e do Programa de Educação Ambiental do município, conforme a circular nº 001/2016 destinada à Comunidade Educadora de Colombo.
“Um importante passo e uma significativa caminhada que se faz de modo comprometido com as gerações presentes e futuras na perspectiva de se construir aportes teórico-metodológicos que subsidiem as políticas, as práticas e os processos educativos no campo da Educação Ambiental no contexto da municipalidade”, explica o Secretário de Meio Ambiente, Evandro Busato.
Diretrizes e Programa de Educação Ambiental, se configuram como instrumentos que tornam possíveis as ideias de cada cidadão engajado com um mundo melhor, sobretudo, contribuem para a efetivação dos projetos de educadores, gestores, especialistas, técnicos e alunos – comunidade de aprendizagem ética, estética e responsavelmente preocupados e comprometidos com a vida e a sua continuidade no presente-futuro.
O objetivo dos processos é ensinar e aprender e, a mais, como pilares de uma educação pautada no respeito e no direito à vida em toda a sua singularidade e diversidade. É nesse sentido que o município aprovou e deu início a construção das Diretrizes Curriculares de Educação Ambiental e do Programa de Educação Ambiental.
Grupo de trabalho
As escolas municipais interessadas poderão participar do Grupo de Trabalho para construir as Diretrizes Curriculares e o Programa de Educação Ambiental.
Durante o Comitê Gestor de Educação Ambiental – serão apresentados os nomes dos participantes. Conforme a Lei Municipal de Educação Ambiental 1402/2015 estabelecida no dia 05/07/2016 em reunião ordinária, com a proposta para aprovação em ata do grupo de trabalho. “Dessa maneira, ficou oficializada a criação do Grupo de Trabalho para iniciar os encaminhamentos necessários para a construção das diretrizes curriculares, levantando o diagnóstico da Educação Ambiental do município e resgatando a História da Educação Ambiental de Colombo através de entrevistas com pessoas que fizeram parte desta caminhada”, explica Busato.
Para participar basta entrar em contato coma Secretaria de Meio Ambiente através do e-maileducacaoambiental@colombo.pr.gov.br. Os interessados poderão se inscrever até o dia 4 de junho.
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Foto: Divulgação/PMC