A MATEMÁTICA DA CORRUPÇÃO



Para ajudar a entender o esquema montado pela Odebrecht para favorecer Lula, o MPF em Curitiba ilustrou os repasses registrados na Planilha Italiano e na subplanilha Amigo.
Os procuradores demonstram como os R$ 12,4 milhões pagos a Lula foram divididos:
- R$ 3,17 milhões foram sacados em espécie;
- R$ 8,21 milhões foram repassados à DAG Construtora para a compra do terreno para o Instituto Lula;
- R$ 1,3 milhão foi pago a Roberto Teixeira e Glaucos da Costamarques, primo de Bumlai que figurou como laranja na compra da cobertura de São Bernardo do Campo.