MG parcela salários de servidores em até 3 vezes


Pelo cronograma, que passa a valer já em fevereiro, somente servidores com vencimento inferior a R$ 3 mil continuarão recebendo no quinto dia útil de fevereiro, março e abril
16/01/2016 - 11H27 - ATUALIZADA ÀS 11H27 - POR ESTADÃO CONTEÚDO
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel (Foto: Agência Brasil)
Ogoverno de Minas Gerais vai parcelar em até três vezes o saláriode parte dos servidores do Estado pelos próximos três meses, pelo menos. O anúncio foi feito ontem pelos secretários de Planejamento, Helvécio Magalhães, e da Fazenda, José Afonso Bicalho, depois de reunião com sindicatos e associações que representam os funcionários públicos.
Pelo cronograma, que passa a valer já em fevereiro, somente servidores com vencimento inferior a R$ 3 mil líquidos continuarão recebendo no quinto dia útil de fevereiro, março e abril. Novos estudos serão feitos ao fim do período para saber se haverá mudanças na forma de pagamento. Conforme o governo, nessa faixa salarial estão 75% dos servidores.
Em relação aos funcionários que recebem entre R$ 3 mil e R$ 6 mil, 17% do total, haverá divisão em duas parcelas por mês. Quem tem contracheque acima de R$ 6 mil, 8% do quadro de servidores, receberá em três parcelas.
Em grave crise financeira, o governo do petista Fernando Pimentel informou que vai aguardar o resultado da reforma administrativa a ser implanta da no primeiro semestre e o desempenho da arrecadação para definir como ficarão as escalas de pagamento a partir do mês de abril. Os servidores estaduais ameaçam com uma greve geral.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Morre irmão de Celine Dion, diz jornal


De acordo com o CBC News, a morte de Daniel Dion, de 59 anos, aconteceu dois dias após a cantora perder o marido, também vítima de câncer.

Marília NevesDo EGO, em São Paulo
Celine Dion e o irmão, Daniel (Foto: Getty Images)Celine Dion e o irmão, Daniel (Foto: Getty Images)
Daniel Dion, irmão da cantora Celine Dion, morreu neste sábado, 16, segundo o jornal CBC News. De acordo com a publicação, a informação foi confirmada por Francine Chaloult, representante do escritório da cantora.
Daniel tinha 59 anos. Nesta sexta-feira, 15, informações do site do "Entertainment Tonight", davam conta de que o irmão mais velho da cantora tinha previsão de "apenas horas ou dias de vida". Daniel era um dos 13 irmãos de Celine. "É muito parecido com o de Rene, ele teve câncer na garganta, na língua e no cérebro. Nossa família tem experiência com isso", lamentou Claudette, uma das irmãs da cantora. "Ele tem apenas 59 anos, é muito jovem para estar no fim da vida."
De acordo com o site oficial da cantora, na sexta-feira, 22, haverá uma missa religiosa para homenagear René Angélil. Além disso, através do mesmo canal, a família da cantora convida para todas as pessoas a fazerem uma doação para p centro de pesquisas Azar-Angelil.
O comunicado ofical também pedia discrição. "É na maior discrição e cercado por sua família que morreu, aos 59 anos, Daniel Dion, um dos irmãos mais velhos de Celine, oitavo filho de Adhemar e Therese Dion. Depois de uma longa batalha contra o câncer, ele saiu dessa tristeza, deixando sua família e amigos em luto. Ele sobreviveu por sua mãe, Thérèse Tanguay-Dion; filhas Valerie (Patrick Goyette) e Marie-Michelle; netos Matis e Laurianne (Valerie); seus irmãos e irmãs Denise (Yvon Dodier), Clement (Denise Dumont), Claudette (Serge Gaudet) Liette (Guy Poirier) Michel (Danièle Corbeil), Louise (Pierre Tremblay), Jacques (Geneviève Garceau), Ghislaine (Jacques Talbot) Linda (Alain Sylvestre), Manon, Paul, Pauline (Marc Martel) e Celine Dion. Também por seus muitos sobrinhos e sobrinhas, primas e amigos".

Brasileiro percorre EUA em caminhão personalizado do Corinthians


Ricardo Machado trabalha como caminhoneiro no país e tem veículo decorado com escudos do Timão. Ele viajou mais de dois mil quilômetros para ver a equipe jogar

Por Orlando, EUA
Ricardo Machado, torcedor do Corinthians nos EUA (Foto: Carlos Augusto Ferrari)Ricardo Machado mostra parte interna de seu caminhão (Foto: Carlos Augusto Ferrari)
Ricardo Soares Machado trocou o Brasil pelos EUA há 14 anos. Deixou a cidade de Ferraz de Vasconcelos-SP e a vida de mecânico de aeronaves para buscar melhor qualidade de vida na América do Norte. Levou a família, o sonho de fazer a independência financeira em dólares e o grande amor de sua vida: o Corinthians. 
Aos 46 anos, Ricardinho percorre milhares de quilômetros semanalmente para realizar entregas como motorista de caminhão. Mas não é um caminhão qualquer. Ele fez questão de estampar em praticamente todas as partes de seu veículo a paixão que sente pelo Timão.
É impossível não notar o imponente caminhão com os símbolos do clube misturados às imagens do Tio Sam. Dentro do veículo, Ricardinho decorou as duas camas com lençóis corintianos. Nos armários, uma infinidade roupas com as marcas do Timão. Mais que isso, abriu uma empresa com o nome de "Fiel USA".
– Eu tinha esse sonho e consegui realiza quando comprei o caminhão há um ano. Todos que passam buzinam e falam vai Corinthians. Até fiz umas camisetas para entregar para as pessoas. Às vezes, as pessoas buzinam, e eu acho que é por ter feito algo errado dirigindo. Na verdade, é por causa do Corinthians (risos) – contou. 
Ricardo Machado, torcedor do Corinthians nos EUA (Foto: Carlos Augusto Ferrari)Ricardo Machado percorre a América do Norte com caminhão 100% Corinthians (Foto: Carlos Augusto Ferrari)
Com o Timão realizando a pré-temporada nos Estados Unidos, Ricardinho não perdeu a chance de chegar perto dos jogadores. Ele viajou cerca de dois mil quilômetros de Boston, onde mora, até Orlando, local da concentração. Parou seu equipado caminhão na porta do luxuoso hotel da equipe e se transformou em atração. 
– Eu sempre acompanho os jogos pela televisão, pela internet. Sempre fui corintiano fanático e não poderia deixar de ser nos Estados Unidos – disse. 
Com ingresso nas mãos, Ricardinho assistirá ao jogo contra o Atlético-MG, neste domingo, às 17h (de Brasília), pelo Torneio da Flórida. Será a chance de matar a saudade dos tempos em que via o Timão em campo nas arquibancadas do Pacaembu, muito antes de o clube sonhar em ter seu próprio estádio. 
– É um sonho estar aqui com o Corinthians – celebrou.
Ricardo Machado, torcedor do Corinthians nos EUA (Foto: Carlos Augusto Ferrari)Torcedor viajou dois mil quilômetros de caminhão de Boston a Orlando (Foto: Carlos Augusto Ferrari)

Mega-Sena: confira os números sorteados no concurso 1781, 01-08-22-49-52-53


O prêmio acumulado é de R$ 24 milhões
16/01/2016 - 20H37 - ATUALIZADA ÀS 20H48 - POR ÉPOCA NEGÓCIOS ONLINE
mega-sena, loteria, lotérica (Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil)
Oconcurso 1781 da Mega-Sena realizado neste sábado (16/01), na cidade de Serra (ES), sorteou as seguintes dezenas: 01-08-22-49-52-53. O prêmio acumulado é de R$ 24 milhões.
SAIBA MAIS

Caso haja apenas um ganhador e ele aplique os R$ 24 milhões na poupança, vai receber um rendimento mensal de mais de R$ 174 mil, segundo a Caixa Econômica Federal. Mas se preferir investir todo o valor do prêmio em bens, poderia adquirir 36 carros esportivos de luxo.
Os sorteios da Mega-Sena são promovidos pela Caixa duas vezes por semana, às quarta-feiras e aos sábados. Nesta semana, excepcionalmente, a Mega-Sena ofereceu ao apostador três chances de ficar milionário: o concurso 1779 na terça-feira, o 1780 na quinta e o 1781 hoje.
A aposta mínima, de seis números, custa R$ 3,50. Quem quiser participar, pode comprar seu bilhete até às 19h do dia do sorteio (no horário de Brasília), em qualquer lotérica do Brasil.
Clientes com acesso ao internet banking da Caixa podem fazer suas apostas pelo computador, tablet ou smartphone. Para isso, basta ter conta corrente no banco e ser maior de 18 anos. O serviço funciona das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios, quando as apostas se encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte.
Para a aposta simples, de apenas seis números, a probabilidade de ganhar é 1 em 50 milhões, mais precisamente de 1 em 50.063.860, de acordo a Caixa. Já para a aposta máxima, de 15 números, com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acerto é de 1 em 10 mil.

Glória Pires passa mal e é internada em hospital de Salvador


Atriz saiu da unidade de saúde na madrugada deste sábado (16).
Amigos de Glória informaram que ela teria sentido dores na coluna.

Do G1 BA
A atriz Glória Pires, que está em Salvador, foi internada em um hospital particular após sentir fortes dores na coluna na madrugada deste sábado (16).(assista ao vídeo acima)
Glória Pires passa mal e é internada em hospital de Salvador (Foto: Imagens/ Tv Bahia)Glória Pires passa mal e é internada em hospital
de Salvador (Foto: Imagens/ Tv Bahia)
Segundo amigos da atriz, Glória foi levada para a emergência, medicada, mas saiu do hospital ainda na madrugada e passa bem.
Glória Pires está na capital baiana com a família desde terça-feira (12). Em uma foto publicada nas redes sociais, ela aparece ao lado do marido, Orlando Morares, do cantor e compositor Manno Góes e da mulher dele, Janina Andrade. 
A atriz iria retornar ao Rio de Janeiro, onde mora, neste sábado mas adiou o retorno e só deve viajar no domingo (17).

Governo e Procuradoria agem juntos contra mim, afirma Cunha



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O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), diz que seu maior algoz, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, "trabalha em conjunto" com o governo Dilma Rousseff para atacá-lo.
O peemedebista afirma que o chefe do Ministério Público Federal está confundindo o "papel de acusador com o de militante político" e ironiza a consistência da ação em que o PGR pede seuafastamento do comando da Câmara. "É risível", avalia.
Pressionado por acusações de envolvimento na Lava Jato, Cunha falou com a reportagem da Folha por mais de duas horas em seu escritório político, no centro do Rio de Janeiro. Disse que não tem medo de ser preso.
*
Folha - Como o sr. vê a possibilidade de ser afastado pelo Supremo?
Eduardo Cunha - Não vejo essa possibilidade. A peça que o procurador-geral protocolou é teatral. Tem 11 atos. Vou rebater um a um. Chega a ser esdrúxulo. Ele cita, por exemplo, projeto de um deputado que trata de mudanças na lei da delação. Diz que foi feito com o objetivo de evitar que um delator pudesse mudar o depoimento e me beneficiar. Esse depoimento foi em 10 de junho, tornou-se público 17 de julho. O procurador fez a denúncia contra mim no dia 20 de agosto. O projeto foi protocolado dia 25 de agosto. É posterior, portanto, até à denúncia. Se isso vai ser motivo de afastamento, chega a ser risível.
Considera a peça frágil?
Prefiro descaracterizar o que estão colocando do que ficar com adjetivos. Ele diz que cobrei o pagamento de R$ 1,5 milhão e R$ 400 mil. Aí transcreve uma série de diálogos. Quando você pega o relatório de mensagens de [trocadas por] Léo Pinheiro [ex-presidente da OAS], essa fala está dentro do roteiro daquilo que é atribuído ao ministro Jaques Wagner. Uma contribuição da campanha da Bahia se transformou em cobrança minha.
Mensagens de Léo Pinheiro sugerem que empresas escreviam suas emendas...
Todas as MPs que são citadas por ele [Janot], em nenhuma delas eu tenho emenda ou participação. A única MP da qual fui relator foi a 627.
A Procuradoria diz que o sr. colocava outros para assinar.
O PGR diz; o diálogo, não. Fui líder do PMDB dois anos. Obviamente, até pelo meu estilo de trabalho, sempre participei de todas as discussões.
Debater minúcias de projetos com empresários é normal?
Qual é a minúcia? O Léo Pinheiro tratando comigo de emenda específica comigo?
O sr. diz que não poderá incluir uma emenda, que seria preciso esperar...
Sei exatamente o que é. Tenho tempo e boa memória. Havia uma demanda para eu colocar como emenda a antecipação do pagamento do Refis [programa de parcelamento de dívidas tributárias] dando um bônus de desconto para quem pagasse à vista. O governo não aceitou. Vários empresários sugeriram isso.
Não é uma minúcia?
Isso é coisa normal. Ele está colocando e eu estou dizendo que não dá. É o dia a dia normal da Câmara, com todos os setores. Debater todo mundo pode. O Parlamento é aberto.
Nos diálogos, há pedidos insistentes de recursos para a campanha eleitoral.
Trato de doação com muita transparência. Essa empresa [a OAS, de Léo Pinheiro] nunca me deu um centavo. Nenhuma das doações dela veio para a minha campanha. Se pedi, não era para mim. Nesse caso era uma doação para o Henrique Eduardo Alves [PMDB] ao governo do Rio Grande do Norte.
Há um registro de movimentação financeira atípica em uma das empresas do sr., a C3.
Sou sócio da minha mulher. Essa é uma empresa que nós paramos, basicamente não tem operação. Ela detém bens nossos. Dizem, "ah, ele comprou veículo pela empresa". Se compra veículo em nome de pessoa jurídica por uma razão simples: ninguém aguenta de ponto na carteira quando tem dez pessoas dirigindo o seu carro. Agora, não tem movimentação atípica. Obviamente, foi empréstimo dos sócios à empresa para pagar despesa.
Dois dos carros da C3 estão em nome de Lúcio Funaro, que a PGR cita como seu operador. Qual a relação com ele?
A relação comercial que tive foi de uma empresa de factoring. Já tive relação de mútuo [empréstimo de itens consumíveis]. Não tenho relação maior. Dizem lá que eu voei com ele. Não é verdade. Não voei com o Lúcio.
Ele é acusado de ter ameaçado empresários, os Schahin.
Pergunte ao Funaro. Mas é bom falar da Schahin. Mais um absurdo. Cheguei [em um almoço] e estava esse senhor, Schahin. O que ele junta é minha peça de defesa: cheguei lá, encontrei um cara que nunca tinha visto, me senti desconfortável e fui embora.
O procurador diz que o sr. usou CPIs para pressionar os Schahin.
Ele [Janot] cita requerimentos de pessoas que diz serem meus seguidores na CPI. Diz que é uma "organização criminosa". Se é, por que não entrou contra todo mundo? É uma organização de um só? Ele trata o chefe de um Poder como um delinquente. Nem réu eu sou. Ele está trocando o papel de acusador por militante político.
O sr. é alvo no Conselho de Ética e é acusado de usar manobras 'espúrias' para retardar o processo.
Se alguém tem de levantar suspeição, sou eu em relação a esse procedimento. Um partido fez um requerimento com base na Lei de Acesso à Informação e o PGR respondeu em três dias. Nunca vi isso acontecer. Entra com uma pergunta sobre procedimento da Dilma, do Lula para ver se eles vão responder. Dizem que tem mais de cem contas listadas na cooperação com a Suíça, e a única que divulgam em 24 horas é a minha? E as outras 99? Dizem que tem até do marqueteiro do governo, João Santana.
Um aliado seu, Fábio Cleto, foi demitido da Caixa. Em seguida surgiram denúncias de que ele atuava por propina em troca da liberação de FGTS.
Cleto foi indicado por Henrique Alves para atender a bancada como um todo. Agora, aquilo que está ali, a vice que era responsável por todas as operações, não era do PMDB, era do PT. Ele era só responsável no conselho. E não acredito em coincidência. Provavelmente foi exonerado porque eles atuam muito em conjunto, o governo e o Ministério Público. Deviam ter informação privilegiada sobre o que acontecia.
O sr. diz que é tratado de maneira diferenciada e cita seu colega de partido Renan Calheiros como exemplo. Ainda vê a situação assim?
Não quero fazer comparação nem acusação. É óbvio, nítido, notório que há um tratamento diferenciado em relação a mim. Tentam me usar para disfarçar a situação de outras pessoas. Não quero acusar ninguém. Ao contrário deles, que gostam de dividir bancos de réus, não quero ser réu, quero provar a minha defesa e ter o tratamento igual. Vaza um documento sobre o Jaques Wagner e o ministro da Justiça pede para apurar imediatamente. O meu vaza todo dia e ninguém fala nada. São inúmeros procedimentos, posso falar até amanhã.
O sr. ainda não admite a renúncia como uma opção?
De quem? Da presidente? Cabe a ela decidir, não a mim [risos].
O sr. teve receio de ser preso?
Por quê? Não temo nada. Acha que, do jeito que o PGR gosta de mim, se pudesse ter feito, ele já não teria?